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	<title>Fotografia DG - As melhores dicas de fotografia &#187; Artigos</title>
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	<description>Se pretende estar actualizado em relação ao mundo da fotografia não deixe de conhecer e visitar o Fotografia DG, temos muitas dicas e notícias à sua espera!</description>
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		<title>Técnica avançada de iluminação de Moda &amp; Beauty</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Bagnola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Agências de Modelos]]></category>
		<category><![CDATA[beauty]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui estou eu de volta ao mundo fotodgniano com uma nova proposta de ensino de técnicas avançadas de iluminação com esquema gráfico e texto explicativo pormenorizado para que os mesmos resultados sejam alcançados por vocês logo na primeira tentativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viva, meus Amigos!!!!!!!</p>
<p>Aqui estou eu de volta ao mundo fotodgniano com uma nova proposta de ensino de <strong>técnicas avançadas de iluminação</strong> com esquema gráfico e texto explicativo pormenorizado para que os mesmos resultados sejam alcançados por vocês logo na primeira tentativa. Esse tutorial vai te ajudar a apresentar fotografias mais criativas e adaptadas à industria da Moda, Agências de Modelos, Books, Novos Clientes, etc  (=MONEY!!!!! UHÚÚÚ!).</p>
<p>Vou começar com uma das luzes que mais gosto e que funciona super bem em trabalhos de Moda.  Como tenho uma perna no tempo do filme e a outra na era digital, acabo por levar uma certa vantagem na forma de fazer as previsões técnicas, já que na Era Analógica (ui … me senti um dinossauro agora) não tinha essa de clicar e olhar no monitor da camera, ou do computador, e, por mais anos de experiência que tivéssemos como fotógrafos, sempre tinha uma adrenalina até a hora de ver como tinha ficado o nosso trabalho. Quantas e quantas vezes o cliente trazia uma caixa fechadinha com 20 filmes no formato 120 e quando acabávamos ele mesmo juntava tudo e encaminhava para o laboratório dele sem termos como dar um jeitinho que fosse no Photoshop e tinha que estar tudo certinho para a impressão. Como era bom, depois de 3 ou 4 horas, receber um telefonema do director de arte dizendo:</p>
<p align="center"><strong>“Meuuuuuuu, ficou du c*****!!!!! “ <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Técnica avançada de iluminação de Moda & Beauty" class='wp-smiley colorbox-9911' title="Técnica avançada de iluminação de Moda & Beauty" /> </strong></p>
<p>E prá que eu conto isso??? … prá dizer que essa luz que vou ensinar hoje foi “inventada” nos anos 90 e muitos dos feras só usavam filme numa construção de iluminação extremamente delicada e arriscada já que é tudo no limite em termos de relação (ratio) entre as cabeças de flashes.</p>
<p>O bom nisso tudo é que, hoje em dia, com os novos padrões da Era Digital (que eu adoro!!!) consegue-se ir fazendo acertos em tempo real através do lcd da câmera.</p>
<p>A seguir à cada imagem, vou explicar exatamente para que serve cada coisa … por isso, muita calma nessa hora que no final tudo vai dar certo, ok?!!  <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Técnica avançada de iluminação de Moda & Beauty" class='wp-smiley colorbox-9911' title="Técnica avançada de iluminação de Moda & Beauty" />  … nada é complicado!!!!</p>
<p>Então vamos lá?!!</p>
<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

	<div style="margin: 5px 10px;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="hps">Você precisa</span> <span class="hps">estar logado para</span> <span class="hps">ver</span> <span class="hps">esta parte do</span> artigo<span class="hps">.</span> <span class="hps">Por favor</span> <span class="hps">faça </span></span><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="hps"><a target="" title="" href="../login/">LOGIN</a> ou se <a target="" title="" href="../register/">REGISTRE</a> primeiro.</span></span></div>

</div></span>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.fotografia-dg.com/tecnica-avancada-iluminacao-moda-beauty/"  data-text="Técnica avançada de iluminação de Moda &#038; Beauty" data-count="horizontal" data-via="fotografiadg"></a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>#DicaDG: todas as dicas de abril</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[#DicaDG]]></category>
		<category><![CDATA[abril]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de abril]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um mês se completa do projeto #DicaDG. E novamente trazemos todas as dicas do mês anterior para quem perdeu as dicas dadas no Twitter através do perfil do @fotografiadg e dos autores do projeto @VernagliaJr e @diogoframos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um mês se completa do projeto <a target="_blank" title="#DicaDG:  todo dia uma dica para você!" href="http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-dicadg/" target="_blank">#DicaDG</a>. E novamente trazemos <strong>todas as dicas do mês anterior</strong> para quem perdeu as dicas dadas no Twitter através do perfil do <a href="https://twitter.com/#%21/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> e dos autores do projeto <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a> e <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/diogoframos" target="_blank">@diogoframos</a>.</p>
<p>Neste mês de abril ainda tivemos o sorteio do livro “<a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/livros-fotografia/32-adobe-photoshop-vol-3.html" target="_blank">Adobe Photoshop Vol. 3</a>“, para os leitores que acompanham o projeto. Em breve teremos ainda mais sorteios, fiquem ligados e continuem acompanhando o projeto #DicaDG!</p>
<p>Um abraço!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia #1 #DicaDG &#8211; Ao utilizar a função de vídeo em DSLR use ISO com números multíplos de 160, eles provocam menos ruído do que os multíplos de 100.</p>
<p>Dia #2 #DicaDG &#8211; É quase impossível filmar e fotografar ao mesmo tempo com a mesma desenvoltura, priorize uma das duas atividades por vez</p>
<p>Dia #3 #DicaDG &#8211; A curta profundidade de campo das DSLR pode não ser vantagem ao filmar eventos, uma filmadora tradicional pode ser melhor</p>
<p>Dia #4 #DicaDG &#8211; Para filmagens com DSLR, ajuste o contraste e a nitidez da câmera para valores baixos</p>
<p>Dia #5 #DicaDG &#8211; O mercado de vídeo e foto vive tendo lançamentos de equipamentos, não se iluda, eles não mudam substancialmente sua arte</p>
<p>Dia #6 #DicaDG &#8211; Um dos maiores problemas de filmar com DSLR é o áudio, invista em um gravador externo.</p>
<p>Dia #7 #DicaDG &#8211; Ao usar gravador externo em filmagens, deixe o áudio interno também gravando para ajuder a sincronizar o áudio na edição.</p>
<p>Dia #8 #DicaDG &#8211; Para ajudar a sincronizar o áudio com o vídeo, na edição, utilize uma claquete ao filmar, ou faça o mesmo movimento só com as mãos.</p>
<p>Dia #9 #DicaDG &#8211; Uma sugestão de um bom gravador é o modelo Zoom H4n.</p>
<p>Dia #10 #DicaDG &#8211; Ao comprar luzes, dê atenção ao IRC (Índice de Reprodução de Cor) ou CRI (Color Rendering Index, em inglês).</p>
<p>Dia #11 #DicaDG &#8211; Luzes com IRC igual ou próximo a 100 são ideais. IRC abaixo de 75 a reprodução de cor é prejudicada.</p>
<p>Dia #12 #DicaDG &#8211; Lâmpadas com idades diferentes geram cores diferentes, tanto em temperatura de cor como em IRC.</p>
<p>Dia #13 #DicaDG &#8211; Ao criar um ambiente para fazer tratamento de fotos preocupe-se com a cor das paredes e iluminação do local.</p>
<p>Dia #14 #DicaDG &#8211; De preferência utilize paredes com cor cinza 18% e lâmpadas específicas como a Chroma 50.</p>
<p>Dia #15 #DicaDG &#8211; Se possível, também utilize monitores profissionais (com painel IPS) e calibradores de monitor.</p>
<p>Dia #16 #DicaDG &#8211; Uma boa sugestão de monitor com painel IPS, e com boa relação custoxbenefício é o monitor da LG LPS236V.</p>
<p>Dia #17 #DicaDG &#8211; Uma boa sugestão de calibrador de monitor é o Eye-one Display 2 da Coralis.</p>
<p>Dia #18 #DicaDG &#8211; A curva em S é a posição mais agradável para fotografar o corpo feminino.</p>
<p>Dia #19 #DicaDG &#8211; Ao posicionar uma modelo, evite que a coluna do corpo forme uma linha vertical.</p>
<p>Dia #20 #DicaDG &#8211; Da mesma forma que a coluna não deve formar uma linha vertical, evite manter os ombros em linha horizontal.</p>
<p>Dia #21 #DicaDG &#8211; Ao fotografar modelos, tenha muito cuidado com os pés e as mãos, eles são os maiores indicativos de que a modelo está tensa.</p>
<p>Dia #22 #DicaDG &#8211; Quando fotografar os pés, evite mostrar a parte inferior deles.</p>
<p>Dia #23 #DicaDG &#8211; Ao enquadrar uma pessoa, evite o corte nas articulações, para não gerar aspecto de amputamento.</p>
<p>Dia #24 #DicaDG &#8211; Quer aprender a dirigir modelos? Fotografe pessoas comuns e não modelos profissionais!</p>
<p>Dia #25 #DicaDG &#8211; Sempre que possível evite que os braços fiquem colados ao corpo da pessoa fotografada.</p>
<p>Dia #26 #DicaDG &#8211; Quer calibrar seu monitor LCD? Acesse este site e faça on-line: <a target="_blank" href="http://www.lagom.nl/lcd-test/">http://www.lagom.nl/lcd-test/</a></p>
<p>Dia #27 #DicaDG &#8211; Ao vender seu trabalho, conheça bem seus pontos fortes para poder valorizá-los na negociação.</p>
<p>Dia #28 #DicaDG &#8211; Ao negociar, estabeleça objetivos primários e secundários, negocie só os secundários.</p>
<p>Dia #29 #DicaDG &#8211; É mais vantajoso negociar &#8220;no campo do cliente&#8221;, a casa dele, o escritório dele, ele se sentirá mais a vontade.</p>
<p>Dia #30 #DicaDG &#8211; Ao negociar no campo do cliente, você tem condições de observar seus hábitos, gostos e padrões de consumo.</p>
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		<title>Iluminação Para Moda e Beauty – Direção Da Luz &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 20:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[beauty]]></category>
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		<category><![CDATA[moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos continuar falando sobre a direção da luz, na fotografia de moda e beleza. Anteriormente analisamos aspectos técnicos e estéticos dessa questão relacionados isoladamente ao eixo vertical, agora vamos estudar suas possibilidades em relação ao eixo horizontal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Vamos continuar falando sobre a <a href="http://www.fotografia-dg.com/iluminacao-moda-beauty-direcao-luz/" target="_blank">direção da luz</a>, na fotografia de moda e beleza. Anteriormente analisamos aspectos técnicos e estéticos dessa questão relacionados isoladamente ao eixo vertical, agora vamos estudar suas possibilidades em relação ao eixo horizontal.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;" align="center">Se não leu o artigo anterior considere ler antes de prosseguir. #RECOMENDO</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><a href="http://www.fotografia-dg.com/iluminacao-moda-beauty-direcao-luz/" rel="bookmark">Iluminação Para Moda e Beauty – Direção Da Luz &#8211; Parte 1</a></p>
</blockquote>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Eixo Horizontal</h2>
<p>É importante lembrar que para se entender os efeitos relacionados à direção da luz temos que adotar um pensamento cartesiano, ou seja, determinar sua posição no eixo vertical e no eixo horizontal, simultaneamente, pois, toda fonte de luz estará posicionada em um determinado lado e a uma determinada altura. Já sabemos que no eixo vertical temos três possibilidades principais, a luz de cima, a de baixo e a luz na altura dos olhos (ou rosto) do modelo, agora vamos seguir adiante e entender os efeitos relacionados às posições na horizontal.</p>
<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

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</div></span>
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		<title>Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Perobelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[André Liohn]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[premio]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Capa Gold Medal]]></category>

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		<description><![CDATA[O brasileiro contemplado em um dos mais prestigiados prêmios do fotojornalismo faz palestra em São Paulo e nós acompanhamos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>André Liohn</strong> é um cara de princípios bem definidos, objetivo e usa suas fotografias para tentar ajudar as pessoas que vivem na bárbarie da guerra. Esta é a impressão que tive na palestra que o fotojornalista fez na noite de ontem na Imã Foto Galeria, em São Paulo.</p>
<p>A série de imagens da cidade sitiada de Misrata, na Líbia, rendeu ao paulista o Robert Capa Gold Medal 2011, um dos mais importantes prêmios de fotografia do mundo. Liohn é o primeiro brasileiro &#8211; aliás, é o primeiro sul-americano &#8211; a ser contemplado pelo Prêmio que existe desde 1955.</p>
<p>Na sexta-feira passada, 27/04, o fotógrafo decidiu vir ao Brasil quando foi convidado a participar do programa Roda-Viva, da Tv Cutura. Aproveitou e fez contato com a Imã para fazer a palestra.</p>
<p>Com o prêmio, identificou a visibilidade que passaria a ter e com isso a possibilidade de ajudar o povo Líbio por meio de suas fotos. Mais do que retratar uma guerra, André quer ajudar o povo Líbio. Ele e os fotógrafos Lynsey Addario, Eric Bouvet, Bryan Denton, Christopher Morris, Jehad Nga, Finbarr O&#8217;Reilly and Paolo Pellegrin criam o projeto Almost Dawn In Libya, o ADIL.</p>
<p>O projeto consiste em uma mesma mostra exposta em quatro cidades da Líbia. Sobre o objetivo da exposição, Liohn explica “<em>Em algum momento eu pensei que  talvez as fotos possam ajudar a promover a conciliação do povo de lá. Não sei se vamos conseguir, espero que sim</em>”.  Serão 100 fotos as quais os fotógrafos abriram mão dos diretos autorais. A impressão e molduras serão feitas na Líbia. <a target="_blank" href="http://www.emphas.is/web/guest/discoverprojects?projectID=545" target="_blank">Mais informações sobre o projeto aqui</a></p>
<p>Enquanto o fotógrafo mostrava suas fotos e as do projeto, a conversa se desenrolou em torno de experiências da cobertura de guerra, jornalismo, a Primavera Árabe e até questões culturais do Brasil.</p>
<p>Ficou claro que o que importa para ele não é fotografia. “<em>Eu não penso em fotografia, não estou ali fazendo arte. Eu estou ali para mostrar o que aconteceu com aquelas pessoas</em>” disse ontem, assim como na entrevista do programa da TV Cultura, em que compara fotografar com dirigir. “<em>Quando você dirige, não pensa &#8216;agora vou mudar de marcha&#8217;. O que importa é o objetivo, que neste caso é chegar do ponto A ao B. E a minha fotografia ou video tem o objetivo de contar aquelas histórias</em>”. Sobre a decisão entre filmar e fotografar,  explica “<em>As vezes eu sei que filmar vai contar melhor a história, vai mostrar melhor o começo, meio e fim</em>”.</p>
<p>Quando questionado sobre equipamento, revelou que usa só uma lente 28mm.  “<em>Não porque Cartier-Bresson disse isso, ou aquilo. Não importa o que ele dizia. Claro, o que ele disse é válido, mas o tempo dele foi outro</em>”, diz gesticulando, para mencionar que passado e o presente são muito diferentes e hoje, o mundo é outro.</p>
<p>Além do projeto ADIL, Liohn não tem planos de novas coberturas, mas revelou seu desejo de ir para o Sul do Sudão, envolvido em combates na fronteira com a norte e vizinho Sudão desde março.</p>
<p>Egberto Nogueira, da Imã Foto Galeria, filmou tudo e vai disponibilizar o vídeo no Youtube em breve. Enquanto isso, você pode ver um teaser que a Imã publicou.</p>
<p><iframe width="619" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/QmM2Ud2q2Hk?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Sobre o prêmio</h2>
<p>As imagens de  Liohn “<em>são verdadeiramente o espírito de combate da fotografia de Robert Capa</em>” diz a notícia que anuncia o vencedor no site do prêmio.</p>
<p>Abaixo o ensaio merecidamente vencedor. Não me surpreende que tenha sido contemplado com o prêmio. É fotojornalismo de alta qualidade. Mesmo que Robert Capa não o tenha influenciado, as fotos levam àquela famosa frase: &#8216;<em>Se sua foto não está boa o suficiente é porque você não está perto o suficiente</em>&#8216;. Definitivamente Liohn estava perto, bem perto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-1-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9846 colorbox-9845" title="The final attack of Sirte" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-1-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 1 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebeldes entram na cidade de Sirte, o último reduto principal de Kadafi. Durante a batalha,<br />
Sirte ficou quase completamente em ruínas. Soldado pró-Kadafi mortalmente ferido é preso em Sirte.</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-2-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9847 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-2-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 2 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebeldes entram em confronto com soldados do governo dentro de um prédio. A batalha de Misratah durou<br />
quatro meses e se tornou um símbolo da revolta de nove meses de duração armada contra a ditadura da Líbia.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-3-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9848 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-3-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 3 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebeldes prontos para invadir uma casa que era base dos soldados das forças pró-Kadafi depois que os rebeldes<br />
conseguiram tomar o controle da maioria das áreas controladas pelas forças militares, em 24 de abril de 2011.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-4-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9849 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-4-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 4 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebeldes em confronto com os soldados pró-governo em Misratah.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-5-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9850 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-5-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 5 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">A batalha de Misratah durou 4 meses e se tornou uma das batalhas mais importantes e<br />
mais simbólicas dos 9 meses de duração da revolta contra a ditadura da Líbia. Durante o cerco,<br />
a cidade viu intensos combates e assaltos diários.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-6-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9851 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-6-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 6 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Em Trípoli, na sede da 32 º Brigada de Khamis, forças rebeldes encontraram 53 corpos carbonizados dentro<br />
de um armazém utilizado como um centro de detenção por soldados leais ao coronel Muammar Kadafi.<br />
Alguns corpos apresentavam sinais de execução. Rebeldes chegam ao armazém.</h6>
<h6 style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-7-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9852 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-7-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 7 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<p>Um soldado pró-Kadafi gravemente ferido é capturado por rebeldes em Misratah.<br />
Os motoristas de ambulâncias e médicos muitas vezes recebiam ameaças de rebeldes e<br />
moradores em situações que tiveram de resgatar e tratar soldados pró-Kadafi.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-8-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9853 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-8-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 8 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Soldados feridos pró-Kadafi são presos em Misratah. Não havia na cidade uma instalação própria<br />
para o tratamento de soldados pró-governo feridos. Neste local apenas um médico, sem suprimentos médicos,<br />
era responsável por receber e tratar dezenas de feridos.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-9-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9854 colorbox-9845" title="Foto 9-Andre Liohn" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-9-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 9 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="348" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebelde Hamid Shwaili pede ajuda depois de ter sido mortalmente ferido em uma batalha<br />
contra os soldados leais ao governo de Muammar Kadafi.<br />
A batalha teve lugar em uma das últimas partes controladas pelo governo na Rua Tripoli, em Misratah.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-10-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9855 colorbox-9845" title="Libyan Revolution" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-10-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 10 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Uma ambulância com um rebelde morto pronta para partir do Lanuf Ras Hospital durante os primeiros dias de combate.<br />
Sem experiência de guerra, motoristas de ambulância, vários deles voluntários, arriscaram suas vidas<br />
para resgatar pacientes nas linhas de frente de confrontos na Líbia.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-11-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9856 colorbox-9845" title="Foto 11-Andre Liohn" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-11-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 11 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebeldes entram na cidade de Sirte, o último reduto principal de Kadafi.<br />
Durante a batalha de Sirte, a cidade ficou quase completamente em ruínas,<br />
com muitos edifícios totalmente destruídos ou danificados.</h6>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-12-Andre-Liohn.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9857 colorbox-9845" title="The final attack of Sirte" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/05/Foto-12-Andre-Liohn.jpg" alt="Foto 12 Andre Liohn Brasileiro André Liohn ganha Robert Capa Gold Medal" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Rebeldes posando em frente ao corpo de um soldado pró -Muamar Kadafi morto em Sirte.</h6>
<p>Liohn foi entrevistado no programa Roda Viva por <a title="Entrevista a Maurício Lima" href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-a-mauricio-lima/" target="_blank">Mauricio Lima</a> (fotógrafo freelancer do jornal New York Times), Eduardo Nicolau (editor de fotografia do jornal O Estado de S.Paulo), João Wainer (editor de fotografia do jornal Folha de S.Paulo), Leão Serva (jornalista e ex-correspondente de guerra e autor de livro e ensaios de jornalismo de guerra) e Roberto Cabrini (jornalista, apresentador do programa Conexão Repórter, do SBT). Abaixo o programa na ínegra.</p>
<p>Vale a pena assistir.</p>
<p><iframe width="619" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/SG020xwbFG0?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Nascido em Botucatu e de família pobre. Saiu do Brasil 1994 em busca de um futuro melhor. Depois de passar pela Suiça, se estabeleceu na Noruega onde trabalhadou como lenhador e depois de um curso, passou a trabalhar com comércio exterior. Hoje mora na Itália e tem dois filhos.</p>
<p>Frequentemente André Liohn tem suas fotos publicadas por veículos do mundo todo como Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, The New York Times, The Guardian, El Pais, Time, entre muitos outros. Além disso, também atua como cinegrafista e suas imagens são transmitidas por redes como BBC, CNN e Al Jazeera english.</p>
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		<title>Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/fotojornalismo-chernobyl/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 21:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Perobelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Anatoliy Rasskazov]]></category>
		<category><![CDATA[Chernobyl]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gerd Ludwig]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Repik]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro fotógrafo a chegar à usina algumas horas após a explosão foi Anatoliy Rasskazov. O fotógrafo relatou que a qualidade da foto foi afetada após o contato do filme com as partículas radioativas no ar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Chernobyl</strong> é uma cidade Ucraniana, mas seu famoso nome carrega o peso de uma tragédia. Nesta data em 1986 a Usina Nuclear de Chernobyl foi palco do maior acidente nuclear da história.</p>
<p>O primeiro fotógrafo a chegar à usina algumas horas após a explosão foi <strong>Anatoliy Rasskazov</strong>. O fotógrafo relatou que a qualidade da foto foi afetada após o contato do filme com as partículas radioativas no ar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-1-Anatoliy-Rasskazov-foi-o-primeiro-fotógrafo-a-chegar-ao-reator-4.-Foto-Anatoliy-Rasskazov.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9788 colorbox-9787" title="Primeira foto tirada da usina de Chernobyl horas após a explosão. O fotógrafo, Anatoliy Rasskazov, relatou que qualidade da foto foi afetada após o contato do filme com as partículas radioativas do ar e falhas na máquina. 26/04/1986. Foto: Anatoliy Rasska" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-1-Anatoliy-Rasskazov-foi-o-primeiro-fotógrafo-a-chegar-ao-reator-4.-Foto-Anatoliy-Rasskazov-450x650.jpg" alt="FOTO 1 Anatoliy Rasskazov foi o primeiro fotógrafo a chegar ao reator 4. Foto Anatoliy Rasskazov 450x650 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="450" height="650" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Anatoliy Rasskazov foi o primeiro fotógrafo a chegar ao reator. Foto: Anatoliy Rasskazov</h6>
<p>Enquanto fotografava, Rasskazov recebeu cerca de 300 Roentgen, unidade de medida de exposição de radiação. Para ter uma idéia, 500 Roentgen é fatal. O fotógrafo morreu em 2010, aos 66 anos, de câncer.</p>
<p>Já <strong>Volodymyr Repik</strong> registrou o acidente dias após Rasskazov. Mas sua foto foi a primeira imagem publicada no jornal oficial do regime soviético, o Pravda. E foi capa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-2-Volodymyr-Repik-a-primeira-imagem-que-ilustrou-pela-primeira-vez-as-páginas-do-jornal-oficial-do-regime-soviético.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9789 colorbox-9787" title="Volodymyr Repik a primeira imagem que ilustrou, pela primeira vez, as páginas do jornal oficial do regime soviético" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-2-Volodymyr-Repik-a-primeira-imagem-que-ilustrou-pela-primeira-vez-as-páginas-do-jornal-oficial-do-regime-soviético-619x348.jpg" alt="FOTO 2 Volodymyr Repik a primeira imagem que ilustrou pela primeira vez as páginas do jornal oficial do regime soviético 619x348 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="619" height="348" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Volodymyr Repik durante sobrevoo de helicóptero sobre a Usina Nuclear. Foto: AP</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Foto-3-Volodymyr-Repik-que-ilustrou-pela-primeira-vez-as-páginas-do-jornal-oficial-do-regime-soviético.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9790 colorbox-9787" title="Volodymyr Repik que ilustrou, pela primeira vez, as páginas do jornal oficial do regime soviético" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Foto-3-Volodymyr-Repik-que-ilustrou-pela-primeira-vez-as-páginas-do-jornal-oficial-do-regime-soviético-450x680.jpg" alt="Foto 3 Volodymyr Repik que ilustrou pela primeira vez as páginas do jornal oficial do regime soviético 450x680 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="450" height="680" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Imagem de Volodymyr Repik que ilustrou a capa de o Pravda. Foto:  Volodymyr Repik</h6>
<p>Ano após ano a mídia mundial repercute as consequências deste acidente.  Além dos trabalhadores da usina e bombeiros que morreram no acidente, a população de Chernobyl e dos arredores, denominada Zona de Exclusão, ainda sofrem com o aumento da incidência de câncer, de doenças cardiovasculares e do número de malformações fetais e mutações cromossômicas causados pela radiação disseminada pelo ar.</p>
<p>Por muitos anos, o fotojornalista <strong>Gerd Ludwig</strong> tem registrado a região afetada pelo desastre. Fotógrafo da National Geographic desde 1989, Ludwig viajou para Ucrânia em 1993, 2005 e 2011. O fotojornalista documentou as vítimas, a usina, escolas e casas de cidades dos arredores, como Pripyat, e aqueles que voltaram o morar na Zona de Exclusão. O resultado é um trabalho primoroso. Algumas fotos chegam a ser sutis e selvagens ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-4-sala-de-controle-reator-4-gerd-ludwig.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9791 colorbox-9787" title="sala de controle reator 4-gerd ludwig" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-4-sala-de-controle-reator-4-gerd-ludwig-619x412.jpg" alt="FOTO 4 sala de controle reator 4 gerd ludwig 619x412 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">legenda: sala de controle do reator 4. Foto: Gerd Ludwig</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-5-evacuacao-gerd-ludwig.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9792 colorbox-9787" title="evacuacao - gerd ludwig" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-5-evacuacao-gerd-ludwig-619x410.jpg" alt="FOTO 5 evacuacao gerd ludwig 619x410 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="619" height="410" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Na evacuação, a maior parte dos pertences da população ficou para trás.  Foto: Gerd Ludwig</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-6-Zona-de-exclusão-gerd-ludwig.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9793 colorbox-9787" title="Zona de exclusão - gerd ludwig" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-6-Zona-de-exclusão-gerd-ludwig-619x412.jpg" alt="FOTO 6 Zona de exclusão gerd ludwig 619x412 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Cerca de 150 mil pessoas evacuaram uma área de 30km ao redor da usina.<br />
Essa área foi denominada Zona de Exclusão. Foto: Gerd Ludwig</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-7-Escola-em-pripyat-gerd-ludwig.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9794 colorbox-9787" title="Escola em pripyat-gerd ludwig" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-7-Escola-em-pripyat-gerd-ludwig-619x412.jpg" alt="FOTO 7 Escola em pripyat gerd ludwig 619x412 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Escola em Pripyat, que faz parte da Zona de Exclusão. Foto: Gerd Ludwig</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Foto-8-casal-retorna-a-sua-casa-que-fica-na-zona-de-exclusão-gerd-ludwig.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9795 colorbox-9787" title="casal retorna a sua casa que fica na zona de exclusão -gerd ludwig" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Foto-8-casal-retorna-a-sua-casa-que-fica-na-zona-de-exclusão-gerd-ludwig-450x675.jpg" alt="Foto 8 casal retorna a sua casa que fica na zona de exclusão gerd ludwig 450x675 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="450" height="675" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Casal em sua casa que fica na Zona de Exclusão.<br />
Apesar dos alertas de contaminação, muitos retornaram às casas Foto: Gerd Ludwig</h6>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-9-Em-2011-o-governo-abriu-a-Chernobyl-para-o-turismo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9796 colorbox-9787" title="Em 2011, o governo abriu a Chernobyl para o turismo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/FOTO-9-Em-2011-o-governo-abriu-a-Chernobyl-para-o-turismo-619x412.jpg" alt="FOTO 9 Em 2011 o governo abriu a Chernobyl para o turismo 619x412 Chernobyl: o dia seguinte e 26 anos depois" width="619" height="412" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Em 2011, o governo abriu a Chernobyl para o turismo. Foto: Gerd Ludwig</h6>
<p>Mais sobre o fotógrafo e suas fotos aqui <a target="_blank" href="http://www.gerdludwig.com" target="_blank">www.gerdludwig.com</a></p>
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		<title>O que um fotografo de casamentos precisa estudar?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 17:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson Marcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Fotografar casamentos pode te exigir muitas habilidades que vão muito além daquele velho fotógrafo social, que apenas registrava o casamento de uma forma documental, apenas como registro de família.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já foi o tempo em que o <a title="Quero ser fotógrafo de casamentos" href="http://www.fotografia-dg.com/quero-ser-fotografo-de-casamentos/" target="_blank">fotógrafo de casamentos</a> era considerado a escória da fotografia, acho até isso se deve por nós mesmos termos aprendido a valorizar nosso trabalho e por outro lado acho também que deve-se muito ao reconhecimento dos outros fotógrafos quanto as habilidades que aquele que fotografa um casamento deve ter, abrangendo diferentes áreas da fotografia.</p>
<p>Fotografar casamentos pode te exigir muitas habilidades que vão muito além daquele velho fotógrafo social, que apenas registrava o casamento de uma forma documental, apenas como registro de família.</p>
<p>Hoje os casamentos são festas super produzidas contando com bandas e DJ, exigindo assim um fotógrafo de shows, a festa é riquíssima em pequenos detalhes que merecem ser bem registrados por um fotógrafo de produto,  recheada de sentimentos que precisam ser percebidos pelo olhar atento de um fotojornalista, a noiva e os convidados com produções maravilhosas de beleza e figurino que precisam de um bom fotografo de moda, possuem locações lindas exigindo um bom fotografo de paisagens, e por aí vai&#8230;</p>
<p>O fotógrafo de casamento precisa conhecer todas as áreas da fotografia, e se quiser se destacar no mercado, ele precisa conhecer bem cada uma&#8230;.</p>
<p>Veja alguns exemplos de imagens de fotografia de casamentos.</p>
<h2>Fotografia de shows</h2>
<p>Lentes luminosas e bom posicionamento são essenciais. Em alguns casamentos as bandas estão em palcos super iluminados e essas luzes geram fotos incríveis, fique atento e abuse da sua liberdade no palco para estar aonde quiser, pois em um show você não terá toda essa mobilidade.</p>
<p>A foto abaixo foi feita com uma 50mm 1.8 em cima do palco.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Fotografia-de-shows.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9760 colorbox-9758" title="Fotografia de shows" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Fotografia-de-shows-619x412.jpg" alt="Fotografia de shows 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Fotojornalismo</h2>
<p>Além de intuição, você precisa estar atento a tudo que acontece no casamento, e a pista de dança é o momento que mais lhe gera imagens impressionantes.</p>
<p>A foto abaixo foi feita com uma 50mm 1.4 no meio da pista de dança.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Fotojornalismo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9761 colorbox-9758" title="Fotojornalismo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Fotojornalismo-619x412.jpg" alt="Fotojornalismo 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Esportes</h2>
<p>Existirão diversos momentos, principalmente na festa, em que você precisa ser muito rápido, exatamente como na fotografia de esportes, o bom posicionamento, o ajuste rápido e a velocidade no raciocínio devem estar em sincronismo. Foto feita com uma 24-70 2.8 no meio da pista de dança.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Esportes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9762 colorbox-9758" title="Esportes" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Esportes.jpg" alt="Esportes O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="422" height="281" /></a></p>
<h2>Moda</h2>
<p>Use uma 85mm 1.8 e uma 24-70mm 2.8, conduza a noiva para um clima de um ensaio editorial.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Moda.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9763 colorbox-9758" title="Moda" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Moda-619x412.jpg" alt="Moda 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Social</h2>
<p>Os registros casuais devem ser feitos, mas não precisam ter aquela cara formal não é? Fuja dos padrões e anime-se com a galera. Não se esqueça que essas serão as fotos da família, os registros oficiais, e que passarão de gerações em gerações. Uma luz perfeita e um enquadramento alinhado são essenciais.</p>
<p>Uma 24-70 ou uma 17-40 são perfeitas.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Social.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9764 colorbox-9758" title="Social" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Social-619x412.jpg" alt="Social 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Produto (Still)</h2>
<p>As alianças são as principais protagonistas deste tipo de fotografia nos casamentos, e como tratam-se de jóias, uma lente macro será perfeita para mostrar os detalhes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Produto.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9765 colorbox-9758" title="Produto" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Produto-619x412.jpg" alt="Produto 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Beauty</h2>
<p>Use o retrato para enfatizar a beleza da noiva e  a perfeição da maquiagem, é exatamente com isso que deve se preocupar nesse tipo de fotografia.</p>
<p>Essencial usar a lente 50mm 1.8 ou uma 85mm 1.8,  elas são excelentes para retratos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Beauty.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9766 colorbox-9758" title="Beauty" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Beauty-619x412.jpg" alt="Beauty 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Fotografia de Paisagem</h2>
<p>Boas composições e uma lente grande angular, são essenciais, tanto para fotografar paisagens comuns, como para fotografar o ambiente da casa de festas.</p>
<p>Uma 10-22(sensor com fator de corte) ou uma 17-40(sensor full frame) vai lhe ajudar muito, pois são muito versáteis e possuem uma grande profundidade de campo mesmo nas maiores aberturas.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Fotografia-de-Paisagem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9767 colorbox-9758" title="Fotografia de Paisagem" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Fotografia-de-Paisagem-619x412.jpg" alt="Fotografia de Paisagem 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
<h2>Sensual</h2>
<p>A noiva não é uma modelo para um ensaio sensual, mas você pode usar de alguns elementos para mostrar  a sensualidade de uma forma bem leve. As fotógrafas mulheres possuem mais facilidade para conseguir estes cliques por isso sempre recomendo que haja uma mulher na sua equipe, mas se o fotógrafo homem for sutil, basta conversar com a noiva e explicar exatamente o que pretende, com certeza haveráo lindos cliques, mas cuidado, não seja vulgar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Sensual.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-9768 colorbox-9758" title="Sensual" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Sensual-619x412.jpg" alt="Sensual 619x412 O que um fotografo de casamentos precisa estudar?" width="619" height="412" /></a></p>
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		<title>Enquadramento Horizontal na fotografia de culinária</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/enquadramento-horizontal-fotografia-de-culinaria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=enquadramento-horizontal-fotografia-de-culinaria</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 21:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[enquadramento]]></category>
		<category><![CDATA[Enquadramento Horizontal]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de culinaria]]></category>
		<category><![CDATA[horizontal]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos continuar falando sobre o enquadramento na fotografia de culinária, mas agora com ênfase na posição de moldura horizontal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos continuar falando sobre o <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/enquadramento-fotografia-culinaria/" target="_blank">enquadramento na fotografia de culinária</a></strong>, mas agora com ênfase na posição de moldura <strong>horizontal</strong>. Já sabemos que podemos utilizar três formas diferentes de enquadramento, o vertical (<a href="http://www.fotografia-dg.com/enquadramento-fotografia-culinaria/" target="_blank">já comentado em matéria anterior</a>) o horizontal (nossa matéria presente) e o quadrado.</p>
<p>É importante lembrar que a escolha do tipo de enquadramento esta ligada a dois pontos principais. O primeiro é o sentido da própria imagem, pois, podemos privilegiar as linhas verticais ou horizontais através da moldura da foto, estabelecendo diferentes elementos na comunicação visual. O segundo é a necessidade do mercado, de acordo com o veiculo que irá publicar a imagem, teremos um sentido mais explorado, como por exemplo, as revistas de banca que são na grande maioria impressas em formato vertical, portanto, imagens nessa posição serão mais úteis, para essa mídia.</p>
<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

