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	<title>Fotografia DG - As melhores dicas de fotografia &#187; Artigos</title>
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	<description>Se pretende estar actualizado em relação ao mundo da fotografia não deixe de conhecer e visitar o Fotografia DG, temos muitas dicas e notícias à sua espera!</description>
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		<title>Enquadramento &#8211; Regra dos terços</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 21:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Amorelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[enquadramento]]></category>
		<category><![CDATA[lucas amorelli]]></category>
		<category><![CDATA[regra dos tercos]]></category>
		<category><![CDATA[regra dos tercos fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[regra dos tercos na fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A regra dos terços influencia de grande forma o resultado final das suas fotografias. Aprenda neste artigo de Lucas Amorelli a usar a regra dos terços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Sou <strong>Lucas Amorelli</strong>, paulista, tenho 26 anos até o próximo dia 16 de setembro&#8230; Rsrsrsr.</p>
<p>Primeiro, quero mandar um grande abraço ao meu mais novo grande amigo, <a href="www.fotografia-dg.com/entrevista-diogo-guerreiro/" target="_blank">Diogo Guerreiro</a>, de Setúbal (Portugal) que me fez esse incrível convite de escrever sobre a minha profissão.</p>
<p>Também gostaria de agradecer algumas pessoas que sempre me ajudaram e acreditaram no meu trabalho e são elas: Ana Nascimento, Alessandra Mazurechen, Bryan dos Santos Kormann, Edir Nascimento, Eduardo Gomes, Jean Carlo Mendieta, Josemar Martins, Meire Pessoa, Kléber Chicrala, Vanessa Campos, Thiago Borges, Wilson Santos, Marcelo Niess e claro a toda minha família.</p>
<p>Mas em especial, quero agrader ao coordenador do curso de Publicidade e Propaganda, o grande Prof. Samuel e também a Prof.ª Juliana Santicioli e o Prof. Paino da UNICEP (Universidade Central Paulista) localizada em São Carlos, interior de São Paulo. Se esse ano, fui reconhecido pelo meu trabalho, foi por causa deles!! Um grande abraço aos meus mestres!</p>
<p>Para começar escolhi falar um pouco sobre enquadramento.</p>
<p>Vamos lá&#8230;</p>
<h2>Enquadramento &#8211; Regra dos terços</h2>
<p>Lógico que todos sabem que foto de impacto e que marca para sempre não é feita apenas apertando o botão e pronto.</p>
<p>Existem vários fatores&#8230; Mas vários, que vão influenciar no resultado final. O que eu mais me preocupo quando estou fotografando é o <strong>enquadramento</strong>. Em minha opinião, um fator determinante que distingue o fotógrafo profissional do amador entusiasta.</p>
<p>E como melhorar o meu enquadramento? Existe uma regra muito simples, que se chama <strong>regra dos terços</strong>, que até alguns modelos de <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2meras')" target="_blank">câmeras</a> você tem a possibilidade de ver ela no seu display para <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografar+melhor')" target="_blank">fotografar melhor</a>. Até cheguei ouvir de uma pessoa que me perguntou o que era aquele “Jogo da velha” aparecendo na tela! Hahahahah&#8230;</p>
<h2>O que é a regra dos terços ou “Jogo da velha”? Rsrsrs&#8230;</h2>
<p>Divida a fotografia em 9 quadros, traçando 2 linhas horizontais e duas verticais imaginárias, e posicionando nos pontos de cruzamento ou próximo a eles, o assunto que se deseja destacar para se obter uma foto equilibrada.</p>
<p>Vou exemplificar usando uma foto que fiz em <strong>Ushuaia na Patagônia Argentina</strong>, que foi selecionada como a foto do dia no site <a href="http://fotodigital.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffotodigital.com','fotodigital.com')" target="_blank">fotodigital.com</a> no dia 31 de agosto e uma das selecionadas pela National Geographic América Latina.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4316" title="Ushuaia na Patagônia Argentina" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/09/ushuaia.jpg" alt="ushuaia Enquadramento   Regra dos terços" width="500" height="375" /></p>
<p>Repare na pessoa que está filmando no canto direito da foto, se torna objeto fundamental que chama atenção sem desequilibrar a imagem&#8230; Ela traz harmonia e vida à fotografia que seria apenas uma foto de paisagem senão estivesse ali. Resumindo ela conta uma história.</p>
<p>Vamos ver como ela ficaria sem o cinegrafista?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4317" title="Ushuaia - Regra dos terços" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/09/ushuaiamontagem1.jpg" alt="ushuaiamontagem1 Enquadramento   Regra dos terços" width="500" height="375" /></p>
<p>Quando estiver de férias na praia e for fazer uma foto de uma pessoa e o mar ao fundo&#8230; Coloque a pessoa no canto esquerdo ou direito da imagem, não faça aquelas clássicas fotos clichês com a pessoa no meio, com certeza vai notar a diferença.</p>
<p>E claro que não estou falando apenas de pessoas, tente treinar seus olhos para qualquer coisa. Tente colocar o objeto que faz a diferença na imagem perto dos 4 pontos da <a href="http://www.fotografia-dg.com/melhorar-suas-fotos-regras-de-composicao-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmelhorar-suas-fotos-regras-de-composicao-parte-1%2F','regra+dos+ter%C3%A7os')" target="_blank">regra dos terços</a> e com tempo e muitas fotos depois vai perceber a evolução.</p>
<p>Até o próximo post&#8230;</p>
<p><strong>Lucas Amorelli</strong><br />
Twitter:<a href="http://twitter.com/lucasamorelli" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Flucasamorelli','%40lucasamorelli')" target="_blank">@lucasamorelli</a><br />
Facebook: Lucas Amorelli<br />
Site: <a href="http://lucasamorelli.olhares.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Flucasamorelli.olhares.com%2F','http%3A%2F%2Flucasamorelli.olhares.com%2F')" target="_blank">http://lucasamorelli.olhares.com/</a><br />
Flickr: <a href="http://www.flickr.com/photos/lucasamorelli/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Flucasamorelli%2F','http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Flucasamorelli%2F')" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/lucasamorelli/</a></p>
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		<title>Que tipo de fotógrafo você é?</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/que-tipo-de-fotografo-voce-e/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato dPaula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[tipo de fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de fotografo]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá leitor! Essa é a minha primeira coluna na Fotografia DG  e vou compartilhar com vocês um pouco do meu conhecimento e experiência, principalmente na fotografia de casamento, área na qual atuo. Mesmo assim, tentarei sempre abordar assuntos que sejam do interesse de todos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá leitor! Essa é a minha primeira coluna na <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','Fotografia+DG')" target="_blank">Fotografia DG</a> e vou compartilhar com vocês um pouco do meu conhecimento e experiência, principalmente na fotografia de casamento, área na qual atuo. Mesmo assim, tentarei sempre abordar assuntos que sejam do interesse de todos.</p>
<p>O tema e pergunta dessa primeira coluna é: <strong>Que tipo de fotógrafo você é?</strong></p>
<p>Convivo constantemente com vários fotógrafos, amigos, colegas, alunos, que algumas vezes se preocupam demais com alguns pontos específicos da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','Fotografia+DG')" target="_blank">fotografia</a>.</p>
<p>Você com certeza conhece alguém que sabe tudo de equipamentos fotográficos. É só perguntar o modelo de uma lente que ele te passa não só todas as siglas e seus significados, como também ano de fabricação, pontos fracos e fortes, além de um possível lançamento da marca X que irá substituir essa daqui Y semanas. Fala com propriedade das diferenças entre essa, a marca X e uma outra Y também. Ele sabe tudo sobre regra dos terços e tudo o que os livros e manuais de fotografia dizem. Importante saber tudo isso? Sim, é. Mas não basta.</p>
<p>Mas tem também aquele que mal sabe dizer a diferença entre abertura do diafragma e velocidade do obturador. Fotografa até mesmo no modo P (P de profissional, como costuma-se brincar por aí) ou automático, ainda que fazendo algumas belas imagens. Conhece tudo sobre arte e conceitua seu trabalho como tal. Desenha com a luz com o equipamento que tem, muitas vezes um equipamento simples, uma câmera de celular talvez, mas faz bonito, sem ao menos saber como ou por que ficou daquele jeito. <a href="http://www.fotografia-dg.com/melhorar-suas-fotos-regras-de-composicao-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmelhorar-suas-fotos-regras-de-composicao-parte-1%2F','Regra+dos+ter%C3%A7os')" target="_blank">Regra dos terços</a>? Nunca ouviu falar. Apenas foi lá e fez o que viu, o que sentiu. Sensibilidade pura. Isso também é importante? Sim, é. Mas não basta.</p>
<p>O que quero dizer aqui é muitas vezes somos pegos por alguns aspectos e ficamos obcecados por eles. Damos mais valor à um e deixamos os outros de lado. E fotografia é um conjunto de tudo isso: técnica, linguagem, equipamentos, luz, direção, etc. Filosofar fotografia é uma delícia e importante também para quem fotografa. Mas só ela não basta. Precisamos conhecer também de equipamentos, o que eles fazem e não fazem, para então assim conseguimos o melhor com o que temos. É preciso conhecer usar a luz a nosso favor, seja ela natural ou artificial. Nós precisamos sim saber tudo isso e muito mais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4223" title="Fotografia de Renato dPaula" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Fotografia-de-Renato-dPaula.jpg" alt="Fotografia de Renato dPaula Que tipo de fotógrafo você é?" width="553" height="369" /></p>
<p>Eu adoro observar fotógrafos. Já vi gente fotografando com uma DSLR e outra pessoa ao lado fazendo a mesma foto numa pequena máquina digital. Pasmem, mas quem fez com a pequena máquina teve um resultado muitíssimo melhor. Talvez essa pessoa nunca tenha ouvido falar em composição, enquadramento, luz, mas tinha noção de estética. Ter equipamento de primeira não é tudo, e mesmo sabendo fotografar em modo Manual, não te faz um bom fotógrafo. É preciso saber mais, muito mais.</p>
<p>E pós-produção? Será que os fotógrafos têm se preocupado com isso? Quanto do seu tempo você se dedica a conhecer mais sobre softwares de edição de imagens? Já vi gente defendendo o <a href="http://www.fotografia-dg.com/arquivos-raw/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Farquivos-raw%2F','RAW')" target="_blank">RAW</a> com unhas e dentes, mas na prática, não sabia quase nada do que ele pode oferecer.</p>
<p>Não faz diferença se você é um amador ou um profissional. Hoje em dia, isso pouco importa. O importante é você saber fazer direito. Com a popularização dos equipamentos fotográficos e a disseminação de conhecimento disponível na internet tem cada vez mais aproximado os amadores dos profissionais. Claro que isso não faz um amador um profissional, mas para ter cada vez mais excelência no que se faz, seja por hobby ou profissionalmente,  é preciso estudar, muito! Estudar tudo sobre fotografia e até mesmo o que não é fotografia. Vamos ler mais, assistir filmes, peças de teatro, ir a shows, visitar obras de arte e viajar. Viajar não no sentido de pensamento, mas no sentido físico da palavra. Conhecer novas culturas. Isso sim fará você melhor, como fotógrafo e ser humano.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4224" title="Foto de Renato dPaula" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Foto-de-Renato-dPaula.jpg" alt="Foto de Renato dPaula Que tipo de fotógrafo você é?" width="555" height="206" /></p>
<p>O que eu busco constantemente é me aprimorar a cada dia. Conheço muito pouco. Sou um eterno aprendiz. E estar aqui escrevendo para vocês não me faz professor ou dono da verdade. Me faz mais uma vez, um aprendiz. E tenho aprendido muito. Hoje, mais uma vez.</p>
<p>Obrigado e até a próxima!</p>
<p><strong>Renato dPaula</strong><br />
Site: <a href="http://www.dpaulaphoto.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.dpaulaphoto.com.br%2F','www.dpaulaphoto.com.br')" target="_blank">www.dpaulaphoto.com.br</a><br />
Blog: <a href="http://blog.dpaulaphoto.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fblog.dpaulaphoto.com.br%2F','http%3A%2F%2Fblog.dpaulaphoto.com.br')" target="_blank">http://blog.dpaulaphoto.com.br</a><br />
Twitter: <a href="http://www.twitter.com/dpaulaphoto" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.twitter.com%2Fdpaulaphoto','%40dpaulaphoto')" target="_blank">@dpaulaphoto</a></p>
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		<title>Fotografia Digital &#8211; 25 Questões Básicas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 17:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Apresento hoje um resumo das questões mais importantes da fotografia digital, apresentadas por nossos alunos nestes ultimo 10 anos. Todos reclamam que falta um "tira duvidas" na internet, como resposta ao tema e de fácil acesso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresento hoje um resumo das questões mais importantes da <strong>fotografia digital</strong>, apresentadas por nossos alunos nestes ultimo 10 anos. Todos reclamam que falta um &#8220;tira duvidas&#8221; na internet, como resposta decidi apresentar-vos algumas questões básicas sobre a fotografia digital. Caso no final da leitura tenha alguma dúvida ou ilustrações interessantes, queira posta-las nos comentários, para que possamos manter este espaço sempre atualizado.</p>
<h2>O que é fotografia digital?</h2>
<p>A fotografia digital se assemelha um minúsculo mosaico, formado por pequenos quadradinhos coloridos, denominado pixels, abreviação de picture elements, em inglês. Cada imagem digital é formada por grande número de pixels, sendo que cada um deles tem uma única cor e uma única posição na imagem.</p>
<h2>O que é pixel?</h2>
<p>Pixel, abreviação de picture element é a unidade da imagem digital. Um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que a partir do conjunto de milhares de pixels começa a surgir a imagem visível. São aqueles quadradinhos quando se amplia a imagem no visualizador do Windows ou em programas de edição de imagens, com o Photoshop.</p>
<h2>O que é megapixel?</h2>
<p>Megapixel na verdade é apenas um número ligado a qualidade da imagem digital, um CCD com 3 megapixel é um CCD onde o produto de seus pixels na horizontal pelos pixels na vertical é da ordem de 3 milhões de pixels. Uma câmera digital que tem 3000 pixels na horizontal e 2000 pixels na vertical tem 6 000 000 pixels, ou seja, 6 megapixel (prefixo mega é igual a milhão). Em termos práticos, uma imagem de 3 megapixels gera uma excelente impressão em papel fotográfico, processo químico, no tamanho 10 x 15 cm.</p>
<h2>Calculo de Resoluções e tamanhos</h2>
<p>Ex: Maior lado da imagem 3888 pixels: 3888 dividido por 300 pixels (alta resolução) = 12.96 polegadas . 2,5 cm (tamanho da polegada) = 32,4 cm. Consulte o manual de sua <a href="Apresento hoje um resumo das questões mais importantes da fotografia digital, apresentadas por nossos alunos nestes ultimo 10 anos. Todos reclamam que falta um &quot;tira duvidas&quot; na internet, como resposta ao tema e de fácil acesso. Caso tenha outras dúvidas, diferentes destas ou ilustrações interessantes, queira posta-las, para que possamos manter este espaço sempre atualizado 1) O que é fotografia digital? A fotografia digital se assemelha um minúsculo mosaico, formado por pequenos quadradinhos coloridos, denominado pixels, abreviação de picture elements, em inglês. Cada imagem digital é formada por grande número de pixels, sendo que cada um deles tem uma única cor e uma única posição na imagem. 2) O que é pixel? Pixel, abreviação de picture element é a unidade da imagem digital. Um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que a partir do conjunto de milhares de pixels começa a surgir a imagem visível. São aqueles quadradinhos quando se amplia a imagem no visualizador do Windows ou em programas de edição de imagens, com o Photoshop. 3) O que é megapixel? Megapixel na verdade é apenas um número ligado a qualidade da imagem digital, um CCD com 3 megapixel é um CCD onde o produto de seus pixels na horizontal pelos pixels na vertical é da ordem de 3 milhões de pixels. Uma câmera digital que tem 3000 pixels na horizontal e 2000 pixels na vertical tem 6 000 000 pixels, ou seja, 6 megapixel (prefixo mega é igual a milhão). Em termos práticos, uma imagem de 3 megapixels gera uma excelente impressão em papel fotográfico, processo químico, no tamanho 10 x 15 cm. 4) Calculo de Resoluções e tamanhos: Ex: Maior lado da imagem 3888 pixels: 3888 dividio por 300 pixels (alta resolução) = 12.96 polegadas . 2,5 cm (tamanho da polegada) = 32,4 cm Consulte o manual de sua câmera, veja os tamanhos de imagem em pixels e monte sua própria tabela. 5) Qual é a relação entre a qualidade da imagem e o número de pixels? A qualidade da imagem é diretamente proporcional ao número de pixels que forma a imagem. Maiores sensores de imagem produzem maior número de pixels que por sua vez irão gerar imagens digitais de melhor qualidade. Full Frame Reflex Digital, fator de corte de imagem 1.1 x - tamanho 24 x 36 mm 1.3x Fator de corte, tamanho 28.7 mm x 15 mm 1.5x Fator de corte tamanho 18 x 24 mm 1.6x Fator de corre, Tamanho 22.5 x 15 mm Quanto maior a área do sensor, melhor a qualidade da imagem. 6) O que é um CCD? CCD significa charge-coupled device, ou seja, dispositivo de carga acoplada. É um sistema eletrônico formado por fotodiodos onde a luz incidente produz diferenças de potencial que são proporcionais a quantidade de luz incidente. Assim, quanto mais luz atingirem os fotodiodos que formam o CCD maior é a voltagem: esta é interpretada pelo sistema eletrônico da câmera e associa esses valores aos tons presentes na cena fotografada. 7) O que é um CMOS? CMOS significa Complementary metal-oxide semicondutor, é produzido com tecnologia mais simples que os CCD e, portanto mais econômicos. Atualmente a qualidade dos detectores CCD são superiores aos CMOS. Há diversos tamanhos de sensor e o formato padrão é baseado no filme 35 mm cuja área é 36×24 mm. Câmeras com sensor desse tamanho são conhecidas como “Full Frame” (quadro inteiro). Além dos sensores Full Frame temos os sensores menores, chamados de APSC que possui cerca de 50% da área de um sensor full frame (crop factor ou fator corte) que correspondem ao sensor imagens de tamanho 18x24mm. 8) O que é resolução de uma câmera digital? A resolução de uma câmera digital é basicamente o produto do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical, quanto maior esse número, melhor é a qualidade da imagem. Agora cuidado, pois os valores em megapixel podem ser reais ou interpolados. A regra é 72 dpi, resolução de imagem para mídia eletrônica, como e-mail, publicação de imagens na internet e 300 dpi para impressão em gráfica ou laboratório fotográfico. Caso pretenda fazer banners ou imprimir cartazes, pergunte antes, qual a resolução recomendada. 9) O que são formatos de arquivo: TIFF, JPEG e RAW? Os arquivos produzidos pelas câmeras podem ser formatados de diversos modos. Os tipos mais importantes e populares para a gravação dos arquivos são os formatos TIFF e JPEG. Os arquivos JPEG são mais compactos, comprimidos, isto é, economizam espaços de memória e são suficientes para a maior parte dos usos de imagens digitais. Os arquivos TIFF são arquivos maiores, que consomem maior quantidade de memória e devem ser usados em situações onde a qualidade deve ser preservada. Os arquivos RAW são os arquivos nativos do CCD ou CMOS que ainda não foram processados, permitindo maiores possibilidades de correção em editores específicos de imagens, como Lightroom e Câmera Raw, Os arquivos RAW são importantes, pois são econômicos em termos de memória e servem como negativos digitais, para manipulação e finalização posterior. 10) O que é DPI? DPI significa dots per inch, isto é, pontos por polegada. É uma expressão importada das artes gráficas, na fotografia digital é mais conveniente o uso da expressão ppi, ou seja, pixels per inch ou pixel por polegada. Embora alguns programas de edição de imagem utilizem também a expressão pixels por centímetro, o mercado adota dpi ou ppi. 11) Câmeras digitais e câmeras convencionais: conceitos e limitações. As câmeras digitais obedecem basicamente os mesmos modelos das câmeras convencionais, isto é, podem ser compactas, prosumers, câmeras reflex profissionais, câmeras de médio formato e câmeras de grande formato, estes últimos, para fotografia editorial, moda e publicidade.Também podem ser utilizadas para fotografia cientifica ou criminalista. 12) Quais as principais vantagens da câmera digital em comparação com a câmera convencional? As principais vantagens das câmeras digitais são a velocidade na obtenção da imagem, no seu tratamento e envio por meio da internet e custos de operação reduzidos. 13) Como ajustar a câmera digital antes de usá-la? De forma geral, não são grandes as dificuldades na operação das câmeras digitais - na maioria das vezes leitura no manual do fabricante sem conhecimento prévio dos termos técnicos utilizados não são suficientes. A instalação das baterias e colocação de cartão, já formatado pela câmera, para a gravação das imagens são passos essenciais. As providencias posteriores serão abordadas logo mais. Fique tranqüilo. 14) Quais programas a serem utilizados no computador? De forma geral, os programas que devem ser instalados no computador, são aqueles que acompanham o manual de instruções de sua câmera, também conhecidos, por “programas proprietários” para tratamento de magens em Raw, e mais para frente, programas para a manipulação de imagens mias complexos como o Adobe Photoshop e Lightroom. Para quem está iniciando e quer efetuar manipulação básica em suas imagens, com pequenas correções, experimente PICASA, é gratuito, Basta procurá-lo no Google. 15) Cuidados com uma câmera digital Os cuidados que se deve ter com uma câmera digital são os mesmos que devemos ter com uma câmera convencional. Devemos mantê-las em locais secos e ventilados (estojos de plástico ou couro devem ser evitados), e não devemos guardá-las por muito tempo com suas baterias. É claro que esses instrumentos são delicados e devem ser manuseados com cuidado e atenção. Em locais perto de praia, os cuidados devem ser redobrados devido à maresia. 16) Altas e baixas temperaturas também danificam seu equipamento. O mesmo ocorre em climas ou ambiente úmidos ou de pH ácido. como a poluição da Cidade de São Paulo ou da Cidade do México. Recomendamos providenciar caixa de isopor com tampa, na medida de sua câmera e lente. Coloque a caixa tampada, com tudo dentro, sobre uma prateleira aberta, em local fresco e seco. Não deixe a câmera parada por muito tempo. Ligue-a e use-a com freqüência e mantenha a bateria sempre com carga, como no seu celular. Com o avanço da micro eletrônica, os produtos saem da fabrica com tempo de vida pré-determinado, se submetidos ao uso regular. Caso esteja fora de uso por muito tempo, sua durabilidade será abreviada. Esta história de “vou guardar para não gastar” não existe mais... 17) O que é interpolação? Algumas câmeras aumentam o tamanho dos arquivos, utilizando uma técnica denominada interpolação. Na imagem interpolada, pixels extras são inseridos entre os pixels capturados. A estes pixels extras são atribuídos valores de cor que estão entre aqueles que o rodeiam. Assim se consegue que a imagem fique maior sem aparente perda de qualidade. 18) Ruído na imagem Entende-se por ruído na imagem digital, milhares de minúsculos pontos multicoloridos que aparecem na imagem e que não fazem parte daquilo que foi fotografado. Como se fosse imagem desenhada na areia úmida da praia, ou ainda a granulação do filmes de alta sensibilidade, por exemplo. Quanto menor o tamanho do sensor diigtal, maior a taxa de ruido. Outro fator que colabora com a produção de reuidos são &quot;dead pixels&quot;, fixela mortos. Com o uso, algumas cecluas do sensor queimam, gerando pontos pretos na imagem. As assistencias tecnicas autorizadas possuem programas especificos para mover estes pontos preto para a borda da imagem, deixando a imagem gerada novamente limpa. O ruído é criado por sinais elétricos não desejados gerados por instabilidades do sensor de captura de imagem. Estes ruídos acabam por confundir o sensor e aparecem como centenas de pequenos pontos coloridos dando impressão de “granulação” ou pouca definição. Isso acontece quando aumentamos muito o ISO na câmera. Quando aumentamos o ISO amplificamos também a potência do sinal gerado pelo pixel e o ruído, antes desprezível, acaba aparecendo junto. Quando se utiliza ISO baixo, entre 100 e 400 o ruído é desprezível e não precisamos ter receio. Para ISO acima deste o ruído pode ser mais perceptível. Outra maneira de se produzir ruídos é a interpolação da imagem, muito comum nas câmeras compactas. O CCD, sensor que captura a luz e a transforma em informação digital, é passivel de atrair grãos de poeira. Isto acontece porque durante a foto ele fica exposto e carregado de grande quantidade de energia elétrica, o que o torna um “imã” de pequenas esativa s. Percebe-se que o CCD está sujo quando aparecem pequenos pontos nas fotos digitais que estão sempre no mesmo lugar. Uma boa forma de localizar estes pontos é fotografar uma parede ou cartão branco, os pontos escuros que aparecem são sujeira impregnadas no sensor. Estes pontos não causam prejuízo ao funcionamento da câmera, mas devem ser removidos para que as fotos não fiquem com pontos indesejáveis. Esta limpeza deverá ser efetuada pela assistência técnica de sua confiança. Alguns modelos possuem nos menus um modo de limpeza do CCD. Quando acionado este modo o espelho se levanta, a cortina abre e o CCD fica exposto sem estar energizado, desprendendo assim a poeira acumulada. Por fim, o tamanho do sensor também influencia na formação de ruidos. Os sensores full frame apresentam menor taxa de ruído, se comparados aos sensores das câmeras compactas. Para melhor aproveitamento de sua imagem, faça o corte enquanto estiver fotografando. Qulaquer corte posterior poderá comprometer a resolução de sua imagem. 19) O que é efeito artifacting ? São ruidos e distorções da imagem causado por defeitos no sensor, no processamento da imagem ou ainda devido à baixa qualidade do sistema optico das cameras digitais 20) Tamanho do cartão Com a chegada de cartões de memória com maior capacidade de armazenamento, ficamos tentados a adquiri-los pois podem carregar mais de 600 imagens em alta resolução. O risco de descarregar muitas imagens num cartão apenas pode levar à perda de todas as fotos de uma viagem. A forma mais comum de perder as imagens de um cartão é tentar retira-los enquanto a câmera está acessando as imagens (o que é mais comum) ou então por defeito de fabricação (mais raro).Além disto, poderá danificar todo o sistema de arquivos do cartão, corrompendo a demais imagens. 21) Alguns Cuidados com o cartão Mantenha os cartões de memória bem longe de campos magnéticos, como imãs, aparelhos de tv, alto-falantes etc; Mantenha os cartões em ambientes frescos; não os deixe dentro do porta luvas de seu carro em um dia quente. ou exposto ao sol; Mantenha os cartões secos; não os exponha a condições quentes ou úmidas imediatamente após sair de uma sala com ar-condicionado, ou de ambiente umido, com banheiros, lavatórios, lavagem de carros; Insira os cartões de memória nas câmeras ou nos leitores de cartões com cuidado. Força em excesso pode danificar os contatos; Mantenha os cartões de memória livres de poeiras. Os contatos são extremamente sensíveis e podem ser facilmente danificados por pequenas partículas de sujeira. Onde houver areia ou pó, não retire o cartão da câmera, a não ser que você esteja protegido dentro de um ambiente limpo e sem sujeira; Guarde sempre os cartões de memória dentro de seus estojos de plastico sempre que não estiverem em uso. Alguns fotográfos o colocam no bolso da camisa, sem nenhuma proteção. O suor nos terminais poderá queimar o cartão e danificar seriamente sua câmera. Após descarregar suas imagens, formate o cartão pela sua camera, nuca no computdor, para nova utilização. Este procedimento é melhor do que simplesmente excluir as imagens presentes no cartão. Ao formatar, você estará reiniciando o sistema de arquivos a uma condição ideal de operação. Os fabricantes afirmam os cartões de memória tem uma vida útil estimada entre 300.000 e 1.000.000 de horas, Um ponto que gera bastante controvérsia é quanto ao descarregamento das imagens. Afirmam também a limitação de inserções do cartão, está em torno de 50.000 vezes. Mas, na pratica é muito difícil verificar este grau de eficiência, pois a cada 6 meses os cartões costumam ser substituidos por outros, de maior capacidade e menor custo. Por vias de dúvidas, recomendamos você adquira uma série de cartões entre 4 a 8 GB, ao invés de utilizar cartões mais pesados. 22) Qualidade do arquivo jpg ? Quando usamos arquivos JPG, podemos selecionar sua qualidade ou taxa de compressão, entre básica, normal ou fina (padrão câmera digital Reflex Nikon) ou normal e fina (padrão câmera digital Reflex Canon) , e respectivo tamanho. Os arquivos JPG são arquivos compactados, ou seja, usando artifícios de programação, quando guardados ficam menores do que os arquivos abertos no computador. As compactações podem acarretar perda de qualidade ou não. Compactações sem perda de qualidade normalmente são pouco eficientes, já aquelas com perda de qualidade conseguem taxas de compactação maiores. A compactação do JPG acarreta perda de qualidade. Quanto maior o fator de compactação utilizado maior a perda de informação e a degradação da imagem. Só devemos utilizar nossas câmeras digitais em baixa qualidade se a imagem que estamos gerando realmente não tem compromisso. A qualidade intermediária das câmeras, entretanto, permite uma qualidade um pouco maior, suficiente para uma boa impressão. Arquvivos em jpeg se corropem com facilidade. Caso queira preservar suas imagens digitais, utilize um editor de imagens, como o Photoshop, por exemplo e converta-os para extensão.tiff ou psd 23) Arquivo RAW é útil? Os arquivos RAW são cópias das informações gravadas pela luz no CCD. Eles não sofrem tratamento posterior dentro da câmera e, portanto podem ser processados a posteriormente. Como não recebem nenhum tipo de tratamento, nem compactação, normalmente ocupam grande espaço, podendo facilmente chegar a 40 megabites. Toda câmera digital que produz arquivos RAW, traz junto um CD com programas para processamento destas imagens e conversão para formatos de arquivos mais populares. A vantagem deste tipo de arquivo é que toda decisão de tratamento como aplicação de filtro como nitidez, cor ou contraste pode ser feitas depois sem que haja perigo de erro por pressa ou desconhecimento do fotógrafo. Fabricantes e puristas afirmam que um arquivo gerado primeiramente em RAW e depois tratado nos editores de imagem, tem mais qualidade que um arquivo feito em JPG. A realidade é que a maciça maioria dos fotógrafos não usa RAW, porque o ganho de qualidade se não é imperceptível, pelo menos é bem próximo disto. Recomenda-se que os arquivos Raw, após tratados sejam também convertidos para extensão.tiff ou psd. São extensões mais pesadas, não são comprimidas, nem corompe com facilidade 24) Estabilizador de Imagem ? Função: Ativar a redução do tremor da câmera permite fotografar com velocidades de obturador aproximadamente dois valores mais lento (de 1/60 para 1/15) sem que a qulidade final fique comprometida. Os efeitos de redução da vibração podem variar dependendo das condições individuais e de disparo. Dicas: • Defina o botão ON/OFF de redução do tremor para ON para ligar a redução de vibração. • O tremor da câmera é reduzido quando o botão de disparo do obturador é pressionado ligeiramente. A focagem automática e a focagem manual, assim como enquadramento preciso do motivo, serão mais lentos porque a estabilização da câmara visível através do visor também está reduzido. • Para desativar a redução do tremor, defina o botão ON/OFF de redução da vibração para OFF Os primeiros estabilizadores de imagem para reduzir o tremor surgiram no princípio dos anos 60. Estes sistemas eram capazes de compensar ligeiramente a vibração da câmara fotográfica e os movimentos involuntários. Estavam baseados em mecanismos controlados mediante giroscópios, com os que se podiam cancelar os movimentos não desejados mudando os elementos da lente em direção oposta. Hoje em dia, o uso de estabilizadores de imagem se aplica em câmeras, videocâmaras, telescópios, binóculos e também em óculos, os mais comuns são os seguintes. Alguns modelos de câmeras compactas mostram uma mãozinha, alertando que a imagem poderá ficar tremida. Estabilizador de Imagem Óptico É um sistema mecânico aparte da câmara que incorpora duas superfícies ópticas flutuantes paralelas ao interior da lente que atuam como um tipo de prisma flexível. Quando a câmara se move, o movimento é eletronicamente detectado onde gera uma voltagem que faz mover as lentes. Isto altera o ângulo da luz que atravessa o prisma e envia a imagem ao sensor na direção oposta ao movimento que realiza a câmara. Por tanto, estabiliza a imagem antes de ser processada. Já que a imagem completa do sensor é usada com a estabilização de imagem óptica, não se obtém perda de qualidade da mesma. Sistemas comerciais famosos de estabilização óptica são esat IS, Nikon VR e Panasonic Lumix (e Leica) Mega OIS O estabilizador óptico de imagens é um dos melhores recursos no combate a fotos tremidas causadas pelo eventual movimento da câmera durante o disparo, problema que tanto aflige os usuários das compactas. Os fabricantes adotam diferentes tecnologias, mas no geral este sistema detecta a vibração do sensor e, por meio de processo mecânico, faz a compensação de seu movimento. Estabilizador Mecânico para descolamento do CCD ou CMOS Comparável ao método anterior, mas em vez de mover a lente move-se o sensor de imagem. Utilizado em várias câmaras fotográficas digitais, incluindo Sony Alpha (herdado de Konica Minolta), Fuji, Olympus, Ricoh Caplio e Casio Exilim. Estabilizador de Imagem Digital É um sistema eletrônico que atua diretamente sobre a imagem obtida no sensor da câmara. Neste tipo de sistema, a superfície da imagem útil é ligeiramente menor que a superfície da imagem. Quando a câmara se move, o enquadramento menor se desloca entre a área maior do sensor CCD tratando de compensar o movimento. As maiorias das câmeras Sony utilizam estabilizador óptico. O recurso, chamado Steady Shot, permite o movimento do sensor CCD, na horizontal ou na vertical. No caso das câmeras da Nikon e Canon, o sistema estabilizador costuma estar localizado nas lentes. Estabilizadores ópticos eficientes minimizam, de fato, os efeitos do tremor da câmera e possibilitam fotografar com a máquina na mão sob condições de luz um pouco mais precárias do se conseguiria sem ele. Porém, não se iluda: movimentos bruscos com a câmera dificilmente serão compensados. E conforme a luz ambiente reduz, obrigando a aplicação de longas exposições, o bom e velho tripé continua indispensável para preservar a nitidez das imagens. O prazer de fotografar com a câmera na mão recebe forte apoio dos estabilizadores, mas é preciso lembrar que eles não fazem milagres. Na maioria das vezes o tremor da imagem é substituído por um leve desfoque. Ainda que os dispositivos de estabilização sejam de grande ajuda para reduzir ou eliminar movimentos de câmara não desejados, há de ter em conta algumas considerações na hora de realizar tomadas em movimento. Assim, devido aos estabilizadores de imagem, quando a câmara se desloca intencionadamente de um lado a outro, existe normalmente uma pequena demora enquanto a câmara trata inicialmente de compensar o movimento. Uma vez transmitida a imagem25 do sensor para o processador, o estabilizador não pode compensar mais o movimento e a imagem começa a se mover a deriva. Para compensar isso o sensor capta a imagem em partes, o que gera um leve “desfoque” na imagem final, por conta do processador. Qualquer que seja o principio utilizado de estabilização, a imagem será prejudicada pelo desfoque ou produção de ruídos. Recomenda-se desativa-los e adotar uso de tripé. 25) Espaço de Cor ? Espaço de cor é quantas cores sua câmera é capaz de representar, atualmente as câmeras digitais costumam trabalhar com dois espaços de cor já bem reconhecidos e aceitos, o sRGB (1953) e o Adobe RGB 1998). As câmeras digitais compactas populares trabalham com o espaço de cor sRGB que possui 8 bits de cor em cada canal, ou seja 8bits de cor no R (vermelho), 8 bits no G (verde) e 8 bits no B (azul), sendo assim temos em cada uma desses canais 256 tons, tendo um total de 24 bits de cor em todos os canais o que representa um total de aproximadamente 16 milhões de cores. Já as câmeras digitais reflex (DSLR) possuem a opção de ajuste desse espaço para Adobe RGB, que apresenta 16 bits de cor em cada canal, superior a 65 mil tons de cada cor, dando um total de aproximadamente 282 trilhões de cores no total. Parece muito não é, e de fato é, porem temos que ver se o tamanho e a tecnologia do sensor digital em questão combinados com o tipo e precisão do processador nos deixa representá-las." target="_blank">câmera</a>, veja os tamanhos de imagem em pixels e monte sua própria tabela.</p>
<h2>Qual é a relação entre a qualidade da imagem e o número de pixels?</h2>
<p>A qualidade da imagem é diretamente proporcional ao número de pixels que forma a imagem. Maiores sensores de imagem produzem maior número de pixels que por sua vez irão gerar imagens digitais de melhor qualidade.</p>
<ul>
<li>Full Frame Reflex Digital, fator de corte de imagem 1.1 x &#8211; tamanho 24 x 36 mm</li>
<li>1.3x Fator de corte, tamanho 28.7 mm x 15 mm</li>
<li>1.5x Fator de corte tamanho 18 x 24 mm</li>
<li>1.6x Fator de corre, Tamanho 22.5 x 15 mm</li>
<li>Quanto maior a área do sensor, melhor a qualidade da imagem.</li>
</ul>
<h2>O que é um CCD?</h2>
<p>CCD significa charge-coupled device, ou seja, dispositivo de carga acoplada. É um sistema eletrônico formado por fotodiodos onde a luz incidente produz diferenças de potencial que são proporcionais a quantidade de luz incidente. Assim, quanto mais luz atingirem os fotodiodos que formam o CCD maior é a voltagem: esta é interpretada pelo sistema eletrônico da câmera e associa esses valores aos tons presentes na cena fotografada.</p>
<h2>O que é um CMOS?</h2>
<p>CMOS significa Complementary metal-oxide semicondutor, é produzido com tecnologia mais simples que os CCD e, portanto mais econômicos. Atualmente a qualidade dos detectores CCD são superiores aos CMOS.</p>
<p>Há diversos tamanhos de sensor e o formato padrão é baseado no filme 35 mm cuja área é 36×24 mm. Câmeras com sensor desse tamanho são conhecidas como “Full Frame” (quadro inteiro). Além dos sensores Full Frame temos os sensores menores, chamados de APSC que possui cerca de 50% da área de um sensor full frame (crop factor ou fator corte) que correspondem ao sensor imagens de tamanho 18x24mm.</p>
<h2>O que é resolução de uma câmera digital?</h2>
<p>A resolução de uma câmera digital é basicamente o produto do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical, quanto maior esse número, melhor é a qualidade da imagem. Agora cuidado, pois os valores em megapixel podem ser reais ou interpolados. A regra é 72 dpi, resolução de imagem para mídia eletrônica, como e-mail, publicação de imagens na internet e 300 dpi para impressão em gráfica ou laboratório fotográfico. Caso pretenda fazer banners ou imprimir cartazes, pergunte antes, qual a resolução recomendada.</p>
<h2>O que são formatos de arquivo: TIFF, JPEG e RAW?</h2>
<p>Os arquivos produzidos pelas câmeras podem ser formatados de diversos modos. Os tipos mais importantes e populares para a gravação dos arquivos são os formatos TIFF e JPEG. Os arquivos JPEG são mais compactos, comprimidos, isto é, economizam espaços de memória e são suficientes para a maior parte dos usos de imagens digitais. Os arquivos TIFF são arquivos maiores, que consomem maior quantidade de memória e devem ser usados em situações onde a qualidade deve ser preservada. Os arquivos RAW são os arquivos nativos do CCD ou CMOS que ainda não foram processados, permitindo maiores possibilidades de correção em editores específicos de imagens, como <a href="http://www.fotografia-dg.com/manual-lightroom/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmanual-lightroom%2F','Lightroom')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmanual-lightroom%2F','Lightroom')" target="_blank">Lightroom</a> e Câmera Raw, Os <a href="http://www.fotografia-dg.com/arquivos-raw/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Farquivos-raw%2F','arquivos+RAW')" target="_blank">arquivos RAW</a> são importantes, pois são econômicos em termos de memória e servem como negativos digitais, para manipulação e finalização posterior.</p>
<h2>O que é DPI?</h2>
<p>DPI significa dots per inch, isto é, pontos por polegada. É uma expressão importada das artes gráficas, na fotografia digital é mais conveniente o uso da expressão ppi, ou seja, pixels per inch ou pixel por polegada. Embora alguns programas de edição de imagem utilizem também a expressão pixels por centímetro, o mercado adota dpi ou ppi.</p>
<h2>Câmeras digitais e câmeras convencionais: conceitos e limitações</h2>
<p>As <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera+fotogr%C3%A1fica')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2meras+digitais')" target="_blank">câmeras digitais</a> obedecem basicamente os mesmos modelos das câmeras convencionais, isto é, podem ser compactas, prosumers, câmeras reflex profissionais, câmeras de médio formato e câmeras de grande formato, estes últimos, para fotografia editorial, moda e publicidade. Também podem ser utilizadas para fotografia cientifica ou criminalista.</p>
<h2>Quais as principais vantagens da câmera digital em comparação com a câmera convencional?</h2>
<p>As principais vantagens das câmeras digitais são a velocidade na obtenção da imagem, no seu tratamento e envio por meio da internet e custos de operação reduzidos.</p>
<h2>Como ajustar a câmera digital antes de usá-la?</h2>
<p>De forma geral, não são grandes as dificuldades na operação das câmeras digitais &#8211; na maioria das vezes leitura no manual do fabricante sem conhecimento prévio dos termos técnicos utilizados não são suficientes. A instalação das baterias e colocação de cartão, já formatado pela câmera, para a gravação das imagens são passos essenciais. As providencias posteriores serão abordadas logo mais. Fique tranquilo.</p>
<h2>Quais programas a serem utilizados no computador?</h2>
<p>De forma geral, os programas que devem ser instalados no computador, são aqueles que acompanham o manual de instruções de sua câmera, também conhecidos, por “programas proprietários” para tratamento de magens em Raw, e mais para frente, programas para a manipulação de imagens mias complexos como o Adobe Photoshop e <a href="http://www.fotografia-dg.com/manual-lightroom/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmanual-lightroom%2F','Lightroom')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmanual-lightroom%2F','Lightroom')" target="_blank">Lightroom</a>. Para quem está iniciando e quer efetuar manipulação básica em suas imagens, com pequenas correções, experimente PICASA, é gratuito, basta procurá-lo no Google.</p>
<h2>Cuidados com uma câmera digital</h2>
<p>Os cuidados que se deve ter com uma câmera digital são os mesmos que devemos ter com uma câmera convencional. Devemos mantê-las em locais secos e ventilados (estojos de plástico ou couro devem ser evitados), e não devemos guardá-las por muito tempo com suas baterias. É claro que esses instrumentos são delicados e devem ser manuseados com cuidado e atenção. Em locais perto de praia, os cuidados devem ser redobrados devido à maresia.</p>
<h2>Altas e baixas temperaturas também danificam seu equipamento</h2>
<p>O mesmo ocorre em climas ou ambiente úmidos ou de PH ácido. como a poluição da Cidade de São Paulo ou da Cidade do México. Recomendamos providenciar caixa de isopor com tampa, na medida de sua câmera e lente. Coloque a caixa tampada, com tudo dentro, sobre uma prateleira aberta, em local fresco e seco. Não deixe a câmera parada por muito tempo. Ligue-a e use-a com frequência e mantenha a bateria sempre com carga, como no seu celular. Com o avanço da micro eletrônica, os produtos saem da fabrica com tempo de vida pré-determinado, se submetidos ao uso regular. Caso esteja fora de uso por muito tempo, sua durabilidade será abreviada. Esta história de “vou guardar para não gastar” não existe mais&#8230;</p>
<h2>O que é interpolação?</h2>
<p>Algumas câmeras aumentam o tamanho dos arquivos, utilizando uma técnica denominada interpolação. Na imagem interpolada, pixels extras são inseridos entre os pixels capturados. A estes pixels extras são atribuídos valores de cor que estão entre aqueles que o rodeiam. Assim se consegue que a imagem fique maior sem aparente perda de qualidade.</p>
<h2>Ruído na imagem</h2>
<p>Entende-se por <a href="http://www.fotografia-dg.com/reducao-de-ruido-no-photoshop/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Freducao-de-ruido-no-photoshop%2F','ru%C3%ADdo+na+imagem')" target="_blank">ruído na imagem</a> digital, milhares de minúsculos pontos multicoloridos que aparecem na imagem e que não fazem parte daquilo que foi fotografado. Como se fosse imagem desenhada na areia úmida da praia, ou ainda a granulação do filmes de alta sensibilidade, por exemplo. Quanto menor o tamanho do sensor digital, maior a taxa de ruido. Outro fator que colabora com a produção de reuidos são &#8220;dead pixels&#8221;, fixela mortos. Com o uso, algumas cecluas do sensor queimam, gerando pontos pretos na imagem. As assistencias tecnicas autorizadas possuem programas especificos para mover estes pontos preto para a borda da imagem, deixando a imagem gerada novamente limpa.</p>
<p>O ruído é criado por sinais elétricos não desejados gerados por instabilidades do sensor de captura de imagem. Estes ruídos acabam por confundir o sensor e aparecem como centenas de pequenos pontos coloridos dando impressão de “granulação” ou pouca definição. Isso acontece quando aumentamos muito o <a href="http://www.fotografia-dg.com/sensibilidade-iso/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fsensibilidade-iso%2F','ISO')" target="_blank">ISO</a> na câmera. Quando aumentamos o ISO amplificamos também a potência do sinal gerado pelo pixel e o ruído, antes desprezível, acaba aparecendo junto.</p>
<p>Quando se utiliza ISO baixo, entre 100 e 400 o ruído é desprezível e não precisamos ter receio. Para ISO acima deste o ruído pode ser mais perceptível. Outra maneira de se produzir ruídos é a interpolação da imagem, muito comum nas câmeras compactas.</p>
<p>O CCD, sensor que captura a luz e a transforma em informação digital, é passivel de atrair grãos de poeira. Isto acontece porque durante a foto ele fica exposto e carregado de grande quantidade de energia elétrica, o que o torna um “imã” de pequenas poeiras.</p>
<p>Percebe-se que o CCD está sujo quando aparecem pequenos pontos nas fotos digitais que estão sempre no mesmo lugar. Uma boa forma de localizar estes pontos é fotografar uma parede ou cartão branco, os pontos escuros que aparecem são sujeira impregnadas no sensor.</p>
<p>Estes pontos não causam prejuízo ao funcionamento da câmera, mas devem ser removidos para que as fotos não fiquem com pontos indesejáveis. Esta limpeza deverá ser efetuada pela assistência técnica de sua confiança.</p>
<p>Alguns modelos possuem nos menus um modo de limpeza do CCD. Quando acionado este modo o espelho se levanta, a cortina abre e o CCD fica exposto sem estar energizado, desprendendo assim a poeira acumulada.</p>
<p>Por fim, o tamanho do sensor também influencia na formação de ruidos. Os sensores full frame apresentam menor taxa de ruído, se comparados aos sensores das câmeras compactas. Para melhor aproveitamento de sua imagem, faça o corte enquanto estiver fotografando. Qulaquer corte posterior poderá comprometer a resolução de sua imagem.</p>
<h2>O que é efeito artifacting ?</h2>
<p>São ruidos e distorções da imagem causado por defeitos no sensor, no processamento da imagem ou ainda devido à baixa qualidade do sistema optico das cameras digitais</p>
<h2>Tamanho do cartão</h2>
<p>Com a chegada de cartões de memória com maior capacidade de armazenamento, ficamos tentados a adquiri-los pois podem carregar mais de 600 imagens em alta resolução.</p>
<p>O risco de descarregar muitas imagens num cartão apenas pode levar à perda de todas as fotos de uma viagem.</p>
<p>A forma mais comum de perder as imagens de um cartão é tentar retira-los enquanto a câmera está acessando as imagens (o que é mais comum) ou então por defeito de fabricação (mais raro). Além disto, poderá danificar todo o sistema de arquivos do cartão, corrompendo a demais imagens.</p>
<h2>Alguns cuidados com o cartão</h2>
<p>Mantenha os cartões de memória bem longe de campos magnéticos, como imãs, aparelhos de tv, alto-falantes etc;</p>
<p>Mantenha os cartões em ambientes frescos; não os deixe dentro do porta luvas de seu carro em um dia quente ou exposto ao sol;</p>
<p>Mantenha os cartões secos; não os exponha a condições quentes ou úmidas imediatamente após sair de uma sala com ar-condicionado, ou de ambiente umido, com banheiros, lavatórios, lavagem de carros;</p>
<p>Insira os cartões de memória nas câmeras ou nos leitores de cartões com cuidado. Força em excesso pode danificar os contatos;</p>
<p>Mantenha os cartões de memória livres de poeiras. Os contatos são extremamente sensíveis e podem ser facilmente danificados por pequenas partículas de sujeira. Onde houver areia ou pó, não retire o cartão da câmera, a não ser que você esteja protegido dentro de um ambiente limpo e sem sujeira;</p>
<p>Guarde sempre os cartões de memória dentro de seus estojos de plastico sempre que não estiverem em uso. Alguns fotográfos o colocam no bolso da camisa, sem nenhuma proteção. O suor nos terminais poderá queimar o cartão e danificar seriamente sua câmera;</p>
<p>Após descarregar suas imagens, formate o cartão pela sua camera, nuca no computdor, para nova utilização. Este procedimento é melhor do que simplesmente excluir as imagens presentes no cartão. Ao formatar, você estará reiniciando o sistema de arquivos a uma condição ideal de operação;</p>
<p>Os fabricantes afirmam os cartões de memória tem uma vida útil estimada entre 300.000 e 1.000.000 de horas;</p>
<p>Um ponto que gera bastante controvérsia é quanto ao descarregamento das imagens. Afirmam também a limitação de inserções do cartão, está em torno de 50.000 vezes. Mas, na pratica é muito difícil verificar este grau de eficiência, pois a cada 6 meses os cartões costumam ser substituidos por outros, de maior capacidade e menor custo;</p>
<p>Por vias de dúvidas, recomendamos você adquira uma série de cartões entre 4 a 8 GB, ao invés de utilizar cartões mais pesados;</p>
<h2>Qualidade do arquivo JPG?</h2>
<p>Quando usamos arquivos JPG, podemos selecionar sua qualidade ou taxa de compressão, entre básica, normal ou fina (padrão câmera digital Reflex Nikon) ou normal e fina (padrão câmera digital Reflex Canon) , e respectivo tamanho.</p>
<p>Os arquivos JPG são arquivos compactados, ou seja, usando artifícios de programação, quando guardados ficam menores do que os arquivos abertos no computador.</p>
<p>As compactações podem acarretar perda de qualidade ou não. Compactações sem perda de qualidade normalmente são pouco eficientes, já aquelas com perda de qualidade conseguem taxas de compactação maiores.</p>
<p>A compactação do JPG acarreta perda de qualidade.</p>
<p>Quanto maior o fator de compactação utilizado maior a perda de informação e a degradação da imagem.</p>
<p>Só devemos utilizar nossas câmeras digitais em baixa qualidade se a imagem que estamos gerando realmente não tem compromisso.</p>
<p>A qualidade intermediária das câmeras, entretanto, permite uma qualidade um pouco maior, suficiente para uma boa impressão. Arquivos em jpeg se corropem com facilidade. Caso queira preservar suas imagens digitais, utilize um editor de imagens, como o Photoshop, por exemplo e converta-os para extensão TIFF ou PSD.</p>
<h2>Arquivo RAW é útil?</h2>
<p>Os arquivos RAW são cópias das informações gravadas pela luz no CCD. Eles não sofrem tratamento posterior dentro da câmera e, portanto podem ser processados a posteriormente.</p>
<p>Como não recebem nenhum tipo de tratamento, nem compactação, normalmente ocupam grande espaço, podendo facilmente chegar a 40 megabites.</p>
<p>Toda câmera digital que produz arquivos RAW, traz junto um CD com programas para processamento destas imagens e conversão para formatos de arquivos mais populares.</p>
<p>A vantagem deste tipo de arquivo é que toda decisão de tratamento como aplicação de filtro como nitidez, cor ou contraste pode ser feitas depois sem que haja perigo de erro por pressa ou desconhecimento do fotógrafo.</p>
<p>Fabricantes e puristas afirmam que um arquivo gerado primeiramente em RAW e depois tratado nos editores de imagem, tem mais qualidade que um arquivo feito em JPG. A realidade é que a maciça maioria dos fotógrafos não usa RAW, porque o ganho de qualidade se não é imperceptível, pelo menos é bem próximo disto. Recomenda-se que os arquivos Raw, após tratados sejam também convertidos para extensão TIFF ou PSD. São extensões mais pesadas, não são comprimidas, nem corompe com facilidade.</p>
<h2>Estabilizador de Imagem?</h2>
<p>Função: Ativar a redução do tremor da câmera permite fotografar com velocidades de obturador aproximadamente dois valores mais lento (de 1/60 para 1/15) sem que a qulidade final fique comprometida. Os efeitos de redução da vibração podem variar dependendo das condições individuais e de disparo.</p>
<p><strong>Dicas:</strong></p>
<ul>
<li>Defina o botão ON/OFF de redução do tremor para ON para ligar a redução de vibração.</li>
<li>O tremor da câmera é reduzido quando o botão de disparo do obturador é pressionado ligeiramente. A focagem automática e a focagem manual, assim como enquadramento preciso do motivo, serão mais lentos porque a estabilização da câmara visível através do visor também está reduzido.</li>
</ul>
<ul>
<li>Para desativar a redução do tremor, defina o botão ON/OFF de redução da vibração para OFF</li>
</ul>
<p>Os primeiros estabilizadores de imagem para reduzir o tremor surgiram no princípio dos anos 60. Estes sistemas eram capazes de compensar ligeiramente a vibração da <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera+fotogr%C3%A1fica')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2meras+digitais')" target="_blank">câmera fotográfica</a> e os movimentos involuntários. Estavam baseados em mecanismos controlados mediante giroscópios, com os que se podiam cancelar os movimentos não desejados mudando os elementos da lente em direção oposta.</p>
<p>Hoje em dia, o uso de estabilizadores de imagem se aplica em câmeras, videocâmaras, telescópios, binóculos e também em óculos, os mais comuns são os seguintes. Alguns modelos de câmeras compactas mostram uma mãozinha, alertando que a imagem poderá ficar tremida.</p>
<h3>Estabilizador de Imagem Óptico</h3>
<p>É um sistema mecânico aparte da câmara que incorpora duas superfícies ópticas flutuantes paralelas ao interior da lente que atuam como um tipo de prisma flexível. Quando a câmara se move, o movimento é eletronicamente detectado onde gera uma voltagem que faz mover as lentes. Isto altera o ângulo da luz que atravessa o prisma e envia a imagem ao sensor na direção oposta ao movimento que realiza a câmara. Por tanto, estabiliza a imagem antes de ser processada. Já que a imagem completa do sensor é usada com a estabilização de imagem óptica, não se obtém perda de qualidade da mesma. Sistemas comerciais famosos de estabilização óptica são esat IS, Nikon VR e Panasonic Lumix (e Leica) Mega OIS</p>
<p>O estabilizador óptico de imagens é um dos melhores recursos no combate a fotos tremidas causadas pelo eventual movimento da câmera durante o disparo, problema que tanto aflige os usuários das compactas. Os fabricantes adotam diferentes tecnologias, mas no geral este sistema detecta a vibração do sensor e, por meio de processo mecânico, faz a compensação de seu movimento.</p>
<h3>Estabilizador Mecânico para descolamento do CCD ou CMOS</h3>
<p>Comparável ao método anterior, mas em vez de mover a lente move-se o sensor de imagem. Utilizado em várias câmaras fotográficas digitais, incluindo Sony Alpha (herdado de Konica Minolta), Fuji, Olympus, Ricoh Caplio e Casio Exilim.</p>
<h3>Estabilizador de Imagem Digital</h3>
<p>É um sistema eletrônico que atua diretamente sobre a imagem obtida no sensor da câmara. Neste tipo de sistema, a superfície da imagem útil é ligeiramente menor que a superfície da imagem. Quando a câmara se move, o enquadramento menor se desloca entre a área maior do sensor CCD tratando de compensar o movimento.</p>
<p>As maiorias das câmeras Sony utilizam estabilizador óptico. O recurso, chamado Steady Shot, permite o movimento do sensor CCD, na horizontal ou na vertical.</p>
<p>No caso das câmeras da Nikon e Canon, o sistema estabilizador costuma estar localizado nas lentes.</p>
<p>Estabilizadores ópticos eficientes minimizam, de fato, os efeitos do tremor da câmera e possibilitam fotografar com a máquina na mão sob condições de luz um pouco mais precárias do se conseguiria sem ele. Porém, não se iluda: movimentos bruscos com a câmera dificilmente serão compensados. E conforme a luz ambiente reduz, obrigando a aplicação de longas exposições, o bom e velho tripé continua indispensável para preservar a nitidez das imagens. O prazer de fotografar com a câmera na mão recebe forte apoio dos estabilizadores, mas é preciso lembrar que eles não fazem milagres. Na maioria das vezes o tremor da imagem é substituído por um leve desfoque.</p>
<p>Ainda que os dispositivos de estabilização sejam de grande ajuda para reduzir ou eliminar movimentos de câmara não desejados, há de ter em conta algumas considerações na hora de realizar tomadas em movimento. Assim, devido aos estabilizadores de imagem, quando a câmara se desloca intencionadamente de um lado a outro, existe normalmente uma pequena demora enquanto a câmara trata inicialmente de compensar o movimento.</p>
<p>Uma vez transmitida a imagem25 do sensor para o processador, o estabilizador não pode compensar mais o movimento e a imagem começa a se mover a deriva. Para compensar isso o sensor capta a imagem em partes, o que gera um leve “desfoque” na imagem final, por conta do processador.</p>
<p>Qualquer que seja o principio utilizado de estabilização, a imagem será prejudicada pelo desfoque ou produção de ruídos. Recomenda-se desativa-los e adotar uso de tripé.</p>
<h2>Espaço de Cor ?</h2>
<p>Espaço de cor é quantas cores sua câmera é capaz de representar, atualmente as câmeras digitais costumam trabalhar com dois espaços de cor já bem reconhecidos e aceitos, o sRGB (1953) e o Adobe RGB 1998).</p>
<p>As câmeras digitais compactas populares trabalham com o espaço de cor sRGB que possui 8 bits de cor em cada canal, ou seja 8bits de cor no R (vermelho), 8 bits no G (verde) e 8 bits no B (azul), sendo assim temos em cada uma desses canais 256 tons, tendo um total de 24 bits de cor em todos os canais o que representa um total de aproximadamente 16 milhões de cores.</p>
<p>Já as câmeras digitais reflex (DSLR) possuem a opção de ajuste desse espaço para Adobe RGB, que apresenta 16 bits de cor em cada canal, superior a 65 mil tons de cada cor, dando um total de aproximadamente 282 trilhões de cores no total. Parece muito não é, e de fato é, porem temos que ver se o tamanho e a tecnologia do sensor digital em questão combinados com o tipo e precisão do processador nos deixa representá-las.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="nailto:&#101;nio&#108;&#101;ite&#64;gma&#105;l.com">eni&#111;l&#101;&#105;t&#101;&#64;gmail&#46;&#99;&#111;m<br />
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<p><strong>Veja mais dicas em:<br />
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		<title>Fotografando na chuva</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/fotografando-na-chuva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 15:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[enio leite]]></category>
		<category><![CDATA[fotografando]]></category>
		<category><![CDATA[fotografando na chuva]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar chuva]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar na chuva]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhar pela chuva é uma experiência única. A chuva alimenta o espírito e faz você se sentir como se estivesse dançando sobre as poças. Capture esse sentimento com alguns instantâneos em dia de chuva. Não é preciso deixar a câmera fotográfica em casa só porque o sol não apareceu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhar pela <strong>chuva</strong> é uma experiência única. A chuva alimenta o espírito e faz você se sentir como se estivesse dançando sobre as poças. Capture esse sentimento com alguns instantâneos em dia de chuva. Não é preciso deixar a <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera+fotogr%C3%A1fica')" target="_blank">câmera fotográfica</a> em casa só porque o sol não apareceu. A chuva pode ser uma amiga do fotógrafo, intensificando cores e adicionando brilho instantâneo em praticamente qualquer situação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4130" title="Foto: Henri Cartier-Bresson" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Henri-Cartier-Bresson.jpg" alt="Henri Cartier Bresson Fotografando na chuva" width="527" height="352" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Foto: Henri Cartier-Bresson</h6>
<h2>Arrisque-se</h2>
<p>Tempo ruim não significa fotografias ruins. A chuva só muda as opções e prepara o cenário para oportunidades únicas de fotos. Neblina, por exemplo, pode suavizar cores e dar leveza a objetos no plano de fundo, tornando etérea e misteriosa a aparência de um lago ou um parque nas redondezas.</p>
<p>Até o céu nublado pode ser utilizado em seu benefício. Contrastes de cores são atenuados em dias cinzentos e as cores parecem mais ricas, criando o cenário perfeito para fotos de árvores e plantas. Dias nublados e com neblina também proporcionam uma oportunidade perfeita para fotografar em preto-e-branco.</p>
<h2>Após a tempestade</h2>
<p>Tempestades e chuva forte adicionam força e drama às imagens. Após uma tempestade é um momento particularmente bom para <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-de-paisagem-serras-de-portugal/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografia-de-paisagem-serras-de-portugal%2F','fotos+espetaculares+de+paisagens')" target="_blank">fotos espetaculares de paisagens</a>. O sol está começando a aparecer e nuvens escuras ainda podem ser vistas a distância. A combinação do brilho do sol com o céu escuro cria um cenário extraordinário. Tudo parece limpo e resplandecente, as cores parecem intensas e os objetos brilham sob os raios do sol que nasce.</p>
<p><strong>Dica rápida:</strong> O arco-íris proporciona fotos incríveis. Eles são formados pela refração da luz pelas gotas de chuva e, normalmente, essas condições ocorrem antes ou depois de uma tempestade. Assim, seja rápido ao ver um arco-íris. A tempestade pode parar repentinamente e o reflexo das superfícies molhadas pode desaparecer em um instante.</p>
<h2>Retrato de poças de água</h2>
<p>E as poças quase sempre despercebidas? Pense em todos os efeitos interessantes de reflexos que podem ser capturados nessas pequenas porções de água: as árvores, as nuvens do céu ou o reflexo das luzes da cidade. Poças atraem crianças como um ímã, fornecendo excelente oportunidade para fotos não posadas. Mais um motivo para <strong>manter uma câmera digital à mão!</strong></p>
<p><strong>Dica rápida:</strong> Durante um temporal, mantenha sempre a câmera dentro da jaqueta ou abrigo. E, para proteção adicional, use um saco  de plástico transparente, à prova d&#8217;água. Basta um buraco para a lente e vá em frente! Pronto! Você criou uma capa de chuva instantânea para sua câmera. Sempre carregue um pano limpo ou lenço de papel para enxugar as gotas d&#8217;água.</p>
<h2>Projetos de fotos em dias de chuva</h2>
<p>Dias chuvosos não são excelentes apenas para passear com a câmera; também são uma oportunidade maravilhosa de iniciar um projeto de fotos. Amplie uma bonita foto de um dia chuvoso para enfeitar seu escritório doméstico ou o quarto do bebê com uma peça contemplativa. Reúna instantâneos em um álbum de fotos ou de recordações. Ou envie algumas fotos em uma carta para alguém que esteja distante e compartilhe a alegria de brincar na chuva.﻿</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4131" title="Foto: Robert Doisneau" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Robert-Doisneau.jpg" alt="Robert Doisneau Fotografando na chuva" width="401" height="519" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Foto: Robert Doisneau</h6>
<h2>Dicas importantes</h2>
<p>Use sempre filtro UV para proteger a <a href="http://www.fotografia-dg.com/objectiva/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fobjectiva%2F','objectiva')" target="_blank">objectiva</a> e mantenha-a sempre tampada.</p>
<p>Nunca deixe pilhas ou baterias dentro do seu equipamento por muito tempo sem uso. Tenha sempre pilhas ou baterias extras dentro da bolsa.</p>
<h3>Por-do-sol</h3>
<p>Para fotografar pessoas com pôr-do-sol ao fundo, é aconselhável que se utilize o flash da câmera para iluminar o assunto principal e evitar que o mesmo apareça na sombra.</p>
<h3>Paisagem</h3>
<p>Para tornar as fotografias de paisagem mais agradáveis ao olhar, é interessante evitar posicionar a linha do horizonte no centro do enquadramento. Na maioria das vezes, o resultado fica melhor quando se desloca a linha do horizonte mais abaixo ou mais acima do centro da imagem.</p>
<h3>Dias nublados</h3>
<p>Apesar da maioria das pessoas não gostar de <strong>fotografar em dias nublados</strong>, essa é uma ótima condição de luz para retratos de pessoas, pois oferece uma iluminação suave e sem sombras fortes. Uma boa dica para se fotografar nessas condições é evitar incluir grandes porções de céu no enquadramento e procurar ter um fundo mais escuro que o assunto principal.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4132" title="Reflexos de luzes noturnas" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Reflexos-de-luzes-noturnas.jpg" alt="Reflexos de luzes noturnas Fotografando na chuva" width="564" height="352" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Reflexos de luzes noturnas na janela de um quarto de hotel.<br />
Foto: Enio Leite</h6>
<h3>Cachoeira ou neve</h3>
<p>Sempre que se fotografa assuntos muito claros como cachoeira ou neve, a câmera tende a ser “enganada” pela alta intensidade da luz ambiente, registrando a cena de forma mais escura do que a realidade. Nesses casos, é importante usar o recurso de compensação de exposição, ajustando o mesmo para + 1 ou mais, caso haja necessidade.</p>
<h3>Essência da localidade</h3>
<p>Para se obter imagens que retratem a essência de uma localidade, é fundamental que haja um nível de envolvimento com o ambiente e as pessoas que nele vivem. Para isso, recomenda-se evitar fotos da janela do carro e de pessoas à distância e procurar interagir com a população e vivenciar a cultura local. Assim, as fotos se tornarão muito mais realistas, trazendo mais informações e demonstrando muito melhor as características da região.</p>
<h3>“Menos é mais”</h3>
<p>As pessoas tendem a inserir uma grande quantidade de elementos na mesma imagem. Mas, na maioria das vezes, esta prática faz com que a foto se torne poluída e sem um foco de atenção. O ideal é procurar inserir poucos elementos no enquadramento, basicamente um primeiro plano, um assunto principal e um fundo. Assim, a imagem fica mais clara, objetiva e agradável ao olhar.</p>
<p>E, claro, cartões de memória e baterias sobressalentes são essenciais em uma viagem. Assim, evita-se perder momentos importantes por falta de memória ou porque acabou a bateria no meio do passeio e não é possível carregá-la. Os equipamentos eletrônicos são sensíveis ao calor excessivo e umidade. Procure evitar deixar a câmera exposta ao sol direto ou maresia  ou ao frio.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="m&#97;&#105;lto&#58;&#101;&#110;&#105;&#111;&#108;&#101;i&#116;&#101;&#64;gm&#97;i&#108;&#46;c&#111;m">e&#110;io&#108;ei&#116;e&#64;&#103;&#109;&#97;&#105;&#108;&#46;c&#111;&#109;</a><br />
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<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
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<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Fotografia: evolução ou bagunça conceitual?</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-evolucao-ou-bagunca-conceitual/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=fotografia-evolucao-ou-bagunca-conceitual</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 13:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Simon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[bagunca]]></category>
		<category><![CDATA[evolucao]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[As câmeras estão mais populares do que nunca: de celulares a robustas máquinas, é bem possível que haja pelo menos uma em todo canto. Todos estão viciados em registrar o momento, e o elo virtual reforça esse hábito, as mídias sociais fazem querermos cada vez mais estender a rotina ao visual, ao mundo, instantaneamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As câmeras estão mais populares do que nunca: de celulares a robustas máquinas, é bem possível que haja pelo menos uma em todo canto. Todos estão viciados em registrar o momento, e o elo virtual reforça esse hábito, as mídias sociais fazem querermos cada vez mais estender a rotina ao visual, ao mundo, instantaneamente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4120" title="Homem no carro" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/pessoa-no-carro.jpg" alt="pessoa no carro Fotografia: evolução ou bagunça conceitual?" width="600" height="418" /></p>
