Nesse primeiro artigo – de uma série de quatro, vou contar um pouco sobre como descobri essa paixão por lecionar e como compartilhar o conhecimento nessa faixa etária pouco percebida no cenário político e educacional atual pode fazer a diferença.
Desde cedo que o mundo da fotografia se fazia propor apenas àqueles que poderiam possuir materiais caríssimos como eram as câmaras fotográficas ou até os produtos químicos que permitiam proceder a todo o processo de sensibilização e revelação…
2012, ano novo, ansaios renovados, novidades e mais egoísmo. E para o primeiro texto do ano nada mais justo do que pensarmos em filantropia e engajamento, já que é uma das épocas mais propícias para disseminarmos positividade e benevolência indiscriminadamente.
Como vimos na primeira parte de nosso tutorial sobre a profundidade de campo na fotografia de culinária, temos três ferramentas disponíveis para controlar esse efeito. Agora vamos falar sobre a abertura de diafragma e suas repercussões.
Ministrar workshops é um prazer raro que todo fotógrafo deveria experimentar um dia. Compartilhar conhecimento, mesmo que recebendo por isso, é uma das melhores formas de aprender. Parece confuso ler a frase anterior, mas é a pura verdade.
Esse artigo não é uma verdade única e muito menos uma regra, são apenas algumas das dificuldades que quando decidi começar eu tive de passar, pois não havia ninguém para ensinar e é um pouco do que tenho visto ainda em alguns que querem ingressar no mercado, e dividir isso com vocês vai ajudar muito a se prepararem antes de encarar a realidade.
O projeto é uma ideia simples: dar todo dia uma dica de fotografia para os leitores do Fotografia DG. O projeto é desenvolvido por mim, Diogo Ramos, e pelo fotógrafo Armando Vernaglia Jr, já bem conhecido aqui dos leitores pelos excelentes E-books.







