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	<title>Fotografia DG - As melhores dicas de fotografia &#187; Cursos</title>
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	<description>Se pretende estar actualizado em relação ao mundo da fotografia não deixe de conhecer e visitar o Fotografia DG, temos muitas dicas e notícias à sua espera!</description>
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		<title>eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia disponível para download</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 20:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Finalmente o eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia está disponível para download gratuito, espero que gostem, pois foi feito com muita dedicação e carinho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É chegada a hora, foram longas semanas, com muitos artigos publicados, muitos comentários respondidos, muita conversa no twitter com os amigos e novos seguidores que conheci, e que me conheceram graças a esta série de artigos, e finalmente o <strong>eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia</strong> está disponível para download gratuito, espero que gostem, pois foi feito com muita dedicação e carinho.</p>
<p style="text-align: center;" align="center"> <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/157-ganhar-dinheiro-na-fotografia.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7450 colorbox-7448" title="eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/07/capa-ebook-mkt-450x604.jpg" alt="capa ebook mkt 450x604 eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia disponível para download" width="252" height="338" /></a></p>
<p>Este trabalho só foi possível graças ao apoio de algumas empresas, que anunciaram no eBook e ofereceram prêmios para as promoções que realizamos, assim gostaria de agradecer imensamente ao <a target="_blank" href="http://www.iif.com.br/" target="_blank">Instituto Internacional de Fotografia – IIF</a>, às revistas <a target="_blank" href="http://www.fotografodigital.com.br/" target="_blank">Digital Photographer Brasil</a>, <a target="_blank" href="http://www.photoshopcreative.com.br/">Photoshop Creative</a> e <a target="_blank" href="http://zoomfp.com/">Zoom</a>, à <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/">loja Fotografia DG</a>, ao site <a target="_blank" href="http://www.photopro.com.br/">Photopro</a> e à escola <a target="_blank" href="http://www.riguardare.com.br/">Riguardare</a>.</p>
<p>Também não poderia deixar de agradecer às centenas de amigos e leitores que divulgaram os artigos em redes sociais, que participaram das promoções e que fizeram com que este eBook fosse, desde o lançamento dos artigos, um grande sucesso, obrigado a todos!</p>
<p>Por fim, um agradecimento especial ao <a target="_blank" title="Entrevista com Diogo Guerreiro, mentor do Fotografia DG" href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-diogo-guerreiro/" target="_blank">Diogo Guerreiro</a>, idealizador e editor aqui do <a href="http://www.riguardare.com.br/">Fotografia DG</a>, pois sem este espaço fantástico para divulgação e discussão da fotografia, não teríamos nada disso.</p>
<p>Mas antes de finalizar este artigo, temos o resultado de nossa última promoção! Os 2 vencedores de bolsas integrais da Riguardare são:</p>
<p>Vencedor(a) do curso Básico da Riguardare: @<a target="_blank" href="http://twitter.com/paulinhaleal_1" target="_blank">paulinhaleal_1</a><br />
Link do sorteio: http://sorteie.me/1Rc9sD</p>
<p>Vencedor(a) do curso de Lightroom da Riguardare: @<a target="_blank" href="http://twitter.com/LeilaAzevedo" target="_blank">LeilaAzevedo</a><br />
Link do sorteio: http://sorteie.me/1Rca4j</p>
<p>E obviamente não posso esquecer o link para download do eBook! Sendo assim, o <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/157-ganhar-dinheiro-na-fotografia.html" target="_blank">eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia</a> encontra-se disponível para donwload (via compra grátis) na loja do <strong>Fotografia DG</strong>, <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/157-ganhar-dinheiro-na-fotografia.html" target="_blank">clique aqui para comprar</a>.<strong><br />
</strong></p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.fotografia-dg.com/ebook-ganhar-dinheiro-na-fotografia-disponivel-para-download/"  data-text="eBook Ganhar Dinheiro na Fotografia disponível para download" data-count="horizontal" data-via="fotografiadg"></a>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 11/11</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 22:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[conclusao]]></category>
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		<category><![CDATA[vida do fotógrafo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos em um mercado bastante competitivo, no qual a cada dia existem mais fotógrafos disputando espaço e com clientes cada vez menos dispostos a perder dinheiro com maus profissionais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Conclusões</h2>
<p>Vivemos em um mercado bastante competitivo, no qual a cada dia existem mais fotógrafos disputando espaço e com clientes cada vez menos dispostos a perder dinheiro com maus profissionais. Além disso existem profissionais com práticas comerciais no mínimo questionáveis, e em muitos casos condenáveis em termos de <a title="Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 9/11" href="http://www.fotografia-dg.com/etica/">ética</a> e respeito, tanto aos clientes como aos outros fotógrafos.</p>
<p>Neste cenário percebemos a grande importância do <strong>marketing na vida do fotógrafo</strong>, e também de qualquer outro profissional de imagem como cinegrafistas, designers e ilustradores, entre outros.</p>