<p>No passado dia 19 de agosto comemoramos o <a href="http://www.fotografia-dg.com/dia-mundial-da-fotografia-19-de-agosto/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fdia-mundial-da-fotografia-19-de-agosto%2F','Dia+Mundial+da+Fotografia')" target="_blank">Dia Mundial da Fotografia</a>, de uma área em constante crescimento, mas será que é um desenvolvimento saudável?</p>
<p>Superficialmente, não há regras para se tornar um fotógrafo, basta ter uma <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera')" target="_blank">câmera</a> e sair fotografando. Dentro dessa conduta, em qual parte se encaixa a ética tanto para os amadores quanto para os profissionais? E a técnica?</p>
<p>Levantando esses questionamentos muitas outras dúvidas surgem para atribuir parâmetros morais e éticos para o <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','mundo+fotogr%C3%A1fico')" target="_blank">mundo fotográfico</a>. Qual conteúdo relaciona as atribuições legais para exercer essa função e qual deve ser o comportamento do profissional, tal qual seus limites ainda é um fator muito discutido e pouco linear nesse universo de imagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4121" title="Senhora na rua" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/2.jpg" alt="2 Fotografia: evolução ou bagunça conceitual?" width="600" height="411" /></p>
<p>Diferenciar ética e moral é o primeiro passo, para depois vincularmos a fotografia. Ética é o conjunto de regras de conduta, estuda os fundamentos da moral e cria parâmetros específicos. Moral está relacionada aos costumes, são os princípios e valores “sociais”, é o tratado do “bem” e do “mal”.</p>
<p>A ética é baseada nas regras gerais estabelecidas pela moral. No caso da fotografia é a adaptação socialmente aceita. Os fotógrafos possuem deveres, responsabilidades perante a sociedade, como em qualquer outra área.</p>
<h2>Fotografar, intervir, ignorar&#8230;</h2>
<p>Só de observar já estamos inclusos nas intervenções de qualquer contexto, mas até qual ponto podemos explorar o assunto?</p>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td height="373" align="center" valign="middle">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="425" height="334" style="width: 425px; height: 334px;"><param name="src" value="http://video.bugun.com.tr/bugunPlayer.swf?file=dagilfilm.flv" /><embed src="http://video.bugun.com.tr/bugunPlayer.swf?file=dagilfilm.flv" width="425" height="334" style="width: 425px; height: 334px;" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object>
    </td>
</tr>
</table>
<p>Muito se debate sobre ética no fotojornalismo, <a href="../uma-foto-pode-matar/" target="_blank">Kevin Carter</a> é um dos muitos nomes famosos na lista.  A foto da criança e o abutre e o posterior suicídio do fotógrafo acompanhado por uma carta ressaltam o impacto de uma imagem e sua repercussão, tanto para os espectadores quanto para o autor.</p>
<p>O incalculável poder da fotografia está vinculado a uma interpretação baseada em raízes culturais e intelectuais, sensibilidade e tantos outros fatores capazes de aprovar ou reprovar qualquer registro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4122" title="Retrato" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/3_DSC_0249.jpg" alt="3 DSC 0249 Fotografia: evolução ou bagunça conceitual?" width="600" height="439" /></p>
<p>A interpretação ética pessoal cria a lacuna na qual alguns acham inadequado fotografar pessoas em locais públicos, por exemplo, enquanto outras protegem o direito de escolha e autorização de qualquer um antes ou após o clique, sem torná-las meros objetos. Tacitamente infringimos algum aspecto ético em qualquer uma das situações: seja ao interferir na cena, a ocultamente registrar, ou fazer isso antecipadamente, sem aprovação.</p>
<p>Além disso, as técnicas de edição aprimoradas nos envolvem em dúvidas agudas sobre o que ainda é real na imagem, e qual a dose aceitável de alterações.</p>
<p>Como lazer ou profissão, há muito debate para se chegar a um ponto pelo menos sensato. O intuito do texto, como observado, não é expor a essência da ética fotográfica, mas induzir a uma reflexão profunda e definição pessoal, embasada em experiências e até mesmo em referências: autores, obras, histórias, casos etc.</p>
<p>Finalizo com uma frase de Wallace Stevens (1879-1955) que se encontra muito bem com o tema: “<em>A maioria dos reprodutores modernos da vida, incluindo a câmera, na verdade a repudiam. Engolimos o mal, engasgamos com o bem</em>”.</p>
<p><strong><a href="http://www.flickr.com/paperday" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','www.flickr.com%2Fpaperday')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','Mariana+Simon')" target="_blank">Mariana Simon</a> | </strong><a href="http://twitter.com/marianasimon" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fmarianasimon','%40marianasimon')" target="_blank">@marianasimon</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/paperday" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','www.flickr.com%2Fpaperday')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','Mariana+Simon')" target="_blank">www.flickr.com/paperday</a><a href="http://www.marianasimon.com/" target="_blank"><br />
www.marianasimon.com</a><a href="ma&#105;l&#116;&#111;&#58;mar&#105;&#97;&#110;&#97;&#115;&#105;&#109;on&#64;&#103;&#109;ail&#46;&#99;&#111;&#109;" target="_blank"><br />
&#109;&#97;&#114;&#105;ana&#115;&#105;&#109;on&#64;&#103;mai&#108;&#46;&#99;&#111;m</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		<title>Literaturas e Leituras Fotográficas Parte II: ABC da Fotografia</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/abc-da-fotografia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[abc da fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[bruna prado]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Bruna Prado dá-nos a conhecer neste seu artigo diversos livros escritos e traduzidos para a Língua Portuguesa que vão ajudar os leitores que buscam iniciar na fotografia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando seguimento a série de artigos “<a href="http://www.fotografia-dg.com/?s=Literatura+e+Leituras+Fotogr%C3%A1ficas&amp;x=0&amp;y=3&amp;=Search" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F%3Fs%3DLiteratura%2Be%2BLeituras%2BFotogr%25C3%25A1ficas%26amp%3Bx%3D0%26amp%3By%3D3%26amp%3B%3DSearch','Literatura+e+Leituras+Fotogr%C3%A1ficas')" target="_blank">Literatura e Leituras Fotográficas</a>”, com a &#8220;<a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-eventos-sociais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografia-eventos-sociais%2F','Parte+1%3A')" target="_blank">Parte 1:</a><a title="Literaturas e Leituras Fotográficas Parte I: Eventos Sociais" rel="bookmark" href="../fotografia-eventos-sociais/"> Eventos Sociais</a>&#8220;  já publicado aqui na Fotografia DG, estarei voltando a &#8220;Parte II: <strong>ABC da Fotografia</strong>&#8221; para os leitores que buscam iniciar na fotografia.</p>
<p>Recebo muitos e-mails com perguntas sobre por onde começar, orientações de equipamentos apropriados para iniciar o estudo básico da fotografia, dentre outros. Os caminhos são muitos, mas independente de qual seguir indico sempre carregar a leitura como aliada, é uma fonte constante de aprendizado.</p>
<p>Volto a ressaltar toda modificação no perfil do “público fotográfico” vem atravessando. É fato, que a fotografia se incorporou no dia-a-dia de cada um, seja por aparelhos celulares (móbiles) ou por máquinas digitais compactas cada vez mais acessíveis a grande massa. Os mercados de consumo se aquecem e os curiosos buscam aprimoramento. Consequentemente as opções de literatura crescem na mesma proporção.</p>
<p>Para esse “segmento” específico da literatura fotográfica não faltam opções. São diversos os livros e revistas disponíveis escritos e traduzidos para a Língua Portuguesa, que vão desde a <a href="http://www.fotografia-dg.com/historia-da-fotografia/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fhistoria-da-fotografia%2F','hist%C3%B3ria+da+fotografia')" target="_blank">história da fotografia</a>, prática avançada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4018" title="Literaturas Parte II" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Literaturas-Parte-II.jpg" alt="Literaturas Parte II Literaturas e Leituras Fotográficas Parte II: ABC da Fotografia" width="533" height="1438" /></p>
<p>Dentre os livros indicados, ressalto a Trilogia de Ansel Adams: A câmera, O Negativo e A Cópia. Escrita por um dos maiores Mestres da História da Fotografia, a trilogia irá te levar a uma viagem no tempo para descobrir a fotografia em um período anterior a nossa “Era Digital”, são publicações técnicas, mas precisas e completas.</p>
<p><strong>Por Bruna Prado</strong><br />
Site: <a href="http://www.brunaprado.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2F','www.brunaprado.com.br')" target="_blank">www.brunaprado.com.br</a><br />
Blog com dicas e artigos: <a href="http://www.brunaprado.com.br/blog" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2Fblog','www.brunaprado.com.br%2Fblog')" target="_blank">www.brunaprado.com.br/blog</a><br />
E-mail: <a href="&#109;ai&#108;to&#58;&#99;on&#116;a&#116;&#111;&#64;&#98;&#114;&#117;&#110;a&#112;rad&#111;&#46;c&#111;m&#46;&#98;r">&#99;on&#116;a&#116;o&#64;&#98;run&#97;&#112;&#114;&#97;&#100;&#111;&#46;co&#109;.&#98;r</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/brunaprado" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fbrunaprado','%40brunaprado')" target="_blank">@brunaprado</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vida de Fotógrafo</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/vida-de-fotografo/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=vida-de-fotografo</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia como profissao]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[profissao]]></category>
		<category><![CDATA[vida de fotografo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com frequência recebo e-mails de pessoas que desejam ter a fotografia como profissão, são jovens decidindo como irão iniciar uma carreira e também pessoas com longas histórias em outras atividades como engenharia, publicidade ou medicina, querendo jogar tudo para o alto e abraçar a apaixonante atividade da fotografia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com frequência recebo e-mails de pessoas que desejam ter a <a href="http://www.fotografia-dg.com/cansei-mudei-de-profissao-virei-fotografo/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcansei-mudei-de-profissao-virei-fotografo%2F','fotografia+como+profiss%C3%A3o')" target="_blank">fotografia como profissão</a>, são jovens decidindo como irão iniciar uma carreira e também pessoas com longas histórias em outras atividades como engenharia, publicidade ou medicina, querendo jogar tudo para o alto e abraçar a apaixonante atividade da fotografia. O texto que coloco abaixo contém tudo o que costumo responder para essas pessoas.</p>
<p>Sobre ser fotógrafo e ser bem sucedido na profissão, pois ser é uma coisa, ganhar dinheiro é outra, existem dois pontos fundamentais, o primeiro é <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','estudar+fotografia')" target="_blank">estudar fotografia</a>, o segundo aprender marketing. Sem estudar fotografia você não terá como vender nada, sem saber vender não adianta ser um grande fotógrafo.</p>
<p>Sem estudo nestes dois campos não há caminho a ser percorrido e não haverá dinheiro, que é o objetivo de qualquer trabalho dentro do sistema capitalista.</p>
<p>Neste ponto em geral muitos pensam, o quanto devo estudar antes de me oferecer ao mercado? Devo comprar a câmera, fazer uns dois cursos e já sair vendendo meu trabalho? Afinal, com quantos cursos afinal se faz um fotógrafo profissional?</p>
<p>Imaginemos outra profissão: médico. Se você resolver ser médico terá que entrar numa faculdade, estudar todos os dias durante cinco anos ou mais, aproximadamente quatro horas diárias para ao final desse período ser um iniciante na profissão.</p>
<p>Não devemos crer que seja diferente com a fotografia, não há milagre que substitua tempo e estudo. Não existe caminho mais curto ou atalho. A evolução é proporcional ao esforço empregado, então se você treinar e estudar cerca de quatro horas por dia, seja na sala de uma faculdade ou por conta própria, em quatro ou cinco anos será um apenas iniciante dando os primeiros passos no mercado.</p>
<p>Mas hoje ninguém quer esperar tanto, imagine estudar, treinar e se preparar por tanto tempo apenas para ser fotógrafo, e ainda por cima iniciante. O que muitos fazem é comprar uma câmera, estudar uns dois ou três guias na internet, ingressar em um curso ou dois e sair dizendo que é profissional.</p>
<p>Infelizmente não funciona e o que espera a pessoa que pensar assim é a falência. Se quer um tempo mais curto para entrar de forma correta e bem estruturada no mercado, deverá estudar e treinar mais do que quatro horas diárias.</p>
<p>Já fui questionado se há um segredo para fazer boas fotos, ter clientes e ganhar dinheiro com fotografia e a melhor resposta que posso dar é que pelo menos no meu caso são cerca de quinze anos de dedicação, trabalhando e estudando uma média de oito a doze horas diárias, sem férias, décimo terceiro salário ou algo assim. Fiz uns vinte cursos dos mais variados assuntos fotográficos, além de ir a cinemas constantemente para ver como grandes cineastas lidam com a estética de seus filmes, a exposições para estudar a luz e a composição dos grandes mestres da pintura e assim por diante.</p>
<p>A cada vez que vou ao cinema parte do meu cérebro está em busca de entretenimento mas a outra parte está estudando luz, enquadramento, direção etc. O mesmo quando observo as páginas de uma revista ou quando visito o site de um grande fotógrafo. Até quando vou a um restaurante jantar com minha esposa fico olhando o prato que nos é servido e pensando numa forma interessante de iluminar aquela comida.</p>
<p>Muitos que querem entrar para o mercado da fotografia mencionam o fato desta ser uma atividade apaixonante, e de fato é, assim como a música, o teatro, a pintura e todas as formas de arte. Mas ninguém nunca poderá perder de vista que a partir do momento em que a fotografia vira profissão, todas as decisões devem ser racionais e nunca apaixonadas. Gostar do que faz é uma coisa, entender que é um negócio como qualquer outro e que precisa pagar suas contas é diferente.</p>
<p>Não quero desanimar ninguém, apenas penso em abrir os olhos dos iniciantes para uma realidade que é igual em qualquer profissão, do dia em que para você a fotografia for trabalho, ela será menos atraente pois incluirá a pressão de pagar contas, responder a clientes, cumprir com prazos curtíssimos, brigar por orçamentos dignos etc.</p>
<p>Assim é a vida de um fotógrafo, muito trabalho, estudo, treino, dedicação, e um retorno financeiro que em geral não é proporcional ao esforço empregado, mas acredite, isso é assim em qualquer profissão.</p>
<p>Por fim há algo que gosto de mencionar sobre a parte que muitos acham chata na fotografia: o estudo da técnica. Muitos querem se desenvolver mais no lado criativo e não tem muita paciência para a parte matemática, a compreensão profunda da luz, dos contrastes, a fotometria, a harmonia de cores. Para essas pessoas, que não querem aprender muito sobre a técnica, digo que o profissional deve ter a consciência de que se tiver muita criatividade, mas nenhuma técnica, não conseguirá executar trabalho algum por outro lado se tiver muita técnica e nenhuma criatividade, será um medíocre, mas capaz de executar grande parte dos trabalhos que pedem.</p>
<p>Não estou incentivando ninguém a desprezar a criatividade, muito pelo contrário, mas  em termos de mercado, muitas vezes o profissional técnico e pouco criativo consegue muito mais sucesso e retorno financeiro que o criativo, até talentoso, mas preguiçoso. Ser criativo não adianta nada se não consegue fazer o que o cliente pede.</p>
<p>Assim estude técnica e entenda que saber tudo sobre técnica é um pré suposto e nunca um diferencial do fotógrafo, quem não sabe tudo da técnica não é fotógrafo e a maioria daqueles que se dizem profissionais em nosso mercado não sabem o que devem.</p>
<p>Não sei se é isso que um iniciante quer ouvir, ou melhor, quer ler mas é o que digo a quem está querendo iniciar.</p>
<p>E para saber vender as fotos? Bom, este é um longo assunto, mas parte dele já tratei neste meu artigo aqui no Fotografia DG &#8211; <a href="../nao-basta-fotografar-e-necessario-saber-vender/">http://www.fotografia-dg.com/nao-basta-fotografar-e-necessario-saber-vender/</a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4011" title="Trilhos-do-Tram" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Trilhos-do-Tram.jpg" alt="Trilhos do Tram Vida de Fotógrafo" width="397" height="616" /></p>
<p>Voltamos a nos falar em 30 dias!</p>
<p><strong>[]’s</strong></p>
<p><strong> Armando Vernaglia Jr</strong><br />
E-mail: <a href="m&#97;i&#108;&#116;o&#58;&#99;onta&#116;o&#64;&#118;&#101;&#114;&#110;agli&#97;.&#99;&#111;m.br">&#99;&#111;nt&#97;t&#111;&#64;&#118;erna&#103;&#108;i&#97;&#46;c&#111;&#109;&#46;b&#114;</a><br />
Site: <a href="http://www.vernaglia.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.vernaglia.com.br%2F','www.vernaglia.com.br')" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
Blog: <a href="http://armandovernaglia.wordpress.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Farmandovernaglia.wordpress.com','armandovernaglia.wordpress.com')">armandovernaglia.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/VernagliaJr" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2FVernagliaJr','%40VernagliaJr')" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		<title>Fotografia Infantil: O bê-a-bá &#8211; Parte II</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-infantil-o-be-a-ba-parte-ii/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=fotografia-infantil-o-be-a-ba-parte-ii</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-infantil-o-be-a-ba-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 13:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Huaine Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar crianças]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[huaine nunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda parte do artigo sobre Fotografia Infantil. A fotógrafa Huaíne Nunes mais uma vez nos explica seus truques para atrair as crianças e fazer aquela fotografia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos.</p>
<p>Na postagem anterior &#8220;<a rel="bookmark" href="../fotografia-infantil/" target="_blank">Fotografia Infantil: O bê-a-bá &#8211; Parte I</a>&#8220;, falamos um pouco sobre as configurações que podemos fazer em nossa câmera, para melhorar o desempenho na hora de <a href="http://huainenunes.wordpress.com/2010/07/01/10-dicas-para-quem-esta-comecando-a-fotografar-criancas/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F2010%2F07%2F01%2F10-dicas-para-quem-esta-comecando-a-fotografar-criancas%2F','..%2Ffotografia-infantil%2F')" target="_blank">fotografar crianças</a>.</p>
<p>Agora falaremos sobre o clique propriamente dito, melhorando composição e enquadramento das imagens.</p>
<h2>O clique</h2>
<p>Se vocês lembram bem da nossa <a href="../fotografia-infantil/" target="_blank">primeira postagem sobre o bê-a-bá</a>, devem lembrar que estamos tomando como base o texto do fotógrado <a href="http://digital-photography-school.com/how-to-photograph-children" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fdigital-photography-school.com%2Fhow-to-photograph-children','..%2Ffotografia-infantil%2F')" target="_blank">Darren Rowse</a>.</p>
<p>A primeira dica que ele dá sobre fotografar crianças, é algo que venho afirmando há bastante tempo: estar confortável. Isso não significa somente o fotógrafo estar de bem com a vida. Significa controle da situação, conhecer bem o equipamento e principalmente, ter habilidade para deixar a criança à vontade. Quanto mais relaxados eles estiverem, melhor.</p>
<p><strong>Locação:</strong> Onde você vai fotografar depende muito da situação. O ideal é já planejar alguns diferentes lugares antes de sair para o clique. Se puder ter um ambiente externo e um interno é ainda melhor. Sempre atentando para a luz, as cores e os fundos (preferência simples). E é legal também pensar em lugares divertidos para as crianças, como parques, praias e zoológicos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3898" title="Fotografia de A.A.A." src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-11.jpg" alt="foto 11 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="415" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/irresistible/2496218627/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Firresistible%2F2496218627%2F','A.A.A.')" target="_blank">A.A.A.</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Poses:</strong> Sempre que possível, procuro evitar as poses forçadas que as crianças (principalmente as mais velhas) costumam fazer. Muitas vezes a situação interessante está entre uma pose e outra, enquanto elas estão pensando em qual será a próxima maluquice que irão inventar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3899" title="Fotografia de will vastine" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-21.jpg" alt="foto 21 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="412" height="619" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/emergentphoto/4224398346/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Femergentphoto%2F4224398346%2F','will+vastine')" target="_blank">will vastine</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Olho no olho:</strong> Essa dica é de praxe, mas muita gente acaba esquecendo. Descer ao nível dos olhos das crianças, além de contribuir ricamente com o enquadramento, é algo que aumenta a sensação de confiança da criança. É como se você, fotógrafo, fosse “um deles”. Você estará deixando de ver as coisas da perspectiva de um adulto e passará a encarar tudo do ponto de visita deles. Vale a pena experimentar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3900" title="Fotografia de Ridge Meadows Phtography" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-31.jpg" alt="foto 31 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="416" height="619" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/ridgemeadowsphotography/4033634004/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fridgemeadowsphotography%2F4033634004%2F','Ridge+Meadows+Phtography')" target="_blank">Ridge Meadows Phtography</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Perspectivas Diferentes:</strong> Agora que já conhecemos a ‘regrinha’ do olho no olho é que podemos quebrá-la. Procurar ângulos e perspectivas diferenciadas podem trazer grandes resultados.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3901" title="Fotografia de Tracie Taylor" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-41.jpg" alt="foto 41 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="545" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/tracietaylorphotography/3634383105/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Ftracietaylorphotography%2F3634383105%2F','Tracie+Taylor')" target="_blank">Tracie Taylor</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Chegue mais perto:</strong> Uma objetiva zoom pode ajudar muito nesse processo. Chegue perto, focalize o rosto, tente capturar sua personalidade. Os papais e mamãe querem ter aquela lembrança do rostinho da criança.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3902" title="Fotografia de andrey kozachenko" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-51.jpg" alt="foto 51 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="407" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/kozachenko/3805551028" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fkozachenko%2F3805551028','andrey+kozachenko')" target="_blank">andrey kozachenko</a></h6>
<p><strong>Foco nos olhos: </strong>O espectador é sempre atraído pelos olhos do fotografado. Atente para o foco no olhar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3903" title="Fotografia de Finstr" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-61.jpg" alt="foto 61 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="409" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/finsterbaby/4345647976/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Ffinsterbaby%2F4345647976%2F','Finstr')" target="_blank">Finstr</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Fundos:</strong> Às vezes quando estamos fotografando crianças, nos distraímos com o quando elas são incrívelmente bonitinhas e esquecemos de olhar <em>além</em> delas. Atentar para o fundo da imagem pode fazer toda a diferença entre um retrato lindo e harmônico e um nada chamativo e atraente. Procure fundos simples, que destaquem o máximo da criança. Fundos confusos desviam a atenção do objeto principal.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3904" title="Fotografia de MariaJC" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-71.jpg" alt="foto 71 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="413" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/mariajc/2403105178/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fmariajc%2F2403105178%2F','MariaJC')" target="_blank">MariaJC</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Pequenos detalhes, grandes imagens:</strong> Em algumas sessões fotográficas, há muitos detalhezinhos que podem falar muito mais sobre a personalidade da criança do que simplesmente a <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" target="_blank">fotografia</a> de seu rosto. É legal fazer alguns cliques extras, dos brinquedos que elas levaram para a sessão, dos sapatinhos&#8230; Quando colocadas num album, junto ao restante das fotos, cria um resultado final muito bacana.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3905" title="Fotografia de Eduarda Albuquerque" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-81.jpg" alt="foto 81 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="409" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/ealbuquerque/4251098810/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fealbuquerque%2F4251098810%2F','Eduarda+Albuquerque')" target="_blank">Eduarda Albuquerque</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Foto em Grupo:</strong> Se fotografar uma criança já é divertido, por que não várias? Em grupo elas costumam ser ainda mais engenhosas e voce conseguirá vários cliques bons e espontâneos em poucos minutos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3906" title="Fotografia de crewandco" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/foto-91.jpg" alt="foto 91 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="619" height="417" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/andyandjenna/3855290533/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fandyandjenna%2F3855290533%2F','crewandco')" target="_blank">crewandco</a></h6>
<p style="text-align: left;"><strong>Diversão:</strong> Palavra-chave da sessão de <a href="../fotografia-infantil/" target="_blank">fotografia infantil</a>. Procure tornar tudo o mais divertido e gostoso possível. As crianças mal notarão que estão sendo fotografadas e voce fará diversos cliques sem maiores problemas, deixando tudo por conta da naturalidade dessas pequenas criaturinhas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3907" title="Fotografia de José Maria Anta Alvez" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Foto-101.jpg" alt="Foto 101 Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte II" width="412" height="599" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/d0c/3199168397" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fd0c%2F3199168397','Jos%C3%A9+Maria+Anta+Alvez')" target="_blank">José Maria Anta Alvez</a></h6>
<p style="text-align: left;">Bom pessoal, essas são algumas das dicas para melhorar seus cliques da criançada. O que vocês acrescentariam? Quais os truques de vocês? Quero saber!</p>
<p>Um abração a todos,</p>
<p><strong>Huaíne Nunes</strong><br />
E-mail: <a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="m&#97;ilt&#111;&#58;hua&#110;&#117;&#110;&#101;s&#64;g&#109;ai&#108;&#46;co&#109;" target="_blank">hu&#97;&#110;&#117;&#110;&#101;s&#64;g&#109;&#97;&#105;l.com</a><br />
Site: <a style="text-decoration: line-through;" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','www.huainenunes.wordpress.com')" rel="nofollow" href="http://huainenunes.wordpress.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','www.huainenunes.wordpress.com')" target="_blank">www.huainenunes.wordpress.com</a><br />
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<h5><strong>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></h5>
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		<title>Ernst Haas – A plástica na fotografia</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 15:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[abstrata]]></category>
		<category><![CDATA[Ernst Haas]]></category>
		<category><![CDATA[fotos tremidas]]></category>
		<category><![CDATA[plastica]]></category>
		<category><![CDATA[tremidas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ernst Haas esmerou-se em provar que fotos tremidas, desfocadas, também, tem beleza e estética inusitada. Sua sensibilidade na captação do movimento aproximou a fotografia da pintura impressionista e, por vezes, da abstrata.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ernst Haas</strong>, austríaco naturalizado norte americano. Se junta à Magnum em 1949 e a Revista Life em 1953. Haas estuda fotografia no Graphische Lehr und Versuchtenstalt, em Viena. A sua reportagem, publicada na  Revista Heute, sobre o regresso dos prisioneiros de guerra a Viena é retomada pela revista Life e assegura-lhe a notoriedade imediata. Em suas mãos, a footgrafia se torna artes pláticas.</p>
<p>Em 1953, a Life publica Images of a Magic City (New York), o seu primeiro grande projecto a cores. Instala-se em Nova Iorque em 1960, onde expõe pela primeira vez no Museum of Modern Art em 1962, realizando no mesmo ano um programa de televisão The Art of Seeing para os canais públicos da cidade. O seu primeiro livro, The Creation, publicado em 1971, vende 300 mil exemplares.</p>
<p>Em 1972, começa o ensino de fotografia. Recebe diversas distinções, incluindo o Kulturpreis da Deutsche Gesellschaft fur die Photographie em 1972, o Leica Medla of Excellence e a Medalha de Ouro da Fundação Hasselblad em 1986. Ernst Haas esmerou-se em provar que fotos tremidas, desfocadas, também, tem beleza e estética inusitada. Sua sensibilidade na captação do movimento aproximou a fotografia da pintura impressionista e, por vezes, da abstrata.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3868" title="Fotografia de Ernst Haas" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Fotografia-de-Ernst-Haas.jpg" alt="Fotografia de Ernst Haas Ernst Haas – A plástica na fotografia" width="499" height="322" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto: Corredores em movimento</strong></h6>
<p>Os planos juvenis de <strong>Ernst Haas</strong> de se tornar um pintor foram atropelados pela dura realidade da Segunda Guerra: nascido em Viena em 1921, acabou alistado ainda adolescente na aviação alemã e trabalhando na manutenção de aeroportos. Terminado o conflito, em meio a uma economia destroçada, trocou nove quilos de margarina por uma câmara Rolleiflex, passa a fotografar e começou a dar aulas para soldados norte-americanos em cursos organizados pela Cruz Vermelha.</p>
<p>Em pouco tempo, Haas fez uma exposição de seus trabalhos, também organizada pela Cruz Vermelha, e começou a colaborar com revistas como a alemã Heute e agências fotográficas como a Black Star. Em 1949, graças um ensaio sobre os prisioneiros de guerra austríacos, ficou internacionalmente conhecido. Foi convidado a trabalhar na revista norte-americana Life, sonho de qualquer fotógrafo da época, mas acabou optando por outro convite, a agencia Magnum que lhe oferecia maior liberdade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3869" title="Foto de Ernst Hass" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Foto-de-Ernst-Hass.jpg" alt="Foto de Ernst Hass Ernst Haas – A plástica na fotografia" width="499" height="322" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto: Ernst Hass</strong></h6>
<p>Foi quando começou a fotografar em cores, para nunca mais parar. &#8220;Para mim a cor representa um desafio maior. Em preto e branco só existem tons de cinza; em cores, temos as combinações mais incríveis, com matizes delicados que podem ser aproveitados para obter profundidade ou relevo.&#8221;</p>
<p>Automaticamente, mudou de temas, deixando os resultados da guerra para trás e mudando-se para New York. &#8220;Os tempos cinzentos haviam terminado. Era uma nova primavera, e eu queria celebrar em cores a renovação dos tempos, cheio de novas esperanças.&#8221;</p>
<p>Morre de uma congestão cerebral em 1986.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="&#109;&#97;&#105;&#108;&#116;&#111;&#58;&#101;&#110;&#105;o&#108;e&#105;&#116;e&#64;gmai&#108;&#46;&#99;&#111;&#109;">e&#110;i&#111;&#108;&#101;it&#101;&#64;&#103;ma&#105;l.&#99;om</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/enioleite" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fenioleite','%40enioleite')" target="_blank">@enioleite</a></p>
<p style="text-align: center;"><a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola          fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fotografia Infantil: O bê-a-bá &#8211; Parte I</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 15:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Huaine Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[crianca]]></category>
		<category><![CDATA[criancas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[huaine nunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã vi um artigo do fotógrafo Darren Rowse, no twitter de uma colega minha, que traz algumas dicas e truques para melhorar suas fotos de crianças. Não farei uma tradução, mas usaremos este texto como base.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigos do Fotografia-DG. Meu nome é <a href="http://huainenunes.wordpress.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','www.huainenunes.wordpress.com')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','Hua%C3%ADne+Nunes')" target="_blank">Huaíne Nunes</a>, tenho 21 anos, sou fotógrafa infantil e agora <a href="http://www.fotografia-dg.com/author/huaine-nunes/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fauthor%2Fhuaine-nunes%2F','escrevo+para+este+maravilhoso+blog')" target="_blank">escrevo para este maravilhoso blog</a> de fotografia, que é o Fotografia-DG.</p>
<p>Meu primeiro artigo aqui vocês devem se lembrar, foi sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/paisagens-fotografias-noturnas/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fpaisagens-fotografias-noturnas%2F','Fotografias+Noturnas')" target="_blank">Fotografias Noturnas</a>. Na empolgação do momento, esqueci de apresentar-me. E esqueci também de agradecer ao <a href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-diogo-guerreiro/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fentrevista-diogo-guerreiro%2F','Diogo+Guerreiro')" target="_blank">Diogo Guerreiro</a>, idealizador do blog, pela oportunidade.</p>
<p>Para me remidir com vocês, decidi então escrever sobre o que mais gosto: <strong>Fotografia Infantil</strong>.</p>
<p>Hoje pela manhã vi um artigo do fotógrafo <a href="http://digital-photography-school.com/how-to-photograph-children" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fdigital-photography-school.com%2Fhow-to-photograph-children','Darren+Rowse')" target="_blank">Darren Rowse</a>, no twitter de uma colega minha, que traz algumas dicas e truques para melhorar suas fotos de crianças. Não farei uma tradução, mas usaremos este texto como base.</p>
<p>Vamos seguir os passos dele e dividir em duas partes: <span style="text-decoration: underline;">configurações</span> e o <span style="text-decoration: underline;">clique</span>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3863" title="Fotografia-Infantil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Fotografia-Infantil.jpg" alt="Fotografia Infantil Fotografia Infantil: O bê a bá   Parte I" width="619" height="406" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/photos/jamieklimes/4816738275/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Fjamieklimes%2F4816738275%2F','Jamie+%7B74%7D')" target="_blank">Jamie {74}</a></h6>
<h2>Configurações:</h2>
<p>Algumas configurações na sua <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera')" target="_blank">câmera</a> podem ser feitas para melhorar o desempenho na fotografia infantil. São elas:</p>
<p><strong>Prioridade de abertura:</strong> Gostei da dica do Darren, essa eu também uso muito.  Usar prioridade de abertura (e deixando a velocidade por conta do ‘cérebro’ da câmera) permitirá a você um controle criativo da <a href="http://www.fotografia-dg.com/profundidade-de-campo-em-ingles-dof/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fprofundidade-de-campo-em-ingles-dof%2F','profundidade+de+campo')" target="_blank">profundidade de campo</a>, que é um fator importantíssimo nos retratos. Se a sua câmera não tem essa função, você pode usar o modo pré-programado <strong>‘retrato’</strong>, que deve funcionar.</p>
<p><strong>Grades aberturas:</strong> Seguindo o racicínio anterior, sempre que mantiver uma grande abertura (acima de f/5.6) você terá um lindo fundo desfocado, que valorizará bem o seu modelo.</p>
<p><strong>ISO: </strong>Dependendo do ambiente (interno ou externo), você o ajustará o menor ISO possível. Quanto mais alto o <a href="http://www.fotografia-dg.com/sensibilidade-iso/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fsensibilidade-iso%2F','ISO')" target="_blank">ISO</a>, mais granulado ficará a imagem. Quando mais baixo, mais nítida sua foto ficará.</p>
<p><strong>Obturador:</strong> Fique de olho na velocidade que você vai configurar. Tente manter pelo menos 1/200, diz o fotógrafo Rowse. Eu arriscaria dizer que depende da criança e da situação. Se for um bebê e estiver paradinho, não há porquê tanta velocidade. Se as crianças estiverem correndo lá fora, priorize a velocidade mais alta para congelar o movimento. Se ficar muito escuro, pode aumentar o ISO ou mexer na abertura. Outra dica boa do texto: Se sua câmera não possui esse controle de velocidade, procure usar o pré-programado <strong>‘esportes’</strong>.</p>
<p><strong>Focagem:</strong> Crianças são rápidas, isso é fato. Em <strong>fotografia infantil</strong> eu diria sem pensar duas vezes: esqueça o <a href="http://www.fotografia-dg.com/5-situacoes-para-utilizar-focagem-manual-para-melhorar-as-suas-fotografias/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F5-situacoes-para-utilizar-focagem-manual-para-melhorar-as-suas-fotografias%2F','foco+manual')" target="_blank">foco manual</a>. Uma dica ótima no artigo do Darren é usar a focagem multiponto, onde você fixa o foco na criança e o ponto de focagem move-se com ela.</p>
<p><strong>RAW: </strong>Aqui concordo com toda a citação. “<em>Se você tiver tempo (e habilidade) para fazer algum trabalho de pós-produção de suas imagens mais tarde tentar fotografar em RAW. Isso lhe dará mais licenças para editar suas fotos mais tarde. Se você estiver sob a bomba de tempo e / ou não têm a capacidade de editar o seu trabalho &#8211; JPEG fará</em>”.  Não se sinta pressionado a fotografar em RAW, mas podendo fazê-lo é um ótimo exercício e os resultados serão certamente muito melhores.</p>
<p><strong>Flash/Luz: </strong>Aqui o fotógrafo Rowse comenta sobre usar ou não o flash. Ele diz que se você tiver uma unidade de flash externo e esteja fotografando em ambiente fechado, você pode usá-lo rebatido no teto ou em uma parede (brancos) para criar uma luz difusa. Vocês podem também usar um <a href="http://huainenunes.wordpress.com/2010/07/25/diy-faca-voce-mesmo-rebatedor-para-flash-externo/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F2010%2F07%2F25%2Fdiy-faca-voce-mesmo-rebatedor-para-flash-externo%2F','rebatedor+de+papel')" target="_blank">rebatedor de papel</a> para criar este efeito. Caso não possua um flash, você pode procurar situações onde seja possível fazer bom uso da luz natural, como luz de janelas. Fotografando lá fora, com a luz do sol direta, você pode usar o flash ou um rebatedor branco grande para preencher a sombra e deixar toda a iluminação homogênea.</p>
<p><strong>Lentes: </strong>Aqui é uma questão bastante pessoal. Concordo com o autor do texto sobre levar um pequeno conjunto de lentes para diferentes abordagens. Eu costumo usar duas lentes bem versáteis e uma luminosa, como o conjunto 18-55mm + 55-200mm + 50mm. Ele diz que costuma usar uma 70-300mm para fotografar à distância e ainda conseguir um bom retrato da criança. Gostaria de acrescentar ainda que a perspectiva da tele é muito bonita em retratos e dá uma impressão de diminuição de profundidade de campo que gosto bastante.</p>
<p>Bom amigos, esta é a parte que abrange as configurações da câmera. Na próxima postagem falaremos sobre o clique em si. Fiquem ligados.</p>
<p><strong>Huaíne Nunes</strong><br />
E-mail: <a href="mai&#108;&#116;&#111;:hu&#97;nu&#110;es&#64;&#103;m&#97;&#105;&#108;&#46;&#99;&#111;m">&#104;&#117;an&#117;&#110;e&#115;&#64;&#103;m&#97;i&#108;&#46;co&#109;</a><br />
Site: <a href="http://huainenunes.wordpress.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','www.huainenunes.wordpress.com')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','Hua%C3%ADne+Nunes')" target="_blank">www.huainenunes.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/huaine" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fhuaine','%40huaine')" target="_blank"><span style="text-decoration: line-through;">@</span>huaine</a></p>
<h5><strong>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia: A linha do tempo</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-a-linha-do-tempo/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=fotografia-a-linha-do-tempo</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[história da fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[historia fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[1515 – O italiano Leonardo da Vinci descreve cientificamente a câmera escura. Precursora das câmeras fotográficas  atuais consiste em uma sala totalmente escura, com um pequeno orifício em uma das paredes através do qual a luz passa, projetando imagens invertidas dos objetos externos na parede oposta à abertura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1515 –</strong> O italiano Leonardo da Vinci descreve cientificamente a câmera escura. Precursora das <a href="http://www.fotografia-dg.com/componentes-e-funcionamento-das-cameras-fotograficas/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcomponentes-e-funcionamento-das-cameras-fotograficas%2F','c%C3%A2meras+fotogr%C3%A1ficas')" target="_blank">câmeras fotográficas</a> atuais consiste em uma sala totalmente escura, com um pequeno orifício em uma das paredes através do qual a luz passa, projetando imagens invertidas dos objetos externos na parede oposta à abertura. No final do século XVI, colocam-se lentes no orifício para melhorar a projeção das imagens. Nesse período, a câmera escura era usada pelos pintores para copiar imagens da natureza.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3818" title="Câmera Escura Renascentista" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Câmera-Escura-Renascentista.jpg" alt="Câmera Escura Renascentista Fotografia: A linha do tempo" width="376" height="233" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Câmera Escura Renascentista</strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-3819" title="Câmera escura portátil século VXII" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Câmera-escura-portátil-século-VXII.jpg" alt="Câmera escura portátil século VXII Fotografia: A linha do tempo" width="377" height="321" /></strong></h6>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Câmera escura portátil século VXII</strong></h6>
<p><strong>1727 –</strong> O professor alemão Johann Heinrich Schulze constata que a luz provoca o escurecimento de sais de prata. Essa descoberta, em conjunto com a câmera escura, fornece a tecnologia básica para o posterior desenvolvimento da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" target="_blank">fotografia</a>.</p>
<p><strong>1826 –</strong> O físico francês Joseph Nicéphore Niépce consegue fixar a primeira imagem fotográfica conhecida, uma paisagem campestre vista da janela de sua casa. Ele coloca uma placa sensibilizada quimicamente dentro de uma câmara escura com orifício para exposição à luz, processo que demora, na época, oito horas.</p>
<p><strong>1835 –</strong> O pintor francês Louis Daguerre descobre que placas de cobre cobertas com sais de prata conseguem captar imagens, que podem se tornar visíveis ao ser expostas ao vapor de mercúrio. Isso o leva a desenvolver, em 1939, o daguerreótipo, aparelho capaz de fixar a imagem com um tempo menor de exposição (em geral 30 minutos), o que possibilita realizar fotografias mais rápidas. Cada uma ainda é exemplar único, do qual não é possível fazer cópias.</p>
<p><strong>1839-1840 –</strong> O físico britânico William Henry Fox Talbot cria uma base de papel emulsionada com sais de prata que registra uma matriz em negativo a partir da qual é possível fazer cópias positivas. Esse processo, chamado de calótipo e patenteado em 1841, é mais barato do que o de Daguerre, tornando a fotografia mais acessível e mais presente na vida das pessoas. Entre 1844 e 1846 Talbot publica The Pencil of Nature, o primeiro livro ilustrado com fotografias.</p>
<p><strong>1840</strong> – O norte-americano Alexander Wolcott abre o primeiro estúdio fotográfico do mundo em Nova York (EUA), onde realiza pequenos retratos com um daguerreótipo. No ano seguinte, começa a funcionar o primeiro estúdio europeu, em Londres (Reino Unido), dirigido pelo fotógrafo britânico Richard Beard.</p>
<p><strong>1851</strong> – O escultor britânico Frederick Scott Archer desenvolve o processo chamado de colódio úmido, negativo feito sobre placas de vidro sensibilizadas com uma solução de nitrocelulose com álcool e éter. O fotógrafo tem de sensibilizar a placa imediatamente antes da exposição e revelar a imagem logo depois. Esse processo é 20 vezes mais rápido que os anteriores e os negativos apresentam uma riqueza de detalhes semelhante à do daguerreótipo, com a vantagem de permitir a produção de várias cópias.</p>
<p><strong>1854-1910</strong> – Nesse período desenvolve-se o movimento denominado pictorialismo, que se caracteriza por uma tentativa de aproximação da fotografia com a pintura. Para isso, os fotógrafos retocam e pintam as fotos, riscam os negativos ou embaçam as imagens. Também empregam em suas obras composições e assuntos característicos da pintura. Seus temas são, em geral, paisagem, natureza-morta e retrato. Entre os grandes fotógrafos dessa fase está o francês Félix Nadar, o primeiro a realizar fotos aéreas a partir de um balão, em 1858. Apesar do preconceito de alguns pintores em relação à fotografia, vários se baseiam em fotos para pintar, como os franceses Ingres e Delacroix e, posteriormente, muitos impressionistas.</p>
<p><strong>1855</strong> – O britânico Roger Fenton fotografa durante quatro meses a Guerra da Criméia (1853-1856). Para fazer seu trabalho, transforma uma carruagem puxada por cavalos em quarto escuro, onde revela as chapas. Ao todo, produz 360 fotografias. Realiza assim a primeira grande documentação de uma guerra e dá início ao fotojornalismo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3820" title="Roger Fenton e sua carroça fotográfica, com câmera, químicos etc." src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Roger-Fenton-e-sua-carroça-fotográfica-com-câmera-químicos-etc..jpg" alt="Roger Fenton e sua carroça fotográfica com câmera químicos etc. Fotografia: A linha do tempo" width="463" height="492" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Roger Fenton e sua carroça fotográfica, com câmera, químicos etc.</strong></h6>
<p><strong>1861-1865 –</strong> O norte-americano Mathew Brady faz a cobertura da Guerra Civil Americana e torna-se um dos primeiros fotojornalistas do mundo.</p>
<p><strong>1871 –</strong> O médico britânico Richard Maddox cria as chapas secas de gelatina com sais de prata, em substituição ao colódio úmido. Fabricadas em larga escala a partir de 1878, marcam o início da fotografia moderna. A grande vantagem em relação ao colódio úmido é que os fotógrafos podem comprar as chapas já sensibilizadas quimicamente, em vez de ter de prepará-las antes da exposição.</p>
<p><strong>1878 –</strong> O inglês Edward Muybridge, fotógrafo inglês (9 de abril de 1830 – 8 de maio de 1904) reproduz em fotografia o movimento de um cavalo galopando. Conhecido por seus experimentos com o uso de múltiplas câmeras para captar o movimento, além de inventor do zoopraxiscópio- dispositivo para projetar os retratos de movimento que seria o precursor da película de celulóide (filme) e do cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3821" title="Edward Muybridge, estudo de movimento 1878" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Edward-Muybridge-estudo-de-movimento-1878.jpg" alt="Edward Muybridge estudo de movimento 1878 Fotografia: A linha do tempo" width="555" height="297" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Edward Muybridge, estudo de movimento 1878</strong></h6>
<p><strong>1880 –</strong> Publicação da primeira fotografia pela imprensa, na capa do jornal Daily Herald, de Nova York (EUA). Mas somente no início do século XX o uso de fotografias nos jornais e revistas torna-se comum.</p>
<p><strong>1882 –</strong> O francês Aphonse Bertillon inventa o sistema de identificação de criminosos através da ampliação fotográfica das impressões digitais.</p>
<p><strong>1888 –</strong> O norte-americano George Eastman desenvolve a primeira câmera portátil, a Kodak, vendida com um filme em rolo de papel suficiente para tirar 100 fotografias. Terminado o rolo, o cliente manda a câmera inteira para a empresa Eastman, que revela o filme e faz as cópias, devolvendo o aparelho com um novo rolo de filme. O lema da Eastman é &#8220;Você aperta o botão, nós fazemos o resto&#8221;. A simplicidade da câmera Kodak é responsável pela popularização da fotografia amadora. No ano seguinte, Eastman substitui o filme de papel por um de plástico transparente à base de nitrocelulose.</p>
<p><strong>1902 –</strong> O norte-americano Alfred Stieglitz funda o movimento fotossecessão, no qual a foto passa a ser valorizada como expressão artística própria, diferente das demais artes. Os fotossecessionistas defendem a fotografia sem retoques ou manipulação nos negativos e nas cópias, em reação ao pictorialismo. A fotografia se aproxima do abstracionismo, com ênfase na forma e não no objeto em si. O trabalho dos fotossecessionistas é divulgado pela revista Camera Work, fundada por Stieglitz e publicada entre 1903 e 1917. Edward Steichen, Alvin Langdon Coburn e Paul Strand estão entre os principais nomes do movimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3822  aligncenter" title="Imigrantes chegam ao porto de Nova Iorque, 1907 – Foto: Alfred Stieglitz" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Imigrantes-chegam-ao-porto-de-Nova-Iorque-1907.jpg" alt="Imigrantes chegam ao porto de Nova Iorque 1907 Fotografia: A linha do tempo" width="362" height="461" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Imigrantes chegam ao porto de Nova Iorque, 1907 – Foto: Alfred Stieglitz</strong></h6>
<p><strong>1907 –</strong> Os franceses Auguste e Louis Lumière introduzem o autochrome, o primeiro processo fotográfico colorido. Consiste de uma placa de vidro coberta com grãos de amido tingidos (que agem como filtros para as cores primárias) e de poeira preta (que bloqueiam a luz não filtrada pelo amido). Sobre essa placa preparada é colocada uma fina camada de emulsão pancromática (sensível a todas as cores), obtendo-se uma transparência colorida positiva.</p>
<p><strong>1915 –</strong> Com o aperfeiçoamento dos processos de impressão, os jornais diários começam a utilizar a fotografia com mais freqüência para ilustrar as reportagens, em substituição ao desenho. A presença de fotos na imprensa firma-se com os jornais Daily Mirror, de Londres (Reino Unido), e Ilustrated Daily News, de Nova York (EUA).</p>
<p><strong>1919-1938 –</strong> Ao final da I Guerra Mundial, a fotografia liga-se a movimentos artísticos de vanguarda, como o cubismo e o surrealismo. Fotógrafos como o norte-americano Man Ray e o húngaro László Moholy-Nagy trabalham em estreita ligação com pintores e outros artistas. As técnicas de fotomontagem (manipulação de negativos) e fotograma (imagem direta sobre o papel fotográfico, sem o uso do negativo e da câmera) são amplamente usadas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3823" title="Foto: László Moholy-Nagy" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Foto-László-Moholy-Nagy.jpg" alt="Foto László Moholy Nagy Fotografia: A linha do tempo" width="504" height="394" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto: László Moholy-Nagy</strong></h6>
<p><strong>1923 –</strong> O norte-americano Edward Weston introduz a fotografia pura, sem retoques ou manipulações. Ele adota o uso mais realista e direto da câmera, com certa ênfase na forma abstrata, porém sem impedir a identificação do objeto fotografado.</p>
<p><strong>1925 –</strong> Na Alemanha surge um estilo realista conhecido como Nova Objetividade, que propõe uma fotografia puramente objetiva, em oposição ao pictorialismo. Seu maior representante é Albert Renger-Patzsch, autor de fotografias que se caracterizam por linhas fortes, documentação factual e grande realismo. Outro expoente do movimento é August Sander.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3824" title="Foto: Albert Renger-Patzsch" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Foto-Albert-Renger-Patzsch.jpg" alt="Foto Albert Renger Patzsch Fotografia: A linha do tempo" width="566" height="440" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto: Albert Renger-Patzsch</strong></h6>
<p><strong>1925 –</strong> A empresa alemã Leitz começa a comercializar a primeira câmera fotográfica 35 mm, a Leica, inventada pelo engenheiro Oskar Barnack. Ela dá um grande impulso para o fotojornalismo por ser silenciosa, rápida, portátil e por ter disponíveis diversos tipos de lentes e acessórios.</p>
<p><strong>1928-1929 –</strong> O fotojornalismo desenvolve-se na Alemanha nas revistas Berliner Illustrierte e Münchener Illustrierte Presse. Os principais nomes dessa época são o alemão Erich Salomon e o britânico Felix Man.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3828" title="Erich Salomon" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Erich-Salomon.jpg" alt="Erich Salomon Fotografia: A linha do tempo" width="566" height="426" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Erich Salomon</strong></h6>
<p><strong>1929 –</strong> As fotografias começam a ocupar grande espaço na publicidade, considerada um dos principais processos de criação artística nesse período. Vários profissionais importantes na época, como Cecil Beaton, Man Ray, Moholy-Nagy e Edward Steichen, fazem fotografias publicitárias paralelamente ao seu trabalho artístico pessoal.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3829" title="Man-Ray-(1928)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Man-Ray-1928.jpg" alt="Man Ray 1928 Fotografia: A linha do tempo" width="398" height="600" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Man Ray (1928)</strong></h6>
<p><strong>1932 –</strong> O francês Henri Cartier-Bresson começa sua carreira como fotojornalista, desenvolvendo um estilo definido por ele como a busca pelo &#8220;momento decisivo&#8221;, isto é, pelo instante fugaz em que uma imagem se forma completamente em frente à câmera. Por isso, não realiza nenhum tipo de retoque ou manipulação das imagens. Cartier-Bresson torna-se o mais influente fotojornalista de sua época. Entre os seguidores do seu estilo estão Robert Doisneau, Willy Ronis e Edouard Boubat.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3830" title="Henri Cartier-Bresson (1932)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Henri-Cartier-Bresson-1932.jpg" alt="Henri Cartier Bresson 1932 Fotografia: A linha do tempo" width="362" height="530" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Henri Cartier-Bresson (1932)<br />
</strong><strong><em>La gare Saint-Lazare, Paris, 1932<br />
O salto do personagem e o salto inverso do cartaz de circo, logo ao fundo.</em></strong></h6>
<p><strong>1932 –</strong> Fundação do grupo (64, nos Estados Unidos (EUA), os fotógrafos Ansel Adams, Edward Weston e seu filho Brett, Willard Van Dyke, Imogen Cunningham e Sonia Noskowiak. O nome refere-se à mínima abertura das lentes (diafragma) que permite a máxima profundidade de campo com o máximo de nitidez, a principal proposta do grupo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3831" title="Ansel Adams (1932)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Ansel-Adams-1942.jpg" alt="Ansel Adams 1942 Fotografia: A linha do tempo" width="480" height="385" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Ansel Adams (1932)</strong></h6>
<p><strong>1933 –</strong> O norte-americano Harold Edgerton desenvolve o flash eletrônico, luz relâmpago.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3832" title="Harold Edgerton (1930)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Harold-Edgerton-1930.jpg" alt="Harold Edgerton 1930 Fotografia: A linha do tempo" width="267" height="335" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Harold Edgerton (1930)</strong></h6>
<p><strong>1935 –</strong> Os norte-americanos Leopold Godowsky Jr. e Leopold Mannes inventam o filme Kodachrome, que permite a obtenção de transparências (slides) coloridas com grande riqueza de detalhes e de tons, próprias para reprodução ou projeção.</p>
<p><strong>1935-1943 –</strong> A Farm Security Administration, entidade criada pelo presidente norte-americano Franklin Roosevelt para estudar e diminuir os problemas da população rural dos Estados Unidos (EUA) durante a Grande Depressão, recorre à fotografia para registrar suas atividades, dando impulso à fotografia documental e de denúncia social. Destacam-se o trabalho dos fotógrafos Walker Evans, Dorothea Lange, Margareth Bourke-White, Ben Shahn, Arthur Rothstein e Gordon Parks.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3833" title="Dorothea Lange (1936)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Dorothea-Lange-1936.jpg" alt="Dorothea Lange 1936 Fotografia: A linha do tempo" width="386" height="500" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Dorothea Lange (1936)</strong></h6>
<p><strong>1936 –</strong> O norte-americano Henry Luce funda a revista Life, nos Estados Unidos (EUA), com o objetivo de substituir a fotografia acidental, improvisada, por uma edição de fotografia planejada. Os fotógrafos a serviço da revista, um marco da fotorreportagem mundial, são pautados para cada matéria e encorajados a produzir uma grande quantidade de imagens para dar mais opções de escolha aos editores. Vários dos principais nomes do fotojornalismo mundial trabalham para a Life, entre eles Robert Capa, que faz a cobertura de guerras em todo o mundo, durante vinte anos, até morrer no Vietnã, ao pisar em uma mina terrestre. Entre suas fotos mais famosas estão Morte de um Soldado Legalista (soldado sendo alvejado na Guerra Civil Espanhola, entre 1936-1939) e a série de imagens feitas durante o desembarque das tropas aliadas na Normandia, em 1944, durante a II Guerra Mundial.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3834" title="Robert Capa (1936)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Robert-Capa-1936.jpg" alt="Robert Capa 1936 Fotografia: A linha do tempo" width="468" height="316" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Robert Capa (1936)</strong></h6>
<p><strong>1942 –</strong> A Kodak introduz o filme Kodacolor, negativo colorido que permite a confecção de cópias em cores. Em 20 anos, o Kodacolor torna-se o filme mais popular entre os fotógrafos amadores. A empresa alemã Agfa, que havia desenvolvido o processo negativo-positivo colorido Agfacolor em 1936, começa a comercializá-lo apenas em 1949, devido à eclosão da II Guerra Mundial.</p>
<p><strong>1945 – </strong>A empresa austríaca Voigtländer desenvolve as lentes zoom, que permitem fotografar objetos situados a grande distância da câmera.</p>
<p><strong>1947 –</strong> Os fotógrafos Robert Capa, Daniel Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger fundam nos Estados Unidos (EUA) a agência cooperativa Magnum. Nela trabalham os principais nomes do fotojornalismo mundial, entre eles o norte-americano Eugene Smith, o suíço Werner Bischof e o brasileiro Sebastião Salgado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3835" title="Eugene Smith (1951)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Eugene-Smith-1951.jpg" alt="Eugene Smith 1951 Fotografia: A linha do tempo" width="550" height="425" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Eugene Smith (1951)</strong></h6>
<p><strong>1948 –</strong> O norte-americano Edwin Land desenvolve a câmera Polaroid, que tira fotos instantâneas em preto e branco.</p>
<p><strong>Década de 50 –</strong> Após a II Guerra Mundial, uma corrente da fotografia volta a passar por uma fase abstracionista e deixa de ter o compromisso de registrar a realidade. Adota-se o uso expressivo e emocional das imagens. Nessa linha destaca-se o trabalho do norte-americano Minor White. Para ele, a fotografia deve ser transformada para que o espectador perceba a mensagem interior da imagem, não visível na superfície. Outros representantes dessa corrente são Aaron Siskind, Harry Callaham e Bill Brandt. No fotojornalismo, a cobertura fotográfica dos acontecimentos no pós-guerra ganha fôlego com as revistas Time e Newsweek, nos Estados Unidos; Paris Match, na França; e Der Spiegel e Stern, na Alemanha.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3836" title="Minor-White-(1961)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Minor-White-1961.jpg" alt="Minor White 1961 Fotografia: A linha do tempo" width="448" height="346" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Minor White (1961)</strong></h6>
<p><strong>1955 –</strong> O fotógrafo norte-americano Edward Steichen organiza no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) a exposição The Family of Man, uma seleção de cerca de 500 fotos tiradas em 68 países que registram todas as fases da vida humana, do nascimento à morte. A exposição, que teve grande repercussão mundial e se tornou um marco da fotografia documental, é levada a vários países e dá origem a um livro com diversas edições.</p>
<p><strong>1959 –</strong> Lançamento do livro The Americans, do fotógrafo norte-americano Robert Frank, registro fotográfico da viagem que fez pelos EUA com o poeta beat Jack Kerouak. Frank rompe com a tradição da fotografia documental, imparcial e distante, dando às suas imagens um caráter subjetivo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3837" title="Robert Frank (1950s)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Robert-Frank-1950s.jpg" alt="Robert Frank 1950s Fotografia: A linha do tempo" width="479" height="315" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Robert Frank (1950s)</strong></h6>
<p><strong>Década de 60 –</strong> Nesse período desenvolve-se um grande intercâmbio entre o trabalho de fotógrafos e artistas plásticos. Muitos fotógrafos usam técnicas manuais de manipulação de imagens, como retoques e pinturas de negativos e de cópias. Os pintores, por sua vez, imitam a visão fotográfica (figurativa) e introduzem fotos em suas obras, por meio de colagem ou reprodução em silkscreen, como ocorre na pop art, nos trabalhos dos norte-americanos Andy Warhol e James Rosenquist. A fotografia também é bastante utilizada pela arte conceitual, como meio para a expressão de um conceito.</p>
<p><strong>1962 –</strong> Os norte-americanos Emmett Leith e Juris Upatnieks e o soviético Yuri Denisyuk desenvolvem simultaneamente a holografia, fotografia em três dimensões obtida por meio da exposição de um filme à luz de raio laser refletida em um objeto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3838" title="Emmett Leith, fotografia 3D, 1966" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Emmett-Leith-fotografia-3D-1966.jpg" alt="Emmett Leith fotografia 3D 1966 Fotografia: A linha do tempo" width="456" height="456" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Emmett Leith, fotografia 3D, 1966</strong></h6>
<p><strong>Década de 70 –</strong> As fotografias ganham maior importância como obras de arte. Começam a ser produzidas com mais freqüência em formato de livro, são exibidas em galerias e museus e compradas por colecionadores. A fotografia passa também a ser objeto de estudo acadêmico, como arte que deve ser compreendida e estudada, a exemplo das demais manifestações artísticas (pintura, música, literatura, entre outras). A fotografia documental continua a ser desenvolvida, apesar de ter perdido espaço para a televisão e o cinema. Aumenta o uso da cor, em especial na fotografia de moda e de publicidade.</p>
<p><strong>Década de 80 –</strong> Nesse período, é reforçada a visão da fotografia como obra capaz de transmitir informação e prazer, mas também como meio de comunicar mensagens políticas e sociais. Cresce a importância da imagem fotográfica como instrumento da publicidade. Um dos principais nomes da fotografia publicitária é o italiano Oliviero Toscani, ao tratar de questões como tabus, violência e racismo em seus trabalhos. Natural de Milão, 28 de fevereiro de 1942, criou campanhas publicitárias polêmicas para a marca italiana Benetton, iniciada em 1982. A maioria de suas campanhas era institucional, o alvo era propaganda de marca e não de produto, normalmente composta apenas por uma fotografia polêmica e o logo da companhia. Técnicas antigas de reprodução voltam a ser utilizadas para a produção de imagens mais elaboradas e verifica-se uma tendência a se reduzir o número de cópias de uma fotografia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3839" title="Foto-Oliviero-Toscani" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Foto-Oliviero-Toscani.jpg" alt="Foto Oliviero Toscani Fotografia: A linha do tempo" width="565" height="406" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto: Oliviero Toscani</strong></h6>
<p><strong>1981 –</strong> O brasileiro Sebastião Salgado torna-se mundialmente conhecido ao ser o único fotógrafo a registrar a tentativa de assassinato do presidente norte-americano Ronald Reagan. Representante da fotografia documental, Salgado se destaca nos anos 80 e 90 por suas grandes foto reportagens de denúncia social, publicadas em livros como Sahel: l&#8217;Homme en Détresse (1986), Trabalhadores (1993) e Terra (1997).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3840" title="Sebastião Salgado, refugiados da Etiópia, 1984" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/08/Sebastião-Salgado-refugiados-da-Etiópia-1984.jpg" alt="Sebastião Salgado refugiados da Etiópia 1984 Fotografia: A linha do tempo" width="567" height="370" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Sebastião Salgado, refugiados da Etiópia, 1984</strong></h6>
<p><strong>Década de 90 –</strong> Intensifica-se o uso das câmeras digitais, principalmente no fotojornalismo e na publicidade. Nessas câmeras, o filme é substituído por um disco ou cartão de memória no qual as imagens são armazenadas digitalmente. Elas podem, assim, ser transmitidas por meio de linha telefônica para um computador em qualquer lugar do mundo de forma extremamente rápida, já que o processo digital elimina a necessidade de revelação fotoquímica e ampliação.</p>
<p><strong>1993 -</strong> Glass Tears, de Man Ray, torna-se a fotografia mais cara do mundo, ao ser vendida por US$ 65 mil.</p>
<p><strong>1997 –</strong> A Maison Européenne de la  Photographie (França) realiza a exposição Des Européens, que apresenta 20 fotos inéditas de Henri Cartier-Bresson. A mostra reúne ainda outras 160 imagens realizadas pelo fotógrafo francês entre os anos 30 e 70.</p>
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		<title>Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 4 de 4)</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 10:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafos brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[melhores fotografos]]></category>
		<category><![CDATA[melhores fotografos brasileiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de você ler toda a série de artigos, gostaria que pudesse apresentar alguma celebridade brasileira que não está presente nesses quatro artigos que totalizaram 42 fotógrafos profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos hoje ao fim da série de artigos onde apresentei os <strong>fotógrafos brasileiros mais consagrados</strong>. Caso não tenha tido oportunidade de seguir os artigos anteriores sugiro que o faça agora. Em baixo deixo o link para cada um deles.</p>
<ul>
