Dicas e Técnicas

Backup um BEM necessário – Parte 4 de 9

Na parte anterior explicamos os processos utilizados para utilização de backups feitos direto da câmera e também dos backups de arquivos RAW em local interno. Se não ler sugiro que leia antes de continuar, Backup direto da Câmera.

Backup ao Importar no Lightroom

O Backup CRÚ – É aqui que as coisas começam a acontecer de fato, com a utilização do “Lightroom 3” no primeiro processo é possível estar fazendo o backup de todas as fotos/vídeos sem edição, por isso chamei esse backup de “CRÚ”.

Quando vamos importar uma foto temos a opção “Fazer uma segunda cópia para:” que deve ser marcada. Esta opção faz com que seja feito um backup de tudo que for copiado do cartão para outro local escolhido.  Quando for selecionar a pasta, não esqueça que o local deve ser em outro HD físico diferente.

Detalhe do nome da pasta

Aconselho nomear a pasta com a data e nome do cliente ou com o mesmo nome que você salva para edição, assim quando precisar fica mais fácil de acha-la.  Eu por exemplo, salvo todas as minhas fotos em pastas com a data do trabalho e nome do cliente, por exemplo: 2011.07.10_Artigo_Fotografia-DG (igual mostrado na segunda parte do e-book).

Antes de iniciar a importação vá até a opção “Destino” no Lightroom e faça a seguinte configuração

  • Marque a opção “Na Subpasta”.
  • Escreva o nome da pasta, exemplo: “2011.07.10_TESTE”.
  • Na opção “Organizar” selecione “Em uma pasta”.

Logo abaixo desta opção aparecerão os HDs/Partições existentes, no caso demonstrado selecionei a partição “C:” e procurei a pasta “Arquivos” que fica dentro de “C:/Fotos/Fotos_2011/”.

Perceba na imagem abaixo que o nome “2011.07.10_TESTE” ficou de uma cor diferente dos outros, isso ocorre quando uma pasta nova está sendo criada e mostra exatamente onde ela vai ficar quando você finalizar a importação.

Utilizando a opção “Destino”

Não utilize acentuações, cedilha, caracteres especiais ou espaços nos nomes das pastas e arquivos. Alguns sistemas/softwares não se dão muito bem com esses tipos de caracteres e fazem com que eles sejam convertidos para códigos que o sistema identifica, nos navegadores, por exemplo: “á é í ó ú” =  “%E1%20%E9%20%ED%20%F3%20%FA” (o espaço é trocado por %20).

Este não é um método de suma importância para manter por muito tempo, pois você está fazendo uma cópia crua, mas é interessante manter os arquivos por pelo menos um ano e se quiser depois descarta-los ou ficar apenas com os arquivos originais que foram selecionados.

Na quinta parte da série, começo a explicar como utilizar a ferramenta de exportar do Lightroom para criar backups.

Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site www.guilhonfotografia.com.br e me seguir no Twitter @eduardoguilhon juntamente com o @fotografiadg.

Eduardo Guilhon

Eduardo Guilhon é brasileiro, nascido no ano de 1981 e residente na cidade de Florianópolis/SC, atua no mercado através Books/Retratos, ele também foi o primeiro Catarinense se especializar em Crianças com Necessidades Especiais através SpecialKids Brasil. Sua marca é a utilização de técnicas de iluminação criativa (Strobist) em conjunto com a luz ambiente. Tem como missão congelar a imagem de forma inovadora, refletindo e registrando com alto desempenho o momento único existente durante todo o trabalho, entregando ao cliente, um pedaço especial de sua vida em forma de fotografias.

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