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		<title>Os novos fotógrafos</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/novos-fotografos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novos-fotografos</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/novos-fotografos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 18:56:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Drausio Tuzzolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografos]]></category>
		<category><![CDATA[novos fotógrafos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejo todos "Os novos fotógrafos" muito preocupados com equipamentos de câmeras e lentes, como se fosse apenas adquiri-los e num passe de mágica, todos viram fotógrafos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada, gostaria de agradecer o convite que me deixou muito feliz, para colaborar com esse portal, escrevendo para “Fotografia-DG” e me tornar um colunista do blog. “Muito obrigado ao <a title="Entrevista com Diogo Guerreiro, mentor do Fotografia DG" href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-diogo-guerreiro/" target="_blank">Diogo Guerreiro</a>”!</p>
<p>Vou tentar trazer à todos os fotógrafos leitores desse blog, um pouco da minha experiência de 30 anos em fotografia, já que comecei em 1982; e da minha visão do trabalho e arte fotográfica, já que atuei e atuo em quase todas as Revistas Brasileiras e principais Agências de Publicidade de todo país, em campanhas com modelos, estrelas, atores e atrizes.</p>
<p>O tema que escolhi para começar essa nova empreitada foi “<strong>Os novos fotógrafos</strong>”; e  porque?</p>
<p>- Porque como dou vários cursos, workshops e palestras, percebo na maioria, o caminho errado que eles estão seguindo na busca de aprendizado.</p>
<p>- Vejo todos muito preocupados com equipamentos de câmeras e lentes, como se fosse apenas adquiri-los e num passe de mágica, todos viram fotógrafos da noite para o dia.</p>
<p>Enquanto as grandes marcas de câmeras e lentes estão pesquisando e aperfeiçoando, buscando cada vez mais tecnologia para vender e ficar à frente na concorrência, os novos fotógrafos só estão consumindo esses produtos, mas não aproveitando e nem tirando 10% do que eles proporcionam. Isso porque acham que é apenas apertar o botão!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Drausio-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9704 colorbox-9686" title="Drausio 1" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Drausio-1.jpg" alt="Drausio 1 Os novos fotógrafos" width="619" height="456" /></a></p>
<p>Essa nova geração, têm que entender, que é preciso muita dedicação para o aprendizado da fotografia e que da mesma forma que as marcas buscam e pesquisam aperfeiçoamento em tecnologia, o fotógrafo também por sua vez, têm que buscar a sua, para o seu nome que é a sua marca e para poder seguir a sua carreira com base sólida no mercado; senão ele nunca vai passar de um mero apertador de botão medíocre igual a qualquer outro.</p>
<p>E onde buscar a sua própria tecnologia?</p>
<p>- Na pesquisa do fator mais importante que é técnica de luz; (iluminação); sem luz não têm foto, nem com a melhor câmera do mundo!</p>
<p>- O que faz uma imagem ser maravilhosa e um fotógrafo ser reconhecido, pelo seu trabalho, não é a câmera que ele usa, mas sim como ele ilumina, como ele faz a captação da imagem, como ele dirige uma modelo, como ele equaciona uma produção, como ele dirige uma equipe de profissionais; porque ele é o dono do trabalho e qualquer coisa que não estiver legal no resultado final, é responsabilidade dele!</p>
<p>O conceito da fotografia não mudou; é o mesmo de antes; apenas a ferramenta mudou!</p>
<p>O fotógrafo, têm que saber o que está fazendo para poder repetir um trabalho se necessário; têm que saber enxergar a luz; têm que pegar uma imagem ou um layout e saber interpretar e destrinchar a parte técnica. Se ele não souber, não é fotógrafo; é a mesma coisa se um médico visse uma radiografia e não soubesse interpretá-la; como iria diagnosticar um problema???</p>
<p>Isso demanda dedicação e pesquisa em exercitar e testar luzes de todos os tipos, efeitos e características. Tudo isso aliado ao conhecimento técnico do que chamo da cartilha do fotógrafo que são as funções básicas e o que proporcionam “o obturador, diafragma, iso e temperatura de cor”.</p>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Drausio-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9705 colorbox-9686" title="Drausio 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Drausio-2.jpg" alt="Drausio 2 Os novos fotógrafos" width="619" height="390" /></a></p>
<p>Exemplo metafórico bem real e primário:</p>
<p>- um escritor literário, só chega lá, quando domina o alfabeto e depois as regras de concordâncias verbais e acentuação da língua; mas a base é o alfabeto!!!</p>
<p>- um matemático, físico etc&#8230; só chega lá, se primeiro tiver aprendido somar, multiplicar, subtrair e dividir, para depois avançar nas técnicas e teorias matemáticas para poder resolver grandes equações e problemas de álgebra etc&#8230;;mas sem ter aprendido a base, não chegaria nem na esquina!</p>
<p>O fotógrafo não é diferente; só vai ser reconhecido, virar grife, ganhar dinheiro, ser chamado por revistas e agências, se tiver técnica e talento; senão será apenas um mero apertador de botão e que depois de algum tempo vai vender o equipamento que comprou, de volta para a loja; porque não vai conseguir espaço no mercado e nem chegar a lugar nenhum!!!</p>
<p>Conselho: “Fotografar muito, tudo, de todos os jeitos, com todas as luzes, pesquisando a cartilha do fotógrafo, testando tudo, enxergando a luz”!!!</p>
<p>Essa é a minha primeira colocação para vocês.</p>
<p>Abraços</p>
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		<title>#DicaDG: todas as dicas de março e novo sorteio!</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[#DicaDG]]></category>
		<category><![CDATA[marco]]></category>
		<category><![CDATA[sorteio]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto #DicaDG continua a dar muita informação para seus leitores, e para celebrar estamos hoje divulgando todas as dicas de março para vocês e junto estamos lançando uma nova promoção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <strong><a target="_blank" title="#DicaDG:  todo dia uma dica para você!" href="../dicas-fotografia-dicadg/" target="_blank">#DicaDG</a></strong> continua a dar muita informação para seus leitores, e para celebrar estamos hoje divulgando <strong>todas as dicas de março </strong>para vocês e junto estamos lançando uma nova promoção.</p>
<p>Desta vez o sorteio é de um livro &#8220;<a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/livros-fotografia/32-adobe-photoshop-vol-3.html" target="_blank">Adobe Photoshop Vol. 3</a>&#8220;, que está disponível também para venda na loja do Fotografia DG.</p>
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/livros-fotografia/32-adobe-photoshop-vol-3.html" target="_blank"><img class="alignnone colorbox-9683" title="Adobe Photoshop Vol. 3" src="http://loja.fotografia-dg.com/32-84-large/adobe-photoshop-vol-3.jpg" alt="adobe photoshop vol 3 #DicaDG: todas as dicas de março e novo sorteio!" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/livros-fotografia/32-adobe-photoshop-vol-3.html" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA COMPRAR</a></p>
<p>As regras do sorteio são as mesmas dos sorteios anteriores, ou seja:</p>
<blockquote><p><em>- Seguir o perfil do </em><a target="_blank" href="https://twitter.com/fotografiadg" target="_blank"><em>@fotografiadg</em></a><em> </em><em>no Twitter,</em><em> e dos autores do projeto #DicaDG: </em><a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/VernagliaJr" target="_blank"><em>@VernagliaJr</em></a><em> </em><em>e </em><a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/diogoframos" target="_blank"><em>@diogoframos</em></a><em></em></p>
<p><em>- Retuitar a seguinte frase: “#DicaDG premiada: Ganhe o livro Adobe Photoshop vol.3. Leia as regras,  dê RT e concorra http://kingo.to/13YW“</em></p></blockquote>
<p>Para quem perdeu alguma dica, abaixo segue a lista do mês de março! Continuem acompanhando e compartilhando, teremos promoções até o final do ano! Um abraço!</p>
<p>Dia 1 &#8211; #DicaDG : A luz é mais suave quanto maior for a fonte de luz e mais dura quanto menor a fonte de luz.</p>
<p>Dia 2 &#8211; #DicaDG : As sombras são mais suaves e menos delineadas quando usamos fontes grandes de luz.</p>
<p>Dia 3 &#8211; #DicaDG : A rebater a luz em alguma superfície, a luz rebatida ganhará a cor da superfície.</p>
<p>Dia 4 &#8211; #DicaDG : Para ser fotógrafo, estude também o trabalho de pintores e diretores de fotografia do cinema.</p>
<p>Dia 5 &#8211; #DicaDG : O estilo do fotógrafo se define com o tempo, a cultura e a experiência, não surge de um dia para outro.</p>
<p>Dia 6 &#8211; #DicaDG : Ao iluminar em contra luz, cuidado com o flare, luz que incide na objetiva e pode prejudicar a imagem.</p>
<p>Dia 7 &#8211;  #DicaDG : Ao iluminar lateralmente, faça com que alguma luz ilumine também o olho que estiver na sombra.</p>
<p>Dia 8 &#8211;  #DicaDG : Iluminar em contra luz e/ou lateralmente ajuda a definir volumes e formas do que é fotografado.</p>
<p>Dia 9 &#8211;  #DicaDG : Iluminar de frente, como um flash montado sobre a câmera, deixa a luz sem volume.</p>
<p>Dia 10 &#8211; #DicaDG : Na hora de imprimir suas fotos, papeis brilhantes dão a impressão de maior contraste.</p>
<p>Dia 11 &#8211;  #DicaDG : Imagens com excesso de nitidez ficam feias quando impressas, cuidado no uso de filtros de nitidez.</p>
<p>Dia 12 &#8211;  #DicaDG : Imagens para exibição em tela tem resolução de 72dpi, já para impressão são 300dpi usualmente.</p>
<p>Dia 13 &#8211;  #DicaDG : Impressão em gráfica? Se você não é especialista em cor, entregue arquivos em RGB e não CMYK.</p>
<p>Dia 14 &#8211; #DicaDG: É a posição da câmera que determina a distorção de perspectiva, não a lente.</p>
<p>Dia 15 &#8211; #DicaDG: A direção da luz determina qual parte do objeto ou modelo será realçado e onde suas sombras cairão.</p>
<p>Dia 16 &#8211; #DicaDG: Ao utilizar luz de preenchimento procure sempre usar metade da potência da luz principal.</p>
<p>Dia 17 &#8211; #DicaDG: Rebatedores pratas refletem mais luz, porém podem causar reflexão direta não desejada.</p>
<p>Dia 18 &#8211; #DicaDG: Rebatedores brancos refletem menos luz, porém a reflexão causada é sempre difusa.</p>
<p>Dia 19 &#8211; #DicaDG: Noite americana é o nome da técnica de fazer imagens sub expostas e azuladas durante o dia para parecerem noturnas</p>
<p>Dia 20 &#8211; #DicaDG &#8211; Em cinema, o termo plongê significa apontar a câmera de cima para baixo e contra plongê, de baixo para cima.</p>
<p>Dia 21 &#8211; #DicaDG &#8211; Em cinema os planos recebem nomes, do + aberto ao + fechado: Grande plano geral, plano geral, plano médio, close e super close</p>
<p>Dia 22 &#8211; #DicaDG &#8211; Em cinema, a composição de um plano é como na fotografia, visa harmonia na distribuição dos elementos.</p>
<p>Dia 23 &#8211; #DicaDG &#8211; A luz de três pontos é das mais básicas e úteis em vídeo, luz principal, preenchimento e contra luz.</p>
<p>Dia 24 &#8211; #DicaDG &#8211; Em foto, vídeo ou cinema, pessoas devem ter brilho nos olhos, as faz parecerem vivas, mas um brilho só.</p>
<p>Dia 25 &#8211; #DicaDG &#8211; Algo que rende resultados agradáveis: fotografe ou filme da altura dos olhos da pessoa retratada, dá um ar natural.</p>
<p>Dia 26 &#8211; #DicaDG &#8211; O trabalho de foco em filmagens com câmeras DSLR é crítico, prefira utilizar um monitor externo do que o LCD da câmera</p>
<p>Dia 27 &#8211; #DicaDG &#8211; A ergonomia de uma câmera DSLR não é tão boa para filmar, use suportes de ombro e tripés para ter estabilidade.</p>
<p>Dia 28 &#8211; #DicaDG &#8211; Nos modos de filmagem, uma captura em 60fps permite baixar essa velocidade e ter efeito de slow motion.</p>
<p>Dia 29 &#8211; #DicaDG &#8211; É fotógrafo de casamento (ou pretende ser)? Então não perca o Wedding Brasil 2012 <a target="_blank" href="http://www.weddingbrasil.com.br/wb12/index.asp">http://www.weddingbrasil.com.br/</a></p>
<p>Dia 30 &#8211; #DicaDG &#8211; Ao fotografar com flash, lembre-se que a velocidade do obturador é que controla a luz ambiente.</p>
<p>Dia 31 &#8211; #DicaDG &#8211; Se possível utilize sempre lentes fixas, além de mais nítidas elas te deixarão menos preguiçoso para compor.</p>
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		<title>O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fellipe Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Compartilhamento na Rede]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro dos Direitos Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação atual]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[As leis que regulam a disseminação da informação nasceram depois da invenção da imprensa. Antes dela, copiar um trabalho escrito era um processo complicado e demorado, sujeito a erros, feito pelos escribas, sob o controle e censura do rei ou da igreja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>As leis que regulam a disseminação da informação nasceram depois da invenção da imprensa. Antes dela, copiar um trabalho escrito era um processo complicado e demorado, sujeito a erros, feito pelos escribas, sob o controle e censura do rei ou da igreja.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Gravura-de-Gutenberg.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9646 colorbox-9644" title="Gravura de Gutenberg" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Gravura-de-Gutenberg.jpg" alt="Gravura de Gutenberg O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="276" height="340" /></a></p>
<p>A imprensa permitiu que o material escrito pudesse ser reproduzido indefinidamente, em cópias idênticas por um custo baixo. A informação passou a circular rapidamente e o monopólio dos escribas deixou de existir. Desta época data-se a primeira lista de livros proibidos pela igreja, uma maneira de tentar impedir a proliferação de ideias não aprovadas por quem detinha o controle da informação. Também por esta época, no início do século XVI, os governos começaram a decretar as autorizações para impressão, estabelecendo um monopólio para certos impressores e controlando a cópia de todo material. As coroas francesa e britânica estabeleceram regras e reprimiam as cópias não autorizadas.</p>
<p>Mesmo com o controle, a disseminação da tecnologia da impressão deu força às ideias renascentistas e também à reforma protestante. Estes eram os primeiros passos para a cultura da disseminação livre da informação.</p>
<h2>A Cultura</h2>
<p>Ao longo da história outros inventos somaram-se a imprensa, aumentando as possibilidades para uma ideia se disseminar. A fotografia permitiu reproduzir uma cena de maneira exata em escalas nunca antes imaginadas, o fonógrafo levou a música dos concertos para dentro das casas, e o cinema permitiu a duplicação e reprodução indefinida de imagem em movimento. Tudo isso acompanhado da facilidade de reprodução das obras, muitas vezes de mãos dadas com a quebra dos direitos autorais. Parte da fortuna de Thomas Edison veio de cópias de filme piratas e outra parte de patentes de invenções que não necessariamente eram dele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Tapes-por-Sarah-Braun.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9647 colorbox-9644" title="Tapes, por Sarah Braun" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Tapes-por-Sarah-Braun.jpg" alt="Tapes por Sarah Braun O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="355" height="311" /></a></p>
<p>Os avanços tecnológicos trouxeram o hábito de duplicar obras para a cultura popular. A invenção da fita cassete e do Walkman tornou comum nos anos 80 a cópia de músicas e a troca destas gravações entre amigos era corriqueira. O videocassete trouxe a possibilidade de gravar conteúdo da TV, a conveniência de assistir estas gravações no momento mais propício e a troca desse material entre amigos. Assim como a TV, o rádio era também fonte comum de material para as fitas caseiras.</p>
<p>Todas essas gravações e cópias caseiras são feitas sem o consentimento do autor, sem pagar royalties, e ferindo os interesses dos grupos que tentavam manter o controle da informação. Uma das investidas para manter o monopólio deste controle foi em 1984: O <em>caso Betamax</em>, onde estúdios americanos processaram a Sony alegando que a invenção do gravador de vídeo cassete tinha o principal propósito de violar o direito autoral. A corte foi favorável à Sony e ficou decidido que gravar uma transmissão para assistir em outro horário não era uma violação dos direitos autorais.</p>
<p>Sem essa decisão, a venda ao público de gravadores, máquinas de fotocópias, vídeo cassetes e afins poderia ser considerada ilegal e o fabricante dos aparelhos seria responsável por qualquer violação de um de seus inventos. O controle pelo fabricante do que seria gravado ou copiado por cada aparelho, além de ser um delírio tecnológico, nos remete a distopia de Orwell, e por mais que isso soe um completo absurdo, era a intenção da indústria que controla a informação.</p>
<h2>Legislação atual</h2>
<p>Os direitos autorais têm em sua essência a intenção de proteger os interesses do autor da obra, de maneira que seja possível a sua exploração econômica, o que serve de estímulo a novas criações. Além disso, o direito de ter a autoria reconhecida e o controle para garantir a integridade da obra são parte do conceito de direitos autorais, desde o Estatuto da Rainha Ana, promulgado em 1710 na Grã-Bretanha.</p>
<p>Desde então, o conceito criado para proteger obras impressas foi expandido para mapas, gravuras, pinturas, esculturas, obras arquitetônicas, música, fotografia, vídeo, programas de computador e demais frutos da criatividade humana, conhecidos pelo termo de propriedade intelectual. Cabe ainda explicar que as leis de direitos autorais não protegem uma ideia, mas apenas a sua manifestação em uma obra.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Equal-Justice-Under-Law-por-SP8254.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9648 colorbox-9644" title="Equal Justice Under Law por SP8254" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Equal-Justice-Under-Law-por-SP8254.jpg" alt="Equal Justice Under Law por SP8254 O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="500" height="398" /></a></p>
<p>Os direitos autorais não são eternos, mas sim vigoram por um prazo determinado na lei de cada país. Expirado este prazo, as obras passam a ser consideradas de domínio público, e fica livre sua reprodução e utilização por qualquer pessoa. No Estatuto da Rainha Ana e na primeira lei americana de direitos autorais o prazo era de 14 anos após a primeira publicação, sendo possível renovar esse prazo por mais 14 anos, desde que o autor estivesse vivo. Ao longo da história, a intervenção dos grandes grupos de mídia fizeram com que o prazo fosse ampliado cada vez mais. Hoje, em vários países o direito autoral expira somente 70 anos após o falecimento do autor.</p>
<p>Essas leis, além de garantirem o direito à exploração financeira da sua obra, também garantem somente ao autor o direito a reproduzir, copiar, modificar, transmitir, adaptar, traduzir, distribuir, recitar, declamar, executar, e citando a lei brasileira “quaisquer outras modalidades de utilização existentes ou que venham a ser inventadas”.</p>
<h2>A Liberdade</h2>
<p>Se gravadores e videocassetes impulsionaram a cultura do compartilhamento, os computadores e a Internet foram o combustível para o crescimento exponencial da prática. Se antes para mostrar as peripécias de seu gato, filmadas em casa, era necessário copiar um VHS e entregar aos amigos, hoje com alguns cliques o vídeo está disponível no mundo inteiro. Da mesma forma bandas de garagem não precisam mais copiar suas fitas demo, basta usar a rede para divulgar sua criação. Um artigo como este, antes da Internet, dependeria de muito papel e fotocopiadoras para atingir uma fração ínfima do público possível na Web. Se a imprensa impulsionou séculos atrás a Renascença e a Reforma Protestante, hoje assistimos a queda de ditadores abastecidas com informações compartilhadas pela Internet.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/The-Pirate-Bay-logo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9649 colorbox-9644" title="The Pirate Bay logo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/The-Pirate-Bay-logo.jpg" alt="The Pirate Bay logo O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="246" height="246" /></a></p>
<p>As fitas cassete deram lugar ao formato MP3, e a prática de troca de músicas e vídeos que já era comum com a tecnologia de fitas magnéticas passou para uma escala mundial com os softwares de compartilhamento de arquivos. Não só músicas e filmes são objetos de compartilhamento, mas também séries de TV, programas de computador, livros, revistas e também fotografias.</p>
<p>O compartilhamento em si é algo inerente à rede. Foi com o propósito de compartilhar e facilitar o acesso à informações que a Internet começou a ser utilizada fora do âmbito militar, por universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo. A cultura de compartilhar informação é constante e a liberdade de expressão nunca foi tão exercida. Blogs, Youtube, Facebook, Twitter, Flickr e tantas outras ferramentas sociais servem de solo fértil para a disseminação de ideias, textos, fotos, sons e vídeos. E como o avanço é constante, com os smartphones tudo isso pode ser feito de qualquer lugar.</p>
<p>A cultura de compartilhamento é contrária aos interesses de quem tradicionalmente controla a informação. Estes interesses pressionam por mudanças nas leis de direitos autorais, criando tantas restrições que o cidadão comum costuma infringir o direito autoral em situações do cotidiano. Uma roda de amigos com um violão e uma cantoria animada, não sendo, citando a lei, “realizada no recesso familiar” é uma violação aos direitos autorais. Declarar-se a sua amada usando uma poesia, para ser legal só com autorização do autor. Estacionar o carro e ouvir música na rua é execução pública, mesmo que esteja ouvindo o rádio. Xerocar um livro que você tenha comprado, mesmo que só um pedaço, também não é permitido. Usar uma foto como papel de parede no seu computador, sem prévia autorização é outra violação corriqueira.</p>
<p>Ao inserir a Internet nessa equação, a possibilidade de uma atitude do cotidiano ferir algum direito autoral é grande. Por exemplo, aqueles e-mails repassados como correntes, normalmente são ilustrados com fotos e música protegidas por direitos autorais. Cada vez que alguém repassa essa mensagem está transmitindo de forma não autorizada essas obras. Vários memes, encontrados diariamente nas redes sociais e blogs, são feitos em cima de imagens protegidas, que são copiadas, modificadas e distribuídas sem autorização. A todo instante vídeos são compartilhados contendo música ou imagens protegidas, e apesar de vários serem removidos após a violação ser identificada, grande parte segue online.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Mascara-de-Guy-Fawkes-usada-em-protestos-contra-SOPA-e-PIPA.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9650 colorbox-9644" title="Mascara de Guy Fawkes, usada em protestos contra SOPA e PIPA" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Mascara-de-Guy-Fawkes-usada-em-protestos-contra-SOPA-e-PIPA.jpg" alt="Mascara de Guy Fawkes usada em protestos contra SOPA e PIPA O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="246" height="193" /></a></p>
<p>A troca de arquivos, mesmo sendo análoga à prática antiga e comum, passou a ser motivo de pesadelos das gravadoras e estúdios. Se nos anos 80 tentaram banir videocassetes, na era digital o alvo foi o compartilhamento de arquivos. Ao mesmo tempo em que sites são fechados e seus mantenedores processados, a pressão por leis mais severas aumenta.  No final dos anos 90 a lei DMCA passa a criminalizar não apenas a violação do direito autoral em si, mas também a produção de tecnologia que permita evitar proteções contra cópias. Na Austrália, em 2006, um projeto de lei tentou banir qualquer dispositivo que pudesse copiar conteúdo protegido, o que tornaria um crime a posse de um tocador de MP3 ou um smartphone. Em meados de 2011, após protestos organizados através da Internet, o governo britânico cogitou bloquear o acesso as mídias sociais, o que ironicamente foi uma ação utilizada contra protestos que ajudaram a por fim em ditaduras no Egito e Líbia. No início de 2012, nos Estados Unidos as leis SOPA e PIPA foram retiradas da pauta de votação devido a seu conteúdo controverso que ameaçava a liberdade de expressão. Na Europa a ACTA e no Brasil a Lei Azeredo também são alvos de polêmicas e controvérsias.</p>
<p>Percebe-se que há um grande conflito entre a cultura da informação livre e os direitos autorais, cada vez mais restritivos. Se por um lado os artistas precisam ter seus direitos resguardados, esses direitos devem estar em equilíbrio com os usos e costumes já impregnados na sociedade, de maneira razoável, afinal, a democracia em sua ideia básica é o governo para o povo, e não para os interesses de poucos grupos influentes. Nesse jogo de interesses e pressões, surgem absurdos como músicos sendo obrigados a pedir autorização para executarem suas próprias obras, blogs sendo cobrados por vídeos compartilhados de forma legal pelo Youtube, ou ainda a proibição de cantatas beneficentes.</p>
<h2>O Futuro</h2>
<p>A inércia da cultura da informação compartilhada é grande. Da mesma forma em que sites de compartilhamento de arquivos são fechados, outros são abertos. Cada vez que uma nova tecnologia surge para tentar coibir as cópias não autorizadas, surgem pessoas dispostas a quebrar estas proteções. Corroborando com esta inércia está o sentimento de que a informação deve ter acesso livre, principalmente após esta já ter circulado por transmissões públicas de rádio e TV. Denny Sullivan recentemente postou uma carta aberta ao presidente da Fox, detentora dos direitos de “Os Simpsons” explicando o porquê acredita ser obrigado a procurar o desenho por formas consideradas ilegais: Denny defende que já tem o direito de assistir o programa por se transmitido livremente pela TV através de um sinal público, concessão do governo, e portanto teria condições de ter gravado a transmissão legalmente. Também afirma que assina TV a cabo e, portanto, pagou para assistir a série pelo cabo. E ainda, mesmo assinando um serviço de streaming pela Internet, totalmente legal, não é possível assistir com o aparelho de TV. Por ter esquecido de gravar o programa, que lhe renderia uma cópia legal, para assistir o episódio que deseja, e pagou, ele se vê obrigado a buscar uma cópia na Internet, ou então com seus amigos, ficando à margem da lei.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Estrada-por-Luiz-Fellipe-Carneiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9651 colorbox-9644" title="Estrada, por Luiz Fellipe Carneiro" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/Estrada-por-Luiz-Fellipe-Carneiro.jpg" alt="Estrada por Luiz Fellipe Carneiro O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="375" height="500" /></a></p>
<p>A população cada vez mais conectada, acostuma-se a obter acesso fácil e irrestrito a informação. A possibilidade de ter qualquer pedaço de conhecimento na ponta dos dedos já é tida como garantida. Se imaginar um mundo onde gravadores e videocassetes não existem já é um exercício complicado, imaginar um futuro sem a Internet e uma ferramenta como o Google é muito mais difícil.</p>
<p>Cercear a circulação da informação por meios tecnológicos mostrou-se inviável: Engenheiros criam proteções e outras pessoas usam de engenharia reversa para burlar essas medidas. Do ponto de vista comercial, um produto cujas proteções contra cópia são demasiadas a ponto de torná-lo um incômodo, tem na alternativa pirata uma vantagem econômica e prática, acabando por incentivar a prática ilegal em vez de coibir. Ao tentar usar a lei em sua forma mais rígida, o impedimento passa a ser a quantidade massiva de material compartilhado diariamente, tornando a tarefa de investigar e punir todos os que usam material indevido inviável. Fechar sites que são usados como meio para esse compartilhamento, além de não surtir efeito, uma vez que novos são criados em número cada vez maior, corre-se o risco de serviços legítimos serem afetados, hipótese que motivou os protestos contra SOPA e PIPA.</p>
<p>Diante deste cenário, praticamente irreversível, algumas ações são tomadas tendo em vista a força desta cultura: Na Suíça foi decidido que o download para uso pessoal não constitui crime, e o estudo que embasou a decisão mostrou que a indústria não é prejudicada pela prática, já que descobriu-se que o dinheiro que não foi gasto com a aquisição do material baixado acaba sendo gasto em produtos da indústria do entretenimento. No Brasil, a Justiça de Mato Grosso do Sul, em decisão unânime, absolveu um vendedor ambulante de DVDs piratas. Segundo o tribunal, a decisão foi baseada na “difusão e aceitação da sociedade (em todos os níveis de organização socioeconômica) em comprar/vender CDs piratas”, além disso, “Diversos são os shoppings populares, autorizados pelo Estado, para a comercialização de artigos ditos &#8216;populares&#8217;, mas que, na verdade, são uma grande feira de pirataria”. Tanto o governo suíço quanto a justiça sul-mato-grossense perceberam que estas formas de compartilhamento de conteúdo já faz parte da cultura atual.</p>
<h2>Alternativas</h2>
<p>O avanço tecnológico também permite o florescimento de novos serviços e novos modelos de negócio que ao mesmo tempo vão ao encontro dos interesses dos artistas e das pessoas comuns.  Um dos exemplos mais bem sucedidos é a iTunes Store, que vende músicas avulsas por preços módicos. Apesar de existir uma alternativa ilegal disponível, a facilidade de obter o arquivo desejado, com garantia de disponibilidade e qualidade fazem os clientes preferirem a loja. Também gozando de sucesso, o Spotify conta com um vasto catálogo de músicas, disponíveis por streaming a vontade, mediante a uma pequena taxa mensal, que atrai clientes que buscam uma facilidade não encontrada no compartilhamento ilegal. Nos jogos eletrônicos a Steam se mostra alternativa vantajosa em relação às cópias piratas, com preços baixos e entrega imediata pela internet.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/International-Money-Pile-in-Cash-and-Coins-por-epSos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9652 colorbox-9644" title="International Money Pile in Cash and Coins por epSos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/International-Money-Pile-in-Cash-and-Coins-por-epSos.jpg" alt="International Money Pile in Cash and Coins por epSos O Compartilhamento na Rede e o Futuro dos Direitos Autorais" width="500" height="333" /></a></p>
<p>O que essas iniciativas têm em comum é a facilidade de obter e usar o conteúdo, de maneira imediata e praticamente irrestrita, o que as torna mais interessantes que recorrer a uma fonte ilegal, e justifica o custo para o consumidor. Prova-se que ainda é possível lucrar com a propriedade intelectual, mesmo nesse cenário onde a informação pode circular livremente. O que realmente mudou foi o controle da informação, que saiu das mãos de monopólios e passou para a sociedade, através das ferramentas criadas pela rede.</p>
<p>Artigo por <a href="http://www.fotografia-dg.com/author/luizfellipe/" target="_blank">Luiz Fellipe Carneiro</a> com a colaboração de <a href="http://www.fotografia-dg.com/author/armando-vernaglia/" target="_blank">Armando Vernaglia Jr.</a></p>
<p><strong>Imagens:</strong></p>
<ol>
<li>Gravura de Gutenberg: <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg">http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg</a></li>
<li>Tapes, por Sarah Braun: <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/ataradrac/5168018665/">http://www.flickr.com/photos/ataradrac/5168018665/</a></li>
<li>Equal Justice Under Law por SP8254: <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/sp8254/3891606586/in/photostream/">http://www.flickr.com/photos/sp8254/3891606586/in/photostream/</a></li>
<li>The Pirate Bay logo <a target="_blank" href="http://thepiratebay.se/" class="broken_link" rel="nofollow">http://thepiratebay.se</a></li>
<li>Mascara de Guy Fawkes, usada em protestos contra SOPA e PIPA</li>
<li>Estrada, por Luiz Fellipe Carneiro: <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/fellipec/6217153654/">http://www.flickr.com/photos/fellipec/6217153654/</a></li>
<li>International Money Pile in Cash and Coins por epSos.de: <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/epsos/5394616925/in/photostream/">http://www.flickr.com/photos/epsos/5394616925/in/photostream/</a></li>
</ol>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://opendotdotdot.blogspot.com/2011/03/end-of-copyrights-social-contract.html">open&#8230;: The End of Copyright&#8217;s Social Contract</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://themoderatevoice.com/25206/end-the-copyright-war/">End the Copyright War | The Moderate Voice</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.gamesbrief.com/2011/04/why-arab-revolutions-signal-the-end-of-copyright/">Why Arab revolutions signal the end of copyright &#8211; Games Brief</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://bigthink.com/endless-innovation/digital-pirates-3d-printing-and-the-end-of-copyright">Digital Pirates, 3D Printing and the End of Copyright | Endless Innovation | Big Think</a></li>
<li><a target="_blank" href="https://www.google.com/search?sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=end+of+copyright&amp;hl=en">end of copyright &#8211; Google Search</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://baixacultura.org/2011/05/02/juremir-machado-e-os-finados-direitos-autorais-na-internet/">Juremir Machado e os (finados?) direitos autorais na internet « Baixa Cultura</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/814802-justica-em-ms-diz-que-pirataria-e-aceita-pela-sociedade-e-absolve-ambulante.shtml">Folha.com &#8211; Cotidiano &#8211; Justiça em MS diz que pirataria é aceita pela sociedade e absolve ambulante &#8211; 14/10/2010</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.wired.com/wired/archive/2.03/economy.ideas_pr.html">2.03: The Economy of Ideas</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Information_wants_to_be_free">Information wants to be free &#8211; Wikipedia, the free encyclopedia</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://9gag.com/gag/3331142">9GAG &#8211; I know he&#8217;s dead&#8230;</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://oglobo.globo.com/cultura/artistas-criticam-ecad-por-exigencia-de-permissao-para-tocar-suas-proprias-musicas-4298217">Artistas criticam Ecad por exigência de permissão para tocar suas próprias músicas &#8211; O Globo</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://daggle.com/dear-rupert-murdoch-talk-piracy-simpsons-2944">Dear Rupert Murdoch: Let’s Talk Piracy &amp; “The Simpsons”</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://techland.time.com/2011/08/11/u-k-government-considers-blocking-twitter-blackberry-in-wake-of-riots/">U.K. Government Considers Blocking Twitter, BlackBerry in Wake of Riots | Techland | TIME.com</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI296273-17770,00.html">Revista Galileu &#8211; NOTÍCIAS &#8211; Especialista explica como funciona a censura na web</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.bloomberg.com/news/2011-08-11/u-k-may-block-twitter-blackberry-messaging-services-in-future-riots.html">U.K. May Block Twitter, Blackberry Messaging Services in Future Riots &#8211; Bloomberg</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.cartacapital.com.br/politica/o-ai-5-digital/">O AI-5 digital | Carta Capital</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.wigantoday.net/news/local-news/charity-hit-with-carol-copyright-bill-1-180121">Charity hit with carol copyright bill &#8211; Local News &#8211; Wigan Today</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://www.netmusicos.com.br/abusos-taxas-ecad-desconfianca/">Mais abusos nas taxas do Ecad geram desconfiança &#8211; Netmúsicos</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://torrentfreak.com/swiss-govt-downloading-movies-and-music-will-stay-legal-111202/">Swiss Govt: Downloading Movies and Music Will Stay Legal | TorrentFreak</a></li>
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		<title>Não confunda &#8220;Highlight&#8221; com &#8220;Hair Light&#8221;!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 14:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Darks]]></category>
		<category><![CDATA[Hair Light]]></category>
		<category><![CDATA[Highlight]]></category>
		<category><![CDATA[realce]]></category>
		<category><![CDATA[realce da luz]]></category>
		<category><![CDATA[sombras]]></category>

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		<description><![CDATA[E aí, quando alguém fala em highlight, você sabe do que se trata? O highlight (ráiláit) nada mais é do que uma ou mais áreas da imagem fotografada que ficaram com o brilho em destaque. Só isso. Procurando pela tradução da palavra highlight, chega-se em realce. Então highlights são os pontos onde há realce da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E aí, quando alguém fala em <strong><em>highlight</em></strong><em></em><em></em>, você sabe do que se trata?</p>
<p>O <em>highlight</em> (ráiláit) nada mais é do que uma ou mais áreas da imagem fotografada que ficaram com o brilho em destaque. Só isso. Procurando pela tradução da palavra <em>highlight</em>, chega-se em <strong>realce</strong>. Então <em>highlights</em> são os pontos onde há <strong>realce da luz</strong> na composição da foto (ou os pontos que ficaram mais brilhantes para simplificar). Esses pontos de realce da luz podem ser produzidos intencionalmente, como parte da linguagem fotográfica do autor, ou podem ser desastrosamente produzidos de forma involuntária. Na figura abaixo é possível identificar pontos de <em>highlight</em>, mas mesmo assim os detalhes do objeto fotografado são nitidamente identificados.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/highlight_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9499 colorbox-9498" title="Highlight" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/highlight_1.jpg" alt="highlight 1 Não confunda Highlight com Hair Light!" width="400" height="604" /></a></p>
<p>Por isso é preciso muita atenção, em uma imagem super-exposta, o brilho excessivo nas áreas de <em>highlight</em> ocasionam perda de informação. Ao fotografar composições com fontes de luz ou reflexos muito intensos, se não forem tomadas as devidas providências para evitar a superexposição, estes pontos podem se tornar <em>highlights</em> sem possibilidade de recuperação da imagem, principalmente na fotografia digital.</p>
<p>Nestes casos, o sensor é estimulado com intensidades de luz em níveis superiores ao que ele consegue ler e acaba reconhecendo todos esses variados níveis de luz como o máximo valor de branco, perdendo assim as informações de diferenças de tonalidade e contornos da área que sofreu <em>highlight</em>. Quando isso acontece, é comum escutar que a “imagem ficou estourada” ou “estourou a luz” em dada área da foto. O termo “estourar” é usado nestas situações. Abaixo vemos um exemplo em que a imagem ficou estourada, os contornos dos objetos se confundem com o fundo branco e detalhes são perdidos nas áreas de <em>highlight</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/highlight_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9500 colorbox-9498" title="Highlight 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/highlight_2.jpg" alt="highlight 2 Não confunda Highlight com Hair Light!" width="400" height="604" /></a></p>
<p>Tá legal, e o tal do <strong><em>Hair Light</em></strong>? O que tem a ver com o <em>highlight</em>?</p>
<p>Já o <em>hair light</em> (rérrláit) é o ato de direcionar uma porção de luz para os cabelos da modelo fotografada (geralmente de cima para baixo) com intenção de criar um brilho, um reflexo, e desta forma <strong>realçar</strong> e definir os contornos do cabelo.</p>
<p>Então o <em>hair light</em> é quando criamos um <em>highlight</em> nos cabelos do modelo.</p>
<p>O que um tem a ver com o outro? <em>Highlight </em>refere-se a um fenômeno da luz na fotografia. O <em>Hair light</em> é uma técnica de iluminação que se utiliza do <em>highlight</em>. E você está PROIBIDO de confundir um com o outro a partir de hoje.</p>
<p>Não existe <em>hair light</em> no reflexo da luz do sol na superfície do mar, ok? Só existe <em>highlight</em> <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Não confunda Highlight com Hair Light!" class='wp-smiley colorbox-9498' title="Não confunda Highlight com Hair Light!" /> </p>
<p>Aproveitando o embalo, e os <em>Darks</em>… adivinha o que é?</p>
<p><strong><em>Darks</em></strong> (se fala dárks mesmo…) ou sombras, são as áreas da imagem que recebem o mínimo de iluminação, gerando áreas escuras na composição. Da mesma forma que o <em>highlight,</em> uma área de sombras pode acarretar em perda de informação se possuir tão pouca luz, ou sofrer sub-exposição de tal forma que não seja suficiente para sensibilizar o sensor ou filme.</p>
<p>Na figura abaixo, é possível notar a área de sombras no rosto da criança que prejudicou a identificação dos contornos dos olhos, nariz e boca.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/darks.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9501 colorbox-9498" title="Darks" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/darks.jpg" alt="darks Não confunda Highlight com Hair Light!" width="397" height="528" /></a></p>
<p>Sejam <em>highlights </em>ou <em>darks</em>, caso a luz disponível não esteja dentro da gama de intensidade de luz para a correta sensibilização do sensor ou filme, o que acontece é que aquilo que deveria ser representado em variados níveis de cinza são interpretados como tudo branco (highlights) ou tudo preto (darks). Em geral, o filme apresenta o efeito de forma mais suave, deixando a imagem “menos feia” caso ocorra um desses problemas. Já na fotografia digital, as áreas problemáticas se destacam mais ficando com os limites mais definidos.</p>
<p>A “gama de intensidade de luz para correta sensibilização do filme” tem nome e se chama <strong>latitude</strong>. Este assunto é lindamente discorrido no <a target="_blank" href="http://www.queimandofilme.com/2011/12/18/voce-nao-sabe-mas-deveria-aprender-mais-sobre-latitude-de-um-filme/" target="_blank">artigo</a><a target="_blank" href="http://www.queimandofilme.com/2011/12/18/voce-nao-sabe-mas-deveria-aprender-mais-sobre-latitude-de-um-filme/"> do</a><a target="_blank" href="http://www.queimandofilme.com/2011/12/18/voce-nao-sabe-mas-deveria-aprender-mais-sobre-latitude-de-um-filme/"> Queimando Filme</a>, blog especializado em fotografia analógica, vale a leitura.</p>
<p>De maneira geral, se você estiver usando uma câmera digital, é preferível recuperar fotos sub-expostas. O sensor digital tem maior latitude nas áreas de sombras. Mas caso esteja usando filme, é preferível trabalhar com super-exposição pois estes possuem maior latitude nas áreas de <em>highlight</em>.</p>
<p>No processo de recuperação digital de uma imagem super-exposta ou sub-exposta, é importantíssimo que a imagem tenha sido capturada em RAW. RAW (wró) é o equivalente ao negativo em fotografia digital, é um arquivo que possui muito mais informações da imagem capturada do que qualquer outro tipo de arquivo, mesmo um JPEG gravado em super-fine sem compactação não chega nem perto de um RAW. Portanto se sua câmera permitir, <strong>fotografe em RAW</strong>!! E exercite a manipulação da imagem com este tipo de arquivo. Você vai notar uma diferença absurda. <a href="http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw/" target="_blank">Leia um excelente comparativo sobre JPG vs RAW aqui no Fotografia-DG</a></p>
<p>Veja as diferenças abaixo num exemplo de recuperação de fotografia utilizando <a title="eBook JPEG vs RAW" href="http://www.fotografia-dg.com/ebook-jpeg-vs-raw/" target="_blank">RAW e JPEG</a>. Note como na recuperação do arquivo RAW ocorre menos distorção de cores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/comarativo-raw.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9502 colorbox-9498" title="Comparativo RAW vs JPG" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/04/comarativo-raw.jpg" alt="comarativo raw Não confunda Highlight com Hair Light!" width="618" height="311" /></a></p>
<p>Gostou? Não gostou? Tem alguma dúvida ou sugestão?<br />
Deixe um comentário ou me procure nas redes sociais.<br />
Ficarei feliz com o seu contato.</p>
<p>Um abraço, e até a próxima!</p>
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		<title>A história da câmara fotográfica</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 21:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[camara fotografica]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredite ou não, o conceito por trás da câmara fotográfica existe desde, aproximadamente, 390 a.C. A elegante câmara compacta – que todos conhecemos e de que gostamos – passou por algumas mudanças radicais ao longo da evolução.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredite ou não, o conceito por trás da <strong>câmara fotográfica</strong> existe desde, aproximadamente, 390 a.C. A elegante câmara compacta – que todos conhecemos e de que gostamos – passou por algumas mudanças radicais ao longo da evolução.</p>
<h2>O princípio</h2>
<p>Os princípios da fotografia “pinhole” ou estonopeica remontam a 390 d.C quando foram observados pela primeira vez pelo filósofo chinês Mo-Ti. Este conceito viria a ser aprofundado por gregos eruditos, tais como Aristóteles e Euclídes, que desenvolveram a câmara obscura: uma caixa ou compartimento com um orifício num dos lados que projeta uma imagem do que a rodeia num ecrã. Inicialmente estas imagens eram esboçadas numa representação precisa do que fora “captado”.</p>
<p>Apenas em 1827 é que os fundamentos da primeira câmara fotográfica foram plenamente estabelecidos. Joseph Nicéphore Niépce, um inventor francês, desenvolveu experiências com “heliografia” ou “escrita do Sol” quando descobriu que não tinha uma mão suficientemente firme para lidar com as marcas exatas da câmara obscura. Fez experiências com várias substâncias que reagiam à luz – como o cloreto de prata – mas acabou por optar pelo betume dissolvido em óleo de alfazema, que foi então aplicado ao peltre, que agia como uma chapa fotográfica. Infelizmente, as suas primeiras fotografias demoravam oito horas a revelar, sendo que as imagens desapareciam por completo logo em seguida.</p>
<h2>Das chapas ao filme e não só</h2>
<p>Em 1829, Louis Daguerre juntou esforços com Niépce e aprofundou o desenvolvimento das suas experiências. Após uma década de pesquisas, Daguerre propôs um método no qual a imagem era “fixada” numa chapa de cobre prateada. A chapa era polida e revestida em iodo, tornando-a extremamente sensível à luz. Esta chapa era colocada dentro de uma versão primitiva da câmara fotográfica e era exposta. A luz “pintava” a imagem na chapa, que mais tarde era revelada através de um banho de cloreto de prata.</p>
<p>Durante os seguintes 60 anos, foram criadas variantes da chapa fotográfica desenvolvida por Daguerre, cada uma aperfeiçoando a acuidade e o foco da imagem. A maior evolução surgiu quando os solventes de prata sensíveis à luz começaram a ser utilizados para banhar vidro. Porém, é somente em 1889 que o primeiro filme de câmara fotográfica é desenvolvido: com uma base de nitrato de celulose que era flexível e podia ser enrolada. O filme eliminou a necessidade de câmaras escuras portáteis, abrindo caminho para a criação da primeira câmara fotográfica compacta, que mais tarde viria a ser produzida em massa e disponibilizada ao público.</p>
<p>Desde estes primeiros passos no mundo da fotografia, a câmara fotográfica tem vindo a evoluir. As fotografias a cores são agora comuns e, desde 1905, a ideia de reduzir o formato de negativos e desenvolver imagens maiores tem sido objetivo comum dos fotógrafos que utilizam filme. Porém, com o aparecimento da tecnologia digital, o filme passou a ser totalmente dispensável. Os sensores de luz e as unidades de “CCD” permitem descargas elétricas a cores, sombras e tons, que são apresentados através de pixéis num monitor integrado.</p>
<p>Apesar de a <a target="_blank" href="http://www.sony.pt/hub/camera-digital-cyber-shot" target="_blank">câmara fotográfica</a> ser um artigo comum para a maioria das pessoas, ainda pode ser fascinante e divertido fazer uma câmara pinhole e recriar as experiências dos primeiros pioneiros no mundo da fotografia.</p>
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		<title>Iluminação Para Moda e Beauty – Direção Da Luz</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 17:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[beauty]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje vamos falar um pouco mais sobre a iluminação para moda e beauty, desde vez, sobre os efeitos conseguidos através do controle da direção da luz, mais especificamente, de seus movimentos no eixo vertical.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos falar um pouco mais sobre a <a title="Iluminação Para Moda – Luz Dura e Luz Suave" href="http://www.fotografia-dg.com/iluminacao-moda-luz-dura-luz-suave/" target="_blank">iluminação para moda e beauty</a>, desde vez, sobre os efeitos conseguidos através do controle da direção da luz, mais especificamente, de seus movimentos no eixo vertical.</p>
<h2>Efeitos da luz no eixo vertical</h2>
<p>Para que possamos determinar a localização de uma fonte de luz, usamos um pensamento cartesiano, ou seja, definimos sua posição no eixo vertical e no eixo horizontal, simultaneamente. No eixo horizontal temos a principio três possibilidades, a luz frontal (em relação ao modelo), a luz lateral e a contraluz (luz de trás). No eixo vertical também temos três possibilidades, a luz de cima (que está acima do sujeito fotografado), a luz de baixo e a luz na altura do modelo (para alguns, isso significa luz na altura dos olhos, para outros, luz na altura da câmera). Nesse momento vamos nos limitar a tratar dos efeitos relacionados à direção da luz, apenas no eixo vertical, e posteriormente, vamos estudar as relações de iluminação no eixo horizontal.<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