<li><a href="../fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/" target="_blank">Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 1 de 4)</a></li>
<li><a href="../fotografos-brasileiros/" target="_blank">Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 2 de 4)</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografos-profissionais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografos-profissionais%2F','Fot%C3%B3grafos+brasileiros+mais+consagrados+%28Parte+3+de+4%29')" target="_blank">Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 3 de 4)</a></li>
</ul>
<p>Depois de você ler toda a série de artigos, gostaria que pudesse apresentar alguma celebridade brasileira que não  está presente nesses quatro artigos que totalizaram 42 fotógrafos  profissionais. Aguardo pelos vossos comentários!</p>
<h2>1 &#8211; Mario Cravo Neto</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Salvador, BA, 1947<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Retratos</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Iniciou-se na arte da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','cursos+de+fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> e da escultura em 1964. Estudou na Art Student’s League de Nova Iorque (1969-1970). Participou da 11ª., 12ª., 13ª.,14ª.,17ª. Bienal Internacional de São Paulo. Em 1980 e 1995 recebeu o prêmio Melhor Fotógrafo do Ano da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1996 o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte e em 2004 o Prêmio Mario Pedrosa da Associação Brasileira de Críticos de Arte. É internacionalmente reconhecido pelo seu trabalho de expressão pessoal em fotografia.</p>
<h2>2 &#8211; Marcio Scavone</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1952<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Foto Publicidade e Retratos<strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Começou a fotografar muito cedo, trabalhando como assistente fotográfico na área publicitária (1969-1970). Dirigiu o departamento de fotografia da Alcântara Machado Periscinoto Comunicações (1973). Estudou fotografia no Ealing College, em Londres, graduando-se em Professional Photography (1974-1976). De volta a São Paulo em 1977, abriu seu estúdio de fotografia, no qual continuou atuando na área publicitária e dedicou-se ao retrato. Seus retratos de celebridades e empresários foram publicados nas revistas Vogue e Carta Capital. Em 1985, participou da criação da Associação Brasileira dos Fotógrafos de Publicidade (Abrafoto). Colaborou com a revista Íris, mantendo uma coluna sobre questões estéticas e <a href="http://www.fotografia-dg.com/historia-da-fotografia/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fhistoria-da-fotografia%2F','hist%C3%B3ria+da+fotografia')" target="_blank">história da fotografia</a> (1995-1996), e atua na área editorial.</p>
<h2>3 &#8211; Manuk Poladian</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1936<br />
<strong><em>Área de Atuação: </em></strong>Evento Social<strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Manuk Poladian, tem a fotografia em suas raízes, segunda geração de uma família de fotógrafos, seu trabalho não está somente nas fotos sociais, sua paixão por encontrar a melhor luz no melhor momento e no melhor ângulo é uma procura incansável e que a cada dia treina seu olhar. As fotos autorais de Manuk, fazem sucesso não só no Brasil como em todo o mundo, onde ja foi consagrado em vários concursos e exposições.</p>
<h2>4 &#8211; Miguel Rio Branco</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Las Palmas de Gran Canária-Espanha, 1946<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotojornalismo/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotojornalismo%2F','Fotojornalismo')" target="_blank">Fotojornalismo</a>, Cinema, Artes Plásticas.</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Filho de diplomata brasileiro, é pintor, fotógrafo, diretor de cinema, além de criador de instalações multimídia. Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. Entre a pintura e a fotografia, optou pela <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera+fotogr%C3%A1fica')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera')" target="_blank">câmera</a>. Em 1972, uma reportagem sobre a prostituição em El Salvador, o tornou famoso, e em 1980, ingressou na agência Magnum, é correspondente em Paris, e se destaca pelo uso de cores saturadas em seus trabalhos. Desde 1980, realiza instalações audiovisuais utilizando fotografia, pintura, cinema e expõe regularmente no Brasil e no exterior. Entre seus numerosos prêmios destaca-se o Prêmio Kodak de Crítica Fotográfica, recebido em 1982.</p>
<h2>5 &#8211; Militão Augusto de Azevedo</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Rio de Janeiro, RJ, 1837<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Retratos</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Desenvolveu paralelamente as carreiras de ator e fotógrafo, atuando na Companhia Joaquim Heleodoro (de 1858 a 1860) e na Companhia Dramática Nacional (de 1860 a 1862), com quem se mudou para São Paulo aos 25 anos de idade. Ainda na década de 1850 trava conhecimento com os proprietários do ateliê Carneiro &amp; Gaspar, para o qual passa a trabalhar como retratista. A experiência de Militão no teatro exerceu uma influência importante em seu estilo de fotografar. Cria o estúdio Photographia Americana em 1875, onde, além de figuras ilustres como Castro Alves, Joaquim Nabuco, Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina, recebe uma clientela mais popular do que a dos demais estúdios instalados em São Paulo. Inclusive o preço cobrado pelas fotos era um dos mais baratos da cidade: cinco mil réis, o equivalente ao preço de cinco passagens para a Penha. A localização do ateliê, em frente à Igreja do Rosário, frequentada principalmente pela população negra, provavelmente explica a grande quantidade de negros fotografados, bem como a maneira em que estes aparecem nas fotos, não como escravos, mas como cidadãos comuns. Muitos outros registros mostram também coristas e artistas de teatro. Apesar da popularidade cada vez maior do mercado fotográfico, em 1884, enfrentando sérios problemas comerciais, Militão decide colocar o Photographia Americana à venda, o que leva a efeito em 1885, leiloando seus móveis e equipamentos e viajando para a Europa. Provavelmente influenciado pela febre dos álbuns mostrando as cidades européias, tem a idéia de produzir um álbum focado nas mudanças da vista urbana da cidade de São Paulo.Em 1887, Militão divulga o &#8220;Álbum Comparativo de Vistas da Cidade de São Paulo (1862-1867)&#8221;, definindo um modelo para o estilo de fotografia paisagística urbana com enfoque na comparação entre épocas distintas. Realizou outros álbuns da mesma espécie, destacando-se entre eles &#8220;Vistas da Cidade de São Paulo&#8221; (1863), &#8220;Álbum de vistas da Cidade de Santos&#8221; (1864-65) &#8220;Álbum de vistas da Estrada de Ferro Santos Jundiaí&#8221; (1868) e &#8220;Álbum Comparativo de Vistas da Cidade de São Paulo (1862-1887)&#8221; (1887).Em 1996 a coleção de mais de 12.000 fotos produzidas por Militão de Azevedo é adquirida pela Fundação Roberto Marinho e doada ao Museu Paulista da Universidade de São Paulo.</p>
<h2>6 &#8211; Nelson Kon</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1961<br />
<strong><em>Área de Atuação: </em></strong>Foto Arquitetura</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Formou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1983). Atua profissionalmente como fotógrafo desde 1985 e especializou-se em fotografia de arquitetura e urbanismo. Trabalha no campo da editoria colaborando para várias editoras brasileiras como Editora Abril, Brasiliense, Cosac &amp; Naify, Martins Fontes e estrangeiras como Phaidon, Prestel, Rizzoli, Taschen e outras. Ministrou <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','cursos+de+fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" target="_blank">cursos de fotografia</a> de arquitetura na Faculdade de Fotografia da Escola de Comunicações e Artes do Senac em São Paulo (2001-2004) e cursos de fotografia na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1990-1992), na Oficina Cultural Oswald de Andrade (1991-1993), na Universidade Mackenzie (1995-1996), entre outros. Professor da Escola Focus de Fotografia durante a década de 80.</p>
<h2>7 &#8211; Pierre Verger</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento: </em></strong>Paris, França, 1902 — Salvador, BA, 1996<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Fotojornalismo, Foto Documental</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Fotógrafo, etnólogo, antropólogo e escritor, começou a fotografar em 1932. Empreendeu um período de quase 14 anos consecutivos de viagens pelo mundo (1932-1946) colaborando com jornais e revistas europeus e americanos. Neste período colaborou com a agência Alliance-Photo e com o Musée d’Etnographie du Trocadéro, atual Musée de l’Homme em Paris. Obteve o título de Doutor em estudos africanos pela Faculté des Lettres et Sciences Humaines de l’Université de Paris, foi membro correspondente do Musée National d’Histoire Naturelle e ex-diretor de pesquisa do Centre National de la Recherche Scientifique, ambos em Paris. Como colaborador e pesquisador visitante de várias universidades, conseguiu ir transformando suas pesquisas em artigos e livros. Em 1946, quando passou a residir em Salvador, dedicou-se ao estudo da religião e cultura negra da África e do Brasil. Tornou-se um estudioso do culto aos orixás e recebeu uma bolsa para estudar rituais na África em 1948.  Em 1953 recebeu o nome Fatumbi (nascido de novo graças ao Ifá) e foi iniciado como babalaô, um adivinho através do jogo do Ifá, com acesso às tradições orais dos iorubas. Em 1974, integrou o corpo docente da Universidade Federal da Bahia e colaborou na criação do Museu Afro-Brasileiro, que foi inaugurado em 1982. Suas últimas fotografias e viagens à África datam do final dos anos 70. Em 1988, criou em Salvador a Fundação Pierre Verger, que abriga uma preciosa biblioteca e 62.000 negativos de sua produção.</p>
<h2>8 &#8211; Pedro Martinelli</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo-SP, 1 Janeiro 1950<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Fotojornalismo, Fotografia Documental.</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Começou no jornalismo como fotógrafo em A Gazeta Esportiva. Passou pelo Diário do Grande ABC e O Globo, quando cobriu a expedição de contato dos índios Kranhacãrore (hoje chamados Panará). Trabalhou depois na revista Veja e chefiou o &#8220;Estúdio Abril&#8221;. Desde 1994, dedica-se à documentação da vida do homem da Amazônia, da qual resultou em livro. Em 1970, quando o regime militar botou em marcha os primeiros acordes do chamado &#8220;Plano de Integração Nacional&#8221; e iniciou a construção de rodovias que cortariam a floresta amazônica, Pedro, então com 20 anos, foi escalado pelo jornal O Globo para cobrir a célebre expedição de &#8220;atração&#8221; dos chamados Kranhacãrore, os &#8220;índios gigantes&#8221;, na rota da abertura da rodovia Cuiabá-Santarém. Recebeu o prêmio Esso de Jornalismo na categoria Informação Científica, Tecnológica e Ecológica (1996) e publicou os livros, Amazônia, gente da água, Mulheres da Amazônia e Gente do Mato.</p>
<h2>9 &#8211; Sebastião Ribeiro Salgado<strong><em></em></strong></h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Aimorés-MG, 8 de Fevereiro de 1944<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Fotografia Documental.<strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Formado em economia pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Organização Internacional do Café em 1973, e trocou a economia pela fotografia após viajar para a África levando emprestada a <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera+fotogr%C3%A1fica')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera')" target="_blank">câmera fotográfica</a> de sua mulher, Lélia Wanick Salgado. Na fotografia descobri o melhor meio para denunciar a injustiça, a desigualdade e a exploração que tanto o preocupam. Trabalho para as agências Sygma, Gamma e Magnum. Suas imagens ilustraram as páginas de publicações internacionais como Stern, Time, Paris-Match, Actuel, Libération, El País, Newsweek, Sunday Times, entre tantas outras. Através da imprensa e de seus livros – Terra, Êxodos, Trabalhadores – causou impacto junto a opinião pública. Seu trabalho rendeu-lhe prestigiosas distinções, como Prêmio W.Eugene Smith à fotografia de interesse humano. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, &#8220;a Imagens da Amazônia”, que representa o fotógrafo e seu trabalho.</p>
<h2>10 &#8211; Thomas Farkas</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Budapeste, Hungria, 1924<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Fotojornalismo</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Chegou ao Brasil em 1930 com sua família, fixando residência em São Paulo, onde seu pai foi o fundador da primeira Fotoptica, <a href="http://www.fotografia-dg.com/bh-photo-video-a-maior-loja-de-fotografia/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fbh-photo-video-a-maior-loja-de-fotografia%2F','loja+de+fotografia')" target="_blank">loja de fotografia</a> especializada em <a href="http://www.fotografia-dg.com/equipamento-fotografico/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fequipamento-fotografico%2F','equipamentos+fotogr%C3%A1ficos')" target="_blank">equipamentos fotográficos</a>. Graduou-se em engenharia mecânica e elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e trabalhou como fotógrafo, professor, produtor, diretor de cinema e empresário. No campo da fotografia, desenvolve trabalho de expressão pessoal e documental. Atua também como incentivador e organizador de exposições, concursos e premiações. Foi responsável pelo projeto e instalação de laboratórios fotográficos em várias instituições, entre as quais o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateuabriand (1950), o Instituto de Eletrotécnica (1954), Instituto de Polícia Técnica (1957) e a escola de Comunicações e Artes (1970), os três últimos pertencentes à Universidade de São Paulo. Foi diretor de filmes documentários, bem como produtor e fotógrafo de cinema. A partir de 1968 produziu ou co-produziu trinta e três documentários de curta e média-metragem e oito longas-metragens. Em 1969, passou a lecionar fotografia nos departamentos de cinema e jornalismo da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, na qual obteve o grau de doutor em comunicação em 1977. Na década de 70, lançou a revista Fotopticade São Paulo desde 1987 e preside o Conselho da Cinemateca Brasileira de São Paulo desde 1995, na qual também foi diretor em 1993. Recebeu vários prêmios entre os quais o 4º. Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte (1998), a Medalha de Ordem do Mérito Cultural outorgada pelo presidente da República (2000) e o Prêmio Especial Porto Seguro de Fotografia (2005). , especializada em fotografia, e em 1979 fundou, com Rosely Nakagawa, a Galeria Fotoptica, pioneira na difusão e comercialização de fotografias no país. Integra o Conselho da Fundação Bienal .</p>
<h2>11 &#8211; Tuca Reinés</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento: </em></strong>São Paulo, SP, 1956<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Foto Arquitetura, Moda e Publicidade<strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1981), especializou-se em fotografia de arquitetura, moda e publicidade. Desde o início da década de 1980 colabora com revistas de moda e decoração nacionais, como VogueInterior Design, Arquitectural Digest e House Garden.</p>
<h2>12 &#8211; Tuca Vieira</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento: </em></strong>São Paulo, SP, 1974<br />
<strong><em>Área de Atuação:</em></strong> Foto Jornalismo<strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong></em> Formou-se em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (1998). Estudou fotografia com Cláudio Feijó, Eduardo Castanho, André Douek, Nair Benedicto e Eder Chiodetto. Trabalhou no Museu da Imagem e do Som, na Agência N-Imagens e atua como <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografo-profissional-mitos/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografo-profissional-mitos%2F','fot%C3%B3grafo+profissional')" target="_blank">fotógrafo profissional</a> desde 1991. Recebeu o Prêmio Folha de Jornalismo – categoria fotografia (2003), o Prêmio Grupo Nordeste de Fotografia – categoria profissional (2005) e foi contemplado no Concurso de apoio à produção de artes visuais, fotografia e novas mídias da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, com o qual realizou o projeto Fotografia de Rua. Integra a equipe de fotografia do jornal Folha de S. Paulo, e desde 2002 desenvolve projetos com temas como a cidade, a paisagem urbana, arquitetura e urbanismo.</p>
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		<title>&#8220;Fotografia Noturna&#8221; sem segredos!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Bagnola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia noturna]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[lightpainting]]></category>
		<category><![CDATA[nocturna]]></category>
		<category><![CDATA[noturna]]></category>
		<category><![CDATA[noturnas]]></category>
		<category><![CDATA[sem flash]]></category>
		<category><![CDATA[sem tripe]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente associa (equivocadamente) a fotografia noturna com aumento de ISO e o resultado disso é um nível de granulação visívelmente mais acentuado, principalmente nas baixas luzes (sombras)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>TÉCNICA: FOTOS NOTURNAS SEM FLASH</h2>
<h3>LIGHTPAINTING COM A LUZ DISPONÍVEL</h3>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="alignnone size-full wp-image-1915" title="Fotografia Noturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/02/Fotografia-Noturna.gif" alt="Fotografia Noturna Fotografia Noturna sem segredos!!!" width="383" height="539" /></strong></p>
<p>Fiz esta <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> em Assisi, Itália, optando (sempre!!) pelo ISO mais baixo possível para manter-me longe do ruído (granulação = menor nitidez). Essa decisão pede velocidades de obturação muito mais lentas e torna-se imprescindível o uso de um tripé com boa estabilidade, uma boa solução é fazer o setup da câmera com prioridade de abertura, geralmente a opção AV ou A no menu de programas de disparo. Esse recurso permite ajustar manualmente a <a href="http://www.fotografia-dg.com/abertura-do-diafragma/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fabertura-do-diafragma%2F','abertura+do+diafragma')" target="_blank">abertura do diafragma</a>, enquanto a câmera acerta a velocidade do obturador automaticamente. Outro fator importante é  a <a href="http://www.fotografia-dg.com/profundidade-de-campo-em-ingles-dof/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fprofundidade-de-campo-em-ingles-dof%2F','Profundidade+de+Campo')" target="_blank">Profundidade de Campo</a> (=a distância à frente e atrás do assunto principal em que os elementos ficam em foco). Quanto maior for a abertura (numero menor da escala), menor será a profundidade de campo e vice-versa, ou seja, para dar destaque ao primeiro plano e desfocar o fundo, o diafragma deve estar mais aberto, em valor f/3.5, por exemplo. Se o assunto é uma paisagem com foco em todos os planos, o diafragma deve estar mais fechado, algo em torno de f/22.</p>
<p>Muita gente associa (equivocadamente) a <strong>fotografia noturna</strong> com aumento de ISO e o resultado disso é um nível de granulação visívelmente mais acentuado, principalmente nas baixas luzes (sombras). Gosto do foco em todos os planos que vem da opção pela distância focal mais wide angle (18 mm) que já põe todos os planos como característica principal.</p>
<p><strong>MAS &#8230; E SE VOCÊ NÃO TEM UM TRIPÉ????!!!</strong></p>
<p>Calma, Galera!!!</p>
<p>ooooommmmmm &#8230; respira &#8230; tem solução!!! <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' title="Fotografia Noturna sem segredos!!!" /> </p>
<p>Vou dar um exemplo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1917" title="Foto Noturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/02/Foto-Noturna.gif" alt="Foto Noturna Fotografia Noturna sem segredos!!!" width="492" height="335" /></p>
<p>Assim que cheguei a Portugal, fui conhecer o Sul do País começando por Lisboa, que muita gente associa com o passado mas que é uma cidade muito moderna principalmente na área circunscrita pelo Parque das Nações que tem uma arquitetura futurista estilo 2.050 (ainda é) à beira do Tejo &#8230; maravilha!!!!!!!!! <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' title="Fotografia Noturna sem segredos!!!" /> </p>
<p>Como não tinha levado tripé, saquei do meu cinto de utilidades um pedaço de papel de alumínio que sempre tenho no case da câmera, o desdobrei, fiz dele uma bola, sentei na sarjeta, coloquei a bola de papel na calçada, pus a câmera sobre ele dando um jeitinho para ficar paradinha na horizontal, ajoelhei (mesmo!!) olhando no visor (imagina a cena?? <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="Fotografia Noturna sem segredos!!!" />  ), escolhi o ISO mais baixo possível (100) para não comprometer a nitidez, fiz o enquadramento, escolhi prioridade de abertura para poder ter foco em todos os planos pois esta ponte metálica em perspecitva é muito importante na composição, pus no selftimer (10 segundos) para não haver tremores quando eu clicasse, fiz o auto foco no setup com todos os pontos (importante), esperei o semáforo abrir para dar mais movimento à cena toda, cliquei &#8230; pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim &#8230; (barulho do selftimer &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="Fotografia Noturna sem segredos!!!" />  ) e a exposição foi de 3 segundos com diafragma 22 (o que deu esse arrasto de luz no segundo plano).</p>
<p>E agora a melhor parte &#8230; houve um <a href="http://www.fotografia-dg.com/panasonic-apresenta-o-concurso-de-fotografia-online-lumix-award-20092010/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fpanasonic-apresenta-o-concurso-de-fotografia-online-lumix-award-20092010%2F','concurso+de+fotografia')" target="_blank">concurso de fotografia</a> que é muito relevante em Portugal e na Europa que é promovido pelo Parque das Nações &amp; Casino de Lisboa (Brasucas &#8230; é Casino mesmo &#8230; com um S) cujo tema era “Lisboa”. Mandei a fotografia (homônima) para concorrer e fui premiado com uma menção honrosa que foi o primeiro bom sinal de que Portugal aceita os olhares estrangeiros e seria o início de uma feliz estrada profissional e pessoal por esta terra que amo mais a cada dia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1918" title="Festival Parque das Nações 2007" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/02/Festival-Parque-das-Nações-2007.gif" alt="Festival Parque das Nações 2007 Fotografia Noturna sem segredos!!!" width="278" height="201" /></p>
<p>Como podem ver &#8230; fotografar é fácil &#8230; basta querer transformá-la em emoção! &#8230; (e não ter vergonha de sentar na sarjeta por uma boa causa fotográfica &#8230; hahahaha!!!).</p>
<p>Experimentem que dá certo!!! &#8230; eu garanto!!! <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' title="Fotografia Noturna sem segredos!!!" /> </p>
<p>Aproveito para agradecer ao Diogo Guerreiro pelo espaço fotopedagógico e aos que, a cada dia mais, procuram o <a href="../">www.fotografia-dg.com</a> que tem crescido imenso no número de visitas que motivam e estimulam a vontade de ensinar os truques todos para os Fotodgnianos apaixonados por Fotografia, como eu!</p>
<p>Grande abraço ai Galeeeeeeeeeeeeeeeera e bom Carnaval &#8230; tum tum praticumbum prugurumdum!!</p>
<p> <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="Fotografia Noturna sem segredos!!!" /> </p>
<p><strong>Fernando Bagnola, <a href="http://www.fernandobagnola.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fernandobagnola.com%2F','www.fernandobagnola.com')">www.fernandobagnola.com</a></strong></p>
<h5><strong>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></h5>
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		<title>Marca d´água: hora de sujar suas fotos</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/marca-de-agua-fotos/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=marca-de-agua-fotos</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 20:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Simon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[marca de agua]]></category>

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		<description><![CDATA[Há infinitas maneiras de marcar suas fotografias. O importante é sempre manter um olhar bem crítico na hora de estipular a direção, tamanho, cor, texto etc..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há infinitas maneiras de marcar suas fotografias. O importante é sempre manter um olhar bem crítico na hora de estipular a direção, tamanho, cor, texto etc..</p>
<p>Já há um <a href="http://www.fotografia-dg.com/proteger-imagens-com-marca-de-agua-no-photoshop/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fproteger-imagens-com-marca-de-agua-no-photoshop%2F','tutorial+para+elaborar+um+tipo+de+marca+d%C2%B4%C3%A1gua')" target="_blank">tutorial para elaborar um tipo de marca d´água</a> publicado no Fotografia DG, por <a href="http://www.fotografia-dg.com/author/cesar-coe/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fauthor%2Fcesar-coe%2F','Cesar+Coe')" target="_blank">Cesar Coe</a> que provavelmente auxiliará alguns.  Mas além dessa, há outras formas que carregam a mesma lógica de elaboração, e que exploro a seguir.</p>
<h2>O texto</h2>
<p>Ao mesmo tempo em que nome e sobrenome designam a autoria, para um fotógrafo que ainda não possuí muitas atribuições pode ser tão vago quanto a famosa frase  “All Rights Reserved”, “Reprodução proibida” ou “Todos os direitos reservados”. Não adianta vincular todos os dizeres na foto, provavelmente essa poluição atrapalhará tanto que a observação se perderá entre texto e imagem. A mais útil é a que leva o observador a algum lugar: um site, uma referência, mesmo que seja o nome (que funcionará a curto/médio ou longo prazo), já que a marca apenas apoia a autoria e não evita a cópia não autorizada ou inadequada.</p>
<p>Prefira fontes de fácil leitura, que evitem a confusão entre letras semelhantes. Pode até ser as mais simples: Calibri, Arial&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3712" title="Marca de Água" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Marca-de-Água.jpg" alt="Marca de Água Marca d´água: hora de sujar suas fotos" width="575" height="358" /></p>
<h2>Tamanho, cor e direção</h2>
<p>Não exagere no tamanho, com os novos métodos é tão fácil retirar um texto pequeno ou um grande. Não atrapalhe o motivo da imagem, marcas inconvenientes que ficam em cima do ponto principal certamente incomodarão a visibilidade, a harmonia entre os planos e a técnica.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3713" title="Foto com marca de água" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-com-marca-de-agua.jpg" alt="foto com marca de agua Marca d´água: hora de sujar suas fotos" width="350" height="494" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Local inadequado, pouca transparência e grande: fatores que afetam a imagem</h6>
<p>Tente elaborar em um tamanho legível e ao mesmo tempo discreto, aplicado a um local que não entre em conflito com os pontos da fotografia. Alguns fotógrafos incluem os dados em uma borda extra, que pode ser bem adequada para não atrapalhar na estrutura fotográfica.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3714" title="Fotografia de Mariana Simon com marca de água" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Fotografia-de-Mariana-Simon-com-marca-de-água.jpg" alt="Fotografia de Mariana Simon com marca de água Marca d´água: hora de sujar suas fotos" width="288" height="431" /></p>
<p>Seja prático na aplicação de cores, em geral uma marca negativa e uma positiva são suficientes para todas as inserções.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3715" title="Marca de água a preto e branco" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Marca-de-água-a-preto-e-branco.jpg" alt="Marca de água a preto e branco Marca d´água: hora de sujar suas fotos" width="576" height="388" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Utilização da marca em preto e em branco</h6>
<p>A solução para os que não tem paciência de adicionar a <a href="http://www.fotografia-dg.com/marca-de-agua/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmarca-de-agua%2F','marca+de+%C3%A1gua')">marca de água</a> a cada <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> são alguns sites capazes de incluir um texto em um lote de imagens, também disponível em plugins para o Photoshop e outros programas de edição. O problema da aplicação em massa é que o local ideal para algumas não é o mesmo para outras, o que causa diversos problemas posteriormente. Seleciono alguns endereços (todos em inglês) para adição de marca d’água em múltiplas imagens:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.picmarkr.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.picmarkr.com','Picmakr')" target="_blank">Picmakr</a><a href="http://www.picmarkr.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.picmarkr.com%2F','')"></a></li>
<li><a href="http://www.watermark.ws" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.watermark.ws','WaterMark')" target="_blank">WaterMark</a></li>
<li><a href="http://www.watermarktool.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.watermarktool.com','Watermark+Tool')" target="_blank">Watermark Tool</a></li>
</ul>
<p>Disponibilizo meus contatos para os que queiram compartilhar seus métodos ou os que ainda não elaboraram sua marca d’água e necessitam de mais instruções. Poderá também utilizar os comentários mais abaixo para deixar a sua opinião.</p>
<p><strong><a href="http://www.flickr.com/paperday" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','www.flickr.com%2Fpaperday')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','Mariana+Simon')" target="_blank">Mariana Simon</a> | </strong><a href="http://twitter.com/marianasimon" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fmarianasimon','%40marianasimon')" target="_blank">@marianasimon</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/paperday" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','www.flickr.com%2Fpaperday')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','Mariana+Simon')" target="_blank">www.flickr.com/paperday</a><a href="http://www.marianasimon.com/" target="_blank"><br />
www.marianasimon.com</a><a href="ma&#105;lt&#111;:&#109;&#97;ria&#110;&#97;s&#105;mon&#64;&#103;m&#97;&#105;l.&#99;o&#109;" target="_blank"><br />
&#109;a&#114;&#105;ana&#115;imon&#64;&#103;&#109;&#97;&#105;l&#46;c&#111;m</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 3 de 4)</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 13:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo profissional]]></category>
		<category><![CDATA[fotografos profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuamos hoje com a apresentação dos fotógrafos mais consagrados do Brasil. São mais dez fotógrafos profissionais brasileiros muito experientes e você precisa conhecer a história deles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuamos hoje com a apresentação dos fotógrafos mais consagrados do Brasil. São mais dez <strong>fotógrafos profissionais</strong> brasileiros muito experientes e você precisa conhecer a história deles.</p>
<p>Para quem não tem acompanhado a matéria sobre os fotógrafos brasileiros mais consagrados, aconselho a leitura da <a href="../fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/">parte  1</a> e <a href="../fotografos-brasileiros/">2</a> do artigo antes de começar a ler a de número 3.</p>
<h2>1. Gui Paganini</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1963<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Publicidade</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Em 1987 após o 3º ano de engenharia decide ser fotógrafo de moda. Seus primeiros trabalhos foram para a revista Moda Brasil, que o revelou nesse campo. Realiza alguns trabalhos para a Playboy no início dos anos 90. Seu primeiro editorial é para a revista Vogue em 1996. Tem trabalhado para as melhores revistas de moda, tais como Vogue, Marie Claire, Elle, L’Officiel, Mag, e realizado campanhas publicitárias e catálogos para as principais empresas do ramo.</p>
<h2>2. Hans Günther Flieg</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> Cheminitz, Alemanha, 1923<em><br />
<strong>Área de Atuação:</strong> </em><a href="http://www.fotografia-dg.com/tag/fotojornalismo/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ftag%2Ffotojornalismo%2F','Fotojornalismo')">Fotojornalismo</a>, Publicidade, Arquitetura.</p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Cursou fotografia em 1939 com o fotógrafo de museu Grete Karplus em Berlim. No mesmo ano mudou-se para São Paulo com a família, em virtude da guerra. Iniciou sua carreira como assistente do fotógrafo alemão Peter Scheier (1940). Trabalhou com litografia e fotolito na Companhia Lithografica Ypiranga (1941  a 1943) e com fotografia de produtos e publicidade na Indústria Gráfica Niccolini S.A. (1943 a 1945). A partir de então montou seu próprio estúdio, dedicando-se à fotografia de indústrias, arquitetura e publicidade. Em 1948 fotografou para o calendário anual da Pirelli. Produziu cerca de 40 mil fotos, documentando e registrando o desenvolvimento industrial e o crescimento urbano de São Paulo. Recebeu a Comenda do Japan Photo Culture Association (1975) e o prêmio de 1<sup>o</sup> lugar em foto publicitária no 5<sup>o</sup> Salão Profissional de <a href="http://www.fotografia-dg.com/tag/dp-arte-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ftag%2Fdp-arte-fotografica%2F','Arte+Fotogr%C3%A1fica')">Arte Fotográfica</a>, SEAFESP, São Paulo (1979).</p>
<h2>3. Isabel Garcia</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> Rio de Janeiro, RJ, 1954<em><br />
<strong>Área de Atuação:</strong> </em>Fotojornalismo, <a href="http://www.fotografia-dg.com/retrato/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fretrato%2F','Retrato')">Retrato</a>, Moda.</p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Graduou-se em cinema pela Universidade Federal Fluminense e em comunicação social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Entre 1975 e 1982 trabalhou como fotojornalista para a Bloch Editores. Em 1983 abriu estúdio próprio no Rio de Janeiro e colaborou para as revistas de moda Elle, Vogue e Marie Claire, realizando também campanhas publicitárias. Mudou-se para França em 1992, onde colaborou com revistas européias de moda, realizou catálogos e fotos para publicidade. Foi contemplada com Menção Honrosa, categoria Cor, no Nikon Photo Contest International 1980/1981 e ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo em 1993, na categoria Foto Externa. Desde 1995 divide seu tempo entre Nova Iorque e Paris.</p>
<h2>4. José Cristiano de Freitas Henriques Júnior</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> Portugal, 1830 Assunção &#8211; Paraguai, 1902<strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong> Retratos</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Cristiano Júnior, nome pelo qual ficou conhecido, era provavelmente português de nascimento. Em 1862 já estava no Brasil exercendo a profissão de fotógrafo em Maceió, Alagoas. Logo a seguir transferiu-se para a capital do Império e assim que chegou ao Rio de Janeiro fez uma série de anúncios propondo-se &#8220;a tirar retratos por qualquer sistema fotográfico onde for chamado, seja qual for a distância&#8221;. Neste primeiro momento ainda não se encontrava estabelecido e solicitava aos eventuais fregueses que o chamassem &#8220;por escrito no hotel Brisson, Rua da Ajuda 57B&#8221;. Além de retratos o anunciante aceitava pedidos de encomenda e &#8220;quadros e cestas de flores e frutas de cera&#8221;. Apesar de manter o estúdio do Rio de Janeiro, Cristiano Júnior, desde o ano de 1867, buscava expandir as suas atividades na Argentina. Em 1871 recebeu a medalha de ouro na Primeira Exposição Nacional daquele país com a série de fotos Vistas y costumbres de la  Republica Argentina. Em 1876 alcançou novamente o grande prêmio na segunda exposição anual da Sociedade Científica Argentina com uma coleção de Retratos y vistas de costumbres y paysages. Apesar desse sucesso, faleceu pobre e quase cego, em Assunção, no Paraguai, onde passou seus últimos anos.</p>
<h2>5. José Yalente</h2>
<p><strong><em>Área de atuação:</em></strong> Fotos do Cotidiano</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>São Paulo, José Vicente Eugenio Yalente disse: &#8220;Há assuntos que só podem ser pintados e nunca fotografados, pois convencem exclusivamente pelas suas cores, e há outros que só podem ser fotografados, e nunca pintados, pois convencem pelas suas formas geométricas e as linhas que perfazem.&#8221; Realizou fotos de contra luz, de vultos, escadarias&#8230; Uma das mais famosas é de 1945: &#8220;Embarque&#8221; (contra luz). Foi um dos fundadores do Foto Cine Clube Bandeirantes, em 29 de abril de 1939, na cidade de São Paulo.</p>
<h2>6. J.R. Duran</h2>
<p><em><strong>Data Nascimento:</strong> </em>Barcelona, Espanha, 1952<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Moda e Publicidade</p>
<p><strong><em>Biografia</em>:</strong> Radicado no Brasil desde 1970, formou-se em Comunicação na Faculdade Anhembi e começou a carreira de fotógrafo em São Paulo.  Estabeleceu seu estúdio em 1980 e passou a colaborar com as mais importantes revistas nacionais e internacionais de moda. Ganhou dez prêmios de fotografia da Editora Abril e três prêmios Multimoda, concedido ao melhor fotógrafo de moda do país. Entre 1989 e 1994, viveu em Nova Iorque, onde atuou na publicidade e na moda. Retornou ao Brasil em 1995 e passou também a dirigir filmes publicitários. Vive em São Paulo.</p>
<h2>7. Juan Esteves</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Santos, SP, 1957<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Jornalismo e Documental</p>
<p><em><strong>Biografia: </strong></em>Iniciou a carreira profissional como fotógrafo independente, colaborando com agências nacionais e internacionais (1980-1984).  Foi repórter fotográfico dos jornais <em>A Tribuna, deSantos (1985), e Folha de S. Paulo</em>, onde atuou também como editor-adjunto de fotografia (1986–1994). Desde então trabalha como fotógrafo independente para a imprensa, editoras e gravadoras de discos. Suas fotos foram publicadas em <a href="http://www.revistasejornaisonline.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.revistasejornaisonline.com.br%2F','jornais+e+revistas+do+Brasil')" target="_blank">jornais e revistas do Brasil</a> e do exterior, como Elle, Isto É, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, O Globo, Veja, Vogue, Stern, Time, Newsweek e Marie Claire, entre outros. Vive em São Paulo.</p>
<h2>8. Klaus Mitteldorf</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1953<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Jornalismo, Moda e Publicidade</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Formado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Brás Cubas, de Mogi das Cruzes (1978), fotografa desde 1975. Atuou inicialmente em fotojornalismo e a partir de 1982 especializou-se em moda e publicidade, fotografando para diversas revistas nacionais e internacionais. Dirige filmes comerciais e curtas-metragens. Foi premiado no Nikon Photo Contest International em 1980, 1982 e 1986; recebeu o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Fotografia em 2002.</p>
<h2>9. Luís Humberto</h2>
<p><strong><em>Nascimento: </em></strong>Rio de Janeiro – RJ, 1934<strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong> Foto Documental, Arquitetura e Urbanismo, Retratos</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Formado em arquitetura pela Universidade do Brasil (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro), foi co-fundador da Universidade de Brasília, onde lecionou fotografia. Exerce a profissão de fotógrafo desde 1966. Trabalhou nas revistas <em>Realidade, Veja</em> e <em>Isto é</em>. Foi diretor de arte e editor de fotografia do <em>Jornal de Brasília</em>. Dirigiu o Teatro Nacional de Brasília e foi diretor executivo da Fundação Cultural do Distrito Federal. Recebeu o prêmio <em>Nikon Photo Contest International</em>, Tóquio-Japão (1975) e o Prêmio Augusto Rodrigues de Fotografia da Info-Funarte e Universidade Santa Úrsula, Rio de Janeiro. Desenvolve trabalho de expressão pessoal e escreve ensaios teóricos sobre fotografia. Lança o livro <em>Fotografia, a Poética do Banal, </em><em>em 2004.</em><strong> </strong></p>
<h2>10. Luiz Tripolli</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1949<em><br />
<strong>Área de atuação:</strong> </em>Fotojornalismo, Retrato<em> </em></p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Autodidata, iniciou a carreira profissional em 1963 como fotógrafo de eventos. De 1969  a 1978 colaborou na Editora Abril, participando de todas as revistas do grupo e ganhando vários prêmios como profissional do ano. A partir de 1978 atua no campo da publicidade e colabora em outras revistas. Em 1991 inicia a atividade de diretor e fotógrafo de filmes publicitários, permanecendo na área de cinema com projetos de curta e longa metragem.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><br />
Estes foram os dez fotógrafos profissionais mais consagrados do Brasil apresentados esta semana. Brevemente vamos apresentar os últimos fotógrafos (12) e então você, caro leitor, poderá apresentar alguma celebridade brasileira que não está presente nesses quatro artigos que totalizaram 42 fotógrafos profissionais.</p>
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		<title>Criando um estúdio a céu aberto em tempo nublado</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Bagnola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar com tempo nublado]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[nublado]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta nova coluna resolvi abordar um assunto que julgo ser importante para quebrar o tabú de que só se faz fotografia se houver luz...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta nova coluna resolvi abordar um assunto que julgo ser importante para quebrar o tabú de que só se faz fotografia se houver luz&#8230; logicamente, sempre é melhor que assim seja, mas, temos que cumprir objetivos com o cliente, caso contrário, o prejuízo será no bolso dele e assim perdemos uma chance fantástica de mostrar a nossa capacidade técnica e criativa diante de um desafio profissional.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1790   aligncenter" title="Retrato com tempo nublado" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/02/Retrato-com-tempo-nublado.jpg" alt="Retrato com tempo nublado Criando um estúdio a céu aberto em tempo nublado" width="402" height="542" /></p>
<p>Esse foi um trabalho feito recentemente para uma marca Ursula Hjordie de beachwear e o tempo estava chuvoso, podem acreditar &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' title="Criando um estúdio a céu aberto em tempo nublado" />  &#8230; eu juro!!! <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="Criando um estúdio a céu aberto em tempo nublado" /> </p>
<p>Como sempre faço para motivar os talentos fotográficos que vou encontrando em minhas turmas de formação, convidei 4 dos meus melhores alunos do IPF para serem meus assistentes e pudessem, assim, ganhar um dinheiro extra aprendendo na prática com a responsabilidade de um trabalho real.  Quando chegamos até a locação, chovia, tudo parecia uma tragédia e eu disse-lhes que adorava aquela luz porque conseguia controlar os pormenores das altas luzes (vem dai a textura do chapéu)  ao contrário do que acontece com o céu aberto e que iríamos construir juntos uma luz de verão autêntica &#8230; hahaha!</p>
<p>E aí está nosso trabalho de equipe com uma cabeça de flash do lado direito que cria esses brilhos (altas luzes) com +2 de sobrexposição em relação â luz de enchimento que está apontada na mesma direção do enquadramento e com um refletor dourado ao lado esquerdo criando um tom mais warm na casa dos 4.000 K que fica coerente com a luz parasita proveniente do sol que não existia nesse momento e acabava por funcionar com luz de preenchimento do segundo plano. Há alguns fotógrafos da era digital que defendem que “fotômetro/flashmeter” é algo do passado e usam o histograma da câmera como referência &#8230; cuidado, não acreditem nisso!!!</p>
<p>Como a produção era realmente grande e a previsão de duração era de 3 dias inteiros, construí a iluminação de forma a poder ficar coerente com o que faríamos caso a chuva desse uma trégua no dia seguinte &#8230; e foi o que aconteceu como mostra esta foto feita em condições mais fáceis com o sol bombando sobre nossas cabeças.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1791" href="http://www.fotografia-dg.com/criando-um-estudio-a-ceu-aberto-em-tempo-nublado/foto-feita-com-sol/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcriando-um-estudio-a-ceu-aberto-em-tempo-nublado%2Ffoto-feita-com-sol%2F','Foto+feita+com+sol')"><img class="alignnone size-full wp-image-1791" title="Foto feita com sol" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/02/Foto-feita-com-sol.jpg" alt="Foto feita com sol Criando um estúdio a céu aberto em tempo nublado" width="402" height="542" /></a></p>
<p><strong>Modelo:</strong> Ursula Hjordie<br />
<strong>Makeup/Hair:</strong> Tinoca<br />
<strong>Assistentes:</strong> Rita Braga, Marcio Oliveira, Daniel Camacho e Alexis Silva.</p>
<p>Abraços a todos os fotodgnianos e até breve! <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="Criando um estúdio a céu aberto em tempo nublado" /> </p>
<h2>Fernando Bagnola</h2>
<p><em>fotógrafo profissional de Moda &amp; Publicidade</em> <a href="http://www.fernandobagnola.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fernandobagnola.com%2F','www.fernandobagnola.com')">www.fernandobagnola.com</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Controle de qualidade, você faz?</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/controle-de-qualidade/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=controle-de-qualidade</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/controle-de-qualidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 19:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[controle de qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo é sobre um tema que converso com meus alunos e com outros fotógrafos  profissionais, e quanto mais levanto este assunto mais vejo que é totalmente incomum fotógrafos realizarem algum tipo de controle de qualidade sobre seu próprio trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo é sobre um tema que converso com meus alunos e com outros <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1%2F','fot%C3%B3grafos')">fotógrafos</a> profissionais, e quanto mais levanto este assunto mais vejo que é totalmente incomum fotógrafos realizarem algum tipo de <strong>controle de qualidade</strong> sobre seu próprio trabalho.</p>
<p>Quando eu falo em qualidade e ter algum controle sobre ela, não me refiro a olhar para as fotos e achá-las bonitas ou feias, bem compostas ou não, apagar as que não nos agradam e manter aquelas que nos fazem ter orgulho do momento captado, não é isso.</p>
<p>Estou me referindo a controle de qualidade preciso, mais próximo ao que é praticado pela indústria. O lado mais matemático e estatístico de um sistema de controle que normalmente é evitado ou desconhecido por fotógrafos.</p>
<p>A idéia é estabelecer um grupo de critérios e realizar uma contagem sobre eles, descobrindo porcentagens de erros e acertos para cada um em todos os trabalhos que você faz, ao longo do tempo você terá dados para saber onde erra mais e em quais assuntos você deve se aprimorar e corrigir as falhas.</p>
<p>Parece complicado mas não é, veja um exemplo de como proceder para implantar um eficiente sistema de qualidade em seu trabalho fotográfico:</p>
<p>Selecione alguns critérios técnicos, estes são sempre matemáticos, pouco afetados pela subjetividades do gostar ou não gostar. Os critérios básicos são foco, <a href="http://www.fotografia-dg.com/profundidade-de-campo-em-ingles-dof/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fprofundidade-de-campo-em-ingles-dof%2F','profundidade+de+campo')">profundidade de campo</a>, tremidos (tempo de obturador), exposição (fotometria), <a href="http://www.fotografia-dg.com/reducao-de-ruido-no-photoshop/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Freducao-de-ruido-no-photoshop%2F','ru%C3%ADdo+de+imagem')">ruído de imagem</a> (ISO) e balanço de branco (cor).</p>
<p>Com estes critérios você sabe se sua foto está focada, se a nitidez da área da profundidade de campo está adequada (e consequentemente se a escolha do <a href="http://www.fotografia-dg.com/abertura-do-diafragma/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fabertura-do-diafragma%2F','diafragma')">diafragma</a> foi correta), se há tremidos (e consequentemente se escolheu o tempo de obturador correto), se o ruído de imagem não prejudica a fotografia (para saber se sua escolha de <a href="http://www.fotografia-dg.com/sensibilidade-iso/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fsensibilidade-iso%2F','ISO')">ISO</a> foi adequada) e por fim se as cores são o que deveriam ser, devido a correta ou equivocada escolha de balanço de branco (white balance).</p>
<p>Coloque os critérios em uma planilha e faça uma contagem para lotes de 100 fotografias. Em cada 100 imagens, verifique quantos erros em cada aspecto técnico, some o total de falhas para ter usa porcentagem sobre o total de fotos.</p>
<p>Se em um lote de 100 imagens você errou, por exemplo, o foco de uma, detectou tremidos em três e teve cores ruins em dez, podemos concluir que é necessário treinar mais o balanço de branco e ter mais atenção com o tempo do obturador, no foco você parece ter uma boa precisão. Ao somarmos os resultados vemos que você cometeu 14 erros, ou seja, 14% das imagens não tem qualidade para serem entregues ao cliente.</p>
<p>Eu defendo que uma margem de erro de 1% é uma boa margem para <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-para-iniciantes/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografia-para-iniciantes%2F','fot%C3%B3grafos+iniciantes')">fotógrafos iniciantes</a>. Em cada 100 fotos, você pode errar apenas um aspecto técnico e uma única vez, tendo acertado todos os outros, algo como ter uma foto tremida enquanto as outras 99 estão bem focadas, bem expostas e com as cores adequadas.</p>
<p>Para que o controle dê certo e você tenha real conhecimento sobre suas falhas técnicas, esqueça que sua câmera tem um botão para apagar imagens, não apague, deixe para fazer isso em casa ao verificar o trabalho no computador. Complete sua planilha e assim tenha real noção de seus erros.</p>
<p>Na primeira vez em que realizar este controle levará um susto, perceberá que erra muito mais do que imagina, mas terá encontrado uma forma para guiar seus treinos e estudos para se tornar cada vez mais preciso e eficiente.</p>
<p>Recentemente fiz um trabalho que durou uma semana, e em seu todo teve pouco mais de 600 fotografias feitas. Destas, errei o tempo de obturador de uma, apenas uma que teve de ser apagada pois estava tremida. A câmera estava no tripé, mas ou esbarrei nele ou a trepidação de algum caminhão passando na rua gerou o movimento. Tudo o mais estava certo.</p>
<p>Pensei comigo: “<em>é apenas uma, errar é humano e ter falhado uma vez em mais de 600 é um bom resultado</em>”. Com este raciocínio em mente gravei o DVD com as fotos, imprimi as provas e levei para o cliente. Após dez ou quinze minutos examinando o material ele levanta os olhos e diz “<em>estou sentindo falta de uma fotografia, que mostre melhor esta parte da empresa</em>”. Era aquela foto, a tremida, maldita tremida. O trabalho inteiro foi aprovado com elogios, mas faltava uma. Entendi que mesmo um aparentemente ótimo resultado estatístico pode não ser suficiente e isto me fez ficar ainda mais atento.</p>
<p>Quando fiz a planilha pela primeira vez, há cinco ou seis anos, eu tinha uma margem de erro de quase 10%, ali defini uma meta de em um ano baixar para 1%. Treinei, estudei e procurei melhorar minha concentração a cada trabalho. Ao final do período eu tinha atingido o objetivo de ter apenas 1% de erro técnico, aí resolvi ir além e estabelecer outra meta, de 0,50%, depois 0,25%, ou seja, uma foto errada em cada 400 feitas. Quando atingi essa meta parei de realizar o controle até que chegou esse trabalho. Uma em 600 não foi suficiente.</p>
<p>Voltei às metas e a que quero atingir é ambiciosa, errar apenas uma em cada 1000 fotos.</p>
<p>Muitos podem apontar que ter uma foto tecnicamente perfeita não significa ter uma boa foto em mãos, e também podem dizer que uma excelente fotografia pode não estar perfeita dentro dos conceitos técnicos. Isso é verdade, há momentos em que você não terá tempo para um ajuste ideal e deverá conseguir a foto do jeito que for possível pois é melhor ter a imagem captada do que perder um momento que nunca irá se repetir, mas mesmo isso não impede que tentemos atingir a perfeição técnica, devemos aqui nos inspirar nos grandes esportistas, casos em que um milésimo de segundo ou um milímetro faz toda a diferença entre uma medalha de ouro ou uma derrota.</p>
<p>Por fim, devo dizer que é possível ter um controle de qualidade paralelo, sobre aspectos subjetivos como a estética, composição, a beleza das imagens, mas tenha a clareza de que controlar estatisticamente critérios subjetivos é mais complexo do que parece, uma boa foto hoje pode deixar de ser daqui um ano ou dois, depende de modas, de seu estado de espírito ou humor na hora em que verifica as fotos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3627" title="Viaduto do Chá e Shopping Light (9 fotos)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Viaduto-do-Chá-e-Shopping-Light-9-fotos.jpg" alt="Viaduto do Chá e Shopping Light 9 fotos Controle de qualidade, você faz?" width="619" height="259" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Viaduto do Chá e Shopping Light (9 fotos)<br />
por <a title="Link para a galeria de Armando Vernaglia" href="http://www.flickr.com/photos/armandovernaglia/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Farmandovernaglia%2F','Link+para+a+galeria+de+Armando+Vernaglia')" target="_blank">Armando  Vernaglia</a></h6>
<p>E você, adota algum controle de qualidade? Qual seu método? Comente, pergunte, opine, vamos trocar idéias para que todos possam melhorar seus trabalhos.<br />
<strong> </strong><br />
Voltamos a nos falar em 30 dias!</p>
<p><strong>[]’s</strong></p>
<p><strong> Armando Vernaglia Jr</strong><br />
E-mail: <a href="&#109;&#97;&#105;l&#116;o:&#99;o&#110;ta&#116;o&#64;v&#101;&#114;&#110;aglia.&#99;o&#109;.br">con&#116;a&#116;&#111;&#64;ver&#110;ag&#108;i&#97;&#46;co&#109;.&#98;&#114;</a><br />
Site: <a href="http://www.vernaglia.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.vernaglia.com.br%2F','www.vernaglia.com.br')" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
Blog: <a href="http://armandovernaglia.wordpress.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Farmandovernaglia.wordpress.com','armandovernaglia.wordpress.com')">armandovernaglia.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/VernagliaJr" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2FVernagliaJr','%40VernagliaJr')" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>História da fotografia no Brasil</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/historia-da-fotografia-brasil/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=historia-da-fotografia-brasil</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[história da fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[historia da fotografia no brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto a Europa durante o período do século XIX passava por profundas revoluções no universo artístico, cultural, intelectual e mesmo na essência humanística, no Brasil o invento de Daguerre era recebido com outra conotação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Como tudo começou&#8230;</h2>
<p>A segunda metade do século XIX acordou com a proliferação de uma invenção que soube, definitivamente, marcar o advento de um novo tempo. A pequena caixa de madeira, criada por <strong>Louis Mande Daguerre</strong>, em 1839, conseguiu realizar um sonho desejado há milênios. O homem conquistou um novo passo para a eternidade. Seu registro, após séculos de tentativas, adquiriu a dinâmica da reprodução do real.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3595" title="Louis Daguerre, 1839" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Louis-Daguerre-1839-224x300.jpg" alt="Louis Daguerre 1839 224x300 História da fotografia no Brasil" width="224" height="300" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Louis Daguerre, 1839</strong></h6>
<p>De todas as manifestações artísticas, a <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> foi a primeira a surgir dentro do sistema industrial. Seu nascimento só imaginável frente à possibilidade da reprodução. Pode-se afirmar que a fotografia não poderia existir conforme a conhecemos, sem o advento da indústria. Buscando atingir a todos. Por meio de novos produtos culturais, ela possibilitou a maior democratização do saber.</p>
<p>A fotografia, enquanto princípio fundamental já fora descrita por Platão na Antiga Grécia que, ao se encontrar no interior de uma caverna escura, viu imagens projetadas em sua parede.</p>
<p>Mesmo no Antigo Oriente, um árabe conhecido por Alhazen mencionava uma &#8220;tenda às escuras&#8221;, dentro da qual se podia observar o eclipse solar.</p>
<p>O sonho de poder embalsamar as imagens perdidas no tempo só se transformaria em realidade, apesar de todos os esforços, com o advento do Renascimento Cultural, na Europa. Em um quarto escuro, com um minúsculo orifício em uma de sua faces, o artista da época descobria como facilitar seu trabalho mimético, contornando com pincel a imagem refletida na parede oposta. Adaptar uma lente para &#8220;dar mais força à luz&#8221;, foi quase um nada, e o passo seguinte foi simplificar o suplício que era a caixa da <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera')">câmera</a> em si: torná-la mais leve e desmontável, e com o passar do tempo, reduzir seu tamanho, para garantir a melhor produção do artista.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3596" title="Nadar, um dos melhores fotógrafos parisienses" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Nadar-um-dos-melhores-fotógrafos-parisienses-249x300.jpg" alt="Nadar um dos melhores fotógrafos parisienses 249x300 História da fotografia no Brasil" width="249" height="300" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Nadar, um dos melhores fotógrafos parisienses,<br />
em auto-retrato, em meados do século XIX</strong></h6>
<p>Nadar Félix, aparece logo após o advento da fotografia, como o <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1%2F','melhor+fotografo')">melhor fotografo</a> de sua época.</p>
<p>Nadar, pseudónimo de Gaspard-Félix Tournachon (Paris, 5 de Abril de 1820 – Paris, 21 de Março de 1910) foi o fotógrafo, caricaturista e jornalista francês. E também o melhor fotografo retratista de seu período.</p>
<p>Estudou medicina em Lyon, França, mas devido à falência da editora do pai teve que abandonar os estudos e começar a trabalhar. Começou por escrever para jornais assinando os seus artigos com o pseudónimo «Nadar». Em 1842 foi viver para Paris, tendo começado por vender caricaturas aos jornais humorísticos.No princípio dos anos 50, Nadar já era considerado um fotógrafo de mérito, tendo mesmo aberto um estúdio.</p>
<p>Começou a ser conhecido devido às suas ações espectaculares. Mandou pintar o edifício onde se encontrava seu estúdio  e colocou na fachada um painel de 15  metros com o seu nome. O edifício, no boulevard des Capucines, no centro dos Grands Boulevards, tornou-se uma local de referência e o estúdio um ponto de encontro dos intelectuais parisienses.</p>
<p>Em 1854 acabou o seu primeiro «PanthéonNadar», um conjunto de dois painéis gigantes apresentando caricaturas de parisienses conhecidos. Foi ao preparar o seu segundo «PanthéonNadar», que começou a fotografar as personagens que tencionava caricaturar. É por isso que os retratos do ilustrador Gustave Doré e do poeta Charles Baudelaire, assim como os do escritor Théophile Gautier e do pintor Eugène Delacroix, todos realizados por volta de 1855, têm uma pose natural, que contrastava com as poses hirtas e formais dos retratos da época.</p>
<p>Nadar era um inovador e em 1855 patenteou a idéia de utilizar a fotografia aérea na cartografia. Tipo de fotografia que só conseguiu realizar três anos depois, em 1858, quando conseguiu tirar a primeira fotografia aérea de sempre de um balão.</p>
<p>Por volta de 1863, Nadar construíu um enorme balão de ar quente, com cerca de 6000 m3, chamado Le Géant (&#8220;O Gigante&#8221;), inspirando Júlio Verne na sua obra Cinq semaines en ballon (Cinco Semanas em Balão). Foi criada a &#8220;The Society for the Encouragement of Aerial Locomotion by Means of Heavier than Air Machines&#8221;, com Nadar como presidente, e Júlio Verne como secretário.</p>
<p>Em Abril de 1874, cedeu o seu estúdio de fotografia a um grupo de pintores (Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Cézanne, Berthe Morisot e Edgar Degas), numa altura em que o impressionismo era rejeitado pela crítica, o que lhes possibilitou apresentarem a primeira exposição de impressionismo, sem ser no Salon des Refusés (Salão dos Recusados).</p>
<p>Em 1885, fotografou Victor Hugo na sua cama, aquando a sua morte. É referido como sendo o autor (em 1886) da primeira &#8220;<a href="http://www.fotografia-dg.com/category/foto-zoom/entrevistas/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcategory%2Ffoto-zoom%2Fentrevistas%2F','entrevista+fotogr%C3%A1fica')">entrevista fotográfica</a>&#8221; (do químico Michel Eugène Chevreul). Tirou também fotografias com motivos eróticos.</p>
<h2>A nova invenção veio para ficar&#8230;</h2>
<p>A nova invenção veio para ficar. A Europa se viu aos poucos, substituída por sua <em>imagem fotográfica. </em>O mundo tornou-se, assim portátil e ilustrado.</p>
<p>O homem moderno diante desse novo cenário, não tinha mais tempo para ler. Tinha que ver para crer! Não podia mais contar com a lentidão e imperfeição das imagens produzidas artesanalmente por desenhistas e pintores de sua época.</p>
<h2>A chegada da fotografia no Brasil</h2>
<p>Enquanto a Europa durante o período do século XIX passava por profundas revoluções no universo artístico, cultural, intelectual e mesmo na essência humanística, no Brasil o invento de <strong>Daguerre </strong>era recebido com outra conotação.</p>
<p>Poucos meses se passaram da tarde de 19 de agosto de 1839, quando a invenção foi consagrada em Paris, para que a fotografia chegasse ao Rio de Janeiro em 16.01.1840, trazida pelo Abade Louis Compte, de posse de todo o material necessário para a tomada de vários daguerreótipos, conforme ilustra o Jornal do Commércio deste período:</p>
<p>&#8220;<em>É  preciso ter visto a cousa com os seus próprios olhos para se fazer idéia da rapidez e do resultado da operação. Em menos de 9 minutos, o chafariz do Largo do Paço, a Praça. do Peixe e todos os objetos circunstantes se achavam reproduzidos com tal fidelidade, precisão e minuciosidade, que bem se via que a cousa tinha sido feita pela mão da natureza, e quase sem a intervenção do artista.</em>&#8221; (Jornal do Comércio, 17.01.1840,p.2)</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3597" title="Abade Louis Compte, Rio de Janeiro, 1840" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Abade-Louis-Compte-300x240.jpg" alt="Abade Louis Compte 300x240 História da fotografia no Brasil" width="300" height="240" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto: Abade Louis Compte, Rio de Janeiro, 1840</strong></h6>
<p>Afastados geograficamente das metrópoles, o estágio de desenvolvimento do país era bem inferior àqueles das metrópoles européias. As novidades aqui eram muito bem recebidas, tornando- se moda num prazo bem curto de tempo. Os debates na Europa em relação a validade ou não da fotografia enquanto manifestação artística, comparada à pintura, não encontrariam espaço no Brasil durante as primeiras décadas. A sociedade brasileira do período do Império estava mais preocupada em usufruir a nova técnica, conhecida até então teoricamente, em se deixar fotografar do que em refletir sobre os aspectos artísticos e culturais do novo invento.</p>
<p>O Brasil desta época, agrário e escravocrata, tinha a sua economia voltada para a cultura do café, visando exclusivamente o mercado externo e dependendo dele para importações de outros produtos. A sociedade dominante ainda cultuava padrões e valores estéticos arcaicos, puramente acadêmicos, já ultrapassados em seus respectivos países de origem, que só seriam questionados e combatidos com a Semana de Arte Moderna de 1922.</p>
<p>Os Senhores do Café e a sociedade como um todo, tinham uma visão de mundo infinitamente estreita e só poderiam conceber a fotografia como mágica divertida, mais uma invenção européia maluca!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3598" title="D. Pedro II e familia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/D.-Pedro-II-e-familia.jpg" alt="D. Pedro II e familia História da fotografia no Brasil" width="517" height="451" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>D. Pedro II e familia</strong></h6>
<h2>A fotografia brasileira, de D. Pedro II a Santos Dumont</h2>
<p>Em 21 de Janeiro do mesmo ano, Compte dava uma demonstração especial para o Imperador D .Pedro II, registrando alguns aspectos da fachada do Paço e algumas vistas ao seu redor. Estes e muitos outros originais se perderam e já em novembro, surgem os primeiros classificados da venda de equipamentos fotográficos na Rua do Ouvidor, 90-A..</p>
<p>Desde o dia que Compte registrou as primeiras imagens no Rio de Janeiro, D Pedro II se interessou profundamente pela fotografia, sendo o primeiro fotografo brasileiro com menos que 15 anos de idade. Tornou-se praticante, colecionador e mecenas da nova arte. Trouxe os melhores fotógrafos da Europa, patrocinou grande exposições, promoveu a arte fotográfica brasileira e difundiu a nova técnica por todo o Brasil.</p>
<p>Os profissionais liberais da época, grandes comerciantes e outros donos de uma situação financeira abastada, já podiam se dedicar à fotografia em suas horas vagas. Para essa nova classe urbana em ascensão, carente de símbolos que a identificassem socialmente, a fotografia veio bem a calhar criando-lhe uma forte identidade cultural. O grande exemplo disso foi o jovem Santos Dumont.</p>
<p>Em suas constantes idas a Paris, Dumont apaixona-se por fotografia e compra seu primeiro equipamento fotográfico.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3599" title="Santos Dumont" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Santos-Dumont.jpg" alt="Santos Dumont História da fotografia no Brasil" width="321" height="220" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Santos Dumont</strong></h6>
<p>De volta ao Brasil, monta seu laboratório e aos poucos vai demonstrando interesse em registrar o vôo dos pássaros até conceber os primeiros princípios da aviação.</p>
<p>Daí para chegar ao 14 Bis e ao Relógio de Pulso foi um pequeno passo&#8230;</p>
<h2>A descoberta isolada no Brasil</h2>
<p>Por mais paradoxal que seja, foi justamente dentro desse cenário que o Brasil, do outro lado do Atlântico, disparava na frente das grandes metrópoles européias, descobrindo a fotografia no interior do Estado de São Paulo, em 15 de agosto de 1832.</p>
<p>A quase inexistência de recursos para impressão gráfica daquela época, levou Hércules Romuald Florence, desenhista francês, radicado no Brasil, a realizar pesquisas para encontrar fórmulas alternativas de impressão por meio da luz solar.</p>
<p>Francês, natural de Nice, Florence chegou ao Brasil em 1824 e durante os 55 anos que aqui viveu até a sua morte, na antiga Vila de São Carlos – Atual Campinas/SP, dedicou-se a uma série de invenções. Entre 1825 e 1829, participou como desenhista de uma expedição científica, para registrar a Fauna e Flora Brasileira, chefiada pelo Barão Georg Heirich von Langsdorff, cônsul geral da Rússia no Brasil. De volta da expedição, Florence casou-se com Maria Angélica Alvares Machado e Vasconcelos, em 1830.</p>
<p>Durante a década de 30, Florence deu sentido prático á sua descoberta que ele próprio denominou de  “Photographie”:  imprimia fotograficamente diplomas maçônicos, rótulos de medicamentos, bem como fotografara desde 1832 alguns aspectos de sua Vila, isto é, cinco anos antes do Inglês John Herschel, a quem a história sempre atribuiu o mérito de ter criado o vocábulo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3600" title="Hercules Florence" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Hercules-Florence.jpg" alt="Hercules Florence História da fotografia no Brasil" width="310" height="399" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Hercules Florence</strong></h6>
<p>Em 1833 Florence aprimora seu invento, e passa a fotografar com chapa de vidro e papel pré-sensibilizado para contato. Foi o primeiro a usar a técnica “Negativo/Positivo” empregado até hoje. Enfim, totalmente isolado, contando apenas com os seus conhecimentos e habilidade, e sem saber as conquistas de seus contemporâneos europeus, Népce, Daguerre e Talbot, Florence obteve em terras brasileiras o primeiro resultado fotográfico da história.</p>
<p>O Nitrato de Prata, agente sensibilizante e princípio ativo da invenção de Florence, tinha um pequeno inconveniente: a imagem após revelada, passava por uma solução “fixadora” que removia os sais não revelados, mantendo a durabilidade da imagem. Constatou que a amônia além de ter essa função, também reagia com os sais oxidados durante a revelação, rebaixando o contraste da imagem final. Conforme seu diário passou a usar a urina, rico em amônia como fixador “fiz isso por acaso”! De fato, um dia enquanto revelava, esqueceu e preparar o Fixador tradicional. Como a vontade e urina apareceram de rependente, não poderia abrir a porta de seu laboratório, com risco de velar seus filmes. Acabou urinando em uma banheira e na confusão, acidentalmente passou suas chapas para lá. Além de descobrir a própria fotografia, descobriu também o processo mais adequado para a fixação da imagem, que atualmente foi substituído pelo “Tiossulfato de Amônia” utilizado atualmente na fotografia Preto &amp; Branco, Colorida, Cinema, Artes Gráficas e Radiologia.</p>
<p>Alguns exemplares de Florence existem até hoje, e podem ser vistos no Museu da Imagem e do Som, SP. Sua contribuição, entretanto, só ficou sendo conhecida pelos habitantes de sua cidade, e por algumas pessoas na Capital de São Paulo e Rio de Janeiro, não surtindo, na época, qualquer outro tipo de efeito, conforme exaustivas pesquisas e investigações do Historiador Boris Kossoy.</p>
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		<title>Viagens e Fotografia</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-viagem/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=dicas-fotografia-viagem</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia de viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Este artigo irá servir essencialmente para dar algumas dicas e conselhos sobre fotografia de viagem, com base na minha experiência pessoal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fascínio de conhecer e desvendar novos mundos, de poder partilhar e experienciar novas emoções, sensações e culturas está enraizado em nós portugueses, desde a nossa gloriosa época dos descobrimentos.</p>
<p>É algo muito nosso e foi esse fascínio pelo desconhecido que nos moveu na descoberta de quase meio mundo, sem medo de desvendar e percorrer caminhos nunca antes trilhados, levando-nos de encontro a diferentes povos e culturas, sem saber muito bem o que esperar.</p>
<p>Como que uma herança, esse fascínio passou de geração em geração até aos nossos dias e eu não fujo à regra e sinto essa necessidade, essa tentação, esse desejo e sempre que me é possível, ponho a mochila às costas e aí vou eu de encontro a um país, a uma cultura que seja novidade para mim.</p>
<p>Este artigo irá servir essencialmente para dar algumas dicas e conselhos sobre <strong>fotografia de viagem</strong>, com base na minha experiência pessoal.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3610" title="Cavalos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Cavalos.jpg" alt="Cavalos Viagens e Fotografia" width="448" height="298" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Parque Nacional de Auvergne &#8211; França</strong></h6>
<h2>Saber gerir expectativas</h2>
<p>Recordo com saudade a minha viagem à Suíça, não só pela beleza do país, um autêntico paraíso para os fotógrafos de paisagem, onde as montanhas, os lagos, os rios e as enormes cascatas entre outras belezas naturais, fazem as delícias de qualquer fotógrafo, mas também porque foi uma das lições mais duras que tive de enfrentar até hoje no que diz respeito à <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a>.</p>
<p>Tudo indicava que iria ser a viagem perfeita para regressar a casa com imagens de raríssima beleza. Confesso que elevei, e muito, as minhas expectativas com base em imagens que através da internet fui visualizando de <a href="http://www.fotografia-dg.com/vinicius-matos-e-um-dos-50-melhores-fotografos-de-casamento-do-mundo-em-2009/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fvinicius-matos-e-um-dos-50-melhores-fotografos-de-casamento-do-mundo-em-2009%2F','fot%C3%B3grafos')">fotógrafos</a> locais e essa possibilidade fez com que tratasse da viagem ao detalhe, não descurando o mais ínfimo pormenor.</p>
<p>Ao fim de alguns dias na Suíça, e não foram precisos muitos, rapidamente percebi que dificilmente iria trazer as imagens com que meses antes tinha sonhado. Em primeiro lugar era difícil, para não dizer quase impossível estar na chamada “<em>golden hour</em>” nos melhores locais, sobretudo por questões de logística, depois e porque ao contrário do que acontece na nossa área de residência, não poderia voltar a muitos desses locais e repetir assim, a imagem que um dia antes não tinha ficado de acordo com o pretendido. Para finalizar, a luz que eu imaginara apanhar com base em imagens que anteriormente tinha visualizado, nem sempre acontecia apenas e só porque eu estava lá!</p>
<p>Após regressar da Suíça, nos primeiros dias foi difícil conviver com a triste realidade que do ponto de vista fotográfico os objectivos a que me tinha proposto tinham ficado longe de ser atingidos, mas retive três ideias essenciais para o futuro:</p>
<ul>
<li>Não poder delinear objectivos com base em imagens de <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1%2F','fot%C3%B3grafos')">fotógrafos</a> que estão num local o ano inteiro e que podem visitar e revisitar o mesmo local, vezes sem conta, tal e qual como eu faço por exemplo em relação ao Parque Natural Sintra Cascais;</li>
</ul>
<ul>
<li>Sendo eu um amante confesso da <a href="http://www.fotografia-dg.com/10-dicas-para-fotografia-de-paisagem/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F10-dicas-para-fotografia-de-paisagem%2F','fotografia+de+paisagem')">fotografia de paisagem</a>, tive de aprender a tirar partido do que as situações do dia-a-dia nos podem proporcionar não ficando única e exclusivamente “preso” à espera do nascer e do pôr-do-sol para fotografar, passando assim a incluir no meu estilo de fotografia o mero registo documental;</li>
</ul>
<ul>
<li> Dar mais valor aos locais da minha área de residência e, ai sim, aumentar o nível de exigência em relação às imagens que obtenho.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3611  aligncenter" title="Jaipur - Índia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Jaipur-Índia.jpg" alt="Jaipur Índia Viagens e Fotografia" width="323" height="448" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Jaipur &#8211; Índia</strong></h6>
<h2>O equipamento</h2>
<p>Outra questão fundamental quando se prepara uma viagem, é o equipamento a levar na mochila.</p>
<p>Esta é uma questão pertinente para o fotógrafo. Ao contrário do que leio em muitos livros e revistas da especialidade, que aconselham que sejamos práticos e que levemos a nossa mochila o mais leve possível, eu levo sempre o meu material todo. É apenas uma questão de compromisso, mas prefiro ter mais peso na mochila do que me arrepender por não levar determinado equipamento.</p>
<h3>Lista de equipamento que normalmente levo na mochila:</h3>
<ul>
<li>Se possível, deve-se levar duas <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mara+fotogr%C3%A1fica')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2maras')">câmaras</a>. Por dois motivos: em caso de avaria existe sempre uma alternativa e ainda permite que em cada uma das câmaras tenha objectivas com diferentes distâncias focais;</li>
</ul>
<ul>
<li>Levar <a href="http://www.fotografia-dg.com/objectiva/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fobjectiva%2F','objectivas')">objectivas</a> que cubram as distâncias focais mais comuns: grande angular (10-20 mm), lente intermédia (28 – 135 mm) e teleobjectiva (70 – 300mm);</li>
</ul>
<ul>
<li>Vários cartões de memória;</li>
</ul>
<ul>
<li>Pelo menos 2 discos portáteis para descarregar as imagens. Fazer sempre copia do mesmo cartão de memória nos 2 discos, garantindo assim que, se um dos discos portáteis avariar, existe sempre uma cópia de tudo o que foi fotografado;</li>
</ul>
<ul>
<li>No mínimo 2 baterias por cada <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mara+fotogr%C3%A1fica')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2maras')">câmara fotográfica</a>;</li>
</ul>
<ul>
<li> Tripé, cabo disparador e filtros (polarizador, graduados e graduados de densidade neutra);</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3612" title="Guilin - China" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Guilin-China.jpg" alt="Guilin China Viagens e Fotografia" width="299" height="448" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Guilin &#8211; China</strong></h6>
<h2>Outras dicas</h2>
<p>Para finalizar o artigo, deixo ainda uma pequena lista com algumas <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/artigos-fotografia/dicas-e-tecnicas-de-fotografia/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcategory%2Fartigos-fotografia%2Fdicas-e-tecnicas-de-fotografia%2F','dicas')">dicas</a> que julgo úteis antes e durante a viagem.</p>
<h3>Antes da Viagem:</h3>
<ul>
<li>Planear a viagem de forma a conhecer o melhor possível os locais com mais potencial fotográfico. Com a ajuda da internet e do inevitável Google Earth, quase que é possível conhecer um local sem nunca lá ter estado antes;</li>
</ul>
<ul>
<li>Analisar no Google Earth, qual a orientação do sol no nascer e pôr-do-sol;</li>
</ul>
<ul>
<li>Ter planos sensatos durante a viagem e não querer visitar e conhecer tudo, diminui e muito a probabilidade de se vir a obter boas imagens;</li>
</ul>
<h3>Durante a Viagem:</h3>
<ul>
<li>Não procurar fazer imagens apenas artísticas. Fazer também imagens documentais, permitindo assim ter um conjunto final de imagens bastante diversificado;</li>
</ul>
<ul>
<li>Procurar locais pouco fotografados e não ter medo de inovar, por vezes conseguem-se boas surpresas;</li>
</ul>
<ul>
<li>Levantar cedo e fotografar o nascer-do-sol, nunca se sabe o que realmente pode acontecer, desde que se tenha um plano prévio daquilo que se irá fotografar.</li>
</ul>
<ul>
<li>Consoante o local, ter um plano diário de locais para fotografar o pôr-do-sol;</li>
</ul>
<ul>
<li>Se necessário, contratar um guia / tradutor uma vez que facilita a descoberta de sítios mais recônditos e facilita também a comunicação com os locais;</li>
</ul>
<ul>
<li>Se possível, passar vários dias na mesma área, para melhor perceber como funciona a luz no nascer e no pôr-do-sol. Permite ainda corrigir eventuais erros que surjam numa 1ª tentativa;</li>
</ul>
<ul>
<li>Ter sempre presente que mais vale uma boa imagem de um determinado local, do que várias imagens razoáveis;</li>
</ul>
<ul>
<li> Não ter receio de abordar os nativos no sentido de os fotografar;</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3613" title="Ilha de Skye - Escócia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/Ilha-de-Skye-Escócia.jpg" alt="Ilha de Skye Escócia Viagens e Fotografia" width="293" height="448" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Ilha de Skye &#8211; Escócia</strong></h6>
<p>Texto e imagens por <strong>Nuno Luís</strong>, membro da equipa <strong>FOTONATURE</strong>.<a href="http://www.nunoluis.net/" target="_blank"><br />
www.foto-nature.com<br />
www.nunoluis.net</a></p>
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		<title>Entre o “analógico” e o “digital”: experimente!</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Prado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotografia digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho de uma geração fotográfica analógica, onde grande parte do processo do trabalho na fotografia era mais “manual” do que essa nova realidade digital, que vivemos atualmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho de uma geração fotográfica analógica, onde grande parte do processo do trabalho na fotografia era mais “manual” do que essa nova realidade digital, que vivemos atualmente. Não posso afirmar ter sido melhor ou pior, mas acredito que quem vivenciou essa fase tem uma base mais completa, no que se refere à vivência do processo histórico da fotografia e até mesmo na parte da prática  fotográfica.</p>
<p>O fotógrafo precisava de um maior conhecimento sobre todos os processos de um trabalho fotográfico (luz, composição, equipamento, finalização etc), já que não poderia analisar o resultado de maneira imediata (hoje possível através dos visores dentre outros recursos da “Era Digital”). Ter que, por exemplo, repetir todo trabalho poderia gerar grandes prejuízos ou ser inviável. Os resultados/fotos eram vistos muitas vezes dias após a execução do trabalho, o erro precisava ser evitado com conhecimento e “domínio” pleno da fotografia.  Era uma realidade bem diferente da que vivemos atualmente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3583" title="Filmes fotográficos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-1_MateriaDG1.jpg" alt="foto 1 MateriaDG1 Entre o “analógico” e o “digital”: experimente!" width="615" height="395" /></p>
<p>Contudo, é inegável que o fotógrafo analógico teve como grande diferencial a precisão e vivenciou o lado “romântico” da fotografia, revelação, laboratório, filmes etc. Ainda é possível praticar um pouco esse processo, mas a cada dia se torna mais dificultoso encontrar filmes, papel, químicos etc. Acho válido para toda a “Geração Digital” a prática da <strong>fotografia analógica</strong>. Então, experimente!</p>
<p>Para já começar a brincar um pouco com essas duas fases da fotografia  vou seguir com uma dica de software/plugin de edição da empresa Alien Skin Software: o Exposure, que já está na versão 3 e traz ferramentas de edição baseada nos filmes fotográficos para o mundo digital. Vale a pena conferir um pouco das algumas variações de resultados que vivenciávamos na “Era Analógica” no que se refere a filmes e técnicas de revelação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3584" title="Alien Skin Exposure" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-2_-Alien-Skin-Exposure.jpg" alt="foto 2  Alien Skin Exposure Entre o “analógico” e o “digital”: experimente!" width="615" height="471" /></p>
<p>São mais de 500 técnicas analógicas: processos cruzados, filmes, cromos, Polaroid, Daguerriótipo, Vintage etc. Para cada processo, você pode modificar resultados de acordo com seus objetivos e criatividade. O resultado são fotos que parecem ter sido feitas pelo processo de filmes e processo laboratorial analógico. O plugin funciona muito bem com o <a href="http://www.fotografia-dg.com/adobe-anuncia-o-lancamento-do-photoshop-cs5/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fadobe-anuncia-o-lancamento-do-photoshop-cs5%2F','Photoshop')">Photoshop</a> e tem integração <a href="http://www.fotografia-dg.com/manual-lightroom/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmanual-lightroom%2F','Lightroom')" target="_blank">Lightroom</a>.  Para maiores informações, acesse o site do fabricante: <a href="http://www.alienskin.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.alienskin.com%2F','www.alienskin.com')" target="_blank">www.alienskin.com</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3585" title="Alien Skin Exposure - Cores" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-3_Alien-Skin-Exposure_cores.jpg" alt="foto 3 Alien Skin Exposure cores Entre o “analógico” e o “digital”: experimente!" width="615" height="901" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3586" title="Alien Skin Exposure - Preto e Branco" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-4_Alien-Skin-Exposure_pretoebranco.jpg" alt="foto 4 Alien Skin Exposure pretoebranco Entre o “analógico” e o “digital”: experimente!" width="615" height="901" /></p>
<p><strong><em>Por Bruna Prado</em></strong><em><br />
Site: <a href="http://www.brunaprado.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2F','www.brunaprado.com.br')" target="_blank">www.brunaprado.com.br</a><br />
Blog com dicas e artigos: <a href="http://www.brunaprado.com.br/blog" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2Fblog','www.brunaprado.com.br%2Fblog')" target="_blank">www.brunaprado.com.br/blog</a><br />
E-mail: <a href="&#109;ail&#116;o:cont&#97;&#116;o&#64;&#98;&#114;una&#112;&#114;a&#100;o&#46;&#99;&#111;&#109;&#46;b&#114;">&#99;&#111;&#110;&#116;&#97;t&#111;&#64;&#98;&#114;&#117;n&#97;&#112;&#114;ad&#111;.&#99;&#111;&#109;.&#98;r</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/brunaprado" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fbrunaprado','%40brunaprado')" target="_blank">@brunaprado</a></em></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 2 de 4)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 18:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada foi publicado aqui no Fotografia DG a primeira parte do artigo "Fotógrafos brasileiros mais consagrados". Hoje estamos de volta e vamos dar continuidade a esta matéria divulgando mais 10 grandes fotógrafos brasileiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada foi publicado aqui no Fotografia DG a primeira parte do artigo &#8220;<a rel="bookmark" href="../fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/">Fotógrafos brasileiros mais consagrados</a>&#8220;. Hoje estamos de volta e vamos dar continuidade a esta matéria divulgando mais 10 grandes <strong>fotógrafos brasileiros</strong>.</p>
<p>Se por ventura não quiser perder pitada dos próximos artigos, <a style="text-decoration: line-through;" onclick="return  TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.twitter.com%2Ffotografiadg','siga-nos+no++Twitter')" rel="nofollow" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.twitter.com%2Ffotografiadg','siga-nos+no++Twitter')" target="_blank">siga-nos no  Twitter</a> ou <a style="text-decoration: line-through;" onclick="return  TrackClick('http%3A%2F%2Fforms.aweber.com%2Fform%2F97%2F1432359197.htm','assine+os+nossos+conte%C3%BAdos+por+email')" rel="nofollow" href="http://forms.aweber.com/form/97/1432359197.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fforms.aweber.com%2Fform%2F97%2F1432359197.htm','assine+os+nossos+conte%C3%BAdos+por+email')" target="_blank">assine os nossos conteúdos por email</a>.</p>
<h2>1 &#8211; Clicio Barroso Filho</h2>
<p><strong><em>Nascimento: </em></strong><em>São Paulo – SP , 1950</em><strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong> Produtos, Beleza e Moda</p>
<p><strong><em>Biografia:</em></strong> <a href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-fotografo-clicio-barroso/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fentrevista-fotografo-clicio-barroso%2F','Clicio+Barroso')">Clicio Barroso</a> começou a trabalhar em 1974 de câmera de cinema na Sonima, com George Füster e Rudolf Iksey, ao mesmo tempo em que cursava a escola de fotografia profissional <em>Camera Photoagentur/Nikon School. </em>Em 1975, foi contratado pela <em>Editora Abril</em> para ser assistente de fotógrafo, onde permaneceu um ano antes de embarcar para Nova York e estagiar em diversos estúdios de moda e publicidade. De volta ao Brasil foi contratado pela MPM Propaganda, fotografando para esta renomada agência até 1980 quando decidiu abrir seu próprio estúdio. Durante dois anos trabalhou para várias agências de publicidade até se mudar para Madri, na Espanha. Após sete anos trabalhando na Espanha, Grécia, Itália e Portugal para inúmeras publicações de moda e agências de propaganda voltaram ao país e abriu um novo estúdio, desta vez em São  Paulo, onde trabalha até hoje. Atualmente, além de fotografar para revistas e agências, realiza trabalhos de computação gráfica e web design.</p>
<h2>2 &#8211; Cristiano Mascaro</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Catanduva, SP, 1944<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Retrato, Arquitetura e Urbanismo</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Formado em arquitetura, obteve o título de Mestre (1986) e Doutor (1994) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde dirigiu o Laboratório de Recursos Audiovisuais entre 1974 e 1988. Trabalhou como repórter fotográfico na revista Veja de 1968 a 1972. Foi professor de <a href="http://www.fotografia-dg.com/breves-consideracoes-sobre-fotojornalismo-parte-1-de-3/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fbreves-consideracoes-sobre-fotojornalismo-parte-1-de-3%2F','fotojornalismo')">fotojornalismo</a> da Enfoco Escola de Fotografia (1972 a 1975) e de comunicação visual na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1976 a 1986). Recebeu o prêmio Eugène Atget, Musée de l’Art Moderne de la Ville de Paris (1985), a Bolsa Vitae de Artes/Fotografia (1989) e o prêmio de melhor exposição de fotografia da Associação Paulista de Críticos de Arte (1996). Desenvolve trabalho de expressão pessoal, fotografando as cidades e sua arquitetura.</p>
<h2>3 &#8211; Dimitri Lee</h2>
<p><strong><em>Nascimento: </em></strong>São Paulo, SP, 1961<em><br />
<strong>Área de atuação:</strong> </em>Publicidade e Moda</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Autodidata, começou a carreira trabalhando como assistente nos estúdios da Editora Abril em 1978, onde atuou até 1980. Em 1981 montou estúdio próprio e começou a trabalhar com publicidade, atendendo as principais agências do Brasil. Em 2000 começou a utilizar o formato panorâmico em projetos de expressão pessoal.  Em 1995, criou o primeiro provedor de Internet exclusivamente baseado em Macintosh no Brasil em parceria com a Apple. Embora tenha muita experiência em informática, tem resistência no seu uso em fotografia, preferindo usar filme de grande formato.</p>
<h2>4 &#8211; Egberto Nogueira</h2>
<p><strong><em>Nascimento: </em></strong>Santos, SP, 1966<em><br />
<strong>Área de atuação:</strong> </em>Fotojornalismo</p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Cursou Sociologia durante três anos na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Iniciou sua carreira de <a href="http://www.fotografia-dg.com/tag/fotojornalismo/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ftag%2Ffotojornalismo%2F','fotojornalista')">fotojornalista</a> na Agência Angular. Trabalhou para as agências <em>Reuters, France Press</em> e para <a href="http://www.revistasejornaisonline.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.revistasejornaisonline.com.br%2F','revistas+e+jornais')" target="_blank">revistas e jornais</a> como <em>Time, The Face, L´Express, Boston Globe e The Independent</em>. Em 1991 foi contratado pela <a href="http://www.revistasejornaisonline.com.br/jornal-revista/veja.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.revistasejornaisonline.com.br%2Fjornal-revista%2Fveja.php','revista+Veja')" target="_blank">revista <em>Veja</em></a>, onde desenvolveu trabalho de cunho social. Recebeu prêmio do Conselho Médico Federal com ensaio sobre o sistema médico no Brasil (1993) e o Prêmio Abril de Jornalismo (1995) com ensaio sobre a campanha presidencial de Fernando Henrique Cardoso. Desde 1999 atua como <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografo-profissional-mitos/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografo-profissional-mitos%2F','fot%C3%B3grafo+profissional')">fotógrafo profissional</a> independente e criou, em 2001, a Imã Foto Galeria em parceria com Kiko Ferrite.</p>
<h2>5 &#8211; Enio Leite</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> São Paulo, Sp, 1953<strong><em><br />
Área de atuação: </em></strong><em>Fotografia educacional, fotografia autoral, fotojormanimo, moda e publicidade.</em></p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em><a href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-a-enio-leite-um-dos-maiores-nomes-da-educacao-fotografica-no-brasil/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fentrevista-a-enio-leite-um-dos-maiores-nomes-da-educacao-fotografica-no-brasil%2F','Enio+Leite')">Enio Leite</a> foi fotografo de imprensa desde 1967, prestando serviços para os Diários Associados e professor do Sesc e do Curso de Artes Fotográficas Senac Dr. Vila Nova, São Paulo. Fotografo do Jornal da Tarde em 1972 -1973. Em 1975, funda a Focus &#8211; Escola de Fotografia. Professor de fotografia publicitária da Escola Superior de Propaganda e Marketing, (ESPM), 1982/84. Mestre em Ciências da Comunicação em 1990, pela Escola de Comunicação e Artes, USP. Doutor em Fotografia Publicitária, em 1993, pela UNIZH , Suíça.</p>
<p>Atualmente leciona em várias universidades e atua como fotografo independente em agencias de propaganda e agencias internacionais de notícias. Colabora com artigos sobre fotografia e filosofia da imagem para veículos nacionais e internacionais.</p>
<h2>6 &#8211; Evandro Teixeira</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> Santa Inês-BA, 1945<strong><em><br />
Área de atuação: </em></strong>Fotojornalismo</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Inicia a carreira na área de fotojornalismo no jornal <em>Diário da Noite &#8211; RJ, </em>na qual se radica e onde vive desde então. Transfere-se para o <em>Jornal do Brasil</em> em 1963, ali permanecendo até hoje. Extremamente versátil, destaca-se em diversos campos da cobertura jornalística, desde os temas políticos até a <a href="http://www.fotografia-dg.com/livro-fotografia-de-esportes-de-ivo-gonzalez/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Flivro-fotografia-de-esportes-de-ivo-gonzalez%2F','fotografia+de+esporte')">fotografia de esporte</a>. No primeiro caso, fotografa a chegada do general Castello Branco ao forte Copacabana durante o golpe militar de 1964, a repressão ao movimento estudantil no Rio de Janeiro, em 1968, e a queda do governo Salvador Allende no Chile, em 1973. No segundo, cobre várias Olimpíadas e Copas do Mundo, realizando, em 1991,  a mostra itinerante Seul &amp; Cia., congregando suas fotografias no campo do esporte. É autor dos livros <em>Fotojornalismo</em> e <em>Canudos 100 anos</em>.</p>
<h2>7 &#8211; Elza Lima</h2>
<p><strong><em>Nascimento: </em></strong>Belém, PA, 1952<strong><em><br />
Área de Atuação:</em></strong> Foto Documental</p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Formada em história pela Universidade Federal do Pará, Belém (1979), começou a fotografar profissionalmente em 1985, atuando na área da fotografia documental. Participou do projeto Fotoativo de documentação do núcleo histórico da cidade de Belém (1985). Trabalhou na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, onde criou um acervo fotográfico das manifestações culturais da Amazônia e, em convênio com a Fundação Nacional do Índio, realizou a documentação fotográfica das tribos indígenas da Amazônia Legal. Recebeu o Prêmio José Medeiros, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1991); bolsa do Kunstmuseum des Kantons Thurgau, Suíça (1995), onde residiu por seis meses; o Prêmio Marc Ferrez, da Funarte (1996); e a Bolsa Vitae de Artes/Fotografia (2000). Integra o Conselho Curador da Galeria de Arte da Universidade da Amazônia, Belém, desde a sua criação em 1993.</p>
<h2>8 &#8211; Felipe Hellmeister</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Rio de Janeiro, RJ, 1952<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Publicidade</p>
<p><strong><em>Biografia</em></strong><em><strong>:</strong> </em>Foi assistente do fotógrafo Miro no período1992-93, em 1994-95 é fotógrafo contratado da DPZ Propaganda. Em 1996 forma-se em Cinema pela Fundação Alvares Penteado e passa a atuar como fotógrafo <em>freelancer</em> para publicações editoriais e agências de publicidade. Recebeu o Prêmio Conrado Wessel, 3º lugar, 2005 e o Prêmio Porto-Seguro de Fotografia, Categoria São Paulo, 2008.</p>
<h2>9 &#8211; Geraldo de Barros</h2>
<p><strong><em>Nascimento: </em></strong>Chavantes SP 1923 &#8211; São Paulo SP 1998<strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong> Fotografia Experimental, Artista Plástico</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Estuda desenho e pintura, a partir de 1945, nos ateliês de Clóvis Graciano, Yoshiya Takaoka e Colette Pujol. Em 1946, faz suas primeiras fotos com uma câmera construída por ele mesmo. Inicialmente, fotografa jogos de futebol na periferia de São Paulo. Ainda nesse período, realiza experimentações que consistem em interferências no negativo, como cortar, desenhar, pintar, perfurar, solarizar e sobrepor imagens. É um dos fundadores do Grupo 15, ateliê instalado no centro da cidade em 1947, onde constrói um laboratório fotográfico. No mesmo ano, ingressa no Foto Cine Clube Bandeirantes &#8211; FCCB, principal núcleo da fotografia moderna brasileira. Realiza a exposição Fotoformas em 1950. Sua trajetória artística o coloca na linha de frente da fotografia experimental. Em 1951, com bolsa do governo francês vai para Paris, onde estuda litografia na École National Superiéure des Beaux-Arts.</p>
<h2>10 &#8211; German Lorca</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1922<em><br />
<strong>Área de Atuação:</strong> </em>Foto Publicidade</p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Formou-se em ciências contábeis pelo Liceu Acadêmico em 1940. Em 1948 se filiou ao Foto Cine Clube Bandeirante. Investiu na sua própria formação e começou a registrar a paisagem da cidade de São Paulo. Exerceu a atividade de contador até 1952, ano em que abriu seu próprio estúdio fotográfico e foi contemplado com o Prêmio Alexandre Del Conte por ocasião da Exposição Internacional de Buenos Aires, Argentina. Foi fotógrafo oficial das comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo (1954) e passou a dedicar-se exclusivamente à fotografia, atuando principalmente na área de publicidade. Conquistou vários prêmios nesta área como Medalha ao Mérito (1961) e Menção Honrosa (1962) concedidos pelo Art Directors Club de Miami (Estados Unidos) e Prêmio Colunistas (1986 e 1989) da revista Meio &amp; Mensagem, entre outros. Em 1966 construiu um dos maiores estúdios de fotografia publicitária de São Paulo. Paralelamente, sempre desenvolveu trabalhos de expressão pessoal em fotografia e registrou as transformações da cidade de São Paulo ao longo do século 20.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Estes foram os segundos 10 nomes sonantes de fotógrafos do Brasil, não  perca brevemente a terceira parte do artigo!</p>
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		<title>O Segredo das fotografias noturnas</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/paisagens-fotografias-noturnas/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=paisagens-fotografias-noturnas</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/paisagens-fotografias-noturnas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Huaine Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia noturna]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias noturnas]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem noturna]]></category>
		<category><![CDATA[paisagens noturnas]]></category>

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		<description><![CDATA[Paisagens noturnas são para muitos, encantadoras. Registrar uma paisagem  durante a noite pode ser um desafio, mas sabendo as técnicas é possível conseguir um resultado muito bonito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paisagens noturnas são para muitos, encantadoras. Registrar uma <a href="http://www.fotografia-dg.com/10-dicas-para-fotografia-de-paisagem/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F10-dicas-para-fotografia-de-paisagem%2F','paisagem')">paisagem</a> durante a noite pode ser um desafio, mas sabendo as técnicas é possível conseguir um resultado muito bonito.</p>
<p>Apresento a seguir, meu pequeno passo a passo para realizar <strong>paisagens noturnas</strong> com qualidade.</p>
<p><strong>1 – Tripé sempre. </strong>É possível sim, se você for mão-firme realizar uma paisagem com pouca luz, segurando a câmera na mão. Mas se a intenção é uma <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> realmente nítida, o ideal é usar um tripé, que manterá a câmera firme (por isso é importante que ele seja relativamente pesado) durante toda a exposição.</p>
<p><strong>2 – Controle remoto da câmera.</strong> Mesmo que a sua câmera esteja firme e forte em cima de um tripé, nada disso adianta se durante o apertar do obturador, você movê-la um pouquinho. A foto poderá ficar um pouco borrada, ainda que quase imperceptível. O resultado pode ser muito melhor se você utilizar um controle remoto para acionar o obturador, assim a câmera ficará com toda certeza <strong>imóvel</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3519" title="foto-nocturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-nocturna.jpg" alt="foto nocturna O Segredo das fotografias noturnas" width="619" height="414" /></p>
<p><strong>Dica:</strong> Não tem um controle remoto? Não tem problema, você pode usar o timer! Componha a foto, regule velocidade e abertura e então programe para <a href="http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcamera-fotografica%2F','c%C3%A2mera')">câmera</a> disparar em 5seg. Assim há tempo para você se distanciar do tripé e impedir que a câmera balance.</p>
<p><strong>3 – Desligue o estabilizador de imagem.</strong> Sabe essa função de evitar tremidos da mão do fotógrafo? Ao fotografar no tripé, essa função fica confusa, pois a câmera já estará 100% imóvel. O resultado, com o estabilizador ligado, pode ser justamente o <strong>oposto</strong>. Fiz o teste há um tempo. Fotografei com o VR (sistema de estabilização de imagem da Nikon) ligado usando tripé. Depois reproduzi a imagem com o mesmo desligado.</p>
<p>Veja a diferença:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3520" title="fotografia-nocturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/fotografia-nocturna.jpg" alt="fotografia nocturna O Segredo das fotografias noturnas" width="619" height="294" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>4 – Pequenas aberturas e foco infinito.</strong> Em fotografia de paisagens de modo geral, essa dica se aplica muito bem. Em <strong>fotografias noturnas</strong>, a pequena abertura dá um efeito muito bacana. Além da profundidade de campo aumentar, os pontos de luz na foto, devido à aberturinha, ficam muito bonitos. Às vezes ficam assim, parecendo estrelinhas. Nessa foto usei abertura f/22 para conseguir este efeito.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3521" title="fotografia-noturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/fotografia-noturna.jpg" alt="fotografia noturna O Segredo das fotografias noturnas" width="619" height="414" /></p>
<p><strong>5 – ISO baixo e longa exposição.</strong> Vamos pensar bem, se sua câmera está paradinha, não existe nenhum motivo para que essa exposição tenha que ser rápida. Pensando melhor, não há nenhum motivo para aumentarmos o <a href="http://www.fotografia-dg.com/sensibilidade-iso/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fsensibilidade-iso%2F','ISO')">ISO</a>, então!</p>
<p>Sempre que faço fotos no tripé, de motivos imóveis (paisagens são um exemplo, mas poderia ser <em>still</em> também), uso o menor ISO disponível, normalmente o 100. Assim terei o máximo de nitidez em minhas fotos. A longa exposição (que nesse caso será regra, conseqüente do ISO baixo), só dará um efeito ainda mais legal, como as luzes ‘riscadas’ dos carros, por exemplo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3522" title="foto-noturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/07/foto-noturna.jpg" alt="foto noturna O Segredo das fotografias noturnas" width="619" height="414" /></p>
<p>Por ultimo, mas não menos importante&#8230;</p>
<p><strong>6 – Nem pensar em usar configurações automáticas</strong>. Sou uma grande defensora de sistemas facilitadores, como os modos pré-programados. Mas no caso da fotografia noturna, a sua câmera <strong>não é tão inteligente assim</strong>, para saber o que você pretende registrar. O mais provável é que ela dispare o flash, aumente o ISO e consiga um resultado que certamente não é o que você espera.</p>
<p><strong>Para os menos experientes, sugiro o seguinte:</strong></p>
<ul>
<li>coloque no tripé e componha a imagem;</li>
<li>ajuste o ISO para o mais baixo possível;</li>
<li>use prioridade de abertura e diminua o f/stop;</li>
<li> deixe o tempo por conta do fotômetro, que diante dessa configuração usada, aumentará bastante o tempo de exposição;</li>
</ul>
<p><strong>Huaíne Nunes</strong><br />
E-mail: <a href="&#109;&#97;&#105;&#108;to&#58;&#99;&#111;&#110;&#116;&#97;&#116;o&#64;h&#101;rm&#101;sc&#101;&#114;&#101;&#108;l&#105;&#46;&#99;&#111;m&#46;b&#114;" target="_blank"></a><a href="&#109;&#97;ilto:&#104;u&#97;n&#117;&#110;e&#115;&#64;g&#109;ai&#108;&#46;c&#111;m">&#104;u&#97;&#110;u&#110;&#101;s&#64;&#103;m&#97;i&#108;.&#99;om</a><br />
Site: <a href="http://huainenunes.wordpress.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fhuainenunes.wordpress.com%2F','www.huainenunes.wordpress.com')" target="_blank">www.huainenunes.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/huaine" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fhuaine','%40huaine')" target="_blank"><span style="text-decoration: line-through;">@</span>huaine</a></p>
<h5><strong>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></h5>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é a “Caixa de Luz” para Retratos e Moda</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 14:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Bagnola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[caixa de luz]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[retratos]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo “Caixa de Luz” define uma área onde qualquer posição (ou pose) está garantidamente bem iluminada e, principalmente, com a mesma fotometria. Isso acontece porque forma-se uma “caixa de segurança” com várias fontes de luz dispostas ao redor e o mais emocionante é que sempre há uma variação significativa do efeito da iluminação, embora as fontes estejam sempre na mesma posição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Fotodgnianos apaixonados por Fotografia,</p>
<p>Já faz algum tempo que tenho conversado com o <a href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-diogo-guerreiro/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fentrevista-diogo-guerreiro%2F','Diogo+Guerreiro')">Diogo Guerreiro</a> sobre a minha vontade de criar aulas ilustradas que nada mais são do que um <em>making of</em> dos meus próprios trabalhos onde ensino todos os truques (mesmo).  Há alguns meses comecei a desenvolver uma série de ensaios com uma modelo <em>new face,</em> Carol Maia, e tive a ideia de criar no Olhares o upload em tempo real, ou seja, clicava e depois de 10 minutos algumas das fotos já estavam online para que todos pudessem curtir e aprender também já que explicava exatamente o que havia feito para obter aquele resultado. Percebi que o assunto “<strong>Caixa de Luz</strong>” que eu mencionava chamava muito a atenção dos visitantes da minha galeria e tenho comigo inúmeras mensagens de pessoas que gostariam de saber o que é, como se constrói e para que serve esse tipo de luz que muitos profissionais topo de gama utilizam para suas maravilhosas fotos já que sua principal vantagem é o ritmo por permitir a movimentação variada da modelo (profissionais, não briguem de novo comigo mas é que tenho alma de professor &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="O que é a “Caixa de Luz” para Retratos e Moda" />  ).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1590 aligncenter" title="Modelo new face Carol Maia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/01/Modelo-new-face-Carol-Maia1.gif" alt="Modelo new face Carol Maia1 O que é a “Caixa de Luz” para Retratos e Moda" width="615" height="305" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><em>Modelo: Carol Maia / Make up/Hair: Vanessa Souchet / Styling: TeamWork</em></span></p>
<h2>1) <span style="text-decoration: underline;">DEFINIÇÃO:</span></h2>
<p>O termo “<strong>Caixa de Luz</strong>” define uma área onde qualquer posição (ou pose) está garantidamente bem iluminada e, principalmente, com a mesma fotometria. Isso acontece porque forma-se uma “caixa de segurança” com várias fontes de luz dispostas ao redor e o mais emocionante é que sempre há uma variação significativa do efeito da iluminação, embora as fontes estejam sempre na mesma posição. Para os que já ficaram meio desanimados pensando que não possuem cabeças de flash, refletores, fundos pretos, eu tenho uma ótima notícia &#8230; pode-se improvisar com lâmpadas comuns também desde que não sejam fracas e que se faça um balanço customizado dos brancos que é um recurso muito comum nas <a href="http://www.fotografia-dg.com/top-cameras-digitais-mais-vendidas/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ftop-cameras-digitais-mais-vendidas%2F','c%C3%A2meras')" target="_self">câmeras</a> DSLR de gama média (leiam seus manuais, Fotodgnianos!!!). Eu fiz uma <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> em plano aberto do que estava acontecendo e numerei todos os componentes que julguei serem importantes para que vocês pudessem entender exatamente do que se trata e como a caixa de luz vale também para vários enquadramentos desde portrait até corpo inteiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1600" title="Fotografia estudio fotografico em plano aberto" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/01/Fotografia-estudio-fotografico-em-plano-aberto.gif" alt="Fotografia estudio fotografico em plano aberto O que é a “Caixa de Luz” para Retratos e Moda" width="425" height="638" /></p>
<p>1 &#8211; Luz Principal: Cabeça de flash em ½ potência com snoot para concentrar e manter a luz numa determinada área (em ½ potência para não “estourar” a pele mantendo os tons médios mais naturais).</p>
<p>2 &#8211; Cabeça de flash com sombrinha branca em potência total para criar altas luzes e brilhos.</p>
<p>3 &#8211; Cabeça de flash com sombrinha branca em potência total para criar altas luzes e brilhos.</p>
<p>4 &#8211; Refletor dourado para captar a luz parasita proporcionando um tom de pele mais “quente”.</p>
<p>5 &#8211; Disparador por Radio Frequência que evita a presença de cabos (e tropeços desastrosos).</p>
<p>6 e 7 &#8211; Reflexão da luz parasita que funciona como a “tampa e fundo” da caixa de luz devolvendo para a cena (podem ser feitas com placas de esferovite/isopor).</p>
<p>8 e 9 &#8211; Nesse dia o frio era intenso e é sempre importante que a modelo sinta-se confortável. Importante: Sempre opte por tecidos (hobby) ou superfícies (aquecedor) brancos, pretos ou cinzentos para não contaminar a luz com reflexos de cores que não sejam brancas.</p>
<p>10 &#8211; Fundo preto (mate) para evitar inclusão de brilhos indesejados.</p>
<p>11 &#8211; Um depósito de pilhas “Pilhão” (www.ecopilhas.pt) para que o mundo não fique contaminado pelas incontáveis pilhas que NÓS utilizamos (o planeta agradece).<br />
Um grande abraço a todos os fotodgnianos e experimentem, experimentem, experimentem &#8230; pois só assim conseguirão avançar tecnicamente.</p>
<p>Até a próxima!!! <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_lol.gif' alt=':lol:' class='wp-smiley' title="O que é a “Caixa de Luz” para Retratos e Moda" /> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></p>
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		<title>Como obter fidelidade de cores nas fotografias impressas</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 15:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Bagnola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[calibração]]></category>
		<category><![CDATA[calibrator]]></category>
		<category><![CDATA[como obter fidelidade de cores nas fotografias impressas]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Bagnola]]></category>
		<category><![CDATA[fidelidade de cores]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias impressas]]></category>
		<category><![CDATA[gamma]]></category>
		<category><![CDATA[impression]]></category>
		<category><![CDATA[impression gamma calibrator]]></category>
		<category><![CDATA[monitor]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi tirar da gaveta (e do cofre) um instrumento que vai, certamente, mudar a vida daqueles que se sentem insatisfeitos quando olham as suas imagens e não conseguem as mesmas cores do arquivo original enviado aos laboratórios profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Viva Fotodgnianos, hoje vamos aprender como obter fidelidade de cores nas fotografias impressas!!!</h3>
<p>Resolvi tirar da gaveta (e do cofre) um instrumento que vai, certamente, mudar a vida daqueles que sentem-se insatisfeitos quando olham as suas imagens e não conseguem as mesmas cores do arquivo original enviado aos laboratórios profissionais. Aquele céu lindo que ficou apagado quando comparado ao que se via no monitor &#8230; aquela mulher bronzeada que ficou com pele esverdeada parecendo recém-chegada de Marte &#8230; coisas de fazer qualquer fotógrafo querer cortar os pulsos!</p>
<p>Reclamar? Mas com que base técnica que devolva a tristeza a quem cometeu aquela aberração cromática e o obrigue a repetir a impressão? Fica aquele jogo de empurra-empurra que não resolve a situação e quem acaba tendo que engolir aquele sapo (que era verde mas virou magenta &#8230; hehe) é, quase sempre, o cliente, ou seja, VOCÊ!!</p>
<p>É algo muito simples e vou usar esse espaço que ganhei do meu amigo Diogo Guerreiro sempre nesse sentido de ajudar a todos os fotodgnianos com ferramentas fiáveis e fáceis de usar que possam garantir resultados precisos, principalmente, quando o Cliente quer (e precisa) de fidelidade nas cores, por exemplo, de seus posters de loja no formato 1,80 x 0,80 m onde não há como arcar com os custos de repetição de trabalhos que não correspondem às suas peças ou quando o vestido branco daquela noiva exigente (como todas elas) ficou como se tivesse sido tingido de magenta.</p>
<p>Conseguiram (?) perceber como é importante ter algo para colocar diante do nariz do impressor e exigir que o erro seja reparado de forma profissional como se espera de alguém que vende profissionalismo (?).</p>
<p>Ganhei essa ferramenta de uma das pessoas mais capazes que é responsável pelo <em>Departamento de Impressões Profissionais da PrintColor Digital Service</em> que me atendia antes de vir para Portugal dar aulas de Fotografia de Moda (+tratamento digital) convidado pelo <a href="http://www.ipf.pt/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.ipf.pt%2F','IPF')" target="_blank">IPF </a>onde fui formador até o ano passado e de onde pedi demissão por razões pessoais. Reparei que havia alguns trabalhos que passava para a turma que foram pré-aprovados por este professor megachato quando o assunto é qualidade cromática dos brancos e pretos que foram o assunto de minha coluna anterior aqui no fotografia-dg (<a href="http://www.fotografia-dg.com/color-balance-black-balance/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolor-balance-black-balance%2F','ainda+dispon%C3%ADvel+aqui+no+site')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolor-balance-black-balance%2F','Color+Balance+%2B+Black+Balance')">Color Balance + Black Balance</a>) &#8230; continuando &#8230; peles com dominante magenta &#8230; pretos que ficaram azulados &#8230; céus esverdeados &#8230; enfim, uma lástima e, lógicamente, as avaliações acabavam por ficar muito aquém do que mereciam meus estimados aluninhos que se contorciam de raiva mas nada podiam fazer.</p>
<p>Por isso, pedi para o incansável Diogo Guerreiro que entrasse comigo nessa Guerra contra a falta de fidelidade das cores que das nossas fotografias colocando um link para download do <strong>Impression Gamma Calibrator</strong> que eu utilizo sempre como teste quando utilizo um novo fornecedor para minhas impressões profissionais. Assim, tenho hábito (mesmo!!!) de mandar fazer cópias em todos os tipos de papel mais usuais (brilho, mate e metálico) e volto para a frente do meu monitor para comparar os resultados obtidos e, também, para poder conferir a calibração do meu monitor (algumas vezes o grande culpado). Vou colocar aqui uma versão mini para poder explicar melhor como deve ser utilizado e depois vou fazer o upload para vocês baixarem a versão em 300 dpi já no formato 15&#215;21 cm (caso o laboratório não tenha esse formato, pode ser impresso em 20&#215;30 cm centralizado deixando o arquivo no formato original com margem branca à volta sem qualquer interpolação).</p>
<p>Atenção: Faça a comparação com luz natural difusa com boa intensidade para não haver distorções!!!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1337 aligncenter" title="GAMMA+COLOR CALIBRATOR 15x21" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2009/12/GAMMA+COLOR-CALIBRATOR-15x21.gif" alt="GAMMA+COLOR CALIBRATOR 15x21" width="619" height="442" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/anexo/GAMMA+COLOR%20CALIBRATOR%2015x21%20300%20DPI.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fanexo%2FGAMMA%2BCOLOR%2520CALIBRATOR%252015x21%2520300%2520DPI.jpg','Download+Impression+Gamma+Calibrator')" target="_blank"><strong>Download </strong><strong>Impression Gamma Calibrator</strong></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Todas as cores que estão aqui devem ser fiéis ao que se vê aqui e, principalmente, os brancos devem estar limpos, caso contrário, alguém estará em sarilhos. Eu sempre uso o mesmo laboratório e tento desenvolver, em conjunto, os ajustes necessários para que, a partir de então, possa dormir tranquilo sem ter pesadelos coloridos. Algo a ser considerado é que há sempre uma <span style="text-decoration: underline;">pequena</span> diferença entre os pixels e as tintas de impressão principalmente quando transformamos de RGB para CMYK (no caso de impressão gráfica). Mas há algo que não muda nunca, ou pelo menos não deveriam mudar, que são os brancos, os cinzentos e os pretos. Brancos sujos, significam, sempre, todas as outras cores sujas afastando-nos da precisão cromática. Foi por isso que, volto a repetir, comecei minha coluna com esse assunto (<a href="http://www.fotografia-dg.com/color-balance-black-balance/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolor-balance-black-balance%2F','ainda+dispon%C3%ADvel+aqui+no+site')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolor-balance-black-balance%2F','Color+Balance+%2B+Black+Balance')">ainda disponível aqui no site</a> para os fotodgnianos).</p>
<h3>Reparem que:</h3>
<p><strong>1) </strong>Há uma moldura preta que deve servir como referência de impressão dos pure blacks (100%).</p>
<p><strong>2)</strong> Que há duas fileiras verticais que imitam o filme de rolo com a área dos fotogramas em branco que servem para o mesmo efeito, só que dos whites (255 = pure white do Photoshop).</p>
<p><strong>3)</strong> Há uma escala de cinzentos (%) na parte de baixo que começa da direita para a esquerda desde o branco puro e que vai variando (%) e que continua escurecendo na escala que fica logo abaixo até chegar ao preto 100%. Todas as divisões deverão estar visíveis no seu monitor e impressão, respectivamente. Iss controla o <strong>Gamma </strong>e dá uma noção exata da situação de calibração do monitor e da precisão da transferência de toda a escala de brancos passando por todos os cinzentos que formam as sombras e midtones.</p>
<p><strong>4)</strong> Há outra escala colorida, esta sim relacionada com a fidelidade das cores, que começa em Vermelho (R), Verde (G) e Azul (B) e logo a seguir entra o Cyan (C do CMYK), Magenta (M do CMYK), Yellow (Y do CMYK) e Black (que é o K do CMYK) que deve ser utilizada, principalmente, quando houver a conversão de fotos RGB para CMYK (só para impressão gráfica onde é necessário).</p>
<p><strong>5)</strong> E, para finalizar, há imagens em Color e PB que farão um diagnóstico comparativo geral a respeito da composição das cores (<strong>Impression Calibrator</strong>).</p>
<p><span id="more-1336"></span></p>
<p>Acredito que munidos dessa impressão-teste, os laboratórios possam também melhorar a qualidade final dos seus serviços e os culpados sejam, finalmente, trazidos à Luz &#8230; hehe!</p>
<p>Abraço$ a todos os fotodgnianos e qualquer dúvida é só entrar em contacto comigo através dos comentários, ok??!!</p>
<h2>Fernando Bagnola</h2>
<p><em>fotógrafo profissional de Moda &amp; Publicidade</em> <a href="http://www.fernandobagnola.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fernandobagnola.com%2F','www.fernandobagnola.com')">www.fernandobagnola.com</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>“O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotógrafos brasileiros mais consagrados (Parte 1 de 4)</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=fotografos-brasileiros-mais-consagrados-parte-1</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 17:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Alair de Oliveira Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Santos Dumont]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Bill]]></category>
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		<category><![CDATA[Augusto César Malta de Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Benedito Junqueira Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Wolfenson]]></category>
		<category><![CDATA[Celina Yamauchi]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Edinger]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafos brasileiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias, publicarei quatro artigos, os quais o objetivo será reunir, em um único lugar, a lista dos fotógrafos brasileiros mais consagrados e com maior visibilidade nos últimos 50 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias, publicarei quatro artigos, os quais o objetivo será reunir, em um único lugar, a lista dos <strong>fotógrafos brasileiros</strong> mais consagrados e com maior visibilidade nos últimos 50 anos.</p>
<p>Se por ventura não quiser perder pitada dos próximos artigos, <a href="http://www.twitter.com/fotografiadg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.twitter.com%2Ffotografiadg','siga-nos+no++Twitter')" target="_blank">siga-nos no  Twitter</a> ou <a href="http://forms.aweber.com/form/97/1432359197.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fforms.aweber.com%2Fform%2F97%2F1432359197.htm','assine+os+nossos+conte%C3%BAdos+por+email')" target="_blank">assine os nossos conteúdos por email</a>.</p>
<h2>1 &#8211; Alair de Oliveira Gomes</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento</em></strong><strong>:</strong> Valença, RJ, 1921<br />
<strong><em>Área de Atuação: </em></strong>Nú</p>
<p><strong><em>Biografia:</em></strong> Formado em Engenharia Civil e Elétrica em 1944 pela Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil, abandonou a profissão em 1948 para se dedicar à crítica de arte e ao estudo da filosofia da natureza e da ciência. Foi professor visitante de Filosofia da Ciência na Universidade de Yale, Estados Unidos, em 1962 e 1963. Foi coordenador da área de <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> e professor de Fotografia e Cinema da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, entre 1977 e 1979. Ensaísta, colaborou com publicações especializadas em ciências, arte e cultura. No campo da fotografia atuou a partir de 1960, desenvolvendo basicamente dois temas: o carnaval e o corpo masculino.</p>
<h2>2 &#8211; Alberto Santos Dumont</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> (Palmira, 20 de julho de 1873 )<br />
<strong><em>Área de Atuação: </em></strong>Inventor</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis autênticos. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do <a title="Prêmio Deutsch" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Deutsch" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FPr%25C3%25AAmio_Deutsch','Pr%C3%AAmio+Deutsch')">Prêmio Deutsch</a> em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível <em>Nº 6</em>, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX. Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares. Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906, ele voou cerca de 60  metros a uma altura de dois a três metros com o <em>Oiseau de proie&#8217;</em> (francês para &#8220;ave de rapina&#8221;), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o <em>Oiseau de Proie III</em>. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar, e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando vôo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento. Apesar de a maioria dos países do mundo considerar os Irmãos Wright como os inventores do avião, por uma decolagem ocorrida em 17 de dezembro de 1903 no Flyer &#8211; na verdade, um motoplanador &#8211; o 14-Bis teve uma decolagem auto-propulsada, e por isso, Santos Dumont é considerado no Brasil como o <em>&#8220;Pai da Aviação&#8221;</em>.</p>
<h2>3 &#8211; Alice Bill</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> Colônia, Alemanha, 1920<strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong><em> </em>Foto Documental, <a href="http://www.fotografia-dg.com/tag/fotojornalismo/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ftag%2Ffotojornalismo%2F','Fotojornalismo')">Fotojornalismo</a></p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Chegou ao Brasil em 1934. Artista plástica e fotógrafa estudaram pintura com Paulo Rossi Osíris, Aldo Bonadei, Yolanda Mohalyi e o Grupo Santo Helena. Em 1946 freqüentou os cursos de pintura e fotografia na University of New Mexico, em Albuquerque e na Art Student&#8217;s League, em Nova York. De volta a São Paulo em 1948, decidiu se dedicar à fotografia. Neste ano acompanhou uma delegação oficial do governo em viagem ao centro do Brasil, fotografando os índios Carajás da Ilha do Bananal. Nos anos 50 foi fotógrafa oficial da revista Habitate, para a qual fotografou arquitetura e obras de arte.  Convidada pelo professor Pietro Maria Bardi, diretor do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, realizou, em 1953 e 1954, uma ampla campanha fotográfica sobre o cotidiano na cidade de São Paulo. Desde os anos 50, destacou-se como pintora, gravurista e aquarelista, participando de inúmeras exposições nacionais e internacionais. Formou-se em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1976) e obteve o título de Mestre (1982) e Doutor (1994) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É também autora de ensaios e livros sobre artistas brasileiros.</p>
<h2>4 &#8211; André François</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1966<strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong><em> </em>Foto autoral</p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>O interesse pela pintura e o desenho o levam à fotografia, em 1982, como forma de expressão. Torna-se foto-documentarista registrando diferentes povos na América, Europa e África. Em 1992 passa um período em São Thomé das Letras, MG, fotografando os trabalhadores das pedreiras e a sociedade que ali vive. A partir desta experiência funda em 1995 a ImageMagica, organização que atua em escolas e industrias com o objetivo de propagar a fotografia como meio de conhecimento. A partir de 2005 empreende uma documentação sobre a medicina em cerca de 20 hospitais do país, com a participação dos pacientes e profissionais da área. Premiado em 1º lugar na categoria Comunicação e Saúde da III Conferência Latino-Americana de Promoção e Educação para a Saúde e é finalista do Prêmio Empreendedor Social da Fundação Schwab (2006). Aluno da Escola Focus de Fotografia durante a decada de 80.</p>
<h2>5 &#8211; Araquém Alcântara</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> São Paulo-SP, 1951<strong><em><br />
Área de atuação:</em></strong><em> </em>Fotografia Documental, <a href="http://www.fotografia-dg.com/cronica-de-fotografia-de-natureza/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcronica-de-fotografia-de-natureza%2F','Fotografia+de+Natureza')" target="_blank">Fotografia de Natureza</a></p>
<p><strong><em>Biografia:</em></strong> <strong><em> </em></strong>Um dos percussores da fotografia de natureza no Brasil e considerado o mais importante fotógrafo dessa especialidade em atuação no país. Seu trabalho presente em várias galerias e museus em vários países tornou-se reverencia nacional e fonte de inspiração para novos fotógrafos. Em sua vasta produção constam 39 livros sobre temas ambientais, cinco prêmios internacionais, 32 nacionais, 75 exposições individuais e reportagens para publicações nacionais e estrangeiras. Autor de, <em>Terra Brasil, </em>o livro de fotografia mais vendido no país, Araquém Alcântara é o primeiro fotógrafo a documentar todos os parques nacionais brasileiros. Também produziu uma edição especial, como colaborador, para a revista <em>National Geographic</em>, intitulada <em>Bichos do Brasil</em>.</p>
<h2>6 &#8211; Augusto César Malta de Campos</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> 1864 em Paulo Afonso, Alagoas .<strong><em><br />
Área de Atuação</em></strong>: <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-eventos-sociais/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografia-eventos-sociais%2F','Eventos')">Eventos</a></p>
<p><strong><em>Biografia:</em></strong> Em 1903, o vendedor de tecidos por amostras e fotógrafo amador Augusto Malta foi contratado pelo prefeito Pereira Passos para registrar em imagens as transformações que passaria o Rio de Janeiro. Desde então, acompanhou o prefeito por toda a cidade fornecendo à prefeitura cenas urbanas de antes e depois do famoso “bota abaixo”. Malta permanece na prefeitura mesmo depois da gestão de Pereira Passos e, sempre muito ligado ao ex-prefeito, oferece à família Passos inúmeras fotos, seja de caráter particular ou da cidade. Focalizando também os tipos e festas do Rio de Janeiro, podemos dizer que nas três primeiras décadas do século XX a vida carioca foi documentada pela câmera de Augusto Malta.Em 1911 registra cenas do carnaval carioca, tornando-se o primeiro foto jornalista brasileiro. Que Paris seja aqui! O chamado afrancesamento que Pereira Passos praticou nas ruas da cidade culminou com a organização, pela prefeitura, da Batalha de Flores, série anual de desfiles de inspiração requintadamente européia. Realizado pela primeira vez em 15/08/1903, na Praça da República.</p>
<h2>7 &#8211; Benedito Junqueira Duarte</h2>
<p><em><strong>Data Nascimento:</strong> </em>Franca, SP, 1910<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Documental</p>
<p><strong><em>Biografia:</em></strong><em> </em>Com 10 anos mudou-se para Paris e iniciou aprendizado com o tio José Ferreira Guimarães, fotógrafo da Corte Imperial Brasileira. A partir de 1923 continuou o aprendizado no Estúdio Reutlinger, um dos maiores de Paris, onde se tornou assistente aos 15 anos e conheceu os grandes nomes da fotografia – Nadar, Man Ray – e do cinema. Em 1929 voltou para São Paulo. Trabalhou como foto jornalista no <em>Diário Nacional</em> (1929) e colaborou na revista<em> São Paulo</em>, ao lado de Cassiano Ricardo e Menotti del Picchia (1936). Entre 1935 e 1951 dirigiu a Seção de Iconografia do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo, onde produziu e organizou o acervo fotográfico de cerca de 4000 fotos. Fotografou as atividades do Departamento de Cultura e, entre 1938 e 1945, período em que esteve diretamente ligado ao prefeito Prestes Maia, documentou as diversas obras empreendidas na cidade, como a retificação do Rio Tietê, o Túnel da Avenida 9 de Julho e a abertura da Avenida Rebouças. Neste período produziu uma série de filmes sobre a cidade. Trabalhou na prefeitura até 1965 e passou a dedicar-se exclusivamente à documentação científica. Em 1968 registrou o primeiro transplante de coração da América do Sul. Foi crítico de cinema no jornal <em>O Estado de S. Paulo</em> e um dos fundadores da Cinemateca Brasileira.</p>
<h2>8 &#8211; Bob Wolfenson</h2>
<p><strong><em>Nascimento:</em></strong> São Paulo-SP, 1954<strong><em><br />
Área de atuação: </em></strong>Fotos de moda, <a href="http://www.fotografia-dg.com/retrato/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fretrato%2F','Retrato')">Retrato</a></p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Iniciou a carreira aos 16 anos como assistente de fotografia na <em>Editora Abril</em> onde permaneceu por quatro anos. Em 1974, passou a trabalhar como <em>free-lancer</em>, fazendo algumas revistas técnicas da <em>Editora Abril</em>, como <em>Químicos e Derivados</em>, <em>Máquinas e Metais</em>. Em 1978, montou seu primeiro estúdio e estudou Ciências Sociais. Em 1982 mudou-se para Nova Iorque, trabalhou como assistente do fotógrafo norte-americano Bill King. De volta ao Brasil, sua carreira tomou novo rumo e, a partir de 1985, começou a fazer editoriais para diversas revistas. A consagração como fotógrafo veio após a exposição Jardim da Luz, em 1996, no Museu de Arte de São Paulo. Foi responsável por vários ensaios para a Playboy e diversas capas e editoriais de moda. Atualmente Bob Wolfenson é co-editor da revista da qual ele mesmo é co-criador, a S/N (lê-se Sem Número).</p>
<h2>9 &#8211; Celina Yamauchi</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> São Paulo, SP, 1970<strong><em><br />
Área de Atuação: </em></strong>Foto Retratos<strong> </strong></p>
<p><em><strong>Biografia:</strong> </em>Obteve o título de Mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 2001. Foi assistente do fotógrafo João Musa entre 1994 e 1999. É professora de fotografia na Faculdade Santa Marcelina e nas Faculdades Integradas Rio Branco. Atua na área das artes visuais e desenvolve trabalho de expressão pessoal em fotografia desde 1994.</p>
<h2>10 &#8211; Claudio Edinger</h2>
<p><strong><em>Data Nascimento:</em></strong> Rio de Janeiro, RJ, 1952<em><br />
<strong>Área de Atuação:</strong> </em>Foto Documental</p>
<p><strong><em>Biografia: </em></strong>Formado em Economia pela Universidade Mackenzie, São Paulo, iniciou a carreira de fotógrafo em 1975. Morou em Nova Iorque entre 1976 e 1996, onde trabalhou para diversas publicações norte-americanas &#8211; como Time, Newsweek, Vanity Fair, Fortune e Forbes &#8211; e ministrou cursos em The New School e International Center of Photography. Recebeu a Leica Medal of Excellence pelos livros Chelsea Hotel (1983) e Venice Beach (1985), o Ernest Hass Award (1990) e a Bolsa de Fotografia da Fundação Vitae (1993).<br />
</em></strong><strong></strong><br />
Estes foram os primeiros 10 nomes sonantes de fotógrafos do Brasil, não perca brevemente a segunda serie!</p>
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		<title>Color Balance + Black Balance</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 10:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Bagnola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[bb]]></category>
		<category><![CDATA[black balance]]></category>
		<category><![CDATA[color balance]]></category>
		<category><![CDATA[wb]]></category>

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		<description><![CDATA[Como estou acostumado a fazer trabalhos de beauty ligado à Moda, como esse seu, a fidelidade das cores tem que ser respeitadíííííííííssima (lol) pois são, como o próprio termo "tendência" pressupõe e que devem ser espalhados para o mundo inteiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img src="http://www.fotografia-dg.com/colunistas/fernando-bagnola/img/color-balance-black-balance/CAUGHT%20BLUE.jpg" alt="CAUGHT%20BLUE Color Balance + Black Balance"  title="Color Balance + Black Balance" /></td>
</tr>
<tr>
<td height="21" align="center"><span style="text-align: center;">Imagem <strong>CAUGHT</strong> de <a href="&#109;&#97;i&#108;&#116;&#111;&#58;l&#97;&#103;r&#121;&#109;&#97;&#116;a&#64;&#103;m&#97;&#105;&#108;.com">IRINA AFONSO</a></span></p>
<p><span style="text-align: center;"><br />
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Gostei muito desta sua foto &#8230; mostra seu crescimento e fala mais que mil palavras. Mas queria abordar um assunto, sem querer ser chato e sim alguém que gosta muito do seu trabalho, &#8230; posso???   Como estou acostumado a fazer trabalhos de beauty ligado à Moda, como esse seu, a fidelidade das cores tem que ser respeitadíííííííííssima (lol) pois são, como o próprio termo &#8220;tendência&#8221; pressupõe e que devem ser espalhados para o mundo inteiro. O que eu quero dizer com tudo isso???!</p>
<p>Resposta: Dentro de uma vertente pessoal, daquelas que fazemos prá nós e pronto, tipo fonix (adoro também!), isso que eu escrevi deve ser mastigado e cuspido &#8230; hehe! Mas dentro de uma vertente profissional, o fotógrafo, deve usar a edição com foco no WB (white balance) e no BB (black balance que poucos utilizam) sem NUNCA esquecer daquele ditado &#8220;brancos sujos de cyan=branco dos olhos e dentes sujos de cyan, pele com highlights sujas de cyan e todas as cores sujas de cyan&#8221; &#8230;</p>
<p>Resolvi dizer isso tudo para vc pois, na minha humilde opinião, consegui enxergar em vc uma vocação para beauty photography. De tanto que gostei, hehe, salvei a sua foto e fiz algumas pequenas correções no color balance que mostram as diferenças, por exemplo, de dentes branquinhos e não azuladinhos &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' title="Color Balance + Black Balance" /> </p>
<p>IMAGE&gt;ADJUSTMENTS&gt;COLOR BALANCE e escreve nos 3 campos do Color Leves: +24 -16 -58 e dá OK. Salva como uma cópia e compare para ver que os pretos perderam aquele azul, os dentes ficaram branquinhos, o make up BRUTALLLLLLLLLLLLL ficou mais parecido com os tons reais e as sobrancelhas ficaram Black 100% (= a outra ponta do balanço de cores correto. Mas ainda havia um cyanzinho (hehe) no branco dos olhos e eu fiz o seguinte: selecionei uma ferramenta que se usava (muito) dentro do laboratório quimico e que o PS traz que é o DODGE (atalho é a letra O) e sei que vc vai adorar depois de ver o resultado &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' title="Color Balance + Black Balance" />  &#8230; continuando &#8230; seleciona a primeira opção que se parece com um chupa-chupa de alcatrão &#8230; hahaha &#8230; lá em cima vc vai ver que aparece essa ferramenta repetida há várias opções ao lado &#8230; BRUSH &#8230; tem uma seta para baixo &#8230; clica nela &#8230; em MASTER DIAMETER vc põe 41 px &#8230; em HARDNESS você coloca 0% (zero) &#8230; ao lado escolha HIGHLIGHTS porque vamos querer somente mexer no branco dos olhos que é uma zona de brilho (=alta luz) &#8230; agora em EXPOSURE você escreve 8% para que seja tudo feito com maior controle e em camadas muito leves para não ficar falso &#8230; ao lado há um desenho de um aerógrafo e deixe desabilitado (disable) &#8230; e finalmente &#8230; deixei PROTECT TONES selecionado.</p>