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</div></span></p>
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		<title>Compacta premium: quem sabe você ainda não vai ter uma?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 21:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Maia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que todo profissional empunhava uma câmera DSLR e todo amador tinha que se contentar com o investimento em uma singela compacta do tipo point-and-shoot.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong><em>obs:</em></strong><em> Antes de mais nada aviso que este artigo pode conter termos técnicos fontes de dúvidas entre iniciantes na fotografia. Para ajudá-los, existem </em><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em>links </em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em>no </em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em>fórum</em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em>, </em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em>em </em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em>caso</em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em> de</em></a><a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29"><em> necessidade</em></a><em> – e podem perguntar lá!</em></p></blockquote>
<p>Foi-se o tempo em que todo profissional empunhava uma câmera DSLR e todo amador tinha que se contentar com o investimento em uma singela compacta do tipo <em>point-and-shoot</em> (que há quem abrevie para <em>PaS</em> ou <em>p&amp;s</em>). Os motivos são óbvios: as câmeras de lentes intercambiáveis (no tempo que eram as únicas chamadas assim) eram bem mais caras, não existiam celulares com câmera saindo a rodo e, por que não dizer, fotografia não era <em>hype </em>(a Apple que o diga&#8230;).</p>
<p>Hoje é bastante evidente que fazer fotografia é algo tão democrático quanto fácil, além de existirem inúmeros recursos, indo de câmeras de variados tipos a programas de manipulação e gerenciamento de imagens. Mais do que isso: existem modelos compactos que possibilitam produzir imagens com qualidade por vezes comparável à de câmeras “profissionais”<sup>*</sup>, com várias vantagens.</p>
<h2>As vantagens com as compactas ditas <em>premium</em> são:</h2>
<p>- Pode-se andar com uma ótima câmera sem o peso e o tamanho por vezes incoveniente (e chamativo) das DSLRs. E elas ainda são mais fáceis de guardar (ou carregar no pescoço, no ombro), ainda que seja ainda mais bacana andar com uma câmera fininha ou um <em>smartphone</em>, como um iPhone;</p>
<p>- Produzir ótimas fotos, com nível de ruído bem controlado mesmo em ISO alto, coisa que até relativamente pouco tempo atrás era um sonho em qualquer compacta acessível (mesmo entre profissionais, não é qualquer um que pode comprar uma Leica). E sem perder a definição, o que é muito importante, já que por vezes as marcas lançam modelos que tem menor ruído, mas abrindo mão da definição de imagem, ou seja, a câmera processa as imagens para não evidenciar ruído simplesmente borrando-as! O resultado são fotos que parecem por vezes terem sido tiradas no vapor de um bom banho quente. Felizmente isso não ocorre com as <em>premium</em>;</p>
<p>- São mais ergonômicas do que as compactas desenhadas para serem carregadas no bolso da calça e outros locais estreitos, o que evita o desconforto de tentar segurar firme e sem pôr dedos onde não deve nas câmeras fininhas ou nos <em>smartphones</em>;</p>
<p>- Possuem modos de prioridade abertura, velocidade e totalmente manual (A, S, M ou Av, Tv e M, dependendo da marca), o que é ótimo tanto para quem já utiliza DSLR explorando tais modos (excluindo quem compra câmera maior para ter fotos melhores sem estudar);</p>
<p>- Em sua maioria têm sapata <em>hot-shoe</em> para flash externo. No caso da Sony NEX-5, não existe esse encaixe, mas há um local para ser encaixado um flash feito para as NEX-5 e NEX-3. A diferença entre ter este tipo de possibilidade e não ter (como num celular com câmera) na maioria das situações é a diferença entre uma foto “fantasmagórica” e uma foto com luz mais natural, que não torna o fundo trevas do porão de Drácula, nem seu retratado na encarnação de Gasparzinho;</p>
<p>- Permitem fotografia em RAW, o que na maioria das situações é mais interessante que fotografar em JPG (entenda os <a target="_blank" href="../ebook-jpeg-vs-raw/" target="_blank">porquês aqui</a>);</p>
<p>- Configurações detalhadas, seja no menu ou no LCD ao preparar-se para uma foto ou um vídeo, e elas são mais acessíveis, pensadas de forma a funções mais utilizáveis ficarem logo à vista ou num dos primeiros tópicos do menu. Assim podemos facilmente tirar bastante proveito das possibilidades que a câmera oferece, ajustando rapidamente desde a abertura do diafragma e o tempo de exposição até a compensação de carga do flash ou outro ajuste fino, passando por controle de nitidez, tipo de arquivo e outros;</p>
<p>- Ao contrário dos tão afamados <em>smartphones</em>, mesmo as câmeras compactas têm rosca para que a máquina possa ser utilizada num tripé ou monopé &#8211; o que as torna perfeitamente aptas para longas exposições. Não é impossível fazer uma longa exposição com um bom smartphone, mas a falta de rosca para tripé pode dificultar bastante a realização deste tipo de foto, a depender das circunstâncias;</p>
<p>- Outro aspecto em que os <em>smartphones</em> falham é o design feito para ser primordialmente de celular e, mais casual e/ou emergencialmente, uma câmera, o que torna o ato de apertar o botão disparador da câmera bastante suscetível a tremores, e assim as fotos borradas tão comuns entre quem porta câmeras que necessitam priorizar velocidades baixas. Verdade que as aberturas de diafragma de alguns bons aparelhos está melhorando, o que ajuda, mas de modo geral usar seu celular para tirar fotos ainda passa longe do ideal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Seguem alguns modelos interessantes, com seus preços de kit nas lojas Amazon <a target="_blank" href="http://www.amazon.com/b?_encoding=UTF8&amp;site-redirect=&amp;node=502394&amp;tag=fotdg-20&amp;linkCode=ur2&amp;camp=1789&amp;creative=9325" target="_blank">americana</a> e <a target="_blank" href="http://www.amazon.co.uk/b?_encoding=UTF8&amp;site-redirect=&amp;node=560834&amp;tag=fotdg-21&amp;linkCode=ur2&amp;camp=1634&amp;creative=6738" target="_blank">europeias</a> e na novaiorquina <a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/?BI=5176&amp;KBID=5915" target="_blank">B&amp;H</a>:</strong></p>
<p>- <strong>Fujifilm FinePix X100</strong> &#8211; $1200 (Amazon e B&amp;H)  / 895 € / £700</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9431 colorbox-9430" title="Fujifilm FinePix X100" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/Fujifilm-FinePix-X100-450x294.jpg" alt="Fujifilm FinePix X100 450x294 Compacta premium: quem sabe você ainda não vai ter uma?" width="450" height="294" /></p>
<p>Com sensor de proporções APS-C e 12.3 megapixels, tem um nível de ruído consideravelmente baixo, definitivamente no mesmo patamar de boas DSLRs (obviamente não as topo de linha, mas as básicas e as médias, sim). A nitidez é impressionante, e o visual retrô dela encanta, incluindo na objetiva 23mm f/2, prateada assim como boa parte do corpo da câmera, lembrando a série M da afamada Leica.</p>
<p>Além disso, ainda tem um <em>viewfinder</em> híbrido (segundo a Fuji, é o 1º modelo com tal VF), modo de captura de panorama e 04 tipos de <em>bracketing</em>.</p>
<p>Os pontos contra este modelo são o preço e o monitor LCD de 2,8” (que pode desagradar a alguns acostumados com monitor de 3”).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <strong>Canon PowerShot G1X</strong> &#8211; $800 (Amazon e B&amp;H) /  660€ / £560</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9432 colorbox-9430" title="Canon PowerShot G1X" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/Canon-PowerShot-G1X-450x370.jpg" alt="Canon PowerShot G1X 450x370 Compacta premium: quem sabe você ainda não vai ter uma?" width="450" height="370" /></p>
<p>Aguardadíssimo lançamento da Canon para o mundo das compactas, a sucessora da G12, tão amada por profissionais para uso como segunda câmera, ela “botou pra torar” com maior ISO, nível de ruído consideravelmente menor que sua antecessora (graças ao sensor bem maior que o da G12 e poucos megapixels a mais), além de agora gravar vídeos full HD, e não apenas em HD simples. É minha escolhida, e até já comentei os <a target="_blank" href="../10-motivos-para-eu-querer-uma-canon-g1x/">motivos</a><a target="_blank" href="../10-motivos-para-eu-querer-uma-canon-g1x/"> aqui</a><a target="_blank" href="../10-motivos-para-eu-querer-uma-canon-g1x/"> no</a><a target="_blank" href="../10-motivos-para-eu-querer-uma-canon-g1x/"> DG</a>.</p>
<p>O ponto fraco é não ter lentes intercambiáveis, ao contrário das outras aqui citadas. E para quem adora produtos com belo design, é o mais do mesmo da G12, apenas um pouco maior (ou seja, nada de visual retrô, corpo prateado ou coisa do estilo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <strong>Panasonic Lumix GX1</strong> &#8211; $780-950, a depender da 14-42mm<sup>*2</sup> (Amazon e B&amp;H) / 695€ / £550</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-medium wp-image-9433 colorbox-9430" title="Panasonic Lumix GX1" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/Panasonic-Lumix-GX1-450x348.jpg" alt="Panasonic Lumix GX1 450x348 Compacta premium: quem sabe você ainda não vai ter uma?" width="450" height="348" /></p>
<p>Quase homônima à câmera da Canon, mas lançada anteriormente, a <a title="Panasonic lança Lumix DMC-GX1" href="http://www.fotografia-dg.com/lumix-dmc-gx1/" target="_blank">Panasonic Lumix GX1</a> também tem nitidez muito boa e bom nível de ruído em ISO alto (em bora fique um pouquinho atrás da G1X neste último quesito). Tem como vantagens ser um pouco menor que o modelo da Canon e ser de uma marca mais difundida que a Fuji em câmeras compactas (embora este último aspecto possa ser alterado pela demanda do mercado).</p>
<p>Outro ponto muito interessante é que este modelo não é dependente de flash externo para ter luz rebatida/angulada: o flash embutido da câmera tem ângulo variável, e assim pode ser rebatido, dando muito mais naturalidade às fotos. Ótimo para quem quer investir logo numa boa câmera e quer ter já uma boa luz com ela, mas não tem orçamento para investir já num flash externo, ainda que pequeno.</p>
<p>Sendo uma micro quatro-terços (<em>micro four thirds</em>, MFT ou m4/3), pode ser usada com as variadas opções de objetivas já existentes no mercado para este sistema (incluindo uma <a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/c/product/754598-REG/Voigtlander_BA259M_Nokton_25mm_f_0_95_Micro.html">incrível</a><a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/c/product/754598-REG/Voigtlander_BA259M_Nokton_25mm_f_0_95_Micro.html"> 25</a><a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/c/product/754598-REG/Voigtlander_BA259M_Nokton_25mm_f_0_95_Micro.html">mm</a><a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/c/product/754598-REG/Voigtlander_BA259M_Nokton_25mm_f_0_95_Micro.html">f</a><a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/c/product/754598-REG/Voigtlander_BA259M_Nokton_25mm_f_0_95_Micro.html">/0.95</a>). A desvantagem de adotá-la é que não é lá tão fácil encontrar objetivas para o sistema aqui no Brasil, embora não seja difícil encontrar ofertas de adaptadores para utilizar objetivas da Canon, por exemplo, em câmeras m4/3 (ainda que com perda do autofoco e do controle de diafragma).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <strong>Sony NEX-5N</strong> e <strong>NEX-7</strong><sup>*3</sup> &#8211; $700 (Amazon e B&amp;H) / 700€ / £550  e  $1700 (Amazon) / $1350 (B&amp;H) / 1340 € / £1095</p>
<p align="center"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9434 colorbox-9430" title="Sony NEX-5N e NEX-7" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/Sony-NEX-5N-e-NEX-7-450x391.jpg" alt="Sony NEX 5N e NEX 7 450x391 Compacta premium: quem sabe você ainda não vai ter uma?" width="450" height="391" /></p>
<p> Por elas eu parei de dizer que toda compacta da Sony é nojenta, uma encarnação do termo <em>cyberxula</em> (o qual nem lembro mais quem criou). Ainda acho a maioria meio ruim (pra não dizer detestável), mas as NEX me fizeram começar a mudar de ideia.</p>
<p>Era realmente curioso que a marca que faz boa parte dos sensores de câmeras avançadas não fosse lá muito boa na hora de fazer suas próprias. Quer dizer, as DSLRs da marca andam muito bem faladas, mas a Sony parecia não querer se dedicar muito às suas compactas. Com a série NEX as impressões minhas e do mercado mudaram: eles podem sim ter boas câmeras mais portáteis!</p>
<p>Começaram com as NEX-3 e as NEX-5, e algum tempo depois lançaram a NEX-7, que tem até sapata <em>hot-shoe</em> para flashes da Sony e controles mais dedicados e acessíveis de abertura e velocidade. Obviamente há uma diferença de preço entre elas, mas adquirindo uma NEX-5N já se tem uma câmera muito boa em mãos, se considerar o sensor APS-C com definição muito boa e nível de ruído bastante aceitável (a principal reclamação contra as <em>cyberxulas</em> é do alto ruído ao subir o ISO), além de ter uma pegada melhor que as compactas comuns da marca.</p>
<p>O ponto fraco está nas objetivas, que apesar de boas em qualidade ótica e da possibilidade de adquirir adaptadores para utilizar até modelos feitos para as DSLR, têm tamanho considerável, bem mais avantajado que as câmeras em que elas se encaixam. Não estamos tratando aqui de câmeras para colocar num bolso da calça, mas a considerar as objetivas da Lumix GX1 e da Canon G1X, ambas zoom (desconsidero a 23mm da Fuji, que é fixa), as objetivas NEX podem ser citadas como ponto negativo por quem busca qualidade mas com uma portabilidade bem atraente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <strong>Samsung NX200</strong> &#8211; $800 (Amazon) / $900 (B&amp;H) / 670€ / £460</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9435 colorbox-9430" title="Samsung NX200" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/Samsung-NX200-450x380.jpg" alt="Samsung NX200 450x380 Compacta premium: quem sabe você ainda não vai ter uma?" width="450" height="380" /></p>
<p>Outra empresa entrando com gosto do mundo da fotografia! Assim como a Sony, a Samsung nunca foi uma marca especializada em câmeras fotográficas, mas resolveu aproveitar a “onda” do mercado. Porém diferentemente de outras marcas como GE, Casio e afins, a Samsung está mostrando que quer levar a sério os amantes da arte do clique, e não apenas arrancar dinheiro de consumidores ingênuos que acreditam em “marca boa” e “marca ruim”, herança de um tempo pré-divulgação massiva de informações, em que um produto era classificado como bom mais pelas propagandas e a fama alcançada pela marca, e menos pelo produto em si.</p>
<p>Depois de uma tentativa interessante no terreno das compactas <em>premium</em> com a NX100, a Samsung se superou lançando a NX200, com melhor definição e um ruído que parece-me um pouco menor que o da antecessora (mesmo com o aumento dos megapixels de 14.6 a 20.3), além de agora possibilitar uso de maior ISO (lembrando que subir muito ISO tem suas consequências) e ter uma melhor fotometria (podem reparar que nas fotos mostradas no <a target="_blank" href="http://www.imaging-resource.com/IMCOMP/COMPS01.HTM">Comparometer</a> feitas com a NX100 as cenas estão um pouco escuras).</p>
<p>O lado ruim é que a Samsung é uma marca ainda pouco difundida aqui no Brasil, em termos de acessórios e etc. Além do que, a NX200 tem vida útil de bateria mais curta que a da NX100: 420 cliques contra 320 da anterior. E as NX sofrem do mesmo problema de tamanho das Sony NEX: possui objetivas generosas em tamanho (felizmente a marca prioriza versões pequenas). Há também a leve “esquentada” que a mais nova dá nas imagens, mas isso é algo facilmente corrigível via <em>software</em>.</p>
<p align="right">créditos das imagens:<br />
imaging-resource.com</p>
<p><em>* profissional é quem empunha a câmera e ganha dinheiro com isso, mesmo que esteja sem sua ferramenta &#8211; que aliás, não passa disso (a despeito de marca, tamanho&#8230;).</em></p>
<p><em>*<sup>2 </sup> existem duas objetivas 14-42 para a série G da Panasonic: a G Vario 14-42 e a G X Vario PZ 14-42.</em></p>
<p><em>*<sup>3 </sup> este modelos diferem-se mais entre si no design e nos megapixels &#8211; as imagens são basicamente no mesmo nível, e a diferença mais substancial é na sapata para flash na NEX-7.</em></p>
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		<title>Como vender aquilo que não existe?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 19:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[vender]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora possa parecer estranho nós, fotógrafos, estamos todos os dias vendendo algo que não existe. Dizer que vendemos a fotografia é uma afirmação correta e incorreta ao mesmo tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora possa parecer estranho nós, fotógrafos, estamos todos os dias vendendo algo que não existe.</p>
<p>Dizer que vendemos a fotografia é uma afirmação correta e incorreta ao mesmo tempo. Sim, entregamos a fotografia para o nosso cliente, seja em forma de álbum, fotolivro, foto avulsa, arquivo digital, etc. Mas tudo isso é apenas uma etapa, ou sendo mais exato, é a etapa final do nosso negócio, quando entregamos o material que produzimos.</p>
<p>O que o nosso cliente compra na verdade é a nossa “assinatura”, a nossa técnica, o nosso “olhar”. O cliente está adquirindo, então, uma possibilidade, uma perspectiva de ter imagens que vão agradá-lo, ou não.</p>
<p>Ora, se o cliente compra o nosso “olhar”, então como dizer que isso não existe? Ele na verdade está comprando um quadro em branco, a pintura desse quadro não existe (ainda). O cliente confia ao artista a obra, e cabe à esse artista fazer jus aquilo que vendeu e pintar da melhor forma, sendo condizente com seu estilo.</p>
<p>Eis que faço a seguinte indagação: como sermos fiéis aos nossos clientes e fazermos exatamente aquilo que eles estão comprando?</p>
<p>É uma pergunta difícil de ser respondida!</p>
<p>Para respondê-la temos que deixar um pouco de lado o ego natural do artista (hipocrisia seria dizer que não há) e aceitarmos que, mesmo sendo uma opção do cliente em nos contratar, nós estamos sendo pagos para fazer aquilo que eles compraram. Tudo bem, você não precisa fotografar exatamente como o seu cliente quer, por que isso seria abandonar a sua personalidade, mas sim, você precisa ser fiel àquilo que ele comprou.</p>
<p>É, parece óbvio, mas não é! Se fosse tão óbvio não haveriam tantos clientes descontentes, tantas reclamações e tantos problemas como vemos hoje em dia.</p>
<p>Não há uma fórmula, nem um segredo, mas listo abaixo algumas dicas que talvez possam ajudar nessa venda do “bem imaterial”:</p>
<h2>Crie um estilo</h2>
<p>Isso é determinante na vida de qualquer fotógrafo de sucesso. A fotografia precisa ter uma assinatura pessoal do artista. Embora nem sempre possamos empregar essa assinatura pessoal em todos os trabalhos (por exemplo, a fotografia stock, ou muitas vezes na fotografia publicitária), é importante que tenhamos um estilo definido.</p>
<p>Cito como exemplo dois grandes fotógrafos: um brasileiro e um americano. O brasileiro é o fotógrafo <a target="_blank" href="http://www.marciorodriguesphoto.com/" target="_blank">Marcio Rodrigues</a>, de Belo Horizonte, que tive a honra de ver palestrando no Estúdio Brasil 2011. Marcio consegue assinar suas obras de fotografia publicitária de uma maneira muito singular, apesar de ser este um mercado em que nem sempre é possível criar ou fugir muito do briefing da agência que o contrata. Marcio criou o seu estilo, e hoje é contratado pelas agências justamente por esta característica, e não somente por que é um bom fotógrafo que sabe iluminar bem.</p>
<p>O americano é o fotógrafo <a target="_blank" href="http://www.davehillphoto.com/" target="_blank">Dave Hill</a>, também do mercado publicitário, e que produz imagens surreais, que muitas vezes mais se parecem com ilustração. Também criou o seu estilo, e vende (imagino que muito) devido a esse estilo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9417 colorbox-9416" title="Fotografia de Diogo Ramos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/110-619x361.jpg" alt="110 619x361 Como vender aquilo que não existe?" width="619" height="361" /></p>
<h2>Tenha foco</h2>
<p>Não adianta insistir, não dá para ser muito bom em tudo! Ou você será um grande fotógrafo de casamentos ou então será um grande fotógrafo de moda. Com a prática e o estudo você até conseguirá fotografar bem em diversas áreas, e poderá ser considerado um bom fotógrafo em todas elas (talvez até ganhe muito dinheiro com isso), mas o foco traz a possibilidade de você ser ótimo, e talvez o melhor, naquela área que escolheu.</p>
<p>Essa talvez seja a etapa mais difícil para um fotógrafo, principalmente no começo da carreira. Quando iniciamos é natural querer pegar qualquer tipo de trabalho que vier pela frente, e isso até é muito positivo para o aprendizado e para sabermos exatamente aquilo que gostamos e o que não gostamos de fotografar. Mas não se apavore, muitos fotógrafos passam algum tempo entre diversas aéreas até focar em uma, eu ainda não consegui focar (mas estou no caminho para isso).</p>
<p>Embora possa parecer tudo igual, foco e estilo são coisas distintas. Você pode criar um determinado estilo e usá-lo para um editorial de moda como pode usá-lo para um casamento, ou uma peça publicitária.</p>
<p>Qual o tempo necessário que leva para conseguirmos focar em uma área? Infelizmente essa é uma resposta que ninguém conseguirá dar. Há bons fotógrafos que passam a vidam inteira fotografando “de tudo”, assim como há fotógrafos que já iniciam a carreira mirando numa área só.</p>
<p>Mas isso também não significa que você tem que ficar preso só a uma área. Conheço fotógrafos extraordinários de casamento que passeiam às vezes pela fotografia de moda e fotógrafos publicitários que se aventuram pelo fotojornalismo. Experimentar novos desafios é sempre estimulante, mas aconselho que você tenha sempre o seu porto seguro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9418 colorbox-9416" title="2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/210-619x268.jpg" alt="210 619x268 Como vender aquilo que não existe?" width="619" height="268" /></p>
<h2>Tenha um portfólio atualizado</h2>
<p>Da mesma forma que criamos um estilo, a nossa percepção sobre a fotografia é constantemente alterada. Há uma frase muito conhecida de Sebastião Salgado que diz que “você fotografa com toda sua cultura”, e nossa cultura é constantemente alterada. É claro que nossa essência permanece, mas eu considero que a fotografia reflete também muito do nosso estado de espírito, que também muda constantemente.</p>
<p>Se nossa cultura, estado de espírito, nossa percepção sobre as coisas, tudo isso muda, é natural que nossa fotografia também venha a mudar. Podemos manter nosso foco, manter nosso estilo, mas a experiência (a da vida profissional e pessoal) faz com que a maneira como captamos as imagens também seja alterada.</p>
<p>Por esta razão, é importante que você mantenha sempre um portfólio do seu trabalho atualizado, para que seu cliente conheça sempre a sua fase mais atual.</p>
<p>Lembro-me que o fotógrafo Vinicius Matos mostrou no Wedding Brasil de 2011 as fotos do primeiro casamento que ele fotografou. As fotos, obviamente, são completamente diferentes do trabalho atual do fotógrafo (e mais óbvio ainda que não são as fotos do portfólio atual dele), e com certeza as fotos que ele estará mostrando daqui algum tempo não serão as mesmas de hoje. O motivo? A natural mutação do fotógrafo e de sua fotografia.</p>
<p align="center"><img class="aligncenter size-large wp-image-9419 colorbox-9416" title="3" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/31-619x405.jpg" alt="31 619x405 Como vender aquilo que não existe?" width="619" height="405" /></p>
<h2>Seja fiel ao seu trabalho e com o seu cliente</h2>
<p>Muito bem, você tem um foco, criou o seu estilo e mantém seu portfólio atualizado com aquilo que faz. Seu cliente está comprando exatamente este pacote! Ele está comprando aquilo que viu no site e está comprando o seu atendimento, obviamente.</p>
<p>Se o seu cliente comprou essa possibilidade de ter fotos tão boas quanto ele viu no seu portfólio, então nada mais justo que você seja extremamente fiel a isso.</p>
<p>O que isso significa? Não experimente com o seu cliente! Lugar de experiência é quando você não está sendo pago para isso, quando você pode fazer algo sem o compromisso de acertar.</p>
<p>Isso não quer dizer que você tenha que ficar preso na zona de conforto, de fazer somente aquilo que pode dar certo na hora de fotografar. Fotografia é uma arte livre que nos permite criar, que por sua vez implica em errar também. Mas isso não significa que é válido fazer experimentos de técnicas que você não domina quando você precisa acertar.</p>
<p>Portanto se seu cliente comprou o seu estilo, mantenha o seu estilo. Se você quer mudar, ótimo, vá em frente, mas então volte até o quesito “portfólio atualizado” e faça tudo novamente, e aí então conquiste novos clientes.</p>
<p align="center"><img class="aligncenter size-large wp-image-9420 colorbox-9416" title="4" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/41-619x422.jpg" alt="41 619x422 Como vender aquilo que não existe?" width="619" height="422" /></p>
<h2>Saiba o que mostrar e como mostrar o seu trabalho</h2>
<p>Quando eu comecei a fotografar profissionalmente a fotografia digital já estava muito avançada, e pude experimentar toda a “pseudo facilidade” que um fotógrafo iniciante tem para entrar no mercado.</p>
<p>Digo “pseudo facilidade”, pois no começo parece ser muito fácil mesmo: você compra uma câmera, começa a ler os sites de fotografia, compra uma revista especializada, faz sua conta no Flickr e nas redes sociais e começa a divulgar o seu trabalho. Pronto!</p>
<p>Devido à falta de regulamentação profissional, uma simples alteração de status no Facebook e já há a autodenominação de “fotógrafo profissional” ou como está na moda hoje em dia “photographer” (sim, isso é uma crítica). Mas o caminho das pedras não é bem por aí!</p>
<p>A autodenominação de fotógrafo profissional (quando não se é) é um perigo para o cliente e para a imagem do próprio fotógrafo. Denominar-se fotógrafo profissional não implica imediatamente estar fazendo fotografias que tenham qualidade profissional, são coisas muito distintas.</p>
<p>Se para o cliente é um perigo, por estar sendo lesado e contratando algo que não condiz com o título, para o fotógrafo é um risco maior ainda, pois ter sua imagem denegrida no mercado por um trabalho mal executado pode ser irreversível.</p>
<p>Há um momento certo para que possamos “vender nosso peixe”, e este momento se inicia a partir de quando temos a segurança e confiança de que nosso trabalho pode ser vendido (você arriscaria tocar um concerto de piano depois de ter feito apenas algumas aulas? O princípio é o mesmo).</p>
<p>Além deste momento certo, que não é simplesmente dizer-se fotógrafo, há a maneira certa de mostrarmos aquilo que queremos vender.</p>
<p>A maneira certa de mostrarmos o nosso produto não é uma receita de bolo. Cada fotógrafo possui as suas estratégias de marketing e isso é muito pessoal. Mas há algumas dicas que se forem seguidas possuem maior chance de êxito, são elas:</p>
<p><strong>- direcione o seu portfólio:</strong> aí entra o foco que falei acima. Se você é fotógrafo infantil então não adianta mostrar fotos de casamento para o seu cliente, a não ser que você ainda esteja fotografando de tudo um pouco;</p>
<p><strong>- faça fotolivros:</strong> muito embora hoje tenhamos a facilidade de colocar as fotos num iPad para mostrar para o cliente, o bom e velho livro de fotografia ainda é muito mais encantador (e mostrar as fotos num tablet já não é mais uma ferramenta inovadora), o contato com o papel aproxima o espectador da imagem;</p>
<p><strong>- publique poucas imagens:</strong> esse é um conselho que sempre ouvi nas palestras que fui. O questionamento que sempre ouvi dos grandes fotógrafos foi “seu cliente vai contratar você por causa de 20 imagens ou por causa de 100?”. Eu acho que isso explica tudo;</p>
<p><strong>- mostre o que você tem de melhor:</strong> seguindo o conselho acima, é muito mais válido você postar 20 das suas melhores fotos do que publicar 50 fotos entre boas e medianas (e deixar seu cliente na dúvida se você é bom ou é mediano). Mas atenção: se você é fotógrafo de casamentos, por exemplo, é importante também que tenha um portfólio completo de um só trabalho, mostre para o seu cliente como você “conta a história”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9421 colorbox-9416" title="5" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/51-619x412.jpg" alt="51 619x412 Como vender aquilo que não existe?" width="619" height="412" /></p>
<h2>Cuidado com a sua imagem</h2>
<p>Num mundo cada vez mais virtualmente social esse é um conselho crucial. E este conselho liga-se umbilicalmente ao primeiro, sobre criar um estilo. Você não precisa deixar sua autenticidade de lado, mas demonstrar ser condizente com o estilo que você se definiu é muito sensato!</p>
<p>Por exemplo: se você é um fotógrafo de casamentos não é muito bom para sua imagem postar fotos ou frases machistas no seu Facebook. Você até pode ser um chauvinista, mas precisa se conter se diversas noivas (e possíveis clientes) estarão lendo e vendo aquilo que você publica. Não precisa parecer o mais sensível dos homens, mas também não precisa demonstrar ser o pior dos trogloditas.</p>
<p>É, esse conselho também parece bem óbvio, mas o cuidado com a imagem tem que ser diário e é muito fácil negligenciar esse conselho. Lembre-se: seu cliente está comprando seu estilo, seja condizente com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essas são as minhas dicas, baseadas na minha própria experiência e estudos e também naquilo que eu aprendi com diversos grandes fotógrafos nos congressos que tenho ido.</p>
<p>Espero que possam funcionar com vocês também, e como eu falei: não é uma receita de bolo, mas os ingredientes são mais ou menos esses!</p>
<p>Se tiverem sugestões, críticas, comentários, fiquem a vontade, a casa é de vocês!</p>
<p>Um abraço!</p>
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		<title>Onde estão os inquietos?</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/onde-estao-os-inquietos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=onde-estao-os-inquietos</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 18:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia atual]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que estou ficando velho, talvez rabugento, e em virtude desta percepção, resolvo aqui propor uma discussão. Nenhum dos artigos que escrevi até o momento, seja aqui no FotografiaDG ou em todos os sites e revistas com os quais colaborei, precisou tanto de opiniões e comentários como este, assim peço a opinião de todos para aquilo que irei escrever abaixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que estou ficando velho, talvez rabugento, e em virtude desta percepção, resolvo aqui propor uma discussão. Nenhum dos artigos que escrevi até o momento, seja aqui no <a href="http://www.fotografia-dg.com" target="_blank">FotografiaDG</a> ou em todos os sites e revistas com os quais colaborei, precisou tanto de opiniões e comentários como este, assim peço a opinião de todos para aquilo que irei escrever abaixo.</p>
<p>Antes vou contar uma história, a minha. Quando comecei a fotografar elegi meus ídolos, entre eles estavam Philippe Halsman com sua espetacular foto Dali Atomicus ou seus belíssimos retratos em capas da revista Life, ali estavam as pinturas de Salvador Dali e seu surrealismo que para mim era como mágica pintada em tela, também estava um filme que até hoje é meu mantra visual, 2001, de Stanley Kubrick, e suas composições que conseguiam ser planas e profundas ao mesmo tempo, com sua luz que conseguia ser chapada e contrastada ao mesmo tempo, entre outras referências.</p>
<p>Em todas as minhas referências eu não questionava se Kubrick filmava com 35 mm, Super 35 mm, com uma Arri ou Panavision. Pouco me importava se Dali pintava com óleo ou acrílica e tão pouco ligava para se Halsman iluminava com flash ou luz contínua, se era médio formato ou 35 mm. Minhas dúvidas se relacionavam às idéias, como elas tinham surgido, como foram possíveis, como aquela estética surgiu, de onde vinha a criatividade.</p>
<p>A técnica sempre me pareceu algo dentro do reino das obviedades, algo que com treino, tentativas, erros e um pouco de estudo, cedo ou tarde seria dominada. Saber os diafragmas, os filmes, o ISO, os formatos de câmera, as funções de cada botão do equipamento etc., isso existe em livros, em manuais etc., mas a estética e a idéia, onde elas estavam?</p>
<p>Essa era minha inquietação quando comecei e ainda é hoje. Ela me faz ir a museus e ficar olhando pinturas, faz ir ao cinema para ver como textos, roteiros e falas viram imagens poéticas, me leva a ver o trabalho de outros fotógrafos e tentar compreender de onde surgiram as idéias. O como foi feito é detalhe, nada que treino, estudo e muitas tentativas não resolvam, mas o máximo que isso me traria seria conseguir copiar a técnica, mas jamais me traria uma idéia tão boa quanto a original. Esse sou eu, um sujeito inquieto e curioso sobre a estética, a harmonia, a criatividade e as idéias.</p>
<p>Além de atuar diariamente como fotógrafo e cinegrafista, sou professor de fotografia e vídeo nas escolas Riguardare, Instituto Internacional de Fotografia e Instituto Candela, e sou  colunista e colaborador aqui do FotografiaDG e da revista Digital Photographer Brasil.</p>
<p>Dentro desse mundo, o de quem ensina e escreve sobre o assunto, além de viver dele, considero que tenho uma responsabilidade imensa para com quem quer aprender, para com aqueles que entram em sites e compram revistas buscando conhecimentos dos mais diversos, sejam eles dentro do universo da técnica ou das idéias.</p>
<p>Essa responsabilidade é grande pois se falar ou escrever uma bobagem, terei de alguma forma feito muita gente acreditar que aquela bobagem tem valor ou pertinência, daí a necessidade de me manter atualizado, estudando, pesquisando, debatendo com alunos e colegas de profissão sobre tudo o que cerca nossa atividade, e de manter uma mente aberta para as artes, manifestações culturais, questões sociais e tudo aquilo que compõe o mundo ao nosso redor.</p>
<p>É verdade que manter a mente aberta não significa aceitar ou concordar tudo o que vejo, isso inclui muitos auto proclamados artistas que em minha opinião produzem muito lixo embrulhado em belos discursos, mas essa parte é assunto para outro artigo em outra oportunidade. Só devo dizer que em todos os tempos, inclusive os atuais, sempre há muita coisa boa sendo produzida, e muita porcaria.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9409 colorbox-9407" title="urban-work-construction-012-worker-web" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/urban-work-construction-012-worker-web-619x419.jpg" alt="urban work construction 012 worker web 619x419 Onde estão os inquietos?" width="619" height="419" /></p>
<p>Voltando ao ponto, dessa noção de responsabilidade, unida à minha natural inquietação sobre a criatividade, surgem vários questionamentos e inconformismos e colocarei alguns deles aqui:</p>
<p>1 &#8211; Não consigo me conformar quando fotógrafos sem experiência nem aprendizado em didática se propõe a oferecer cursos e workshops por aí, pois ensino não deveria ser apenas uma questão financeira e sim uma questão de responsabilidade social e cultural. Quem ensina o que mal sabe está fazendo um mal à sociedade e está ignorando as responsabilidades que assumiu como formador de opinião e propagador de informações.</p>
<p>2 – Igualmente não consigo me conformar quando escolas de fotografia aceitam oferecer cursos e workshops que apenas propagam obviedades que seriam encontradas gratuitamente na internet ou folheando o manual da câmera ou ainda perguntando para um colega mais experiente. Esses cursos apenas tiram dinheiro de pessoas desinformadas. Um curso básico ou uma publicação voltada a iniciantes nunca deveria se contentar em apenas dizer qual botão faz o quê e qual regrinha de composição deixa algo mais ou menos estético, desde o básico as pessoas deveriam ser incentivadas a ver além e buscar se aprofundar. Um bom curso básico ou uma boa revista voltado a iniciantes deve falar de regra dos terços sim, mas deve dizer de onde ela veio e mais importante, que existem milhões de outras formas de harmonizar uma imagem. Devem dizer qual botão faz o que? Sim, mas devem também falar das relações disso com a luz, com a arte e com a estética. Ditar regras é fácil, qualquer ditador faz isso, por outro lado fazer refletir, pensar e se inquietar com as coisas, essa é a função e responsabilidade de professores, escolas e publicações.</p>
<p>3 &#8211; Jamais vou entender as pessoas que buscam cursos querendo apenas saber qual botão faz qual coisa em suas máquinas sem sequer fazer testes para saber o efeito de tal botão numa imagem. Não sei se essas pessoas são vítimas de cursos e publicações equivocados como os descritos em minhas perguntas 1 e 2, ou se são apenas preguiçosos. Mas aí repito, a função do educador, orientador e de quem resolve escrever e publicar sobre o assunto é ir além para provocar a inquietação, se conformar com a preguiça ou com a falta de preparo alheia é errado.</p>
<p>4 &#8211; Por quais motivos tanta gente se ofende com um comentário negativo sobre uma foto na internet ou mesmo em sala de aula? Qual a razão de pessoas buscarem tanto elogios fáceis, maternais e se negarem a receber negativas sobre sua obra, mesmo que sejam iniciantes recebendo feedback de pessoas experientes? Faça um teste e critique educadamente mas severamente uma foto que você tiver achado muito ruim de alguém e veja a reação da pessoa. Sites como Flickr, Orkut e Facebook viraram um mar de elogios fáceis a absolutamente tudo que ali é publicado e quando alguém levanta a voz para uma crítica, por mais suave que seja, é confrontado com argumentos do tipo “isso é questão de gosto”. Não, não é questão de gosto, a crítica artística vai muito além do gostar e não gostar, qualquer um pode não gostar de algo e entender o valor artístico, ou gostar de algo que sabidamente não tenha valor nenhum, no entanto no mundo internético pare difícil o ato da crítica ser entendido sem que o criticado ache que é questão pessoal, ou de um simples gostar/não gostar.</p>
<p>5 &#8211; O que leva tanta gente a se preocupar se um fotógrafo fez uma foto com câmera de marca X ou Y, se ele usou um obturador assim ou assado, se usou ou não usou o photoshop, e tão pouca gente perguntar qual deve ser o histórico cultural daquele fotógrafo que o levou a ter aquela idéia?</p>
<p>6 &#8211; Por que é tão complexo para a maioria das pessoas entenderem que grandes obras só nascem de grandes esforços e não de coisas simples que um truque pronto resolva? Lembrando que Picasso chegava a fazer 300 esboços para um quadro e que Kubrck chegava a rodar uma mesma cena 100 vezes para tirar o máximo de seus atores, então por que tanta gente acha que fotografando uma vez por semana, tendo uma aulinha aqui e ali, usando um preset de Lightroom e postando suas fotos no Facebook estaria produzindo grande arte a ponto de não poder receber críticas ou não perceber que precisa ir mais fundo em seus estudos e pesquisas? O que impede as pessoas de ir além, estudar, ler, praticar mais e sofrer um pouco para poder colher resultados realmente satisfatórios?</p>
<p>A fotografia, como qualquer arte, para obter grandes frutos, necessita de grandes esforços, que incluem estudo e treino. Grandes fotos não nascem do acaso, não nascem do qualquer, e sim do preparo, do olhar aguçado, da soma de técnica e estética, do controle da luz, da interpretação da luz para que a mensagem seja levada adiante.</p>
<p>Não consigo pensar nessas perguntas sem lembrar da caverna de Platão e daquele único sujeito que conseguiu sair da caverna e ver a origem das sombras. Afinal, qual a razão para apenas um querer ver além da sombra?</p>
<p>Assim gostaria que meus amigos, leitores, colegas e alunos que passam por aqui, poderiam tecer seus comentários sobre as perguntas que fiz acima? E também à pergunta título, onde estão os inquietos?</p>
<p>Nos vemos em breve,</p>
<p>[]’s</p>
<p>Armando Vernaglia Jr.<a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/"><br />
www.vernaglia.com.br</a></p>
<p>Siga-me no Twitter <a target="_blank" href="https://twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Enquadramento na fotografia de culinária</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[enquadramento]]></category>
		<category><![CDATA[Enquadramento Vertical]]></category>
		<category><![CDATA[enquadramentos]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de culinaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos falar um pouco sobre enquadramentos, planos e cortes na fotografia de culinária. Na verdade esses elementos devem ganhar a mesma importância e tratamento que na fotografia convencional, apenas algumas coisa considerações especificas relacionadas a demandas comerciais e especificidades de produção devem ser acrescentadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos falar um pouco sobre enquadramentos, planos e cortes na <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-culinaria-mercado/" target="_blank">fotografia de culinária</a>. Na verdade esses elementos devem ganhar a mesma importância e tratamento que na fotografia convencional, apenas algumas coisa considerações especificas relacionadas a demandas comerciais e especificidades de produção devem ser acrescentadas.</p>
<p>Sobre o enquadramento, teremos a principio, três possibilidades, o vertical, o horizontal e o corte quadrado. Cada um desses tem um sentindo fotográfico de maior relevância e uso de mercado mais comum. Entender esses pontos será fundamental para que o fotógrafo potencialize a visibilidade de seu trabalho e atenda de maneira adequada seus clientes.<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