<p>Hora de respirar, ommmmmmmm, muita calma nessa hora &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' title="Color Balance + Black Balance" /> </p>
<p>Agora vc põe a imagem a 100% (ctrl+alt juntos e 0 (zero) &#8230;</p>
<p>Coloca os olhos no centro do seu monitor e vai pintando com o mouse (rato) como se estivesse usando uma lata de tinta spray e o botão esquerdo faz o papel da válvula &#8230; ok?! Como vc está com a opção HIGHLIGHTS ativa, só as zonas claras é que se alteram &#8230; viu que lindos olhos branquinhos maravilhosos?? Mas não exagere &#8230; vá com calma e repare bem no limite para não deixar os olhos muito brancos, ok?  Três ou quatro passadas em cada canto branco de cada olho e aquele restinho de cyan já era!!!</p>
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img title="CAUGHT" src="http://www.fotografia-dg.com/colunistas/fernando-bagnola/img/color-balance-black-balance/CAUGHT%20COLOR%20BALANCE.jpg" alt="CAUGHT%20COLOR%20BALANCE Color Balance + Black Balance"  /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Espero que goste do resultado e tenha ajudado um pouco a melhorar as suas fotografias que fazem tão bem aos olhos.</p>
<p>Bjnho and keep moving, don´t stop &#8230; <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' title="Color Balance + Black Balance" /> </p>
<h3>(Segue explicação da autora Irina Afonso)</h3>
<p>Relativamente a esta foto, a história é bem simples. Neste dia, resolvi comprar uma sombra preta para olhos e uma base muito clara para fazer umas experiências de maquilhagem (que é algo que também me interessa) com vista a ensaios fotográficos. Cheguei a casa e fui logo experimentar&#8230;, entusiasmei-me e acrescentei uma sombra roxa no olho esquerdo e uma sombra azul turquesa no direito&#8230; Ao ver o resultado imaginei logo uma imagem sinistra&#8230;, do género da que surgiu. Acrescentei um lenço sobre a cabeça e fiz vários disparos. Entre outras expressões, tentei captar uma de surpresa, mas ao mesmo tempo algo sombria, para isso pensei que o lenço atravessado no rosto, tapando um pouco um dos olhos resultaria bem. Portanto a minha ideia foi, uma boa luz (neste caso natural, vinda da varanda do meu quarto num dia bem cinzento e chuvoso lol), uma pele bem branca, com um fundo escuro e uns olhos bem realçados. Na edição, tentei precisamente isso, acentuar a pele branca, e daí estes azulados&#8230;, não queria uma imagem muito saturada nas cores&#8230;, lá está, para dar o tal ar sombrio.</p>
<p>E basicamente foi isto&#8230;, foi uma ideia q surgiu quase do nada&#8230;, como que um relâmpago&#8230;, fiz cerca de uns 40 disparos (nem 30 minutos durou) e escolhi esta imagem! Trata-se pois de um auto-retrato &#8230;</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">Fernando Bagnola<br />
</span><span style="font-family: Arial,Arial; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial,Arial; font-size: x-small;">Director de Novos Negócios.<br />
</span></span><span style="font-family: Arial,Arial; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Arial,Arial; font-size: xx-small;">Fotógrafo profissional<br />
Formador do IPF de Fotografia de Moda e Laboratório PB<br />
Formador SONY-Worten para clientes dslr e compactas</span></span> </strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/colunistas/fernando-bagnola/CURRICULUM%20VITAE%20FERNANDO%20BAGNOLA.pdf" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolunistas%2Ffernando-bagnola%2FCURRICULUM%2520VITAE%2520FERNANDO%2520BAGNOLA.pdf','Download+Curriculum+Vitae')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolunistas%2Ffernando-bagnola%2FCURRICULUM%2520VITAE%2520FERNANDO%2520BAGNOLA.pdf','')" target="_blank"></a></p>
<p><a href="http://www.fotografia-dg.com/colunistas/fernando-bagnola/CURRICULUM%20VITAE%20FERNANDO%20BAGNOLA.pdf" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolunistas%2Ffernando-bagnola%2FCURRICULUM%2520VITAE%2520FERNANDO%2520BAGNOLA.pdf','Download+Curriculum+Vitae')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcolunistas%2Ffernando-bagnola%2FCURRICULUM%2520VITAE%2520FERNANDO%2520BAGNOLA.pdf','')" target="_blank">Download Curriculum Vitae</a></p>
<p><a href="http://www.fernandobagnola.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fernandobagnola.com','www.fernandobagnola.com')">www.fernandobagnola.com</a><br />
<a href="&#109;&#97;il&#116;o&#58;&#102;er&#110;a&#110;&#100;ob&#97;gnol&#97;&#64;&#104;otm&#97;&#105;l&#46;com">f&#101;&#114;nand&#111;b&#97;&#103;n&#111;&#108;&#97;&#64;ho&#116;&#109;&#97;&#105;&#108;.co&#109;</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</strong></p>
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		<title>A polêmica da marca d´água</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 10:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Simon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[marca d agua]]></category>
		<category><![CDATA[marca dagua]]></category>
		<category><![CDATA[marca d´agua]]></category>
		<category><![CDATA[marca de agua]]></category>

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		<description><![CDATA[A marca d água, presente nos trabalhos de alguns fotógrafos é motivo de polêmica. Alguns defendem a ideia de que pelo simples fato de divulgar um trabalho na internet, você deve estar ciente de que outras pessoas utilizarão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é conhecida pela facilidade da disseminação de conteúdo (o que inclui imagens, fotografias, textos etc.), e também pela falta de credibilidade que essa facilidade atribui. O principal ponto é: quando se preocupar com isso?</p>
<p>Uma das principais questões levantadas por colegas fotógrafos ou não, é: sujar as fotografias por quê?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3413" title="Foto com marca d'agua" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/06/Foto-com-marca-dagua.jpg" alt="Foto com marca dagua A polêmica da marca d´água" width="400" height="299" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Exemplo de marca d´água</h6>
<p>A <strong>marca d água</strong>, presente nos trabalhos de alguns fotógrafos é motivo de polêmica. Alguns defendem a ideia de que pelo simples fato de divulgar um trabalho na internet, você deve estar ciente de que outras pessoas utilizarão. E talvez seja por isso que muita coisa perde a autoria pelo mundo virtual. O ponto da aceitabilidade de disseminação é coerente, se você dispõe o trabalho na internet, sabe que está sujeito ao famoso “copiar e colar”.  Se existe hoje essa utilização de conteúdo na internet &#8211; muitas vezes indevida &#8211; é porque de alguma forma houve margem para que isso fosse feito. Se o trabalho está bem feito, não creio que a marca d´água seja suficiente para depreciar a arte. E convenhamos que a prospecção de clientes pela internet costuma ser introdutória, é uma amostra do trabalho, do tom e estilo do fotógrafo. Obviamente que há outras formas de proteger fotografias: diminuir a qualidade, o tamanho, adicionar informações na configuração da imagem etc. Mas a marca ainda parece o mais efetivo. Censura pelo incomodo que promove.</p>
<p>O hábito do salvar ou copiar e colar é tão grande que o que está na internet perde a autoria. Pode parecer possessividade defender tal ponto de vista, mas só quem já enfrentou um processo sabe como a marca d´água pode ajudar na comprovação, inclusive quando a mesma é retirada da imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3414" title="Fotografia com marca d'água" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/06/Fotografia-com-marca-dágua.jpg" alt="Fotografia com marca dágua A polêmica da marca d´água" width="395" height="265" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Pouca legibilidade e muito destaque pode atrapalhar a análise da imagem</h6>
<p>Há os que tem intenção de utilizar imagens indevidamente, os que a usam pela ideia de que na internet é tudo de todos, a verdade é que não há como separar esse público.</p>
<p>A <a href="http://www.fotografia-dg.com/proteger-imagens-com-marca-de-agua-no-photoshop/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fproteger-imagens-com-marca-de-agua-no-photoshop%2F','marca+d%C2%B4%C3%A1gua')">marca d´água</a> serve tanto para os que sugam as fotos da internet e deixam de citar o local/autor, quanto para os que pretendem se apossar e para os que apenas admiram e querem compartilhar. Cortes muitas vezes não podem ser evitados &#8211; mas de alguma forma dificulta o trabalho dos que tem más intenções.</p>
<p>Se estraga o trabalho? Depende da marca e do quão ela aparece, quando ela começar a roubar os principais pontos da foto, começa a ser inconveniente. Como tudo, senso é necessário, tal qual profissionalismo ao definir uma logomarca.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3415" title="Marca d'água" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/06/Marca-dágua.jpg" alt="Marca dágua A polêmica da marca d´água" width="394" height="300" /></p>
<h6 style="text-align: center;">A transparência suaviza a marca, mas a definição do tamanho e local é importante</h6>
<p>Portanto, utilizar marca d´água em fotos requer consciência e tem utilidades além da possessividade, é uma forma de exigir o direito mínimo de autoria, transformando essa disseminação em um ato pelo menos consciente.</p>
<p>Na sequência algumas dicas para incluir a marca d´água em suas fotografias.</p>
<p><strong><a href="http://www.flickr.com/paperday" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','www.flickr.com%2Fpaperday')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','Mariana+Simon')" target="_blank">Mariana Simon</a> | </strong><a href="http://twitter.com/marianasimon" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fmarianasimon','%40marianasimon')" target="_blank">@marianasimon</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/paperday" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','www.flickr.com%2Fpaperday')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fpaperday','Mariana+Simon')" target="_blank">www.flickr.com/paperday</a><a href="http://www.marianasimon.com/" target="_blank"><br />
www.marianasimon.com</a><a href="&#109;&#97;i&#108;to&#58;m&#97;&#114;ia&#110;a&#115;i&#109;on&#64;gma&#105;&#108;.&#99;om" target="_blank"><br />
&#109;&#97;&#114;&#105;&#97;&#110;&#97;&#115;&#105;&#109;&#111;n&#64;&#103;&#109;&#97;&#105;l&#46;&#99;o&#109;</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		</item>
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		<title>Não basta fotografar, é necessário saber vender</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/nao-basta-fotografar-e-necessario-saber-vender/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=nao-basta-fotografar-e-necessario-saber-vender</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 21:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[como vender fotos]]></category>
		<category><![CDATA[venda de fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[venda de fotos]]></category>
		<category><![CDATA[venda foto]]></category>
		<category><![CDATA[venda fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[venda fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[venda fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dilema enfrentado por muitos fotógrafos não reside na fotografia, mas na capacidade de vender e negociar seus serviços e assim obter um nível ao menos razoável de rendimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dilema enfrentado por muitos fotógrafos não reside na <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a>, mas na capacidade de vender e negociar seus serviços e assim obter um nível ao menos razoável de rendimentos.</p>
<p>Quando alguém opta por ser profissional da fotografia, precisará compreender que o trabalho de venda, que inclui buscar novos clientes, divulgar seus serviços, formar preços e negociar, responde por uma grande parte do tempo empregado pelo fotógrafo. Arrisco dizer que nem 50% do tempo é gasto fazendo clicks com a câmera, o que significa que mais da metade da atividade residirá nas vendas e no marketing.</p>
<p>Com base nisso decidi elaborar um conjunto de dicas que podem ajudar fotógrafos em suas vendas e negociações, vamos a elas:</p>
<p>Uma primeira dica é que você deve se manter atualizado e informado sobre seu mercado, precisa observar seus concorrentes, saber o preço que praticam e quais serviços e vantagens oferecem, pois assim poderá montar um conjunto diferenciado para oferecer aos seus clientes.</p>
<p>Outro ponto é o preparo prévio, sempre que houver uma reunião com um cliente, ou mesmo um telefonema, você deve estar preparado, saber todas as informações e ter todas as possíveis perguntas de seus clientes com respostas já elaboradas, não se pode dizer a um cliente algo como “não sei” ou “não tenho certeza”. Ninguém contrata dúvidas.</p>
<p>Aproveito para registrar um aspecto que considero importante, que é o da apresentação pessoal. Por ser uma atividade muitas vezes vista como artística, é comum que os profissionais da área acabem levando esse espírito libertário das artes para suas roupas e hábitos, em resumo, tem gente que gosta de ir a reuniões usando roupas rasgadas, não exatamente limpas ou exibindo penteados nada convencionais. O fotógrafo deve ter a clareza de que desleixo nunca será visto como artístico e sim como desleixo mesmo.</p>
<p>Cabe ressaltar que não é proibido para ninguém usar a roupa ou acessório que bem queira, mas é uma questão de adequação ao público, se quero vender meu serviço para grandes corporações cheias de executivos trajados formalmente, terei que zelar por uma apresentação adequada ao ambiente. Por outro lado, se existe uma preferência por roupas diferentes, tatuagens, piercings ou algo assim, você deve procurar clientes que tenham uma visão libertária e que aceitem ou adotem comportamentos semelhantes aos seus.</p>
<p>Existem algumas dicas básicas que ajudam a ter um bom ambiente em uma reunião de negócios, alguns deles são tratar seu cliente sempre pelo nome, desligar o celular antes de entrar na reunião, estar de bom humor ou ao menos aparentar estar de bom humor e não ficar de braços cruzados enquanto o cliente fala. São dicas básicas fundamentais.</p>
<p>Enquanto estiver em uma reunião, pergunte especialmente as coisas que o cliente não quer que sejam feitas. Em geral ao receber esse questionamento ele lhe mostrará muito mais interesse e informações detalhadas do que se apenas tentar saber o que ele quer.</p>
<p>Vamos falar um pouco sobre concorrentes. Muitas vezes você pode ser questionado dos motivos para seu trabalho ser mais caro ou mais barato que o de um concorrente, ou outras características podem ser apontadas pelo cliente na busca dele descobrir qual é o profissional adequado para ele. Seja como for, nunca fale mal de um concorrente, ocupe-se em falar de seu trabalho e de seus diferenciais. Deixe claro seus pontos fortes e que o diferenciam da concorrência, mas nunca use seu tempo e do cliente para denegrir outros profissionais.</p>
<p>Penso que devo encerrar este artigo falando de preços. Muitos fotógrafos tem dificuldade na formação de seus preços e ficam temerosos quando o cliente parece inseguro sobre fechar ou não uma contratação. Nessa hora o nervosismo toma conta e sem pensar o fotógrafo já sai oferecendo algum desconto para tentar fechar o negócio imediatamente, mas quem disse que o problema era preço?</p>
<p>Entenda, não dê desconto se o cliente não pediu, espere que ele diga o motivo da incerteza, ou pergunte claramente se há algo em sua proposta que não esteja adequado aos interesses do cliente. Só ofereça o desconto se lhe for dito que o problema realmente é o preço, e se for, nunca conceda um desconto superior a 20% do que foi anteriormente orçado.</p>
<p>O ideal é fazer trocas tentando tirar serviços extras para poder cortar o preço, por exemplo, se o trabalho seria entregue em DVD mais provas de gráfica para todas as fotos, então ofereça ter poucas provas, apenas das imagens mais importantes do trabalho cortando assim os custos de gráfica. Fotógrafos de casamento podem oferecer uma diagramação mais simples do álbum mas mantendo o número de fotos. E assim por diante.</p>
<p>Parcelamentos são uma boa opção pois ajudam seu cliente a diluir os gastos com a fotografia ao longo de um período maior, mas entenda que ou você permite o parcelamento ou dá desconto, não é economicamente sábio oferecer os dois ao mesmo tempo.</p>
<p>Por fim, do momento em que você formou seu preço e você tem convicção que seu trabalho vale aquela quantia, não queira entrar em guerra de preços com outros profissionais, pois isso só o prejudicará. Gaste mais de seu tempo tentando encontrar clientes adequados a seu preço do que adequando seu valor aos clientes que aparecem pela frente.</p>
<p>A última dica, e mais importante de todas que irei deixar como encerramento deste artigo é: Coloque-se no lugar do seu cliente. Você compraria o que está vendendo?</p>
<p>Voltamos a nos falar em 30 dias</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/06/3973809163_519f81e53e.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fimagens-wp%2F2010%2F06%2F3973809163_519f81e53e.jpg','Fotografia+de+Armando+Vernaglia+Jr')"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" title="Fotografia de Armando Vernaglia Jr" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/06/3973809163_519f81e53e.jpg" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fimagens-wp%2F2010%2F06%2F3973809163_519f81e53e.jpg','Fotografia+de+Armando+Vernaglia+Jr')" alt="3973809163 519f81e53e Não basta fotografar, é necessário saber vender" width="338" height="500" /></a></p>
<p><strong>[]’s</strong></p>
<p><strong> Armando Vernaglia Jr</strong><br />
E-mail: <a href="&#109;&#97;il&#116;&#111;:co&#110;t&#97;&#116;o&#64;&#118;&#101;&#114;&#110;ag&#108;&#105;a.co&#109;.&#98;&#114;">c&#111;&#110;&#116;a&#116;&#111;&#64;&#118;er&#110;aglia.&#99;&#111;m&#46;&#98;r</a><br />
Site: <a href="http://www.vernaglia.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.vernaglia.com.br%2F','www.vernaglia.com.br')" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
Blog: <a href="http://armandovernaglia.wordpress.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Farmandovernaglia.wordpress.com','armandovernaglia.wordpress.com')">armandovernaglia.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/VernagliaJr" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2FVernagliaJr','%40VernagliaJr')" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		<title>Glossário fotográfico digital – Dicionário técnico de fotografia</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[glossário]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais dificuldades para quem se inicia na fotografia digital é a familiarização com termos novos, muitos deles em inglês, de que nunca ouviram sequer falar. Para facilitar o trabalho dos nossos visitantes, compilamos um glossário digital com os termos e expressões mais importantes neste novo mundo da edição de imagem digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais dificuldades para quem se inicia na <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia+digital')">fotografia digital</a> é a familiarização com termos novos, muitos deles em inglês, de que nunca ouviram sequer falar. Para facilitar o trabalho dos nossos visitantes, compilamos um glossário digital com os termos e expressões mais importantes neste novo mundo da edição de imagem digital.</p>
<p style="padding-left: 60px;"><em>Para encontrar facilmente o termo pretendido utilize a pesquisa do seu browser. Se utilizar o Internet Explorer clique em Ctrl+L, se o seu navegador for o firefox faça a combinação Ctrl+F.</em></p>
<p><strong>A/D CONVERSION (CONVERSÃO A/D)</strong> – Conversão Analógica/Digital, efectuada por um equipamento em que a informação analógica contínua e variável é transformada em informação digital, informação essa que é composta por uma sequência de números.</p>
<p><strong>ADDITIVE COLOR SYSTEM (SISTEMA DE COR ADITIVO)</strong> – Sistema de cor em que a soma das três cores primárias origina a cor branca. As três cores primárias, o vermelho, o verde e o azul, são vulgarmente conhecidas como RGB, do Inglês Red, Green e Blue.</p>
<p><strong>ALIASING</strong> – Este termo define um fenómeno desagradável nas imagens, a visualização de pixels quadrados nas margens de um objecto e que acontece sobretudo devido ao contraste entre pixels subjacentes.</p>
<p><strong>ANALOG (ANALÓGICO)</strong> – O oposto de digital. Informação contínua e variável. Não é possível caracterizá-la por uma sequência de números.</p>
<p><strong>ANTI-ALIASING</strong> &#8211; Processo pelo qual se elimina o efeito de “Aliasing” numa imagem e que consiste em colocar pixels intermédios entre os pixels de contraste muito acentuado.</p>
<p><strong>ABERTURA</strong> &#8211; Abertura da lente. Abertura na lente da câmera através da qual a luz passa para expor o sensor digital. O tamanho da abertura pode ser fixo ou ajustável. O tamanho da abertura geralmente é graduado em números f – quanto maior o número, menor será a abertura da lente. A abertura ajuda a determinar a profundidade do campo de uma lente: quanto maior a abertura de funcionamento (ou seja, menor é o número f), menos definido será o foco.</p>
<p><strong>ABERTURA TOTAL &#8211; </strong>Para utilizar uma lente com a sua abertura total, ou seja, na sua configuração mais ampla. A abertura total para uma lente f/2,8 é então f/2,8. Isto minimiza a zona de nitidez (tecnicamente conhecida como profundidade de campo), ajudando a suavizar o fundo e realçar o objeto.</p>
<p><strong>ABERRAÇÃO &#8211; </strong>Defeitos ópticos, inerentes nas lentes das câmaras mais populares, causando distorção ou perda da cor e nitidez da imagem final. As objetivas dos equipamentos profissionais (lentes compostas) reduzem ao mínimo este tipo de defeito. Apresentamos logo abaixo os principais tipos:</p>
<p><strong>ABERRAÇÃO CROMÁTICA &#8211; </strong>Defeito fundamental que interfere não só no rendimento, como também no funcionamento dos elementos ópticos. Se a luz fosse de um só tipo cromático (de uma cor simples), não se produziria a aberração. Mas como toda lente é um prisma, e, portanto desvia as cores segundo a longitude de onda (ou seja, um espectro, como um arco Íris). Nem sempre a aberração cromática é resultado de imperfeições da lente. O próprio CCD é bem sensível ao violeta/ultravioleta &#8211; em inglês &#8220;purple fringing&#8221;. As ondas em torno do violeta chegam em pontos diferentes das outras cores ao passar por regiões de alto contraste, pelas lentes e pela superfície do CCD, ficando, então fora de foco.</p>
<p><strong>ABERRAÇÃO ESFÉRICA &#8211; </strong>A imagem projetada pelos raios que atravessam a parte central de uma lente convergente não se encontra na mesma distância em relação aos raios que atravessam as partes externas. Esta é a causa da aberração denominada esférica, que é identificada por uma falta de limpeza de imagem.</p>
<p><strong>AEB &#8211; </strong>Abreviação de enquadramento da exposição automática. Com esta função, a câmera fotografa automaticamente uma série de quadros, variando levemente a exposição para cada foto. Então, o fotógrafo pode escolher a melhor exposição. Especialmente útil com filme invertido colorido.</p>
<p><strong>ABRIR- </strong>Aumentar o tamanho da <a href="http://www.fotografia-dg.com/abertura-do-diafragma/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fabertura-do-diafragma%2F','abertura+do+diafragma')">abertura do diafragma</a>, com o propósito de aumentar a intensidade de luz. Para tanto, devemos diminuir o n. f/ utilizado. Exemplo: de f/11 para f/8. A operação inversa é Fechar o diafragma.</p>
<p><strong>ALTA VELOCIDADE DE DISPARO &#8211; </strong>Velocidades de disparo podem chegar a 1/250 segundo ou mais. As velocidades de 1/250 e 1/500 são altas o suficiente para prevenir a trepidação da câmera. As câmeras reflex digitais oferecem velocidades ultra rápidas de 1/1000, 1/2000 e até 1/4000 ou mais, podendo ser sincronizadas com uso de <a href="http://www.fotografia-dg.com/como-usar-o-flash-fotografico-tecnicas-para-fotografia-analogica-e-digital-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcomo-usar-o-flash-fotografico-tecnicas-para-fotografia-analogica-e-digital-parte-1%2F','flash')">flash</a> TTL.</p>
<p><strong>AMPLIAR COM ZOOM &#8211; </strong>Utiliza-se lente de zoom para ampliar uma parte do objeto e recortar o resto. Devido ao fato de a abertura da maioria das lentes de zoom tornar os comprimentos focais menores, tome cuidado ao ampliar com zoom para garantir que a velocidade de disparo permaneça rápida o suficiente para prevenir a trepidação da câmera.</p>
<p><strong>ANGULO DA CÂMERA &#8211; </strong>Relação da posição da câmera para a posição do objeto. O mais comum é segurar a câmera horizontalmente ao objeto, mas frequentemente pode-se causar mais impacto ao alterar-se o ângulo da câmera para mudar a perspectiva e linha do objeto com um fundo interessante.</p>
<p><strong>ANGULO DE VISÃO &#8211; </strong>O arco visual rodeado pela lente é, geralmente, medido na diagonal do quadro. O ângulo de visão, geralmente é de aproximadamente 60° para lente grande angular, 40-60° para lentes normais, e menos de 40° para lentes telefoto. Os exemplos no formato 35 mm incluem 75° para uma lente de 28  mm, 47° para uma lente de 50 mm, 34° para uma lente de 70 mm e 24° para uma lente de 100 mm.</p>
<p><strong>ASA </strong>– Acrónimo de “American Standards Associasion”, e é a medida de sensibilidade de um filme fotográfico ou de um CCD. Esta escala é linear, se dobrarmos o valor, dobramos a sensibilidade. Esta unidade de medida foi substituída pela unidade de medida ISO.</p>
<p><strong>ASTIGMATISMO &#8211; </strong>Pode influir tanto na nitidez da imagem como em sua forma, enquanto que a distorção só influi na forma. Em outras palavras, é o tipo de aberração mais conhecido por todos nós, já que é um dos principais defeitos encontrados na vista humana. Em princípio, é uma aberração ótica que afeta a nitidez da imagem entrando em consonância com as aberrações, o qual consiste em uma diferença de foco entre as linhas horizontais e verticais de um objeto; enquanto as linhas horizontais acusam nitidez, as verticais ressentem de falta de foco, aparecendo borradas ou vice-versa.</p>
<p><strong>ACRÍLICAS &#8211; </strong>As lentes das objetivas mais antigas eram fabricadas a partir de cristal ou vidro óptico. Nas câmaras Digitais reflex, com &#8220;Auto Focus&#8221;, este material foi substituído pelo acrílico por ser mais leve, para permitir a livre tração do motor e minimizar seu custo final.</p>
<p><strong>ACROBAT- </strong>Aplicativo desenvolvido pela Adobe que gera arquivos PDF (Portable Document Format). Podem ser visualizados pelo Acrobat Reader em qualquer computador, independente de plataforma, sistema operacional ou tipos de fonte. Aplicado em textos, livros, brochuras técnicas ou imagens.</p>
<p><strong>ACUTÂNCIA- </strong>Padrão de medida para aferir a qualidade, quanto a sua nitidez, alteração de tons, cores e contornos da imagem.</p>
<p><strong>AF- </strong>&#8220;Auto Focus&#8221; em inglês. A focalização da imagem é feita automaticamente pela câmara, por meio de sensores infravermelhos.</p>
<p><strong>AF LOCK &#8211; </strong>Trava o comando do Auto Focus quando se deseja desfocar o assunto do centro, ou do fundo, sem perder o plano de focalização.</p>
<p><strong>AJUSTE VELOCIDADE BULB &#8211; </strong>Ajuste na escala de velocidades do obturador para mantê-lo aberto durante o tempo necessário para fotografar cenas com poucas condições de luz, como ruas e avenidas de grande movimento durante á noite, por exemplo.</p>
<p><strong>AJUSTE DE COR &#8211; </strong>Vide Balanço de Branco</p>
<p><strong>AJUSTE DE CONTROLE DE EXPOSIÇÃO &#8211; </strong>(Bracketing): Método para fotografar a mesma cena com exposições maiores e menores que a indicada pelo fotômetro, com o propósito de obter imagem com exposição ideal.</p>
<p><strong>ALTAS LUZES &#8211; </strong>Compreende as áreas especificas de luzes mais intensas na cena a ser fotografada, na ampliação final, no diapositivo (slide) ou transparência. Termo também utilizado para as áreas muito densas e escuras do negativo, Preto &amp; Branco ou colorido.</p>
<p><strong>ANEL DE INVERSÃO OU REVERSÃO &#8211; </strong>Acessório para câmara fotográfica que permite utilizar a objetiva, invertendo a parte anterior e a posterior desta. Utiliza-se em fotografias a pequena distância ou para macro para obter imagens de melhor qualidade e maior aumento.</p>
<p><strong>ÂNGULO DE VISÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Amplitude que pode ser registrada por determinada objetiva; em função de sua distância focal. Quanto maior for essa distância, menor será o angulo visual, e maior será o seu poder de aproximação.</p>
<p><strong>ARMAZENAMENTO DIGITAL </strong><strong> &#8211; </strong>Para armazenar arquivos de imagens digitais a médio e longo prazo, recomenda-se uso de mídias ópticas, como CD-R OU DVDs.</p>
<p><strong>ARQUIVO DIGITAL </strong><strong> &#8211; </strong>Na fotografia convencional a imagem é preservada em filme ou papel, por meio de processo fotoquímico e embalagens de material neutro. Arquivo Digital é conjunto de Informações contendo planilhas, textos, imagens etc.</p>
<p>Usualmente, armazenamos os arquivos em mídias-ópticas (CDR, CDRW, MO, etc) ou magnéticas (Disco Rígido, cartões de memória e outros).</p>
<p><strong>AUTOMÁTICO PRIORIDADES </strong><strong> &#8211; </strong>Alguns modelos de câmeras digitais têm programas para fotos especiais, identificados por ilustrações. É só ajustar para o desenho correspondente que a máquina fará o resto sozinha. Consulte o manual de sua câmera para maiores informações.</p>
<p><strong>BAIXAS LUZES </strong><strong> &#8211; </strong>Áreas mais escuras da imagem, áreas de sombras ou de pouca luz. Oposto de &#8220;Altas Luzes&#8221;</p>
<p><strong>BALANÇO DE BRANCO </strong><strong> &#8211; </strong>Recurso de correção, por meio de colorímetro, disponível em câmaras digitais ou câmaras de vídeo, destinado a pré-ajustar o equipamento em relação à fonte de luz utilizada (Luz do Dia, Fluorescente ou Incandescente), com o propósito de manter as cores originais da cena.</p>
<p><strong>BIT </strong><strong> &#8211; </strong>Unidade básica da informação. No sistema binário ou digital, podemos representar apenas dois valores: 0 (zero) e 1(Um).</p>
<p><strong>BITMAP </strong><strong> &#8211; </strong>Imagem &#8220;bitmapeada&#8221; é aquela na qual registramos as informações (cor e posicionamento) de cada pixel, utilizando uma matriz bidimensional (mapa X/Y). Anacrônico de Bitmap, ou Mapa de Bits é o formato nativo do Windows, armazena os</p>
<p>dados sem compactar a imagem, e pode ser lido em quase todos os programas que rodam sob Windows. Muito utilizado nas primeiras câmaras digitais, sendo gradativamente substituído pelo Tiff e RAW.</p>
<p><strong>BMP</strong><strong> &#8211; </strong>Formato de gravação de arquivo, difundido pela Microsoft/Windows, no qual as informações são gravadas utilizando padrão &#8220;bitmap&#8221;. Em desuso.</p>
<p><strong>BURST MODE OU CONTINUOUS MODE</strong><strong> &#8211; </strong>Modo utilizado em câmeras digitais, possibilitando capturar várias imagens sucessivamente.</p>
<p><strong>BYTE </strong><strong> &#8211; </strong>Conjunto de 8 bits. Também conhecido como &#8220;palavra&#8221;. 8 bits= 1 byte/1024 bytes = 1 KB/ 1024 Kbytes = 1 MB/1024 megabytes = 1 Gigabytes/1024 Gigabytes = 1 Terabyte.</p>
<p><strong>BANDING</strong> – Bandas tonais visíveis e diferenciadas, que surgem da impossibilidade de transformação de uma imagem analógica contínua numa imagem digital contínua ou vice-versa.</p>
<p><strong>BAUD</strong> – Baud é a unidade de medida para a transferência de informação com o auxilio de uma linha. 1 Baud corresponde a 1 bit por segundo (BPS) e esta é a unidade mais utilizada hoje em dia.</p>
<p><strong>BIT</strong> – Acrónimo de “Binary Digit” ou digito binário. Esta é a mais pequena unidade de informação que se pode gravar e guardar. Tem apenas um de dois valores, 1 ou 0, ligado ou desligado. BYTE – O byte é a unidade padrão de medida de um ficheiro e é constituído por 8 bits, representando os valores de 0 a 255 num sistema decimal. Um kilobyte (Kb) é 1024 bytes, um megabyte (Mb) é 1.024 kilobytes ou 1.048.576 bytes, um gigabyte (Gb) é 1.024 megabytes ou 1.048.576 kilobytes.</p>
<p><strong>BLACK POINT (PONTO NEGRO)</strong> – Um ponto de referência não fixo que define qual o ponto mais escuro de uma imagem de forma a calibrar o resto da imagem em função desse mesmo ponto.</p>
<p><strong>BLOOMING </strong>– Transferência de carga eléctrica entre elementos de um CCD, que é causado por uma sobre exposição. O resultado mais aparente numa imagem é o aparecimento de faixas de luz ou “halos” de luz nas zonas mais claras da imagem.</p>
<p><strong>BMP</strong> – Vem do acrónimo “Bitmap” ou mapa de bits. É um tipo de ficheiro gráfico onde uma série de pontos ou pixels individuais formam uma imagem. A cor de cada pixel é determinada por um número especifico de bits, denominada profundidade de cor.</p>
<p><strong>BRACKETING</strong> – Captação de mais de uma imagem do mesmo assunto, variando a exposição acima e abaixo da exposição correcta indicada pela câmara fotográfica, evitando assim uma exposição incorrecta.</p>
<p><strong>BRIGHTNESS </strong>(LUMINOSIDADE) – É uma das três dimensões da cor. É a quantidade ou intensidade de luz que é reflectida por uma superfície iluminada.</p>
<p><strong>BUFFER</strong> – Dispositivo que é utilizado para guardar informação de forma momentânea. É utilizado para resolver o problema das diferenças de gravação entre diferentes dispositivos.</p>
<p><strong>BUG</strong> – Falha na programação, que pode impedir que um programa ou sistema funcione regularmente.</p>
<p><strong>CCD</strong> – Acrónimo de “Charged-Coupled Device”, é um dispositivo semi condutor sensível à luz, um sensor óptico empregado em equipamentos de captura tais como: scanners, câmeras de vídeo e câmeras digitais. Converte a luz incidente e seus pontos em sinais elétricos, desenhando eletronicamente a imagem, digitalizando-a Essa conversão é efectuada quando a luz atinge os “foto díodos” existentes no CCD. O CCD pode ser de área, com duas dimensões (X/Y) ou em forma de linha.</p>
<p><strong>CD-ROM </strong>– Acrónimo de “Compact Disc Read Only Memory”, é um meio óptico de gravação de dados, sendo provavelmente o meio de gravação de dados mais utilizado em todo o mundo. Alias uma grande capacidade de gravação a uma grande rapidez e facilidade. Só permite gravar uma vez os dados.</p>
<p><strong>COLOR DEPTH</strong> (PROFUNDIDADE DE COR) – É o número de bits utilizado para guardar a informação de cor ou amplitude tonal de um pixel.</p>
<p><strong>COMPRESSION </strong>(COMPRESSÂO) – É a redução do tamanho de um ficheiro. Existem dois tipos ou métodos de compressão: “lossy” ou “non lossy”. A compressão “lossy” implica a perca de informação do nosso ficheiro original, degradando assim a qualidade final da nossa imagem. A compressão “non lossy” comprime a informação reduzindo assim o espaço que ocupa no meio de gravação da imagem, mas uma vez aberta recupera toda a informação original contida na imagem, não degradando assim a qualidade final da mesma.</p>
<p><strong>CABEÇA RÓTULA </strong><strong> &#8211; </strong>(Cabeça Panorâmica ou Ball Head): Dispositivo especial no tripé ou adaptável a este, que permite a fixação em qualquer ângulo da câmara, por simples aperto de parafuso, ou acionado por meio de punho.</p>
<p><strong>CABO de SINCRONISMO</strong><strong> &#8211; </strong>Fio elétrico que conecta a unidade de &#8220;flash&#8221; á tomada no corpo da câmera (circuito de liberação do sincronismo do obturador).</p>
<p><strong>CÂMERA 35  mm</strong><strong> &#8211; </strong>Câmera que utiliza filme 35 mm, formato que a permite ser pequena e conveniente. Apesar da variedade de formas, elas geralmente podem ser divididas em SLRs, que apresentam lentes intercambiáveis e câmeras compactas com lentes fixas. O formato 35 mm foi adotado, como formato fullframe, nas câmeras reflex profissionais. Há outro formatos de fullframe, como 6 x 6, 4 x 5  polegadas e também 8 x 10 polegadas.</p>
<p><strong>CÂMERA COMPACTA</strong><strong> &#8211; </strong>Termo geral para câmeras pequenas e leves projetadas para conveniência. Ao mesmo tempo em que não oferecem lentes intercambiáveis, elas são muito úteis para snapshots (instantâneos) e algumas utilizam óptica de alto desempenho. Ideais para viagens ou aplicativos visuais.</p>
<p><strong>CÂMERA DIGITAL</strong><strong> &#8211; </strong>Na fotografia digital, a luz sensibiliza um sensor, chamado de CCD ou CMOS, que por sua vez converte a luz em um código eletrônico digital, uma matriz de números digitais (quadro com o valor das cores de todos os pixels da imagem), que será armazenado em um cartão de memória. Tipicamente, o conteúdo desta memória será mais tarde transferido para um computador. Já é possível também transferir os dados diretamente para uma impressora gerar uma imagem em papel, sem o uso de um computador. Uma vez transferida para fora do cartão de memória, este poderá ser apagado e reutilizado.</p>
<p><strong>CAPTURA DIGITAL</strong><strong> &#8211; </strong>É o ato de fotografar, onde o filme é substituído por discos ou pela própria memória do computador. A captura digital pode ser feita através de câmaras ou scanners, tanto para cópias e ampliações, como também possibilita o escaneamento direto de negativo ou diapositivos (slides) convencionais.</p>
<p><strong>CAPTURAS &amp; ENTRADAS DIGITIAIS</strong><strong> &#8211; </strong>A câmera digital transfere a imagem capturada automaticamente para o computador ou também a transmite pela Internet ou por telefonia. O scanner produz a entrada da imagem digitalizando a foto, papel ou filme, transformando-a em pixels.</p>
<p><strong>CARTÃO CINZA</strong><strong> &#8211; </strong>Um cartão que reflete uma percentagem conhecida da luz que incide sobre ele. Em geral, tem um lado cinzento que reflete 18% da luz e um lado branco que reflete 90% da luz. Padrão utilizado para aferir leitura de todos os fotômetros, flashmeters e sistemas de impressão fotoquímico.</p>
<p><strong>CARTÃO DE ARMAZENAMENTO</strong><strong> &#8211; </strong>Meio de armazenamento utilizado pelas Câmaras Digitais. Entre os vários modelos podemos citar:</p>
<p>ATA PCMCIA, Smartmedia, SD e Compact Flash, entre outros. As primeiras câmaras utilizavam disquetes, porém com o incremento de resolução nas câmaras, houve a necessidade de desenvolver novas mídias.</p>
<p><strong>CARTÃO PCMCIA</strong><strong> &#8211; </strong>&#8220;Personal Computer Memory Card International Association&#8221;, cartão de memória de espessura e desenho semelhantes ao cartão de crédito. Usado em computadores portáteis e como acessório integrante de alguns sistemas de imagem digital.</p>
<p><strong>CATCHLIGHT</strong> (Reflexo de luz)</p>
<p>Reflexo brilhante de luz no objeto fotografado. Os reflexos de luz são importantes principalmente em retratos de rosto e ombros e impressões grandes, onde eles dão brilho e vida ao assunto. São facilmente obtidos com um flash ou refletor em frente ao objeto.</p>
<p><strong>CINZA MÉDIO</strong><strong> &#8211; </strong>Tom de cinza médio padrão com 18% de reflexão. Padrão de calibragem de todos os fotômetros. Idem, cartão cinza.</p>
<p><strong>CIRCULO DE CONFUSÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Disco de luz ou círculos luminosos da imagem, produzido pela objetiva quando o objeto a ser fotografado não está perfeitamente focado. Também usado como padrão para medir índice de resolução das objetivas por meio de microscópios digitais adequados, já que o olho humano não consegue distinguir entre um círculo de difusão muito pequeno &#8211; com diâmetro inferior a 0,25 (mm) e um verdadeiro ponto.</p>
<p><strong>CLONE (Cloninig)</strong><strong> &#8211; </strong>Ferramenta digital presente na maioria dos programas de manipulação e tratamento de imagens com o propósito de produzir cópias fiéis de determinadas regiões. Trata-se de uma das principais ferramentas para retoque e restauração de imagens, sendo representada por um carimbo.</p>
<p><strong>CMYK</strong><strong> &#8211; </strong>Na imagem digital, refere-se ao espaço de cor no qual são utilizadas as cores subtrativas: cian, magenta e amarelo, aliadas ao preto.</p>
<p><strong>COLOR CAST</strong> (DOMINANTE DE COR) – Uma dominante de cor global na imagem, como se visse-mos uma imagem com um filtro de cor na frente.</p>
<p><strong>COLOR MODEL</strong> (MODELO DE COR) – É um método de representação da informação da cor de uma forma numérica.</p>
<p><strong>CLOSE-UP</strong><strong> &#8211; </strong>Foto tirada próximo ao objeto, geralmente definida como tirada a 1 m de distância ou menos. Os temas mais populares de close-up são flores, insetos e objetos pequenos. Enquanto a maioria das lentes comuns pode focalizar na distância de 40-50 cm, as lentes especializadas oferecem um melhor desempenho para close-up de fotografias profissionais.</p>
<p><strong>CMOS</strong> – Dispositivo semi condutor sensível à luz, usado em equipamentos de captura de imagens, que converte luz em cargas eléctricas, tal qual o CCD. A principal diferença no entanto, reside no facto de no sensor CMOS ser possível a captação e o processamento de dados, ao contrário do CCD aonde só é possível a captação de dados, sendo o processamento de dados efetuado num outro local.</p>
<p><strong>COMPENSAÇÃO DA CONTRA-LUZ</strong><strong> &#8211; </strong>Aumentar a exposição para contrapor a contraluz sobre um objeto. Pelo motivo da maioria dos sistemas de medição ter a tendência de subexpor os objetos iluminados pela contraluz, geralmente uma boa dica é aumentar a exposição até 2,0 EV.</p>
<p><strong>COMPENSAÇÃO DA EXPOSIÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Ativação manual que permite aumentar ou diminuir a exposição quando houver um motivo para acreditar que o foco automático da câmera não irá produzir uma exposição correta. Geralmente as câmeras oferecem uma faixa de ± 3EV de compensação da exposição, variando DE 1/3 A 1/3 E.V.</p>
<p><strong>COMPOSIÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>É o arranjo dos elementos de uma fotografia, o assunto principal, primeiro plano, fundo e motivos secundários visando harmonia e estética visual. Observe que nem sempre o objeto principal deve estar no meio do quadro. Ao compor uma foto, considere o quadro todo e todos os cantos.</p>
<p><strong>CONTRAST</strong> (CONTRASTE) – Relação entre os pontos mais claros e mais escuros de uma imagem. Diferença no nível de iluminação entre as partes mais claras da imagem (realces) e as partes mais escuras (sombras). As imagens de alto contraste mostram uma diferença nítida entre o claro e o escuro, enquanto que nas imagens de baixo contraste as diferenças são mais atenuadas.</p>
<p><strong>CONTRA-LUZ</strong><strong> &#8211; </strong>Luz, principalmente a luz solar, que ilumina o objeto no lado oposto da câmera. Esta pode levar a câmera a subexpor o objeto, ou seja, torná-lo escuro demais. A contraluz pode ser contraposta pelo aumento da exposição e produzir retratos muito atraentes.</p>
<p><strong>CPU</strong> – Acrónimo de “Central Processing Unit” ou unidade central de processamento, é o elemento do computador responsável pela extracção de instruções da memória e pela sua execução.</p>
<p><strong>COMA</strong><strong> &#8211; </strong>Defeito óptico das lentes que origina pontos de luz fora do eixo luminoso e que aparecem não como pontos, mas como discos acompanhados de uma cauda como os cometas.</p>
<p><strong>COMPACT DISK</strong><strong> &#8211; </strong>Utilizado na imagem digital. Espécie de mídia óptica (CD), que permite gravação de dados. Basicamente se utiliza dois tipos de cds.</p>
<p><strong>COMPRESSÃO DE ARQUIVOS DIGITAIS</strong><strong> &#8211; </strong>Processo no qual reduzimos o tamanho dos arquivos em bytes. Pode ser realizado com ou sem perda de informação. O método sem perda utiliza programas de compactação, que primeiro analisam os dados binários, e depois calculam seu percentual de compressão. O exemplo mais típico é o Winzip ou RAR. O processo de compactação com perda utiliza sistema de algoritmos, que analisam a imagem. Estes algoritmos tendem a desprezar detalhes secundários da imagem, não perceptíveis ao olho humano, como é, por exemplo, o clássico formato JPEG.</p>
<p><strong>CD-R</strong><strong> &#8211; </strong>Permite apenas uma gravação por meios digitais. O disco pode ser gravado até a totalidade de seu espaço, porém não há como apagar as informações. Idem para DVD – R</p>
<p><strong>CD-RW</strong><strong> &#8211; </strong>Ao contrário do CD-R, essa nova mídia permite a regravação de informações.</p>
<p><strong>CONTRASTADO</strong><strong> &#8211; </strong>Apresentar diferenças maiores que o normal entre as áreas claras e escuras. O oposto é suave.</p>
<p><strong>CONTROLE DE ABERTURA</strong><strong> &#8211; </strong>O anel da objetiva ou da câmara (um botão, em alguns modelos que, quando rotacionado, ajusta o tamanho da abertura da íris no diafragma e modifica a intensidade de luz que incide sobre o filme).</p>
<p><strong>CONTROLE DE VELOCIDADE</strong> (do Obturador)<strong> &#8211; </strong>Controle que seleciona o período de tempo, a quantidade de luz que o sensor digital é exposto.</p>
<p><strong>CONVERGÊNCIA VERTICAL</strong><strong> &#8211; </strong>Distorção das linhas verticais contidas na perspectiva da imagem, quando se fotógrafa de baixo para cima. Os assuntos mais altos, como imagens arquitetônicas, por exemplo, parecem a se inclinar para trás. Esse efeito pode ser corrigido por meio de báscula nas câmaras de grande formato.</p>
<p><strong>CONVERSOR</strong> (ou &#8220;Teleconverter&#8221;)<strong> &#8211; </strong>Lente auxiliar adaptável entre a objetiva original e o corpo da câmara, apresentando como resultado uma distância focal combinada maior do que a própria objetiva. A maioria dos conversores multiplica a distancia focal por um fator de dois a três vezes.</p>
<p><strong>CONVERSOR</strong> <strong>ANALÓGICO DIGITAL &#8211; </strong>Dispositivo eletrônico utilizado em câmaras digitais e scanners para quantificar cargas elétricas registradas pelo CCD.</p>
<p><strong>CROPPING</strong><strong> &#8211; </strong>Processo de corte de uma imagem digital.</p>
<p><strong>CR-T</strong><strong> &#8211; </strong>Tubos de Raios Catódicos. Trata-se do tubo utilizado nos monitores de vídeo.</p>
<p><strong>COR SATURADA</strong><strong> &#8211; </strong>Cor pura, sem qualquer mistura de cinza ou contaminação de outra cor.</p>
<p><strong>CORPO</strong><strong> &#8211; </strong>Caixa externa de aço ou plástico da própria câmara, sem a objetiva de alto impacto, à prova de luz que contém todos os mecanismos e circuitos e os protege da luz até que se esteja pronto para fazer a exposição.</p>
<p><strong>CORTE</strong><strong> &#8211; </strong>Aparar as margens de uma imagem, melhorando a sua composição, harmonia e estética. Esse processo pode ser feito através da movimentação da posição da câmera quanto à visão da cena, em software próprio para tratamento de imagens, ou ainda aparando a foto já pronta.</p>
<p><strong>DISPARO CONTÍNUO</strong><strong> &#8211; </strong>Manter o disparador pressionado para fotografar um quadro após o outro. As câmeras geralmente são capazes de fotografar um ou dois quadros por segundo, enquanto que modelos com velocidades mais altas podem fotografar de quatro a cinco quadros. O disparo contínuo é útil especialmente em fotografia de esportes.</p>
<p><strong>DISPARO LENTO</strong><strong> &#8211; </strong>Velocidade de disparo lento, ou seja, o disparador permanece aberto por um longo tempo. Geralmente isto significa 1/30 segundo ou mais. Como segurar a câmera com velocidade de disparo lento sempre resulta em trepidação da câmera, sempre utilizar um tripé ou outro apoio para estabilizar a câmera.</p>
<p><strong>DISPOSITIVO DE ACOPLAMENTO DE CARGA</strong> (CCD)<strong> &#8211; </strong>Um dos dois tipos principais de chips de computador utilizado para capturar imagens de câmeras digitais.</p>
<p><strong>DEFINIÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>É a clareza nos detalhes e contornos. Depende da dimensão do menor ponto da imagem que pode ser gravado no sensor digital por meio da objetiva que se utiliza. O índice de definição vai depender do tamanho do sensor digital, da qualidade óptica da objetiva, dos métodos de fotometria e processamento da imagem.</p>
<p><strong>DENSITY</strong> (DENSIDADE) – O grau de opacidade de um filtro de absorção de luz, pigmento ou emulsão fotográfica exposta.</p>
<p><strong>DIGITAL</strong> – O oposto de analógico. Informação que é possível ser representada por números ou sequência de números.</p>
<p><strong>DIAFRÁGMA</strong><strong> &#8211; </strong>Dispositivo ajustável de laminas metálicas que formam uma abertura aproximadamente circular com diâmetro variável, para controlar a intensidade da luz transmitida pela objetiva.</p>
<p><strong>DIFRAÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Fenômeno que se observa quando a luz passa junto à borda de um corpo opaco ou através de uma abertura estreita de diafragma. A luz sofre um pequeno desvio ou deflexão, originando feixes de interferência, que, por vezes, é possível observar a olho nu, como manchas luminosas indefinidas. Este efeito é eventualmente perceptível quando se fotografa com diafragmas muito fechados.</p>
<p><strong>DIFUSÃO INTERNA DA LUZ</strong><strong> &#8211; </strong>Luz refletida dentro do corpo da objetiva, entre seus elementos ópticos, que produz marcas irregulares no negativo, diapositivo e sensor digital, degradando a qualidade da imagem. Este efeito é minimizado com o tratamento de fluoreto, ou &#8220;coated&#8221;, tornando as objetivas de coloração magenta, azulada ou de outra coloração, conforme o tipode matéria prima empregada.</p>
<p><strong>DISTORÇÃO</strong> Grande-Angular<strong> &#8211; </strong>Alteração na perspectiva causada pelo uso de lente grande-angular (distância focal pequena) muito próxima ao objeto. Os objetos aparecem esticados ou mais distantes do que realmente são.</p>
<p><strong>DISPARADOR DE CABO</strong><strong> &#8211; </strong>Acessório utilizado para reduzir as vibrações da câmara, acoplada á um tripé, quando se fotografa em baixa velocidade. Consiste em cabo fino, de vários comprimentos, fixados por uma extremidade ao botão disparador da câmera. O cabo insere-se em um tipo de borracha ou plástico flexível, ou de malha metálica, sendo acionando manualmente pelo fotógrafo. Nas câmeras digitais é comumente substituído pelo controle remoto.</p>
<p><strong>DISPARADOR DO OBTURADOR</strong><strong> &#8211; </strong>Mecanismo ou circuito eletrônico, geralmente um botão no topo da câmara, destinado a ativar o obturador para expor o filme. Nos modelos hi-tech foram substituídos por controle remoto.</p>
<p><strong>DISTÂNCIA FOCAL</strong><strong> &#8211; </strong>Distância entre a objetiva e um ponto determinado, onde se forma a imagem focalizada de um assunto a grande distância, quando a objetiva está focalizada para o infinito. A distância focal de uma objetiva determina o tamanho final da imagem fotográfica. Em geral, quanto maior for a distancia focal da objetivam menor será seu respectivo ângulo de visão.</p>
<p><strong>DISTÂNCIA HIPERFOCAL</strong><strong> &#8211; </strong>À distância até o objeto mais próximo em foco, quando a objetiva é focalizada no infinito. Estabelecer o foco nessa distância, ao invés de no infinito, fará com que os planos mais distantes permaneçam em foco, além de estender a profundidade de campo a fim de incluir outros planos mais próximos da câmara.</p>
<p><strong>DOMINANTE</strong><strong> &#8211; </strong>Tonalidade geral colorida que se dá às fotografias em cores um aspecto distorcido e pouco natural. Origina-se normalmente de mal processamento, falta de uso de filtro adequado, emulsão estocada inadequadamente ou com seu respectivo prazo de validade vencido. Aplica-se também quando o White Balance não efetua a correção de cor adequada.</p>
<p><strong>DOT</strong> (PONTO) – É o mais pequeno elemento de uma imagem impressa. Um pixel é composto por vários “dots” ou pontos.</p>
<p><strong>DPI</strong> – Acrónimo de “Dots Per Inch” ou pontos por polegada, é a medida da resolução dos nossos dispositivos de saída, nomeadamente impressoras, sendo que quanto mais alto for este valor maior será a resolução de uma imagem.</p>
<p><strong>DYE SUBLIMATION</strong> (SUBLIMAÇÃO TÉRMICA) – Um processo de impressão que usa pequenos elementos térmicos que evaporam pigmentos que são por sua vez depositados suavemente num suporte de impressão. É considerada a tecnologia que produz as melhores impressões digitais mas ainda é relativamente cara.</p>
<p><strong>DYNAMIC RANGE </strong>(AMPLITUDE DINÃMICA) – A máxima amplitude tonal, escura e clara, que um dispositivo de captação de imagem é capaz de capturar.</p>
<p><strong>EV</strong><strong> &#8211; </strong>Valor de exposição, medida da quantidade de luz que incide sobre o filme ou sensor digital. A exposição é determinada pela combinação entre a velocidade de disparo e abertura da lente. Cada multiplicação/divisão da velocidade de disparo ou abertura/fechamento da lente é por um número-f é equivalente a 1 EV.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO CORRETA</strong><strong> &#8211; </strong>Combinação entre a velocidade de disparo e abertura da lente que distribui a quantidade correta de luz para produzir uma boa imagem no filme. A função da câmera que faz estes ajustes automaticamente é conhecida como exposição automática (AE) .</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO PROLONGADA </strong>(Bulb)<strong> &#8211; </strong>Configuração que permite abrir e fechar o disparador manualmente, útil para exposições prolongadas (por exemplo, 5 a 10 segundos ou mais). Tradicionalmente era ativada por um cabo liberador com uma trava. A maioria das câmeras atuais utiliza um cabo de controle eletrônico.</p>
<p><strong>EIXO ÓPTICO</strong><strong> &#8211; </strong>Linha imaginária que passa pelo centro óptico de um sistema de lentes ou objetiva.</p>
<p><strong>EFEITO DE RECIPROCIDADE</strong><strong> &#8211; </strong>Alteração no balanceamento de cores ou na densidade da imagem causada por exposição muito longa ou muito curta.</p>
<p><strong>EPS</strong><strong> &#8211; </strong>Acrónimo de “Encapsulated Post Script”, é um formato de ficheiro standard para desenhos e imagens, permitindo ser colocado noutros programas, nomeadamente programas de paginação.</p>
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<p><strong>ESPECTRO</strong><strong> &#8211; </strong>Faixa multicolorida que se obtém quando se decompões a luz nos diferentes comprimentos de onda que a compõem, do mesmo modo que o prisma decompõe a luz branca nas cores do arco-íris. O termo aplica-se também à faixa completa da radiação eletromagnética, desde as de menor comprimento de onda às de maior, incluindo a luz visível.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Tempo durante o qual a luz deve incidir sobre a emulsão fotográfica para formar sua respectiva imagem. A exposição é controlada pela velocidade do obturador e pela abertura do diafragma selecionada.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO AUTOMÁTICA</strong><strong> &#8211; </strong>Modo de operação no qual a câmera ajusta automaticamente a abertura, a velocidade do obturador, ou ambos, para produzir exposição normal.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO MANUAL</strong><strong> &#8211; </strong>Modo não-automático de operação da câmera no qual o fotógrafo estabelece tanto a abertura quanto a velocidade do obturador em função das condições de luz e do resultado pretendido.</p>
<p><strong>EXPOSURE LATITUDE</strong> (LATITUDE DE EXPOSIÇÃO) – A amplitude de variação de exposição (sub ou sob-exposição) que possa ser compensada durante o processamento da imagem, de forma a produzir uma densidade correcta.</p>
<p><strong>EXPOSÍMETRO</strong><strong> &#8211; </strong>Instrumento dotado de célula fotossensível empregado para medir a intensidade da luz que é refletida por um objeto. É usado para determinar a exposição correta para obter uma boa fotografia ou impressão adequada. Conhecido também como Fotômetro.</p>
<p><strong>FATOR DE AMPLIAÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Fator que exprime o aumento do tamanho da imagem em relação ao do objeto fotografado. O conhecimento do fator de ampliação apresenta por vezes a determinação do tempo correto de exposição na fotografia à pequena distância, ou macro-fotografia.</p>
<p><strong>FATOR FILTRO</strong><strong> &#8211; </strong>Já que os filtros absorvem luz, temos que compensar na exposição o seu respectivo fator. Este é um número que especifica quanto precisamos compensar na sua exposição. Dobrar a exposição é expor um ponto a mais no obturador ou diafragma. Um fator de 16 significa uma correção de 16 vezes mais exposição (2-4-8-16), ou quatro pontos a mais. Alguns fatores são importantes na avaliação da correção necessária a ser feita na exposição. Quando a máquina é monoreflex, o fotômetro lê a luz que passa pela objetiva e a corrige automaticamente. Um fotômetro manual leria esta correção com o filtro na frente do seu sensor. Entretanto, a qualidade espectral de luz que ilumina a cena pode variar, alterando o fator filtro.</p>
<p><strong>&#8220;FLASH&#8221; AUTOMÁTICO</strong><strong> &#8211; </strong>Tipo ou modo de &#8220;flash&#8221; eletrônico com sensor fotossensível que determina a distância do &#8220;flash&#8221; para exposição ideal através da medida do retorno da luz refletida pelo objeto.</p>
<p><strong>&#8220;FLASH&#8221; MANUAL</strong><strong> &#8211; </strong>Tipo ou modo de operação do &#8220;flash&#8221; no qual o fotógrafo controla a exposição ajustando a abertura da objetiva em função da distância em que a cena se encontra.</p>
<p><strong>&#8220;FLASH&#8221; TTL</strong><strong> &#8211; </strong>Neste modo ou função, o sensor eletrônico é automaticamente desligado. O fotômetro efetua a leitura da cena a ser fotografada e comanda o flash para emitir a intensidade de luz necessária para iluminar adequadamente a cena.</p>
<p><strong>FILTRO</strong><strong> &#8211; </strong>Vidro, acrílico ou outro material transparente colorido, usado diante da objetiva, com finalidades especiais, como acentuar o azul do céu, realçar as cores ou definir melhor os intervalos tonais da imagem fotográfica.</p>
<p><strong>FILTROS DE AMPLIAÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Conjunto de filtros utilizados no ampliador, quanto se emprega papel preto &amp; Branco de contraste variável (de coloração que vão do Amarelo ao Magenta) ou para ampliações em cores.  Neste caso, empregam-se os filtros de cor subtrativos, Amarelos, Cian e Magenta.</p>
<p><strong>FILTRO DE CORREÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Filtro colorido colocado na objetiva para alterar o equilíbrio tonal da imagem preto e branco ou corrigir a predominância de cor emitida por determinada fonte de luz, natural ou artificial (Filtro de correção de cores). Veja também &#8220;Kelvin&#8221;.</p>
<p><strong>FILTRO DE DENSIDADE NEUTRA</strong><strong> &#8211; </strong>(ND) Filtro cinzento utilizado para reduzir a intensidade da luz sem alterar sua qualidade cromática. Emprega-se no uso de flashes a curta distância ou para filmes de alta sensibilidade em cenas com muita luz (Praia ou Neve). Também utilizado para produzir pouca &#8220;Profundidade de Campo&#8221; em cenas normais. Uso obrigatório em câmeras tipo DSLR</p>
<p><strong>FILTRO POLARIZADOR</strong><strong> &#8211; </strong>Há dois tipos: Linear, para objetivas mecânica e circular. Filtro giratório, cujo efeito pode ser constatado diretamente no visor. Elimina reflexos de superfícies não metálicas, como vidro, plástico, água etc. Usado também para dias ensolarados para escurecer e saturar o azul do céu. Empregado também para absorver o excesso de azul da luz solar, dar mais vida á vegetação e proporcionar maior saturação e separação das cores e tons de cinza. Utiliza-se unicamente com filme tipo Daylight, ou filme P&amp;B convencional. Não produz efeito com sol a pino ou reflexos perpendiculares ao eixo da objetiva. Uso obrigatório em câmeras tipo DSLR</p>
<p><strong>FILTROS DE AR</strong><strong> &#8211; </strong>Responsáveis pela purificação do ar que circula nas processadoras de minilab. Esse ar pode ter a função de resfriamento da lâmpada de impressão e fonte de energia, ou na secagem a quente das cópias. Devem ser limpos semanalmente e trocados semestralmente.</p>
<p><strong>FILTERS</strong> (FILTROS) – Efeitos de programas de computadores que permitem manipular imagens, nomeadamente a cor, contraste, claridade ou ainda efeitos especiais.</p>
<p><strong>FILE FORMAT</strong> (FORMATO DE FICHEIRO) – Formato de um ficheiro ou extensão, normalmente está associado ao programa em que o criamos ou associado ao programa para aonde se destina.</p>
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<p><strong>FOCALIZAÇÃO POR ZONAS</strong><strong> &#8211; </strong>Pré-estabelecimento do foco para fotos de ação, de modo que toda a área na qual a ação possa se desfocar, apareça perfeitamente nítida. Este recurso pode ser obtido manualmente ou programado nas câmaras tipo High Tech &#8211; DEPH.</p>
<p><strong>FOCO</strong><strong> &#8211; </strong>Ajuste do ponto máximo de nitidez ao fotografar um objeto. As câmeras com foco automático fazem isto automaticamente, mas observe que ao fotografar em close up, frequentemente é mais rápido e preciso alterar para o foco manual.</p>
<p><strong>FOCO FIXO</strong><strong> &#8211; </strong>Refere-se aos tipos de câmara em que não há possibilidade de ajuste da distância entre a objetiva e o assunto fotografado.</p>
<p><strong>FOLE &#8211; </strong>Parte flexível das câmaras, geralmente de médio ou grande formato, que une a objetiva ao corpo da câmara e serve para afastar ou aproximar a objetiva do plano focal. Há também o fole de extensão, acessório indispensável para micro e macro-fotografia.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO</strong><strong> &#8211; </strong>Vide &#8220;exposímetro&#8221;.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO CENTRAL</strong><strong> &#8211; </strong>Fotômetro de ação central. Medidor de exposição que trabalha através da objetiva, e mede os valores de luz de toda a cena, dando, porém, maior ênfase à área central do visor.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO DE LEITURA INTEGRAL </strong>ou<strong> MATRIX</strong><strong> &#8211; </strong>Dispositivo de medição de exposição com grande ângulo de visão. A exposição indicada é baseada na média de todos os valores de luz na cena a ser fotografada. Leitura mestre.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO DE LUZ INCIDENTE</strong><strong> &#8211; </strong>Fotômetro manual externo que mede a quantidade de luz que incide sobre o objeto ou cena a ser fotografada, apresentando a relação de aberturas e diafragmas adequados. Ver também Fotômetro de luz refletida.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO DE LUZ REFLETIDA</strong><strong> &#8211; </strong>Fotômetro (manual ou embutido na câmara) que lê a quantidade de luz refletida no objeto, apresentando a exposição adequada. Ver também Fotômetro de luz incidente.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO PONTUAL</strong><strong> &#8211; </strong>Fotômetro de ação restrita cujo ângulo de visão é estreito, utilizado para medir a quantidade de luz de uma pequena parte da cena fotografada.</p>
<p><strong>FOTÔMETRO TTL</strong><strong> &#8211; </strong>Fotômetro de leitura direta através da objetiva (Fotômetro TTL). Fotômetro embutido que faz as leituras de luz diretamente através da objetiva sobre o plano do filme.</p>
<p><strong>FOCO DE FUNDO</strong><strong> &#8211; </strong>Uma situação onde a lente está realmente focalizada atrás do objeto principal, resultando em uma pequena suavidade desse objeto. O foco de fundo é um problema comum quando há um outro objeto atrás do objeto principal, e o foco automático trava sobre esse outro objeto.</p>
<p><strong>FOCO FRONTAL</strong><strong> &#8211; </strong>Situação quando a lente está realmente focalizada na frente do objeto principal, resultando em uma leve suavidade do objeto. O foco frontal pode ser um problema ao fotografar uma paisagem ou cena distante e o foco automático pode travar sobre um objeto em primeiro plano.</p>
<p><strong>FOCO PANORÂMICO</strong><strong> &#8211; </strong>Para focalizar uma lente para que tudo ao redor, longe ou perto, esteja com foco de nitidez aceitável. Isto é mais bem executado utilizando uma lente grande angular e mudar para uma abertura pequena; em seguida, ajustar o foco para minimizar a área do quadro que aparece nítida.</p>
<p><strong>FORA DE FOCO</strong><strong> &#8211; </strong>Sair da zona de nitidez do foco de uma lente. Exemplos comuns incluem a grama borrada em primeiro plano ao focalizar uma paisagem distante ou fundo borrado de um foto em close-up de uma flor.</p>
<p><strong>FORMATO H</strong><strong> &#8211; </strong>Formato de impressão padrão a partir de negativos de filme APS. Sua proporção de imagem de 16:9 é a mesma de uma TV de alta definição, sendo útil para mostrar a expansão horizontal ou vertical do objeto, assim como, adicionar sensação de profundidade à cena.</p>
<p><strong>FOTOGRAFIA COM FLASH</strong><strong> &#8211; </strong>Utilizar um flash embutido ou externo para iluminar o objeto. O uso habilidoso de um flash pode clarear um objeto para obter lindos resultados, mas é mais bem utilizado junto com a luz existente para uma foto com aparência natural.</p>
<p><strong>FOTO NATURAL</strong><strong> &#8211; </strong>Foto de qualquer objeto natural, de animais, pássaros e insetos a plantas e flores, e até mesmo objetos subaquáticos. Existe uma infinidade de possibilidades, usando todas as lentes de telefoto a macro. Flores e pássaros são muito populares e fáceis de fotografar.</p>
<p><strong>FUNDO</strong><strong> &#8211; </strong>Pano de fundo por atrás do objeto principal e elemento chave da composição fotográfica. Escolher o fundo correto – uma cor especial, por exemplo, ou edifícios, árvores ou céu – têm um efeito maior no impacto de sua foto.</p>
<p><strong>GIRO PANORÂMICO</strong><strong> &#8211; </strong>Seguir um objeto em movimento com a câmera, geralmente utilizando uma velocidade de disparo lenta de aproximadamente 1/60 segundo. Isto pode borrar o fundo enquanto mantém o objeto em foco nítido, trazendo uma sensação de movimento e velocidade.</p>
<p><strong>GAMMA</strong> – A relação entre os valores dos tons na imagem original e o valor dos tons na imagem final resultante de um equipamento de saída de imagem.</p>
<p><strong>GAMUT </strong>– É uma latitude de cores limitada que nos é providenciada por um dispositivo de entrada ou de saída de uma imagem.</p>
<p><strong>GIF</strong><strong> &#8211; </strong>(Graphics Interchange Format) é um formato de 8 bits (256 cores) muito popular na Internet em animações, mas não é indicado para fotos, pois a limitação de cores causa grande perda de qualidade, embora reduza bastante o tamanho dos arquivos, este formato criado pela Compuserve é bem aceito em JAVA e HTML.</p>
<p><strong>GIG</strong><strong> &#8211; </strong>Acrónimo de “Graphics Interchange Format”, é o ficheiro de imagem mais difundido na Internet. Tem um tamanho muito menor do que todos os outros, e por isso permite taxas de transferência de dados mais rápidas. Ao contrário de outros formatos de imagem de compressão, este só trabalha com uma paleta de 256 cores, permitindo no entanto transparência nas imagens.</p>
<p><strong>GRANDE ANGULAR</strong><strong> &#8211; </strong>São objetivas cuja distancia focal é menor que as objetivas normais &#8211; variando de 8 a 35 mm, ou seja, de Super Olho de Peixe a Angular Standard -, encontrando aplicação pratica em trabalho a curta distancia. Possuem grande angulo visual &#8211; de 220 a 62 graus. Tem pôr função principal acentuar bastante a perspectivas fazendo com que os primeiros planos fiquem relativamente maiores do que os planos posteriores. São muito úteis para a fotografia arquitetônica de interiores, onde o espaço útil para fotografar é muito reduzido. Sua luminosidade, de um modo geral é bem menor do que as objetivas normais e, sua profundidade de campo muito ampla, não permitindo a não ser em casos muitos especiais, o foco seletivo. Sua definição, no entanto, é muito maior em comparação com as outras objetivas, pois diminuem a escala de reprodução.</p>
<p><strong>GRAYSCALE</strong> (GRADUAÇÃO DE CINZENTO) – Imagem que é composta por preto, tons de cinzentos e branco. Uma imagem “Grayscale” pode conter até 254 tons de cinzento e ainda o preto e o branco, perfazendo um total de 256 tons.</p>
<p><strong>HISTOGRAM </strong>(HISTOGRAMA) – Um gráfico que mostra distribuição tonal de uma imagem, nas altas, médias e baixas luzes.</p>
<p><strong>HUE</strong> – É uma das três dimensões da cor e representa-a no seu estado mais puro.</p>
<p><strong>IMAGEM DIGITAL</strong><strong> &#8211; </strong>Ao contrário do processo fotoquímico tradicional, a imagem digital é obtida por meios fotoeletrônicos, transformada em linguagem binária e inserida na memória do computador. Aparece na tela do computador, pode ser tratada, corrigida e manipulada digitalmente e retorna na forma de cópia em papel, negativos ou cromos. A entrada é feita através de scanners, discos ópticos ou magnéticos ou conexões diretas de câmeras digitais ou sistemas on line. A saída é possível por meio de impressoras de jato de tinta, lasers, ou mesmo por processos fotográficos, disponíveis em laboratórios profissionais ou minilabs.</p>
<p><strong>IMPRESSORA</strong><strong> &#8211; </strong>Ampliador automático, que opera com papel em forma de bobina, dentro de um compartimento totalmente vedado à luz, com sistema inteiramente computadorizado. Produz ampliações de vários tamanhos em grande escala.</p>
<p><strong>IMPRESSORA DIGITAL</strong><strong> &#8211; </strong>Impressora fotoquímica conectada ao computador possibilitando saída da imagem digital em papel ou transparência, a partir da imagem digitalizada.</p>
<p><strong>ILUMINAÇÃO FRONTAL</strong><strong> &#8211; </strong>Luz incidindo sobre o objeto a partir da mesma direção da câmera. A iluminação direta torna seguro utilizar a exposição automática. Enquanto que a iluminação frontal é ideal para fotos de grandes grupos de pessoas, a falta de sombras e contornos não é a iluminação mais atraente para a maioria dos objetos.</p>
<p><strong>INKJET</strong> (JACTO DE TINTA) – Tecnologia utilizada nas impressoras mais vendidas em todo o mundo. Uma cabeça de impressão ejecta pequenas gotículas de tinta, chamadas de “dots” ou pontos que impressionam um suporte. A tecnologia para a ejecção desses pequenos pontos varia de fabricante para fabricante.</p>
<p><strong>ISO</strong><strong> &#8211; </strong>Sigla da &#8220;International Standards Organization&#8221; (Organização Internacional de Padrões), substituindo os antigos padrões ASA &#8220;American Standart Association&#8221; (Associação dos Padrões Norte-Americanos), DIN &#8220;Deutsch Industrie Norm&#8221; (norma da Industria Alemã) e JIS &#8220;Japan Industrial Standart&#8221; (Padrão da Indústria Japonesa). Esta nova nomenclatura estabelece o seguinte princípio: quanto maior o número em ISO, maior é a sensibilidade do filme. Exemplo: Filme de ISO 400 é quatro vezes mais sensível em relação ao filme de ISO 100, permitindo fotografar em condições de luz menos favoráveis. Medida de sensibilidade de um filme ou CCD, definida pela “International Organization for Standardization” e deriva do Grego “isos” que significa “igual”.</p>
<p><strong>INTERPOLATION</strong> (INTERPOLAÇÃO) – Processo usado para aumentar o número de pixels de uma imagem, colocando um ou mais novos pixels entre dois pixels existentes.</p>
<p><strong>HORIZONTAL</strong><strong> &#8211; </strong>Quadro direcionado com a lateral longa para a horizontal, geralmente a câmera é mantida na horizontal para obter uma foto com aparência mais natural. Enquanto que a maioria das fotos são horizontais, os fotógrafos profissionais tendem a procurar por mais variedade fotografando na direção vertical.</p>
<p><strong>JPEG</strong><strong> &#8211; </strong>Acrônimo de “Joint Photographic Experts Group” é um ficheiro de imagem que usa um método de compressão de imagem com maior ou menor perca de qualidade. Permite trabalhar com 16.8 milhões de cores. O Joint Photographics Experts Group é um dos mais populares formatos adotados pela Internet, devido à boa taxa de compactação em 24 bits (16,7 milhões de cores), e permite escolher a taxa de compactação dos dados da imagem (quanto mais compactado menor a qualidade). Mantém arquivos pequenos com boa qualidade.</p>
<p><strong>KELVIN</strong> (K)<strong> &#8211; </strong>Unidade que exprime a temperatura de cor no Sistema Internacional de Unidades (SI). A escala Kelvin começa no zero absoluto (-273 C) e seus valores aumentam na mesma grandeza dos valores Celsius. Os valores Kevin são empregados na fotografia para indicar a temperatura de cor e sua respectiva dominância em função das diversas fontes de luz utilizadas. A luz branca é de 5.500 Graus Kelvin e a maioria dos filmes a venda no mercado estão calibrados para esta temperatura de cor.</p>
<p><strong>LATITUDE</strong><strong> &#8211; </strong>Margem de erro possível de super ou sub-exposição sem alteração significativa da qualidade da imagem.</p>
<p><strong>LCD</strong> – Acrónimo de “Liquid Cristal Display” ou visor de cristais líquidos, é um dispositivo que existe em câmaras fotográficas digitais, permitindo a visualização da imagem a captar, bem como outro tipo de informação adicional. As câmaras digitais, em geral, possuem uma tela LCD que permite ao usuário visualizar, rever e apagar imagens armazenadas na câmara. Os melhores LCDs são o de matriz ativa porque fornecem a imagem melhor definida.</p>
<p><strong>LENTE DE APROXIMAÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Ou lentes &#8220;Close Up&#8221;. Lente positiva simples, em forma de filtro, colocada diante da objetiva para fotografar a distância menor do que a normalmente permitida pela objetiva em questão.</p>
<p><strong>LENTE CONVERGENTE </strong>ou<strong> POSITIVA</strong><strong> &#8211; </strong>Lente mais grossa no centro em relação ás suas bordas. Sua característica é obrigar os raios de luz paralelos em convergir num foco, produzindo uma imagem.</p>
<p><strong>LENTE DIVERGENTE </strong>ou <strong>NEGATIVA</strong><strong> &#8211; </strong>Qualquer lente que seja mais grossa em seu perímetro circular em relação ao centro. Obrigam os raios de luz a divergir, formando uma imagem no mesmo lado da objetiva e do objeto &#8211; imagem virtual.</p>
<p><strong>LENTE DE FRESNEL</strong><strong> &#8211; </strong>Lente cuja superfície consiste numa série de círculos ou &#8220;degraus&#8221; concêntricos, cada um dos quais com forma semelhante, como partes da superfície de uma lente convexa. O fresnel são empregados nos vidros de focalizaçãonas câmaras monorelfex, nas câmaras de grande formato e nos projetores de iluminação pontual.</p>
<p><strong>LINE ART</strong> – Imagens que contenham apenas pixels pretos e brancos. O melhor exemplo é o texto.</p>
<p><strong>LPI</strong> – Acrónimo de “Lines Per Inch” ou linhas por polegada é a medida da resolução de impressão tipográfica, e refere-se à frequência das linhas horizontais e das linhas verticais de uma imagem impressa.</p>
<p><strong>LUMINOSIDADE</strong><strong> &#8211; </strong>Refere-se a maior abertura de diafragma</p>
<p><strong>LUZ DISPONÍVEL OU EXISTENTE</strong><strong> &#8211; </strong>Termo que designa luz relativamente fraca já existente no local onde a fotografia deverá ser tomada.</p>
<p><strong>LUZ POLARIZADA</strong><strong> &#8211; </strong>Luz cujas vibrações eletromagnéticas oscilam segundo um só plano. Em condições normais a luz não está polarizada, e suas vibrações eletromagnéticas oscilam em planos diferentes. A luz refletida por superfícies brilhantes não metálicas, que impede ver os pormenores e as cores, é freqüentemente polarizada e pode ser controlada ou ainda eliminada mediante o uso do filtro polarizador.</p>
<p><strong>LUZ PRINCIPAL</strong><strong> &#8211; </strong>Principal fonte de iluminação, produzindo sombras dominantes, seja frontal ou lateral.</p>
<p><strong>LUZ DE SEGURANÇA</strong><strong> &#8211; </strong>Luz utilizada no laboratório para fornecer iluminação geral sem velar o material sensível utilizado.</p>
<p><strong>LUZ REBATIDA</strong><strong> &#8211; </strong>Luz indireta produzida dirigindo-se o foco de luz para além do objeto e usando um teto ou outra superfície para refletir a luz sobre o assunto. Seu efeito é mais suave e menos brilhante que a luz direta.</p>
<p><strong>M MANUAL</strong><strong> &#8211; </strong>Qualquer função não-automática. Os ajustes manuais comuns incluem foco manual, controle manual da exposição (ajustando a velocidade de disparo e abertura) e inserção manual da sensibilidade ISO, ativação manual do código DX.</p>
<p><strong>MARCAS DE MOLDURA DE CLOSE-UP</strong><strong> &#8211; </strong>Pequenas marcas adicionais dentro do visor de câmeras compactas que aproximam o tamanho do quadro ao fotografar em distâncias pequenas. Utilize estas marcas ao fotografar em close-up para evitar erros como cortar a cabeça do objeto.</p>
<p><strong>MEDIÇÃO PONTUAL</strong><strong> &#8211; </strong>Modo de medição encontrado em muitas câmeras SLR e DSLR que avalia a exposição de acordo com uma pequena área no centro do quadro. A medição pontual é útil para objetos com alto contraste, permitindo medir as áreas claras e escuras e, então selecionar uma exposição intermediaria. Um outro uso seria para fotografia de palcos ou outras situações onde os objetos são iluminados seletivamente.</p>
<p><strong>MEGABYTE</strong><strong> &#8211; </strong>Unidade de medida de dados armazenados igual a 1.024 kilobytes ou 1.048.576 bytes.</p>
<p><strong>MEGAPIXEL</strong><strong> &#8211; </strong>Indica a resolução de imagem de um milhão de pixels ou mais. Quanto maior o número de pixels em uma imagem, mais alta a resolução e, portanto, maior a qualidade da imagem.</p>
<p><strong>MAGNETO OPTICAL DISKS</strong> (DISCOS MAGNETO ÓPTICOS) – Dispositivos de gravação de informação amovíveis que permitem a gravação e re-gravação de informação quantas vezes se desejar. Mais lentos do que os CD-ROM.</p>
<p><strong>MANIPULAÇÃO DIGITAL DA IMAGEM</strong><strong> &#8211; </strong>Técnica de modificar a imagem fotográfica original, através de programas especiais, produzindo novos resultados. A manipulação digital conquistou novos espaços na fotografia publicitária e editorial, simplificando seu processo e aumentando suas possibilidades criativas. No mercado varejista tem se tornado negócio com grande retorno como Centro de Serviços Especiais como retoques, restaurações, cópias e ampliações sem a necessidade de se ter o negativo, fusões de imagens e efeitos especiais, bem como remessa de imagens pela Internet.</p>
<p><strong>MÁQUINA FOTOGRÁFICA</strong> &#8211; Vide &#8220;câmera&#8221;.</p>
<p><strong>MICRO OU MACROFOTOGRAFIA</strong><strong> &#8211; </strong>Técnica utilizada para reproduzir documentos, mapas, insetos, e outros minúsculos objetos. Este termo também é empregado, com pouco rigor para a técnica de fotografar através de microscópios.</p>
<p><strong>MOVIMENTOS DE CÂMERA</strong><strong> &#8211; </strong>Ajustes das posições relativas á objetiva e ao filme, com o que é possível controlar distorções geométricas da imagem. Recurso característico das câmeras de estúdio de grande formato, que apresentam ampla flexibilidade dos movimentos.</p>
<p><strong>NEGATIVO FRACO</strong><strong> &#8211; </strong>Aquele que foi sub-exposto, pouco revelado ou ambos; o negativo fraco tem menor densidade, ou seja maior transparência em relação ao negativo de qualidade normal.</p>
<p><strong>NOISE</strong> (RUÍDO) – Este fenómeno acontece pela incorrecta leitura dos valores dos pixels numa imagem, resultando assim na existência de pixels que não existiam na imagem inicial. Isto acontece devido a interferências eléctricas ou instabilidade no equipamento.</p>
<p><strong>NÚMERO &#8220;f/&#8221;</strong><strong> &#8211; </strong>Nomenclatura empregada quando nos referimos a abertura do diafragma.</p>
<p><strong>NÚMERO GUIA</strong> (NG)<strong> &#8211; </strong>Escala para unidade de &#8220;flash&#8221; que pode ser utilizada para calcular a abertura correta para uma determinada velocidade de filme e distância entre &#8220;flash&#8221; e o objeto. Assim se faz o cálculo: NG = f/ (Abertura do Diafragma) X  Distância</p>
<p><strong>O OBJETO</strong><strong> &#8211; </strong>O item mais importante de uma foto – uma pessoa, um animal, uma planta, uma montanha etc. O objeto deve ser o foco da foto, mas outros objetos podem ser incluídos para causar mais interesse à foto. Sempre é bom perguntar a si mesmo: qual é o objeto desta foto e o que estou tentando fotografar?</p>
<p><strong>OBJETIVA</strong><strong> &#8211; </strong>Sistema óptico da câmera capaz de captar e focalizar os raios luminosos de forma a produzir imagem nítida no plano do filme.</p>
<p><strong>OBJETIVA MACRO</strong><strong> &#8211; </strong>Objetiva capaz de fotografar na escala 1:1 (tamanho natural) ou em índices menores equivalentes. O termo também é utilizado para descrever qualquer objetiva adequada para fotografar objetos a pequenas distâncias. As objetivas macro ou micro conforme a designação de seu respectivo fabricante, também podem ser utilizadas em cenas normais.</p>
<p><strong>OBJETIVA NORMAL</strong><strong> &#8211; </strong>São aquelas que se aproximam do ângulo visual do olho humano. Possuem ótima luminosidade &#8211; em geral f/1.4, permitindo fotos mais dinâmicas em locais escuros &#8211; e controle satisfatório da profundidade de campo.</p>
<p><strong>OBJETIVA ZOOM</strong><strong> &#8211; </strong>Objetiva em que se pode variar a distância focal, aumentando ou diminuindo seu respectivo ângulo visual.</p>
<p><strong>OBTURADOR</strong><strong> &#8211; </strong>Sistema de cortina, lâminas ou outro tipo de cobertura móvel, para controlar o tempo de exposição da luz sobre o plano do filme. Os tipos mais correntes são: obturador central, obturador de plano focal ou de cortina acionados mecânica ou eletronicamente, conforme o modelo da câmera.</p>
<p><strong>OPACO</strong><strong> &#8211; </strong>Descreve o papel para impressão com superfície relativamente áspera e não-reflexiva. Papel tipo Mate .O oposto de Papel Brilhante.</p>
<p><strong>OPTICAL RESOLUTION</strong> (RESOLUÇÃO ÓPTICA) – É quando os valores de RGB para cada pixel numa imagem capturada digitalmente correspondem a uma leitura real da cena original.</p>
<p><strong>OS</strong> – Acrónimo de “Operating System” ou sistema operativo e possibilita que o computador funcione. Permite a comunicação e processamento de dados entre o equipamento e entre os programas.</p>
<p><strong>PC/MAC/LINUX/SG</strong>– Plataformas concorrentes de computação que permitem o processamento de dados através da utilização de “Hardware” (Equipamento) e de “Software” (Programas).</p>
<p><strong>PAINEL LCD</strong><strong> &#8211; </strong>Painel de tela encontrado na maioria das câmeras digitais que fornece as informações de disparo incluindo status de carregamento do filme, número de quadros, data e hora, flash ligado/desligado, status da bateria, velocidade de disparo, abertura, modo de cena, modo de medição, foco no infinito, etc.</p>
<p><strong>PIXEL</strong><strong> &#8211; </strong>Acrónimo de “Picture Element” ou elemento de imagem. É o mais pequeno elemento distinto de uma imagem Bitmap visualizada num ecrã. A forma do pixel nas câmaras fotográficas digitais é quadrada, e as imagens digitais são compostas por pixels subjacentes, cada um tendo uma cor ou tom próprios, transmitindo-nos a sensação visual de ser uma imagem contínua. Unidade que designa o menor ponto de imagem. Usada como medida de resolução para telas de monitores, como do próprio tamanho final do arquivo de imagem.</p>
<p><strong>PREENCHIMENTO</strong><strong> &#8211; </strong>Luz suplementar de um flash, lâmpada ou refletor usada para clarear as sombras que incidem sobre um objeto iluminado pela luz solar direta. Fotografar sem preenchimento nesta situação tende a produzir um contraste áspero.</p>
<p><strong>PRIMEIRO PLANO</strong><strong> &#8211; </strong>Porção da cena mais próxima da câmera, em contraste com o plano médio e fundo. Incluir um primeiro plano a uma paisagem ou instantâneo ajuda a criar uma sensação de profundidade e pode adicionar uma característica ou ajuste útil ao objeto principal ou objeto mais distante.</p>
<p><strong>PRIORIDADE DE ABERTURA</strong> “<strong>AV”</strong><strong> &#8211; </strong>Modo de exposição automática que permite ao usuário ajustar a abertura da lente. Então, a câmera determina automaticamente a velocidade de disparo correta. Isto permite o controle efetivo da profundidade do campo e é popular entre os fotógrafos profissionais.</p>
<p><strong>PROFUNDIDADE</strong><strong> &#8211; </strong>Qualidade da profundidade tridimensional em uma foto. Existem várias maneiras de se obter esta sensação de profundidade, tais como comprimir a perspectiva de um objeto distante, ângulos radicais da câmera e foco seletivo.</p>
<p><strong>PROFUNDIADE DE CAMPO</strong><strong> &#8211; </strong>Distância entre parte frontal e traseira do ponto do foco mais definido que ainda é aceitavelmente definido. Quanto maior a abertura da lente, menor a profundidade de campo, enquanto lentes grande angular oferecem uma profundidade de campo mais aparente lentes teleobjetivas oferecem uma profundidade menos aparente ou desfocada.</p>
<p><strong>PROGRAMA (P)</strong><strong> &#8211; </strong>Modo totalmente automático no qual a câmera determina a velocidade de disparo e abertura. O programa é desenhado para minimizar a trepidação da câmera permitindo que a maior parte da cena permaneça no foco.</p>
<p><strong>&#8220;PANNING&#8221;</strong><strong> &#8211; </strong>Da língua inglesa, &#8220;panning&#8221;. Técnica em que a câmera segue o motivo em movimento, em baixa velocidade para criar a ilusão visual de movimento. O emprego de velocidade baixas, como 1/8 ou 1/60 permite que o objeto em movimento fique registrado com nitidez, enquanto que seu respectivo fundo apareça &#8220;riscado&#8221; e em &#8220;desfocado&#8221;.</p>
<p><strong>PANORÂMICA</strong><strong> &#8211; </strong>Refere-se a vista inteira de uma área circunvizinha. Não há nenhuma definição formal para o ponto em que &#8220;ângulo largo&#8221; termina e &#8220;panorâmica&#8221; começa, mas uma imagem verdadeiramente panorâmica deve capturar um campo de vista comparável (ou maior do que) a do olho humano, que é de 160° por 75°, e deve fazer assim ao manter os detalhes precisos através do retrato inteiro.</p>
<p><strong>PAPEL PARA LIMPEZA DE LENTES</strong><strong> &#8211; </strong>Papel macio, lubrificado e isento de impureza, especialmente fabricado para a limpeza de lentes, filtros e objetivas fotográficas. Não é abrasivo. Não é o mesmo que flanela de óculos.</p>
<p><strong>PARASOL</strong><strong> &#8211; </strong>Acessório da objetiva, geralmente de borracha ou metal leve, cuja função é proteger a objetiva de luzes &#8220;parasitas&#8221; ou provenientes de zonas exteriores ao campo de visão, criando efeito de &#8220;halo&#8221;, &#8220;ofuscamento&#8221;, ou de neblina luminosa que deterioram a qualidade final da imagem.</p>
<p><strong>PCMCIA OU PC CARD</strong> – Acrónimo de “Personal Computer Memory Card International Association” é um standard de equipamento, originalmente desenhado para computadores portáteis, sendo que estes cartões podem conter “chips” de memória, discos rígidos, modems, etc., e são utilizados em algumas câmaras fotográficas digitais.</p>
<p><strong>PENTAPRISMA</strong><strong> &#8211; </strong>Dispositivo ótico de cinco lados utilizado no visor das câmeras monoreflex (SLR E DSLR) para corrigir a imagem da tela de focalização de modo que aparece de cabeça para cima e na posição correta da esquerda para a direita.</p>
<p><strong>PERSPECTIVA</strong><strong> &#8211; </strong>Ilusão da imagem bi-dimensional de um espaço tridimensional sugerida primeiramente por linhas convergentes e pela diminuição de tamanho dos objetos distantes do ponto de vista da câmera.</p>
<p><strong>PHOTO CD</strong> – Método de digitalização e gravação de imagens criado pela Kodak para arquivo de imagens em CD-ROM. É um dos métodos mais utilizados por amadores para arquivarem as suas imagens.</p>
<p><strong>PHOTOSHOP</strong> – O programa de edição de imagem mais famoso em todo o mundo. Reconhecido como líder incontestado nas características que um programa deste tipo proporciona ao utilizador. Tem versões para iniciantes, normalmente indicadas como LE e versões avançadas, mais direccionadas para profissionais ou utilizadores avançados.</p>
<p><strong>PHOTO SITE OR PHOTO DIODE</strong> (FOTO DIODO) – Elemento constante num CCD que é responsável pela recepção da luz e da sua posterior conversão em cargas eléctricas.</p>
<p><strong>PICT</strong> – O formato de imagem mais comum para utilizadores da plataforma Macintosh.</p>
<p><strong>PIXELIZATION</strong> (PIXELIZAÇÃO) – Fenómeno que resulta da visualização de uma imagem acima do seu tamanho normal.</p>
<p>&#8220;<strong>PHOTOFLOOD&#8221;</strong><strong> &#8211; </strong>Lâmpada de tungstênio especial para utilização em estúdios fotográficos. A lâmpada tipo Branca emite luz a 3400 K, enquanto que a tipo azul emite luz a 6.000K, de temperatura de cor.</p>
<p><strong>PLANO FOCAL</strong><strong> &#8211; </strong>Plano sobre o qual a imagem de determinada cena fica nítida; em termos práticos é o plano que se situa o sensor fotográfico.</p>
<p><strong>PLOTTER</strong><strong> &#8211; </strong>Impressora digital que possibilita saídas em ampliações coloridas de grande formato. Conectada ao ampliador, substitui o trabalho fotoquímico de ampliadores manuais, impressoras e processadoras de papel, pela tecnologia digital.</p>
<p><strong>PLUGIN</strong> – Programa que é criado com o intuito de ser instalado sobre uma versão existente de outro programa e que lhe adiciona características suplementares.</p>
<p><strong>PODER DE COBERTURA</strong></p>
<p>É a maior área da imagem com total qualidade produzida por determinada objetiva. O poder de cobertura da objetiva é sempre maior do que a área do negativo para o qual foi concebida. Com exceção das objetivas para as câmeras profissionais de grande formato. Ver &#8220;movimentos da câmera&#8221; onde seu respectivo poder de cobertura é muito maior.</p>
<p><strong>PPI</strong> &#8211; Acrónimo de “Points Per Inch”, é a medida da resolução dos nossos dispositivos de captura de imagem ou televisores.</p>
<p><strong>Q QUALIDADE DA IMAGEM</strong><strong> &#8211; </strong>Avaliação da qualidade visual geral de uma imagem. Os critérios de qualidade de imagem incluem boa nitidez, tonalidade suave, pouco ruído, detalhes de sombra e realce, e fidelidade e riqueza de cores.</p>
<p><strong>REALCES</strong><strong> &#8211; </strong>Partes mais iluminadas de uma imagem. Os realces são os opostos das sombras, as partes mais escuras da imagem e a transição entre as duas que proporciona à foto sensação de tonalidade. A exposição correta deve tornar os realces brilhantes preservando os detalhes.</p>
<p><strong>REDUÇÃO DE OLHOS VERMELHOS</strong><strong> &#8211; </strong>Modo em muitas câmeras que dispara uma luz de pré-exposição ou flash para dilatar as pupilas do objeto e prevenir o problema comum de olhos vermelhos com fotografia com flash. Útil para fotografar pessoas com pouca luz.</p>
<p><strong>REFLETOR</strong><strong> &#8211; </strong>Um objeto refletor branco ou prateado usado para refletir luz nas áreas de sombra de um objeto, especialmente em luz solar direta onde o contraste é grande. Os refletores podem ser comprados ou facilmente improvisados e são essenciais para fotografar modelos.</p>
<p><strong>REPRODUÇÃO DE CORES</strong><strong> &#8211; </strong>Fidelidade e beleza das cores que as impressões coloridas e slides fornecem à cena original. Filmes diferentes possuem características de cores diferentes e cada um é capaz de produzir um “aspecto” distinto.</p>
<p><strong>RESOLUÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>A quantidade pixels por polegada linear em uma imagem ou quantidade de pontos por polegada linear produzida por um dispositivo de saída.</p>
<p><strong>RETRATO</strong><strong> &#8211; </strong>Foto de uma pessoa, normalmente em pose.  No formato 35  mm, uma lente de 80-100 mm de alcance proporciona uma perspectiva natural. Diferente de fotografar retratos de cabeça-e-ombros diretamente, os fotógrafos geralmente colocam a pessoa sentada em ângulo e, em seguida, giram a cabeça da pessoa para a direção da câmera. Trabalhos de retratos profissionais tem melhores resultados com uma câmera de formato grande ou médio.</p>
<p><strong>RUÍDO</strong><strong> &#8211; </strong>Granularidade em uma imagem, causada por pouca iluminação ou por defeitos no sinal elétrico gerado durante o processo de captura de imagens.</p>
<p><strong>PSD</strong> – Ficheiro de imagem nativo do Photoshop e que grava consigo todas as informações relativas á imagem.</p>
<p><strong>RAM</strong> – Acrónimo de “Random Access Memory”, é um conjunto de circuitos integrados que servem de local de gravação temporária de informação num computador ou outro dispositivo.</p>
<p><strong>RESOLUÇÃO DPI</strong><strong> &#8211; </strong>Unidade de resolução de câmeras digitais, scanners, arquivos de imagem e impressoras. Medidas em pontos por polegada, o dpi (dots per inch) determina a qualidade final de impressão. Quanto maior o número de dpi, melhor será a definição da imagem.</p>
<p><strong>RESOLUÇÃO INTERPOLADA</strong><strong> &#8211; </strong>Recurso de cálculo para ampliar o tamanho da imagem, no qual os pixels são analisados para efetuar a adição de outros extras. Comum em scanners e câmeras digitais compactas.</p>
<p><strong>RESOLUÇÃO ÓPTICA</strong><strong> &#8211; </strong>Resolução real de uma câmera ou scanner. É o número de pixels que pode ser gravado.</p>
<p><strong>SEMICONDUTOR ÓXIDO METÁLICO </strong>(CMOS)<strong> &#8211; </strong>Um dos dois tipos principais de chips de computador utilizado para capturar imagens de câmeras digitais. Os sensores CMOS atualmente são encontrados em somente algumas câmeras digitais.</p>
<p><strong>SENSAÇÃO DE MOVIMENTO</strong><strong> &#8211; </strong>Qualidade de fotografia de objetos em movimento onde a câmera simplesmente não congela o movimento, mas o mostra de alguma forma. Isto pode ser feito propositadamente deixando o objeto um pouco borrado ou usando um disparador lento ou utilizando o giro panorâmico com o objeto, borrando o fundo. Ver “PANNING”</p>
<p><strong>SENSIBILIZAÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Expor o sensor a um EV superior a sua sensibilidade ISO e depois compensar no estágio de processamento.</p>
<p><strong>SOMBRAS</strong><strong> &#8211; </strong>As partes mais escuras de um objeto ou imagem. O oposto das sombras são os realces, as partes mais claras da imagem e a transição entre as duas que proporciona uma sensação de tonalidade às fotos. A exposição correta deve preservar os detalhes delicados mesmo nas áreas de sombra.</p>
<p><strong>SUBEXPOSIÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Quando o sensor não recebeu luz suficiente para uma exposição correta. A subexposição em sensores digitais cria um efeito conhecido como ruído, criando uma imagem sem informações nas baixas luzes, pixelada e, em sensores de CCD, com aberrações cromáticas bem visíveis.. Ver “Ruído”</p>
<p><strong>SUPEREXPOSIÇÃO</strong><strong> &#8211; </strong>Quando o sensor recebeu muita luz para a exposição correta. A superexposição cria uma imagem sem informações nas altas luzes, realces.</p>
<p><strong>SCANNER</strong><strong> &#8211; </strong>Equipamento conectado ao computador, que converte imagens fotográficas tradicionais, seja negativo, cópia ou slide em arquivos digitais.</p>
<p><strong>SMART MEDIA CARD</strong><strong> &#8211; </strong>Cartão de memória empregado em câmeras digitiais para armazenar fotos, operando como &#8220;filme eletrônico&#8221;.</p>
<p><strong>SUPER CCD</strong><strong> &#8211; </strong>Criado pela Fujifilm. Trata-se de uma derivação do CCD com os pixel em formato octogonal e dispostos de forma que a densidade seja maior sem aumentar o número de pixels. Ou seja, uma câmera com a tecnologia Super CCD oferece maior resolução com menor número de pixels.</p>
<p><strong>TEMPERATURA DE COR</strong><strong> &#8211; </strong>Quantidade de vermelho (calor) ou azul (frieza) da luz, expressa em graus Kelvin. Números mais altos significam luz mais fria e números mais baixos indicam luz mais quente. A luz do meio-dia padrão é considerada de 5400 K, enquanto que a luz duas horas após o crepúsculo e duas horas antes do pôr-do-sol é de 4800 K.</p>
<p><strong>TELEOBJETIVA</strong><strong> &#8211; </strong>Objetiva que faz o assunto aparecer maior na imagem, dando a impressão de que o assunto está mais próximo que na realidade.</p>
<p><strong>TIFF</strong> ou Tagged Image File Format<strong> &#8211; </strong>Também conhecido e usado para importar/exportar imagens e fotos entre programas e plataformas (MACS e PCS) diferentes, comprime os arquivos sem perder qualidade da imagem. É muito utilizado em editoração eletrônica e mídia impressa em geral.</p>
<p><strong>RAW</strong><strong> &#8211; </strong>O arquivo RAW não é um formato de utilização final, mas um formato de captação. É o arquivo em sua forma mais pura, direto do sensor digital. Para que possa ser usado, ele tem que ser processado (de forma parecida com um negativo), e para isso utiliza-se os programas de conversão.</p>
<p><strong>REBATEDOR</strong><strong> &#8211; </strong>Qualquer superfície branca ou prateada – sombrinha, teto, cartão laminado, isopor, etc. &#8211; usada para rebater a luz sobre o objeto ou cena a ser fotografada.</p>
<p><strong>REBATEDOR</strong> de guarda-chuva ou Sombrinha<strong> &#8211; </strong>Dispositivo auxiliar construído em forma parabólica, como guarda-chuva com a superfície refletora na parte interna. Utilizado para produzir luz rebatida ou difusa sobre o objeto.</p>
<p><strong>REMOVABLE MEMORY </strong>(MEMÓRIA AMOVÍVEL) – Esta memória RAM flash é a mais utilizada nas câmaras fotográficas digitais. Existem cartões “Smartmedia”, cartões “Compact Flash tipo I ou II”, PC Cards, e todos os formatos proprios de cada fabricante.</p>
<p><strong>RETÍCULA</strong> <strong>DE FOCALIZAÇÃO </strong>(vidro despolido)</p>
<p>Superfície na qual a imagem aparece na câmera. Essa imagem aparece invertida, nos dois sentidos, a não ser que a câmera possua um pentaprisma para corrigi-la. Também conhecido por fresnel.</p>
<p><strong>RETOQUE</strong><strong> &#8211; </strong>Processos digitais para retoque e reconstituição de imagens.</p>
<p><strong>RESOLUTION</strong> (RESOLUÇÃO) – Medida de detalhe numa imagem electrónica. Quanto mais alta a resolução de uma imagem, mais detalhada ela será.</p>
<p><strong>SCSI</strong> – Acrónimo de “Small Computer System Interface”, é um protocolo de transferência de informação usado para ligar periféricos a um computador.</p>
<p><strong>SAÍDAS DIGITAIS</strong><strong> &#8211; </strong>A saída da imagem digital é obtida em papel fotográfico, ou impressão em papel térmico, impressão em papel comum com jato de tinta ou Sistema Laser, e ainda como negativo ou slide fotográfico.</p>
<p><strong>SAPATA</strong><strong> &#8211; </strong>Acessório de plástico ou metal, conectado no topo da câmera que proporciona o contato elétrico com o Flash Portátil ou de Estúdio por meio de cabo de sincronismo.</p>
<p><strong>SATURATION</strong> (SATURAÇÃO) – Grau até o qual uma ou duas cores RGB predominam sobre outra(s).</p>
<p><strong>SHUTTER</strong> (OBTURADOR) – Objecto mecânico que permite ou não a entrada de luz numa câmara fotográfica. Quando o obturador é accionado, permite a entrada de luz por um período de tempo determinado, com uma intensidade determinada pela abertura da lente.</p>
<p><strong>SILHUETA</strong><strong> &#8211; </strong>Objeto escuro com pouco ou nenhum detalhe visível contra fundo claro.</p>
<p><strong>SINCRONIZAR</strong><strong> &#8211; </strong>Acionar a unidade de &#8220;flash&#8221; no exato momento em que o obturador da câmera encontra-se aberto.</p>
<p><strong>S/N RATIO</strong> (RELAÇÃO S/N) &#8211; É a relação existente entre a informação válida e a informação não válida na conversão do sinal analógico num sinal digital. Este valor deve ser o mais alto possível.</p>
<p><strong>SUBTRACTIVE COLOR SYSTEM </strong>(SISTEMA DE COR SUBTRACTIVO) – Sistema de cor que usa as cores Cyan, Magenta, Amarelo e Preto como as suas cores primárias. Na teoria, a soma das três cores primárias subtractivas origina o preto, no entanto como esse resultado é muito difícil de se atingir, adicionamo-lhe o preto puro. Este sistema é vulgarmente conhecido como CMYK, do Inglês Cyan, Magenta, Yellow e Black.</p>
<p><strong>TRIPÉ</strong><strong> &#8211; </strong>Suporte de três apoios para a câmera.</p>
<p><strong>TTL</strong><strong> &#8211; </strong>Abreviatura de &#8220;through the lens&#8221; (através da lente), como em observação ou leitura através da lente. A fotometria é feita diretamente no plano do filme, compensando uso de acessórios como filtros, flashes, etc.</p>
<p><strong>TRUE COLOR</strong> (COR REAL) – É a característica das imagens que contêm 16.7 milhões de cores por isso mesmo considera-se que produz uma imagem com qualidade fotográfica.</p>
<p><strong>USB</strong> – Acrónimo de “Universal Serial Bus”, é um protocolo de transferência de informação usado para ligar periféricos a um computador. Este é o protocolo mais prático e tem sido progresssivamente adoptado como padrão na indústria informática e multimédia por ser um protocolo simples e rápido.</p>
<p><strong>VELOCIDADE</strong><strong> -<br />
</strong>1) Capacidade relativa de a lente transmitir luz. Medida pela maior abertura na qual a lente pode ser usada. A lente rápida possui uma abertura máxima maior e é capaz de transmitir mais luz que a lenta.<br />
2). Velocidade do obturador relativa ao tempo de exposição.<br />
3).Em imagem digital refere-se ao tempo que o processador necessitar para abrir, ou salvar imagens.</p>
<p><strong>VGA</strong> – A primeira resolução gráfica standard de 640&#215;480 pixels de dimensão com 256 cores.</p>
<p><strong>VINHETA</strong><strong> &#8211; </strong>Escurecimentos das bordas da imagem. Causado geralmente por pára-sol inadequado para a objetiva ou uso de filtros de menor diâmetro que podem cortar o ângulo de visão. Movimento inadequado nas câmeras de grande formato podendo causar o mesmo efeito.</p>
<p><strong>WHITE BALANCE</strong> (BALANÇO DE BRANCOS) – Dispositivo numa câmara fotográfica que permite compensar as temperaturas de cor que se desviam da luz de dia RGB de 5.500 graus Kelvin.</p>
<p><strong>WHITE POINT</strong> (PONTO BRANCO) – Um ponto de referência não fixo que define qual o ponto mais claro de uma imagem de forma a calibrar o resto da imagem em função desse mesmo ponto.</p>
<p><strong>ZIP/RAR</strong><strong> &#8211; </strong>Procedimento adotado para comprimir arquivos, otimizando espaço em disquetes ou discos ópticos. Aumenta a velocidade de transmissão em conexões on line, ou via Internet.</p>
<p><strong>ZOOM DIGITAL</strong><strong> &#8211; </strong>Recurso eletrônico em que se amplia a área central da imagem. Em alguns modelos de câmera digital pode ainda somar a interpolação.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="&#109;a&#105;l&#116;o:en&#105;&#111;&#108;eite&#64;&#103;ma&#105;&#108;.c&#111;&#109;">&#101;nio&#108;&#101;&#105;&#116;&#101;&#64;&#103;m&#97;&#105;l.&#99;om</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
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<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
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<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>A informação na fotografia</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 13:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[informação na fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma ciência, denominada TEORIA DA INFORMAÇÃO, que estuda e prevê por fórmulas matemáticas e métodos estatísticos, o conteúdo da mensagem fotográfica na comunicação, e a sua devida repercussão dentro das mídias imprensa ou eletrônica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma ciência, denominada <strong>TEORIA DA INFORMAÇÃO</strong>, que estuda e prevê por fórmulas matemáticas e métodos estatísticos, o conteúdo da mensagem fotográfica na comunicação, e a sua devida repercussão dentro das mídias imprensa ou eletrônica.</p>
<p>A Teoria da informação ou Teoria matemática da comunicação é um ramo da teoria da probabilidade e da matemática estatística que lida com sistemas de comunicação, transmissão de dados, criptografia, codificação, teoria do ruído, correção de erros, compressão de dados, etc. Ela não deve ser confundida com tecnologia da informação e biblioteconomia.</p>
<p>Claude E. Shannon (1916-2001) é conhecido como &#8220;o pai da teoria da informação&#8221;. Sua teoria foi a primeira a considerar comunicação como um problema matemático rigorosamente embasado na estatística e deu aos engenheiros da comunicação um modo de determinar a capacidade de um canal de comunicação em termos de ocorrência de bits. A teoria não se preocupa com a semântica dos dados, mas pode envolver aspectos relacionados com a perda de informação na compressão e na transmissão de mensagens com ruído no canal.</p>
<p>É geralmente aceito que a moderna disciplina da teoria da informação começou com duas publicações: a do artigo científico de Shannon intitulado Teoria Matemática da Comunicação (&#8220;A Mathematical Theory of Communication&#8221;), no Bell System Technical Journal, em julho e outubro de 1948; e do livro de Shannon em co-autoria com o também engenheiro estadunidense Warren Weaver (1894-1978), intitulado Teoria Matemática da Comunicação (The Mathematical Theory of Communication), e contendo reimpressões do artigo científico anterior de forma acessível também a não-especialistas &#8211; isto popularizou os conceitos.</p>
<p>Na formação, ou elaboração, da mensagem há três conceitos que coexistem e moldam-na, para oferecer a possibilidade de compreensão do receptor.</p>
<p>O primeiro conceito é a <strong>INFORMAÇÃO</strong>, determinada pelo grau de improviso, pela novidade. Por exemplo: uma pessoa está numa fila, a espera do ônibus, de repente escorrega e cai. O escorregão e o tombo são a informação, pois o fato é inesperado. Portanto, a Teoria da Informação coloca em primeiro plano <strong>a IDÉIA DE NOVIDADE</strong>, como valor central objetivo, pois esta pode ser medida matematicamente. E, assim substitui a noção de &#8220;beleza transcendente&#8221; que é muito difícil de ser utilizada na prática, visto que se fundamenta em subjetivismo.</p>
<p>Às vezes, na mesma mensagem há <strong>REDUNDÂNCIA</strong>. No sentido atribuído ao termo, quer dizer, repetição. É o oposto da informação, que se apresenta na mensagem de várias maneiras. Uma mensagem redundante pode ser desnecessária.</p>
<p>Como o valor é quantitativo, uma mensagem 100% redundante é banal, dispensável, pois não traz nenhuma novidade a quem a interpreta, além de reduzir o próprio índice de informação. Entretanto, a redundância ainda pode ser:</p>
<p><strong>A)</strong> Redundância de Objeto &#8211; quando o elemento fotografado é o mesmo em várias situações.</p>
<p><strong>B)</strong> Redundância de Sentido &#8211; quando os elementos são diversos (vários objetos), mas, o sentido é o mesmo.</p>
<p><strong>C)</strong> Redundância de objeto-sentido &#8211; quando o objeto e o sentido são os mesmos, isto é, temos uma repetição como se fosse uma cópia xerox, exemplo mesma foto de agencia internacional publicada na primeira páginas de todos os jornais e sites de noticias.</p>
<p>O ultimo conceito dentro da mensagem é do <strong>RUÍDO</strong>. É tudo que não pertence a um contexto mas é inesperado. Em outras palavras, é o que causa interferência na transmissão da idéia ou o que atrapalha a comunicação. Por exemplo: na <a href="http://www.fotografia-dg.com/curso-fotografia-digital-online/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcurso-fotografia-digital-online%2F','fotografia')">fotografia</a>, é quase comum o negativo se apresentar riscado. As razões estão fora do contexto (imprudência na manipulação do material durante o processamento) e a posterior ampliação revelará risco na imagem, o que atrapalhará quem a observar.</p>
<p>Portanto, ruído pode ser definido como qualquer interferência externa, fora do contexto da mensagem. Entretanto, o próprio ruído pode ser utilizado como aumento da informação. O próprio <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografo-por-onde-comecar/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografo-por-onde-comecar%2F','fot%C3%B3grafo')">fotógrafo</a> pode, por meio de um estilete bem fino, riscar propositadamente o negativo, criando novas formas ou imagens, para aprimorar a sua mensagem. Ou ainda, fotos de menores ou pessoas nuas publicadas em jornal com a tradicional tarja preta.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2>Tipos de fotografia</h2>
<p>De maneira breve, podemos classificar a fotografia em dois tipos, segundo as circunstancia em que ela se inscreve:</p>
<p>Primeiro, no caso de se apresentar isolada, ou seja, mesmo estando em grande número, ela possui características autônomas, (mensagens autônomas) que se diferenciam.</p>
<p>Segundo: São as denominadas de sintaxe. Nestas, há um conjunto de fotos relacionadas entre si, numa seqüência disposta ordenadamente, como é o caso corrente das revistas ilustradas, ou fotonovelas.</p>
<p>As fotos em formas de sintaxe (seqüência), podem ser definidas de duas maneiras:</p>
<p>1) Cronológica, quando se acompanha movimento por movimento para se deduzir o fato, como seqüências de chute em gol, nas partidas de futebol.</p>
<p>2) E, lógica, quando não é preciso um acompanhamento rígido de todos os detalhes, para deduzir o fato. Os pormenores são sugeridos pela ausência. Porém, tanto as fotos isoladas como a sintaxe compõe-se de outros critérios diferenciados. Estas podem ser concebidas de três maneiras:</p>
<p><strong>FOTO POSE</strong> &#8211; Há preparação, isto é, ela é preconcebida para determinado fim, e seu objetivo é demarcado, tem consciência do que se pretende mostrar. O exemplo comum que pode ser identificado, freqüentemente, na imprensa, são as fotografias de políticos cumprimentando populares, ou crianças, e fotografias de moda, publicadas em revistas femininas ou editoria</p>
<p><strong>FOTOS OBJETO</strong> &#8211; Podem ser apresentadas de duas formas, quando se fotografa um elemento (objeto), ou quando alguém representa um objeto. No primeiro caso, é simplesmente objeto sem si, e sua significação.</p>
<p>Já no segundo, alguém se torna personagem, pois é retratado na forma do objeto, ora substituindo o conteúdo numa ligação de significados sugeridos. O exemplo clássico é a tradicional foto do rapaz da “casas Bahia”, ou o próprio &#8220;baixinho&#8221; da Kaiser. Fica clara, associação de significados. A presença da pessoa, automaticamente nos remete ao produto ou situação específica.<strong> </strong></p>
<p><strong>FOTOS CHOQUE</strong> &#8211; Na essência são fotos &#8220;realísticas&#8221;, ou hiper-realistas, no sentido de dar a noção exata do fato, e do instante em que o fotógrafo a colheu. São flagrantes de acontecimentos. O que, por outro lado, não descarta do fotógrafo um rápido estudo dos melhores ângulos ou momentos mais propícios para registrá-la. Isto depende do seu senso de oportunidade. O exemplo, também clássico, da foto-choque, foram àquelas do maremoto da Ásia, terremotos no Chile, incêndios, rebeliões, atentados terroristas e outros. Entretanto, há casos de manipulação “em loco” ou posterior na redação, que podem converter fotos pose em foto-choque, apesar de este procedimento ser condenado pela ética do jornalismo internacional.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="mail&#116;&#111;:&#101;&#110;i&#111;&#108;e&#105;t&#101;&#64;&#103;&#109;&#97;&#105;&#108;.co&#109;">e&#110;&#105;&#111;&#108;ei&#116;&#101;&#64;gm&#97;il&#46;&#99;&#111;m</a><br />
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<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
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<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Literaturas e Leituras Fotográficas Parte I: Eventos Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 12:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[eventos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nunca se “viveu”  tanto a fotografia como hoje.  Creio que a fotografia  vem deixando de ser somente uma arte ou profissão para se tornar um bem comum ao comportamento humano. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca se “viveu”  tanto a fotografia como hoje.  Creio que a <strong>fotografia</strong> vem deixando de ser somente uma arte ou profissão para se tornar um bem comum ao comportamento humano.  O ato de fotografar vem incorporado no dia-a-dia de cada, vide exemplo os nossos aparelhos celulares (móbiles) que instigam “revelar”  o mundo a qualquer momento, diante de uma imensidão de fatos que vivenciamos diariamente.</p>
<p>Muitas pessoas, após o experimento da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a>, estão se apaixonando e encontrando novos caminhos, inclusive profissionais. E esse “boom” fotográfico já reflete claramente no mercado: são novos amadores, novos profissionais, novas escolas, nova comunicação, novas linguagens, novos equipamentos. Diante de tantas informações e novidades, muitos ainda se perguntam em como se aprofundar, que caminho seguir e como seguir.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3293" title="Gabriel 3 anos - Foto de Bruna Prado" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Gabriel_3anos_FotoBrunaPrado-199x300.jpg" alt="Gabriel 3anos FotoBrunaPrado 199x300 Literaturas e Leituras Fotográficas Parte I: Eventos Sociais" width="199" height="300" /></p>
<p>Os caminhos podem ser variados de acordo com os objetivos e a necessidade de cada um, porém existe uma “velha receita” que é sempre vencedora quando somada a outras opções para se adquirir conhecimento: Ler. <em>“A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo”</em> &#8211; Joseph Addison. Com base nas diversas opções de leitura atuais, e que surgem cada vez mais em português, resolvi apostar em indicar referências de leitura no meu segundo artigo para a Fotografia DG.</p>
<p>Precisava optar por um segmento e, não por mero acaso, escolhi a <strong>Fotografia de Eventos Sociais</strong>, no qual também atuo e que cresce aceleradamente em terras brasileiras e hoje já conta com um bom número de profissionais reconhecidos e premiados por esse mundo afora, principalmente na área de casamentos. Uma turma que vem se destacando por uma nova postura profissional e ousando em sua linguagem fotográfica. Também não deixei de fora a fotografia infantil que em muitos casos é o primeiro passo, ou porta de entrada para os profissionais desse segmento.</p>
<p>Já contamos com uma boa quantidade de livros escritos e traduzidos para o português (Figura 1), que abordam desde a produção fotográfica em si, até as questões de mercado, marketing profissional, pós-produção e por ai vai. Indiquei também literatura de assuntos próximos e que hoje também se tornam imprescindíveis para quem quer percorrer os caminhos da Fotografia Social (Figura 2): pós-produção, guias de iluminação, estúdio, direção de modelos, retratos etc. Achei válido também disponibilizar as vídeo aulas (Figuras 2 e 3).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3290" title="Livros de produção fotográfica" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/figura1.jpg" alt="figura1 Literaturas e Leituras Fotográficas Parte I: Eventos Sociais" width="619" height="954" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Figura 1</h6>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3291" title="Livros fotográficos de pós-produção, guias de iluminação, estúdio, direção de modelos e retratos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/figura2.jpg" alt="figura2 Literaturas e Leituras Fotográficas Parte I: Eventos Sociais" width="619" height="1238" />Figura 2</h6>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3292" title="Vídeo aulas de fotografia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/figura3.jpg" alt="figura3 Literaturas e Leituras Fotográficas Parte I: Eventos Sociais" width="619" height="609" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Figura 3</h6>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Onde encontrar:</strong><br />
EDITORA PHOTOS: <a href="http://www.editoraphotos.com.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.editoraphotos.com.br','www.editoraphotos.com.br')" target="_blank">www.editoraphotos.com.br</a><br />
IPHOTO EDITORA: <a href="http://www.iphotoeditora.com.br" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.iphotoeditora.com.br','www.iphotoeditora.com.br')" target="_blank">www.<strong>iphotoeditora</strong>.com.br</a><br />
EDITORA EUROPA: <a href="http://www.europanet.com.br/site/index.php?cat_id=1222" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.europanet.com.br%2Fsite%2Findex.php%3Fcat_id%3D1222','www.europanet.com.br%2Fsite%2Findex.php%3Fcat_id%3D1222')" target="_blank">www.europanet.com.br/site/index.php?cat_id=1222</a></p>
<p><strong><em>Por Bruna Prado</em></strong><em><br />
Site: <a href="http://www.brunaprado.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2F','www.brunaprado.com.br')" target="_blank">www.brunaprado.com.br</a><br />
Blog com dicas e artigos: <a href="http://www.brunaprado.com.br/blog" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2Fblog','www.brunaprado.com.br%2Fblog')" target="_blank">www.brunaprado.com.br/blog</a><br />
E-mail: <a href="&#109;&#97;il&#116;o:&#99;&#111;&#110;&#116;&#97;&#116;o&#64;&#98;run&#97;&#112;rad&#111;&#46;&#99;om.br">co&#110;&#116;&#97;&#116;&#111;&#64;b&#114;&#117;na&#112;r&#97;d&#111;&#46;com.br</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/brunaprado" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fbrunaprado','%40brunaprado')" target="_blank">@brunaprado</a></em></p>
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e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 20:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[filtros]]></category>
		<category><![CDATA[filtros de densidade neutra]]></category>
		<category><![CDATA[filtros densidade neutra]]></category>
		<category><![CDATA[filtros graduados]]></category>
		<category><![CDATA[fotonature]]></category>
		<category><![CDATA[nuno luis]]></category>

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		<description><![CDATA[Nuno Luís da Fotonature conta-nos tudo sobre a sua viagem fotográfica a Pequim e explica ainda tudo o que devemos saber sobre filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequim, 25 de Novembro de 2009, o relógio marca sensivelmente 17 horas e eu acabo de chegar ao Teatro Nacional de Pequim, poucos minutos antes do pôr-do-sol. Foi uma corrida contra o tempo, o que fez com que viesse todo o caminho com um nervoso miudinho, face à possibilidade de não chegar a tempo ao local previamente estabelecido. Para minha sorte e ainda sem o saber, estou a minutos de presenciar o pôr-do-sol mais bonito dos 20 dias que estive na China. Na sua forma, este teatro faz lembrar o “nosso” pavilhão Atlântico, com uma diferença &#8211; o Teatro Nacional de Pequim é rodeado por um lago artificial, o que nos dias sem vento permite obter imagens de belo efeito, uma vez que surge totalmente reflectido no lago. Tendo à minha frente um dos ícones de Pequim e numa das cidades com maior densidade populacional do mundo, de repente, percebi que não era o único a presenciá-lo e a querer capturar aquele momento. Se em Portugal estou habituado a poder fazê-lo, aqui, pelo contrário, iria ter, no mínimo, a companhia de pelo menos 30 fotógrafos chineses, também eles equipados a rigor e com o mesmo objectivo: fotografar o teatro!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3267 aligncenter" title="Teatro Nacional de Pequim, China" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Teatro-Nacional-de-Pequim-China.jpg" alt="Teatro Nacional de Pequim China Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra" width="318" height="212" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Teatro Nacional de Pequim, China</h6>
<p>Decido, então, preparar a câmara e o tripé, limpo os filtros, coloco o cabo disparador e começo a minha “viagem” fotográfica. Digo viagem, porque sempre que estou a fotografar desligo-me do resto do mundo. No entanto, após alguns minutos, sinto que estou a ser observado e&#8230;fotografado! Sinto-me incomodado com a situação. Não por estar a ser observado e fotografado, mas por não estar a perceber o que despertava tanta curiosidade nos outros fotógrafos. Mas depois percebi &#8211; tamanha curiosidade resumia-se a algo “estranho e misterioso” que eu tinha à frente da minha objectiva: os filtros graduados de densidade neutra! Como a língua neste caso foi uma barreira, visto que nenhum deles falava inglês, resolvi “apresentar-lhes” os <a href="http://www.fotografia-dg.com/filtros-de-fotografia/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffiltros-de-fotografia%2F','filtros')">filtros</a> e, ao mesmo tempo, ia-lhes mostrando algumas das imagens ali obtidas com e sem filtros, de forma a perceberem as diferenças. Foi curioso ver a cara de surpresa destes meus novos “colegas” de hobby, ao verificarem que tinha as minhas imagens bem expostas, com detalhe, tanto nas altas luzes como nas baixas luzes, sem estar a sacrificar alguma parte da imagem.</p>
<p>Este pequeno episódio caricato de uma grande viagem serve, sobretudo, para dar ênfase ao que representam e quão úteis podem ser os filtros graduados de densidade neutra na <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a>. Nas condições de luz daquele dia e sem filtros, nunca teria sido possível obter uma imagem bem exposta na sua totalidade, sem recorrer a este tipo de filtros. No final, e mesmo não tendo conseguido chegar a um entendimento através do dialecto, a linguagem que nos unia – a fotografia – falou mais alto e os meus companheiros perceberam a importância do uso destes filtros.</p>
<h2>Filtros de Densidade Neutra – Os mais comuns</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3268 aligncenter" title="Filtros de Densidade Neutra" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Filtros-de-Densidade-Neutra.jpg" alt="Filtros de Densidade Neutra Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra" width="600" height="519" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Modo de adaptar os filtros à câmara</h6>
<h3>Filtro de Densidade Neutra</h3>
<p>Caracteriza-se por ser um filtro todo cinzento opaco que não afecta as cores finais da imagem. Usa-se para diminuir a quantidade de luz que chega à câmara quando a abertura ou a velocidade têm de permanecer constantes. É útil em paisagem por exemplo, quando é preciso fazer uma longa exposição ou quando o objectivo é retirar excesso de luminosidade que possa existir. Os mais comuns são o de 1, 2 e 3 stops. No exemplo da imagem 3, utilizei um filtro de densidade neutra de forma a obter uma velocidade tão baixa que me permitisse fazer com que as pessoas ficassem “arrastadas”. Esta imagem foi obtida num dia solarengo e perto do meio-dia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3269  aligncenter" title="Uso de filtro Densidade Neutra 4 stop´s" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Uso-de-filtro-Densidade-Neutra-4-stop´s.jpg" alt="Uso de filtro Densidade Neutra 4 stop´s Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra" width="349" height="234" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Uso de filtro Densidade Neutra 4 stop´s</h6>
<h3>Filtros de Densidade Neutra Graduado de transição suave</h3>
<p>Caracteriza-se por ser um filtro neutro que na zona superior é escuro e na parte inferior é transparente. A transição entre a parte superior e inferior é gradual. Tal como o seu precedente, este filtro não afecta as cores finais da imagem. Usa-se para equilibrar as diferenças de luz existentes entre o que está acima e o que está abaixo da linha do horizonte. Por norma o céu é mais luminoso de tudo o que está na parte inferior da imagem, este filtro permite obter uma exposição correcta sem que isso implique sacrificar alguma das zonas da imagem. É mais comum a sua utilização em imagens nas quais o horizonte não está bem definido. Os mais comuns são o de 1, 2 e 3 stops.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3270" title="Uso de filtro Densidade Neutra Graduado transição suave, 2 stop´s" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Uso-de-filtro-Densidade-Neutra-Graduado-transição-suave-2-stop´s.jpg" alt="Uso de filtro Densidade Neutra Graduado transição suave 2 stop´s Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra" width="349" height="234" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Uso de filtro Densidade Neutra Graduado transição suave, 2 stop´s</h6>
<h3>Filtros de Densidade Neutra Graduado de transição dura</h3>
<p>Este filtro é exactamente igual ao seu precedente, sendo que neste caso a transição entre a zona cinzenta opaca e a zona transparente é acentuada. Este filtro, também não afecta as cores finais da imagem. Usa-se para equilibrar as diferenças de luz existentes entre o que está acima e o que está abaixo da linha do horizonte. Recomenda-se essencialmente o seu uso em situações que a linha do horizonte está bem definida. Os mais comuns são o de 1, 2 e 3 stops.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3271  aligncenter" title="Uso de filtro Densidade Neutra Graduado transição dura, 2 stop´s" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Uso-de-filtro-Densidade-Neutra-Graduado-transição-dura-2-stop´s.jpg" alt="Uso de filtro Densidade Neutra Graduado transição dura 2 stop´s Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra" width="193" height="292" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Uso de filtro Densidade Neutra Graduado transição dura, 2 stop´s</h6>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3272" title="Filtros fotográficos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Filtros-fotográficos.jpg" alt="Filtros fotográficos Filtros de densidade neutra e graduados de densidade neutra" width="609" height="468" /></p>
<p>Nestes exemplos, o filtro utilizado foi o de Densidade Neutra Graduado, transição suave</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Texto e imagens por <strong>Nuno Luís</strong>, membro da equipa <strong>FOTONATURE</strong>.<a href="http://www.nunoluis.net/" target="_blank"><br />
www.foto-nature.com<br />
www.nunoluis.net</a><strong> </strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Direito Autoral – Registro de Fotografia</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/direito-autoral-registro-de-fotografia/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=direito-autoral-registro-de-fotografia</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/direito-autoral-registro-de-fotografia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 13:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Autoral]]></category>
		<category><![CDATA[registro de fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[registro fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para cada fotografia a ser registrada é necessário preencher requerimento e anexar cópia xerografada do RG, CPF, comprovante de residência do requerente e pagamento de taxa de R$ 20,00, via Guia de Recolhimento da União (GRU), recibo original do pagamento e copia da fotografia a ser registrada que poderá ser inédita ou não, em qualquer tamanho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro tem área especializada para registro de produção fotográfica. Fotógrafos brasileiros ainda não têm o hábito de registrar suas obras no  Escritório do Direito Autoral (EDA), da Biblioteca Nacional. Principalmente quando não dispomos mais do filme negativo para atestar a origem da imagem propriamente dita.</p>
<p>Para cada fotografia a ser registrada é necessário preencher requerimento e anexar cópia xerografada do RG, CPF, comprovante de residência do requerente e pagamento de taxa de R$ 20,00, via Guia de Recolhimento da União (GRU), recibo original do pagamento e copia da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> a ser registrada que poderá ser inédita ou não, em qualquer tamanho. Esta documentação poderá ser encaminhada pelo correio à sede da EDA ou para os postos estaduais nos seguintes endereços:</p>
<h2>Postos Estaduais EDA</h2>
<p><strong>Amapá &#8211; AP </strong><br />
BIBLIOTECA ESTADUAL ELCY LACERDA<br />
Rua São José, 1800<br />
Bairro Central &#8211; Macapá, CEP: 68900-110<br />
Tel: (96) 3212-5119 &#8211; (96) 3212-5119 &#8211; (96) 3212-5239</p>
<p><strong>Bahia &#8211; BA </strong><br />
BIBLIOTECA PÚBLICA DA BAHIA<br />
Rua General Labatut, 27 ? 3º andar<br />
Barris &#8211; Salvador, CEP: 40070-100<br />
Tel: (71) 3117-6064 &#8211; (71) 3117-6064<br />
Fax: (71) 3328-3940</p>
<p><strong>Brasília &#8211; DF </strong><br />
BIBLIOTECA DEMONSTRATIVA DE BRASÍLIA<br />
Maria da Conceição Moreira Salles<br />
Av. 3W Sul &#8211; EQS 506/507, s/nº<br />
Brasília &#8211; CEP: 70350-580<br />
Tel: (61) 3244-1361 &#8211; (61) 3244-1361<br />
Fax: (61) 3443-3163</p>
<p><strong>Espírito Santo &#8211; ES </strong><br />
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO<br />
Av .Fernando Ferrari, 514<br />
Goiabeiras &#8211; Campus Universitário ? Vitória, CEP: 29060-900<br />
Tel: (27) 3335-2370 &#8211; (27) 3335-2370 &#8211; (27), 3335-2375<br />
Fax: (27) 3335-2378</p>
<p><strong>Maranhão &#8211; MA </strong><br />
BIBLIOTECA PÚBLICA BENEDITO LEITE<br />
Praça do Panteon s/n<br />
Centro &#8211; São Luis, MA CEP: 65020-480<br />
Tel: (98) 3218-9961 &#8211; (98) 3218-9961<br />
E-mail: <a href="&#109;&#97;&#105;&#108;t&#111;:&#100;&#97;t&#98;pbl&#64;c&#117;&#108;&#116;u&#114;a.&#109;a.&#103;o&#118;&#46;&#98;r">&#100;a&#116;b&#112;&#98;l&#64;&#99;u&#108;tu&#114;a.&#109;&#97;&#46;go&#118;&#46;&#98;r</a></p>
<p><strong>Mato Grosso </strong><br />
Unic &#8211; UNIVERSIDADE DE CUIABÁ<br />
Av. Beira Rio 3100<br />
Grande Terceiro &#8211; Cuiabá, CEP: 78065-700<br />
Tel: (65) 3363-1179 &#8211; (65) 3363-1179<br />
Fax: (65) 3363-1176</p>
<p><strong>Pará &#8211; PA </strong><br />
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ<br />
Av. Augusto Corrêa, nº 1<br />
Guamá &#8211; Belém, CEP: 66075-900<br />
Tel: (91) 3201-7258 &#8211; (91) 3201-7258 &#8211; (91), 3201-7000 (Geral)</p>
<p><strong>Paraná &#8211; PR </strong><br />
BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ<br />
Rua Cândido Lopes, 133<br />
Centro &#8211; Curitiba, CEP: 80020-901<br />
Tel: (41) 3221-4900 &#8211; (41) 3221-4900<br />
Fax: (41) 3224-0575 &#8211; (41) 225-6883</p>
<p><strong>Pernambuco &#8211; PE </strong><br />
Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco<br />
Rua João Lira, s/nº<br />
Bairro Santo Amaro &#8211; Recife, CEP: 50050-550<br />
Tel: (81) 3221-3716 &#8211; (81) 3221-3716 &#8211; (81), 3423-8446<br />
Fax: (81) 3221-3716</p>
<p><strong>Rio de Janeiro &#8211; RJ (SEDE) </strong><br />
Escritório de Direitos Autorais<br />
Rua da Imprensa, 16/12º andar &#8211; sala 1205<br />
Castelo &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 20030-120<br />
Tel (21) 2220-0039 &#8211; (21) 2220-0039 &#8211; (21), 2262-0017<br />
Fax (21) 2240-9179</p>
<p><strong>Rio Grande do Norte &#8211; RN </strong><br />
Biblioteca Câmara Cascudo<br />
Rua Potengi, 535<br />
Petrópolis &#8211; Natal, CEP: 59020-030<br />
Tel: (84) 3232-9746 &#8211; (84) 3232-9746<br />
Fax: (84) 3232-9724</p>
<p><strong>Santa Catarina &#8211; SC </strong><br />
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA<br />
Av. Madre Boaventura, 2007<br />
Itacorubi &#8211; Florianópolis, CEP: 88035-001<br />
Tel: (48) 3321 8020 &#8211; (48) 3321 8020 &#8211; (48), 3231-1590<br />
Fax: (48) 3334-6000</p>
<p><strong>São Paulo &#8211; SP </strong><br />
Rua General Julio Marcondes Salgado, 234<br />
Campos Elíseos &#8211; São Paulo, CEP: 01201-020<br />
Horário de atendimento de 10:00 às 16:00 horas.<br />
Tel: (11) 3825-5249 &#8211; (11) 3825-5249</p>
<p>Segundo o especialista em direitos autorais, <em>Paulo Gomes de Oliveira Filho</em>, a lei 9610/98, não exige o registro da obra nos casos de reivindicação de autoria.  Na prática são raríssimos os casos de fotografias registradas, geralmente para fotografia fine art, confirma o responsável técnico do EDA, Jaury Nepomuceno de Oliveira, O registro assegura uma anterioridade de autoria, mas não é constitutivo de direito, esclarece o técnico. Estando com toda a documentação em ordem o EDA tem o prazo de até 30 dias, contados a partir do recebimento da notificação, pelo requerente.</p>
<p>Para maiores informações consulte o site <a href="http://www.bn.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.bn.br%2F','www.bn.br')" target="_blank">www.bn.br</a> Fundação Biblioteca Nacional, Av Rio Branco 219 Rio de Janeiro, CEP 20040-008, Tel 55 21 3095 3879, Fax 55 21 3095 3811 ou nos escritórios regionais mais próximo de sua cidade.</p>
<h2>O que está protegido</h2>
<p>De acordo com a <strong>Lei do Direito Autoral</strong>, ideias, procedimentos normativos, sistemas, métodos, projetos ou conceitos matemáticos, esquemas, planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou negócios, formulários em branco para serem preenchidos com qualquer tipo de informação, textos de tratados ou convenções, leis, decretos, regulamentos, decisões judiciais e atos oficiais, calendários, agendas e outros. Aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas obras, não estão protegidas pela lei.</p>
<p>É com base nessas restrições que o layout de um álbum compósito, por exemplo não pode ser registrado. “<em>A não ser que fosse algo excepcionalmente diferente e personalizado, e ainda assim deve ser submetido a um perito</em>”, comenta o advogado Paulo Gomes, lembrando um caso que passou pelas suas mãos. “<em>Na decada de 90 foi criado um calendário lunar muito diferente e original. Normalmente não é possível registrar um calendário, mas como era uma peça original, seu registro foi concedido</em>”. Paulo ainda conta que os pedidos de autoria mais solicitados são: para desenhos e personagens de campanhas publicitárias.</p>
<p>Editar imagens com metadados, nunca publicar o original na íntegra, mas efetuar corte do mesmo e assinatura com <a href="http://www.fotografia-dg.com/proteger-imagens-com-marca-de-agua-no-photoshop/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fproteger-imagens-com-marca-de-agua-no-photoshop%2F','marca+d%22agua')">marca d&#8217;agua</a>, são precauções que ajudam a preservar a autenticidade da obra fotográfica. Outra saída é fotografar sempre em formato <a href="http://www.fotografia-dg.com/arquivos-raw/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Farquivos-raw%2F','RAW')">RAW</a> e preservar backup dos originais.</p>
<h2>O que prevê a lei do direito autoral N° 9.610 19/02/98</h2>
<p>Art. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:</p>
<p>VII &#8211; as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia;</p>
<p>Capítulo III</p>
<p>Do Registro das Obras Intelectuais</p>
<p>Art. 18. A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="m&#97;il&#116;&#111;&#58;&#101;&#110;&#105;&#111;le&#105;te&#64;&#103;&#109;&#97;&#105;&#108;&#46;&#99;om">enio&#108;ei&#116;&#101;&#64;gma&#105;l&#46;&#99;&#111;m</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/enioleite" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fenioleite','%40enioleite')" target="_blank">@enioleite</a></p>
<p style="text-align: center;"><a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola         fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		</item>
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		<title>Concursos Fotográficos, dicas para participar!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 22:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo Coffy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[concurso fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Conversando com alguns fotógrafos ratos de competições preparei um pequeno texto com dicas de como participar de alguns concursos fotográficos. Eu pessoalmente não participo, pois sou contra alguns critérios impostos nesses tipos de concursos, mas isso é pessoal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com alguns fotógrafos ratos de competições preparei um pequeno texto com <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','revistas+de+fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','dicas')">dicas</a> de como participar de alguns <strong>concursos fotográficos</strong>. Eu pessoalmente não participo, pois sou contra alguns critérios impostos nesses tipos de concursos, mas isso é pessoal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-full wp-image-3209 aligncenter" title="Concursos fotográficos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/concursos-fotográficos.jpg" alt="concursos fotográficos Concursos Fotográficos, dicas para participar!" width="400" height="244" /><br />
</strong></p>
<p>Muitos fotógrafos profissionais hoje, são o que são devido aos concursos fotográficos que participaram. Entrar e principalmente ganhar concursos, pode ser algo altamente lucrativo desde que se leve a sério. Todos os anos, diversas revistas do mundo inteiro pagam fortunas em premiações.</p>
<h3>Segue abaixo algumas dicas para participar e quem sabe ganhar algum <strong>$$$ </strong>em prêmios com suas fotos:</h3>
<p><strong>1.</strong> Leia atentamente as regras! Saiba onde está se metendo e o que é necessário para participar, pode parecer bobagem, mas ler as regras pode ser um grande passo.<strong></strong></p>
<p><strong>2.</strong> Separe algo original, destaque-se, e só entre com o seu melhor trabalho (o seu melhor trabalho para os jurados pode ser nada além de simples).<strong></strong></p>
<p><strong>3.</strong> Ignore as suas idéias iniciais, porque elas provavelmente serão as mais óbvias, e espere até que você sinta que tem algo realmente original.<strong></strong></p>
<p><strong>4.</strong> Só participe de competições na qual você se identifica com o tema, pois a paixão pelo assunto vai fazer toda a diferença.<strong></strong></p>
<p><strong>5.</strong> Fotografar, especificamente para uma competição, antecipa-se comece a trabalhar suas idéias com a maior antecedência possível.<strong></strong></p>
<p><strong>6.</strong> Use o impacto como seu tema principal. Aqui estão algumas formas simples de impacto: CORES funcionam bem ao colocar os olhos no trabalho, outras são formas, expressões e humor.<strong></strong></p>
<p><strong>7.</strong> Suas imagens devem estar bem expostas, compostas e totalmente em foco.<strong></strong></p>
<p><strong>8.</strong> Seja original. Tente encontrar algo que mais ninguém pensaria em apresentar.<strong></strong></p>