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		<title>#DicaDG: todas as dicas de fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 16:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[#DicaDG]]></category>
		<category><![CDATA[fevereiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto #DicaDG continua a todo vapor! E assim como no mês passado, estamos divulgando todas as dicas de fevereiro para vocês que perderam as dicas dadas no Twitter através do perfil do @fotografiadg e dos autores do projeto @VernagliaJr e @diogoframos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <a target="_blank" title="#DicaDG:  todo dia uma dica para você!" href="../dicas-fotografia-dicadg/" target="_blank">#DicaDG</a> continua a todo vapor! E assim como no <a target="_blank" href="http://www.fotografia-dg.com/dicadg-todas-as-dicas-de-janeiro/" target="_blank">mês passado</a>, estamos divulgando <strong>todas as dicas de fevereiro</strong> para vocês que perderam as dicas dadas no Twitter através do perfil do <a href="https://twitter.com/#%21/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> e dos autores do projeto <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a> e <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/diogoframos" target="_blank">@diogoframos</a>.</p>
<p>Neste mês de fevereiro tivemos ainda o sorteio de um <a href="http://www.fotografia-dg.com/dicadg-vale-bananafoto/" target="_blank">vale comprar no valor de R$ 50,00 no Banana Foto</a>, para os leitores que acompanham e compartilham as dicas do projeto.</p>
<p>Para quem ainda não conhece o projeto, vale a pena seguir os autores: <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/diogoframos" target="_blank">@diogoframos</a> e <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a>, além é claro do próprio perfil do <a target="_blank" href="https://twitter.com/#%21/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>, e acompanhar diariamente as dicas postadas, além de poder participar dos sorteios que teremos até o final do ano!</p>
<h2 style="text-align: left;" align="center">Dicas de Fevereiro</h2>
<p>Dia 1 &#8211; #DicaDG: Aprenda a dizer não, se você não é o profissional adequado ao trabalho, não aceite fazê-lo.</p>
<p>Dia 2 &#8211; #DicaDG: Não tenha medo de indicar, se há outro profissional mais indicado para um trabalho, indique.</p>
<p>Dia 3 &#8211; #DicaDG: fotografia é mais sobre resultado do que sobre processo, o que se vê é mais importante do que o como foi feito.</p>
<p>Dia 4 &#8211; #DicaDG: iluminação pressupõe pensar em 3 luzes: principal, preenchimento e contra luz, mesmo que não use todas.</p>
<p>Dia 5 &#8211; #DicaDG: Infelizmente a compra de um novo equipamento não melhora nossa fotografia, sendo assim, estude e pratique.</p>
<p>Dia 6 &#8211; #DicaDG: com luz, lembre que a intensidade aumenta ou diminui conforme a distância da luz ao objeto fotografado.</p>
<p>Dia 7 &#8211; #DicaDG: luz mais próxima ao modelo fica mais suave, luz mais distante fica mais dura e projeta sombras delineadas.</p>
<p>Dia 8 &#8211; #DicaDG : para desfocar o fundo da imagem, use aberturas de diafragma<br />
amplas, como f2 e f2.8</p>
<p>Dia 9 – #DicaDG : Sombrinha é um difusor de luz barato e super eficiente que você pode encontrar facilmente em lojas e sites especializados.</p>
<p>Dia 10 &#8211; #DicaDG : fotos que tenham contrastes, linhas e grafismos marcantes<br />
funcionam bem ao ser convertidas para PB</p>
<p>Dia 11 – #DicaDG : Quer fotografar paisagens? Invista em um bom tripé e em um cabo disparador (ou controle remoto).</p>
<p>Dia 12 &#8211; #DicaDG : Muitos vídeos online sobre fotografia? No Youtube, busque<br />
por &#8220;Digital Photography 1 on 1&#8243; São + de 200 episódios!</p>
<p>Dia 13 &#8211; #DicaDG : estudar fotografia e artes, todos os dias 4hs por dia não é<br />
muito se você quer se profissionalizar na área.</p>
<p>Dia 14 &#8211; #DicaDG : em fotografia de ambientes, aproveite ao máximo a luz<br />
existente no ambiente, ela dá o clima da foto.</p>
<p>Dia 15 &#8211; #DicaDG : o fotômetro da câmera erra sempre que você tentar medir<br />
objetos muito claros ou muito escuros.</p>
<p>Dia 16 – #DicaDG: Leia a série: A Câmera, A Cópia, O Negativo, de Ansel Adams. Embora escritos há mais de 50 anos serão sempre contemporâneos.</p>
<p>Dia 17 &#8211; #DicaDG : busque referências em outras artes além da fotografia,<br />
estude cinema, pintura, música etc.</p>
<p>Dia 18 &#8211; #DicaDG : um bom curso de história da arte vale mais para o fotógrafo<br />
que muito cursos de fotografia</p>
<p>Dia 19 &#8211; #DicaDG : se você não sabe qual é a melhor lente ou câmera para fazer<br />
um trabalho , não aceite o trabalho e invista em cursos.</p>
<p>Dia 20 &#8211; #DicaDG : Flash de Estúdio (tochas) x Flash Remoto: flashs remotos são mais leves e portáteis, mas não possuem luz de modelagem.</p>
<p>Dia 21 &#8211; #DicaDG: evite fotos tremidas, ajustando tempo de obturador num<br />
intervalo numericamente igual ao comprimento de sua lente.</p>
<p>Dia 22 &#8211; #DicaDG : Quer ganhar dinheiro com fotografia? Não deixe de ler o E-book <a target="_blank" href="../ebook-ganhar-dinheiro-na-fotografia-disponivel-para-download/">http://www.fotografia-dg.com/ebook-ganhar-dinheiro-na-fotografia-disponivel-para-download/</a></p>
<p>Dia 23 &#8211; #DicaDG : Na composição fotográfica as linhas horizontais transmitem a sensação de tranquilidade e estabilidade.</p>
<p>Dia 24 &#8211; #DicaDG : A iluminação lateral enfatiza a textura das superfícies, enquanto a luz difusa faz com que a textura seja suavizada.</p>
<p>Dia 25 &#8211; #DicaDG : o para sol da lente é a melhor proteção que existe contra<br />
impactos, use sempre.</p>
<p>Dia 26 &#8211; #DicaDG : mesmo sob luz abundante, o flash pode ser usado para tirar<br />
sombras e dar brilho aos olhos.</p>
<p>Dia 27 &#8211; #DicaDG – Ao fotografar shows e espetáculos prefira a fotometria pontual (Spot) e faça o cálculo de luz nos personagens e não cenário.</p>
<p>Dia 28 &#8211; #DicaDG – Não tenha vergonha de ter pouco equipamento, algumas das melhores fotos foram feitas com equipamento mínimo.</p>
<p>Dia 29 #DicaDG &#8211; As sombras definem a forma do que foi fotografado, uma luz totalmente sem sombras fica &#8220;chapada&#8221; e sem vida.</p>
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		<title>Fotografando Recém-Nascidos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 19:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografando]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografando Recém-Nascidos]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografar bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografar bebês recém-nascidos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografar recém-nascidos]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-Nascidos]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotografar bebês recém-nascidos pode ser igualmente interessante e desafiador até mesmo para um fotógrafo experiente. Recém-nascidos dormem muito, não sorriem tão frequentemente, não sentam nem levantam a cabeça sozinhos, e não seguem instruções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fotografar bebês recém-nascidos</strong> pode ser igualmente interessante e desafiador até mesmo para um fotógrafo experiente. Recém-nascidos dormem muito, não sorriem tão frequentemente, não sentam nem levantam a cabeça sozinhos, e não seguem instruções.</p>
<p>Fotógrafos mais iniciantes tendem a ficar imediatamente nervosos e ansiosos: fotografar estes pequeninos seres exige muita prática e paciência. Mas existem coisas que podem ser feitas para ajudar sua sessão a transcorrer tranquilamente.</p>
<p>Fotografia de recém-nascidos é geralmente o tipo de evento em que só se tem uma chance, e para que ela seja a melhor possível o bebê não deve ter mais de 20 dias de idade. Quanto mais novo, melhores serão as fotos pois eles ainda são muito maleáveis e possuem o sono muito pesado. Por isso, é necessário que seus clientes sintam-se completamente confortáveis  e confiem em você. Estas sessões são uma via de mão dupla: você vai preparado com suas ideias, câmera, todo equipamento, etc. Seu cliente também tem a responsabilidade de ajudar a sessão a ser o máximo que ela pode ser. Eu envio a meus clientes toda a informação antes do agendamento e peço que leiam novamente conforme o dia se aproxima, coisas como: a temperatura da casa, o andamento da sessão e principalmente a flexibilidade dos horários da alimentação do bebê. Este último geralmente é o motivo de uma sessão dar certo ou errado; se o bebê não estiver completamente saciado será muito difícil coloca-lo em sono profundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9333 colorbox-9332" title="Fotografar bebês recém-nascidos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/1.jpg" alt="1 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Eu sou uma fotógrafa que trabalha ‘on-location’ e com luz natural. Na maioria das vezes, eu vou à casa das pessoas e peço que me confiem seu mais valioso bem. Nada mais justo que eu haja de forma a tornar tudo o mais tranquilo possível. Se tiver uma pilha de sapatos próxima à porta e ambos os pais não estão calçados, tire seus sapatos! Após terminar de arrumar seu equipamento, lembre-se de parar e lavar suas mãos antes de pegar o bebê.  Pequenas atitudes demonstram profissionalismo e preocupação genuína.</p>
<p>Muitos clientes escrevem para eu e meu marido procurando por fotos de recém-nascidos em ambientes externos, algo que me deixa sempre muito satisfeita. No entanto, muitas precauções devem ser tomadas antes de aceitar este tipo de trabalho: sempre procuramos locais calmos e sem qualquer tipo de interrupção, seja ela qual for. Esta procura e escolha do local devem ser feitas dias antes das fotos, para que você não fique andando por aí com um bebê recém-nascido e seus pais preocupados. Tenha em mente algumas opções de locações caso alguma dessas não esteja disponível por algum motivo, imprevistos acontecem. As fotos externas são feitas no menor tempo possível, e com o dobro de cuidado. Toda área deve ser inspecionada anteriormente para a total ausência de perigos como animais, insetos, etc. O horário é extremamente importante, e as fotos só devem ser feitas em horário de sol baixo, seja bem no comecinho da manhã ou no final da tarde, por isso as lentes claras são de grande valia. É impraticável, perigoso e anti-ético levar um bebê recém-nascido para o sol da tarde, mesmo com o consentimento dos pais.</p>
<p>Se você não se sentir seguro para realizar externas com crianças tão pequenas, seja sincero e sugira uma sessão indoor. Lembre-se que você foi escolhido para realizar este trabalho, por isso faça valer a confiança em você depositada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9361 colorbox-9332" title="Fotografia de Bêbe" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/29.jpg" alt="29 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="450" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9335 colorbox-9332" title="Fotografia Recém-Nascido" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/3.jpg" alt="3 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9336 colorbox-9332" title="4" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/4.jpg" alt="4 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Bebês em geral possuem um guarda roupa maior do que o de todo o resto da família, e as mães não têm medo de usá-lo. No entanto, as fotos ficam muito melhores com eles de maneira natural sem roupas, que tendem a amassar, juntar e formar montanhas de panos e distrações. Talvez alguma roupa muito significativa (usada por algum dos pais/irmãos, por exemplo) possa refletir uma excelente lembrança, porém não deixe que sua sessão transforme-se em um desfile de moda: o bebê irá se irritar com muita rapidez e tudo estará perdido pelo dia.</p>
<p>Às vezes sinto que levo toda minha casa para uma sessão de recém-nascido. Lembre-se que muitas coisas podem dar errado no que diz respeito a materiais, não tenha medo de levar muitos cobertores e mantas extras. É sempre melhor sobrar do que faltar: bebês fazem xixi, golfam, e toda a enorme gama de técnicas que eles possuem para sujar. Após cada sessão todos os seus materiais devem ser lavados com sabão específico para bebês e guardados separadamente em local seco e limpo à espera do seu próximo pequenino.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9337 colorbox-9332" title="5" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/5.jpg" alt="5 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Quando eu chego à casa do cliente, sempre pergunto qual o cômodo com mais luz natural. Tome cuidado com a hora do dia e a direção para onde o sol irá girar, você não vai querer perder o sol ou que ele caia diretamente onde você está fotografando (caso não tenha uma cortina para suaviza-lo). Eu tento utilizar meus arredores o máximo possível para limitar o entra e sai do cômodo, mas se não tiver uma cadeira ou outro móvel onde eu possa prender meus cobertores, eu utilizo um stand.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9338 colorbox-9332" title="6" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/6.jpg" alt="6 Fotografando Recém Nascidos" width="400" height="600" /></p>
<p>Não espere que o melhor cômodo também terá a melhor mobília esperando por você. Não espere sequer que qualquer cômodo da casa terá a mobília disponível para que você trabalhe. Leve sempre todo o necessário para realizar sua sessão, e isso inclui almofadas, pufes, móveis específicos, cestos, baldes, etc. Uma vez montado o cenário desejado, lembre-se de tirar fotos em diversas orientações (retrato/paisagem) e posições. O que parece o ideal no momento talvez não seja o melhor na sala de edição, e assim evitam-se arrependimentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9339 colorbox-9332" title="7" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/7.jpg" alt="7 Fotografando Recém Nascidos" width="400" height="600" /></p>
<p>O andar das sessões é sempre diferente: se o bebê estiver agasalhado e saciado, geralmente será o bastante e ele cairá no sono o suficiente para tirar as roupas e ser colocado na pose. Se o pequenino ainda estiver lutando contra o sono, faço as fotos de família primeiro: o bebê estará confortável no colo da mamãe e do papai para uma série de fotos e geralmente cai no sono, que ainda durará o bastante para mais uma hora de fotos sozinho. Aqui é onde a importância da alimentação entra: quando um bebê está cansando e lutando para dormir, 99% das vezes basta apenas um pouco de leite. Isso pode fazer toda a diferença nas fotos dormindo.</p>
<p>Antes de começar a fotografá-lo sozinho, tenha em mente as fotos que deseja fazer. Já saia de casa com uma pequena lista mental do que pretende fazer, para não correr o risco de ter um bebê dormindo tranquilamente e nenhuma foto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9342 colorbox-9332" title="10" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/10.jpg" alt="10 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Faça estas  ‘fotos de segurança’ nos primeiros momentos e quando tiver a seleção pronta comece a ficar mais criativo com ideias e ângulos. Para que o bebê fique calmo e continue dormindo ainda que sem roupas é necessário que o cômodo esteja quente. Quando eu digo quente, é realmente quente. Se você estiver suando mesmo em roupas frescas, provavelmente o bebê estará feliz e continuará colaborando.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9343 colorbox-9332" title="11" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/11.jpg" alt="11 Fotografando Recém Nascidos" width="555" height="600" /></p>
<p>As melhores lentes a serem usadas são as de grande abertura (número f pequeno), pois elas permitirão trabalhar em ambientes de pouca luz.  Como qualquer retrato, você quer uma luz por igual por isso evite usar o flash a qualquer custo. Além de comprometer o resultado final do trabalho, dando uma aparência lavada à imagem, o flash causa uma interrupção da atmosfera calma e tranquila que você vem tentando criar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9344 colorbox-9332" title="12" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/12.jpg" alt="12 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Eu amo todos os lindos acessórios, toucas, laços, etc, porém não se esqueça de fazer imagens sem eles, que tenham o bebê como o único ponto focal. Não se esqueça de capturar os detalhes, as crianças crescem rápido e logo mudam quase que completamente: mãos pequeninas, pés delicados, orelhas, cílios, lábios, fios de cabelo, são todos pequenas partes de um registro completo. Não deixe de capturar os pais com o bebê entre uma foto e outra, e pegue momentos espontâneos e descontraídos: nem toda foto precisa ser minimamente preparada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9345 colorbox-9332" title="13" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/13.jpg" alt="13 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9346 colorbox-9332" title="14" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/14.jpg" alt="14 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Para enfatizar as pequenas proporções dos bebês, não deixe de registrá-lo perto de algo que possa mostrar  seu tamanho: um urso, os pais, algum objeto significativo para a família.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9347 colorbox-9332" title="15" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/15.jpg" alt="15 Fotografando Recém Nascidos" width="400" height="600" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9348 colorbox-9332" title="16" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/16.jpg" alt="16 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Muito cuidado com a criatividade, ela sempre termina onde a preocupação com a segurança começa. Tenha certeza de seus limites como fotógrafo e de maneira alguma use o filho dos outros como cobaia. Ao coloca-lo em posições diferentes, saiba de antemão o que é ou não seguro e se for necessário faça um composite no photoshop. Para chegar a determinadas posições, peça sempre a ajuda da mãe para posicioná-lo deitado de forma simples e vá modificando aos poucos a pose, respeitando os limites do bebê. Nem todos colocam as mãos sob a cabeça, nem todos gostam de ficar de bruços e nem todos sorriem. Quanto mais novos forem, maiores as chances de não terem ainda uma predileção por alguma posição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9349 colorbox-9332" title="17" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/17.jpg" alt="17 Fotografando Recém Nascidos" width="400" height="600" /></p>
<p>Caso não consiga fazer nenhuma foto totalmente inovadora e complexa, não se preocupe! A beleza está na simplicidade das pequenas coisas.<br />
Caso o bebê demore a dormir, aproveite para fazer fotos com ele acordado e assim registrar a cor dos olhos e as expressões.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9350 colorbox-9332" title="18" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/18.jpg" alt="18 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Começando por cobertores, quando estão devidamente colocados eles podem emoldurar lindamente o rostinho do bebê.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9351 colorbox-9332" title="19" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/19.jpg" alt="19 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Muitas vezes fazemos somente as fotos com os bracinhos do bebê bem enrolados no cobertor, e acabamos esquecendo que eles também podem fazer coisas fantásticas. Sempre que possível, deixe-os soltos e veja o que pode acontecer.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9352 colorbox-9332" title="20" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/20-619x412.jpg" alt="20 619x412 Fotografando Recém Nascidos" width="619" height="412" /></p>
<p>Ainda sobre braços, use os braços ou mãos dos pais para estruturarem uma foto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9353 colorbox-9332" title="21" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/21.jpg" alt="21 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9354 colorbox-9332" title="22" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/22.jpg" alt="22 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Brinque com os ângulos e veja o que funciona. Tire fotos de todos os ângulos, e deixe para decidir qual o melhor quando estiver editando. É sempre melhor ter fotos demais do que se arrepender por não ter tentando algo de outro lugar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9355 colorbox-9332" title="23" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/23.jpg" alt="23 Fotografando Recém Nascidos" width="400" height="600" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9356 colorbox-9332" title="24" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/24.jpg" alt="24 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9357 colorbox-9332" title="25" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/25.jpg" alt="25 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9358 colorbox-9332" title="26" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/26.jpg" alt="26 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Que tal utilizar os móveis e acessórios cuidadosamente escolhidos para sua casa/estúdio ou para a casa do seu cliente? Lembre-se sempre da segurança em primeiro lugar e não tente algo que pareça perigoso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9359 colorbox-9332" title="27" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/27.jpg" alt="27 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
<p>Paciência é a chave para que seu trabalho transcorra tranquilamente. Durante uma sessão de recém-nascido você provavelmente irá parar mais de 10 vezes para que o bebê mame, troque fraldas, pare de chorar ou volte a dormir. Procure não marcar outras sessões para horários próximos, pois as chances são que você não conseguirá chegar nela a tempo.</p>
<p>Bebês crescem rápido, e ao ser escolhido para fotografar este momento tão especial na vida de uma família lembre-se que estas devem ser as melhores lembranças de uma época que não volta. Faça com que tragam sempre um sorriso no rosto de quem as vê.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9360 colorbox-9332" title="28" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/28.jpg" alt="28 Fotografando Recém Nascidos" width="600" height="400" /></p>
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		<title>Descobrindo a Terceira Idade – parte 3 de 4 – Como desenvolver meu projeto</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/terceira-idade-desenvolver-projeto/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terceira-idade-desenvolver-projeto</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 15:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdos]]></category>
		<category><![CDATA[cronograma]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo a Terceira Idade]]></category>
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		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a série de artigos sobre fotografia e terceira idade, hoje vou abordar um tema super interessante para quem está cheio de vontade para colocar o projeto em prática. Vamos falar sobre como montar um plano de aula, conteúdos, cronograma, metodologia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos! Continuando a série de artigos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/descobrindo-a-terceira-idade/" target="_blank">fotografia e terceira idade</a>, hoje vou abordar um tema super interessante para quem está cheio de vontade para colocar o projeto em prática. Vamos falar sobre como montar um plano de aula, conteúdos, cronograma, metodologia.</p>
<ul>
<li><a target="_blank" title="Descobrindo a Terceira Idade – Parte 1 de 4" href="../descobrindo-a-terceira-idade/" rel="bookmark">Descobrindo a Terceira Idade – Parte 1 de 4</a></li>
<li><a target="_blank" title="Descobrindo a Terceira Idade – Parte 2 de 4 – A função social da fotografia" href="../descobrindo-a-terceira-idade-funcao-social-da-fotografia/" rel="bookmark">Descobrindo a Terceira Idade – Parte 2 de 4</a></li>
</ul>
<p>É interessante que você leia os o último artigo publicado aqui no site DG. Depois, defina alguns pontos para que suas ideias fiquem mais claras:</p>
<p><strong>Publico alvo</strong>: cidade, faixa etária, renda, nível de escolaridade;</p>
<p><strong>Instituição que receberá o projeto</strong>: ONG, Universidade, centro cultural;</p>
<p><strong>Proposta: </strong>o que você pretende alcançar com o projeto. Objetivos a serem alcançados, conteúdo a ser trabalhado;</p>
<p><strong>Tempo destinado</strong>: quantas horas por semana você destinará ao planejamento de aulas, reuniões com coordenadores, aulas efetivas, mostras, exposições;</p>
<p><strong>Remunerado ou não: </strong>se você adotara o projeto como voluntário ou não.</p>
<p>Com todos os pontos acima acertados e bem definidos, vamos para a parte mais interessante do artigo: como desenvolver o planejamento do projeto, conteúdo a ser ministrado, cronograma de aulas, estrutura necessária nas salas, dinâmica e metodologia.</p>
<p>Antes de começar, vale lembrar duas coisas: esta série de artigos não visa criar fórmulas, e todas as dicas aqui postadas são baseadas em experiências em um público específico, idade, cidade, renda.</p>
<h2>Conteúdo</h2>
<p>O conteúdo a ser ministrado depende, essencialmente, do seu objetivo com o projeto. Como estou fundamentando este artigo em minha experiência, vou colocar aqui para vocês o conteúdo com o qual trabalho.</p>
<p>Quando definimos um público alvo, entendo quais são suas necessidades e suas expectativas com seu projeto. Se eu entendo que é um projeto voltado à – terceira idade, classe média, portadores de câmera compacta e sem nenhum conhecimento na área da linguagem fotográfica digital, entendo alguns pontos importantes para o desenvolvimento da oficina:</p>
<p>- utilizam o curso como estímulo para sair de casa, conhecer outras pessoas e se socializarem – por isso a importância das aulas práticas, que falaremos mais adiante também;</p>
<p>- querem fotografar melhor as viagens, a família, e outros temas que remetam a laço afetivo e preservem a memória;</p>
<p>- interesse na técnica para que se tornem mais autônomos e não precisem mais da ajuda de outros para manusear o equipamento;</p>
<p>- dificuldade no aprendizado – mais detalhes em metodologia;</p>
<p>Diante estas constatações, planejei um conteúdo que estimulasse três grandes frentes:</p>
<p>1).  Desenvolvimento do olhar criativo: <strong>luz</strong> e <strong>composição</strong> como elementos fundamentais do processo criativo. A meta é fazer com que eles descondicionem o olhar, se permitindo a novas experiências sensoriais, repensando o conceito estético. Entender o processo da linguagem fotográfica em nível mais profundo, desenvolver senso crítico diante fotografias publicadas na mídia, e como imagens podem transmitir opiniões.</p>
<p>2). Conhecimento do equipamento e da técnica: nessa segunda parte, compreenderemos a linguagem da câmera, ou seja, como se dá a interação entre a terceira idade e seu equipamento fotográfico. Cabe lembrar que cada máquina se dialoga de uma determinada forma, pois cada equipamento tem seus botões que as diferenciam. Dessa forma, uso uma câmera modelo na abordagem teórica, mas sempre recorro a outros modelos usados pelos alunos em sala de aula. A idéia dessa segunda frente é permitir ao aluno o conhecimento do equipamento, dos modos automáticos – e qual a melhor maneira de usá-los, da qualidade e tamanho de imagem, uso do flash, fazer vídeos, transferir imagens para um computador, entre outros recursos. O aluno se torna assim mais independente ao se relacionar de forma efetiva com essa tecnologia.</p>
<p>3). Aplicação direcionada da fotografia: como <strong>sobrepor</strong> <em>olhar e técnica</em> de forma prática sobre um tema específico. Crianças, animais, paisagem, arquitetura, retrato, objetos estáticos, entre outros.</p>
<p>De forma mais clara e resumida, o planejamento inicial das minhas aulas é mais ou menos este:</p>
<p><strong>Aula 1: </strong>Luz e Composição<strong><br />
Aula 2: </strong>Conhecendo o equipamento e suas funções<strong><br />
Aula 3: </strong>Técnicas fotográficas: como utilizar os recursos disponíveis<strong><br />
Aula 4: </strong>Como fotografar pessoas, animais, objetos, arquitetura<strong><br />
Aula 5: </strong>Descarregando e armazenando as fotografias<strong><br />
Aula 6: </strong>Aula prática</p>
<p>Se alguém ainda tiver dúvidas quanto a conteúdo a ser trabalhado, me mandem um email em <a target="_blank" href="m&#97;il&#116;&#111;&#58;pau&#108;&#97;ma&#99;&#104;&#97;d&#111;f&#111;t&#111;&#64;gm&#97;il&#46;c&#111;m">p&#97;&#117;l&#97;&#109;&#97;c&#104;&#97;&#100;of&#111;to&#64;gm&#97;&#105;l&#46;&#99;&#111;&#109;</a>. Tenho todo este planejamento detalhado e bem desenvolvido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9320 colorbox-9315" title="Aula prática de fotografia no Jardim Botânico" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/03/Aula-prática-de-fotografia-no-Jardim-Botânico.jpg" alt="Aula prática de fotografia no Jardim Botânico Descobrindo a Terceira Idade – parte 3 de 4 – Como desenvolver meu projeto" width="619" height="412" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Aula prática de fotografia no Jardim Botânico</h6>
<h2>Formato</h2>
<p>É interessante distribuir esse conteúdo em aulas curtas, entre 50 a 1h30 de duração, uma ou duas vezes por semana – dependendo da disponibilidade dos alunos. Sugiro aulas de 1h30, que é o formato de aula que uso atualmente. Não é pouco tempo, nem muito. Dá tempo de apresentar o conteúdo teórico, exemplificar com recursos de diversos gêneros (vídeo, música, fotos, filme) sem que os alunos se cansem. Os idosos se cansam mais rápido que nós na absorção dos temas. Não é legal fazer com que eles fiquem sentados por muito tempo, muitos têm problemas de saúde, e estes incômodos podem interferir na qualidade e aproveitamento da oficina.</p>
<p>Diante essas três grandes frentes, é possível desenvolvê-las em 6 aulas de 1h30, em 10, em 12. Trabalhei estes temas tanto em oficinas rápidas, de 4 aulas, tanto em oficinas prolongadas, de até 16 aulas.  É claro que em oficinas com poucas horas, você acaba deixando de falar muita coisa, o que não é interessante. Mas tudo depende de como você irá abordar cada assunto, se irá passar trecho de filmes, vídeo, slides; se os alunos são participativos; se aquele assunto interessou mais que outros. Para quem ainda não tem idéia de quantas aulas ministrar, experimente este planejamento:</p>
<p><em>Cinco aulas teóricas<br />
Uma aula prática<br />
1h30 de duração<br />
Uma vez por semana</em></p>
<p>Com essa primeira experiência, você entenderá com quem está trabalhando, entenderá se aquela turma grande, de 30 alunos, debate mais os assuntos que a turma pequena, de 15. Ou se a turma com mais mulheres esticam pra mais ou pra menos seu cronograma. Se a turma com homens debatem mais, exigem mais conhecimento de vocês. É interessante perceber tudo isso na prática.</p>
<h2>Dinâmica/metodologia</h2>
<p>Para dar aulas para um público tão específico, é preciso compreendê-los, antes de tudo. <em>Entender com quem você irá trabalhar é compreender o outro: como pensa, como enxerga as coisas, como vive, como se relaciona, quais são seus medos, seus anseios. Enfim, como se estabelece diante o mundo.</em> Se você realmente conseguir abrir o corpo e o coração para entendê-los, tudo ficará mais fácil. Intuitivamente, você passará a desenvolver uma oficina genuinamente voltada para a terceira idade. E isso acontece por um motivo: eles se vêem parte do processo, dentro do todo a ser construído. Ao se reconhecerem, se esforçam mais para permanecerem ali, e por isso o maior interesse, maior a participação, o ânimo com seu trabalho.</p>
<p>O ensino deve ser <strong>horizontal</strong>, permitindo a participação efetiva dos alunos na construção do saber – porque o conhecimento é inacabado, já diria Paulo Freire. O ensino horizontal é honesto, e toca não só aos alunos, bem como o professor também. Aliás, o professor-agente cultural deve ser o elo mais consciente da relação aluno-professor. O professor deve saber e adotar essa postura com os alunos, permitindo que o conhecimento caminhe por vias multidirecionais. O que isso significa? Permitir que o conhecimento não parta só de você mesmo, mas abrir espaço para outros alunos dedicados, que trazem material, outros temas, outros assuntos a ser desenvolvido em aula. Significa ouvir o que eles tem a dizer, deixar com que eles coloquem um pouco de si ali. É claro o tempo será um problema, sempre teremos tempo, cronograma, planejamento. O professor deve funcionar como um <strong>mediador</strong>, mas nunca como um opressor. Esqueçam o formato professor fala, aluno escuta. Esqueçam mesmo, não funciona, e nem é interessante para ambas as partes. Você ainda não sabe, mas irá aprender muitas coisas com eles, se você se permitir a isso. Esteja lá para aprender também!</p>
<p>Concluindo essa primeira idéia, é interessante haver participação efetiva dos alunos – estimular a participação na escolha dos temas, dos locais das aulas práticas, e assim por diante.</p>
<p>Outro ponto importante é: como apresentar este conteúdo. A terceira idade é uma geração que tem suas limitações, como as crianças no começo da aprendizagem. Eles precisam de carinho, atenção, paciência. Como a absorção desse conteúdo é mais lenta, utilizo muito da <strong>repetição</strong> das idéias, recursos audiovisuais e táteis. Vamos lá, vou explicar um por um:</p>
<p><em>A cada ideia concluída, repita de forma sucinta o tema abordado</em>. Posso apenas repetir o conteúdo, ou apresentar fotos, vídeos ou outros recursos que irão te ajudar nisso.</p>
<p><em>Utilize slides com texto e foto</em>. Textos curtos sobre o tema que está sendo visto, e fotos para exemplificar.</p>
<p><em>Utilize recursos audiovisuais.</em> O youtube tem vídeos excelentes, que podem ajudar muito na fixação do conteúdo. Na aula sobre pixel e tamanho de imagem, por exemplo, utilizo um vídeo muito legal que encontrei por lá. Esse vídeo mostra um grupo de fotógrafos que registraram uma panorâmica da cidade de Budapeste, com excelente qualidade de imagem e impressão. O vídeo mostra como tudo isso é feito: a panorâmica, as aproximações, o detalhe da imagem. Com isso, toda a teoria apresentada na aula se torna mais real, mais palpável.</p>
<p><iframe width="619" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/66J_tRuthWA?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Material impresso</em> contendo os temas desenvolvidos é uma boa alternativa também. Isso deixa os alunos mais tranqüilos, acabam com aquela ansiedade deles anotarem tudo. Faça esquema, utilize gráficos, letras grandes, linguagem fácil.</p>
<p><em>Seja criativo</em>, leve tudo que você tiver em casa para deixar a aula mais divertida. Nas aulas sobre luz, levo uma luminária e uma laranja para mostrar como a rotação da terra influencia na direção da luz. Leve fotos que você tiver em casa, faça com que eles revelem fotos e compartilhem com os colegas também. Lembre-se sempre de utilizar exemplos que incluam a realidade da terceira idade: um trecho de novela, uma fotografia que saiu no jornal, fotos de viagem. Enfim, sejam criativos.</p>
<p>Nem sempre você terá tempo de programar <em>aulas práticas</em>. Porém, nada impede de você fazer isso dentro da sala mesmo. Se você puder, peça uma sala bem iluminada com luz natural, com grandes janelas e portas.  Peça que eles façam exercícios práticos em casa também, e que tragam na próxima aula. Na faculdade em que ministro as aulas, há um jardim lindo que sempre usamos para nossas aulas práticas. Marque um encontro em outros locais, explore sua cidade. Eles adoram isso! E com certeza é a parte mais esperada do curso. Se você tiver tempo, marque estes encontros sempre – a cada três semanas de aula teórica, uma de prática em algum lugar assim.</p>
<p><em>Faça uma <strong>exposição </strong>dos trabalhos</em> dos alunos toda vez que finalizo um curso. É lindo ver todos se ajudando para tirar as melhores fotos, escolher, revelar. Dá trabalho, mas o resultado fica maravilhoso. É uma maneira de reconhecer todo o esforço que eles tiveram durante o curso, e mostrar isso para outras pessoas. É uma maneira interessante também de divulgar seu trabalho para a comunidade.</p>
<p><em>Disponibilize a classe em semicírculos</em>, que permitem maior autonomia do professor, além de permitir também que todos os alunos se vejam. Isso traz o aluno mais para a aula, permitindo a participação de todos.</p>
<p><em>Trabalhe com assistentes</em>. Os idosos precisam de uma atenção maior que outros grupos específicos. Trabalhando com assistentes, é possível um trabalho mais próximo, suprindo as dúvidas individualmente. Eles só aprendem quando você mostra os botões os quais eles devem apertar. Lembrando que essa tecnologia não é dessa geração, há dificuldades nesse aprendizado. É freqüente a repetição das ações, das idéias, das técnicas; dependendo da quantidade de alunos, se torna impossível um professor só fazer o passo a passo individualmente com todos.</p>
<p>Se você leu até aqui, é porque realmente se interessa no assunto e está disposto a trabalhar com este público. Trabalhar com a terceira idade é mágico, é muito gratificante. Só não se esqueça que eles são muito carinhosos, sensíveis, e criarão laços afetivos muito estreitos com você. Não os decepcione!</p>
<p>Espero que este artigo tenha ajudado vocês de alguma forma. Qualquer dúvida, não hesitem em me escrever. Que a sementinha seja plantada, regada, colhida e semeada. Grande abraço a todos, e até a próxima!</p>
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		<title>O ISO e o Ganho nas câmeras digitais</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 21:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[cameras digitais]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia digital]]></category>
		<category><![CDATA[iso]]></category>
		<category><![CDATA[luz]]></category>
		<category><![CDATA[sensibilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No tempo do filme havia uma verdade inabalável, quanto maiores fossem os grãos de prata colocados no filme, maior seria sua sensibilidade à luz e menor seria sua qualidade de imagem, a recíproca era verdadeira, quanto menores os grãos, menor a sensibilidade à luz, mas maior a qualidade de imagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No tempo do filme havia uma verdade inabalável, quanto maiores fossem os grãos de prata colocados no filme, maior seria sua sensibilidade à luz e menor seria sua qualidade de imagem, a recíproca era verdadeira, quanto menores os grãos, menor a sensibilidade à luz, mas maior a qualidade de imagem.</p>
<p>Isso é fácil de entender, um grão de prata pequeno é como um grafite fino para o desenhista, permite desenhar detalhes, já um grafite grosso ou o grão grosso da prata, não permite esse detalhamento. No entanto, é fácil perceber que um grão maior tem mais condições de reter luz do que um grão menor, daí o aumento da sensibilidade.</p>
<p>Como vocês podem ver a coisa era simples, grão grande, imagem granulada e facilidade com situações de pouca luz, eram os filmes de ISO 800, 1600 e 3200. Grão fino, imagem detalhada e sem grãos, mas pouca sensibilidade, eram os filmes de ISO 50, 100, 200.</p>
<p>Haviam truques de laboratório que permitiam usar um filme de ISO 400 e revelar de forma que ele funcionasse mais ou menos como um filme ISO 800 ou mais, era a puxada de filme. Hoje em dia pouca gente sequer sabe o que era isso, mas acreditem, existiu e era fácil de fazer. Uma concentração maior de um químico, ou deixar o químico agindo mais tempo sobre o filme já resolviam esse tipo de situação.</p>
<p>Nesse tempo, uma <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" target="_blank">câmera fotográfica</a>, uma filmadora como uma Super8, uma câmera de cinema Super35mm, todas trabalhavam da mesma forma, com filmes, e esses filmes tinham ISO (naquela época chamavam de ASA mas os valores eram os mesmos)</p>
<p>Hoje você pode apertar um botão, entrar em um menu e mudar lá a regulagem do ISO de 100 para 6400 de uma foto para outra sem problemas, com o filme você tinha que tirar um filme e colocar outro, agora não, aperta um botão.</p>
<p>Mas como é possível alterar a sensibilidade à luz se os pixels dentro da câmera são os mesmos? Se eles permanecem do mesmo tamanho, ficam no mesmo lugar e não recebem nenhum tratamento químico diferenciado, como é possível?</p>
<p>Na verdade o ISO de uma digital é fixo, e nem deveria chamar ISO. Ela tem uma determinada capacidade de absorver luz, que é convertida em um sinal elétrico, que é convertido em sinal digital, e teremos um arquivo com a imagem no final da linha, mas não estamos falando de ISO, de grãos de prata nem nada disso. Esse processo todo é feito de forma que o resultado final se assemelhe em luminosidade ao que existia em filme, daí a analogia com o ISO.</p>
<p>O uso do termo ISO para chamar a sensibilidade de câmeras fotográficas foi um erro dos fabricantes de câmeras. Isso foi feito para facilitar a vida de fotógrafos visto que eles estavam acostumados com filmes, mas é um erro.</p>
<p>No mundo do vídeo, lá nos anos 80, quando popularizaram as fitas VHS e Betamax, as câmeras de vídeo não tinham ISO, o vídeo virou digital, abandonou a película, as fitas são mídias digitais e naquela época entenderam que não havia paralelo entre filme e digital, em um meio digital o que havia era o sinal elétrico e o ganho.</p>
<p>As câmeras de vídeo, para aumentar a sensibilidade, tem um comando chamado ganho. O ganho é aplicado em decibel (dB), no caso +6dB equivale a aumentar 1 ponto no ISO, +12dB são 2 pontos e assim por diante. Existem valores intermediários, assim +3dB equivale a aumentar meio ponto de exposição.</p>
<p>Isso faz sentido pois o ganho é aplicado da mesma forma que o aumento do volume num equipamento de som: um amplificador de sinal. E o que foi colocado nas câmeras de vídeo é isso, um amplificador de sinal, daí pararam de usar o termo ISO e começaram a usar ganho.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-9285 colorbox-9284" title="Vernaglia Mongagua" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Vernaglia-Mongagua-7155w-619x300.jpg" alt="Vernaglia Mongagua 7155w 619x300 O ISO e o Ganho nas câmeras digitais" width="619" height="300" /></p>
<p>Aí vem a fotografia digital, anos depois e deveria ter feito o mesmo, usar o termo ganho, em dB, pois o aumento do ISO nas digitais é um aumento de sinal elétrico feito por um amplificador, a sensibilidade da câmera digital é fixa, só trabalhamos o sinal o amplificando, dando ganho ao sinal, mas os fabricantes decidiram que iriam continuar chamando de ISO e disso tudo nasce uma grande confusão.</p>
<p>Hoje acontece com alguma frequência que cinegrafistas comprem câmeras fotográficas que tem capacidade de gravar vídeos, e não entendam direito o que é ISO, visto que em filmadoras esse termo sumiu há anos. Também acontece de fotógrafos se interessarem por vídeo e ao adquirirem filmadoras ficam sem entender o que é o ganho.</p>
<p>É possível colocar uma câmera ao lado da outra, com uma determinada iluminação, e ir regulando tudo até as imagens baterem em termos de luminosidade, aí, estando com mesmas aberturas de diafragma (ou íris como é chamado no mundo do vídeo), mesmo tempo de obturador, poderá ser descoberto qual o ISO equivalente de uma câmera de vídeo quando comparada a uma câmera fotográfica e assim saber que +6dB irá dobrar essa sensibilidade, e assim por diante.</p>
<p>Outro ponto a mencionar é o ruído de imagem. Tendo clareza de que os pixels são de tamanho fixo dentro da câmera sabemos que o ISO ou a sensibilidade é fixa, o aumento de ISO ou de ganho, se dá por meios eletro-eletrônicos, e a qualidade desse processo determinará muito sobre a qualidade da imagem.</p>
<p>Um melhor processo eletro-eletrônico, além de melhores softwares internos para controlar todo o processamento e gravação dos arquivos determina mais a qualidade da imagem e menos ruído.</p>
<p>Hoje o processamento e a qualidade do trato dado ao sinal elétrico é mais importante do que o tamanho dos pixels e isso é provado por câmeras que tem cada vez mais megapixels, mas também tem menos ruído de imagem que suas gerações anteriores. Uma câmera atual na faixa dos 20 megapixels tem em ISO400 o ruído que uma câmera de 6 megapixels tinha em ISO100 há poucos anos, mesmo tendo pixels bem menores e em maior quantidade.</p>
<p>É por isso tudo que eu disse que era fácil no tempo do filme, hoje não temos como saber nada sobre toda essa engenharia aplicada sobre um sinal elétrico, como é esse processamento e o que a câmera faz dentro de si antes de gravar nossos arquivos.</p>
<p>No mundo da fotografia digital, nada é exatamente o que se imagina, nem o ISO.</p>
<p>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Iluminação Para Moda – Luz Dura e Luz Suave</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 16:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[beauty]]></category>
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		<category><![CDATA[sombrinha]]></category>

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		<description><![CDATA[O experiente fotografo Rogério Andrade fala um pouco neste artigo sobre iluminação de estúdio, mais especificamente sobre a iluminação para moda e beauty. Não perca!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos falar um pouco sobre <strong>iluminação de estúdio</strong>, mais especificamente sobre a <strong>iluminação</strong> para <strong>moda</strong> e <strong>beauty</strong>. Para esse tipo de trabalho o fotógrafo precisa ser muito criterioso e controlar uma enorme quantidade de elementos visuais. O fato que a através da forma como se ilumina uma cena, estabelecemos uma comunicação com o observador e a sua mensagem será transmitida pela forma como esses elementos são organizados.</p>
<p>Diversos efeitos podem ser criados, pelo próprio fotógrafo, para enfatizar certos aspectos necessários ou enfraquecer outros. Direção da luz, contraste, cor, entre outros elementos, devem ser previamente determinados para se garantir ao final o resultado desejado. Qualquer parâmetro que não seja devidamente percebido ou utilizado pelo profissional, poderá contribuir de forma indesejável naquilo que se pretende comunicar.<br />
<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