<p><strong>9.</strong> Confiram em <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','revistas+de+fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','dicas')">revistas de fotografia</a> como alguns fotógrafos expõem seus trabalhos em competições, ter uma boa referência é um bom caminho a ser seguido. Lembre-se que copiar não é nada original, e apenas para ter uma boa base.</p>
<p><strong>10. </strong>Ser objetivo e confiar em seu trabalho é um com começo, mas assim como você, milhares de fotógrafos enviaram seus trabalhos e para o corpo de jurado seu trabalho pode não ser o melhor, e jamais deixe um resultado de competição atrapalhar os seus futuros trabalhos.</p>
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A grande maioria dos concursos fotográficos existentes é honesta. Isso é que procuram melhorar a qualidade da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','revistas+de+fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','dicas')">fotografia</a>, dando prêmios e/ou reconhecimentos para os <a href="http://www.fotografia-dg.com/vinicius-matos-e-um-dos-50-melhores-fotografos-de-casamento-do-mundo-em-2009/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fvinicius-matos-e-um-dos-50-melhores-fotografos-de-casamento-do-mundo-em-2009%2F','fot%C3%B3grafos')">fotógrafos</a>. Por esse motivo, a regra geralmente contém uma cláusula sobre a utilização das fotografias vencedoras, tais como exibir as fotos vencedoras sem pagamento adicional de direitos para o fotógrafo. Por favor, observe a parte que diz sobre as fotos vencedoras. Fotógrafos que vencem esses concursos geralmente ganham um prêmio material como pagamento em espécie para o uso da imagem vencedora de forma limitada. Isto não deve afetar os direitos do autor, que SEMPRE devem permanecer com o fotógrafo.</p>
<p>Evite concursos que você pode perder os direitos autorais de suas imagens. <strong>FELIZMENTE</strong>, tais concursos são poucos, mas muitos erros já foram cometidos em um passado recente. O uso de fotos apresentadas em competições pode conduzir à exploração dos fotógrafos por alguns organizadores. Isso ocorre porque muitas vezes as competições podem ter regras que incluem frases <strong>como:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>&#8220;&#8230; nós nos reservamos o direito de usar a imagem ganhadora&#8230;&#8221; </em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p>Se uma imagem não é boa o suficiente para ganhar um prêmio, mas é boa o suficiente para ser usada para promover a concorrência ou qualquer outra forma de utilização pelos organizadores da competição, em seguida, o fotógrafo deveria ser pago pelo o uso da imagem! Isso pode ser uma quantia simbólica, mas deve ser pago e os direitos autorais da imagem reconhecendo o fotógrafo.</p>
<p><strong>NOTA:</strong> Partes deste artigo foi baseado na pesquisa do <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografo-por-onde-comecar/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografo-por-onde-comecar%2F','fot%C3%B3grafo')">fotógrafo</a> <strong>Fenwick Mark</strong>, fotógrafo de belas artes que merece o devido crédito.<strong> </strong></p>
<p><strong>Procure por algumas competições, e você terá boa chances de ganhar alguns prêmios. Boa sorte!</strong></p>
<p><strong>Abração,<br />
</strong></p>
<p><strong>Adiraphaeli</strong><br />
Site: <a href="http://www.angelocoffy.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.angelocoffy.com%2F','www.angelocoffy.com')" target="_blank">www.angelocoffy.com</a><br />
Blog: <a href="http://angelocoffy.com/blog/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fangelocoffy.com%2Fblog%2F','angelocoffy.com%2Fblog')" target="_blank">angelocoffy.com/blog</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/adiraphaeli" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fadiraphaeli','%40adiraphaeli')" target="_blank">@adiraphaeli</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia e Gestão</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 23:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia e gestao]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotografia é uma excelente terapia para a mente, para o espírito, para colocar as ideais em ordem e para ajudar a solucionar problemas cotidianos, por outros enfoques, outros ângulos outras dimensões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade fotográfica é uma ferramenta recomendada para ativar novos mecanismos de percepção, raciocínio e melhorar a maturidade emocional do gestor em busca de decisões rápidas.</p>
<p>Muitas pessoas têm sua <a href="http://www.fotografia-dg.com/curso-pratico-de-iniciacao-fotografica-national-geographic/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fcurso-pratico-de-iniciacao-fotografica-national-geographic%2F','inicia%C3%A7%C3%A3o+fotogr%C3%A1fica')">iniciação fotográfica</a> da pior forma possível: “aprendem” os primeiros passos na rua com amigos tão ignorantes quanto elas e recebem informações soltas e carregadas de mitos e fantasmas, sem qualquer tipo de ciência associado. Raramente consultam educadores especializados, possuem dados distorcidos, parecem obrigadas a aprender tudo sozinhas e sentem medo. Muitas delas, infelizmente, passam a vida inteira sofrendo as consequências deste início desastroso.</p>
<p>Muitos gestores aprendem gestão da mesma forma que a maioria das pessoas <a href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-fotografo-rodolpho-pajuaba/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fentrevista-fotografo-rodolpho-pajuaba%2F','aprende+fotografia')">aprende fotografia</a>. Não recebem informações sistematizadas sobre o assunto, aprendem com ignorantes e não desenvolvem o pensamento sistêmico. Criam preconceitos e medos nunca revelados, não estudam a natureza do próprio trabalho de gerentes, tornam-se profissionais inseguros e com fortes características de amadores e muitos sofrem também durante toda a vida as sequelas do desconhecimento.</p>
<p>Mais grave é o caso onde estes gestores são diretores, presidentes ou acionistas. Pela falta de preparo em gestão e pela carga de autoridade que possuem, podem fazer grandes estragos nas suas empresas. Fiz recentemente duas pesquisas: a primeira em 50 escolas privadas de ensino fundamental e médio e a segunda em 78 empresas, entre indústrias e serviços, com faturamento anual acima de 70 milhões.</p>
<p>As amostras de escolas e de empresas foram estratificadas nas regiões sul e sudeste do Brasil. Cada pesquisa continha apenas uma pergunta. Nas escolas, a pergunta foi: <em>existe algum tipo de educação fotográfica</em>? Nas empresas, a pergunta foi: <em>existe algum tipo de educação em gestão</em>?</p>
<p>O percentual de respostas NÃO foi muito semelhante: nas escolas, a resposta NÃO EXISTE alcançou 98% (40 escolas) e nas empresas a resposta NÃO EXISTE alcançou 89.01% (61 empresas). Pessoas ignorantes em <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> e gestores ignorantes em gestão são o triste resultado. A solução? Implantar amplos programas de educação, nas escolas e nas empresas. O que mais resta dizer? A gestão não é uma ciência, mas pode ser entendida como uma profissão ou como uma atribuição.</p>
<p>Qualquer um de nós que receba esta atribuição precisa, portanto, ser educado e treinado para ela. Só há uma razão que provoca a falência ou o encolhimento de uma organização: a má gestão. Qualquer sinistro que ataque uma empresa (câmbio desfavorável, ações trabalhistas repetitivas e milionárias, movimentos de concorrentes, clientes que vão embora, fornecedores que pratiquem dumping, cartel ou truste, clima, governo etc.) deveria ser prevenido pela boa gestão, que deve funcionar como o SISTEMA IMUNOLÓGICO da organização.</p>
<p>Empresas com boa gestão são mais imunes aos ataques externos (que sempre, obviamente, vão existir) do que empresas com má gestão. Estas se comportam de maneira tão frágil às agressões externas e internas como um arquivo digital infectado. Fotografia, praticada de forma ignorante ou irresponsável, é potencialmente prejudicial. Má gestão, também.</p>
<p>A fotografia é uma excelente terapia para a mente, para o espírito, para colocar as ideais em ordem e para ajudar a solucionar problemas cotidianos, por outros enfoques, outros ângulos outras dimensões. A fotografia tem muito a contribuir para com os gestores, diretores e aqueles que detêm o poder de decisão empresarial.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="&#109;ai&#108;&#116;o&#58;&#101;nio&#108;&#101;&#105;&#116;e&#64;gma&#105;&#108;.c&#111;m">&#101;&#110;&#105;o&#108;eit&#101;&#64;gm&#97;&#105;&#108;.&#99;&#111;m</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/enioleite" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fenioleite','%40enioleite')" target="_blank">@enioleite</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola        fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>O outro lado da Fotografia</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 23:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Armando Vernaglia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na fotografia ser fotografo profissional tem muito que se diga, e Armando Vernaglia neste artigo fala-nos sobre alguns mitos que cercam a atividade. Leia e comente, valerá mesmo apena!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas praticam a <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> como um hobby, uma maneira de aliviar o estresse, de trazer recordações de suas viagens e acompanhar o crescimento dos filhos entre outros. São inúmeras as razões para que alguém fotografe e que tenha o desejo de aprimorar sua técnica através de cursos e leituras.</p>
<p>Nesse processo, muitos se envolvem de tal maneira com a fotografia que pensam em abandonar seus empregos em áreas como engenharia, contabilidade, medicina e tantas outras em favor desta atividade de eternizar frações de tempo.</p>
<p>Adotar a fotografia como profissão tem aspectos positivos e muitos inicialmente citarão questões como o fato de trabalhar com algo que envolva a criatividade, de ter controle sobre seus horários sem ter a obrigação de “bater cartão” em uma empresa, de não ter que aguentar aquele chefe chato que não valoriza seu trabalho, enfim, fazer o que gosta e ainda ganhar dinheiro com isso.</p>
<p>Tudo o que foi dito no parágrafo anterior é verdade, o que faz lembrar uma publicidade famosa aqui no Brasil, de um jornal, que dizia ser possível contar um monte de mentiras falando apenas verdades.</p>
<p>Não quero desmotivar quem tenha o interesse de ser <strong>fotógrafo profissional</strong>, muito pelo contrário, mas considero que seja útil mostrar um lado que muitos desconhecem e por ignorar as questões que tratarei logo abaixo alguns acabam se desiludindo com a vida profissional da fotografia, daí a necessidade de retirar alguns mitos que cercam a atividade.</p>
<p>O primeiro mito é o de que sendo fotógrafo profissional você tem controle sobre seus horários, então se quiser ir a um cinema numa quarta feira a tarde você poderá, algo impensável para um funcionário com um emprego “comum”. Este deve ser o mais falso dos mitos fotográficos. Digo isso pois do momento em que você é um prestador de serviços, você deve estar disponível aos seus clientes nos horários em que eles irão precisar de seu trabalho, isso acaba condicionando seu dia-a-dia e fazendo com que você tenha exatamente os mesmos horários que qualquer pessoa.</p>
<p>Além do que foi dito no parágrafo anterior, nos horários livres o fotógrafo deve se dedicar a vender seu trabalho, buscar outros clientes, melhorar o portfolio com cursos, leituras e muito treino. Achar que sobrará tempo para um cinema numa tarde qualquer é ilusão. Inclusive é comum ver fotógrafos com expedientes de trabalho de doze ou até quatorze horas por dia, muito mais do que vemos em empregos comuns.</p>
<p>Vamos ao segundo grande mito, o de que você não precisará aturar o chefe chato que não o valoriza. Ao se tornar fotógrafo você perde um patrão mas ganha dezenas ou centenas deles pois todos os seus clientes são seus chefes. Alguns serão boas pessoas, simpáticas e interessantes, outros serão inconvenientes e mal educados que não darão qualquer valor para o que você faz, pedirão dezenas de alterações e ainda por cima atrasarão o pagamento ao ponto em que você será obrigado a contratar um advogado e processar o cliente.</p>
<p>Algo que considero um meio mito é a questão de trabalhar numa atividade que envolve a criatividade. Muitas vezes isso será verdadeiro, mas sempre acontecerão trabalhos nos quais você terá tantas barreiras para suas idéias que acabará executando um serviço de forma burocrática apenas para entregar o mais rápido possível aquilo que o cliente quer. Sua criatividade será cerceada ou ignorada, as vezes combatida mas o fotógrafo acaba tolerando isso pois precisa do dinheiro. Isso passa após alguns anos de carreira, quando o profissional se torna mais conhecido e reconhecido por seu talento, mas o início de carreira pode ser especialmente frustrante nesse aspecto.</p>
<p>Há um outro fator importante. Quando você é fotógrafo assumirá também tarefas como a gerência de seu negócio, o papel do vendedor e do administrador também, entre outros, assim é importante ter consciência de que fotografar é uma pequena parte do trabalho, pois gastará horas no computador fazendo orçamentos, respondendo e-mails, ao telefone vendendo seu trabalho e montando planilhas enormes para calcular custos e descobrir o quanto terá de trabalhar para pagar as contas.</p>
<p>Sobra o fato de que você trabalhará com algo que gosta, isso é verdade, mas afinal, quando você escolheu ser dentista, engenheiro, médico, arquiteto ou seja lá qual outra profissão, você não gostava dela?</p>
<p>Eu sou fotógrafo profissional e gosto deste trabalho, se você, depois de pesar todos estes fatores, resolver ser fotógrafo, estude, treine muito, respeite seus concorrentes, aprenda a cobrar o valor justo por seu trabalho e seja bem vindo ao clube. <a title="wink" href="http://codex.wordpress.org/File:icon_wink.gif" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fcodex.wordpress.org%2FFile%3Aicon_wink.gif','wink')"><img src="http://codex.wordpress.org/images/4/4b/icon_wink.gif" border="0" alt="icon wink O outro lado da Fotografia" width="15" height="15" title="O outro lado da Fotografia" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/armandovernaglia/3321437652/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.flickr.com%2Fphotos%2Farmandovernaglia%2F3321437652%2F','Memorial+da+Am%C3%A9rica+Latina')" target="_blank"><img class="size-full wp-image-3130 aligncenter" title="Memorial da América Latina" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Memorial-da-América-Latina.jpg" alt="Memorial da América Latina O outro lado da Fotografia"  /></a></p>
<p>Ilustro este artigo com uma foto que fiz no Memorial da América Latina, local projetado por Oscar Niemeyer e que rende belíssimas imagens graças a sua arquitetura diferenciada e aos amplos espaços abertos, gosto muito desta fotografia, espero que vocês gostem também.</p>
<p>Nos falamos em 30 dias.</p>
<p><strong>[]’s</strong></p>
<p><strong> Armando Vernaglia Jr</strong><br />
E-mail: <a href="&#109;a&#105;&#108;&#116;o:&#99;&#111;&#110;t&#97;&#116;o&#64;v&#101;r&#110;a&#103;lia.c&#111;m&#46;&#98;&#114;">&#99;&#111;&#110;&#116;at&#111;&#64;ve&#114;&#110;a&#103;&#108;&#105;&#97;&#46;com&#46;b&#114;</a><br />
Site: <a href="http://www.vernaglia.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.vernaglia.com.br%2F','www.vernaglia.com.br')" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
Blog: <a href="http://armandovernaglia.wordpress.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Farmandovernaglia.wordpress.com','armandovernaglia.wordpress.com')">armandovernaglia.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/VernagliaJr" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2FVernagliaJr','%40VernagliaJr')" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		<title>Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Cristóvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Como faço as minhas fotografias de montanha? Que preparações e estudos prévios são necessários? E equipamento? Como observar a paisagem segundo o fotógrafo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Fotografar nas montanhas da Madrugada ao Pôr-do-Sol nas Serras do Alvão e Freita</h2>
<p><strong>Como faço as minhas fotografias de montanha? Que preparações e estudos prévios são necessários? E equipamento? Como observar a paisagem segundo o fotógrafo?</strong></p>
<p>Com este artigo pretendo partilhar alguma da minha experiência, fazendo chegar ao leitor o espírito da aventura neste estilo de fotografia, contemplado com matérias essenciais para o fotógrafo que pretende aventurar-se na montanha. Num formato de relato de viagem, em que sucessivamente se vão introduzindo <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','dicas')">dicas</a> e muitos aspectos de fotografia de paisagem das serranias no Norte de Portugal, descubra a fotografia dos trilhos de aventura, e como faz as fotografias de montanha &#8211; o fotógrafo de Natureza Hélio Cristóvão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=96853&amp;pi=HELIOCRISTOVAO&amp;CGISESSID=d7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf&amp;u=8274" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D96853%26amp%3Bpi%3DHELIOCRISTOVAO%26amp%3BCGISESSID%3Dd7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf%26amp%3Bu%3D8274','Mountain+Heart+%28Cora%C3%A7%C3%A3o+da+Montanha%29')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2991" title="Mountain Heart (Coração da Montanha)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/7708-sRGB-QUAL85-WEB-72dpi-610pix.jpg" alt="7708 sRGB QUAL85 WEB 72dpi 610pix Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="610" height="488" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Mountain Heart (Coração da Montanha)</strong><strong><br />
</strong>Parque Natural da Serra do Alvão<br />
Uma fotografia de longa exposição na madrugada mágica. Ao Sol Nascente, o pico da<br />
cordilheira montanhosa do Alvão ilumina-se por luz dourada, enquanto as nuvens coloridas</h6>
<h2>Fevereiro de 2010:</h2>
<p><em>A madrugada começa a notar-se mais cedo na última quinzena de Inverno.</em></p>
<p><em>Viajei com o amigo fotógrafo Paulo Lopes, com partida de Lisboa às 2h00, havia mais de 400 quilómetros a percorrer até chegar às escarpas imponentes das montanhas perto de Ermelo e Varzigueto, onde corre ainda selvagem o Rio Olo. O destino seria fotografar a jusante das enormes cascatas que se despejam abruptamente num vale semelhante a um </em><em>canyon</em><em> </em><em>de enormes proporções.</em></p>
<p><em>Planeei mais uma viagem “relâmpago”, pois pretendia fotografar cascatas com os fortes caudais de Inverno, no ano em que se assistiu a uma quantidade atípica de chuva, num local que teria de ser desprovido de muita vegetação arbórea, as árvores caducas típicas de Serra nesta época estão despidas de folhagem. Assim, preferia um local de montanha de granito despido e áspero – um cenário selvagem de montanha. O local seria as Fisgas do Ermelo.</em></p>
<p>Entre os meus métodos de <strong>fotografia de paisagem</strong>, a preparação de viagens e o planeamento é fulcral. Embora seja praticamente impossível seguir um plano conciso para cada jornada, seja um dia ou uma semana, pois as condições de meteorologia podem variar bastante, assim como a duração prevista de permanência nos locais, convém traçar planos gerais incluindo os percursos, locais, e uma duração aproximada de fotografar em cada zona. Planeamento e objectivos são factores muito importantes quando se está em campo.</p>
<p>Neste estilo de fotografia em montanha, eis um resumo de preparações e recursos na Internet que habitualmente utilizo para as mesmas:</p>
<ul>
<li><strong>Meteorologia</strong> – trabalhar no exterior depende das condições atmosféricas, aqui não há novidade. Mas claro que inerente ao planeamento de qualquer jornada fotográfica, ainda para mais que implique grandes viagens, é importante boa informação sobre as condições previstas, e quanto mais detalhada essa informação melhor:</li>
</ul>
<p>◦ O site <a href="http://www.accuweather.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.accuweather.com%2F','www.accuweather.com')" target="_blank">www.accuweather.com</a> contém previsões a duas semanas na versão de uso livre. Muito detalhado, o estado do tempo com intervalos de hora a hora. Adicionalmente, poderá consultar dados astronómicos.</p>
<p>◦ Complemento sempre a informação do website anterior com a do Instituto de Meteorologia Portuguesa <a href="http://www.meteo.pt/pt/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.meteo.pt%2Fpt%2F','www.meteo.pt%2Fpt%2F')" target="_blank">www.meteo.pt/pt/</a></p>
<ul>
<li><strong>Horários de nascer e Pôr-do-Sol, Fases e horas de nascer e ocaso da Lua</strong> – No terreno são as duas fontes de iluminação principal. Consulte informação precisa segundo os Almanaques publicados pelo Observatório Astronómico de Lisboa em <a href="http://www.oal.ul.pt/index.php?link=almanaques" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.oal.ul.pt%2Findex.php%3Flink%3Dalmanaques','www.oal.ul.pt%2Findex.php%3Flink%3Dalmanaques')" target="_blank">www.oal.ul.pt/index.php?link=almanaques</a></li>
</ul>
<p>Em termos de informação meteorológica e astronómica estamos assegurados. Mas a fotografia de paisagem, tal como eu a faço implica por vezes longas horas de estudo, com mais incidência na pesquisa segundo informação geográfica. Os<em> SIG</em> – <em>Sistemas de Informação Geográfica</em> – disponíveis online trouxeram grandes vantagens e um salto de tecnologia na observação e edição de dados geográficos. Entre interfaces na web e plataformas mais comuns está o aplicativo Google Earth:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2992" title="Goggle EARTH" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/GEARTH-web-470PIX-72dpi.jpg" alt="GEARTH web 470PIX 72dpi Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="470" height="295" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Uso de software no planeamento de fotografia de paisagem.<br />
Google Earth com relevo tridimensional</h6>
<ul>
<li>O <strong>Google Earth</strong> é uma ferramenta muito poderosa. Tire o máximo partido do software, com visualização tridimensional de relevos, pesquise acessos, desde trilhos carreteiros a estradões em terra. Aponte coordenadas e introduza no GPS. Há um mundo de possibilidades a explorar para as jornadas em campo e orientação nesta abordagem à fotografia em montanha.</li>
<li>O <strong>Instituto Geográfico Português (I.G.P.)</strong> é o organismo responsável pela execução da política de informação geográfica nacional. Alguns recursos muito úteis para descarregar ou consultar na Internet:</li>
</ul>
<p>◦ O Instituto disponibiliza uma carta gratuita em formato digital à escala 1:1 000 000 de Portugal Continental: <a href="http://www.igeo.pt/e-IGEO/DOWNLOADS/1000m/1000k_1_70.zip" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.igeo.pt%2Fe-IGEO%2FDOWNLOADS%2F1000m%2F1000k_1_70.zip','www.igeo.pt%2Fe-IGEO%2FDOWNLOADS%2F1000m%2F1000k_1_70.zip')" target="_blank">www.igeo.pt/e-IGEO/DOWNLOADS/1000m/1000k_1_70.zip</a></p>
<p>◦     Através do serviço <a href="http://mapas.igeo.pt/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fmapas.igeo.pt%2F','http%3A%2F%2Fmapas.igeo.pt%2F')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fmapas.igeo.pt%2F','m%40pas+online')" target="_blank">m@pas online</a> disponibiliza ao público, gratuitamente, um conjunto de serviços de dados geográficos, muito completo. Essencial no âmbitos dos SIG na Internet: <a href="http://mapas.igeo.pt/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fmapas.igeo.pt%2F','http%3A%2F%2Fmapas.igeo.pt%2F')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fmapas.igeo.pt%2F','m%40pas+online')" target="_blank">http://mapas.igeo.pt/</a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2993" title="mapa" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/mapa.png" alt="mapa Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="610" height="199" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Excertos de informação geográfica – Mapa de relevo e acessos e carta à<br />
escala 1:1 000 000 de Portugal Continental</h6>
<h2>Continuando em viagem&#8230;</h2>
<p><em>Antes do Sol nascer, já estava a contemplar as montanhas da Serra do Alvão, no coração do Parque Natural. Observámo-las ainda sob a luz nocturna da madrugada. Em viagem, a altitudes superiores a 900 mt. atravessámos neve, junto à Serra do Marão, mas entretanto, a cotas mais baixas, era a chuva em direcção a Ermelo que combatia a motivação.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Uma “lição” importante para o fotógrafo de Natureza, independentemente da experiência, é não perder a motivação e continuar focado nos objectivos, mas ter em conta que nunca se deve ter expectativas demasiado altas. Nada é garantido neste estilo de fotografia em paisagem, e a taxa de sucesso de produção de grandes imagens é baixa. Pode se feita uma enorme viagem em tempo reduzido, mas simplesmente o cenário no destino pode não funcionar. A perspectiva é sempre o regresso. Por outro lado, é quase inevitável uma “baixa” de moral ao observar certas condições impróprias para a fotografia que se pretende fazer. Uma vez mais, há que continuar, pois como descrito abaixo, sob tempo instável, tudo pode mudar&#8230;</p>
<p><em>A chuva iria cessar em breve dando lugar, ainda sob o crepúsculo matinal, a céus instáveis, com nuvens rápidas a atravessar a Serra.</em></p>
<p><em>Chega o momento de fotografar, estudar enquadramentos, compor neste ambiente místico, sob a luz de um novo dia na montanha. Avista-se neve em picos mais elevados e distantes. As condições de nevoeiro e céu denso conferem o dramatismo da Alvorada na paisagem.</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=97254&amp;pi=HELIOCRISTOVAO&amp;CGISESSID=d7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf&amp;u=8814" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D97254%26amp%3Bpi%3DHELIOCRISTOVAO%26amp%3BCGISESSID%3Dd7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf%26amp%3Bu%3D8814','Dawn+Valley+%28Vale+na+Madrugada%29')" target="_blank"><em><img class="alignnone size-full wp-image-2994" title="Dawn Valley (Vale na Madrugada)" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/7691-QUAL72-WEB-sRGB-610pix-72dpi.jpg" alt="7691 QUAL72 WEB sRGB 610pix 72dpi Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="610" height="405" /></em></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Dawn Valley (Vale na Madrugada)<br />
</strong>Parque Natural da Serra do Alvão<br />
Tons ao nascer do dia, com a primeira luz do Sol a iluminar as nuvens, e de frente para<br />
o precipício escarpado. Um espectacular recorte de montanha</h6>
<p><em>Durante o Sol que se ergue, ainda a grande bola dourada, brechas nas nuvens permitem atravessar a luz iluminando o pico virado a Nascente. A magia estava a acontecer. Sobe a adrenalina tentando compor o que se espera um momento de paisagem inesquecível.</em></p>
<p><em>Eu opto por longas exposições de 15 a 30 segundos, captando arrastamentos de nuvens enquanto a montanha recebe luz.</em></p>
<p><em>Durante a manhã exploram-se as vertentes na margem direita do Rio Olo, a Montante e Jusante das cascatas. Os desníveis das cristas ao leito são vertiginosos, e mesmo assim, há a aproximação ao precipício para fotografar de tripé montado.</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=96861&amp;pi=HELIOCRISTOVAO&amp;CGISESSID=d7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf&amp;u=8398" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D96861%26amp%3Bpi%3DHELIOCRISTOVAO%26amp%3BCGISESSID%3Dd7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf%26amp%3Bu%3D8398','Olo+Canyon')" target="_blank"><em><img class="alignnone size-full wp-image-2995" title="Olo Canyon" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/7883-QUAL75-WEB-sRGB-610pix-72dpi.jpg" alt="7883 QUAL75 WEB sRGB 610pix 72dpi Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="610" height="405" /></em></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Olo Canyon<br />
</strong>Parque Natural da Serra do Alvão<br />
Espectacular vale, montanhas altas. É impossível transmitir a sensação de altura<br />
vertiginosa nesta imagem dimensionada para a web</h6>
<h3>No campo:</h3>
<p>Nas circunstâncias em que foram feitas as fotografias anteriores, a qualquer momento a luz muda. É preciso estar preparado? Sim. Mas por vezes é muito difícil. Contemplar um local pela primeira vez e assistir a boa luz para fotografar, sem conhecer ainda os melhores enquadramentos e composições pode ser muito <em>stressante</em>. Há que manter a concentração e não a dispersão. Se é uma grande foto que procura, estude bem os enquadramentos. Se já tem um enquadramento que realmente agrada, pondere seriamente antes de desmontar o tripé se ainda não fez a foto. Insista, espere, pois em instantes, tudo pode mudar e transformar o cenário. Eu mencionei o tripé? Sim, todas as imagens que o leitor observa neste artigo (com a excepção da Cabra Montanhesa, abaixo) são feitas com uso de tripé.</p>
<h3>Os trilhos:</h3>
<p>Acrescente-se que os percursos pedonais que estes trilhos envolvem, são muito perigosos em certos locais, não havendo lugar para falhas. Os desníveis abruptos e piso molhado que estava na altura tornam iminente qualquer erro. Pondere a segurança. Deve levar vestuário e calçado apropriado, de montanha – quanto mais aderente melhor; e mais leve também. Máximo cuidado na aproximação dos precipícios, sobretudo com muito vento.</p>
<h3>Equipamento:</h3>
<p>Um breve resumo do equipamento na mochila apropriado para as fotografias aqui patentes: É uma questão onde muito há a dizer, mas nesta viagem em concreto, trabalhei com três objectivas, que normalmente constam no meu saco. São elas uma grande-angular de 12-24mm f/4, uma 24-70mm f/2.8 e 70-200mm f/2.8 VR (com duplicador 2x quando necessário). Este material, em conjunto com outros acessórios e excluindo o tripé implica peso acima de meia-dúzia de quilos às costas. Panos de limpeza, conjuntos de filtros, baterias extra, flash, cabo disparador, entre outros acessórios constam também nas profundezas da mochila.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=96886&amp;CGISESSID=632a1a186e17af49ece8d251831718e3&amp;u=28623" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D96886%26amp%3BCGISESSID%3D632a1a186e17af49ece8d251831718e3%26amp%3Bu%3D28623','Capra+aegagrus+hircus')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2996" title="Capra aegagrus hircus" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/7762-WEB-sRGB-QUAL72-610pix-72dpi.jpg" alt="7762 WEB sRGB QUAL72 610pix 72dpi Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="407" height="610" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Capra aegagrus hircus<br />
</strong>Parque Natural da Serra do Alvão</h6>
<p><em> </em></p>
<h2>A continuação da jornada.<br />
Esta viagem foi ambiciosa&#8230;</h2>
<p><em>… e o plano era seguir ao fim da manhã em direcção à Serra da Freita,  concelho de Arouca, 140 Km para Sudoeste. Percorreu-se a EN224, a estrada é desgastante, mas chegámos à aldeia de Albergaria das Cabras para assistir à magnífica queda de água superior a 60 mt. que acontece na Frecha da Mizarela. Das maiores de Portugal. E da Europa.</em></p>
<p><em>Apenas o caudal se diferenciava relativamente a condições de céu e vegetação de nada especiais, encostas despidas. Lá voltarei apenas no Outono para fotografar com maior beleza a alma do local.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=96862&amp;pi=HELIOCRISTOVAO&amp;CGISESSID=d7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf&amp;u=8533" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D96862%26amp%3Bpi%3DHELIOCRISTOVAO%26amp%3BCGISESSID%3Dd7c7bfa8a4f4e9aceaae8cc4097bdadf%26amp%3Bu%3D8533','The+Darkness')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2997" title="The Darkness" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/7944-sRGB-WEB-QUAL75-610pix-72DPI.jpg" alt="7944 sRGB WEB QUAL75 610pix 72DPI Fotografia de paisagem nas Serras de Portugal" width="405" height="610" /></a></em></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>The Darkness</strong><br />
Serra da Freita. Portugal<br />
Frecha da Mizarela. Cascata no Rio Caima com mais de 60 metros de altura</h6>
<p><em>O desafio é grande e somos constantemente postos à prova, testando a capacidade de gerir a fotografia no pleno decorrer de escassos minutos que se revela nos momentos mágicos, transformando a paisagem. Prova superada?</em></p>
<p><em>No total, 20 horas de viagem, 900 Km percorridos, e a experiência de luz inebriante nos cenários de Portugal mais remoto.</em></p>
<p>Muitas vezes os locais são visitados, mas muito raramente observados verdadeiramente em condições de luz mais especiais, que conferem dramatismo e enchem de emoção a paisagem. Nestas condições enquadra-se a luz da madrugada, ao nascer do dia, momentos em que foram executadas as primeiras fotos deste artigo. E é muitas vezes nestas condições que se podem obter resultados excepcionais na fotografia de paisagem natural. Nestas imagens, toda a cor e tonalidades são o mais aproximado possível do cenário real proporcionado pela luz disponível no momento, com alguns ajustes de contraste e vivacidade de cores próprios da edição de imagem e preparação para a publicação na internet.</p>
<p><strong>Texto e fotografia por Hélio Cristóvão</strong><br />
©2010 <strong>todos os direitos reservados</strong></p>
<p><strong>Clique nas imagens para obter mais informação e versões maiores em Portfolio</strong></p>
<p><strong>Email: </strong><a href="m&#97;&#105;lto&#58;&#110;at&#117;r&#101;.&#112;t&#64;&#103;m&#97;il&#46;&#99;o&#109;">n&#97;&#116;&#117;re&#46;pt&#64;gm&#97;i&#108;&#46;co&#109;</a><strong><br />
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<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Iluminação básica de retrato</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 11:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Grilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia de retrato]]></category>
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		<category><![CDATA[retrato]]></category>
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		<description><![CDATA[A iluminação na fotografia é o elemento chave do retrato, leia este artigo e aprenda a utilizar a iluminação de forma a melhorar os seus retratos de estúdio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Profissionalmente os fotógrafos precisam de adiantar a preparação de uma sessão fotográfica, com especial atenção se ela for feita em estúdio, porque neste caso irá precisar de iluminação.</p>
<p>Isto vai tornar as coisas menos divertidas  e menos simples do que a fotografia casual de exterior, mas vai ser possível inventar e garantir um tipo de imagem interessante.</p>
<p>A iluminação é o elemento chave do retrato, e se estamos a construir do nada, iremos descobrir que uma iluminação com uma luz suave irá servir para a maior parte das caras, ao contrário de uma luz dura.</p>
<p>Um dos tipos de iluminação mais básicos na fotografia e de maior confiança, inclui uma luz principal, difundida por uma sombrinha ou softbox, a 45º graus do modelo, uma segunda luz mais fraca ou reflector para preencher as sombras, uma terceira  mais afastada e direccionada , pode iluminar o cabelo ou o outro lado da cara.</p>
<p>A luz principal será responsável pela moldagem básica, enquanto que o resto das luzes vão reduzir o contraste e suavizar as sombras. Para ajudar a iluminar a sombra por baixo do queixo, que normalmente é mais escura, podemos pedir ao   modelo, caso não tenhamos um assistente ou suporte, para segurar um reflector, que poderá ser branco ou prateado ou outra cor, dependendo da tonalidade pretendida. Existem obviamente tantas maneiras de iluminar rostos como fotógrafos e vale sempre a pena experimentar estilos diferentes.</p>
<p>Todas as sugestões de luz aqui referidas, bem como os reflectores, poderão e devem ser alteradas conforme necessário. A solução irá depender do resultado desejado – Uma fotografia de beleza suave ou um retrato vigoroso. Mas alguns princípios têm de ser observados, a  luz pode também ser usada para realçar as melhores características da cara e disfarçar as menos boas. Estas decisões têm de ser tomadas mediante as circunstancias, e teremos que ir alterando a iluminação  ao longo da sessão.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2968" title="Retrato Fotográfico" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Retrato-Fotográfico.jpg" alt="Retrato Fotográfico Iluminação básica de retrato" width="350" height="467" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>1 &#8211; Cabelo</strong><br />
O cabelo fica com melhor aspecto quando parcialmente iluminado por trás, dando algum brilho.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>2 &#8211; Testa</strong><br />
A menos que tenha a sombra do cabelo, a inclinação da testa pode reflectir uma iluminação forte e parecer e parecer demasiado exposta. Aqui a luz difundida poderá reduzir este problema.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>3 &#8211; Olhos</strong><br />
Normalmente precisam de um bom preenchimento de sombra para evitar que fiquem muito escuros.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>4 &#8211; Nariz</strong><br />
Não há problemas especiais na iluminação do nariz, embora possa ser necessário evitar que pareça demasiado proeminente. Uma luz forte cruzada irá produzir uma sombra e acentuar o nariz. Uma iluminação menos óbvia será mais eficaz.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>5 &#8211; Maçãs do rosto</strong><br />
Factor importante nos retratos. As maçãs do rosto fortes e altas são particularmente fotogénicas.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>6 &#8211; Boca</strong><br />
A boca não causa geralmente problemas de iluminação. Devemos ter algum cuidado com batons mais escuros, em imagens P&amp;B e também a cores, poderão parecer, mais proeminentes.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>7 &#8211; Queixo</strong><br />
Com iluminação por cima, vantajosa em alguns casos pode criar uma grande sombra, será boa ideia colocar por baixo do queixo um reflector.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>8 &#8211; Orelhas</strong><br />
Se o modelo tem as orelhas grandes, apenas uma alteração da pose pode ajudar. Uma pose a três-quartos é melhor do que de frente.</p>
<p>A iluminação é um elemento fundamental na fotografia, espero que tenha gostado. Aguardo pela sua opinião nos comentários!</p>
<p><strong>J.Grilo</strong> fotografia<br />
<a href="http://www.jgrilofotografia.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.jgrilofotografia.com%2F','http%3A%2F%2Fwww.jgrilofotografia.com')">http://www.jgrilofotografia.com</a><br />
<a href="http://olhares.aeiou.pt/jgrilofotografia" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Folhares.aeiou.pt%2Fjgrilofotografia','http%3A%2F%2Folhares.aeiou.pt%2Fjgrilofotografia')">http://olhares.aeiou.pt/jgrilofotografia</a><br />
<a href="http://jgrilofotografia.blogspot.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fjgrilofotografia.blogspot.com%2F','http%3A%2F%2Fjgrilofotografia.blogspot.com%2F')">http://jgrilofotografia.blogspot.com/</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		<title>Fotografia de Shows: entre o domínio de luz e a paixão</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 21:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Prado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[bruna prado]]></category>
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		<description><![CDATA[Fotografar shows não é uma tarefa simples, talvez por isso com o tempo  tornou-se uma das minhas paixões na profissão. Por isso escolhi abordar o tema no meu primeiro artigo produzido para a Fotografia DG.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os últimos anos, constantemente tenho realizado trabalhos na área de <strong>Fotografia de Shows</strong>. Fotografar shows não é uma tarefa simples, talvez por isso com o tempo  tornou-se uma das minhas paixões na profissão. Por isso escolhi abordar o tema no meu primeiro artigo produzido para a <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','Fotografia+DG')" target="_blank">Fotografia DG</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Elba Ramalho_Foto de Bruna Prado" src="../imagens-wp/2010/05/Elba-Ramalho_Foto-de-Bruna-Prado.jpg" alt="Elba Ramalho Foto de Bruna Prado Fotografia de Shows: entre o domínio de luz e a paixão" width="600" height="400" /></p>
<p>A primeira providência para se obter bons resultados, é buscar com antecedência tudo que acontecerá durante o espetáculo. Procure a assessoria e produção e se abasteça de informações para criar seu planejamento de trabalho: duração, repertório, troca de roupas ou cenário, convidados no palco, efeitos especiais, bis, características  particulares de cada artista, etc.  Dessa maneira, não será pego de surpresa com a escolha de equipamento, localização inadequada, ou qualquer falta de informação do que virá pela frente. E o melhor, terá plenas condições de realizar um trabalho completo.</p>
<p>O ato de fotografar show requer que o profissional tenha domínio do seu equipamento e de fotometria.  Normalmente o fotógrafo encontrará grande variação de iluminação devido aos efeitos de luz do próprio espetáculo, iluminação insuficiente, e muita movimentação no palco. Recomendo utilizar o modo de exposição e manual, já que a grande área escura em volta do motivo e a grande variação de luz muitas vezes faz com que o fotômetro da câmera tenha leituras distorcidas. O que vai assegurar resultados eficientes e constantes neste tipo de fotografia é a prática: a famosa tentativa e erro. E acredite, ao passar esse estágio já estará vivendo uma grande paixão com este tipo de trabalho.</p>
<p>Normalmente nesse tipo de registro, principalmente quando o show acontece em locais fechados ou a noite, não é recomendado o uso do flash.  Com isso um ponto importante é a utilização de grandes aberturas e ISO (sensibilidade de luz) altos: 800, 1600, 3200. Nos dias atuais isso não irá prejudicar o seu trabalho, já que os equipamentos estão gerando imagens cada vez mais limpas (pouco grão) quando regulados com sensibilidades altas.</p>
<p>Em relação a escolha de lentes, o ponto determinante é a sua localização do palco. Se seu acesso é restrito e distante do palco, é recomendo a utilização de teleobjetivas com o suporte de um monopé. Agora se você tem liberdade de se aproximar do palco recomendo uma grande angular (17-35mm) , uma lente normal (24-70mm) e uma zoom (70-200mm), sendo todas elas lentes preferencialmente claras (grandes aberturas / 2.8). Afinal, quanto maior a capacidade de o seu equipamento captar luz,  melhor.</p>
<p>Quanto ao já citado problema de variação de iluminação e superexposições devido aos efeitos luz decorrentes do show, a dica é utilizar uma objetiva longa com o quadro bem preenchido com o motivo principal da foto. Com isso você tira a média de fotometria para seguir adiante com as demais lentes. Mas nem sempre isso é possível devido as condições de trabalho, então eu particularmente diminuo a exposição em uma média de um até dois pontos para compensar a superexposição.</p>
<p>Com o tempo, aprendi a transformar a maior dificuldade de <strong>fotografar shows</strong> que é a iluminação em grande aliada: através da observação passei a criar efeitos nas fotos com as luzes instáveis e  junto a isso buscar expressões corporais do artista e momentos de emoção das apresentações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2943" title="Milton Nascimento_Foto de Bruna Prado" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Milton-Nascimento_Foto-de-Bruna-Prado.jpg" alt="Milton Nascimento Foto de Bruna Prado Fotografia de Shows: entre o domínio de luz e a paixão" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2942" title="Maria Gadú_Foto de Bruna Prado" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Maria-Gadú_Foto-de-Bruna-Prado.jpg" alt="Maria Gadú Foto de Bruna Prado Fotografia de Shows: entre o domínio de luz e a paixão" width="600" height="401" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2941" title="Eliana Printes_Foto de Bruna Prado" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/05/Eliana-Printes_Foto-de-Bruna-Prado.jpg" alt="Eliana Printes Foto de Bruna Prado Fotografia de Shows: entre o domínio de luz e a paixão" width="600" height="400" /></p>
<p>Como referência, deixo o link com parte da minha produção de <strong>fotografia de shows</strong>, e fico à disposição para contatos: <a href="http://www.brunaprado.com.br/shows.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2Fshows.php','http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2Fshows.php')" target="_blank">http://www.brunaprado.com.br/shows.php</a></p>
<p>Daqui para frente, coloque a “mão na massa”. Tente e experimente, fotografe e aprenda com os resultados. Apaixone-se!</p>
<p><strong><em>Por Bruna Prado</em></strong><em><br />
Site: <a href="http://www.brunaprado.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2F','www.brunaprado.com.br')" target="_blank">www.brunaprado.com.br</a><br />
Blog com dicas e artigos: <a href="http://www.brunaprado.com.br/blog" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.brunaprado.com.br%2Fblog','www.brunaprado.com.br%2Fblog')" target="_blank">www.brunaprado.com.br/blog</a><br />
E-mail: <a href="mailto&#58;&#99;ont&#97;t&#111;&#64;&#98;ru&#110;a&#112;&#114;ado&#46;com.&#98;&#114;">&#99;&#111;nt&#97;&#116;&#111;&#64;br&#117;&#110;&#97;&#112;r&#97;d&#111;&#46;&#99;o&#109;.&#98;&#114;</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/brunaprado" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fbrunaprado','%40brunaprado')" target="_blank">@brunaprado</a></em></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Fotógrafo, por onde começar?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 13:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Para ser fotografo profissional temos de nos especializar na fotografia e para isso nada melhor que conseguir um estágio. Todas as dicas para ser fotografo neste artigo bastante completo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Especialistas dão dicas para conseguir estágio</h2>
<p><strong>Currículo atualizado, dinamismo e segurança são as qualidades mais consideradas pelos entrevistadores</strong></p>
<p>Para quem já está inscrito em escola de fotografia, o estágio pode ser uma boa oportunidade para ingressar no mercado de trabalho – talvez a principal. Além de proporcionar experiência prática ao estudante, ele é capaz de associar o conteúdo dado em sala de aula com a realidade da profissão. Então, prepare o currículo e comece bem a sua carreira.</p>
<p>Daniella Correa, consultora de recursos humanos da <a href="www.catho.com.br" target="_blank">Catho Online</a>, explica que os candidatos devem estar preparados para ter mais chances de contratação: “<em>O currículo deve estar sempre atualizado, com informações objetivas. Também é importante fazer cursos específicos e complementares para a área desejada, ler revistas e jornais, pesquisar portais de fotografia, para estar atualizado com os principais acontecimentos. Conhecimentos gerais são sempre avaliados.</em>”</p>
<p>Além de distribuir currículos nas empresas, é importante se <a href="http://www.classificados-fotografia.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.classificados-fotografia.com%2F','Classificados+Fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.classificados-fotografia.com%2F','cadastrar+em+sites+espec%C3%ADficos')" target="_blank">cadastrar em sites específicos</a> e investir na rede de contatos. “<em>As empresas buscam profissionais nos sites de integração, e estar cadastrado pode garantir oportunidades ao estudante</em>”, lembra Eduardo de Oliveira, superintendente de operações do <a href="http://www.ciee.org.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.ciee.org.br%2F','CIEE+%28Centro+de+Integra%C3%A7%C3%A3o+Empresa+Escola%29')" target="_blank">CIEE (Centro de Integração Empresa Escola)</a>.</p>
<p><a href="http://www.empregasaopaulo.sp.gov.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.empregasaopaulo.sp.gov.br%2F','')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.empregasaopaulo.sp.gov.br%2F','Emprega+S%C3%A3o+Paulo')" target="_blank">Emprega São Paulo</a> <a href="http://www.empregasaopaulo.sp.gov.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.empregasaopaulo.sp.gov.br%2F','')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.empregasaopaulo.sp.gov.br%2F','Emprega+S%C3%A3o+Paulo')"></a>e o <a href="http://www.cst.org.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.cst.org.br%2F','Centro+de+Solidariedade+ao+Trabalhador')" target="_blank">Centro de Solidariedade ao Trabalhador</a> são boas referencias. Já contratei bons profissionais, vindo destas fontes.</p>
<h2>Lei de Estágio</h2>
<ul>
<li><strong>Tempo.</strong> A duração não poderá exceder dois anos.</li>
<li><strong>Horário.</strong> Limite máximo de seis horas diárias e 30 horas semanais. Nos cursos que alternam teoria e prática nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, o limite é de 40 horas semanais.</li>
<li><strong>Número.</strong> Não há restrição em relação ao número de estagiários em uma empresa, independentemente do número de funcionários contratados.</li>
<li><strong>Férias.</strong> O estagiário tem direito a recesso de 30 dias ou período proporcional.</li>
<li><strong>Exame.</strong> Redução de carga horária em períodos de provas na escola de fotografia.</li>
</ul>
<h2>Outras opções que ajudam a pagar os estudos</h2>
<p>Para muitas pessoas, se inscrever em um curso de fotografia não é exatamente sinônimo de sucesso. Com o dinheiro contado, às vezes o sonho de ser fotografo profissional tem que ser colocado de lado e o curso logo é interrompido. Para auxiliar aqueles que passam por essa situação, há sites, portais e fóruns de fotografia, como por exemplo, <a href="http://focusfoto.com.br/forum/index.php?board=1.0" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Fforum%2Findex.php%3Fboard%3D1.0','Focus+Foto')" target="_blank">Focus Foto</a> e o <a href="http://www.classificados-fotografia.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.classificados-fotografia.com%2F','Classificados+Fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.classificados-fotografia.com%2F','cadastrar+em+sites+espec%C3%ADficos')" target="_blank">Classificados Fotografia</a> que dispõe de  anúncios de empresas e fotógrafos profissionais já estabelecidos, que contratam aspirantes ou mesmo ex-alunos já especializados.  Para os iniciantes, os ganhos ajudam a pagar o curso e a custear novos equipamentos.</p>
<p>A <a href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','Escola+Focus')" target="_blank">Escola Focus</a>, por exemplo,  oferece desde sua fundação (1975) programa  de bolsas de estudos, com descontos de 10 a 100%, sem comprovação de baixa renda, sem processo seletivo, nem fila de espera. Basta o candidato atender os requisitos mínimos necessários. Quanto mais requisitos preencher, maior o desconto. Outras instituições como o <a href="www.senac.br" target="_blank">SENAC</a>, também oferece este tipo de serviço.</p>
<h2>Abrindo seu próprio negocio</h2>
<p>Boa parcela dos formandos em fotografia, após terem cumprido estágios, optam por abrir seu próprio negócio. Não é uma tarefa fácil, exige espírito empreendedor, conhecimento de mercado e principalmente de capital inicial.  Esteja preparado para se custear durante o período de adaptação até conseguir compor sua carteira de clientes. Outra saída são os projetos do fotógrafo microempreendedor, promovido pelo governo federal.  Empresas de pequeno porte também contam com o apoio do BNDS taxas de juros bem atrativas.</p>
<h2>Apoio do governo federal, para o fotógrafo</h2>
<p>O governo federal encerrou o primeiro trimestre com algumas medidas para combater a escassez de crédito, principalmente para micro e pequenas empresas. A torneira andava seca por conta da crise financeira norte-americana iniciada em outubro do ano passado e exportada para o resto do mundo. Com governo e sociedade civil mais confiantes, é hora de retomar o crescimento das atividades econômicas. Uma das características do Governo Lula, em seus dois mandatos, tem sido o incentivo à formação de uma ampla malha de pequenos empreendedores nos mais diversos segmentos da economia. Não por acaso. As micro e pequenas empresas representam 94% do total de firmas no País; e 45% delas escolheram o comércio para suas atividades.</p>
<p>É fato que o mercado fotográfico desenvolveu-se  no País apoiado por linhas de financiamento das âncoras da indústria. Na maioria das vezes para comprar estúdio fotográfico ou mesmo novos equipamentos. Sem a figura do fabricante como intermediário da operação entre banco e fotografo estabelecido, o crédito era dificílimo de ser concedido. Hoje esse quadro é mais arejado por força do desenvolvimento da economia, do amadurecimento do mercado e também do aprimoramento da própria indústria fotográfica.</p>
<p>Vale lembrar que bancos oficias ou fomentos e ainda os privados não oferecem linhas de financiamento específicas para o ramo fotográfico. Se for fotógrafo, por exemplo, vai ter de se enquadrar numa das categorias: micro, pequena ou média empresa; se fotógrafo, na classificação ME; se sem CNPJ, na de microempreendedor informal.</p>
<p><strong>Capacitação – </strong>O crédito resolve o destino de uma empresa em  parte. A outra moeda que entra na carteira do sucesso é a capacitação empresarial.</p>
<p>Quanto a isso, micro e pequenos empresários têm à disposição o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (SEBRAE). Fundando em 1972, esta instituição vive uma fase de grande dinamismo e de proximidade a quem se empenha. Pelo portal <a href="http://www.sebrae.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.sebrae.com.br%2F','sebrae.com.br')" target="_blank">sebrae.com.br</a> dá para notar o seu comprometimento com o público-alvo e sua atuação em cada Estado e Distrito Federal (cada um tem seu portal na internet). Na área de comércio e serviços, o SEBRAE desenvolve cerca de 200 projetos e promove vários cursos e consultorias. Com o slogan “<em>quem tem conhecimento vai pra frente</em>”, esses endereços passam a ser uma visita obrigatória para os empresários.</p>
<p>É sabido que o fotografo profissional brasileiro não tem o hábito de se consultar no SEBRAE (talvez por herança da época de ouro do filme). Mas quem se decide acaba por se sair bem nos resultados. É o caso da fotógrafa  Cíntia Duarte que se inscreveu para participar do prêmio SEBRAE Mulher e conquistou o segundo lugar com a empresa Cíntia Fotografias, em Lençóis Paulista (SP). O ramo necessita de mais casos como este.</p>
<h2>MEI, você é?</h2>
<p>O microempreendedor individual (MEI) tem renda bruta anual de até 36 mil reais e pode participar de programa de microcrédito do BNDES ainda que informal.</p>
<p>Para os informais, a Receita Federal dá uma forcinha: reduziu a documentação para facilitar a inscrição no CNPJ, dispensando-os de apresentar Documento Básico de Entrada (DBE) e Protocolo de transmissão de Pessoa Jurídica (FCPJ).</p>
<h2>De trabalhador para empresário</h2>
<p>Os recursos do fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) é que compõem o Proger, o programa do governo federal destinado a gerar emprego e renda. As linhas de crédito são para investimento de longo prazo, podendo ter capital de giro associado, de micro e pequenas empresas, profissionais liberais, autônomos e até informais.</p>
<h2>Quem são os MPMEs</h2>
<p>Empresas com receita operacional bruta anual inferior ou igual a 60 milhões de reais são consideradas Micro, Pequena e Média Empresas para efeitos de concessão de financiamentos.</p>
<h2>Gente que cresce com crédito</h2>
<h3>Fotógrafo ME</h3>
<p>A Af Rorato ME, em Cuiabá, foi constituída em 2006. Na época, Ana Flávia recorreu a um empréstimo em banco privado par as instalações de seu estúdio. Pagou 12 prestações e não se arrependeu. Atualmente a fotógrafa tem uma carta de crédito que será utilizada na compra de um imóvel para sede própria do estúdio. Isso vai implicar em novos investimentos em reformas das instalações que podem ser financiados.</p>
<p>Uma das opções é o cartão BNDES, que permite a aquisição de bens de produção, insumos e serviços credenciados pela instituição. O crédito é rotativo, pré-aprovado até 500mil reais. Ana Flávia até então desconhecia a existência deste cartão. Outra possibilidade é uma linha de capital de giro isolado, o PEC, também do BNDES. Em ambos os casos, o solicitante deve estar em dia com o INSS, FGTS, RAIS e tributos federais. De maneira mais ágil e menos burocrática, é recorrer à rede de bancos privados. No caso dela poderia voltar ao mesmo banco que lhe concedeu o primeiro empréstimo de sua vida empresarial.</p>
<h2>Novos investimentos bancados por financiamentos</h2>
<h3>Foto Sombra</h3>
<p>Com mais de 50 anos de mercado, a rede de lojas Foto Sombra, em São Luís, já passou por cenários distintos da economia brasileira. Sérgio sombra, que dirige a rede, concorda que nos últimos tempos tem havido uma oferta maior de crédito. “Pelo menos existe mais propaganda, mas não é tão fácil conseguir um”, referindo-se ao processo da documentação exigida.</p>
<h2>Linhas de financiamento BNDES</h2>
<p>O BNDES dispõe, além do cartão de crédito, um leque extenso de linhas de financiamento. Acompanhe algumas delas que empresas MPMEs do ramo fotográfico podem se beneficiar.</p>
<h2>Projeto de investimentos e capital de giro associado</h2>
<p><strong>BNDES Automático</strong> &#8211; até dez milhões de reais, a projetos de implantação, expansão e modernização de empreendimentos, em qualquer setor de atuação.</p>
<p><strong>Paesc</strong><strong> </strong>- apoio empresarial a empresas afetadas pelas enchentes ocorridas em Santa Catarina em novembro de 2008</p>
<h2>Bens de capital</h2>
<p>Aquisição e modernização de maquinas e equipamentos nacionais</p>
<p><strong>Finame – </strong>para aquisição de maquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, credenciados no BNDES, sem limite de valor</p>
<p><strong>Finame Moderniza BK &#8211; </strong>para modernização<strong> </strong>de máquinas e equipamentos instalados no País</p>
<p><strong>Prosoft Comercialização – </strong>para aquisição, no mercado interno, de softwares e serviços correlatos desenvolvidos no Brasil</p>
<h2>Projetos de investimentos em inovação</h2>
<p>Apoio a projetos de Inovação, destinados a diversos setores da economia</p>
<h2>Capital de Giro Isolado</h2>
<p><strong>PEC- </strong>capital de giro para empresas dos setores de indústria, comércio e serviços</p>
<p><strong>Revitaliza – </strong>capital de giro para empresas de qualquer setor em Santa Catarina<strong></strong></p>
<h2>Importação de equipamentos fotográficos</h2>
<p>Apoio à importação de máquinas e equipamentos, sem similar nacional</p>
<p>E, mãos à obra !</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="&#109;ailto&#58;&#101;&#110;io&#108;eit&#101;&#64;&#103;ma&#105;&#108;&#46;c&#111;m">&#101;n&#105;o&#108;&#101;ite&#64;gma&#105;l.co&#109;</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/enioleite" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fenioleite','%40enioleite')" target="_blank">@enioleite</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','Escola+Focus')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola       fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Cores Vavá</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 22:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sonho de ter um filme fotográfico colorido com capacidade de registro semelhante ao do olho humano ainda está um pouco mais longe do que realmente parece. Quem ainda não acredita, é só experimentar a vasta gama de tipos, marcas e novos lançamentos do mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sonho de ter um filme fotográfico colorido com capacidade de registro semelhante ao do olho humano ainda está um pouco mais longe do que realmente parece. Quem ainda não acredita, é só experimentar a vasta gama de tipos, marcas e novos lançamentos do mercado.</p>
<p>Concluímos que todos atualmente são menos sensíveis a variação de químicos ou campo magnetico dos sensores digitiais, durante seu processamento e alterações climáticas. Entretanto, o mistério continua: a fidelidade ás cores!</p>
<p>Desde que surgiu na Alemanha em 1870, a pedrinha no sapato da fotografia colorida sempre foi a sua incapacidade de reproduzir bem alguns matizes Pastéis, limão, rosa e laranja claros, marrons, cor de madeira, vernizes, superfícies e tecidos brilhantes e mesmo as cores puras em tons apagados, nem de longe se aproximavam ao real.</p>
<p>O fotógrafo se acostumou assim, talvez por nunca ter pego uma foto e comparado lado a lado, com o original fotografado! Se o fizesse, ficaria intrigado com o tamanho do desvio. O assunto era tratado como uma limitação da emulsão química dos materiais fotográficos, incapazes de registrar todo o universo de cores possíveis com as combinações de luz.</p>
<p>Os fabricantes passaram então, a caprichar no ajuste das emulsões para as quatro cores tidas como as mais fotografadas: <strong>VERMELHO, AZUL, VERDE E AMARELO.</strong> Foi daí que surgiu o termo <strong>VAVÁ</strong>, as boas cores para a fotografia. Inclui-las na sua imagem é certeza de ótimos resultados!</p>
<p>De fato, incluir qualquer uma delas em uma mesma cena, é certeza de saturação, contraste forte, além de compensar a péssima ótica das câmaras amadoras. O negócio era “Vender Cor”, a mais viva possível! Os profissionais, por outro lado, sentiram-se desagradados, foi essa festa de contraste e saturação prejudicava seus trabalhos. Os fabricantes, então, desenvolveram uma linha específica, só para eles, mais calibrada nos tons tênues e mais adequada ao tema e tipo de imagem que  produzem. Apesar do esforço dos fabricantes em atenderem <strong>“GREGOS &amp; TROIANOS”</strong> (Fotógrafos Amadores &amp; Profissionais), temos um dado importante a considerar:</p>
<p>Os filmes Pretos &amp; Brancos, conseguem obter melhor textura, maior contraste, e grande definição, em relação á imagem colorida. Tente comparar os resultados de uma mesma cena, em P&amp;B e COR! Comece pelos respectivos negativos,  cromos  e em seguida pelas cópias em papel.</p>
<p>Já as cameras digitiais apesar da tecnologia empregada em seus sensores  ainda apresentam distorções cromáticas que só podem ser corrigidas no proprio menu ou posterioremente no Photoshop.  Mas, de qualquer forma, efetue o seguinte teste: Fotografe várias situações: Sol Forte (Luz Dura), Dia Nublado, (Luz Suave), Flash , Estúdio e em todas as condições de luz possível. Sempre em modo manual, efetuando bracketing de ISO, WB  e EV.</p>
<p>Aproveite também, e experimente esse método alterando no menu de sua câmera, a otimização de imagem ou estilo de imagem. As duasd primeiras ferramentas simulam os perfis dos filmes fotógrafos profissionais para fins especificos. Considerando que as diversas marcas de câmeras digitais DRSL disponíveis no mercado, foram calibradas em função das exigência do consumidor de seus respectivos países de origem, onde clima é seco e temperado.</p>
<p>Para que possamos utilizá-las adequadamente em condições tropicais, teremos que efetuar estes ajustes básicos de calibragem de WB, espaço de cores e outras configurações de menu.</p>
<p>Experimente!</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="m&#97;&#105;lto&#58;e&#110;ioleite&#64;gm&#97;il&#46;&#99;om">e&#110;i&#111;l&#101;&#105;&#116;e&#64;&#103;m&#97;il.com</a><br />
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<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola      fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		</item>
		<item>
		<title>Cansei, mudei de profissão, virei fotógrafo!</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/cansei-mudei-de-profissao-virei-fotografo/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=cansei-mudei-de-profissao-virei-fotografo</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Annelize Tozetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[mudar profissao]]></category>
		<category><![CDATA[ser fotografo]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhadores largam carreiras e vão atrás de novos desafios em busca de boas remunerações e motivação. Leia os relatos de pessoas que viraram fotógrafos e saiba do que precisa para se tonar num.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Trabalhadores largam carreiras e vão atrás de novos desafios em busca de boas remunerações e motivação.</h2>
<p>Cansado do alto nível de estresse, Silvio Cunha, de 43 anos, abandonou a área de computação em busca de mais qualidade de vida. Já o então técnico em  eletrônica Felipe Prado, de 25 anos, jogou tudo pro alto atrás de algo que lhe desse mais satisfação. Os dois não se conhecem e muito menos trabalharam juntos. No entanto, eles têm um importante fator em comum: largaram uma carreira sólida e tiveram a coragem de partir rumo à outra profissão.</p>
<p>Pode parecer incomum, mas muitos trabalhadores ou mesmo executivos bem-sucedidos agem desta forma porque perdem o gosto pelo ramo em que atuam. Para especialistas em recursos humanos, muitos tomam essa importante decisão em busca de desafios. E, como conseqüência corre atrás de melhores remunerações, sempre aliada com mais qualidade de vida.</p>
<p>“<em>A mudança foi uma forma de resgatar minha motivação</em>”, confidencia Silvio, que migrou para a área de fotografia.  Já como fotógrafo especializado no ramo, ele analisa que a perda de gosto pelo trabalho é o momento para trocar de profissão. “<em>Antes de tudo, nosso trabalho deve nos proporcionar prazer. Melhor remuneração e mais qualidade de vida são conseqüências do processo</em>”.</p>
<p>Felipe tinha uma carreira traçada numa empresa de som para veículos. Ele despontava a ponto de ser incentivado a estudar engenharia pela própria companhia. Mas as aulas só serviram para mostrar que estava no caminho errado. Assim, depois de relutar muito, decidiu seguir seu antigo sonho, a fotografia.</p>
<p>“<em>Perdi o entusiasmo na medida em que o tempo passava</em>”, relembra. A escolha por ingressar em uma escola de fotografia foi feita com base na sua facilidade em aprender coisas novas. Apostou na nova chance e tornou-se fotografo, no final de 2007. Hoje, Felipe é fotografo e editor de revistas especializadas em vídeo, games e informática. “<em>Não me arrependo da minha decisão</em>”.</p>
<p>A vontade de ter uma vida menos intensa também é um dos grandes motivos para trocar de profissão. O fotojornalista Pedro Scalco, explica que muitos buscam uma atividade mais rentável, mesmo sem almejar  grandes cargos. “<em>Isso acontece após os 35 anos, quando a pessoa começa a pensar apenas nos ganhos</em>” afirma.</p>
<p>A consultora Betina Alves esclarece que muitas pessoas optam por trabalhar ao lado de bons profissionais, com outras cabeças, principalmente do campo de criação e fotografia publicitária  “<em>Por isso, mudam para outras áreas atrás de desafios</em>”, observa.</p>
<h2>O novo profissional precisa se preparar antes</h2>
<p>O Consultor Julio  Andrade, de 43 anos, não se contentou em trabalhar num único ramo. Ele foi muito mais além. Trocou duas vezes de profissão atrás de novos desafios. Sua carreira começou na área de processamento de dados. Depois, passou pelo setor de negócios e, na nova alteração, atua no segmento fotográfico.</p>
<p>Julio destaca que atuava como analista no extinto Banco Garantia, em 1989, quando se interessou pelo fotojornalismo. Tomou gosto e se enveredou no mundo da fotografia de moda. “<em>Essa oportunidade abriu minha mente em busca de melhores remunerações</em>”, afirma Julio, que trabalhou nessa área até 1998. Em seguida, migrou novamente para o ramo de gestão de empresas, em 1999, após fazer pós-graduação na USP e mestrado na FGV.  Hoje, Julio trabalha com sua consultoria de moda. “<em>A experiência no banco me transformou numa pessoa mais ambiciosa</em>”, comenta.</p>
<p>Antes de se tornar especialista em fotografia de culinária, o consultor de recursos humanos Silvio Cunha, de 43 anos, tinha uma vida diferente. Em vez de lidar com clientes e alimentos, ele tinha uma bem-sucedida carreira como analista de sistema.  Por 19 anos, Cunha &#8211; enquanto programador de sistemas -montava redes de computadores para grandes empresas. Para entrar nessa área em 1984, ele se formou em técnico em eletrônica.</p>
<p>Mesmo assim, decidiu arriscar-se numa nova vida profissional. “<em>A escolha por uma instituição de ensino altamente especializada, acaba fazendo  a diferença e reduz seu tempo de aprendizado</em>”. Ele afirma que a vontade de mudança já vinha de algum tempo. “<em>Aproveitei uma dificuldade para tomar essa decisão</em>”, revive Silvio, ao se referir à crise enfrentada pelas empresas de internet, em 2003.</p>
<p>Desta forma, ele fez um curso profissionalizante de fotografia. Por um ano, conciliou as duas áreas para fazer uma migração gradativa para um ramo de atividade.  “<em>A escolha por escola sérias, renomadas, com  prestigio e conceito no mercado são determinantes</em>”, avisa.</p>
<p>Nesta nova profissão, altamente tecnológica, ainda há espaço para auto-didatas? “<em>Sim</em>”, responde <strong>Enio Leite</strong>, da <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','Escola+Focus')" target="_blank">Escola Focus</a>. “<em>Como em qualquer outra profissão do universo digital.  Mas, há atalhos: o aluno recém formado por uma boa instituição de ensino, está melhor  preparado e compete  em nível de igualdade com fotógrafos profissionais autodidatas,  atuantes no mercado há mais de 15 anos</em>”, explica.</p>
<h2>Como migrar de profissão</h2>
<ol>
<li>Planeje ao máximo a mudança para poder enfrentar as dificuldades de forma mais tranqüila.</li>
<li>Escolha uma atividade que tenha mais domínio ou familiaridade para que tudo dê certo.</li>
<li>Migre gradativamente para a nova profissão como forma de fazer uma transição e se acostumar com as mudanças.</li>
<li>Tenha uma boa reserva de recursos para poder se sustentar durante a migração em outro ramo.</li>
<li>Procure informações com um profissional da área em que pretende migrar para fazer um bom planejamento.</li>
<li>Coloque um objetivo bem foiçado antes de começar a promover as mudanças para evitar possíveis fracassos.</li>
<li>Tente sempre agregar valores, inclusive as adquiridas na experiência profissional anterior.</li>
<li>Busque sempre ser o melhor e os bons resultados porque é preciso provar seu valor, principalmente no início da nova carreira.</li>
<li>Tenha muita humildade e reconheça sempre quando errou para aprender.</li>
<li>É necessário paciência para esse recomeço. A ansiedade pode atrapalhar.</li>
<li>Escolha sempre boas escolas, com conceito e tradição de mercado.  O nome da escola é como seu sobrenome, te acompanha o resto de sua vida.</li>
</ol>
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		<title>Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 22:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hermes Cerelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[composição]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Na última coluna, começamos a abordar o tema de composição, onde falamos de sentido de leitura e regra dos terços. Conforme prometido, nesta coluna falaremos de fotos horizontais x verticais, planos abertos, medianos e fechados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última coluna <a href="http://www.fotografia-dg.com/melhorar-suas-fotos-regras-de-composicao-parte-1/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmelhorar-suas-fotos-regras-de-composicao-parte-1%2F','Melhorar+suas+fotos+%E2%80%93+Regras+de+composi%C3%A7%C3%A3o+parte+1')">Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 1</a>, começamos a abordar o tema de composição, onde falamos de sentido de leitura e regra dos terços, caso não tenha lido é aconselhável ler antes de seguir com o texto.</p>
<p>Conforme prometido, nesta coluna falaremos de fotos <strong>horizontais x verticais</strong>, <strong>planos abertos</strong>, <strong>medianos </strong>e <strong>fechados</strong>.</p>
<h2>Fotos Horizontais x Verticais</h2>
<p>A decisão de qual formato devemos utilizar, não depende exclusivamente de nossa vontade, mas sim do que queremos mostrar na imagem. Ao olhar para a cena e para o objeto fotografado, já temos plena noção de como devemos posicionar a câmera.</p>
<h3>Vertical:</h3>
<p>Se o objetivo é fazer um retrato, onde vamos destacar apenas o rosto da pessoa, vamos utilizar o formato vertical, pois assim deixamos toda a atenção no rosto da pessoa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2841" title="Fotografia na vertical" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0012.jpg" alt="2a Col 0012 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="412" height="619" /></p>
<p>Se for uma fotografia de corpo inteiro, onde o fundo não é importante devemos optar por uma fotografia também na vertical, pois assim deixamos a pessoa da foto em grande evidencia, tirando as distrações e mostrando mais detalhes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2842 aligncenter" title="Fotografia de corpo inteiro na vertical" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0017.jpg" alt="2a Col 0017 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="412" height="619" /></p>
<p>Sempre que formos fotografar um objeto vertical e o ambiente onde o mesmo está não é relevante, se torna interessante a utilização deste formato.</p>
<p>Uma outra utilização para a fotografia vertical é quando em uma paisagem queremos passar a ideia de profundidade da cena.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2843" title="fotografia Vertical" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0002.jpg" alt="2a Col 0002 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="405" height="619" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<h3><strong>Horizontal:</strong></h3>
<p>Utilizamos a câmera na horizontal, quando desejamos que o fundo seja parte integrante da fotografia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2844" title="Fotografia Horizontal" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0016.jpg" alt="2a Col 0016 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="412" /></p>
<p>Quando temos mais de um ponto de interesse.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2845" title="Retrato horizontal" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0015.jpg" alt="2a Col 0015 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="412" /></p>
<p>Para fotografar pessoas deitadas, um grupo de pessoas ou objetos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2846" title="Foto na horizontal" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0003.jpg" alt="2a Col 0003 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="412" /></p>
<p>Fotografando uma paisagem ou um local, neste formato temos uma sensação de amplitude, de mais espaço, mostrando mais do local.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2847" title="Paisagem na horizontal" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0006.jpg" alt="2a Col 0006 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="412" /></p>
<p>Lembrando que isto são apenas dicas e não regras, porque não inovar e fazer belas imagens utilizado a orientação &#8220;errada&#8221;?</p>
<h2>Planos Abertos, Medianos e Fechados</h2>
<h3>Planos Fechados:</h3>
<p>Utilizamos para dar destaque ao tema da fotografia. Neste plano, o que estamos retratando ocupa praticamente todo o frame da foto. Muito utilizado para macro fotografia, retratos de rostos, para detalhes, etc.</p>
<p>Geralmente, utilizamos lentes teleobjetiva, meia-tele e macro para este tipo de fotografia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2848" title="Fotografar planos fechados" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0011.jpg" alt="2a Col 0011 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="412" /></p>
<h3>Planos Medianos:</h3>
<p>Este plano é utilizado para mostrar o tema da fotografia e um pouco do ambiente onde ele se encontra. Conseguimos ainda mostrar um pouco de detalhes, sem perder o ambiente, como por exemplo, um vaso sobre uma mesa, onde o centro das atenções é o vaso, mas a mesa também é mostrada.</p>
<p>As lentes normalmente utilizadas são as consideradas normais (50mm por exemplo)</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2849 aligncenter" title="Barcos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0004.jpg" alt="2a Col 0004 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="399" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Planos Abertos:</h3>
<p style="text-align: justify;">Neste tipo de enquadramento, mostramos muito ambiente. Por exemplo, se fotografarmos uma pessoa em uma praia e quisermos mostrar a paisagem, mostrar o altar durante um casamento, a decoração de uma sala, utilizamos o plano aberto. Este formato é também muito utilizado para paisagens e fotos panorâmicas.</p>
<p>Aqui, as lentes mais indicadas são as grande angulares.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2850" title="2a_Col-0001" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2a_Col-0001.jpg" alt="2a Col 0001 Melhorar suas fotos – Regras de composição parte 2" width="619" height="412" /></p>
<p>Apesar de ter citado as lentes mais comuns para os tipos de planos, vale lembrar que isto não é uma regra, pois é possivel fazer uma foto de plano fechado com uma grande angular, bastando para isto nos aproximarmos do objeto, assim como podemos fazer um plano aberto com uma tele, nos afastando do mesmo, por exemplo.</p>
<p>Espero ter ajudado um pouco com as dicas.</p>
<p>Grande abraço e até a próxima,</p>
<p><strong>Hermes Cerelli</strong><br />
E-mail: <a href="&#109;a&#105;&#108;to:&#99;on&#116;&#97;&#116;o&#64;&#104;er&#109;e&#115;c&#101;&#114;e&#108;&#108;i&#46;com&#46;br">&#99;o&#110;ta&#116;o&#64;&#104;&#101;r&#109;es&#99;erel&#108;&#105;.&#99;&#111;&#109;.b&#114;</a><br />
Site: <a href="http://www.hermescerelli.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.hermescerelli.com.br%2F','www.hermescerelli.com.br')" target="_blank">www.hermescerelli.com.br</a><br />
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Twitter: <a href="http://twitter.com/hcerelli" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fhcerelli','%40hcerelli')" target="_blank">@hcerelli</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		</item>
		<item>
		<title>Crónica de fotografia de Natureza</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 10:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Cristóvão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[cronica]]></category>
		<category><![CDATA[emocoes]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de natureza]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[helio cristovao]]></category>
		<category><![CDATA[historias]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[perigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça as histórias, emoções, perigos e muitos aspectos da fotografia de paisagem natural mais extrema em meio selvagem na Jornada de fotografia na Costa Vicentina no decorrer do pico de cores de Primavera, pelo fotógrafo de Natureza Hélio Cristóvão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Viagem, aventura e fotografia nas paisagens costeiras selvagens a Norte do Cabo de São Vicente, Portugal</h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://members.photoportfolios.net/heliocristovao" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fmembers.photoportfolios.net%2Fheliocristovao','Via+PhotoPortfolios')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fmembers.photoportfolios.net%2Fheliocristovao','Logo-C.-VICENTINA-')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2795" title="Logo-C.-VICENTINA-" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/Logo-C.-VICENTINA-.jpg" alt="Logo C. VICENTINA  Crónica de fotografia de Natureza" width="619" height="157" /></a></p>
<p>Conheça as histórias, emoções, perigos e muitos aspectos da <strong>fotografia de natureza</strong> mais extrema em meio selvagem na Jornada de fotografia na Costa Vicentina no decorrer do pico de cores de Primavera, pelo <strong>fotógrafo de Natureza Hélio Cristóvão</strong>.</p>
<h3>Os motivos a fotografar:</h3>
<ul>
<li>detalhes/intimismos de escarpas, rochedos, arrifes;</li>
<li>grandes vistas com plantas silvestres nas arribas costeiras;</li>
<li>enseadas e praias nas marés baixas à hora do nascer pôr-do-Sol;</li>
<li>plantas selvagens;</li>
<li>Recorte dos montes e vales costeiros, revestidos de verde da vegetação de Primavera.</li>
</ul>
<h3>Locais:</h3>
<ul>
<li>Enseadas e escarpas a Norte do Cabo de São Vicente;</li>
<li>Costa selvagem entre Murração/Praia da Barriga e Castelejo;</li>
<li>Costa selvagem entre a Grota/Torre de Aspa e Malhão do Infante.</li>
</ul>
<p>Na Primavera, durante as últimas semanas de Abril, altura em que as cores das planícies, serranias e orla marítima estão ao rubro, estabeleci o meu regresso às paisagens costeiras de espectacular beleza e dramatismo. Aproveitando a intensidade da Primavera, optei por explorar as arribas altas e escuras da Costa Vicentina, que nesta altura do ano se encontram encimadas por extenso coberto de vegetação em flor.</p>
<p>O plano estava traçado. A viagem seriam três a quatro dias de fotografia, permanecendo no terreno desde o nascer ao pôr-do-Sol, explorando zonas costeiras desconhecidas, por vezes das mais inacessíveis, percorrendo topos de arribas, tendo a vegetação como motivo essencial.</p>
<p>Este é o relato das últimas horas desta jornada, o último dia, antes do regresso de 400 Km a casa. É o relato de fotografar ao Pôr-do-Sol de Sábado, 24 de Abril de 2010, onde sem que eu ainda o soubesse, iria experimentar a mais perigosa e arriscada descida e subida de penhasco que fiz na minha vida (até à data), para alcançar uma enseada situada entre a Carrapateira e Vila do Bispo.</p>
<p>Durante todo esse dia a luz nunca foi boa para fotografar paisagens amplas e grandes vistas, há que conhecer a “qualidade” da luz (própria) para os vários motivos, e o céu muito nublado – nuvens altas, completamente coberto, sem textura – um céu branco, que não apresenta interesse ao incluir numa fotografia de paisagem. Esta luz difusa e cálida, no entanto, ao fotografar detalhes de Natureza, plantas e perspectivas mais “fechadas” permite evitar sombras e grandes contrastes, podendo vir a gerar bons resultados.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=97362&amp;CGISESSID=9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad&amp;u=27020" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D97362%26amp%3BCGISESSID%3D9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad%26amp%3Bu%3D27020','SILVER+EYE')" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2796 aligncenter" title="SILVER EYE" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/1601-QUAL75-WEB-sRGB-615PIXEL.jpg" alt="1601 QUAL75 WEB sRGB 615PIXEL Crónica de fotografia de Natureza" width="409" height="615" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong><em>&#8220;SILVER EYE&#8221; </em></strong><em>17:43h &#8211; <strong>12mm f/22 1/2s ISO100</strong>, filtro polarizador cir. &#8211; 14-bit RAW 12,2MP</em></h6>
<p>Durante a tarde percorri a pé trilhos ao longo dos topos das arribas entre as Praias da Barriga e Murração, ocasionalmente descendo a algumas praias, entre elas o Mareadouro da Escada que implica uma descida de 100mt de altura, apenas possível com o auxílio de cordas que os pescadores lá fixaram, vencendo grandes desníveis e inclinações sob um piso de xistos erodidos. Lá em baixo, fotografei a falésia que delimita a praia a Sul, tendo em primeiro plano rochas cobertas de musgos, cujos tons verdes por vezes tornavam-se quase fluorescentes, devido à suavidade da luz! As cores estavam vivas.</p>
<p>Subi a escarpa, era a hora de me dirigir para Norte, e, contornando os três grandes vales seguintes desço novamente, atravessando o leito do Barranco da Pena Furada. Sigo em direcção a uma praia ainda a Sul de Murração, onde um gigante pináculo piramidal ostenta cerca de 21 mt de altura. O céu não ajudou a fotografar a paisagem, e entretanto chegava a chuva. Nestas ocasiões é importante estar preparado. A máquina fotográfica deve ser protegida com capa impermeável, e o fotógrafo também! Um casaco corta-vento impermeável, leve e que não comprometa a maleabilidade é aconselhável. Fotografo o cenário idealizando já uma transformação para o preto-e-branco, acrescentando o necessário dramatismo entre a claridade do céu e a escuridão global na cena.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=97363&amp;pi=HELIOCRISTOVAO&amp;CGISESSID=9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad&amp;u=11478" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D97363%26amp%3Bpi%3DHELIOCRISTOVAO%26amp%3BCGISESSID%3D9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad%26amp%3Bu%3D11478','DARK+GUARDIAN')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2797" title="DARK GUARDIAN" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/1757-QUAL85-sRGB-615PIXEL-WEB.jpg" alt="1757 QUAL85 sRGB 615PIXEL WEB Crónica de fotografia de Natureza" width="414" height="615" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong><em>&#8220;DARK GUARDIAN&#8221; </em></strong><em>18:42h &#8211; <strong>17mm f/22 1/2s ISO100</strong>, filtro polarizador cir. &#8211; 14-bit RAW 12,2MP</em></h6>
<p>São agora 18:30h, e tenho de tomar uma decisão dentro dos próximos 10 minutos: Espero que as condições nesta praia melhorem – que o céu se apresente com algum detalhe, nem que por momentos apenas umas nuvens surgissem – ou sigo de imediato para a subida que me deu acesso à praia, voltando para trás, uma vez que o local onde quero fotografar ao Pôr-do-Sol é ainda distante para Sul. Nesta última alternativa, há ainda que contornar um pequeno vale que fica na outra vertente da cumeada da praia onde estou, mais, existe ainda uma descida de falésia cujo trilho ainda não conheço completamente. O tempo está a ficar escasso. Volto para trás, e observo o horizonte. Após um dia sem qualquer dramatismo no céu, agora observa-se alguma luz dourada que já está a aparecer. Uma luz típica de trovoada. Mas parece que as condições estariam a mudar. Reúno todas as minhas energias e subo vigorosamente, quero chegar ao destino e tenho pouco tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=97341&amp;CGISESSID=9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad&amp;u=11244" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D97341%26amp%3BCGISESSID%3D9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad%26amp%3Bu%3D11244','Inexplic%C3%A1vel+fazer+esta+fotografia')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2799" title="Inexplicável fazer esta fotografia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/CAIXOES-WEB-619PIX-sRGB-QUAL901.jpg" alt="CAIXOES WEB 619PIX sRGB QUAL901 Crónica de fotografia de Natureza" width="412" height="619" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><em>&#8220;<strong>SPIRITUAL GATE</strong>&#8221; 20:12h &#8211; 12mm (APS) f/22 1/2s ISO100 e 1/3s ISO200, </em><em><br />
<em>filtro polarizador circular, pano de limpeza microfibra, bolha de nível, tripé, cabo disparador 14-bit RAWs 12,2MP</em></em></h6>
<p>Estou na crista da escarpa onde tem origem o trilho. A luz ainda está muito escura, chove, o chão está escorregadio. Estou a 105 mt. de altura sobre o oceano. Lá em baixo, vejo a escarpa e o local exacto onde pretendo fotografar. Mesmo após a descida, ainda haveriam cerca de 350 mt. de caminhada na enseada, sempre sob rochas, por vezes polidas e escorregadias.</p>
<p>Durante os primeiros 30 mt. de descida, estou face ao primeiro grande perigo: devido às chuvas fortes ocorreram deslizamentos na arriba, e o trilho da largura de 2 pés juntos foi cortado e divide-se à distância de pequenos saltos em alguns metros, mesmo em cima da vertiginosa escarpa, quase vertical, a dezenas de metros sobre o mar e rochas; este é o momento em que é necessário acreditar. Estamos nos limites do impossível, fazendo equilíbrio para o penhasco tentando agarrá-lo bem… atravesso com muita calma, qual trapezista numa falésia. É preciso ter “sangue frio”, preferia não pensar por agora que teria de cá voltar aquando da subida. Eu quero continuar.</p>
<p>Chego ao patamar dos 70mt. de elevação, é uma proeminência, um “pequeno” cabo que se estende para o mar e termina lá bem em baixo num pesqueiro de camadas estratificadas de xisto, a “Furna do Mirouço”. Quando chego ao pesqueiro, verifico que afinal… ainda estou a uns 50 mt. de distância da enseada para trás de mim! E talvez a uns 15 mt. de altura! E já não há trilho… A única solução é caminhar sobre os patamares da rocha, que se ergue em camadas laminadas, escorregadias. Avanço pela rocha e detecto uma corda, muito difícil de alcançar. Está cravada com ferros em vários pontos, e o objectivo é atravessar lateralmente – contornando a rocha. Não há alternativa. Sem essa corda, seria impossível atravessar. Com todo o cuidado avanço, ainda muitos metros acima do mar, mas com espaço apenas para um pé de cada vez e com a corda a segurar a minha vida. Após a corda, há que saltar para o seixo rolado da enseada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=97365&amp;CGISESSID=9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad&amp;u=4731" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D97365%26amp%3BCGISESSID%3D9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad%26amp%3Bu%3D4731','WILD+GLOW')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2800" title="WILD GLOW" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/1815-QUAL72-sRGB-WEB-615-PIX.jpg" alt="1815 QUAL72 sRGB WEB 615 PIX Crónica de fotografia de Natureza" width="615" height="389" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><em>&#8220;<strong>WILD GLOW</strong>&#8221; 20:10h &#8211; <strong>14mm f/22 1s ISO200</strong>, filtro polarizador cir. &#8211; 14-bit RAW 12,2MP</em></h6>
<p>Estou sozinho na verdadeira costa selvagem. Com a mochila às costas e tripé empilhado nela – mais de meia dúzia de quilos de equipamento, salto de rocha em rocha, a bom ritmo até chegar à ponta de uma das mais impressionantes escarpas da Costa Vicentina. Chegar a este ponto é um feito de experiência acumulada. Uma inexplicável motivação leva-me a pressentir que iria fazer a minha fotografia! Confronto de frente a escarpa dos Caixões. O mar está agitado, mesmo ali à beira do oceano, neste local é preciso observar com muita atenção o comportamento das ondas fortes, estou em plena zona de rebentação, ocasionalmente pego no tripé com a máquina e dou uma corrida para me afastar das maiores vagas. Começa a chover, e fica bastante difícil estudar enquadramentos e compor sobre estas condições. Eu estava a experienciar em tempo real o expoente máximo do puro dramatismo da Natureza, à medida que a chuva fraqueja e cessa, por trás de mim revela-se agora a formação de um espectacular arco-íris acima da linha costeira das arribas! A luz começa a transformar-se, o céu está cada vez a ficar menos nublado e a começar a explodir de cor à medida que o Sol baixa no horizonte. Estou a fotografar.</p>
<p>Optei por voltar para trás até ao local onde havia descido à enseada, mesmo sabendo que ainda não tinha atingido o pico de cores que aquela luz iria oferecer no crepúsculo. Mas não havia tempo. O local é demasiado perigoso e era preciso tempo para voltar a subir a arriba. Eu já tinha feito a minha fotografia aproveitando vários momentos de luz espectacular. Chegando ao canto a Sul das arribas, antes de iniciar a subida, assisto agora a um céu inesquecível, nuvens vermelhas, tenho de fotografar estas cores. Monto novamente tripé e máquina. Sem perder muito tempo, e em questão de poucos minutos fiz ainda a última fotografia, incidindo sobre um rochedo que optei por centrar na composição.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.photoportfolios.net/portfolio/pf.cgi?a=vp&amp;pr=97364&amp;pi=HELIOCRISTOVAO&amp;CGISESSID=9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad&amp;u=11560" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.photoportfolios.net%2Fportfolio%2Fpf.cgi%3Fa%3Dvp%26amp%3Bpr%3D97364%26amp%3Bpi%3DHELIOCRISTOVAO%26amp%3BCGISESSID%3D9bc298aa2fbb0080e94af898a9d1adad%26amp%3Bu%3D11560','C+VICENTINA+CAIXOES')" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-2801" title="C VICENTINA CAIXOES" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/1826-C-VICENTINA-CAIXOES-QUAL80-sRGB-WEB-615PIXEL.jpg" alt="1826 C VICENTINA CAIXOES QUAL80 sRGB WEB 615PIXEL Crónica de fotografia de Natureza" width="615" height="409" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><em>&#8220;<strong>TWILIGHT CLAW</strong></em><em>&#8221; 20:25h &#8211; <strong>16mm f/22 1s ISO320</strong>, filtro polarizador cir. &#8211; 14-bit RAW 12,2MP</em></h6>
<p>Vou subir por um local diferente, há uma alternativa, uma corda que se estende por vários metros de altura, sem sequer ver o que está a seguir, não há trilho visível, mas ainda assim arrisco. Prefiro arriscar as minhas hipóteses ao invés de voltar à corda e rochas por onde desci. Agarro esta corda e mais uma vez lhe confio tudo. Chegando ao fim desta corda, não há caminho perceptível daqui para cima. Está a anoitecer e sinto-me encurralado. Resulta a impressão que dada a inclinação fortíssima deste precipício, o rochedo erodido deslizou, e onde poderia haver um trilho visível, já não existe. Este foi o momento emocionalmente mais forte e exigiu muito controle, observo à minha volta, e vou confiar toda a minha mente à subida. Prontamente começo a escalar à mão livre, agarrando ramos cravados na terra, agarrando rocha e a própria terra, a subida é quase vertical, apoio os pés no que me pareciam marcas semelhantes a pequenos degraus da espessura de um pé como que definindo um carreiro de passagem; Consigo vencer esse trecho de subida e volto ao caminho inicial! Há ainda alguns obstáculos, terei a minha garantia de vida quando chegar ao carro. Nunca mais volto a este local sem as minhas próprias cordas e outras medidas de segurança. Senti enorme alívio ao chegar ao carro, iniciando a viagem de regresso escrevo uma mensagem de telemóvel a colegas e amigos:</p>
<p>“<em>Acabei de chegar ao carro vindo de uma enseada selvagem da costa vicentina. As falésias mais perigosas onde estive na minha vida. Descida e subida de escarpa quase a pique, dezenas de metros acima do mar. Por vezes escalando a mão livre outras  com auxílio de cordas – onde parece impossível sequer passar. Passei por momentos de medo e desespero sem conhecer o caminho. E de alegria por chegar bem de volta ao TOPO! Sozinho. Mas fui recompensado com a luz para fotografar todo o dramatismo dos Caixões – o nome do local. É hora de voltar para a família. Agora vou a ouvir Eddie Vedder – Into the Wild. Bem alto.</em>”</p>
<p>A Costa Vicentina tem as paisagens costeiras da contemplação e do fascínio, mas apenas uma mão de praias conhecidas e facilmente acessíveis, no entanto, praticamente toda a orla costeira, por mais elevadas que sejam as escarpas, têm um ou mais acessos. Acontecem situações inacreditáveis e há descidas que deixam a cismar como é possível? Mas os pescadores traçam os seus caminhos, e a dezenas de metros, com ou sem cordas, pelas arribas e através de carreiros entre rochas descem aos pesqueiros.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2802" title="Logo-C.-VICENTINA-2-" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/Logo-C.-VICENTINA-2-.jpg" alt="Logo C. VICENTINA 2  Crónica de fotografia de Natureza" width="619" height="157" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><em>No campo, em acção e nas paisagens do Sudoeste de Portugal</em></h6>
<p><strong>Texto e fotografia por Hélio Cristóvão</strong><br />
<strong>Revisão técnica e científica por João Matos</strong></p>
<p><strong>Email: </strong><a href="&#109;a&#105;l&#116;&#111;:na&#116;u&#114;e&#46;pt&#64;&#103;m&#97;&#105;l.com">n&#97;&#116;&#117;&#114;&#101;&#46;p&#116;&#64;&#103;&#109;a&#105;l&#46;&#99;om</a><strong><br />
Twitter</strong>: <a href="http://twitter.com/heliocristovao" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fheliocristovao','%40heliocristovao')" target="_blank">@heliocristovao</a><strong><br />
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<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>10 Questões básicas que o fotografo deve saber antes de fotografar</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 21:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar]]></category>
		<category><![CDATA[questões legais]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidado ao fotografar pessoas, há restrições quanto ao uso da imagem alheia. Para fins jornalísticos e editoriais não há impedimento desde que não haja denegrimento da imagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong> Cuidado ao fotografar pessoas, há restrições quanto ao uso da imagem alheia. Para fins jornalísticos e editoriais não há impedimento desde que não haja denegrimento da imagem.</p>
<p><strong>2.</strong> Cuidado ao fotografar obra de arte que também é protegida, tanto quanto a imagem de uma pessoa.</p>
<p><strong>3.</strong> Fotos para fins pedagógicos, científicos, têm uma redução da proteção do titular de direito em favor da sociedade que é usuária do conhecimento humano.</p>
<p><strong>4. </strong>Obras arquitetônicas são consideradas artísticas, portanto, também estão protegidas pelo direito do autor.</p>
<p><strong>5.</strong> Na publicidade, tenha sempre a regra: nada pode sem a autorização do titular.</p>
<p><strong>6.</strong> Jamais faça remontagem da imagem de uma pessoa. A prática é comum no design e não é permitida perante a Lei.</p>
<p><strong>7.</strong> Obra fotográfica bastante conhecida ou notoriamente artística não pode ser plagiada.</p>
<p><strong>8.</strong> Ninguém pode alegar que o fotógrafo cedeu os direitos autorais, sem que isso conste expressamente em contrato de cessão de direitos.</p>
<p><strong>9.</strong> A interpretação dos contratos de cessão é restrita.</p>
<p><strong>10.</strong> O fotógrafo não é obrigado a autorizar alterações em sua obra, a não ser que conste no contrato de cessão de direitos.</p>
<h2>A fotografia é protegida por Lei?</h2>
<p>É. A fotografia é considerada como obra intelectual, legalmente protegida e como tal está protegida pelos art. 6 da Lei 5988/73 e art. 7º, inc. VII da Lei nº 9.610/98, cujo teor é: &#8220;Art.7º: São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como: &#8220;VII &#8211; As obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia&#8221;.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="&#109;&#97;&#105;&#108;&#116;o:&#101;&#110;&#105;&#111;l&#101;i&#116;&#101;&#64;&#103;mai&#108;.&#99;&#111;m">&#101;&#110;&#105;&#111;le&#105;te&#64;gmai&#108;&#46;&#99;o&#109;</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/enioleite" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fenioleite','%40enioleite')" target="_blank">@enioleite</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola     fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>10 dicas para fotografia de paisagem</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 13:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Bento</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vou partilhar convosco algumas dicas que recomendo aos participantes dos meus workshops, e que considero bastante úteis para quem pretende obter os melhores resultados como fotógrafo de Paisagem Natural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros leitores da <strong>Fotografia DG</strong>, é com imenso prazer que inauguro a minha participação neste magnifico blog de Fotografia. Nos meus artigos irei abordar questões técnicas, falar sobre edição de imagem e contar algumas das aventuras e histórias que estão por detrás das minhas imagens.</p>
<p>Como <strong>fotógrafo de Paisagem Natural</strong>, desenvolvi ao longo dos anos um workflow com as técnicas que mais utilizo e me ajudam a obter os melhores resultados nesta área.</p>
<p>Neste primeiro artigo, vou partilhar convosco algumas <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','dicas+de+fotografia')">dicas de fotografia</a> que recomendo aos participantes dos meus <a href="http://www.foto-nature.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.foto-nature.com%2F','workshops')" target="_blank">workshops</a>, e que considero bastante úteis para quem pretende obter os melhores resultados como <strong>fotógrafo de Paisagem Natural</strong>.</p>
<h2>1- Tripé</h2>
<p>Por norma, na fotografia de <strong>Paisagem Natural</strong> utiliza-se valores de ISO baixo (exº ISO 100,  para se obter o menor ruído possível) conjugados com aberturas pequenas (exº f/22, para se obter a maior profundidade de campo). Como os ISO’s baixos são pouco sensíveis à luz e uma abertura pequena significa que o diafragma da objectiva está mais fechado, então será necessário um tempo de exposição mais longo para a fotografia ficar exposta correctamente. Nesse sentido, um tripé robusto é uma ferramenta essencial para nos garantir que a câmara fica completamente estática durante a exposição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2704" title="Tripé" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/1.jpg" alt="1 10 dicas para fotografia de paisagem" width="280" height="362" /></p>
<h2>2- Bolha de Nível Dupla</h2>
<p>Este é um dos acessórios mais importantes para o <strong>fotógrafo de Paisagem Natural</strong>. A bolha de nível dupla encaixa-se na sapata do flash, garantindo horizontes direitos na horizontal e vertical. Defendo desde sempre que devemos extrair o máximo de uma fotografia no “terreno”, por isso nivelar horizontes posteriormente no Photoshop está fora de questão, essa tarefa não só me iria roubar mais tempo em frente ao computador como ainda iria perder alguns pixeis por cada ajuste tendo em conta que teria de fazer sempre um crop à imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2705" title="Bolha de Nível Dupla" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/2.jpg" alt="2 10 dicas para fotografia de paisagem" width="283" height="280" /></p>
<h2>3- Cabo Disparador</h2>
<p>Outro acessório essencial e que deverá ser utilizado em simultâneo com o tripé, é o cabo disparador que permite accionar o obturador sem termos contacto directo com a câmara através das nossas mãos. Nesse sentido as fotografias não ficam tremidas sempre que é necessário um tempo de exposição longo. Se não possui este acessório poderá sempre optar por utilizar o temporizador da sua câmara e evitar a trepidação causada pelo contacto manual com a câmara, mas há que ter em conta que esta será apenas uma solução de recurso. Veja-se o exemplo: se quisermos captar um momento numa fracção de segundo ou disparar no modo continuo, ainda que com velocidades lentas, só será possível através da utilização de um cabo disparador.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2706" title="Cabo Disparador" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/3.jpg" alt="3 10 dicas para fotografia de paisagem" width="280" height="280" /></p>
<h2>4- Mirror Lock-Up</h2>
<p>Com a utilização do tripé e cabo disparador,  podemos reduzir ainda mais a hipótese de trepidações indesejadas, é aqui que entra o <strong>mirror lock-up</strong>. Depois de seleccionada esta opção na nossa câmara, e após premir o obturador o espelho é recolhido. Se posteriormente olharmos pelo visor da câmara irá aparecer tudo negro porque o espelho já foi recolhido e não reflecte a imagem para o visor. É por isso essencial que o enquadramento já tenha sido escolhido, depois só teremos de premir novamente o obturador para accionar as cortinas e a luz impressionar o sensor. Trata-se de uma funcionalidade a dois tempos e que pode ser bastante vantajosa com o uso de teles ou em situações de longas exposições para que se obtenham imagens com a maior nitidez possível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-2707" title="Mirror Lock-Up" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/4-300x200.jpg" alt="4 300x200 10 dicas para fotografia de paisagem" width="300" height="200" /></p>
<h2>5- Focagem Hiperfocal</h2>
<p>É uma técnica bastante utilizada pelos fotógrafos de <strong>paisagem natural</strong>, que por norma pretendem obter nas suas imagens nitidez desde o primeiro plano até o infinito. No entanto, quando se houve falar em hiperfocal é sinónimo de dúvidas e confusão. Vamos simplificar: esta técnica assenta no principio óptico básico de a área correspondente aos 2/3 à frente do ponto de foco e a área correspondente ao 1/3 atrás do ponto de foco também aparecerem nítidas. Neste sentido se focarmos no infinito estaremos a desperdiçar a área correspondente aos 2/3 à frente do ponto de foco, por outro lado se focarmos no primeiro plano estaremos a desperdiçar a área correspondente ao 1/3 atrás do ponto de foco. Assim sendo, para maximizarmos a área de nitidez na imagem devemos focar num ponto localizado a 1/3 da objectiva. A dificuldade pode surgir precisamente na localização  da marca da distância hiperfocal, a boa noticia é que pode encontrar online inúmeras <a href="http://www.dofmaster.com/dofjs.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.dofmaster.com%2Fdofjs.html','calculadoras')" target="_blank">calculadoras</a> e tabelas que pode imprimir para o ajudar no momento do click.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2708" title="Paisagem natural" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/5.jpg" alt="5 10 dicas para fotografia de paisagem" width="280" height="420" /></p>
<h2>6- Filtros</h2>
<p>A partir do momento que comecei a utilizar filtros fotográficos as minhas fotografias ganharam uma nova dimensão, desde aí que não prescindo deles e na minha mochila acompanham-me sempre os seguintes exemplares:</p>
<h3>Filtro Polarizador Circular</h3>
<p>Elimina reflexos de superfícies não metálicas proporcionando cores mais intensas e maior contraste. É extremamente útil para acentuar o azul do céu, intensificar as cores da vegetação e revelar elementos que se encontram debaixo de água.</p>
<h3>Filtro de Densidade Neutra</h3>
<p>Filtro cinzento igualmente opaco a todas as cores do espectro e que, portanto, não afecta as cores finais da imagem. Utilizo quando pretendo aumentar o tempo de exposição e captar o movimento da água ou nuvens.</p>
<h3>Filtro Graduado de Densidade Neutra</h3>
<p>Serve para equilibrar as diferenças de luz existentes entre o que está acima e abaixo da linha do horizonte, uma vez que por norma existe sempre mais luz no céu. Na parte superior o filtro é cinzento e opaco enquanto que na parte inferior é totalmente transparente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-2709" title="Filtros fotográfios" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/6-300x270.jpg" alt="6 300x270 10 dicas para fotografia de paisagem" width="300" height="270" /></p>
<h2>7- Grande Angular</h2>
<p>Há quem diga que <strong>fotografia de natureza </strong>é sinónimo de grande angular, se por um lado os filtros permitem um aumento de criatividade a inclusão de uma grande angular na nossa lista de equipamento permite a entrada numa nova dimensão. Estas objectivas apresentam um grande campo de visão e oferecem ao fotógrafo perspectivas de visão únicas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-2710" title="Grande Angular" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/7-300x216.jpg" alt="7 300x216 10 dicas para fotografia de paisagem" width="300" height="216" /></p>
<h2>8- Composição / Regra dos Terços</h2>
<p>De nada adianta ter conhecimentos técnicos se na hora de compor uma imagem não tivermos um cuidado especial. A<strong> regra dos terços</strong> é uma maneira simples e um bom ponto de partida para se conseguir uma composição equilibrada,  para utilizá-la deve-se dividir a fotografia em nove quadrados, traçando duas linhas horizontais e duas verticais imaginárias, e posicionando nos pontos de cruzamento o assunto que se deseja destacar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-2711 aligncenter" title="Composição / Regra dos Terços" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/8-300x214.jpg" alt="8 300x214 10 dicas para fotografia de paisagem" width="300" height="214" /></p>
<h2>9- Meteorologia</h2>
<p>Na preparação de uma saída fotográfica para o exterior, devemos atempadamente consultar as previsões meteorológicas em sites da especialidade. Para um fotógrafo de paisagem natural não há nada pior do que um dia de céu limpo. A regra é “mau tempo = bom tempo para fotografar”, por isso se as previsões anunciam nuvens e possibilidade de chuva, prepare a mochila e vá fotografar, as possibilidades de captar momentos dramáticos, luz de transição e até um arco-iris serão muito maiores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2713" title="Meteorologia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/9.jpg" alt="9 10 dicas para fotografia de paisagem" width="280" height="280" /></p>
<h2>10- Golden Hour</h2>
<p>Mais de 90% das minhas imagens são captadas nos momentos imediatamente antes e a seguir ao nascer e por do sol. Durante estes dois períodos do dia o sol está posicionado num ângulo baixo, a luz rasante e dourada cria longas sombras horizontais que conferem profundidade ás imagens e em simultâneo as texturas dos elementos são reveladas. Realizar uma sessão fotográfica ao pôr do sol é fácil para qualquer fotógrafo, devemos chegar com alguma antecedência e “bater” a zona à procura de potenciais enquadramentos para fotografar na hora mágica. Já a fotografia ao nascer do sol, exige um planeamento mais elaborado: teremos de ter estudado previamente o local a fotografar, ter força suficiente para sair da cama quando o despertador toca (no Verão o sol nasce bastante cedo, por isso  é perfeitamente comum acordar as 04:00 AM) fazer o percurso ainda na escuridão da noite e encontrar o local previamente escolhido para estarmos prontos no momento em que os primeiros raios de luz iluminam o spot escolhido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2714" title="Golden Hour" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/10.jpg" alt="10 10 dicas para fotografia de paisagem" width="280" height="373" /></p>
<p>Espero que esta lista de dicas vos ajude a tirar mais e melhores fotografias, e que acima de tudo se divirtam.</p>
<p><strong>Até ao próximo artigo.</strong><strong><br />
Saudações fotográficas<br />
Pedro Bento</strong></p>
<p>Texto e imagens por  <strong>Pedro Bento</strong>, membro da equipa <strong>FOTONATURE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.foto-nature.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.foto-nature.com','www.foto-nature.com')" target="_blank">www.foto-nature.com</a><br />
<a href="http://www.pedrobento.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.pedrobento.com','www.pedrobento.com')" target="_blank">www.pedrobento.com</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Workflow de Cada Um e um tal de DPP</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pós Produção]]></category>
		<category><![CDATA[acr]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[Armando Vernaglia]]></category>
		<category><![CDATA[Armando Vernaglia Jr]]></category>
		<category><![CDATA[bridge]]></category>
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		<category><![CDATA[digital photo professional]]></category>
		<category><![CDATA[digital photo professional canon]]></category>
		<category><![CDATA[digital photo professional da canon]]></category>
		<category><![CDATA[dpp]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo digital]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[photoshop]]></category>
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		<category><![CDATA[Vernaglia]]></category>
		<category><![CDATA[Vernaglia Jr]]></category>
		<category><![CDATA[workflow]]></category>

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		<description><![CDATA[O DPP substituiu o Bridge e o ACR em meu workflow com muita agilidade, desta forma só abro o Photoshop para aquelas fotos em que se faz necessário um trabalho mais pesado, como recortes e fusões de imagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fotografia não se resume ao ato de capturar com técnicas apropriadas uma cena ou momento, em geral este é só o início de um processo que ainda terá etapas como a transferência das imagens para o computador, seleção, classificação, conversão de arquivos RAW para outros formatos e no final da linha as imagens apresentadas impressas ou em algum site.</p>
<p>Do momento em que captamos a foto até o uso final há um grande número de etapas que podem ser cumpridas de diversas formas. Este conjunto de procedimentos é chamado de <strong>workflow</strong>, também conhecido como <strong>fluxo digital</strong> ou apenas <strong>fluxo de trabalho</strong>.</p>
<p>Esse conjunto de atividades que permite à fotografia chegar a seu destino não é novidade, desde os primórdios quando ainda tínhamos filme em chapa, havia a revelação e a ampliação das imagens, feitas com técnicas e equipamentos específicos. O que mudou no mundo digital é que a maioria das etapas é realizada com o computador em programas específicos, como <em>Photoshop</em>, <em>Lightroom</em>, <em>Aperture</em>, <em>ACDSee</em> e outros.</p>
<p>É impossível dizer que exista um <strong>workflow </strong>para todos, cada fotógrafo tem necessidades específicas. Como exemplo posso citar uma pessoa que tenha a fotografia como passatempo. Para alguém nesse perfil um workflow demorado não é necessariamente um problema, enquanto para um profissional com agenda lotada, a agilidade dos processos é fundamental.</p>
<p>Também é bom dizer que o <strong>workflow </strong>adequado a um fotógrafo de eventos será diferente de um fotógrafo fine art e este talvez não guarde semelhança com o fluxo de um estúdio de publicidade. Graças a isso não tenho a pretensão de criar uma solução definitiva para todos os fotógrafos, mas apresentarei um software que é parte do meu workflow e que proporcionou mais agilidade em meu trabalho, o <strong>Digital Photo Professional da Canon (DPP)</strong>.</p>
<p>Antes de inserir o <strong>DPP </strong>em meu <strong>workflow </strong>eu organizava e nomeava minhas fotos com o <strong>Adobe Bridge</strong>, convertia arquivos RAW com o Adobe Camera Raw (ACR) e realizava o tratamento das imagens no Photoshop.</p>
<p>Tudo teve que mudar quando adquiri uma nova câmera e notei que os softwares que utilizava não tinham condição de converter arquivos RAW do novo equipamento. Por ser um lançamento, os fabricantes de software ainda não tinham criado atualizações que permitissem a leitura e conversão das fotos em RAW, e eu não poderia ficar sentado esperando que essas atualizações fossem feitas, por isso instalei o <strong>DPP </strong>em meu computador e comecei a testá-lo.</p>
<p>Aqui entram duas <strong>vantagens do DPP</strong>, primeiro ele vem com a câmera e consequentemente está atualizado com qualquer lançamento. <strong>Segunda vantagem: ele é gratuito</strong>.</p>
<p>Outras <strong>qualidades do DPP</strong> referem-se à sua interface, os principais ajustes estão disponíveis de forma prática, sem nada inútil pelo caminho nem enfeites desnecessários, ele foi planejado para ser rápido. É possível aplicar a maioria dos controles nos thumbnails das imagens sem precisar abrí-las, tanto para uma fotografia como para lotes inteiros apenas copiando e colando os comandos aplicados em uma foto sobre todas as demais.</p>
<p>A ferramenta de conversão em lote é prática, permitindo que você faça ajustes em todas as fotos, como balanço de branco, contraste e nitidez entre outros, e no final mande executar tudo e salvar os arquivos em formato TIF ou JPEG, assim você gasta pouco tempo fazendo os ajustes e ao terminar, enquanto ele realiza centenas de conversões você pode se dedicar a outra tarefa em seu computador, como ver e-mails, atualizar seu blog ou simplesmente tomar um café.</p>
<p>Inúmeras funções estão presentes no programa, não pense que ele é desprovido de recursos apenas por ter uma interface limpa, ao passar pelos menus você irá encontrar itens como a possibilidade de imprimir folhas de contato, renomear arquivos em lote e muito mais.</p>
<p>No final das contas <strong>o DPP substituiu o Bridge e o ACR em meu </strong><strong>workflow com muita agilidade</strong>, desta forma só abro o Photoshop para aquelas fotos em que se faz necessário um trabalho mais pesado, como recortes e fusões de imagem.</p>
<p>De certa forma o <strong>DPP </strong>situa-se próximo em utilidades ao <a href="http://www.fotografia-dg.com/manual-lightroom/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fmanual-lightroom%2F','Lightroom')" target="_blank">Lightroom</a>, tendo como desvantagem o fato de não possuir algumas funções, como a integração com a internet para publicação de galerias, mas tendo como vantagem a extrema velocidade com a qual algumas etapas do <strong>workflow</strong> podem ser feitas.</p>
<p>Escolhi o <strong>DPP </strong>e meu trabalho ficou mais rápido mantendo a mesma qualidade de antes. E vocês meus amigos leitores, o que tem a dizer sobre seus workflows? Usuários de câmeras de outras marcas, quais opções de sofware os fabricantes disponibilizam? Comentem aqui, vamos trocar experiências pois todos têm a ganhar.</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Pantheon - Roma, Italia" src="../imagens-wp/2010/04/Pantheon-Roma074.jpg" alt="Pantheon Roma074 O Workflow de Cada Um e um tal de DPP" width="338" height="500" /></p>
<p>Pensei em ilustrar este artigo com telas do programa, mas isso no final seria inútil, pois quem o tem poderá testá-lo e quem não tem pode baixá-lo gratuitamente, assim optei por ilustrar o artigo com uma foto que fiz e que me agrada muito, do Pantheon, em Roma, espero que gostem.</p>
<p><strong>[]’s</strong></p>
<p><strong> Armando Vernaglia Jr</strong><br />
E-mail: <a href="ma&#105;&#108;to&#58;con&#116;&#97;&#116;&#111;&#64;v&#101;r&#110;agli&#97;&#46;&#99;om&#46;br">&#99;&#111;&#110;t&#97;&#116;o&#64;ve&#114;nagli&#97;.com&#46;&#98;r</a><br />
Site: <a href="http://www.vernaglia.com.br/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.vernaglia.com.br%2F','www.vernaglia.com.br')" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
Blog: <a href="http://armandovernaglia.wordpress.com" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Farmandovernaglia.wordpress.com','armandovernaglia.wordpress.com')">armandovernaglia.wordpress.com</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/VernagliaJr" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2FVernagliaJr','%40VernagliaJr')" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas”.</h5>
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		<title>O que é a fotografia, afinal?</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/o-que-e-a-fotografia-afinal/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=o-que-e-a-fotografia-afinal</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 23:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Dr. Enio Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[enio leite]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[o que e a fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fotografia oferece uma série de atribuições, todos fotografam visando vários objetivos: recordar um momento de vida que passa, documentar um fato ou um fundamento técnico, divulgar uma visão de mundo ou simplesmente expor um conceito, uma idéia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2607" title="Nadar Pierrot the Photographer" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/04/Nadar-Pierrot-the-Photographer.gif" alt="Nadar Pierrot the Photographer O que é a fotografia, afinal?" width="350" height="480" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.masters-of-photography.com/N/nadar/nadar_pierrot_full.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.masters-of-photography.com%2FN%2Fnadar%2Fnadar_pierrot_full.html','Nadar+Pierrot++the+Photographer+1854-55')" target="_blank">Nadar Pierrot  the Photographer 1854-55</a><strong><br />
</strong></p>
<p>A <strong>Fotografia </strong>oferece uma série de atribuições, todos fotografam visando vários objetivos: recordar um momento de vida que passa, documentar um fato ou um fundamento técnico, divulgar uma visão de mundo ou simplesmente expor um conceito, uma idéia.</p>
<p>A <strong>Fotografia </strong>antes de tudo é uma linguagem. Um sistema de códigos, verbais ou visuais, um instrumento visual de comunicação. E toda a linguagem nada mais é do que um suporte, um meio, uma base, que sustenta aquilo que realmente deve ser dito: a mensagem. Um simples e-mail ou a obra “Guerra e Paz” de Tolstoi, em dois volumes.</p>
<p>A mensagem é uma derivação de dois fatores: conotado e denotado. Qual é a diferença entre o cachorro amigo e o amigo cachorro? Enquanto a primeira é descritiva, a segunda já atribui um determinado valor metafórico.</p>
<p>A Fotografia, ao contrário do que pensamos não é uma cópia fiel da realidade fotografada. Isto porque a objetiva da câmara “filtra” essa imagem e o filme ou o sensor digital, por sua vez a distorce, alterando sua cor, luminosidade e a sensação de tridimensionalidade. Contudo, por mais que se queira apreender essa realidade em toda a sua amplitude, qualquer tentativa técnica é inútil, mesmo porque cada um de nós a concebe de modo distinto.</p>
<p>E tudo aquilo que não é real ou análogo, passa a estar a serviço das mitologias ontemporâneas, como a industria cultural, por exemplo. A <strong>Fotografia </strong>não apenas prolonga a visão natural, como também descobre outro tipo de visão, a visão fotográfica, dotada de gramática própria, estética e ética peculiar. Saber ler, distinguir o detalhe do todo, pode resultar num aprendizado sem fim, e então aquela coisa que não tinha a menor graça para quem as observa, passa a ter vida própria.</p>
<p>A <strong>Fotografia </strong>não é realista, mas sim surrealista, nativamente surreal. Embora a <strong>Fotografia </strong>gere obras que podem ser denominadas por arte, esta subjetividade, pode mentir provocar, chocar ou ainda proporcionar prazer estético. A imagem fotográfica não é, para começo de conversa, uma forma de arte, em absoluto. Como linguagem, ela é o meio pelo qual as obras de arte, entre outras coisas, são realizadas.</p>
<p>A <strong>Fotografia </strong>é sempre uma imagem de algo. Esta está atrelada ao referente que atesta a sua existência e todo o processo histórico que o gerou. Ler uma <strong>Fotografia </strong>implica reconstituir no tempo um assunto, derivá-lo no passado e conjugá-lo num futuro virtual.</p>
<p>Assim, a linguagem fotográfica é essencialmente metafórica. Esta atribui novas formas, novas cores, novos sentidos conotativos e denotativos. Estas comprovam que a <strong>Fotografia </strong>não está limitada apenas ao seu referente; ela ultrapassa-o na medida em que o seu tempo presente é reconstituído, que o seu passado não pode deixar de ser considerado, e que o seu futuro também estará em jogo. Ou seja, a sobrevivência de sua imagem está intimamente ligada á genialidade criativa, experiência de vida, padrão técnico, estético, cultural e intelectual de seu autor.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
</strong>E-mail: <a href="m&#97;il&#116;&#111;:&#101;n&#105;&#111;&#108;e&#105;&#116;&#101;&#64;&#103;ma&#105;&#108;&#46;c&#111;m">e&#110;&#105;&#111;&#108;eite&#64;gmail&#46;&#99;o&#109;</a><br />
Site: <a href="http://www.escolafocus.net/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2F','www.escolafocus.net')">www.escolafocus.net</a><br />
Twitter: <a href="http://twitter.com/enioleite" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fenioleite','%40enioleite')" target="_blank">@enioleite</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net','FOCUS+Escola+de+Fotografia')"><img class="aligncenter" title="FOCUS Escola de Fotografia" src="../../img/colunistas/enio-leite/jnc_r.gif" border="0" alt="Focus escola    fotografia" width="360" height="60" /></a></p>
<p><strong>Veja mais dicas em:</strong><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm','www.focusfoto.com.br%2FHTML%2Fdicas.htm')" target="_blank">www.focusfoto.com.br/HTML/dicas.htm</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Ffocusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php','focusfoto.com.br%2Ffotografia-digital%2Fblog2.php')" target="_blank">focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog2.php</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.escolafocus.net/dicas.html" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.escolafocus.net%2Fdicas.html','www.escolafocus.net%2Fdicas.html')" target="_blank">www.escolafocus.net/dicas.html</a></p>
<h5>&#8220;O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma foto pode matar?</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/uma-foto-pode-matar/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=uma-foto-pode-matar</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 19:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo Coffy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[foto expressiva]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[kevin carter]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é todo dia que um fotógrafo, ou fotojornalista, como eles são conhecidos, encontram matéria prima para uma foto expressiva, daquelas que ganham a primeira página de um grande jornal ou são passíveis de ganhar grandes prêmios fotográficos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é todo dia que um <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografo-por-onde-comecar/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Ffotografo-por-onde-comecar%2F','fot%C3%B3grafo')">fotógrafo</a>, ou <a href="http://www.fotografia-dg.com/concurso-de-fotojornalismo-femenino-premio-de-e8000/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fconcurso-de-fotojornalismo-femenino-premio-de-e8000%2F','fotojornalismo')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fconcurso-de-fotojornalismo-femenino-premio-de-e8000%2F','fotojornalista')">fotojornalista</a>, como eles são conhecidos, encontram matéria prima para uma foto expressiva, daquelas que ganham a primeira página de um grande jornal ou são passíveis de ganhar grandes prêmios fotográficos. Algumas fotos marcam a &#8220;história&#8221;, e até podem mudar o rumo de uma vida? Quem não conhece a famosa foto feita pelo <strong>Kevin Carter,</strong> que fotografou uma criança africana sendo observada por um abutre? O resultado final dessa composição foi a morte de Kevin, que não conseguiu mais conviver com aquela imagem em sua mente e suicidou-se? Com esse exemplo, aonde quero chegar? O fotógrafo acima de tudo é humano, é um ser como qualquer outro, passível de sentimentos, acertos e erros.</p>
<p>Às vezes o lado profissional fala mais alto do que o humano, às vezes somos tomados por uma onda de desespero para captar momentos, mesmo que esses momentos possam nos colocar contra qualquer princípio ético. Existem situações que vamos nos deparar na profissão que teremos que decidir em segundos o que fazer, registrar, salvar uma vida, salvar a nosso própria vida (no caso fotojornalistas que cobrem guerras) e tudo isso em uma fração de segundos. Realmente é um tema muito, mas muito delicado, e principalmente polêmico, que diverge muitas opiniões profissionais.</p>
<p>A pergunta que faço aos amigos é: &#8220;<strong>Uma foto pode matar?</strong>&#8220;. E a minha resposta é <strong>SIM</strong>! Para justificar minha opinião, volto ao caso de Kevin, que foi massacrado por ter esperado 20 minutos para fazer a foto ao invés de ter ajudado a criança logo que viu o abutre se aproximar. Criou-se um dos maiores dilemas do <a href="http://www.fotografia-dg.com/concurso-de-fotojornalismo-femenino-premio-de-e8000/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fconcurso-de-fotojornalismo-femenino-premio-de-e8000%2F','fotojornalismo')" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fconcurso-de-fotojornalismo-femenino-premio-de-e8000%2F','fotojornalista')">fotojornalismo</a>, no qual dizia-se que o fotógrafo numa situação como essa deveria ser uma testemunha ou um salvador? E para você, devemos ser menos profissionais e mais humanos?</p>
<p>Seu suicídio foi motivo de diversas discussões e estudos sobre a ética na <a href="http://www.fotografia-dg.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2F','fotografia')">fotografia</a> como você pode ver neste vídeo.</p>
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td height="415" align="center" valign="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xDOxDRUNBBQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/xDOxDRUNBBQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Convido também à assistirem o documentário de Dan Krauss, “<strong>The Death Of Kevin Carter: Casualty Of The Bang Bang Club”</strong> (<a href="http://www.kevincarterfilm.com/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.kevincarterfilm.com%2F','www.kevincarterfilm.com')" target="_blank">www.kevincarterfilm.com</a>). Também veja o vídeo da música feita pelo grupo Manic Street Preachers, em sua homenagem.</p>
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td height="415" align="center" valign="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uqOphS9oHes&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/uqOphS9oHes&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O tema está em aberto e sempre estará. Para você, qual o seu veredicto final? Comente, opine, participe.</p>
<h5>O Fotografia DG não se responsabiliza pelas opiniões  emitidas<br />
e imagens divulgadas pelos seus Colunistas&#8221;.</h5>
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		<title>Breves considerações sobre Fotojornalismo (Parte 3 de 3)</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 18:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Guerreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas e Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou finalizar o artigo sobre Fotojornalismo iniciado à duas semanas. Caso não tenha seguido as duas primeiras partes aconselho-o a ler Breves considerações sobre Fotojornalismo (Parte 1 de 3) e de seguida a ler a parte 2 antes de dar continuidade a este texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">Hoje vou finalizar o artigo sobre Fotojornalismo iniciado à duas semanas. Caso não tenha seguido as duas primeiras partes aconselho-o a ler <a href="../breves-consideracoes-sobre-fotojornalismo-parte-1-de-3/">Breves  considerações sobre Fotojornalismo (Parte 1 de 3)</a> e de seguida a ler a <a href="http://www.fotografia-dg.com/breves-consideracoes-sobre-fotojornalismo-parte-2-de-3/" onclick="return TrackClick('http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fbreves-consideracoes-sobre-fotojornalismo-parte-2-de-3%2F','..%2Fbreves-consideracoes-sobre-fotojornalismo-parte-1-de-3%2F')">parte 2</a> antes de dar continuidade a este texto.</p>
<p>A maioria do público leitor considera a fotografia como analogia do real. Esta atribuição é mais do que suficiente para lhe conferir um falso valor, um poder ilusionista, que falsifica os fatos privilegiando os interesses e, consequentemente, a intervenção de uma minoria dominante. Esta possibilidade, inerente ao signo fotográfico, foi amplamente utilizada pelos regimes políticos mais radicais para estarem mais próximos à população, e, com isso, ganharem mais credibilidade para perpetuarem sua força. Os clássicos exemplos são as fotos da ampla participação popular na tomada do Palácio de Inverno de Petrogrado, a maciça presença da população nas paradas nazistas e fascistas, ou mesmo a eliminação de personagens políticas nas fotos posteriores, que no processo dos acontecimentos perdem a sua aura de prestígio e caem em desgraça. Uma fotografia &#8220;documental&#8221; pode ser fabricada com um grosseiro retoque e faz com que a realidade seja falseada. Durante as duas grandes guerras mundiais, tanto os alemães como os próprios aliados manipularam a informação fotográfica para mostrar à opinião pública que estavam levando vantagem da situação. Desde a Grécia Antiga, passando pela Igreja Medieval, chegando à Renascença Mercantilista, até os mais sofisticados meios de comunicação de nossos dias, a classe dominante sempre utilizou as produções artísticas, literárias, teatrais e informativas em qualquer gênero e grau para persuadir e chegar mais perto de sua população.</p>
<p>Mas a manipulação da fotografia de imprensa não se reduz somente ao retoque, aos   ângulos &#8220;mais favoráveis&#8221;, à prévia manipulação do assunto a ser fotografado,   desfocamento  intencional do assunto, para que este não se evidencie tanto, ou ainda ao corte da imagem final retirando elementos secundários que possam comprometer o elemento principal. A própria legenda é um dado importante a ser considerado na manipulação da informação. Benjamin afirmava que Atget tinha fotografado as ruas desertas de Paris no século XIX como se fotografa o local de um crime, pois já tinha demarcado cada ponto da futura evolução urbana parisiense. &#8220;Também o local de um crime    deserto. O retrato de um local semelhante não tem outro objetivo além de descobrir indícios. Para a evolução histórica, os clichês deixados por Atget são verdadeiras provas documentais. Também eles possuem uma secreta significação política. Já exigem serem exibidos num sentido determinado. Não mais se prestam a uma consideração desinteressada: inquietam quem os contempla; para chegar a eles o espectador intui a necessidade de seguir um certo caminho&#8221; (Walter Benjamin), um indicador de itinerários, &#8220;verdadeiros ou falsos, pouco importa&#8221;, conclui Benjamin. E, estas legendas vão ter um caráter totalmente distinto em relação ao título de um quadro. A secreta significação política inerente à própria informação fotográfica criou direções para que os textos dos jornais ilustrados impusessem a quem observasse suas imagens, legendas mais precisas e imperativas, onde aparentemente é impossível apreender qualquer imagem isolada que não esteja subordinada à narrativa escrita. E, também, para que o leitor não tire conclusões &#8220;autônomas&#8221; e contrárias ao discurso geral veiculado.</p>
<p>R. Barthes, no entanto, atinge o núcleo da questão quando coloca que a fotografia de imprensa é, antes de mais nada, uma mensagem. Seu conteúdo nos remete a uma realidade qualquer, perfeitamente identificável em nosso universo bio-social. A fotografia, na sua essência, é imagem, e a imagem é a analogia imediata do ser, destituída de qualquer outro car  ter ou acessório; portanto, a mensagem fotojornalística é por si só puramente denotativa, destituída de código. A ausência deste conjunto arbitrário de signos se auto-justifica na medida em que a fotografia choca seu interlocutor.</p>
<p>Nesse contexto, o uso da fotografia pela imprensa deve ser questionado como manipulação do sistema. E é como tal que deve ser analisado. Procedendo dessa forma, R. Barthes descobre a necessidade de promover duas análises distintas: primeiro, a da mensagem fotográfica em si e, conseqüentemente, da mensagem verbal na qual ela está inserida. O sistema fotográfico, para ele, caracteriza-se, de início, por ser uma mensagem sem código, porquanto se pretende a pura transcrição do real. Enquanto no discurso textual entre o assunto exposto e a mensagem exposta interpõe-se um código que não reflete, nem refrata a realidade objetiva, na mensagem fotográfica, entre o elemento real e a sua imagem, não há a intervenção de um terceiro elemento, mas sim a sua coincidência. A imprensa pretende que a imagem fotográfica seja análoga ao que se fotografou. Com essa analogia, a fotografia seria a total transparência do real que por ela se dá à mostra, a sua pura denotatividade. Isto, em outras palavras, confirmaria a isenção da ideologia por parte de seus produtores. E, mesmo sem código, a mensagem fotográfica contém, um estilo. E é por meio desse estilo que se pode detectar seu segundo significado, seu índice conotativo. A legenda pretende perpetuar a coincidência da informação dentro da hierarquia texto/imagem.</p>
<p>As diferenças de edição, da escolha da fotografia nas primeiras páginas dos jornais, refletem diretamente a linha ideológica de cada veículo, seu poder de persuasão em determinados segmentos da sociedade e suas omissões diante dos fatos.</p>
<p>A falta de um editor de fotografia, um profissional que tenha cultura fotográfica, que impeça o mau uso da fotografia para não alterar seu significado e oriente melhor sua equipe de fotógrafos, também é um fator que acarreta na manipulação gratuita e inconsequente.</p>
<p>Acreditamos, também, que a herança cultural e suas respectivas formas de apropriação da fotografia pela imprensa brasileira a partir de 1900 é outro dado que influenciou diretamente a produção e manipulação de suas imagens. No entanto, o advento da fotografia editorial brasileira e seus respectivos usos e atribuições no processo de desenvolvimento social e conquistas das novas classes no cenário econômico e político, a partir das primeiras décadas do século XX,.</p>
<p>O jornalismo impresso contemporâneo caracteriza-se como um produto cultural industrializado, cuja função mercadológica se justifica pela constante preocupação com a precisão da informação.</p>
<p>Este produto impresso, como qualquer gênero de primeira necessidade, atende a um segmento do mercado, com o qual se relaciona diretamente, pois veicula informações estritamente direcionadas à vida de seu consumidor final, o leitor.</p>
<p>Estes dados precisam ser facilmente consultáveis e manipuláveis, suprindo a lacuna deixada pela mídia eletrônica, como é o caso das tabelas, cotações, programações e outros dados. Uma das qualidades essenciais do jornalismo impresso é proporcionar a retenção das informações. Desta forma, é necessário que a informação tenha sido previamente versada, bem detalhada, e possivelmente acompanhada de uma análise. O mosaico de estilos, destituído do conteúdo diferenciado, não encontra espaço dentro deste tipo de processo, pois a própria dinâmica industrial condiciona a criatividade jornalística a se concentrar inteiramente no levantamento dos dados da matéria, e não na maneira de descrevê-la. Não só os textos se enquadram nessa perspectiva, como também a fotografia, o desenho e os gráficos.</p>
<p>O processo jornalístico tende a uma completa homogeneização. As regras são impostas aos jornalistas que delas não podem se afastar, para que o mercado já conquistado pelo veículo continue sendo satisfeito. Como exceções á regra, permanecem ainda as crônicas, os artigos assinados, e as colunas.</p>
<p>O padrão de qualidade de cada veículo é mantido pelos manuais de redação, cuja função principal é facilitar a compreensão do leitor, e ao mesmo tempo, aumentar seu grau de retenção nas informações veiculadas.</p>
<p>Assim, devemos considerar que os jornais diários apresentam, de imediato, duas características: são empresas comerciais que visam o lucro e portanto, devem estar em perfeita sintonia com seu mercado consumidor, e ao mesmo tempo desempenham papel político capital no contexto global da sociedade.</p>
<p>A manipulação da informação pode ser vista como o veículo se auto-conceitua, como ele aponta sua ideologia na própria foto, nas manchetes, nos títulos, artigos e legendas. É uma imagem geralmente antecipada do conceito que ele tem da realidade apreendida, respaldada no seu mercado leitor e interagida por ele.</p>
<p><strong>Enio Leite<br />
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