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		<title>10 motivos para (eu) querer uma Canon G1X</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 18:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de mais nada devo avisar que este artigo está cheio de termos técnicos que certamente serão fontes de dúvidas entre iniciantes na fotografia. Para ajudá-los, existem links no fórum, em caso de necessidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antes de mais nada devo avisar que este artigo está cheio de termos técnicos que certamente serão fontes de dúvidas entre iniciantes na fotografia. Para ajudá-los, existem <a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2051-Links-para-fot%C3%B3grafos-iniciantes-%28ou-nem-tanto%29" target="_blank">links no fórum, em caso de necessidade</a>.</em></p>
<h2>O que? Você tem uma DSLR e quer trocar por uma compacta?</h2>
<p dir="ltr">Não, ninguém falou em trocar. É apenas um acréscimo no acervo. Ou kit ou equipamentos, ferramentas, como queira chamar. Sei que tenho uma boa DSLR (uma Canon T2i) com um conjunto muito bom de objetivas que me atende perfeitamente (a quem queira saber: uma 17-55 2.8, uma 11-16 2.8 e uma 50 1.8), mas é fato que por vezes quero apenas fazer fotos casuais, sem ficar “gastando” minha DSLR (sim, toda DSLR tem vida útil (duração estimada <a target="_blank" href="http://www.olegkikin.com/shutterlife/sitemap.php">aqui</a>)1, e como não ganho bem ainda com fotografia e não me sinto à vontade dando fim ao meu obturador antes do tempo com fotos que não devem me dar retorno financeiro, quero uma compacta.</p>
<p>Mas não será uma compacta qualquer, evidentemente. Tanto pelo motivo de que já sou bastante exigente em termos de qualidade quanto pelo motivo de que sei que hoje em dias já existem várias compactas com nível bem interessante de qualidade, em termos de imagem, aberturas de diafragma e etc. Será, como já explicitei no título, uma <a href="http://www.fotografia-dg.com/powershot-g1x/" target="_blank"><strong>Canon G1X</strong></a>. O porquê, aliás, os porquês, já vou dizê-los.</p>
<h2 dir="ltr">1º motivo: Ela é pequena e leve.</h2>
<p dir="ltr">Não tenho maiores problemas com o tamanho da minha câmera, mas com o peso às vezes tenho. É bem chato ir, por exemplo a um local como o Vale do Catimbau e ficar com ela nas costas ou pendurada no ombro, mesmo que apenas com a 50mm (cinquentinha para os íntimos) e o flash acoplado em cima. Sem flash fica bem mais leve, mas ainda chato de ir segurando na mão, pois apesar de pouco mais pesada que uma G1X, sua anatomia não foi feita para carregar para lá e para cá sem parar várias vezes para ser levantada e usada &#8211; segurando-a sempre para baixo só força os dedos com o peso (exagero? faça a experiência de ficar um bom tempo andando com uma DSLR na mão).</p>
<p>Por isso também não pego uma câmera do tipo bridge (aquelas chamadas mais que erroneamente de semiprofissionais &#8211; nem é o equipamento que tem profissão e profissional pela metade não existe). Por esse motivo também não me arrisco a pegar uma câmera como uma NEX-5 da Sony com uma objetiva 18-55 um tanto desproporcional ao corpo.</p>
<p>OK, mas por que não pegar uma compacta tipo uma compacta mais simples/humilde?</p>
<h2>2º motivo: Controle.</h2>
<p>Fotógrafo que se preze procura ter um mínimo de controle ao clicar, seja num evento, num ensaio ou em cliques casuais. Se não procura, é o típico fotógrafo que reclama que sua câmera é ruim, que sua câmera “não é lá essas coisas” ou que “é muito difícil acertar nas fotos assim, de noite/de fogos/com a pessoa se mexendo/outro motivo”.</p>
<p>Não falo de ter modo totalmente manual (embora a G1X, assim como a <a href="http://www.fotografia-dg.com/canon-g12/" target="_blank">Canon G12</a> e outras compactas do tipo tenham), mas um mínimo de controle sempre é bastante melhor que clicar com uma point-and-shoot que só lhe deixa dar o zoom, e se quiser fazer algo mais “incrementado” como regular o EV tem que acessar o menu da câmera e achar onde está esse recurso &#8211; é claro que a grande maioria das pessoas se cansa antes de encontrar o que quer, se é que o encontra.</p>
<p>Tá, mas com uma bridge eu também teria controle, e um ótimo zoom, ou mesmo com uma micro quatro terços (ex: série G da Panasonic), ou uma compacta top da Nikon&#8230;</p>
<h2 dir="ltr">3º motivo: Ótimas aberturas de diafragma, sem precisar de objetiva fixa.</h2>
<p dir="ltr">Por mais populares que sejam as compactas da Sony, sejam as W que metade do Brasil usa (só perde para a TekPix &#8211; a mais vendida do Brasil! XP), uma NEX propagandeada pela Adriane Galisteu (que promete desfocar seus conceitos do que é ser profissional em 3 minutos), ou basicamente qualquer outra compacta do tipo fina-leve-e-feita-para-todo-mundo-usar, elas costumam sofrer de um problema crônico; aberturas de diafragma insuficientes para compensar a ausência de um bom flash externo, e assim obrigam o usuário (isso quando não fazem elas mesmas) a subir o ISO, o que num sensor típico de compactas tem geralmente efeitos desastrosos: definição vai para as cucuias e o ruído nas imagens fica muitas vezes grotescamente evidente.</p>
<p dir="ltr">Essa introdução toda foi basicamente só para dizer que quando não se tem muito sensor, uma resoluçào “espremida” e uma situação que em termos de luz não é lá muito favorável, ter ótimas aberturas de diafragma é uma ajuda e tanto, e nisso a G1X capricha: ela tem aberturas f/2.8-5.8. Não são melhores que as da G12, sua antecessora (que tem aberturas f/2.8-4.5), mas considerando que a “caçula” possibilita subir mais o ISO, ao contrário da maioria de suas concorrentes, isso é fabuloso!</p>
<p>E as outras compactas bem boas, tipo a <a href="http://www.fotografia-dg.com/coolpix-p7100-nikon/" target="_blank">Nikon P7100</a>, a Panasonic Lumix GF3 e etc, tão bem faladas?</p>
<h2 dir="ltr">4º motivo: Imagens melhores.</h2>
<p dir="ltr">Enquanto muitas câmeras processam as imagens para encher olhos de quem vai imprimir apenas fotos 10x15cm (vide série W da Sony, câmeras da Casio, GE e outras vendidas em lojinhas quase falidas de fotografia), a G1X não comete esse erro comum e péssimo para quem quer ter imagens nítidas sem artifícios enganadores.</p>
<p dir="ltr">Na verdade, apenas uma parte do motivo das imagens serem melhores na G1X é o processamento. Outra parte é o tamanho do sensor. No caso das NEX o sensor é APS-C, ou seja, segue proporções de sensores feitos para as DSLR básicas, o que como fato isolado é melhor que ter um sensor que apenas aproxima-se dessas proporções, como o da G1X (o sensor desta compacta da Canon é de 18.7 x 14mm, contra 23.5 x 15.6mm do de uma NEX-5N)2. Para terem uma ideia visual da diferença entre sensores APS-C, o sensor 1.5” da G1X e os das compactas mais comuns, vejam <a target="_blank" href="http://www.adorama.com/alc/article/First-Look-Canon-PowerShot-G1-X">esta página da Adorama</a>.</p>
<p dir="ltr">Porém como tamanho de sensor não é tudo, há também outro fator que influencia bastante: a densidade de pixels, ou seja, a relação pixels/tamanho do sensor &#8211; nisso o novo modelo da Canon ganha mesmo das celebradas NEX, com sua resolução honesta de 14 megapixels, o que, junto com o sensor com boas proporções, torna a densidade de pixels mais baixa, diminuindo o ruído nas imagens e entregando uma definição extra, o que é sempre bem vindo. E, a propósito, se tem dúvidas disso, é só examinar a diferença entre as imagens feitas em ISO 3200 com a G1X e feitas com uma Lumix GF3 ou uma Nikon P7100 no <a target="_blank" href="http://www.imaging-resource.com/IMCOMP/COMPS01.HTM">Comparometer</a>.</p>
<p>Note que numa câmera de densidade ainda menor como a X100 da Fuji as coisas ficam ainda um pouco melhores &#8211; mas aí tem um considerável preço extra a pagar.</p>
<h2 dir="ltr">5º motivo: Sapata hot-shoe.</h2>
<p dir="ltr">Outro bom motivo para não pegar uma compacta mais básica é a presença de encaixe para flash externo (dedicado), do tipo TTL, que dispara de acordo com a fotometria feita pela câmera.</p>
<p dir="ltr">É fato que poder usar um flash externo é bastante melhor que ter apenas um flash embutido de câmera, mesmo que este último possa ter sua carga de disparo ajustada para não transformar vivos em fantasmas e belos backgrounds em cenário de filme de terror, quase todo afundado em sombras.</p>
<p>Um flash externo permite ser virado pelo menos para cima e, se necessário, conectado a um cabo para ser disparado de ângulo fora do padrão (ou seja, não de cima da câmera). Flash embutido não faz nada disso (nem permite sequer um pequeno rebatedor).</p>
<h2 dir="ltr">6º motivo: Visor ótico sem acessório.</h2>
<p>Horrível ter que comprar um acessório que ou sai caro ou não é lá muito prático de achar e encomendar só para ter um visor ótico e economizar a bateria, usando menos o LCD da câmera. E ainda por cima ter o encaixe para flash externo tomado por este acessório!</p>
<h2>7º motivo: Monitor articulado.</h2>
<p>Hoje em dia não é tão incomum uma câmera que esteja “abaixo” das DSLR tenha um LCD que pode ser virado para pelo menos um sentido (quando não vários), principalmente devido às câmeras bridge, que entusiasmam cada vez mais os que adoram usar a câmera para produzir vídeos com baixo custo (embora costume ser mais interessante em termos de imagem gravar com DSLR ou filmadora dedicada). Mas entre câmeras pequenas e leves, isso não é algo tão disseminado, e ter um monitor assim é uma mão na roda na hora de clicar algo num ângulo mais inusual, ou apenas dar aquele autoclique com seu amigo(a) ou ídolo(a), ou namorado(a)&#8230;</p>
<h2>8º motivo: Bom zoom, sem trocar de lentes.</h2>
<p>Não são 20x de zoom, eu sei &#8211; e aliás, nem chega perto disso. Mas é um zoom bom. Quem já utilizou uma DSLR da Canon, por exemplo, e se deliciou com uma 24-105mm sabe do que estou falando. Embora de uns tempos para cá a noção entre amadores do que é um bom zoom tenha ficado distorcida por causa dos sucessivos lançamentos de câmeras com 20, 30x de zoom, há que se ter em mente que ter até o equivalente a 112mm sem trocar de lentes é o suficiente para a grande maioria das situações cotidianas dos fotógrafos amadores, e juntando a isso uma qualidade de imagem muito boa que permite, em certas circunstâncias, um corte para simular maior “aproximação”.</p>
<p>Uma compacta com objetivas intercambiáveis também poderia possibilitar um bom zoom com uma objetiva 18-200mm, mas quem estivesse portando a câmera ainda teria que lidar com o tamanho do equipamento, que não seria tanto menor que uma DSLR. Junte a isso o estabilizador, que nem sempre é presente, e na Canon G1X é, e temos mais um ponto para a Canon.</p>
<p>Menos fotos tremidas, pelo menos!</p>
<h2>9º motivo: É da Canon.</h2>
<p>Não é que simplesmente ser da Canon seja sinal de que é bom. É um indício, mas não prova definitiva, já que na prática não existe marca boa, e sim modelos bons, que podem ser de qualquer marca. Câmera é ferramenta, não faz sentido comprar uma pela “grife” dela: tem que analisar o custo-benefício e ter em mente suas necessidades &#8211; e o mesmo vale para seus acessórios.</p>
<p>No meu caso ser da Canon é um extra bacana porque minha câmera é da Canon, e um pequeno flash externo para a G1X poderia ser usado também na minha T2i / 550D. Outro usuário de DSLR Canon poderia apontar como vantagem ainda o fato de poder usar, para ambas câmeras, o <a title="O Workflow de Cada Um e um tal de DPP" href="http://www.fotografia-dg.com/o-workflow-de-cada-um-e-um-tal-de-dpp/" target="_blank">Digital Photo Professional (DPP)</a> da marca &#8211; mas aí já não é meu caso, já que utilizao o Adobe Lightroom para editar e gerenciar minhas imagens.</p>
<p>Tá, mas com essa pose toda de boa, não deve ser muito mais barata que uma DSLR básica ou uma outra compacta premium atual.</p>
<h2>10º e último motivo, mas não menos importante: Preço.</h2>
<p>De nada adianta ser uma maravilha de câmera e ter um preço proibitivo, bem mais caro do que vale ou o usuário pode pagar. No meu caso, acho o preço de US$ da G1X justo, e bem mais palatável do que os US$ 1200 de uma Fujifilm X100, outra compacta premium, ou os US$ 2000 de uma Leica X13. Uma DSLR básica como a Canon T3 / 1100D sai por US$ 550, com objetiva 18-55mm (mas aí tem-se menos zoom e menores aberturas).</p>
<p>Sei que isso é bem mais caro que muitas compactas por aí, mas convenhamos, com todas as vantagens que ela oferece e ainda as possibilidades de aprendizado, vale a pena.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Citei apenas 10 motivos, mas poderia ter citado mais. No entanto, pode ver outro motivos, além de alguns contras no <a target="_blank" href="http://www.fotografodigital.com.br/novidades/aq0-122-86-1-handson+canon+g1+x.html">hands-on da revista Digital Photographer</a>.</p>
<p>Assim sendo, tenham a certeza de que eu vou comprar uma, e quem estiver buscando uma câmera compacta com ótima qualidade e que possa servir de alternativa muito boa para a utilização de câmera DSLR em fotos que não necessitem de tal tipo de equipamento (e consequentemente, aquisição de objetivas, maior peso e etc) deve considerar seriamente este modelo pelo qual me apaixonei desde que soube de sua existência, e cada vez mais penso que esta é a compacta ideal para mim, e pode ser também para você (se tiver dúvida, consulte no <a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/">fórum Digital Foto</a> &#8211; será bem vindo!).</p>
<p>1 fonte: <a target="_blank" href="http://www.techtudo.com.br/platb/fotografia/2011/11/28/quanto-dura-uma-camera-digital">Julio Preuss &#8211; TechTudo</a><br />
2 fonte: revista Digital Photographer nº 17 (fev/2012)<br />
3 fonte: <a target="_blank" href="http://www.bhphotovideo.com/c/product/751784-REG/Fujifilm_16128244_Finepix_X100_12_MP.html/?BI=5176&amp;KBID=5915" target="_blank">loja B&amp;H</a></p>
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		<title>A fotografia documental espanhola está na UTI!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anna Carolina Negri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[espanha]]></category>
		<category><![CDATA[espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia documental]]></category>
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		<description><![CDATA[Há anos vemos semanalmente notícias sobre a crise econômica mundial que afetou, principalmente, os EUA e a Europa, porém, um dos países que está cada vez mais imerso nesse colapso financeiro é a terra das touradas, da paella, do flamenco. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há anos vemos semanalmente notícias sobre a crise econômica mundial que afetou, principalmente, os EUA e a Europa, porém, um dos países que está cada vez mais imerso nesse colapso financeiro é a terra das touradas, da paella, do flamenco. A Espanha. O que poucos sabem é que a crise não afetou apenas as grandes empresas, mas também o mundo cultural e, conseqüentemente, editorial. <strong>A fotografia documental espanhola está na UTI!</strong></p>
<p>O desejo de todo fotógrafo é fazer belos ensaios com lindas publicações em revistas, jornais e editoriais especializados, certo? Na Espanha não é diferente! Fotógrafos clássicos espanhóis como <em>Cristina García Rodero</em>, <em>Gervásio Sanchez</em> e <em>Txema Salvans</em> demonstram grandes ensaios realizados em seu país na última década e publicados por todo o mundo! Porém, nos últimos anos, pouco a pouco, as redações dos jornais foram cortando os editores de fotografia e obrigando seus fotógrafos a reportarem diretamente ao repórter/editor de texto das matérias que estavam realizando, fazendo com que, conseqüentemente, as reportagens especiais dos suplementos dominicais fossem perdendo espaço, perdendo importância! Sem contar a qualidade/relevância de suas histórias que, claro, também começou a ter seus dias contados&#8230;</p>
<p>Mas e agora? O que fazer com a fotografia documental espanhola? A saída encontrada pela grande maioria foi trabalhar para grandes empresas! Sim! Multinacionais e grandes corporações que procuram por artistas que ‘ilustrem’ seus anuários, que proporcionam todos os anos apoio financeiro à projetos culturais, a exposições e confecções de livros e distribuição dos mesmos. Mas será que são tantas assim as empresas que estimulam à fotografia na Espanha? Não&#8230; É aí que entra a enorme competição entre convocatórias de todo o país e começam a crescer os projetos dos coletivos fotográficos que trabalham incessantemente com inscrições de projetos em programas do governo e de grandes empresas.</p>
<p>Hoje, os coletivos fotográficos espanhóis que mais se destacam são o ‘No Photo’, ‘Piel de foto’, ‘Blank Paper’ e ‘Tierra de Ningu’. Juan Valbuena é um dos fotógrafos do coletivo ‘No Photo’ e um grande ‘caça projetos’ do país! Ela encontrou aí a saída de continuar fazendo o que ama, vivendo financeiramente com isso e sem depender da imprensa espanhola. Juan inscreve anualmente projetos individuais ou com companheiros do coletivo e acredita que essa é a única maneira de manter-se na fotografia documental espanhola. Há aqueles que são um pouco mais radicais e crêem que não adianta mais tentar ganhar a vida no país que nasceram e ‘vêem luz’ apenas no exterior. Esses se encaixam perfeitamente no novo perfil de documentaristas, que passam a maior parte de seu tempo laboral inscrevendo projetos em concursos de todo a Europa buscando reconhecimentos em outras terras.</p>
<p>Pois é&#8230; O mundo da arte mergulhou com a crise. Será que mesmo com o principal prêmio de fotojornalismo mundial, o World Press Photo, tendo sido dado ao fotógrafo espanhol <em>Samuel Aranda</em> as coisas seguirão iguais pelas terras da castanhola? Infelizmente, parece que sim&#8230;</p>
<p>Veja alguns trabalhos dos fotógrafos citados acima:</p>
<h6><img class="aligncenter colorbox-9238" title="Cristina Garcia Rodero" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Cristina-Garcia-Rodero_El-alma-dormida-Nuestra-Senhora-de-los-Mil-619x408.jpg" alt="Cristina Garcia Rodero El alma dormida Nuestra Senhora de los Mil 619x408 A fotografia documental espanhola está na UTI!" width="619" height="408" /></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Cristina Garcia Rodero</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9242 colorbox-9238" title="Txema Salvan - Baseado en hechos reales" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Txema-Salvan_Baseado-en-hechos-reales-619x412.jpg" alt="Txema Salvan Baseado en hechos reales 619x412 A fotografia documental espanhola está na UTI!" width="619" height="412" /></h6>
<h6 style="text-align: center;">Txema Salvans</h6>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9240 colorbox-9238" title="Gervasio Sanchez" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Gervasio-Sanchez-619x412.jpg" alt="Gervasio Sanchez 619x412 A fotografia documental espanhola está na UTI!" width="619" height="412" /></h6>
<h6 style="text-align: center;">Gervasio Sanchez</h6>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9241 colorbox-9238" title="Juntos / Together" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/juan-valbuena-619x619.jpg" alt="juan valbuena 619x619 A fotografia documental espanhola está na UTI!" width="619" height="619" /></h6>
<h6 style="text-align: center;">Juan Valbuena (Coletivo No Photo)</h6>
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		<title>Descobrindo a Terceira Idade – Parte 2 de 4 &#8211; A função social da fotografia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[função social]]></category>
		<category><![CDATA[função social da fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[história da fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[parte 2]]></category>
		<category><![CDATA[Post Pic Descobrindo a Terceira Idade]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[No segundo artigo dessa série, apresento à vocês algumas reflexões em torno da função social da fotografia, retomando a potencialidade dessa arte na terceira idade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo artigo dessa série, apresento à vocês algumas reflexões em torno da função social da fotografia, retomando a potencialidade dessa arte na terceira idade. Hoje vou falar sobre como começar um projeto. Desde idéias, público alvo, onde encontrar apoio. Enfim, um passo a passo para você que tem muita vontade de compartilhar e não sabe por onde começar.</p>
<blockquote><p>Para quem não leu a primeira parte da série recomendo que leia antes de prosseguir.</p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="../descobrindo-a-terceira-idade/" rel="bookmark">Descobrindo a Terceira Idade – Parte 1 de 4</a></li>
</ul>
</blockquote>
<h2>Conheça o outro</h2>
<p>A primeira coisa a se pensar é: o que é função social? É pensar em como nós, cidadãos, podemos contribuir com o bem estar do outro. Nós pouco pensamos sobre isso, e pouco exercemos interferências na vida do próximo por um motivo simples: não sabemos ao menos quem eles são. Nos fechamos em nosso próprio mundo, e nos abrimos somente para nossos amigos e família. O outro é desconhecido, não sabemos quem são e do que precisam. Ao se pensar em desenvolver projetos com grupos específicos, saia do seu <em>estado de conforto</em> e <em>perceba o outro</em>.</p>
<h2>Admire o outro</h2>
<p>Perceber o outro não basta. É necessário que você admire e goste daquele público com o qual você pensa em trabalhar, para que qualquer idéia seja desenvolvida com <em>verdade e amor.</em> Se você não for sincero em suas escolhas, pare de ler aqui esse artigo. Você trabalhará com pessoas, se envolverá com elas e desenvolverá um laço emocional de extrema responsabilidade. Como lecionar para crianças se você não tem paciência? Como trabalhar com um projeto itinerante se você é avesso as intempéries de uma viagem? Ao começar um trabalho com um grupo específico, laços afetivos sem precedentes irão se formar. Acabar com tudo isso, de uma hora para outra só porque você descobriu que “não era bem isso que eu estava procurando”, não é a melhor postura a ser tomada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9203 colorbox-9202" title="foto_catadores_Vik_Muniz" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/foto_catadores_Vik_Muniz-450x297.jpg" alt="foto catadores Vik Muniz 450x297 Descobrindo a Terceira Idade – Parte 2 de 4   A função social da fotografia" width="450" height="297" /></p>
<h2>Procure órgãos de apoio</h2>
<p>Começar um projeto sozinho, do zero, é bem difícil. Para isso, existem as Secretarias de Cultura de cada município, para viabilizar essa comunicação. Lá, eles sabem de todos os centros culturais da cidade, ONGs, projetos autônomos.</p>
<p>A primeira coisa a se fazer é: marque uma reunião com o <strong>secretário de cultura</strong> do seu município. Converse sobre suas idéias, seu projeto, público alvo, viabilidade. Ele saberá melhor do que qualquer um sobre todas essas questões.</p>
<p>Visite outros centros culturais, instituições de ensino, universidades. Para quem mora no estado de São Paulo, um site legal para ser visitado é o <a target="_blank" href="http://www.oficinasculturais.com.br/">www.oficinasculturais.com.br</a>. Nesse site é possível contatar as oficinas culturais de cada região.</p>
<p>Há também a <strong>iniciativa privada</strong>, que adota e financia vários projetos sociais para desenvolver a “Responsabilidade Social” exigida por alguns estatutos. Verifique junto a Secretaria de Cultura quais empresas trabalham diante essa perspectiva. No meu caso, tive a sorte de encontrar um projeto já desenvolvido para o público que procurava.</p>
<p>Fora das vias comuns, há também as iniciativas que partem de grupos autônomos. É o caso do <strong>Fora do Eixo</strong>, gestores culturais independentes que trabalham em prol do desenvolvimento de todas as linguagens artísticas. Existe no Brasil inteiro e dá um super apoio para quem tem muita vontade de colocar a cultura livre para rodar: <a target="_blank" href="http://www.foradoeixo.org.br/" target="_blank">www.foradoeixo.org.br</a>.</p>
<h2>Conheça outros projetos: se inspire</h2>
<p>Na rede, é possível conhecer e contatar inúmeros projetos:<a target="_blank" href="http://www.clickinghearts.org/" target="_blank"> Fotografia para crianças carentes (MG)</a></p>
<p>Laboratório fotográfico itinerante que trabalha com os conceitos da câmera invertida, usando a técnica “pin-hole”, levando a fotografia para bairros carentes de todo o Brasil;<a target="_blank" href="http://www.cidadeinvertida.com.br/" target="_blank"> www.cidadeinvertida.com.br</a></p>
<p>Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB), que inclusive acabou de abrir inscrição para programa de capacitação em projetos culturais. Vale a pena dar uma conferida em todo o site!<a target="_blank" href="http://rpcfb.com.br/2012/02/inscricoes-abertas-para-programa-de-capacitacao-em-projetos-culturais/"> http://rpcfb.com.br/2012/02/inscricoes-abertas-para-programa-de-capacitacao-em-projetos-culturais/</a></p>
<p>Há vários documentários sobre o assunto, que podem ajudar no amadurecimento das idéias:</p>
<p><em>Nascidos em Bordéis </em>(2004)<em> </em>é um documentário produzido em Calcutá, Índia. O filme descreve a trajetória de uma fotógrafa americana, que passa a ensinar fotografia para crianças filhas de prostitutas. As crianças, vivendo em condições de extrema pobreza, sem acesso à escola, muitas vezes partiam para a mesma profissão das mães. O resultado do filme: Oscar. O resultado do projeto: crianças na escola. Vale muito à pena conferir&#8230;</p>
<p><em>Só amor </em>(2001) é um documentário sobre o mestre Henri Cartier-Bresson. O doc tem a intenção de falar sobre vida, obra e projetos desse grande nome do fotojornalismo. Mas a primeira parte do filme que me interessa aqui: os 20 primeiros minutos do documentário falam sobre o projeto social que o fotógrafo desenvolveu com presidiários de Fleury-Merógis, França.</p>
<p><em>Lixo Extraordinário </em>(2010) é um doc sobre vida e obra do artista plástico brasileiro Vik Muniz. Reconhecido internacionalmente, Vik se propõe a sair dos EUA para desenvolver um projeto com catadores do maior aterro sanitário da América Latina, localizado no Jardim Gramacho, RJ. Para quem conhece o trabalho de Vik, sabe que o mesmo trabalha reproduzindo e fotografando imagens feitas com lixo. Inserindo o catador nessa temática, transgride as barreiras geográficas e leva o trabalho realizado para ser vendido em leilões internacionais. Todo o dinheiro levantado com a venda das obras foi destinado à associação dos catadores. “Porque 99 não é 100”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9204 colorbox-9202" title="Nascidos em Bordeis - Foto tirada por outra criança" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Nascidos-em-Bordeis-Foto-tirada-por-outra-criança.jpg" alt="Nascidos em Bordeis Foto tirada por outra criança Descobrindo a Terceira Idade – Parte 2 de 4   A função social da fotografia" width="500" height="333" /></p>
<h2>Seja um voluntário</h2>
<p>Projetos sociais nem sempre contam com financiamento. Se você desenvolve projetos já pensando nisso, esqueça. Na maioria dos casos, os projetos são direcionados a um público de baixa renda, que dependem essencialmente de voluntários. E não vejo isso como um problema, mas como uma maneira excelente de começar. É claro que ser voluntário envolve muito interesse, responsabilidade, comprometimento. Mas ser voluntário também implica em uma experimentação: podemos trabalhar de uma maneira mais livre, mais aberta, experimentando novas formas de passar o conhecimento. O voluntariado também permite também o desenvolvimento de técnicas, de material, didática. Além de tudo isso, a recompensa vem de outras formas: um sorriso, um olhar sincero de agradecimento, uma flor. Saber das espécies de pássaros que povoam a cidade, do nome de árvores e flores, dos anseios da idade quando se perde alguém querido. Essa troca de experiência não tem preço&#8230;</p>
<h2>Projetos que abrem portas</h2>
<p>Penso no poder do bem. Fazer o bem é fazer o bem em casa, no trânsito, no supermercado. Antes de mudar a vida de quem vive tão longe, mude primeiro a sua, e a das pessoas que vivem com você todos os dias. Projetos desenvolvidos com carinho abrem muitas, <em>muitas </em>portas. Acredite!</p>
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		<title>Fotografia Infantil – A essência de uma boa foto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Camargos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[boa foto]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta minha curta jornada na fotografia infantil, aprendi algumas lições que compartilho com vocês, e que tem me ajudado a conquistar uma boa posição no mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A especialização em <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-infantil/" target="_blank">fotografia infantil</a></strong>, tem me trazido grandes conquistas em um curto espaço de tempo, dentro do mercado profissional da fotografia. Hoje em dia, vemos quantos fotógrafos apareceram repentinamente no mercado. Desde os auto ditadas até aqueles que se dedicaram a cursos profissionais avançados. E acredito eu, que em breve o mercado irá se auto regular e somente aqueles com algum diferencial irão se manter neste mercado que é muito concorrido!</p>
<p>Quando decidi fotografar crianças, o que mais me chamou a atenção era a possibilidade de imortalizar (eternizar) a pureza de suas almas e a genuinidade de suas ações frente a qualquer situação. As crianças por si só são verdadeiras, sinceras e puras&#8230; e nós adultos temos muito o que aprender com elas.</p>
<p>Muito bem, depois de decidir trabalhar com as crianças, percebi que o mercado estava carente de profissionais que focassem única e exclusivamente este nicho do mercado – a fotografia infantil. E neste momento, percebi a grande oportunidade que eu tinha em mãos, de construir uma carreira focada e objetiva.</p>
<p>Nesta minha curta jornada na fotografia infantil, aprendi algumas lições que compartilho com vocês, e que tem me ajudado a conquistar uma boa posição no mercado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9173 colorbox-9172" title="Mari Camargos Fotografia Infantil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Mari-Camargos-Fotografia-Infantil.jpg" alt="Mari Camargos Fotografia Infantil Fotografia Infantil – A essência de uma boa foto" width="619" height="413" /></p>
<h2>A primeira delas é o foco</h2>
<p>Foco por quê, quando a gente é novo no mercado e queremos mostrar nosso trabalho, vai aparecer de tudo um pouco e muitas vezes para não perder a oportunidade, queremos aceitar qualquer tipo de trabalho em qualquer condição para mostrar como somos “pau pra toda obra”. A partir do momento que me especializei em <a target="_blank" href="http://www.maricamargos.com.br" target="_blank">FOTOGRAFIA INFANTIL</a> foquei todo meu trabalho e divulgação nisso, para me trazer mais clientes deste nicho. Aprender a dizer não para trabalhos que não condizem com a minha proposta foi o primeiro passo para me posicionar. Ser firme em meus objetivos e agir de forma que conquiste o público que quer atingir é essencial.</p>
<h2>Coerência entre Preço x Produto</h2>
<p>Você sabe o tanto que você batalhou para ingressar neste mercado. Estudos, investimentos altíssimos nos melhores equipamentos, horas na frente do computador em tratamento de imagens, pesquisas e tudo que envolve um novo negócio. Sim, você deve encarar isto como seu negócio! Por isso, na hora de definir seu preço, por mais que as pessoas considerem que você é iniciante e deve cobrar baratinho para poder pegar qualquer trabalho, seja coerente com o produto que você entrega. Não cobre menos do que você é capaz de produzir e nem mais do que pode entregar! Não aumente a sua responsabilidade se você não se sente seguro, mas também não faça leilão cobrindo a oferta do concorrente só pra pegar o trabalho. Seja coerente, construa uma carteira de cliente com base no seu trabalho, e no seu produto. Mostre o valor dele e não  fique inseguro se você mandou 10 orçamentos mas fechou apenas 1 ! Aquele 1 que fechou com você é o mais importante, porque escolheu você para fotografar um momento importante da vida dele.</p>
<h2>Registre o que seu coração sente e não somente o que os olhos vêem</h2>
<p>Acho que esta lição foi das mais importantes.. Um bom fotógrafo leva consigo a sensibilidade. Sensibilidade esta para registrar além do que os olhos vêem. Registrar o momento de uma família se iniciando na gestação, com o bebê na barriga, o nascimento deste filho, o primeiro dentinho, os primeiros passinhos, palminhas batendo, irmãos brincando&#8230; Tudo o que acontece no íntimo destas famílias, elas abrem para você, com toda a confiança e expectativas para você registrar o que elas vivem de melhor : o AMOR.</p>
<p>Por isso eu acredito que quanto mais cercados de bons sentimentos, boas energias e boas companhias, nós fotógrafos infantis estivermos,  mais teremos a capacidade de ver o melhor das pessoas e isso será captado e demonstrado de forma natural em nosso trabalho.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9174 colorbox-9172" title="Fotografia Infantil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/Fotografia-Infantil.jpg" alt="Fotografia Infantil Fotografia Infantil – A essência de uma boa foto" width="619" height="460" /></p>
<h2>Entregue-se para a criança</h2>
<p>Sente no chão, deite na grama, faça uma manobra “radical” e FOTOGRAFE! Crianças devem ser fotografas de perto, na altura de seus olhos, na linha de seu sorriso. Elas irão  ‘conversar” com você (mesmo os bebezinhos!) se você estiver na mesma linha que elas, e não quando tudo que elas podem é ver são seus joelhos (enrugados!) e suas canelas finas!</p>
<h2>Sintonize-se com os pais</h2>
<p>Afinal de contas, você estará entrando na casa da família, no quarto deles e dos bebês e isso é uma relação de extrema intimidade! Apresente-se antes da sessão, marque um café, vá até eles, conheça o ambiente, o quartinho, pergunte que música gostam de ouvir, quais passeios gostam de fazer. A intimidade é fundamental para que você tenha espontaneidade na hora de fotografar.</p>
<p>Quando li esta frase logo me identifiquei: “Não existe segredo na fotografia de pessoas, exceto a intimidade “ (Willian Allard)</p>
<p>Para vocês conhecerem um pouquinho da minha carreira, visitem o meu blog em <a>www.maricamargos.com.br</a></p>
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		<title>#DicaDG: todas as dicas de janeiro</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/dicadg-todas-as-dicas-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[#DicaDG]]></category>
		<category><![CDATA[dicas diárias]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo do ano vocês souberam do novo projeto do Fotografia DG, o #DicaDG, que pretende levar aos fotógrafos dicas diárias sobre técnicas, iluminação, mercado, equipamentos e tudo que envolve o mundo da fotografia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No começo do ano vocês souberam do novo projeto do Fotografia DG, o <a title="#DicaDG:  todo dia uma dica para você!" href="http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-dicadg/" target="_blank">#DicaDG</a>, que pretende levar aos fotógrafos dicas diárias sobre técnicas, iluminação, mercado, equipamentos e tudo que envolve o mundo da fotografia.</p>
<p>O projeto já está sendo um sucesso, sendo que para os leitores que tem acompanhado as dicas, e que as tem retransmitido através do Twitter, <a title="#DicaDG premiada: Vá ao @weddingbrasil na faixa" href="http://www.fotografia-dg.com/dicadg-premiada-weddingbrasil-na-faixa/" target="_blank">o Fotografia-DG já sorteou duas credenciais para o Wedding Brasil</a> e irá continuar ao longo de todo ano sorteando prêmios para aqueles que fazem estas importantes dicas chegarem ao maior número possível de fotógrafos amadores e profissionais.</p>
<p>Para quem ainda não conhece o projeto, vale a pena seguir os autores: <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/diogoframos" target="_blank">@diogoframos</a> e <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a>, além é claro do próprio perfil do <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>, e acompanhar diariamente as dicas postadas.</p>
<p>E para quem perdeu alguma dica do mês de janeiro, em baixo estão todas as #DicaDG que foram partilhadas durante o mês. Espero que gostem e que possam divulgar no vosso twitter e facebook!</p>
<h2>#DicaDG de janeiro</h2>
<p>Dia 1 &#8211; #DicaDG: se você não fotografa eventos, com o $ de uma 24-70 f2.8 poderá comprar 24 f2.8 + 35mm f2 + 50mm f1.4 e sobra.</p>
<p>Dia 2 &#8211; #DicaDG : está fotografando algo sob o sol? sol aberto? entre 9:00 e 16:00? Use abertura f16, tempo 1/100, ISO 100 &#8211; Sunny16</p>
<p>Dia 3 &#8211; #DicaDG : aprenda a iluminar olhando a luz, qual é a luz da janela, da porta, da luminária, depois é copiar isso com flashes</p>
<p>Dia 4 – #DicaDG : Luz de led x Flash Remoto: luz de led você pode prever o efeito, porém são menos potentes que os flashs remotos.</p>
<p>Dia 5 &#8211; #DicaDG : o bom curso de fotografia é o que ensina a pensar a lógica da luz, mais do que dar truques prontos.</p>
<p>Dia 6 &#8211; #DicaDG: lente zoom tem de bom a praticidade. Lentes fixas tem todo o resto de bom: foco, bokeh, nitidez, contraste.</p>
<p>Dia 7 &#8211; #DicaDG : se você não conseguir fazer uma boa foto dentro de um banheiro ou cozinha, você ainda não é um bom fotógrafo.</p>
<p>Dia 8 – #DicaDG : Evite fotografar mulheres com os quadris de frente para a câmera, isso faz o corpo parecer mais largo</p>
<p>Dia 9 &#8211; #DicaDG : se você tem algum dinheiro e pensa em investir em uma nova câmera, flash ou lente, invista em cursos e livros.</p>
<p>Dia 10 &#8211; #DicaDG : você só rebate o flash se tiver onde rebater &#8211; algo claro e próximo. Teto alto, escuro ou sem teto? Use flash direto.</p>
<p>Dia 11 &#8211; #DicaDG : em quantidade de luz, f22 com 30 segundos com ISO100 = f2.8 com 1/15s com ISO800. Entre outras combinações.</p>
<p>Dia 12 &#8211; #DicaDG : quer fazer fotos noturnas com farois de carros riscando a foto? Abertura f22, 30 segundos de exposição, ISO 100</p>
<p>Dia 13 &#8211; #DicaDG : visite regularmente o<a target="_blank" href="../"> www.fotografia-dg.com</a> e assine a newsletter para estar sempre em dia com as novidades.</p>
<p>Dia 14 &#8211; #DicaDG : em fotografia nada é o que parece, a sombra da árvore pode ser feita com uma cartolina e um banheiro ser clicado na sala</p>
<p>Dia 15 &#8211; #DicaDG : Fotômetro “de mão” (Flashmeter) calcula a luz incidente, fotômetro da câmera (embutido) calcula luz refletida.</p>
<p>Dia 16 &#8211; #DicaDG : a evolução na fotografia é proporcional ao volume de esforço aplicado aos treinos e estudos. No pain, no gain. =^)</p>
<p>Dia 17 &#8211; #DicaDG : quer um bom livro de história da arte? Chama-se História da Arte, e o autor é o Ernst Gombrich.</p>
<p>Dia 18 &#8211; #DicaDG : ilumine do fundo para a frente, é como na pintura, então ilumine o fundo, depois o primeiro plano.</p>
<p>Dia 19 &#8211; #DicaDG : dica curta, rápida e mais que necessária: faça backup diariamente</p>
<p>Dia 20 &#8211; #DicaDG : photoshop deve ser visto como ferramenta de ajuste e melhoria, não de correção</p>
<p>Dia 21 &#8211;  #DicaDG : Uma boa luz pode ser avaliada pela sua cor, contraste, direção e volume.</p>
<p>Dia 22 &#8211; #DicaDG : a compensação de exposição do flash é a forma de controlar a força de disparo do flash quando em TTL.</p>
<p>Dia 23 &#8211; #DicaDG : visite regularmente a loja do Fotografia DG, sempre itens novos por lá -<a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/"> http://loja.fotografia-dg.com/</a></p>
<p>Dia 24 &#8211; #DicaDG : Na iluminação “borboleta” posicione a luz principal em frente ao rosto do modelo e acima do nível dos olhos.</p>
<p>Dia 25 &#8211; #DicaDG : A iluminação do tipo “borboleta” disfarça um nariz grande, duplo queixo ou um rosto muito magro.</p>
<p>Dia 26 &#8211; #DicaDG : flash direto gera sombras atrás da pessoa fotografada, flash rebatido gera uma luz mais suave.</p>
<p>Dia 27 &#8211; #DicaDG : o uso de lentes claras, com aberturas como f2.8 ou maiores, torna mais fácil a focagem.</p>
<p>Dia 28 &#8211; #DicaDG : Na iluminação do tipo Rembrandt posicione a luz a 45º entre a câmera e o modelo e a 45º acima do nível dos olhos.</p>
<p>Dia 29 &#8211; #DicaDG : Na iluminação Rembrandt, se você fotografar o lado da sombra o rosto parecerá mais magro.</p>
<p>Dia 30 &#8211; #DicaDG : em retratos, procure usar o ambiente da pessoa para dar significado à foto.</p>
<p>Dia 31 &#8211; #DicaDG : para ter fotos com grande profundidade de campo use diafragmas bem fechados como f16 e f22.</p>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/02/DicaDG.pdf" target="_blank">Download de todas as dicas do mês de janeiro!</a></p>
<p>Continue acompanhando e compartilhando!</p>
<p>Um abraço!</p>
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		<title>Descobrindo a Terceira Idade – Parte 1 de 4</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 20:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[como lecionar]]></category>
		<category><![CDATA[ensinar fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[lecionar]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira Idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse primeiro artigo – de uma série de quatro, vou contar um pouco sobre como descobri essa paixão por lecionar e como compartilhar o conhecimento nessa faixa etária pouco percebida no cenário político e educacional atual pode fazer a diferença.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos! Meu nome é Paula, tenho 22 anos, sou natural de Goiânia, mas vivo há quatro em Bauru, interior de São Paulo.  Mudar de cidade nem sempre é agradável. Ficar longe de casa, dos mimos dos pais, da comidinha da avó – e seu frango com pequi feito com primor, do carinho dos irmãos e sobrinhos. Ficar longe de casa significa muita coisa: é o tempo de crescer, de evoluir como pessoa, de traçar seus próprios caminhos. E é mais ou menos isso que vou contar aqui para vocês hoje, e como essa busca pela minha verdade resultou em um dos projetos que eu mais gosto de desenvolver atualmente.</p>
<p>Nesse primeiro artigo – de uma série de quatro, vou contar um pouco sobre como descobri essa paixão por lecionar e como compartilhar o conhecimento nessa faixa etária pouco percebida no cenário político e educacional atual pode fazer a diferença.</p>
<p>Desde adolescente, sempre me interessei por tecnologias, internet, câmeras. Lembro-me da internet discada, e das peripécias que eu fazia para me conectar à rede. Com a popularização das câmeras compactas, foi possível à minha família adquirir a primeira Cybershot. E foi a partir daí que eu entendi como eu poderia compartilhar experiências, momentos e olhares com os outros. Pude capturar um devaneio, um detalhe, os entes queridos, expressões. Enfim, foi um amor intenso e irreversível por aquele equipamento que parecia falar a mesma língua que eu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9098 colorbox-9096" title="Terceira Idade" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Terceira-Idade.jpg" alt="Terceira Idade Descobrindo a Terceira Idade – Parte 1 de 4" width="619" height="439" /></p>
<p>A partir daí, a fotografia não saiu mais da minha vida. E é aí que a gente começa a falar sobre terceira idade, e como essa sensibilidade me ajudou a lecionar para os de mais idade. Eu tenho uma paixão na minha vida que se chama Maria Alice. Com seus 69 anos, ela já casou, já viuvou, criou 7 filhos e conheceu 11 netos. Dotes culinários herdados da família, tem passado de geração para geração os segredos da maciez da carne de segunda, do cheiro do feijão que atravessa a rua, e da suculência do macarrão. A avó Alice me ensinou a gostar de leite de saquinho, de pão colhido diariamente da padaria, da cebola e do alho para o tempero da comida, do amor e do carinho para o tempero da vida. E com a avó distante 800 longos km, resolvi tomar emprestado a avó dos outros: uni fotografia e terceira idade, e desenvolvi um curso específico para essa geração tão rica, sensível e experiente.</p>
<p>Aqui em Bauru, há uma Universidade particular que desenvolve projetos incríveis com a Terceira Idade da região. Dança, música, poesia, literatura, teatro, línguas, artesanato, pintura&#8230; menos fotografia. E foi aí, percebendo a potencialidade dessa arte e a necessidade de os idosos aprenderem a lidar com essa tecnologia, que me veio à cabeça: “e se&#8230;”. E se fosse diferente? E se os velhinhos chegassem em casa ensinando os filhos a manipular a câmera, ensinando para o que servia cada botãozinho? Seria incrível. E assim foi.</p>
<p>Perceber a potencialidade dessa geração, perceber que é possível, sim, passar esse conhecimento de uma maneira muito simples: com muito carinho, amor e paciência. Os filhos não têm tempo, muitas vezes moram em bairros mais afastados, cuidando de seu trabalho, filhos e famílias. Nem sempre têm paciência e didática para ensinar em que botão eles poderiam desligar o flash. Muitas vezes, o companheiro ou companheira já se foram, e o que resta são os medos, os conflitos, os anseios da idade. Estes grupos destinados à terceira idade cumprem um papel fundamental na nossa sociedade: reintegrar, acolher e cuidar desse idoso. E é lá que eles se unem para passear. Fazem novos amigos, conhecem novos lugares. Saem de casa&#8230; isso é o mais importante. Saem do silêncio apertado e da solidão que os oprime para se permitirem a novas experiências.</p>
<p>E isso não significa subestimar a capacidade do idoso, deixando de abordar algum assunto mais complexo por conta das limitações da idade. É claro que a idade determina a metodologia usada, como apresentar um conteúdo, com quais exemplos irei trabalhar. Mas nunca deixei de abordar temas que considero interessantes somente por  esse motivo – falo até de proporção áurea durante a aula sobre composição, para explicar de onde vem a “regra dos terços”. Mas como? Aí é que está: pensando como eles!</p>
<p>Como este é meu primeiro texto no site, minha intenção com esse artigo foi me apresentar e falar um pouquinho sobre mim e o trabalho que desenvolvo com a terceira idade. Para quem quiser se aprofundar no assunto, me acompanhe nos próximos três artigos. Vocês terão dicas de como escrever projetos culturais, como trabalhar metodologia nessa idade e sobre como o voluntariado pode abrir muitos caminhos.</p>
<p>Grande abraço a todos!</p>
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		<title>As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fellipe Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós-Produção]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[As mudanças do Lightroom 4]]></category>
		<category><![CDATA[Blurb]]></category>
		<category><![CDATA[edição de vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[função Soft Proof]]></category>
		<category><![CDATA[geotagging]]></category>
		<category><![CDATA[lightroom]]></category>
		<category><![CDATA[lightroom 4]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[lr]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Revelação]]></category>
		<category><![CDATA[Soft Proof]]></category>

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		<description><![CDATA[Além do novo processo para ajuste de imagens, o Lightroom 4 coloca no módulo Revelação a função Soft Proof. Esta funcionalidade  veio ao encontro da necessidades de impressores e fotógrafos que utilizam seus serviços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do <a href="http://www.fotografia-dg.com/as-mudancas-do-lightroom-4/" target="_blank">novo processo para ajuste de imagens</a>, o <strong>Lightroom 4</strong> coloca no módulo Revelação a função <strong>Soft Proof</strong>. Esta funcionalidade  veio ao encontro da necessidades de impressores e fotógrafos que utilizam seus serviços. Usando um perfil de cor ICC, o Lightroom simula o resultado do trabalho de impressão em tela.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9081 colorbox-9080" title="Soft Proof" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Soft-Proof-619x349.png" alt="Soft Proof 619x349 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="619" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9082 colorbox-9080" title="Soft Proof 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Soft-Proof-2-619x352.png" alt="Soft Proof 2 619x352 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="619" height="352" /></p>
<p>O Lightroom 4 também passa a suportar a <strong>edição de vídeos</strong>. Embora essa funcionalidade seja muito bem-vinda, ainda não é possível substituir um programa específico para esta finalidade.</p>
<p>A primeira novidade em relação aos vídeos é que podemos executá-los diretamente do Lightroom, sem a necessidade de abrir outro player para isto:</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-9083 colorbox-9080" title="O Lightroom 4 também passa a suportar a edição de vídeos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/O-Lightroom-4-também-passa-a-suportar-a-edição-de-vídeos-619x381.png" alt="O Lightroom 4 também passa a suportar a edição de vídeos 619x381 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="619" height="381" /></p>
<p>Note na parte inferior do vídeo, uma barra com o controle de reprodução. Nesta barra ainda é possível definir pontos para início e fim do clipe, bastando clicar no ícone de engrenagem e arrastar as barras verticais, nas extremidades do controle:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9084 colorbox-9080" title="controle de reprodução" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/controle-de-reprodução.png" alt="controle de reprodução As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="517" height="100" /></p>
<p>Desta maneira, o vídeo ao ser reproduzido no Lightroom ou exportado, somente incluirá o conteúdo entre estas barras. Quem instalou o LR4 e tentou usar o módulo de Revelação com algum vídeo deparou-se com um aviso, dizendo não ser suportado. A tratamento da imagem do vídeo ocorre na verdade na Biblioteca, usando as predefinições, no painel Revelação Rápida:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9085 colorbox-9080" title="Revelação Rápida" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Revelação-Rápida.png" alt="Revelação Rápida As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="310" height="247" /></p>
<p>Neste painel, podemos ajustar a exposição, opcionalmente usando o ajuste automático, e também a vibração. Outros ajustes são feitos selecionando uma predefinição, que pode ser alguma das incluídas com o Lightroom, ou então alguma criada pelo usuário. Porém nem todos os parâmetros definidos por uma predefinição podem ser aplicados a um vídeo, como o próprio software avisa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9086 colorbox-9080" title="Nem todos os parâmetros definidos por uma predefinição podem ser aplicados a um vídeo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Nem-todos-os-parâmetros-definidos-por-uma-predefinição-podem-ser-aplicados-a-um-vídeo.png" alt="Nem todos os parâmetros definidos por uma predefinição podem ser aplicados a um vídeo As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="530" height="290" /></p>
<p>No vídeo abaixo, uma amostra de como uma predefinição afeta o vídeo.</p>
<p><iframe width="619" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/H2btGuCeRRs?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Mapa</h2>
<p>Com o geotagging cada vez mais popular, e câmeras com GPS embutido estarem ficando cada vez mais comuns, o Lightroom 4 incorpora um novo módulo, chamado Mapa, onde as informações geradas pelo sistema de posicionamento de sua câmera podem ser vistas usando o sistema de mapas do Google.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9087 colorbox-9080" title="Mapa Lightroom 4" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Mapa-Lightroom-4-619x380.png" alt="Mapa Lightroom 4 619x380 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="619" height="380" /></p>
<p>No caso de câmeras que não dispõe de um receptor GPS embutido, é possível utilizar um aparelho dedicado de localização, e importar suas trilhas para o Lightroom, que serão associadas as fotos automaticamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-9088 colorbox-9080" title="Receptor GPS" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Receptor-GPS-619x602.jpg" alt="Receptor GPS 619x602 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="292" height="282" /></p>
<h2>Livro</h2>
<p>Este novo módulo, por enquanto funcionando apenas com o serviço do Blurb, permite diagramar e encomendar foto livros diretamente pelo Lightroom. O preço já é calculado automaticamente. Também é possível salvar a diagramação resultante em formato PDF.<br />
<img class="aligncenter size-large wp-image-9089 colorbox-9080" title="Livro Lightroom 4" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Livro-Lightroom-4-619x380.png" alt="Livro Lightroom 4 619x380 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 2 de 2" width="619" height="380" /></p>
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		<title>As mudanças do Lightroom 4 – Parte 1 de 2</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fellipe Carneiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós-Produção]]></category>
		<category><![CDATA[4]]></category>
		<category><![CDATA[As mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[lightroom]]></category>
		<category><![CDATA[lightroom 4]]></category>
		<category><![CDATA[lr]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[o que alterou]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algumas semanas a Adobe lançou seu primeiro beta público do aclamado software Lightroom, versão 4. Em meio a muita euforia, fotógrafos comemoraram as novidades do programa, que vamos mostrar em mais detalhes aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas semanas a Adobe lançou seu primeiro beta público do aclamado software <strong>Lightroom</strong>, <strong></strong><a title="Adobe Photoshop Lightroom 4" href="http://www.fotografia-dg.com/lightroom-4-beta/" target="_blank"><strong>versão 4</strong></a>. Em meio a muita euforia, fotógrafos comemoraram as novidades do programa, que vamos mostrar em mais detalhes aqui.</p>
<p>A principal mudança, em minha opinião, não é a percebida de imediato: Trata-se do novo processo (2012). Com este, é possível melhores ajustes, preservando mais detalhes nas áreas de altas e baixas luzes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9065 colorbox-9064" title="Ajustes Lightroom" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Ajustes-Lightroom-4.png" alt="Ajustes Lightroom 4 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 1 de 2" width="305" height="394" /></p>
<p>Com o novo processo, os controles de Brilho, Recuperação e Luz de Preenchimento foram removidos, sendo adotado agora um novo esquema, que funciona de maneira similar, porém permitindo um maior controle:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9066 colorbox-9064" title="Ajustes Lightroom 4" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Ajustes-Lightroom.png" alt="Ajustes Lightroom As mudanças do Lightroom 4 – Parte 1 de 2" width="305" height="392" /></p>
<p>Os controles de Pretos, Sombras, Realces e Brancos trabalham agora todas as faixas do histograma de uma maneira mais completa.</p>
<p>Confuso? Veja abaixo como reproduzir com os novos comandos os efeitos dos antigos:</p>
<ul>
<li><strong>Recuperação:</strong> Use o controle de Brancos à esquerda. Diminuindo o valor dessa área do histograma, recuperamos os detalhes das áreas próximas ao branco.</li>
<li><strong>Luz de preenchimento:</strong> Use o controle de Sombras em direção à direita. Aumentando o valor desse controle, as sombras se tornam mais claras, como na luz de preenchimento.</li>
<li><strong>Brilho:</strong> O efeito do brilho é obtido usando a combinação do controle de Realces e Sombras, com a vantagem de poder obter um controle maior de que tons serão clareados ou escurecidos.</li>
</ul>
<p>O novo processo também trouxe melhoras nos filtros graduados e pincéis. A mais notável destas mudanças foi a introdução do balanço de branco ajustável nestes controles.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9069 colorbox-9064" title="Filtros graduados e pincéis" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Filtros-graduados-e-pincéis.png" alt="Filtros graduados e pincéis As mudanças do Lightroom 4 – Parte 1 de 2" width="304" height="415" /></p>
<p>Agora é possível ajustar o balanço de branco de maneira diferente em vários locais da imagem. Isso pode ser útil, por exemplo, para quando se usa flash de preenchimento em um local iluminado com luzes de tungstênio. Ou ainda para ser trabalhado de forma criativa, como na imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9070 colorbox-9064" title="Agora é possível ajustar o balanço de branco de maneira diferente em vários locais da imagem" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Agora-é-possível-ajustar-o-balanço-de-branco-de-maneira-diferente-em-vários-locais-da-imagem-619x392.png" alt="Agora é possível ajustar o balanço de branco de maneira diferente em vários locais da imagem 619x392 As mudanças do Lightroom 4 – Parte 1 de 2" width="619" height="392" /></p>
<p>Antes, sem utilizar este recurso, um único balanço de brancos foi aplicado. Porém utilizando os filtros graduados e pincel de ajuste, foi possível deixar o céu em um tom mais magenta e o mar mais azul, dando outra interpretação à fotografia.</p>
<p>Além disto,  é possível utilizar o redutor de ruídos com maior ou menor intensidade em determinadas áreas, também com o pincel e o filtro graduado, útil quando a redução de ruído pode remover detalhes importantes em lugares chaves da foto, mas sendo necessário em outras.</p>
<p>Por fim, o filtro de moiré remove interferências coloridas que podem aparecem ao fotografar padrões de listras.</p>
<p>Na próxima parte do artigo, veja as outras novidades presentes no programa <strong>Lightroom 4</strong>.</p>
<p>Se ainda não tiver instalado no seu computador a versão 4 do Lightroom <a target="_blank" href="http://labs.adobe.com/technologies/lightroom4/" target="_blank">clique aqui</a> para fazer o download gratuito através da Adobe Labs.</p>
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		<title>George Eastman &#8211; o Fotógrafo e o Homem</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[George Eastman]]></category>
		<category><![CDATA[kodak]]></category>
		<category><![CDATA[Kodak 100 vistas]]></category>
		<category><![CDATA[mundo da fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[revolução industrial na fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde cedo que o mundo da fotografia se fazia propor apenas àqueles que poderiam possuir materiais caríssimos como eram as câmaras fotográficas ou até os produtos químicos que permitiam proceder a todo o processo de sensibilização e revelação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde cedo que o mundo da fotografia se fazia propor apenas àqueles que poderiam possuir materiais caríssimos como eram as <a title="Câmera fotográfica, como escolher?" href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" target="_blank">câmaras fotográficas</a> ou até os produtos químicos que permitiam proceder a todo o processo de sensibilização e revelação, no entanto a persistência de um desses homens e os conhecimentos que desenvolveu permitiram-lhe dar esse acesso ao mundo por quantias que por mais pequenas que fossem, foram a rampa de lançamento para aquilo que acontece nos nossos dias.</p>
<p><strong>George Eastman</strong>, considerado em novo “um rapaz sem talento” e por isso mesmo deixou a escola muito cedo, começou a trabalhar aos 14 anos como Office Boy numa companhia de seguros e mais tarde passou a trabalhar num banco local onde se destacou pela criatividade e pela facilidade de superar adversidades financeiras. Esta mesma mente que aos poucos se tornou cada vez mais fabulosa, trabalhava noites inteiras desenvolvendo projectos relacionados com fotografia, e em 1879 patenteou uma máquina de sua invenção que aplicava de forma homogénea o gelatinobrometo sobre chapas de vidro, e começou a comercializar estas mesmas chapas. Este processo, já de algum modo industrializado, permitiu que os custos das câmaras fotográficas baixassem sensivelmente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-9054 colorbox-9053" title="kodak brownie" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/kodak-brownie-exemplo.jpg" alt="kodak brownie exemplo George Eastman   o Fotógrafo e o Homem" width="289" height="294" /></p>
<p>Em determinada altura da sua vida, George Eastman resolve deixar o seu emprego como bancário de modo a poder dedicar-se a tempo inteiro àquilo que começou como um prazer e que viria a torná-lo famoso, a fotografia.</p>
<p>A grande revolução que viria a notar-se estava relacionada com a sensibilização do papel, ao invés da chapa de vidro. Com isto George Eastman criou rolos de papel sensibilizado que aplicou na sua primeira câmara, a “Kodak 100 vistas”.</p>
<p>Esta sim foi a primeira grande revolução industrial na fotografia. Eastman vendia esta mesma câmara carregada com um rolo de papel, que fazia fotogramas circulares de 5cm de diâmetro por 25 dólares. Uma vez impressionadas as cem imagens, o utilizador da câmara entregava a câmara à fábrica que por apenas 10 dólares revelava o rolo, entregava ao cliente os negativos, as cópias positivas e a sua câmara recarregada com um novo rolo.</p>
<p>“You press the button, We do the rest “, o slogan da marca, dizia tudo, pois agora a fotografia estava ao alcance de quase todos e se para a maioria da população esta revolução fotográfica foi fabulosa, para outros já não aconteceu.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9055 colorbox-9053" title="Printing Kodak negatives" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Printing-Kodak-negatives-023.jpg" alt="Printing Kodak negatives 023 George Eastman   o Fotógrafo e o Homem" width="491" height="390" /></p>
<p>Fotógrafos profissionais da época queixaram-se de modo a pedirem até taxas de utilização para qualquer amador que quisesse fotografar, de modo a reduzir o seu número, uma vez que muitos dos seus trabalhos eram agora feitos por aqueles que tinham um acesso alargado à indústria fotográfica. Por outro lado ainda o processo feito agora pela Kodak vinha tirar e revelar a magia do fotógrafo e corromper os seus conhecimentos como aquilo em que eram realmente bons a fazer.</p>
<p>A magia da fotografia pura, feita por fotógrafos, químicos físicos e Homens ricos talvez tenha morrido, mas no entanto, a magia da fotografia nascera agora para o mundo.</p>
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		<title>O rei da fotografia</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Simon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Bagagem fotográfica]]></category>
		<category><![CDATA[egoísmo]]></category>
		<category><![CDATA[individualismo]]></category>
		<category><![CDATA[Troque ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Você não sabe tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[2012, ano novo, ansaios renovados, novidades e mais egoísmo. E para o primeiro texto do ano nada mais justo do que pensarmos em filantropia e engajamento, já que é uma das épocas mais propícias para disseminarmos positividade e benevolência indiscriminadamente. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012, ano novo, ansaios renovados, novidades e mais egoísmo. E para o primeiro texto do ano nada mais justo do que pensarmos em filantropia e engajamento, já que é uma das épocas mais propícias para disseminarmos positividade e benevolência indiscriminadamente.</p>
<p>Mas o que a fotografia tem a ver com isso? Bem, há uma forte atribuição entre egoísmo e fotógrafos, e nem é meramente pelo individualismo presente na profissão. O aumento brusco de “profissionais”, a facilidade de se encaixar em algum nicho do mercado, a ganância, ou algum outro fator variado podem gerar esse receio, tornando os fotógrafos tão ególatras. E com isso a intenção não é repreender exclusivamente a fotografia, acontece em todas as profissões, é naturalmente “humano”, o ponto é o quão negativo isso pode ser, ou melhor: o que um pensamento mais coletivo pode proporcionar de bom.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9032 colorbox-9031" title="Cão" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/1_-619x418.jpg" alt="1  619x418 O rei da fotografia" width="619" height="418" /></p>
<h2>Você não sabe tudo</h2>
<p>É, meu caro, sinto lhe informar, mas você nunca saberá. O que por um lado é ótimo, senão não haveria aquele motivador de busca de conhecimento e tudo correria o risco de ser extremamente cansativo. A propósito, quanto você sabe? Classificar “iniciante” é mais fácil do que medir “intermediário”, “avançado” e nem deveria haver preocupação com o estágio, mas com o nível de aprendizado e possibilidades que o simples fato de DESCOBRIR pode gerar.</p>
<p>Um dos problemas proporcionados muitas vezes por esse egocentrismo é o de achar que ao ativar o botão ON da máquina fotográfica se absorve toda sabedoria universal e basta, mas nem no “automático” a máquina pensa por você. A parte mais difícil é reparar que você se enquadra nessa categoria.</p>
<h2>Bagagem fotográfica</h2>
<p>Os livros deixaram de ser a principal fonte de estudo e pesquisa, já que na internet a informação chega de qualquer parte: sites de busca, blogs segmentados, redes sociais, etc.. Mas quem produz isso? Certamente fotógrafos extremamente ricos que tem tempo de sobra e muito amor pra disseminar – recebo e-mails indicando que é exatamente esse o perfil, questionando inclusive a lucratividade de “escrever sobre fotografia” -.</p>
<p>Deixando a ironia de lado, mesmo com tanta bondade e gente escrevendo sobre, falta conteúdo nacional e relevante a respeito do universo fotográfico, principalmente na era do comodismo, sedentarismo, praticidade, onde informações concentradas geram mentes preguiçosas que não expandem o conhecimento absorvido em mais de uma fonte de pesquisa.</p>
<h2>E tudo que você sabe hoje é porque alguém compartilhou, ou não?</h2>
<p>Limitar informação é um dos mais perigosos venenos, você certamente conhece alguns “profissionais” assim: ficou legal, então tá bom. Não, não ficou! Pode ficar bem melhor se você começar a entender o que faz e tudo que pode executar ao ter consciência das inúmeras possibilidades de aperfeiçoamento. Você não se tornou melhor por ter comprado uma DSLR e sequer ter aberto o manual para entendê-la, ao menos que tenha algum dom mais do que especial.</p>
<p>Sempre que estagnar no quesito histórico, técnico, informativo você estará regredindo, e nesses momentos nascem preconceitos terríveis. É um fato: “não vou aderir ao processamento digital porque vai estragar meu trabalho”, quantas mil vezes isso não foi dito? As vezes é difícil digerir coisas novas, mas ao mesmo tempo fantástico aumentar os parâmetros criativos. A digitalização fotográfica pode ser tão proveitosa quanto o aprendizado desde o processo analógico, são extensões. A busca por esse equilíbrio deve ser constante.</p>
<h2>Troque ideias</h2>
<p>Participe ou crie encontros, organize saídas fotográficas, sabe aquela famosa “conversa de boteco”?</p>
<p>Fóruns, que são locais interessantes para troca de experiências, debates, dentre tantas outras atividades, concentra em maior parte do tempo dúvidas primárias, vendas e autodivulgação, intensifique debates relevantes – não do gênero “qual é a melhor câmera/marca”-.</p>
<p>Explore distintas manifestações artísticas, comunicacionais, aprofunde-se, inspire-se! É inevitável, quanto mais contato você tiver, mais aprenderá sobre o que fazer e principalmente o que não fazer.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-9033 colorbox-9031" title="Balão" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/2_-619x425.jpg" alt="2  619x425 O rei da fotografia" width="619" height="425" /></p>
<p>Conheci diversos fotógrafos nos últimos tempos e percebi como a crítica era incomoda para alguns, você se torna um fugaz inimigo por uma simples sugestão, e fui notando que isso acontecia principalmente com os mais inertes. Aptidão para idolatrar elogios vazios e muita dificuldade para refletir sobre qualquer comentário que não envolvesse um adjetivo suficiente para massagear todo aquele ego.</p>
<p>A vaidade tem tornado fotógrafos leigos docentes de gerações, e me vem à mente uma parte do diálogo de “O Sobrinho de Rameau” (Diderot):</p>
<ul>
<li>&#8220;Se tivessem conhecimento suficiente para ensiná-las, não as ensinariam.”</li>
<li>&#8220;E por quê?&#8221;</li>
<li>&#8220;Porque passariam a vida a estudá-las.”</li>
</ul>
<p>Filantropia e engajamento serão os próximos assuntos tratados, afinal, não adiantaria nada escrever sobre isso sem ao menos refletirmos sobre as ambições e importância do próprio trabalho. Você faz a diferença?</p>
<p>Na próxima publicação os assuntos serão apaixonantes: fotografia coletiva, voluntariado, crowdfunding e muito mais, e caso tenha algum caso legal, indique. <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile O rei da fotografia" class='wp-smiley colorbox-9031' title="O rei da fotografia" /> </p>
<p>Para começarmos a tratar desse assunto que tal treinar compartilhando algo como a sua criatividade? A ideia é bem simples, mas depende de cooperação, tem que ser cíclico, tipo aquelas correntes enviadas antigamente via e-mail (oh no!).</p>
<p>A diferença é que ao invés de uma palavra/frase, o que será passado adiante será um fragmento da imagem inicial. Como funciona?</p>
<p>Fotografia sem fio, baseada naquela conhecida e antiga brincadeira &#8220;telefone sem fio&#8221;.</p>
<p>Aceite o desafio e transporte um dos elementos da imagem abaixo (ou das que forem publicadas), fotografando qualquer assunto a partir do seu ponto de vista, mas mantendo o detalhe escolhido da maneira que achar conveniente. A imagem tem que expressar suficientemente a sua ideia, tal qual o componente chave, e nesse momento vamos evitar aquela edição sapeca, ok? Poupe trabalho pós-clique, mostre suas fotos puras!</p>
<p>A foto inicial:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9034 colorbox-9031" title="Carolina Simon" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/1_Carolina-Simon.jpg" alt="1 Carolina Simon O rei da fotografia" width="600" height="439" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/xcarol" target="_blank">Carolina Simon</a></h6>
<p style="text-align: center;">Para quem não captou a ideia, exemplos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9035 colorbox-9031" title="Alexandra Boulat" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/2_Alexandra-Boulat.jpg" alt="2 Alexandra Boulat O rei da fotografia" width="450" height="298" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Alexandra Boulat | Quetta/ Pakistan – 2001.</h6>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9036 colorbox-9031" title="James Nachtwey" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/3_James-Nachtwey-619x412.jpg" alt="3 James Nachtwey 619x412 O rei da fotografia" width="619" height="412" /></p>
<h6 style="text-align: center;">James Nachtwey | Iraq. – 2003.</h6>
<p style="text-align: left;">Não se sinta tímido(a) e comente, exponha o que acha, mesmo que não queira participar da brincadeira!</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Para participar acesse nosso fórum <a target="_blank" href="http://www.forumdigitalfoto.com/threads/2229-O-rei-da-fotografia?p=15971" target="_blank">clicando aqui</a>.</strong></p>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Profundidade de Campo na Fotografia de Culinária – Parte II</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 11:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[abertura do diafragma]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[diafragma]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de culinaria]]></category>
		<category><![CDATA[parte 2]]></category>
		<category><![CDATA[parte ii]]></category>
		<category><![CDATA[profundidade de campo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como vimos na primeira parte de nosso tutorial sobre a profundidade de campo na fotografia de culinária, temos três ferramentas disponíveis para controlar esse efeito. Agora vamos falar sobre a abertura de diafragma e suas repercussões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como vimos na primeira parte de nosso tutorial sobre a <a title="A profundidade de campo na fotografia de culinária – Parte 1" href="http://www.fotografia-dg.com/profundidade-campo-fotografia-culinaria/" target="_blank">profundidade de campo</a> na <a title="Fotografia de Culinária – Entendendo o mercado" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-culinaria-mercado/" target="_blank">fotografia de culinária</a>, temos três ferramentas disponíveis para controlar esse efeito.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/abertura-do-diafragma/" target="_blank">Abertura de diafragma</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/distancia-focal/" target="_blank">Distância focal da objetiva</a></li>
<li>Distância entre objeto e câmera</li>
</ul>
<p>Analisamos a forma como a distância focal e a distância entre câmera e objeto se relacionam com a profundidade de campo. Agora vamos falar sobre a abertura de diafragma e suas repercussões.<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

	<div style="margin: 5px 10px;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="hps">Você precisa</span> <span class="hps">estar logado para</span> <span class="hps">ver</span> <span class="hps">esta parte do</span> artigo<span class="hps">.</span> <span class="hps">Por favor</span> <span class="hps">faça </span></span><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="hps"><a target="" title="" href="../login/">LOGIN</a> ou se <a target="" title="" href="../register/">REGISTRE</a> primeiro.</span></span></div>

</div></span></p>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Pensando sobre workshops&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 20:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[dar workshop]]></category>
		<category><![CDATA[ministrar]]></category>
		<category><![CDATA[ministrar um workshop]]></category>
		<category><![CDATA[workshop]]></category>
		<category><![CDATA[workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministrar workshops é um prazer raro que todo fotógrafo deveria experimentar um dia. Compartilhar conhecimento, mesmo que recebendo por isso, é uma das melhores formas de aprender. Parece confuso ler a frase anterior, mas é a pura verdade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ministrar <strong>workshops</strong> é um prazer raro que todo fotógrafo deveria experimentar um dia. Compartilhar conhecimento, mesmo que recebendo por isso, é uma das melhores formas de aprender. Parece confuso ler a frase anterior, mas é a pura verdade.</p>
<p>Todo fotógrafo que <strong>ministra um workshop</strong> aprende muito. Não apenas com os alunos, sempre atentos e prontos para questionar pontos fundamentais do tema, mas consigo mesmo, com sua forma de ver a fotografia, seu trabalho e o contexto no qual ele está inserido.</p>
<p>Mas, até onde um fotógrafo tem capacidade para ministrar um workshop?</p>
<p>Vamos pensar nisso olhando por outro ângulo.</p>
<p>Quando meu filho começou a falar as primeiras palavras, tive a preocupação de pronunciá-las da forma mais clara possível, para que ele ouvisse e repetisse da mesma forma. “papá” posteriormente tornou-se “papai”, e assim é até hoje.</p>
<p>Desta forma praticamente qualquer fotógrafo com conhecimento suficiente pode ministrar um workshop básico.  Certo?!</p>
<p>Não é bem assim.</p>
<p>Além de conhecimento técnico é preciso didática. E esta é a parte difícil da história. Quando ensinei meu filho a pronunciar corretamente “papai” tinha a didática correta para isso.  Levando para a fotografia, é preciso que o professor saiba como transmitir as informações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8928 colorbox-8927" title="Naples Bird Photography Workshop by Gordon Campbell" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/curso.jpg" alt="curso Pensando sobre workshops..." width="600" height="369" /></p>
<p>Conheço grandes fotógrafos que nunca arriscaram ministrar um workshop pelo simples fato de não terem intimidade com a didática. Assim como conheço fotógrafos que não são nenhuma enciclopédia da fotografia e ministram workshops maravilhosos, pelo simples fato de terem uma comunicação muito clara com seus alunos.</p>
<p>A questão do workshop não está centrada no conhecimento. Depende muito da forma de comunicação e transmissão das informações.</p>
<p>E, afinal, como escolher um workshop?</p>
<p>O primeiro passo é saber se quem ministra conhece o assunto. De nada adianta buscar conhecimento onde ele não está.</p>
<p>Se quiser algo básico, qualquer profissional da área, disposto a ensinar, provavelmente terá o conhecimento necessário. Se não tem, deveria.</p>
<p>Se quiser algo específico, procure um especialista. De nada adianta buscar técnicas de fotojornalismo esportivo com um fotógrafo de culinária&#8230;</p>
<p>O segundo, e provavelmente mais importante, é saber de outros alunos se o workshop “funciona”.</p>
<p>Escolas de fotografia normalmente são as mais procuradas porque possuem uma metodologia de ensino muito bem fundamentada. Porém, cresce a cada ano o número de workshops ministrados por fotógrafos autônomos, com excelente bagagem técnica e didática de fácil entendimento.</p>
<p>Quanto maior o conhecimento técnico do ministrante e melhor a didática, maiores são as chances de acerto na escolha do seu próximo workshop.</p>
<p>Parece redundante, mas vejo muitos alunos preocupados com o “nome” do fotógrafo que vai ministrar determinado workshop, sem saber se ele tem ou não uma boa didática.</p>
<p>Cursos rápidos são ruins?</p>
<p>Não necessariamente. Tempo não é sinônimo de qualidade. Se o tema permite uma abordagem rápida, porém eficaz, não vejo problema algum. Não espere, no entanto, sair de um workshop de 4 ou 6 horas expert em alguma coisa. São, normalmente, abordagens superficiais que permitirão ao aluno ter um norte em seus estudos posteriores.</p>
<p><strong>Só para constar: fotógrafo passa a vida estudando e, quando acha que sabe, vê o trabalho de alguém e descobre que ainda falta um bocado de páginas pra estudar e técnicas para esmiuçar!</strong></p>
<p>E se eu quiser ministrar um workshop: devo ou não cobrar?</p>
<p>Se você tem conhecimento e didática para ministrar um workshop, não há mal algum em cobrar por isso. Quando você precisa de um curso, seja qual for a área, você paga para ter o conhecimento. Paga porque lá vai encontrar alguém que tem domínio do tema o qual você está disposto a aprender. Paga porque de graça ninguém vai lhe ensinar sobre o assunto. Paga porque tem interesse em ser ensinado por alguém que domina o tema e pode sanar todas as suas dúvidas.</p>
<p>Mas, estarei criando um concorrente, não?</p>
<p>Tenho um pensamento bem claro sobre isso. Quando ensino alguém a fotografar, esta pessoa busca o que eu sei. Enquanto ela está preocupada em saber o que eu sei, eu aprendo o que não sei. Logo, quando este “concorrente em potencial” souber o que sei, eu já saberei muito mais.</p>
<p>Além do mais, se você tem medo da concorrência, está fazendo o quê no <a title="Onde fica a porta de entrada do mercado?" href="http://www.fotografia-dg.com/onde-fica-a-porta-de-entrada-do-mercado/" target="_blank">mercado da fotografia</a>, hein?</p>
<p>Mas esse papo de concorrência fica pra outro artigo.</p>
<p>Boas fotos!</p>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.fotografia-dg.com/pensando-sobre-workshops/"  data-text="Pensando sobre workshops&#8230;" data-count="horizontal" data-via="fotografiadg"></a>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Quero ser fotógrafo de casamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 22:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson Marcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse artigo não é uma verdade única e muito menos uma regra, são apenas algumas das dificuldades que quando decidi começar eu tive de passar, pois não havia ninguém para ensinar e é um pouco do que tenho visto ainda em alguns que querem ingressar no mercado, e dividir isso com vocês vai ajudar muito a se prepararem antes de encarar a realidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje encontramos muitas pessoas assim, que desejam se tornar um fotógrafo, e muitas das vezes atraídos pelo glamour, pela “<a href="http://www.fotografia-dg.com/onde-fica-a-porta-de-entrada-do-mercado/" target="_blank">facilidade de entrar no mercado</a>” e pela ilusão do “<a title="eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia disponível para download" href="http://www.fotografia-dg.com/ebook-ganhar-dinheiro-na-fotografia-disponivel-para-download/" target="_blank">dinheiro fácil</a>”, e estes decidem principalmente por casamentos.</p>
<p>Alguns acabam de sair do emprego e usam sua indenização para comprar os equipamentos, colocam a câmera no pescoço e pronto: “já virou fotógrafo”.</p>
<p>Muito bem, mas a coisa não é tão simples assim como parece, ou como alguns acham que é&#8230;.</p>
<p>Antes de ser um fotógrafo de casamentos você precisa responder a si mesmo algumas perguntas bem básicas antes de decidir mergulhar de cabeça nesse mundo:</p>
<h2>- você já é fotógrafo?</h2>
<p>O fato de comprar uma câmera e aprender a <a title="eBook Fotometria + Flash “GRÁTIS”" href="http://www.fotografia-dg.com/ebook-fotometria-flash/" target="_blank">fotometria</a> básica e sair por aí fazendo umas fotos de pôr do sol não fazem de você um fotógrafo. Para fotografar um casamento antes de mais nada você precisa saber fotografar (super lógico não é? Mas muita gente infelizmente não tem esse bom senso).</p>
<div>
<p>Sim, pode ser óbvio, mas muita gente não sabe nem ao menos usar a câmera no manual, não domina seu equipamento e mal sabe a diferença entre <a title="Sensibilidade ISO" href="http://www.fotografia-dg.com/sensibilidade-iso/" target="_blank">ISO</a>, <a title="Velocidade do obturador" href="http://www.fotografia-dg.com/velocidade-do-obturador/" target="_blank">obturador</a> e <a title="Abertura do diafragma" href="http://www.fotografia-dg.com/abertura-do-diafragma/" target="_blank">diafragma</a>.</p>
</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-8901 colorbox-8900" title="Fotógrafo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/fotógrafo-450x636.png" alt="fotógrafo 450x636 Quero ser fotógrafo de casamentos" width="252" height="355" /></p>
<p>Antes de se aventurar em um casamento, você precisa estudar muito, pois em um casamento não se pode errar jamais, não vai ser legal perder a foto do beijo não é?</p>
<p>Se você só fotografa no modo automático, joga o flash direto  e não sabe nem selecionar um ponto de foco, vc precisa estudar, e muito&#8230; Participe de saídas fotográficas, faça workshops, e se puder procure uma boa escola de fotografia para se profissionalizar&#8230;</p>
<h2>- você gosta e sabe como funciona um casamento?</h2>
<p>Acima de tudo você precisa gostar de casamentos (você já viu um fotografo de esportes que detesta o mundo esportivo?)</p>
<p>Fotografar casamentos é uma entrega, é se doar pelos noivos, se envolver na vida e na história de um casal e de duas famílias.</p>
<p>Todo casamento é composto de etapas chave que definem a história e o seu ritmo, e saber quando cada momento desse vai acontecer com precisão, vai lhe ajudar a se antecipar nos registros e nada vai passar despercebido ou &#8220;no susto&#8221;.</p>
<p>Frequente alguns casamentos, estude, busque workshops, leia alguns <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/search.php?orderby=position&amp;orderway=desc&amp;search_query=fotografia+de+casamentos&amp;submit_search=Procurar" target="_blank">livros sobre fotografia de casamentos</a>, tudo isso irá lhe ajudar a se preparar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8902 colorbox-8900" title="Fotografia de Casamento" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Fotografia-de-Casamento-619x412.jpg" alt="Fotografia de Casamento 619x412 Quero ser fotógrafo de casamentos" width="619" height="412" /></p>
<h2>- você tem facilidade em relacionamento com pessoas?</h2>
<p>Se você é muito tímido ou é intolerante com pessoas, fotografar casamentos não será sua &#8220;praia&#8221;, pois não vai ser nada legal uma briga com os cinegrafistas ou decoradores não é? (veja esse vídeo&#8230;rsrsrs)</p>
<p><iframe width="619" height="348" src="http://www.youtube.com/embed/7xNLXJfPg2g?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<div>
<p>O fotógrafo de casamentos precisa estar preparado para fotografar sob pressão, e saber lidar com o nervosismo da noiva e de todos os envolvidos.  Você estará mais tempo perto da noiva do que qualquer outro profissional, e em algumas vezes servirá até mesmo como um “psicólogo” para acalmar os noivos quando algo der errado.</p>
</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-8903 colorbox-8900" title="O fotógrafo de casamentos precisa estar preparado para fotografar sob pressão" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/O-fotógrafo-de-casamentos-precisa-estar-preparado-para-fotografar-sob-pressão.png" alt="O fotógrafo de casamentos precisa estar preparado para fotografar sob pressão Quero ser fotógrafo de casamentos" width="198" height="225" /></p>
<div>
<h2>- você já tem um 2º fotógrafo? (é impossível fotografar tudo sozinho)</h2>
</div>
<div>
<p>Quando comecei a fotografar casamentos, eu cheguei a cometer a loucura de fotografar 3 casamentos sozinho (sim, podem me chamar de louco), mas graças a Deus reconheci os riscos que eu corria. Pois se em algum momento você falhar, o segundo estará ali para cobrir. Portanto, <a target="_blank" href="http://www.fotoemprego.com.br/" target="_blank">contrate outro fotografo</a> experiente em casamentos e faça um lindo trabalho e com segurança.</p>
</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-8904 colorbox-8900" title="Quando comecei a fotografar casamentos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Quando-comecei-a-fotografar-casamentos.png" alt="Quando comecei a fotografar casamentos Quero ser fotógrafo de casamentos" width="228" height="246" /></p>
<h2>- você já tem um bom computador para edição e um sistema de backup?</h2>
<p>Editar as fotos em um computador Xing Ware, com 1Gb de RAM, HD de 160Gb e com monitor de LCD da Xing-Long de 14”, vai ser bem complicado, portanto invista em um bom equipamento de edição, e não estou falando de iMacs, estou falando de no mínimo um bom PC, com bom monitor e 1 Hd externo.</p>
<p>Nunca deixe para fazer o backup no dia seguinte, assim que chegar do evento grave os arquivos no PC e em um DVD ou HD externo urgentemente&#8230; leia este <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/177-ebook-backup-um-bem-necessario.html" target="_blank">e-book sobre backup</a> e veja as diferentes formas de fazê-lo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-8905 colorbox-8900" title="Backup" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Backup.png" alt="Backup Quero ser fotógrafo de casamentos" width="392" height="261" /></p>
<p>Esse artigo não é uma verdade única e muito menos uma regra, são apenas algumas das dificuldades que quando decidi começar eu tive de passar, pois não havia ninguém para ensinar e é um pouco do que tenho visto ainda em alguns que querem ingressar no mercado, e dividir isso com vocês vai ajudar muito a se prepararem antes de encarar a realidade.</p>
<p>Acho eu poderia sim deixar umas regrinhas básicas para ser um bom fotógrafo de casamentos:</p>
<ol>
<li>Respire, viva e ame a fotografia;</li>
<li>Se envolva de corpo e alma em todo casamento que fotografar;</li>
<li>Seja ético com os seus concorrentes;</li>
<li>Seja autêntico com seus clientes;</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8906 colorbox-8900" title="Fotografia de Casamento por Anderson Marcello" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/Fotografia-de-Casamento-por-Anderson-Marcello-619x412.jpg" alt="Fotografia de Casamento por Anderson Marcello 619x412 Quero ser fotógrafo de casamentos" width="619" height="412" /></p>
<p>Grande abraço, e bons clicks&#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Quero ser fotógrafo de casamentos" class='wp-smiley colorbox-8900' title="Quero ser fotógrafo de casamentos" /> </p>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>#DicaDG:  todo dia uma dica para você!</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 14:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto é uma ideia simples: dar todo dia uma dica de fotografia para os leitores do Fotografia DG. O projeto é desenvolvido por mim, Diogo Ramos, e pelo fotógrafo Armando Vernaglia Jr, já bem conhecido aqui dos leitores pelos excelentes E-books.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano novo, novas metas, novas ideias, novos projetos!</p>
<p>Todo ano quando ao trocarmos os calendários é hora também de renovarmos as promessas, fazermos novos projetos e prospectarmos novos ideais.</p>
<p>O <a href="http://www.fotografia-dg.com/" target="_blank">Fotografia DG</a> também começa o ano renovando! Além de continuar a missão de trazer aos leitores muita informação e artigos de qualidade, e de continuar sendo uma referência para fotógrafos amadores e profissionais, o Fotografia DG trará muita novidade durante o decorrer do ano.</p>
<p>E para começar o ano com o pé direito, já neste primeiro dia do ano lançamos um projeto que irá durar o ano inteiro.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-8895 colorbox-8893" title="#DicaDG: todo dia uma dica para você!" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2012/01/DicaDG-todo-dia-uma-dica-para-você.jpg" alt="DicaDG todo dia uma dica para você #DicaDG:  todo dia uma dica para você!" width="425" height="226" /></strong></span></p>
<h6 align="center">#DicaDG: todo dia uma dica para você!</h6>
<p>O projeto é uma ideia simples: dar todo dia uma <strong>dica de fotografia</strong> para os leitores do Fotografia DG. O projeto é desenvolvido por mim, <a target="_blank" href="http://www.fotografia-dg.com/author/diogoramos/" target="_blank">Diogo Ramos</a>, e pelo fotógrafo <a href="http://www.fotografia-dg.com/author/armando-vernaglia/" target="_blank">Armando Vernaglia Jr</a>, já bem conhecido aqui dos leitores pelos <a href="http://loja.fotografia-dg.com/8-ebooks-fotografia" target="_blank">excelentes E-books</a><strong></strong>.</p>
<p>Os leitores poderão acompanhar as dicas pelos nossos perfis no Twitter: <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/diogoframos" target="_blank">@diogoframos</a> e <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a>, além é claro do próprio perfil do Fotografia DG <a target="_blank" href="https://twitter.com/#!/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
<p>Em breve divulgaremos uma promoção para os leitores que estiverem seguindo os perfis acima, portanto fique ligado!</p>
<p>Esperamos que façam bom proveito das dicas, e que possam também retransmiti-las aos seus seguidores, para que atinjam o maior número de pessoas possíveis.</p>
<p>Aproveito para desejar a todos um ano novo de muita luz, sucesso, paz e de muito crescimento para todos nós!</p>
<p>Um grande abraço!</p>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Praia x Equipamento – Cuidados simples para fotografar despreocupado</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 20:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[As férias rendem, invariavelmente, boas fotos. Principalmente se o cenário for uma praia paradisíaca. Mas, equipamentos fotográficos e os elementos naturais como areia, maresia e umidade não formam um casal feliz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As férias rendem, invariavelmente, boas fotos. Principalmente se o cenário for uma praia paradisíaca. Mas, equipamentos fotográficos e os elementos naturais como areia, maresia e umidade não formam um casal feliz.</p>
<p>Porém, nada impede o fotógrafo de registrar belos cenários com muito menos preocupação. Uma série de cuidados simples, nessas horas, pode ajudar muito a prevenir uma série de futuras dores de cabeça.</p>
<h2>PROTEÇÃO</h2>
<p>Antes de sair, é preciso prestar atenção ao acomodar os equipamentos. Lembre-se que a praia é um lugar onde a areia, ao simples soprar de um ventinho, deixa o chão e cobre tudo o que há pela frente. Uma boa mochila ou bolsa, bem vedada, de boa qualidade, normalmente é o suficiente para garantir a proteção necessária enquanto o equipamento não está em uso. Se este não é o seu caso, também não é preciso entrar em desespero.</p>
<p>Em uma mochila simples, utilize sacos plásticos e embale individualmente cada peça. Pronto, problema resolvido.</p>
<h2>FERRAMENTAS</h2>
<p>Mantenha no kit algumas “ferramentas” básicas de limpeza. Uma bombinha de ar, um pincel macio (uma LensPen ou algo semelhante é ainda melhor), lenços de papel, paninhos, álcool isopropílico, gaze, e o que mais achar necessário e interessante. Melhor estar prevenido para tudo.</p>
<h2>OS CUIDADOS</h2>
<p>- Evite a troca de lentes. Se possível, utilize apenas uma. Quanto menos a câmera for desmontada para troca de lentes, mais difícil será a entrada de areia ou sujeira no corpo na própria lente;</p>
<p>- Lentes com distância focal fixa são ainda melhores de usar na praia quando o assunto é evitar sujeita. Sem anel de zoom, essas objetivas são praticamente lacradas para areia;</p>
<p>- Se não usar, guarde. Evite ficar com a câmera exposta aos ataques da areia e maresia. Tire-a quando for necessário;</p>
<p>- Ao entrar e sair de ambientes com temperaturas muito diferentes, como um lugar com ar-condicionado por exemplo, mantenha a câmera dentro da mochila ou bolsa. A diferença de temperatura pode trazer problemas em virtude da condensação de água causada pela mudança brusca. Se a lente embassar, apenas espere. Não tente esfregar nada para enxergar novamente. A areia adere na umidade com muita facilidade, e o risco de causar estragos na lente é grande;</p>
<p>- As mãos são um grande inimigo nessas horas. O suor faz a areia grudar e, muitas vezes, o fotógrafo não percebe que está manipulando o equipamento com as mãos sujas. Uma toalha seca pode ajudar a manter as mãos limpas;</p>
<p>- Ao encerrar a sessão de fotos, tire todo o equipamento da mochila/bolsa, limpe tudo com um bom pincel, inicialmente, e verifique se não há areia no corpo, lentes, acessórios e bolsa. São alguns minutos “perdidos” das férias, mas por uma excelente causa.</p>
<h2>ERROS COMUNS</h2>
<p>- Muitos fotógrafos, por hábito, tendem a limpar a lente com a camisa, pano ou até lenço. Essa é uma prática comum, porém, a praia não permite isso. Qualquer grão de areia na lente, ao ser arrastado, pode causar um belo estrago. O primeiro a tocar na lente para a limpeza, em qualquer situação dessas, é o pincel ou LensPen. É preciso ter certeza que não há nada nos elementos que possa causar riscos;</p>
<p>- Ar comprimido pode ser um grande aliado, mas é preciso cautela. Conheço vários fotógrafos que já estragaram equipamentos por abusarem deste recurso. A pressão do ar pode empurrar elementos para dentro da lente ou do corpo da câmera, ou, em casos extremos, até movê-los de lugar. O ar-comprimido deve ser usado na distância certa, onde consegue remover resíduos e poeira sem causar pressão demais nos elementos. Esse cuidado é necessário principalmente para quem utiliza ar-comprimido em compressores.  Para quem utiliza latas de ar-comprimido, o problema é bem menor.</p>
<h2>RECOMENDAÇÕES FINAIS</h2>
<p>- Proteção nunca é demais. Capas, bolsas estanque, ou qualquer outro acessório que permita ao fotógrafo trabalhar com mais proteção são sempre úteis. Se quiser algo simples, utilize um saco plástico transparente, faça uma abertura frontal e seja feliz. Não fica bonito, deixa o elemento frontal da lente exposto, mas mantém o restante do conjunto razoavelmente protegido;</p>
<p>- Porta-malas é melhor que banco: se for deixar o equipamento no carro, prefira o porta-malas. Além de mais seguro, já que nenhum bisbilhoteiro vai vê-lo no banco, a temperatura no porta-malas tende a ser menor que da área interna do carro;</p>
<p>- Use protetor solar!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é um bom equipamento? E isso importa?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 18:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algo de errado quando um fabricante de câmeras lançou a idéia que o novo modelo fazia fotos em 3 minutos de grande qualidade? Vejamos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estava lendo o blog do amigo <a target="_blank" title="Veja os artigos de Fellipe no Fotografia-DG" href="http://www.fotografia-dg.com/author/luizfellipe/" target="_blank">Luiz Fellipe Carneiro</a>, em seu excelente artigo <a href="http://blog.fellipec.com/2011/12/a-historia-que-se-repete/" target="_blank">A história se repete</a> (recomendo a leitura) e imediatamente após finalizar a leitura comecei a escrever este texto.</p>
<p>O artigo escrito pelo Fellipe veio após um fabricante de câmeras fotográficas lançar uma publicidade de um modelo de câmera vendendo a idéia de que com aquela câmera, em 3 minutos você será capaz de fazer fotos com qualidade profissional. Por conta dessa publicidade o mesmo fabricante recebeu uma enxurrada de críticas de algumas centenas de fotógrafos pela internet.</p>
<p>A primeira pergunta que tenho é: há algo de errado na tal publicidade? Vejamos.</p>
<p>Um dos recursos prometidos é que a câmera consiga desfocar o fundo das imagens, característica que é “marqueteada” como imagem profissional na fotografia, e como imagem cinematográfica na área de vídeo. São dois erros, mas não é o caso de alongar isso além de dizer que a estética de uma foto profissional ou de um longa metragem de cinema vai muito além do desfoque de fundo, mas vamos seguir.</p>
<p>Dentro da técnica tradicional, sabemos que o tal desfoque é feito com uma abertura ampla de diafragma, algo como f2, f2.8 associado a um sensor de captura de imagem grande, diferente do que encontramos em celulares e câmeras compactas. Nessa câmera da propaganda você não precisa saber do diafragma se não quiser, você apenas seleciona uma opção no menu que tem um nome como “desfocar o fundo” ou em inglês, que para o marketing parece ficar mais bonito, “background defocus”. E aí vem minha segunda pergunta. É errado o fotógrafo saber que quer é um fundo desfocado, mas não saber que isso é feito pela abertura do diafragma? Ou seja, é errado ele saber a estética desejada e o equipamento tornar isso mais intuitivo?</p>
<p>Seguimos adiante. Outro recurso propagandeado é a qualidade das imagens em lugares escuros, com pouca iluminação. Quem é fotógrafo há mais tempo e estuda sabe que isso acontece pelo fato da câmera ter um sensor de captura de imagens com um tamanho muito maior do que a maioria das câmeras compactas. Com esse tamanho maior há um melhor aproveitamento da luz e assim um rendimento em ISO alto melhor. Aí pergunto novamente, é errado o fotógrafo querer imagens com pouco ruído em boa qualidade em lugares com pouca luz sem saber a razão técnica disso?</p>
<p>Outros recursos incluem uma forma de HDR automatizado e um sistema que faz panorâmicas automaticamente. Eu não usei a câmera e imagino que como todo modo automatizado, haverá situações em que não vai funcionar, mas há algo de ruim em um automatismo que evita que o fotógrafo fique horas no computador?</p>
<p>Onde quero chegar com essas perguntas é na conclusão de que o importante é o fotógrafo saber a estética que deseja e escolher as ferramentas que possibilitam essa estética, e não há mal nenhum se um equipamento facilitar isso. Vou além, ninguém é menos fotógrafo se conseguir obter uma estética riquíssima graças a ajuda do equipamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-8881 colorbox-8880" title="Touer Eiffel (Eiffel Tower), Paris, France" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Fotografia-de-Vernaglia-Jr-450x606.jpg" alt="Fotografia de Vernaglia Jr 450x606 O que é um bom equipamento? E isso importa?" width="391" height="527" /></p>
<p>O bom equipamento é aquele que permite ao fotógrafo obter a imagem que deseja, e em meu modo de ver, tanto melhor se isso levar menos tempo e der menos trabalho. É importante ter recursos, quanto mais melhor, o que nos diferenciará não é a quantidade de ferramentas que temos, mas o que fazemos com elas.</p>
<p>Assim sendo, que venham cada vez mais e melhores câmeras, lentes e flashes, que a qualidade se torne cada vez mais acessível e que chegue o dia em que ninguém precisará saber o que é um cinza médio 18%, qual a diferença entre a abertura f4 e a f2.8 ou qual a diferença entre um flash com número guia 40 e outro com guia 50. O dia em que isso tudo acontecer e estiver acessível, a única diferença entre nós será o talento, o bom gosto, o conhecimento de arte e não o quanto temos de dinheiro para investir em equipamento ou o quanto entendemos de questões físico-químico-matemáticas em geral.</p>
<p>E ao contrário do que alguns podem pensar, não, isso não vai matar ou fazer sumir os conhecimentos técnicos que usamos hoje, quem os tiver ainda os utilizará. Ainda hoje existem pessoas que sabem fazer uma placa de colódio úmido e isso não faz com que todos que não sabem (incluindo este que vos escreve) sejam menos fotógrafos, sempre haverá quem prefira fazer contas para medir uma luz.</p>
<p>A propósito, a imagem que ilustra este artigo, que considero uma boa fotografia, foi feita por mim em Paris com uma modesta câmera compacta Canon SX100IS. No momento desta imagem, eu tinha em mãos uma excelente EOS 7D, mas a única lente que estava ali comigo era uma zoom super grande angular que não permitia a perspectiva que eu via na cena, pedi emprestada a câmera de minha esposa e fiz a foto, e neste caso, valeu muito mais a compacta do que a reflex profissional, pois a imagem que eu queria foi possível com ela e não com câmera que em tese seria melhor.</p>
<p>Por fim, não estou dizendo com isso que fotógrafo não deve estudar técnica, ela ainda faz muita diferença no dia a dia profissional da fotografia, nem que deve acreditar no marketing do fabricante de câmeras e achar que o equipamento fará tudo, pois há algo que câmera nenhuma faz por conta própria: ter bom gosto, sensibilidade e talento.</p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço a todos.</p>
<p>[]’s</p>
<p>Armando Vernaglia Jr<a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter <a target="_blank" href="https://twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Onde fica a porta de entrada do mercado?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 18:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[começar no mercado]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[porta de entrada]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia uma aluna perguntou sobre como começar no mercado, como conseguir clientes. É uma pergunta que já ouvi muitas vezes, de alunos, amigos, conhecidos e desconhecidos. Resolvi então escrever este artigo e dividir com vocês meus pensamentos sobre o assunto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia uma aluna perguntou sobre como começar no mercado, como conseguir clientes. É uma pergunta que já ouvi muitas vezes, de alunos, amigos, conhecidos e desconhecidos. Resolvi então escrever este artigo e dividir com vocês meus pensamentos sobre o assunto.</p>
<p>É realmente complicado dizer para qualquer pessoa que passos ela deve ou deveria dar, a experiência de um indivíduo em geral só serve para ele. Aquilo que eu faço para tentar conseguir conquistar um cliente pode ser funcional para mim, segundo meu jeito de ser, as características de meu portfolio e dos clientes que busco, mas as mesmas maneiras de agir podem ser um completo desastre comercial para outro fotógrafo.</p>
<p>Tive e tenho meu caminho na fotografia, mas ele começou há quase duas décadas, então haviam outras condições de mercado que não se assemelham em nada ao que temos hoje, a internet sequer existia, câmeras digitais também não e tudo o que vem junto com essas duas invenções, como a popularização da fotografia, o uso de redes sociais e tantas outras coisas que revolucionaram e mudaram por completo o mercado de imagem.</p>
<p>Mas algumas coisas não mudam e essas costumo apresentar em minhas palestras sobre vendas e marketing, e costumo usar como resposta a quem me pergunta sobre entrar no mercado. São em geral as palavras mais chatas e desanimadoras para se dizer a alguém, mas acho que se ninguém falar, muitos continuarão batendo com suas caras em portas por aí.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8821 colorbox-8820" title="Joao Pessoa, Paraiba, Brazil/Brasil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Fotografia-de-Armando-Vernaglia-Jr-619x419.jpg" alt="Fotografia de Armando Vernaglia Jr 619x419 Onde fica a porta de entrada do mercado?" width="619" height="419" /></p>
<p>Tem coisas que não tem jeito, talvez a pior delas seja o fato de que não se entra no mercado com pressa, de um dia para o outro, nem de um ano para o outro, a curva de subida de um fotógrafo no mercado é grande e lenta, isso sempre foi assim e continua sendo. Do dia em que um fotógrafo se inicia, por exemplo se formando em um curso básico de fotografia, não leva menos de 2 ou 3 anos para começar a ter clientes de forma estável e assim ter um rendimento constante. Isso pouco se relaciona com talento ou capacidade técnica, mas com questões de confiança de mercado, com o fato dos consumidores começarem a perceber quem você é e ter confiança para finalmente lhe contratar.</p>
<p>Outro dia em uma palestra em João Pessoa para o projeto Retrato Social eu disse o seguinte aos ouvintes:</p>
<p>“Quantas pessoas vocês conhecem que se casaram, tiveram filhos, que abriram um comércio, produzem alguma coisa seja artesanalmente ou numa empresa e que nunca contactou um de vocês para a elaboração de fotos de todos esses acontecimentos?”</p>
<p>Quando alguém responde positivamente a isso percebe que as pessoas mais próximas a ela não a procuram quando precisam de fotos. Sendo assim, há algo de muito errado na forma como esse fotógrafo deixa o mundo saber o que ele faz.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8822 colorbox-8820" title="Joao Pessoa, Paraiba, Brazil/Brasil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Foto-de-Armando-Vernaglia-Jr-619x294.jpg" alt="Foto de Armando Vernaglia Jr 619x294 Onde fica a porta de entrada do mercado?" width="619" height="294" /></p>
<p>Divulgação de trabalho, e consequentemente ter clientes, começa assim, de seus círculos mais próximos para depois os mais distantes. Faça um exercício e reveja sua lista de contatos, familiares, amigos e parentes distantes e divulgue para eles. Peça para que essas pessoas divulguem seu site e portfolio, afinal, se nossos amigos e parentes não fizerem isso, ninguém fará.</p>
<p>Tenho amigos no mundo todo divulgando meu trabalho através das redes sociais como Twitter, Facebook e Google+, no começo eu pedia para eles fazerem isso, a cada vez que produzia algo de novo e interessante mostrava a eles e perguntava se podiam passar adiante, como um favor, hoje eles fazem isso sem que eu peça por que me percebem como artista e gostam do que faço, tive que cultivar isso e esse cultivo leva tempo.</p>
<p>Agora, tenha a certeza de que tudo o que escrevi acima só funciona se na base houver um portfolio realmente bom, com qualidade técnica e artística, com fotografias que as pessoas gostem de ver e de fato queiram mostrar para seus contatos, pois bons fotógrafos existem aos montes, provavelmente aos milhões, então para ter destaque no mercado é necessário ser melhor que a média, e isso exige estudo e dedicação constantes.</p>
<p>Tendo um excelente portfolio e mostrando suas imagens para o mundo através de seus contatos em redes sociais, vender seu trabalho será consequência, e não um resultado a ser perseguido.</p>
<p>Para vocês terem idéia do poder das redes sociais, me tornei colunista e colaborador do Fotografia-DG graças ao conteúdo que eu posto no Twitter, e graças aos textos que aqui publico, fui convidado a dar uma palestra sobre mercado de fotografia, vendas e marketing na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba, no nordeste brasileiro. Ilustro este texto com imagens que fiz exatamente na cidade de João Pessoa. Essas fotos, a palestra que apresentei lá, e vários amigos que fiz, só foram possíveis graças ao uso de redes sociais. Pense nisso.</p>
<p>Nos falamos em breve,</p>
<p>[]’s</p>
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		<title>A profundidade de campo na fotografia de culinária &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 18:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assinantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[abertura do diafragma]]></category>
		<category><![CDATA[distancia focal]]></category>
		<category><![CDATA[distância do objeto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de culinaria]]></category>
		<category><![CDATA[profundidade de campo]]></category>

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		<description><![CDATA[A profundidade de campo é um dos principais elementos técnicos e estéticos a disposição dos fotógrafos. Na fotografia de culinária esse artifício ganha importância especial por proporcionar a possibilidade se de conseguir ênfase em um determinado grupo de elementos ou seletivamente em um único ponto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a title="Profundidade de campo, em Inglês DOF" href="http://www.fotografia-dg.com/profundidade-de-campo-em-ingles-dof/" target="_blank">profundidade de campo</a> é um dos principais elementos técnicos e estéticos a disposição dos fotógrafos. Na <strong>fotografia de culinária</strong> esse artifício ganha importância especial por proporcionar a possibilidade se de conseguir ênfase em um determinado grupo de elementos ou seletivamente em um único ponto.<span class="mgm_private_no_access"><div style="border-style:solid; border-width:1px; margin-bottom:1em; background-color:#E4F2FD; border-color:#C6D9E9; margin:5px; font-family:'Lucida Grande','Lucida Sans Unicode',Tahoma,Verdana,sans-serif; font-size:13px; color:#333333;">

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		<title>As revoluções do fotojornalismo</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/revolucoes-fotojornalismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=revolucoes-fotojornalismo</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Pedro Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[revolução]]></category>
		<category><![CDATA[revoluções]]></category>
		<category><![CDATA[Uma história crítica do fotojornalismo ocidental]]></category>

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		<description><![CDATA[O fotojornalismo sempre teve suas revoluções ligadas diretamente à tecnologia e às guerras. É isso que defende o teórico português Jorge Pedro Sousa em seu livro Uma história crítica do fotojornalismo ocidental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>fotojornalismo</strong> sempre teve suas revoluções ligadas diretamente à tecnologia e às guerras. É isso que defende o teórico português Jorge Pedro Sousa em seu livro Uma história crítica do fotojornalismo ocidental. Segundo o escritor lusitano, a primeira revolução se deu em meados da primeira grande guerra mundial. É o período no qual os equipamentos se tornaram menores e, graças a fabricantes como a Leica, nos anos de 1930, os fotógrafos deixaram de ter o tempo de exposição como uma problemática em suas fotografias. Esse tipo de tecnologia, que permite ao fotógrafo um ato mais discreto, com lentes mais claras e filmes mais rápidos, modificou o fotojornalismo de maneira definitiva. Foi o tempo da foto cândida, anunciada por Erich Salomon, pai dos fotógrafos de redação. A ideia da foto cândida, para Salomon, era captar o instante natural das pessoas, como elas se comportam nos ambientes sem interferência do fotógrafo ou a atuação do fotografado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8728 colorbox-8727" title="Erich Salomon - Berlin,1929" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Imagem-01.jpg" alt="Imagem 01 As revoluções do fotojornalismo" width="600" height="450" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Erich Salomon &#8211; Berlin,1929</h6>
<p>Com a influência dessa estética surge na Europa a geração de ouro da fotografia, é a geração de 30. Robert Capa, Brassai, Midans,Seymour, Doisneau, Munkacsi e Cartier Bresson. Esse último é considerado o pai do fotojornalismo moderno e isso se dá devido a sua ideia de instante decisivo. Aqui o fotógrafo tem como problemática prever o futuro, espectar, definir como será o próximo movimento. Esse debate pode ser melhor entendido no texto &#8220;A máquina de esperar&#8221; de Mauricio Lissovsky.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8729 colorbox-8727" title="Cartier Bresson" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Imagem-02.jpg" alt="Imagem 02 As revoluções do fotojornalismo" width="600" height="405" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Cartier Bresson</h6>
<p>Os fotógrafos da segunda revolução beberam na fonte da primeira, mas não na maneira como cobriram a grande guerra, de forma limpa, imaculada, sem que o sangue faça parte da composição. Eles resolveram seguir a risca o que falou Capa: &#8220;se sua foto não está boa o suficiente, é porque você não está perto o suficiente&#8221;. Os grandes laboratórios para os repórteres foram os conflitos em Biafra, Chipre e Coréia, mas a revolução só se aplica mesmo na guerra do Vietnã. Em 1972 a Pentax já tinha seu modelo ES com fotômetro e em 77 a Konica com seu modelo C35 com autofoco, mas o que mudou na abordagem dos fotógrafos foi o fotochoque. Eles entraram nos frontes de batalha, se tornaram parte do cotidiano de guerra e resolvem usar a fotografia como equipamento de denúncia dos horrores que viam. Os filmes coloridos entram definitivamente nas publicações diárias, já que os jornais perdiam espaço para a nova mídia, TV colorida. Don Mccullin, o esteta do horror, encabeçava a lista dessas fotografias chocantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8730 colorbox-8727" title="Don Maccullin - Campo da cruz vermelha, Biafra, 1969." src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/imagem-03.jpg" alt="imagem 03 As revoluções do fotojornalismo" width="325" height="500" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Don Maccullin &#8211; Campo da cruz vermelha, Biafra, 1969.</h6>
<p>Dentre os grandes nomes que fizeram história, também podemos citar Sebastião Salgado, Catherine Leroy, Eugene Richard, James Nachtwey e Nick Ut. Esse último apavorou o planeta com a foto de uma menina correndo sem roupas, queimada por conta da explosão de um míssil americano.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8731 colorbox-8727" title="Nick Ut - 1972" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Imagem-04-450x352.jpg" alt="Imagem 04 450x352 As revoluções do fotojornalismo" width="450" height="352" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Nick Ut &#8211; 1972</h6>
<p>Os fotógrafos desse período tinham os conflitos como seus hábitats naturais. Com o fim da guerra do Vietnã, muitos rodaram o mundo procurando esse tipo de pauta. Para eles, o marco da terceira revolução foi um prato cheiro. A guerra fria. Com a queda do muro de Berlim explode a &#8220;mundialização&#8221;, como dizem os franceses, e a Europa Oriental cai em guerra por todos os lados. Por mais incrível que pareça esses confrontos não eram os assuntos principais dos jornais. A estética do retrato volta a tomar conta das redações. A velocidade é a palavra da vez. Os fotógrafos agora, além de dominar a fotografia, deveriam dominar a tecnologia da informação. Transmitir as fotos o mais rápido possível passa a ser a temática das editorias. Além disso, o fotojornalismo invade a publicidade. Oliviero Toscani, então fotógrafo da Benetom, passou a usar imagens de agências de notícias para estampar as campanhas da marca italiana.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8735 colorbox-8727" title="Benetom -Primavera/verão 1992" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Imagem-05.jpg" alt="Imagem 05 As revoluções do fotojornalismo" width="556" height="400" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Benetom -Primavera/verão 1992</h6>
<p>A terceira revolução data de 1989. De lá para cá a fotografia não tinha tido um grande choque que justificasse um olhar mais atento. A ideia de manipular a imagem é antiga, não é uma exclusividade dos anos 2000. O fato de mudar do átomo dos filmes para o bit das câmeras digitais também não modificou de forma agressiva a vida dos fotógrafos de redação. A estética continuava a mesma, as rotinas de trabalho modificaram em pouca coisa. Mas agora uma nova ferramenta me chama a atenção, me fez ficar atento a uma nova maneira de se fazer fotojornalismo. A fotografia de celular, mais especificamente o aplicativo Instagram. Com esse app, vários repórteres de periódicos de todo o mundo estão colocando imagens o tempo inteiro na grande rede. A premissa de foto de notícia vinculada diretamente a um texto noticioso vem se quebrando com essa ferramenta. Além disso, os veículos de comunicação vêm assumindo o chamado jornalismo participativo, ou interativo. Não temos mais os espectadores passivos, agora são usuários, com habilidades de comunicação e domínio das ferramentas e plataformas, e esse usuário interage com os veículos de comunicação, seja mandando conteúdo ou estabelecendo dialogo com o mesmo. Outro fato curioso desse novo momento do fotojornalismo é que emissoras de TV estão agora usando a fotografia como plataforma de comunicação.  ABC, NBC, CTV e CNN possuem contas no Instagram e postam fotos diariamente. No Brasil, bons exemplos do uso desta plataforma para fazer notícia são os jornais Folha de São Paulo (SP) e o Jornal do Commercio (PE). Esses veículos, além de postarem fotos das matérias feitas pelos seus repórteres, apresentam o cotidiano de uma redação e fazem publicidade de suas publicações. O jornal pernambucano também usa, em algumas de suas matérias do jornal impresso, imagens feitas pelo dispositivo móvel.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter colorbox-8727" title="Instagram da CNNireport" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/12/Imagem-06.png" alt="Imagem 06 As revoluções do fotojornalismo" width="320" height="480" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Instagram da CNNireport</h6>
<p>O teórico espanhol Carlos Scolari, em seu livro Hipermediaciones, nos faz refletir sobre a situação de que é o homem cria ferramentas, que, por sua vez modificam sua vida, e, por fim, essa nova vida pede novas ferramentas. Não sei se ainda é muito cedo para chamar esse novo momento de revolução. O fato é que o jornalismo está se modificando e se adequando diante de novas possibilidades. A convergência e seus instrumentos já fazem parte do seu cotidiano. Ficar atento nunca é demais. Como diria N. Negroponte, em seu livro El mundo digital: &#8220;Un bit no tiene color, tamaño ni peso y viaja a la velocidad de la luz. Es el elemento más pequeño en el DNA de la información&#8221;.</p>
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		<title>iStockPhoto &#8211; Ganhe dinheiro com suas Fotografias</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 18:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[iStockPhoto]]></category>
		<category><![CDATA[venda]]></category>
		<category><![CDATA[vender]]></category>

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		<description><![CDATA[Junte-se ao maior Portal de Média onde poderá comprar e vender Fotos, Vídeos e outros trabalhos média fantásticos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chama-se <a target="_blank" href="http://refer.istockphoto.com/ta.php?lc=063479042431004651&amp;atid=29081%7CBannerID%3D29081%7CReferralMethod%3DLink&amp;url=http%3A%2F%2Fportuguesbrasileiro.istockphoto.com" target="_blank"><img class="colorbox-8420"  src="http://refer.istockphoto.com/traffic_record.php?lc=063479042431004651&amp;atid=29081%7CBannerID%3D29081%7CReferralMethod%3DLink" alt=" iStockPhoto   Ganhe dinheiro com suas Fotografias" border="0" title="iStockPhoto   Ganhe dinheiro com suas Fotografias" /><strong>iStockPhoto</strong></a> e é talvez uma das maiores Plataformas de Média existentes na Internet. Isto porque o enorme Banco de Dados que possuem está em constante crescimento dada as características desta maravilhosa Plataforma. Na iStockPhoto existe espaço para todos, tanto para Fotógrafos, Artistas como para Empresários e Bloggers que decidem dar uma nova imagem ao seu Projecto.</p>
<h2>Um pouco de história</h2>
<p>Para os mais curiosos a iStockPhoto surgiu após um pensamento &#8220;original&#8221; de Bruce Livingstorm em 2000 quando decidiu colocar milhares de imagens Online. Inicialmente, queria apenas entrar no mercado das Stock Photos, mas rapidamente percebeu que à moda antiga, enviar Fotos por envelope, não daria lucro nenhum. Colocou todas as fotos Online de forma Grátis e rapidamente foram baixadas milhares de Fotos e Imagens em pouco tempo. Após alguns meses fez uma sondagem pelos membros registados e concluíu que maior parte deles estariam dispostos a pagar por conteúdo de qualidade. Com a concorrência já atrás da iStockPhotos eis que chega a revolução onde seria possível adquirir uma Foto por menos de 1$. Compradores ficavam contentes e Artistas recebiam créditos royalties. Em muito pouco tempo abrangeu vários idiomas (incluindo Portuguese) fazendo assim com que viesse a ser conhecido mundialmente.</p>
<p>Hoje em dia um dos factores que leva esta Plataforma crescer dia-após-dia é o facto de todos os trabalhos poderem ser adquiridos com isenção de royalties, ou seja, paga-se uma vez e usa-se as vezes que quisermos. Embora um factor pouco valorizado e desconhecido entre os demais, torna-se fundamental saber que estamos protegidos por uma Garantia Legal e que ninguem nos pode acusar de duplicação de conteúdo.</p>
<p><a target="_blank" href="http://refer.istockphoto.com/ta.php?lc=063479042431004651&amp;amp;atid=29081%7CBannerID%3D29081%7CReferralMethod%3DLink&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportuguesbrasileiro.istockphoto.com" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-8421 colorbox-8420" title="istockphoto" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/11/istockphoto.jpg" alt="istockphoto iStockPhoto   Ganhe dinheiro com suas Fotografias" width="619" height="323" /></a></p>
<h2>Vender os nossos Trabalhos como Fotografo (membro comum)</h2>
<p>Este espaço é sem dúvida o melhor para vendermos os nossos trabalhos Fotográficos ou outro tipo de Média que possuirmos. Talvez se deva ao facto de existirem milhares de Empresários com conhecimento deste enorme Banco de Imagens, e que tenham uma boa imagem dele. Tornando assim a venda das nossas criações uma tarefa muito fácil.</p>
<h2>Comprar trabalhos maravilhosos na iStockPhoto</h2>
<p>Não só podemos vender as nossas criações como podemos igualmente ir em busca, no vasto Banco de Imagens, por realizações do nosso agrado e que possam servir para os nossos Projectos pessoais. Todos os trabalhos podem ser adquiridos na iStockPhoto trocando os nossos créditos pessoais. Estes créditos por sua vez são adquiridos com a Subscrição ou Compra de Planos a Preços muito apelativos. Abaixo deixo alguns exemplo de Planos que se podem adquirir consoante o nosso interesse por determinado trabalho.</p>
<ul>
<li>Plano mais baixo: São 12 créditos ao preço de 14.50€ equivalente a 1,22€/crédito</li>
<li>Plano intermédio: Composto por 300 créditos ao preço de 331,25€ (1,10€/crédito)</li>
<li>Plano Máximo: Possuí 10000 créditos e pode ser adquirido por 7495,00€ (0,75€/crédito)</li>
</ul>
<p>Como podem constatar existem Planos para as várias bolsas e tudo depende das necessidade que cada um vai ter. No entanto e visto que um elemento fotográfico simples pode ser adquirido por 2 a 3 créditos, podemos ter a certeza que 2,44€ investidos em obras da StockPhoto é dinheiro bem empregue dada a qualidade de todos os Designs e fotos existentes. Ainda nos Planos de Preço, podemos    encontrar uma tabela que compara a Subscrição Mensal com os Planos referidos acima. Dá certamente para ter uma melhor noção de onde podemos poupar. Ver mais aqui.</p>
<p>Como se tudo isto não bastasse a iStockPhoto escolhe semanalmente um Trabalho em cada categoria de Fotografia, Ilustrações, Vídeo, Flash e Áudio e disponibiliza-o de forma gratuita. Se tem criatividade suficiente ou se anda simplesmente à procura de trabalhos para enriquecimento dos Projectos pessoais, então a iStockPhoto é o sítio certo. <a target="_blank" href="http://refer.istockphoto.com/ta.php?lc=063479042431004651&amp;amp;atid=29081%7CBannerID%3D29081%7CReferralMethod%3DLink&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportuguesbrasileiro.istockphoto.com" target="_blank">Junte-se à Plataforma e explore-a pessoalmente clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Novo E-Book de Fotografia Infantil por Huaíne Nunes</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/e-book-fotografia-infantil-huaine-nunes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=e-book-fotografia-infantil-huaine-nunes</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 12:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Huaine Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[e-Book]]></category>
		<category><![CDATA[e-book de fotografia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio infantil]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de bebês]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[O E-book de Fotografia Infantil por Huaíne Nunes conta com dicas técnicas e práticas da fotografia infantil. São 36 páginas de grande qualidade que não pode perder!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos do Fotografia-DG, como estão?</p>
<p>Hoje trago uma novidade super legal para vocês, meu novo <strong>e-book de fotografia infantil</strong>.</p>
<p>Como alguns de vocês já sabem, há alguns anos resolvi focar e me dedicar integralmente à fotografia de bebês e crianças. <a target="_blank" href="http://huainenunes.com/?home" target="_blank">Meu blog</a> atualmente é quase que totalmente sobre isso, com dicas e truques de fotografia de crianças e também com fotos dos trabalhos que venho realizando por aqui.</p>
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/175-e-book-de-fotografia-infantil.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-8339 colorbox-8337" title="E-book Fotografia Infantil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/book.jpg" alt="book Novo E Book de Fotografia Infantil por Huaíne Nunes" width="235" height="318" /></a></p>
<p>Hoje, a grande novidade é que escrevi para vocês um e-book completinho sobre <strong>fotografia infantil</strong>! Ele conta com várias dicas técnicas e práticas para quem deseja se aventurar nesse tipo de fotografia também. Fotografar crianças é uma tarefa que considero altamente gratificante. É legal demais conviver com os pequenos e aprender um pouco com eles. Essa oportunidade de entregar para os pais um trabalho único, que representa amor e que servirá de recordação dessa fase gostosa por toda a vida é algo que realmente não tem preço. Sinto que escolhi uma profissão maravilhosa e me sinto realizada fotografando crianças e famílias.</p>
<p>Nesse e-book, a minha idéia é passar para vocês as coisas que aprendi sobre fotografia infantil, que apesar de muito gostosa, requer bastante conhecimento técnico.</p>
<p>Todo o e-book é ilustrado com fotografias que fiz ao longo desses [poucos] anos de experiência. Cada foto ilustra a dica que foi dada no tópico escrito. Ficou muito legal e espero que vocês gostem de ler tanto quanto gostei de escrever.</p>
<h2>Esse e-book você aprenderá:</h2>
<ul>
<li>Como estar preparado para um ensaio infantil</li>
<li>Como reconhecer a personalidade de cada criança e usá-la de modo que favoreça o seu ensaio</li>
<li>Coisas que devem ser preparadas com antecedência, como orientar os pais para o ensaio.</li>
<li>Roupas e acessórios que podem ajudar na produção e também na distração da criança</li>
<li>Equipamentos, o que é essencial</li>
<li>Como escolher boas locações e quais os melhores horários para fotografar os pequeninhos</li>
<li>Dicas de enquadramentos e orientações técnicas sobre a fotografia de retrato</li>
<li>Como trabalhar com luz natural em diversos ambientes [interna/externa]</li>
<li>Dicas para fotografar aniversários e eventos infantis</li>
<li>A edição como um complemento do seu trabalho</li>
<li>E mais tantas outras dicas sobre a fotografia desses pequeninos</li>
</ul>
<p>Espero que vocês gostem. O e-book pode ser adquirido na loja do Fotografia-DG.</p>
<p><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/175-e-book-de-fotografia-infantil.html" target="_blank"><strong>CLIQUE AQUI PARA COMPRAR</strong></a></p>
<p>Um super beijo em todos e até a próxima.</p>
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			</div>			
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		<title>O que é uma boa fotografia afinal?</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/o-que-e-uma-boa-fotografia-afinal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-uma-boa-fotografia-afinal</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 21:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[boa fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com frequência sou questionado por fotógrafos iniciantes se uma determinada foto que eles tenham feito é boa ou ruim, se está correta ou errada. Por mais simples que pareçam, essas perguntas são na verdade complexas e envolvem muitos fatores para serem respondidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com frequência sou questionado por fotógrafos iniciantes se uma determinada foto que eles tenham feito é boa ou ruim, se está correta ou errada. Por mais simples que pareçam, essas perguntas são na verdade complexas e envolvem muitos fatores para serem respondidas.</p>
<p>Antes  precisamos separar os conceitos “certo e errado” de “bom e ruim” e também o gostar ou não gostar, são coisas diferentes.</p>
<p>Sobre uma fotografia estar correta, penso que se a fotografia é aquilo que o autor queria, tem a aparência imaginada antes do click, então está correta, por outro lado se não é o que imaginou, está errada. Simples assim, se o fotógrafo teve técnica suficiente para colocar sua vontade, criatividade e estilo na imagem, conseguiu realizar o que imaginou, então não há o que discutir, mas daí ao julgamento qualitativo há uma enorme distância.</p>
<p>Os conceitos de bom e ruim muitas vezes andam paralelamente com os de gostar e não gostar, achamos bom o que gostamos e ruim aquilo que não apreciamos, mas na verdade devemos separar isso antes de avaliar uma imagem (e também uma comida, uma música, um desenho&#8230; qualquer coisa).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8310 colorbox-8309" title="Musée du Louvre" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Mus%C3%A9e-du-Louvre.jpg" alt="Mus%C3%A9e du Louvre O que é uma boa fotografia afinal?" width="619" height="409" /></p>
<p>Quando falamos de qualidade, entramos em um mundo que é parte técnica e parte subjetividade. Há a qualidade de registro do arquivo (ou filme), se tem ou não ruído, se está focada, corretamente exposta e assim por diante. Em tese a fotografia bem focada, exposta adequadamente, sem ruído, tremido e defeitos é uma fotografia com qualidade no aspecto técnico. Mas não necessariamente no subjetivo aspecto da estética.</p>
<p>Cada um de nós gosta ou não de uma imagem por um grande número de fatores, toda a nossa vida, cultura e estudos entram em cena quando nos deparamos com uma fotografia e numa fração de segundo usamos toda essa informação para dizer se gostamos ou não, se no nosso entendimento é uma boa fotografia ou não.</p>
<p>Vou exemplificar tudo isso com minha opinião, afinal só posso falar pelo que penso e acredito. Penso que a grande fotografia, que nos faz ter orgulho de tê-la produzido, é fruto de um conjunto de fatores, que passam pelo tema perfeito sob uma luz espetacular, num momento inspirado do fotógrafo no qual ele consegue alinhar sua cultura visual com a técnica. E por fim naquele instante em que tudo se alinha, está com o equipamento adequado em mãos. É estar no lugar certo na hora certa e bem preparado para isso.</p>
<p>Nem sempre acontece, por vezes temos técnica e equipamento, mas a luz que a natureza  fornece não é a que queremos. Em outras o tema perfeito está em reforma e coberto por tapumes. Por fim podemos ter tudo certo e simplesmente ter deixado o equipamento em casa. Quantas oportunidades perdemos apenas por não estar com a câmera na hora em que as coisas acontecem.</p>
<p>Mas existem dias raros em que tudo trabalha a favor do fotógrafo, ele está com o equipamento certo, as técnicas apropriadas, no lugar perfeito, na hora certa em que a natureza o presenteia com a mais perfeita luz, lhe permitindo produzir uma grande fotografia.</p>
<p>Esta é tão somente minha opinião. Para uns a qualidade da luz pouco importa, mas sim o momento espontâneo captado, para outros pode ser a cor e o contraste vivos, uns preferem a abstração enquanto outros a aparente fidelidade com o mundo real. Quantas opções temos para chegar a conclusão do que é bom ou não, isso tudo depende da cultura e educação de cada um, da personalidade que é formada ao longo da vida.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8311 colorbox-8309" title="Louvre Museum" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Louvre-Museum.jpg" alt="Louvre Museum O que é uma boa fotografia afinal?" width="619" height="409" /></p>
<p>As fotos que ilustram este artigo são daquelas que acho muito boas dentro da minha opinião sobre qualidade, primeiro estão corretas pois tem a aparência que imaginei para elas, sem surpresas, o que pensei consegui realizar. Segundo, elas mostram um tema perfeito, sob uma luz linda, captado com equipamentos e técnicas adequados. Terceiro, tive a sorte de estar lá na hora certa. Nessa conjunção de fatores produzi algo que chamo de uma grande fotografia, daquelas que se outro fotógrafo tivesse feito, eu teria uma certa inveja, mas como eu mesmo fiz, tenho orgulho.</p>
<p>Não me importo muito se essas fotos irão se tornar populares, com muita gente gostando delas, elas são ótimas para mim, agradam ao meu ego como autor e aí reside talvez o principal ponto quando falamos de qualidade de imagem, afinal, qualidade para quem, para o autor ou para os outros?</p>
<p>Escrevi bastante e obviamente não dei uma resposta para a pergunta que dá título a este artigo, isso foi proposital, pois quero que cada um de vocês que parou aqui para ler pense nos motivos que levam vocês a acharem algo bom ou ruim, que comecem a entender quais fatores psicológicos os levam a admirar ou ter repulsa por algo, que aspectos culturais os fazem sonhar ao ver uma determinada fotografia, e os façam simplesmente ignorar ou desprezar outra.</p>
<p>Percebam que as escolhas de vocês são individuais, pois fatalmente aquela imagem desprezada, ignorada, tida como feia ou ruim por uns, será adorada por outros, sendo o contrário também verdadeiro.</p>
<p>Lembrem-se que uma coisa é qualidade técnica (foco, exposição, ruído etc.), outra completamente diferente é a qualidade estética, e para esta última, não há regras, verdades absolutas e imutáveis.</p>
<p>Nos falamos em breve,<br />
Siga-me no Twitter <a target="_blank" href="http://twitter.com/vernagliaJr">@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Backup um BEM necessário – Parte 9 de 9</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 20:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[Backup um BEM necessário]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas finais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pequena recapitulação do que vimos anteriormente e mais algumas dicas novas que podem ser úteis para não perder suas fotos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só está seguindo a série <strong>Backup um BEM necessário</strong> agora? Leia os artigos anteriores agora!</p>
<ol>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/backup/" target="_blank">Introdução</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/backup-organizacao-simplificacao/" target="_blank">Organização e simplificação</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/backup-direto-da-camera/" target="_blank">Backup direto da câmera</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/backup-importar-lightroom/" target="_blank">Backup ao Importar no Lightroom</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/lightroom-exportando-backup/" target="_blank">Lightroom, exportando para backup</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/cobian-backup/" target="_blank">Cobian Backup – Configurando</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/backup-externo-principal/" target="_blank">Backup Externo Principal</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/backup-externo-online/" target="_blank">Backup Externo Online</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/dicas-finais-para-nao-perder-suas-fotos/" target="_blank">Dicas finais para não perder suas fotos</a></li>
</ol>
<h2>Dicas finais para não perder suas fotos</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8298 colorbox-8297" title="Dicas finais para não perder suas fotos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Dicas-finais-para-n%C3%A3o-perder-suas-fotos-619x390.jpg" alt="Dicas finais para n%C3%A3o perder suas fotos 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 9 de 9" width="619" height="390" /></p>
<p>Uma pequena recapitulação do que vimos anteriormente e mais algumas dicas novas que podem ser úteis.<strong></strong><strong></strong></p>
<h3>1. Compre cartões de memória de qualidade</h3>
<p>Cartões de qualidade são produzidos com memorias de maior confiabilidade e durabilidade, diminuindo assim o problema de corrupção/perda de dados. Lembre-se que inclusive a maioria dos fabricantes tem linhas de baixo custo e que podem dar problemas também. Eu particularmente gosto muito dos cartões de memória da serie Extreme feitos pela Sandisk, hoje tenho oito cartões deles, são rápidos e confiáveis.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8299 colorbox-8297" title="Arquivo danificado no cartão de memória de péssima qualidade" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Arquivo-danificado-no-cart%C3%A3o-de-mem%C3%B3ria-de-p%C3%A9ssima-qualidade-619x390.jpg" alt="Arquivo danificado no cart%C3%A3o de mem%C3%B3ria de p%C3%A9ssima qualidade 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 9 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 align="center">Arquivo danificado no cartão de memória de péssima qualidade</h6>
<h3>2. Nunca deixe as fotos apenas no cartão de memória</h3>
<p>Sempre que possível faça uma copia, importe as fotos para outro local.</p>
<h3>3. Não salve arquivos apenas no notebook</h3>
<p>Notebook é um dos piores locais para se salvar arquivos importantes, como você o carrega para todo lado, é comum apresentar problemas no HD ou elétricos.</p>
<h3>4. Troque os cartões a cada um ou dois anos</h3>
<p>Escreva a data de compra nos cartões, assim você pode se programar para comprar novos cartões depois de um ou dois anos, a troca é aconselhada devido ao mau uso (que todos fazemos em alguns momentos), como colocar o cartão no bolso sem a proteção, tocar nos contatos, deixar cair, tirar/colocar com a câmera ligada ou sem ejetar a USB etc.</p>
<h3>5. Nomeie e faça rotatividade de cartões</h3>
<p>Coloque nome ou números nos cartões e use um diferente em cada trabalho, assim você evita que um cartão quebre por fadiga mais rápido.</p>
<h3><strong></strong>6. Não remova as fotos durante um trabalho</h3>
<p>Evite apagar ou remover as fotos durante um trabalho, durante o trabalho você tem coisas mais importantes para fazer e por isso pode acabar removendo uma foto errada. Além que nenhum visor é bom o suficiente bom para dizer se a foto ficou boa.</p>
<h3>7. Não mexa no cartão com a câmera ligada</h3>
<p>Isso é muito comum de ocorrer e pode danificar o cartão, pois ele está alimentado com corrente elétrica.</p>
<h3>8. Não remova o cartão do PC sem antes ejeta-lo</h3>
<p>As portas USB tem energia elétrica e assim como na câmera podem danificar o cartão se removido enquanto está sendo usada.</p>
<h3>9. Não remova nenhuma foto por pelo menos um ano</h3>
<p>Não remova nenhuma foto por pelo menos um ano, assim você evita apagar alguma foto errada e ainda por cima pode fazer um estudo de sua evolução e quais erros tem que resolver.</p>
<h3>10. Faça backup</h3>
<p>Meio obvio, mas é isso mesmo, faça backup.</p>
<h3>11. Faça um Backup do backup</h3>
<p>Sempre tenha um Backup do Backup, os hardwares não são confiáveis, como falei antes, perdi dois HDs enquanto escrevia esse e-book.</p>
<h3>12. Faça backup do DVD entregue para o cliente</h3>
<p>Faça um backup do DVD, pode ser em mídia ou até mesmo um ISO dele. Desta forma se ocorrer algum problema com a mídia do cliente é possível recuperar sem problemas.</p>
<h3>13. Tenha os arquivos salvos em formatos padrões</h3>
<p>Evite salvar arquivos fora dos padrões, você nunca saber se esse arquivo vai ser possível de ler depois de 10 anos.</p>
<h3>14. Não edite a foto original</h3>
<p>Nunca, em momento algum edite uma foto original, sempre faça em cima de uma cópia ou utilize softwares que editam as fotos de forma não destrutiva, como o Lightroom, qualquer alteração ele grama em um arquivo XMP.</p>
<h3>15. Não confie no próximo</h3>
<p>Nunca confie seu arquivo único em uma pessoa ou freelancer. Você não sabe se depois do trabalho ela vai para uma festa ou até para outro trabalho. Terminou o trabalho leve para fazer o backup.</p>
<h3>16. Verifique seus backups</h3>
<p>Não adianta ter milhões de backups, se eles não funcionam como deveriam. Sempre confira seus backups pelo menos uma vez por mês.</p>
<h3>17. Organize e classifique suas fotos</h3>
<p>Separe as fotos que você faz por hobby das fotos de trabalho, para saber o grau de importância de cada uma.</p>
<h3>18. Use discos rígidos de qualidade e novos</h3>
<p>Verifique com a loja quais os discos que dão menos problemas, normalmente os melhores são os Seagate, Western-Digital e Samsung. Nunca compre ou uso discos usados.</p>
<h3>19. Não deixe para depois, Backup em primeiro lugar</h3>
<p>Procrastinação é a pior inimiga do Backup, se você deixar para depois pode ser tarde.<strong></strong></p>
<h3>20. Faça um checklist para saber o que fazer antes de editar uma foto</h3>
<p>Fala esse checklist imprima e cole em algum local visível, para que você nunca se esqueça de fazer qualquer etapa.</p>
<h3>21. Instale o Acronis Driver Monitor</h3>
<p>Esse software é excelente e já me ajudou muito, através dele consegui saber que o HD estar para apresentar problemas, assim consegui salvar meus dados, dois dias depois o HD parou de funcionar. O único problema é que ele não consegue monitorar HDs externos via USB, mas não é um problema dele e sim do HD que não manda as informações necessárias. Verifique, ele mostra muitas informações interessantes.</p>
<h3>22. Backup só é caro na sua cabeça</h3>
<p>Você não precisa fazer milhões de tipos de backups, mas pelo menos compre dois HD externos grandes e faça seu backup. O custo de dois HDs externos de 2TB é de aproximadamente R$700,00, e são feitos para serem confiáveis por dois a três anos, se for contabilizar o custo mensal por dois anos, sai por menos de R$30,00.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Backup é algo que nem sempre damos muita importância, sempre pensamos “isso não vai acontecer comigo”. Pois é nesse pensamento (às vezes inconsciente) que acabamos perdendo dados importantes.</p>
<p>A fotografia cresce em dimensões assustadoras, ter backup dos arquivos está ficando cada vez mais fundamental e ter o backup pode ajuda-lo a se livrar de grandes dores de cabeça.</p>
<p>Infelizmente normalmente não somos instruídos para pensamentos de preservação até o momento que “ACONTECE”.</p>
<p>Você pode utilizar o backup para agregar valor ao seu trabalho, se você explicar para o cliente todo o cuidado tomado para que nenhum dado de perca, certamente ele vai ficar mais confiante em seu trabalho.</p>
<h4><span style="color: #ff0000;">Lembre-se&#8230;</span></h4>
<p>Existem apenas dois tipos de pessoas, as que já perderam algum tipo de arquivo e aquelas que ainda vão perder! A única diferença é que uns podem saber recupera-los&#8230;</p>
<p>Obrigado a todos os que seguiram a série e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/" target="_blank">www.guilhonfotografia.com.br</a> e me seguir no Twitter <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">@eduardoguilhon</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>. Na próxima semana estarei vindo com um novo artigo para anunciar e disponibilizar gratuitamente o eBook &#8220;Backup um BEM necessário&#8221;.</p>
<p>&#8230; mas antes disso temos um HD de 1TB para oferecer.</p>
<p>Em parceria com a Loja <a target="_blank" href="http://www.msolutions.com.br/" target="_blank"><strong>MSolutions</strong></a>, uma empresa situada na cidade de Florianópolis/SC e que é voltada para soluções em tecnologia, principalmente na área de informática, o Fotografia-DG vai oferecer um HD de 1TB ao participante <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/acaua" rel="nofollow" target="_blank" data-screen-name="acaua"><s>@</s>acaua</a>. Obrigado a todos os que participaram!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografe com menos ruído em ISO alto</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 21:25:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[iso]]></category>
		<category><![CDATA[ISO alto]]></category>
		<category><![CDATA[ISO elevado]]></category>
		<category><![CDATA[ISOs elevados]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos maiores motivos da frequente troca de equipamentos por parte dos fotógrafos é a busca por imagens mais limpas com ISOs elevados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores motivos da frequente troca de equipamentos por parte dos fotógrafos é a busca por imagens mais limpas com ISOs elevados. A cada novo lançamento, os desenvolvedores buscam aprimorar a eletrônica das câmeras fotográficas em busca da menor incidência possível de ruído em altas sensibilidades.</p>
<p>Porém, para a grande maioria dos fotógrafos, trocar de câmera a cada lançamento é uma realidade bem distante. Pensando nisso, resolvi buscar uma alternativa. Não chega a ser a salvação da pátria, mas pode dar um fôlego extra para quem ainda não pretende quebrar o cofrinho e contar todas as moedas para adquirir um novo brinquedo.</p>
<p>Antes de saber como regular sua câmera para gerar menos ruído, é importante entender um pouco o processamento de imagens interno.</p>
<p>Traduzindo para uma forma bem simples, o processo de formação da imagem passa por duas etapas: captura (sensor) e processamento (processador de imagens).</p>
<p>Na captura, o sensor da câmera, formado por uma determinada quantidade de pixels, recebe a informação luminosa que passa pela objetiva.</p>
<p>Cada sensor possui um valor de sensibilidade ideal, normalmente o menor número apresentado pela câmera. No caso da Nikon D300, por exemplo, este valor é 200. Abaixo ou acima disso, tudo é feito pelo processador de imagens.</p>
<p>Neste ponto, a densidade de pixels do sensor é fator determinante para a qualidade final da imagem. Na Nikon, por exemplo, existem dois sensores bem conhecidos: DX e FX. A diferença entre eles está basicamente no tamanho e, consequentemente, na densidade de pixels.</p>
<p>Para tornar a leitura mais fácil, segue uma analogia:</p>
<p>Peque 10 palitos de dente e coloque em uma caixa de fósforos. Agora, peque os mesmos 10 palitos e coloque em uma caixa de sapatos.</p>
<p>Os 10 palitos estão presentes nos dois casos, mas com muito mais espaço entre eles na caixa de sapatos.</p>
<p>Voltando ao tema, a caixa de fósforos é o sensor DX, a de sapatos o FX. Os dois, com a mesma resolução, possuem a mesma quantidade de pixels, mas com densidades diferentes. E quanto maior a densidade, neste caso, menos informação cada pixel capta. Com densidade menor, no caso do sensor FX, cada pixel consegue captar uma quantidade maior de informação luminosa.</p>
<p>Posteriormente, um processador de imagens com um software específico, processa essas informações captadas por cada pixel e aplica uma série de algoritmos para gerar a imagem final.</p>
<p>E é justamente nesta segunda etapa onde podemos interferir para conseguir resultados melhores com sensibilidade elevada.</p>
<p>E o ruído?</p>
<p>As informações repassadas pelo sensor nem sempre são completas. Muitas vezes, nas áreas de baixa luz, os pixels não conseguem captar nenhuma informação. O resultado são falhas que precisam ser preenchidas para que a imagem não tenha, literalmente, buracos. Programado para fazer isso, o processador de imagens simplesmente preenche tais falhas com um valor aproximado aos pixels adjacentes. Como o valor não bate exatamente com a informação que deveria estar ali, o resultado são pontos de cores diferentes, ou, traduzindo, o ruído.</p>
<p>Quando aumentamos o ISO além do ideal (200, na D300, por exemplo), não estamos aumentando a sensibilidade do sensor, mas pedindo ao processador de imagens que acrescente ganho às informações. Algo parecido com o ajuste de brilho do Photoshop. Isso amplia a informação das áreas bem iluminadas e facilita a captura com baixa luminosidade, mas o ganho também é aplicado às falhas, e o ruído torna-se ainda mais evidente.</p>
<p>Nos sensores FX, como cada pixel capta mais informação em virtude da menor densidade no sensor, ao subirmos a sensibilidade ISO o processador tem mais informação para trabalhar, e o ruído fica bem menos visível. Nos sensores DX ocorre o inverso. Como a quantidade de informação é menor não há como esconder tanto o ruído, bem mais pronunciado.</p>
<p>Eis que surge outro parâmetro: a nitidez.</p>
<p>A grande maioria das DSLRs tem controles específicos de nitidez, contraste e saturação. É importante destacar, no entanto, que isso não afeta em nada o trabalho do sensor. O sensor vai captar a informação luminosa da mesma forma, independente da regulagem. O que muda com a utilização desses controles é a forma como estas informações serão processadas pela câmera.</p>
<p>Por natureza, temos o costume de aumentar ao máximo a nitidez proporcionada pelas regulagens da câmera, em busca de mais nitidez da imagem final. A regulagem deste parâmetro não altera a captação física, mas indica ao processador de imagens quanto ele vai aplicar de contraste entre os pixels adjacentes, para dar a ‘impressão’ de maior nitidez.</p>
<p>Porém, ao regularmos uma nitidez maior, esta também é aplicada aos pixels inseridos pelo processador de imagens para cobrir as falhas de informação vindas do sensor, o que evidencia ainda mais o ruído.</p>
<p>E aqui vem a saída: reduzindo as variáveis da câmera para quase zero, temos uma imagem mais bruta, com muito menos interferência do processador de imagens. Posteriormente, tais alterações podem ser aplicadas na edição, na medida do fotógrafo, para obter resultados melhores e mais limpos em sensibilidades mais elevadas.</p>
<p>Qual a lógica disso tudo?</p>
<p>O processador de imagens da câmera tem um software que não recebe atualizações constantes. Com uma imagem mais brutas, parâmetros como redução de ruído, nitidez e contraste podem ser feitos posteriormente, em softwares mais atualizados, com algoritmos melhores, e o resultado será superior.</p>
<p>Vamos aos exemplos:</p>
<p>Todas as imagens feitas com: Nikon D300 + 18-55mm – ISO 3200, f/3.5, 1/50s</p>
<p style="text-align: center;"><strong>FOTO 1 &#8211; NITIDEZ: 0 – SATURAÇÃO: -2/3 CONTRASTE: -2/3</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-8266 colorbox-8257" title="NITIDEZ 0" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/NITIDEZ-0.jpg" alt="NITIDEZ 0 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="399" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>FOTO 2 &#8211; NITIDEZ: 9 – SATURAÇÃO: 0 CONTRASTE: 0</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-8267 colorbox-8257" title="NITIDEZ 9" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/NITIDEZ-9.jpg" alt="NITIDEZ 9 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="399" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DETALHES – SEM CORREÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8269 colorbox-8257" title="DETALHES – SEM CORREÇÃO 1" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/DETALHES-%E2%80%93-SEM-CORRE%C3%87%C3%83O-1.jpg" alt="DETALHES %E2%80%93 SEM CORRE%C3%87%C3%83O 1 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="399" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8268 colorbox-8257" title="DETALHES – SEM CORREÇÃO 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/DETALHES-%E2%80%93-SEM-CORRE%C3%87%C3%83O-2.jpg" alt="DETALHES %E2%80%93 SEM CORRE%C3%87%C3%83O 2 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="396" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>IMAGENS EDITADAS NO LIGHTROOM</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8271 colorbox-8257" title="IMAGENS EDITADAS NO LIGHTROOM 1" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/IMAGENS-EDITADAS-NO-LIGHTROOM-1.jpg" alt="IMAGENS EDITADAS NO LIGHTROOM 1 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="399" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8270 colorbox-8257" title="IMAGENS EDITADAS NO LIGHTROOM 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/IMAGENS-EDITADAS-NO-LIGHTROOM-2.jpg" alt="IMAGENS EDITADAS NO LIGHTROOM 2 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="399" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>DETALHES</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8273 colorbox-8257" title="DETALHES 1" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/DETALHES-1.jpg" alt="DETALHES 1 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="397" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8272 colorbox-8257" title="DETALHES 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/DETALHES-2.jpg" alt="DETALHES 2 Fotografe com menos ruído em ISO alto" width="600" height="397" /></p>
<p>Apesar de utilizar a mesma sensibilidade ISO nos dois casos, o resultado final da primeira foto, após tratamento das duas imagens no Lightroom, é bem superior em relação ao ruído.</p>
<p>Os mesmos testes foram feitos com ISO 1600 e 2500, onde o ruído é bem menos pronunciado nas imagens, e os resultados foram bem satisfatórios na D300.</p>
<p>Vale lembrar que tudo foi feito em JPEG. No formato RAW, o resultado pode ser ainda melhor. Apesar do RAW ser um formato ‘bruto’, alguns parâmetros são aplicados pela câmera. No Lightroom, por exemplo, não há como baixar a nitidez além do mínimo pré-estabelecido pela câmera. A vantagem do RAW, juntamente com estas regulagens acima explicadas, é a possibilidade de ajustes ainda mais finos, já que a informação captada pelo sensor foi muito pouco alterada.</p>
<p>Boas fotos!</p>
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		<title>Backup um BEM necessário – Parte 8 de 9</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 21:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Armazenar suas fotos e documentos online pode ser uma forma bastante segura em caso de um acidente extremo, como pegar fogo no local que estão os backups.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigos anteriores da série Backup um BEM necessário:</p>
<ul>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 1 de 9" href="../backup/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 1 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 2 de 9" href="../backup-organizacao-simplificacao/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 2 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 3 de 9" href="../backup-direto-da-camera/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 3 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 4 de 9" href="../backup-importar-lightroom/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 4 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 5 de 9" href="../lightroom-exportando-backup/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 5 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9" href="../cobian-backup/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Permanent Link to Backup um BEM necessário – Parte 7 de 9" href="../backup-externo-principal/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 7 de 9</a></li>
</ul>
<blockquote><p>Como sabem consegui junto com o Fotografia-DG um Hard Disk para ser sorteado para os nossos queridos leitores, saiba como ganhar <a href="http://www.fotografia-dg.com/concorra-a-um-hd-de-1tb/" target="_blank">clicando aqui</a>.</p></blockquote>
<h2>Backup Externo Online</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8246 colorbox-8245" title="Backup Externo Online" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Backup-Externo-Online-619x390.jpg" alt="Backup Externo Online 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 8 de 9" width="619" height="390" /></p>
<p>Armazenar suas fotos e documentos online pode ser uma forma bastante segura em caso de um acidente extremo, como pegar fogo no local que estão os backups.</p>
<p>Montei um método especifico para utilizar o backup online, pois no Brasil é extremamente caro e demorado fazer esse tipo de procedimento.</p>
<p>Faço backup de:</p>
<ul>
<li>Todos os documentos pessoais</li>
<li>Todos os documentos de trabalho</li>
<li>Todas as fotos dos clientes de 2010 e 2011 em JPG</li>
</ul>
<p>O Backup de todos esses itens chegou a 80GB e levei dois meses para concluir o envio.</p>
<p>O lado bom de guardar seus arquivos na Nuvem é a garantia de acessa-los de qualquer lugar do mundo, para isso normalmente só é preciso entrar no site do software utilizado e navegar pelos backups.</p>
<p>Existem dois problemas graves na utilização desse sistema,</p>
<ul>
<li><strong>Lentidão para enviar os arquivos</strong> &#8211; Imagina enviar 1TB de arquivos em uma ADSL de 10MB, mas que tem apenas 512Kbps (50KB/s) de upload, você levaria aproximadamente 180 dias consecutivos para enviar tudo, isso se a velocidade se mante-se sempre a 512Kbps, o que é impossível, pois qualquer tipo de acesso precisa utilizar o upload e download para trafegar dados.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Preço- </strong>Eu por exemplo, tenho 500GB de espaço no IDrive, esse espaço vem com o Pacote família e da para utilizar com até cinco computadores pelo valor de $14,95 por mês, totalizando $179,4 (aproximadamente R$296,00, com dólar a 1,65). Com esse valor posso comprar um HD de 2TB por ano.</li>
</ul>
<h2>Alguns provedores de Backup Online</h2>
<ul>
<li><strong>IDrive: <a target="_blank" href="http://www.idrive.com" target="_blank">www.idrive.com</a> &#8211; </strong>Oferece uma conta gratuita com 5GB de espaço e trabalha com arquivamento verdadeiro em qualquer tipo de conta e não espelhamento como ocorre com o Mozy</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Mozy: <a target="_blank" href="http://www.mozy.com" target="_blank">www.mozy.com</a> &#8211; </strong>Oferece uma conta gratuita com 2GB de espaço, e não trabalha com arquivamento verdadeiro e sim com espelhamento, ou seja, se você perder ou mover a pasta ela é removida do servidor em 30 dias.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Syncplicity: <a target="_blank" href="http://www.syncplicity.com" target="_blank">www.syncplicity.com</a> &#8211; </strong>Oferece uma conta gratuita de 2GB, mas não consegui saber pelo site se o backup é por arquivamento ou espelhamento.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Carbonite: <a target="_blank" href="http://www.carbonite.com" target="_blank">www.carbonite.com</a> &#8211; </strong>Não fala o tamanho e nem o tempo da grátis da conta, mas por um preço único diz que libera espaço ilimitado, mas também não consegui saber pelo site se o backup é por arquivamento ou espelhamento, normalmente nesses casos é feito por espelhamento.</li>
</ul>
<p>Antes de escolher algum, procure algumas informações.</p>
<ul>
<li>Tamanho do espaço liberado</li>
<li>Número de usuários por conta</li>
<li>Número de computadores por Conta</li>
<li>Veja se permite fazer backup de HDs Externos</li>
<li>Tipo de backup: Arquivamento verdadeiro ou Espelhamento</li>
<li>Procure e solicite informações a quem já utiliza.</li>
<li>Leia o contrato, pode existir informações uteis.</li>
</ul>
<p>Na próxima parte do série, vou passar algumas dicas que podemos usar para que “nunca” perder uma foto.</p>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Backup um BEM necessário – Parte 7 de 9</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 21:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[Backup em Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Backup Externo]]></category>
		<category><![CDATA[Backup Externo Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Backup um BEM necessário]]></category>
		<category><![CDATA[BlueRay]]></category>
		<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[dvd]]></category>
		<category><![CDATA[HD Externo]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor opção atualmente para se fazer backup é a utilização de um HD Externo, apesar do valor ser um pouco superior que os outros métodos, ainda acaba sendo mais barato do que perder tudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na parte anterior da série “<a target="_blank" href="../backup/" target="_blank">Backup um BEM necessário</a>“, expliquei <a href="http://www.fotografia-dg.com/cobian-backup/" target="_blank">como utilizar o Cobian</a>, uma excelente e gratuita ferramenta de backup chamada Cobian Backup Boletus. Hoje vamos falar sobre backup externo principal.</p>
<h2>Backup Externo Principal</h2>
<p>A melhor opção atualmente para se fazer backup é a utilização de um HD Externo, apesar do valor ser um pouco superior que os outros métodos, ainda acaba sendo mais barato do que perder tudo. É uma ótima opção para quando você quer guardar por tempos mais longos e acaba se tornado extremamente barato. Para fazer o backup no HD é extremamente simples e pode ser baseado no que aprendemos anteriormente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8231 colorbox-8221" title="Backup Externo Principal" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Backup-Externo-Principal-619x390.jpg" alt="Backup Externo Principal 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 7 de 9" width="619" height="390" /></p>
<p><strong>O que devo saber para comprar um HD Externo?</strong></p>
<ol>
<li>Saiba quantos MB/GB/TB você precisa para fazer backup.</li>
<li>Compre um HD externo com o dobro de tamanho que você precisa.</li>
<li>Escolha um HD externo de boa qualidade, por exemplo: Seagate, Lacie, WD (Western Digital), Samsung e Hitachi.</li>
</ol>
<p><span style="color: #ff0000;">Obs.:</span> Alguns modelos já estão oferecendo três anos de garantia (Hitachi), procure por eles.</p>
<p>Conecte o seu HD externo no computador e verifique qual a letra dada para o mesmo (eu gosto de mudar meus discos externos para X, Y e Z) e configure o Cobian para fazer o backup.</p>
<p>Para que o Backup não seja muito demorado e que também economize espaço, adicione uma máscara de exclusão removendo as pastas desnecessárias. Se você configurou como explicado na <a href="http://www.fotografia-dg.com/cobian-backup/" target="_blank">parte 6 da série</a> pode fazer o uso de duas máscaras</p>
<ul>
<li><strong>*\*Previews.lrdata*\*</strong></li>
</ul>
<p>Essa máscara faz com que não seja copiada a pasta que contem todos os milhões de previews e subpastas do Lightroom. Para você ter ideia, na pasta de Previews de 2010 que está no meu computador possui 3.34GB, 18.591 arquivos e 27.389 pastas.</p>
<ul>
<li><strong>*\*TMPPhotos*\*</strong></li>
</ul>
<p>Esse é o prefixo/sufixo que pedi para vocês utilizarem com a configuração dos arquivos exportados. Com isso podemos configurar o Cobian para que não pegue essas pastas, economizando bastante espaço.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8232 colorbox-8221" title="Backup de todas as fotos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Backup-de-todas-as-fotos-619x390.jpg" alt="Backup de todas as fotos 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 7 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Backup de todas as fotos</h6>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8233 colorbox-8221" title="Repare nas “Mascaras de exclusão”" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/10/Repare-nas-%E2%80%9CMascaras-de-exclus%C3%A3o%E2%80%9D-619x390.jpg" alt="Repare nas %E2%80%9CMascaras de exclus%C3%A3o%E2%80%9D 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 7 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Repare nas “Mascaras de exclusão”</h6>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Dica:</strong></span> Tenha dois HD Externos, e mantenha o reserva em um endereço diferente e faça rodizio deles a cada sete dias. Deixe um em casa parado e outro no escritório fazendo o backup, assim se ocorrer algum desastre, você tem um backup completo com no máximo apenas sete dias de desatualização.</p>
<h2>Backup em Mídias (CD/DVD/BlueRay)</h2>
<p>Muitos podem achar que é besteira fazer isso, mas é um método muito pratico e não deve levar mais que 10 minutos por cliente.</p>
<p>Acho que 90% dos fotógrafos que conheço entregam o trabalho para o cliente em algum tipo de mídia (eu sou um deles). Gosto de entregar o meu trabalho todo personalizado, com a arte impressa na mídia de DVD e na capa da caixinha do DVD.</p>
<p>Já que tem que gravar a mídia para o cliente, não custa marcar para criar uma segunda cópia, o trabalho para isso é muito pouco, pois só precisa trocar de DVD e depois marcar a data e nome do cliente na mídia e guardar. Caso o cliente diga que perdeu ou danificou a mídia, vais ter uma copia igual a entregue para ele, isso vai lhe economizar um bom tempo.</p>
<p>Na oitava parte da série, vamos para o assunto de Backup Online, vou mostrar algumas ferramentas que podem ser utilizadas.</p>
<p>Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/" target="_blank">www.guilhonfotografia.com.br</a> e me seguir no Twitter <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">@eduardoguilhon</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
<p>E não se esqueça de participar no concurso que estamos a promover!</p>
<p>Para participar é muito fácil, basta seguir os perfis do <a target="_blank" title="Fotografia" href="../" target="_blank">Fotografia</a> DG (<a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>) e da MSolutions (<a target="_blank" href="http://twitter.com/msolutionsinfo" target="_blank">@msolutionsinfo</a>) no Twitter e postar a seguinte frase na tua timeline:</p>
<blockquote><p>Quero o HD de 1TB que o @FOTOGRAFIADG e a @MSOLUTIONSINFO estão sorteando no twitter http://kingo.to/PM0</p></blockquote>
<p>Para mais informações sobre o concurso acesse: <a target="_blank" href="../concorra-a-um-hd-de-1tb/" rel="bookmark">Concorra a um HD de 1TB</a></p>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			<g:plusone size="medium" href="http://www.fotografia-dg.com/backup-externo-principal/"></g:plusone>
			</div>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os melhores aplicativos para fotografia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 21:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[360 Panorama]]></category>
		<category><![CDATA[Adobe Photoshop Express]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos para fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[FrontView]]></category>
		<category><![CDATA[HDR for Free]]></category>
		<category><![CDATA[Phonto]]></category>
		<category><![CDATA[Photo Crop]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop PSD Viewer]]></category>
		<category><![CDATA[Photosynth]]></category>
		<category><![CDATA[Super Camera Free: ALL-IN-1]]></category>
		<category><![CDATA[Tap Video]]></category>
		<category><![CDATA[TiltShift Generator Free - Fake Miniature]]></category>
		<category><![CDATA[TinyWorld]]></category>
		<category><![CDATA[Vimeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que futilidade ou artigos de luxo, os modernos aparelhos celulares e os tablets podem ser ferramentas úteis e importantes para o fotógrafo. O tablet, em especial, pode servir como uma ferramenta para apresentar o portfólio, seja ele de vídeo ou fotografia, para um potencial cliente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que futilidade ou artigos de luxo, os modernos aparelhos celulares e os tablets podem ser ferramentas úteis e importantes para o fotógrafo.</p>
<p>O tablet, em especial, pode servir como uma ferramenta para apresentar o portfólio, seja ele de vídeo ou fotografia, para um potencial cliente.</p>
<p>Mas além destas funções já conhecidas, o fotógrafo também pode utilizar destes aparelhos para fazer uma fotografia. Obviamente esta fotografia não é aquela que entregamos para o cliente, mas pode ser perfeitamente usada para a criação de um <em>briefing, </em>para registrar o making of de uma sessão ou simplesmente para que o fotógrafo tenha registrado uma possível boa locação para o seu ensaio fotográfico.</p>
<p>Para ajudar os que fazem uso destas ferramentas, separamos alguns APPs de fotografia para serem usados pelos profissionais e por quem tem a fotografia como hobby.</p>
<h2>Os aplicativos listados são para iPhone, iPad e iPod Touch</h2>
<p><strong>App:</strong> Adobe Photoshop Express<strong><br />
O que faz: </strong>Edição com algumas ferramentas básicas do Photoshop como corte, aplicação de filtros, alteração de exposição, contraste, temperatura de cor e aplicação de alguns efeitos.<strong><br />
Valor:  </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/adobe-photoshop-express/id331975235?mt=8" target="_blank">http://itunes.apple.com/us/app/adobe-photoshop-express/id331975235?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> 360 Panorama<strong><br />
O que faz: </strong>Criação de fotos panorâmicas 360 graus<strong><br />
Valor: </strong>$ 1,99<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/360-panorama/id377342622?mt=8" target="_blank">http://itunes.apple.com/us/app/360-panorama/id377342622?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Photo Crop<strong><br />
O que faz: </strong>Faz cortes de imagem<strong> </strong>de maneira simples<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/photo-crop/id431136934?mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/photo-crop/id431136934?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> TinyWorld<strong><br />
O que faz: </strong>Cria fotos panorâmicas com o aspecto de um “pequeno mundo”<strong><br />
Valor: </strong>$ 0,99<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/tinyworld/id433253360?mt=8">http://itunes.apple.com/app/tinyworld/id433253360?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Photoshop PSD Viewer<strong><br />
O que faz: </strong>Permite visualizar arquivos PSD<strong><br />
Valor: </strong>$ 0,99<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/photoshop-psd-viewer/id408723437?mt=8">http://itunes.apple.com/app/photoshop-psd-viewer/id408723437?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> FrontView<strong><br />
O que faz: </strong>Corrige a perspectiva de uma fotografia<strong><br />
Valor: </strong>$ 0,99<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/frontview/id427420729?mt=8">http://itunes.apple.com/app/frontview/id427420729?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Phonto<strong><br />
O que faz: </strong>Acrescenta texto ou marca d’agua na fotografia<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/phonto/id438429273?mt=8">http://itunes.apple.com/app/phonto/id438429273?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> TiltShift Generator Free &#8211; Fake Miniature<strong><br />
O que faz: </strong>Simula o efeito de uma lente Tilt Shift, que cria um aspecto de miniatura na paisagem fotografada<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/tiltshift-generator-free-fake/id383611721?mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/tiltshift-generator-free-fake/id383611721?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Vimeo<strong><br />
O que faz: </strong>Captura e edita vídeos para postar no site Vimeo, um dos mais conceituados entre fotógrafos e videomakers<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/vimeo/id425194759?mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/vimeo/id425194759?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Tap Video<strong><br />
O que faz: </strong>Além das funções básicas de foco, ajuste de balanço de branco e etc, permite fazer vídeos e fotografia remotamente através de outro iPhone ou iPad, bastando instalar o App Tap Video Remote<strong><br />
Valor: </strong>Tap Video: $ 0.99 / Tap Video Remote: gratuito<strong><br />
Link: </strong>Tap Video<strong> </strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/tap-video/id384329874?mt=8">http://itunes.apple.com/app/tap-video/id384329874?mt=8</a><br />
Tap Video Remote <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/tap-video-remote/id409460787?mt=8">http://itunes.apple.com/app/tap-video-remote/id409460787?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Super Camera Free: ALL-IN-1<strong><br />
O que faz: </strong>Permite o controle manual de alguns ajustes como compensação de exposição, aplicação de filtros, modo “burst”, etc<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/super-camera-free-all-in-1/id385513815?mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/super-camera-free-all-in-1/id385513815?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> HDR for Free<strong><br />
O que faz: </strong>Cria imagens HDR a partir do dispositivo<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/us/app/hdr-for-free/id324914840?mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/hdr-for-free/id324914840?mt=8</a></p>
<p><strong>App:</strong> Photosynth<strong><br />
O que faz: </strong>Cria fotos panorâmicas<strong><br />
Valor: </strong>Gratuito<strong><br />
Link:</strong> <a target="_blank" href="http://itunes.apple.com/app/photosynth/id430065256?mt=8http://itunes.apple.com/us/app/filterfx-hdr-fisheye-in-1/id332022059?mt=8">http://itunes.apple.com/app/photosynth/id430065256?mt=8http://itunes.apple.com/us/app/filterfx-hdr-fisheye-in-1/id332022059?mt=8</a></p>
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		<item>
		<title>Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 13:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[Backup Boletus]]></category>
		<category><![CDATA[Backup um BEM necessário]]></category>
		<category><![CDATA[Boletus]]></category>
		<category><![CDATA[COBIAN]]></category>
		<category><![CDATA[Cobian Backup]]></category>
		<category><![CDATA[Cobian Backup Boletus]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>
		<category><![CDATA[tiff]]></category>

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		<description><![CDATA[Na sexta parte da série "Backup um BEM necessário", começo a explicar como utilizar o Cobian, uma excelente e gratuita ferramenta de backup chamada Cobian Backup Boletus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta parte da série &#8220;<a href="http://www.fotografia-dg.com/backup/" target="_blank">Backup um BEM necessário</a>&#8220;, começo a explicar como utilizar o Cobian, uma excelente e gratuita ferramenta de backup chamada Cobian Backup Boletus.</p>
<div>
<ul>
<li><a target="_blank" title="Backup um BEM necessário – Parte 1 de 9" href="../backup/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 1 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Backup um BEM necessário – Parte 2 de 9" href="../backup-organizacao-simplificacao/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 2 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Backup um BEM necessário – Parte 3 de 9" href="../backup-direto-da-camera/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 3 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Backup um BEM necessário – Parte 4 de 9" href="../backup-importar-lightroom/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 4 de 9</a></li>
<li><a target="_blank" title="Backup um BEM necessário – Parte 5 de 9" href="../lightroom-exportando-backup/" rel="bookmark">Backup um BEM necessário – Parte 5 de 9</a></li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-8075 colorbox-8069" title="COBIAN BACKUP" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/09/COBIAN-BACKUP-619x390.jpg" alt="COBIAN BACKUP 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9" width="619" height="390" /></p>
</div>
<h2 align="left">COBIAN BACKUP &#8211; Configurando</h2>
<p>Aconselho este é um programa, já utilizo ele há uns três anos e nunca tive problemas, e o melhor de tudo, é totalmente <strong>gratuito</strong> e sem propagandas.</p>
<h3>Criando o Backup para Arquivos JPEG</h3>
<p>Temos que configura-lo de acordo com as opções o que utilizamos para exportar as fotos em formato JPEG no Lightroom, para que ele não acabe fazendo backup de arquivos fora do proposito de sua regra de backup.</p>
<ol>
<li>No menu “Ferramentas &gt; Opções &gt; Mecanismo” aconselho marcar a opção “Remover diretórios vazios”</li>
<li>Acesse o menu “<strong>Tarefa &gt; Nova Tarefa</strong>” ou aperte “<strong>Ctrl+A</strong>”</li>
<li>A janela “<strong>Nova tarefa</strong>” temos:</li>
</ol>
<p><strong>Geral</strong></p>
<ul>
<li>Nome da tarefa: Backup_JPEG_Final</li>
<li>Marque: Incluir Subdiretórios.</li>
<li>Marque: Utilizar lógica de atributo de arquivo.</li>
<li>Marque: Utilizar cópia de sombra de volume (p/ Windows vista ou superior)</li>
<li>Tipo de Backup: Incremental</li>
<li>Fazer uma cópia completa a cada: 7 (fica a sua escolha.).</li>
</ul>
<p><strong>Arquivos</strong></p>
<ul>
<li>Origem: Adicione as pastas que deseja fazer backup.</li>
<li>Destino: Adicione o local para onde o backup deve ir.</li>
</ul>
<p><strong>Programar</strong></p>
<ul>
<li>Tipo de programação: Diariamente</li>
<li>Data/Hora: Eu uso as 02h00min da madrugada</li>
</ul>
<p><strong>Arquivo Compactado</strong></p>
<ul>
<li>Tipo de compactação: Sem compactação</li>
</ul>
<p><strong>Exclusões</strong></p>
<ul>
<li>Incluir SOMENTE estes arquivos: <strong>*\Backup_JPEG_Final\*</strong></li>
<li>Excluir estes arquivos: Não coloque nada</li>
</ul>
<p><strong>Eventos (Não precisa marcar nada)</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Avançado</strong></p>
<ul>
<li>Marque: Sempre criar o diretório pai</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8071 colorbox-8069" title="Primeira parte dos detalhes de como fica a configuração para JPEG" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/09/Primeira-parte-dos-detalhes-de-como-fica-a-configura%C3%A7%C3%A3o-para-JPEG-619x390.jpg" alt="Primeira parte dos detalhes de como fica a configura%C3%A7%C3%A3o para JPEG 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Primeira parte dos detalhes de como fica a configuração para JPEG</h6>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8072 colorbox-8069" title="Segunda parte dos detalhes de como fica a configuração para JPEG" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/09/Segunda-parte-dos-detalhes-de-como-fica-a-configura%C3%A7%C3%A3o-para-JPEG-619x390.jpg" alt="Segunda parte dos detalhes de como fica a configura%C3%A7%C3%A3o para JPEG 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Segunda parte dos detalhes de como fica a configuração para JPEG</h6>
<h3>Criando o Backup para Arquivos RAW/PSD/TIFF</h3>
<p>Copie o mesmo procedimento do JPEG mudando apenas alguns parâmetros, para que também seja feito o Backup dos arquivos <strong>RAW/PSD/TIF (</strong>ou seja, tudo que está na pasta Backup_RAW_Final).</p>
<ol>
<li>No menu “Ferramentas &gt; Opções &gt; Mecanismo” aconselho marcar a opção “Remover diretórios vazios”</li>
<li>Acesse o menu “<strong>Tarefa &gt; Nova Tarefa</strong>” ou aperte “<strong>Ctrl+A</strong>”</li>
<li>A janela “<strong>Nova tarefa</strong>” temos:</li>
</ol>
<p><strong>Geral</strong></p>
<ul>
<li>Nome da tarefa: Backup_RAW_Final</li>
<li>Marque: Incluir Subdiretórios.</li>
<li>Marque: Utilizar lógica de atributo de arquivo.</li>
<li>Marque: Utilizar cópia de sombra de volume (p/ Windows vista ou superior)</li>
<li>Tipo de Backup: Incremental</li>
<li>Fazer uma cópia completa a cada: 7 (fica a sua escolha.).</li>
</ul>
<p><strong>Arquivos</strong></p>
<ul>
<li>Origem: Adicione as pastas que deseja fazer backup.</li>
<li>Destino: Adicione o local para onde o backup deve ir.</li>
</ul>
<p><strong>Programar</strong></p>
<ul>
<li>Tipo de programação: Diariamente</li>
<li>Data/Hora: Eu uso as 02h00min da madrugada</li>
</ul>
<p><strong>Arquivo Compactado</strong></p>
<ul>
<li>Tipo de compactação: Sem compactação</li>
</ul>
<p><strong>Exclusões</strong></p>
<ul>
<li>Incluir SOMENTE estes arquivos: <strong>*\Backup_RAW_Final\*</strong></li>
<li>Excluir estes arquivos: Não coloque nada</li>
</ul>
<p><strong>Eventos (Não precisa marcar nada)</strong></p>
<p><strong>Avançado</strong></p>
<ul>
<li>Marque: Sempre criar o diretório pai</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8073 colorbox-8069" title="Primeira parte dos detalhes de como fica a configuração para RAW PSD TIFF" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/09/Primeira-parte-dos-detalhes-de-como-fica-a-configura%C3%A7%C3%A3o-para-RAW-PSD-TIFF-619x390.jpg" alt="Primeira parte dos detalhes de como fica a configura%C3%A7%C3%A3o para RAW PSD TIFF 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Primeira parte dos detalhes de como fica a configuração para RAW/PSD/TIFF</h6>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8074 colorbox-8069" title="Segunda parte dos detalhes de como fica a configuração para RAW/PSD/TIFF, mudamos apenas a máscara de inclusão." src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/09/Segunda-parte-dos-detalhes-de-como-fica-a-configura%C3%A7%C3%A3o-para-RAW-PSD-TIFF-mudamos-apenas-a-m%C3%A1scara-de-inclus%C3%A3o.-619x390.jpg" alt="Segunda parte dos detalhes de como fica a configura%C3%A7%C3%A3o para RAW PSD TIFF mudamos apenas a m%C3%A1scara de inclus%C3%A3o. 619x390 Backup um BEM necessário – Parte 6 de 9" width="619" height="390" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Segunda parte dos detalhes de como fica a configuração para RAW/PSD/TIFF,<br />
mudamos apenas a máscara de inclusão.</h6>
<p>Na sétima parte da série, será informado como utilizar uma excelente e gratuita ferramenta de backup.</p>
<p>Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/" target="_blank">www.guilhonfotografia.com.br</a> e me seguir no Twitter <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">@eduardoguilhon</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
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