<p>A  função do marketing não é enganar clientes, mas sim ajudar o profissional a encontrar os clientes certos para seu serviço e fazer com que todos ganhem, o cliente ganhará ao ter o melhor prestador de serviço pelo preço mais justo e você ao ter clientes que irão valorizar seus potenciais e qualidades, pagando o valor honesto em troca.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7412 colorbox-7408" title="Firenze" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/07/Firenze006pbpq.jpg" alt="Firenze006pbpq Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 11/11" width="338" height="500" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Escultura Perseu segurando a cabeça de Medusa,<br />
do escultor italiano Benvenuto Cellini, em Florença, Itália.</h6>
<p>Ao longo dos últimos tópicos, passamos pelos seguintes pontos:</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/ser-patrao-funcionario/" target="_blank">Ser patrão e funcionário ao mesmo tempo</a></strong> &#8211; com as questões importantes sobre como lidar com as pressões diárias da vida de fotógrafo, e como obter equilíbrio nas contas e assim lucrar mais;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/formacao-preco-fotografia/" target="_blank">Formação de preço</a></strong> &#8211; algo complexo para muitos fotógrafos, pois de forma geral o fotógrafo é um artista, foi atraído para esta atividade por gostar de artes visuais, de exercer uma atividade criativa e estimulante, e com certeza não é uma pessoa tão afeita a fazer planilhas e cálculos, mas seja como for, uma boa planilha salva um fotógrafo da falência, calcule seus custos e forme seu preço com base em dados e não em “achismos”;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/posicionamento-mercado-para-fotografos/" target="_blank">Posicionamento de mercado</a></strong> &#8211; a pedra fundamental do sucesso de qualquer negócio é seu correto posicionamento, uma análise cautelosa e isenta aqui é fundamental, se você tiver dificuldades neste ponto, não pense duas vezes em buscar ajuda de uma consultoria de marketing, isso pode lhe custar algum dinheiro, mas vai lhe render muito mais no decorrer do tempo;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/o-valor-que-voce-se-da-e-o-valor-que-os-clientes-dao-a-voce/" target="_blank">O valor que você se dá e o valor que os clientes dão a você</a></strong> &#8211; aqui lidamos com o ego, fotógrafos muitas vezes acham que são muito bons, e muitas vezes são mesmo, mas isso não quer dizer que os clientes os vejam dessa forma, assim calibrar o ego e a percepção dos clientes é importante, sem isso ficamos sempre frustrados ao ver profissionais menos capacitados ou habilitados que nós conquistando clientes que gostaríamos de ter;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/promocoes-suicidas/" target="_blank">Promoções suicidas e outras formas <em>kamikaze</em> de marketing</a></strong> &#8211; aqui não tem o que dizer, fotógrafo que faz promoção em <em>sites</em> de compra coletiva perdem dinheiro, muitas vezes levados pelo desespero e por dívidas, acabam seguindo mais rápido para a falência, não façam isso, sejam estratégicos, tenham bom planejamento e só façam promoções que sejam amparadas pela sua estratégia e pelo seu posicionamento de mercado;</p>
<p>-  Ainda sobre promoções em sites de compra coletiva, vale citar um exemplo que vi enquanto fechava este artigo, de um fotógrafo com bom nome e bastante tempo no mercado que anunciava ensaios fotográficos de R$800,00 por R$200,00, constava no anúncio que a duração de cada ensaio era de uma hora. Considerando que o site de compras coletivas fica com uma parte do rendimento e que ele ainda teria que pagar um profissional de maquiagem e cabelo (constava no anúncio), podemos imaginar que o fotógrafo iria ganhar no máximo R$100,00 por ensaio. Se trabalhar 10 horas por dia fará 8 ou 9 ensaios, que renderão portanto entre R$800,00 e R$900,00 por dia. Sendo ele um profissional antigo e com bom portfolio de clientes, se ficasse esse mesmo dia inteiro no telefone falando com clientes e vendendo seu trabalho, certamente iria faturar bem mais, pois uma diária de um fotógrafo de publicidade conhecido gira facilmente em torno dos R$1500,00 a R$2500,00 fora o que ganha com licenças de uso, é só mais uma prova da ineficácia dessas promoções;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/tecnicas-negociacao/" target="_blank">Técnicas de Negociação</a></strong> &#8211; sem negociação não há trabalho, e num mercado cada vez mais sedento por resultados rápidos e que custem pouco, as negociações se tornam mais difíceis, quanto mais preparado você estiver, melhores serão seus resultados;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/orcamento-fotografia-como-fazer/" target="_blank">Preparação de Orçamentos</a></strong> &#8211; canso de ver fotógrafos que passam valor por telefone e mal anotam em um papel sobre a mesa, e perdem a oportunidade de usar o orçamento como um reforço na publicidade e na negociação para venda. Um bom orçamento, bem escrito e com visual chamativo irão ter destaque sobre os outros;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/etica/" target="_blank">Ética profissional</a></strong> &#8211; sem ética você não é um profissional, todos devemos adotar o lema “o mercado só será melhor quando todos formos melhores”. Comece hoje e não se dobre nunca, vale a pena, e lembre-se de que suas práticas comerciais não afetam só a você, mas a toda uma classe profissional;</p>
<p>-  <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/analise-marketing-metricas-ferramentas/" target="_blank">Análise de Marketing, métricas, ferramentas etc.</a></strong> &#8211; tudo o que precisamos para corrigir posicionamento e ver nossa realidade de mercado de forma isenta e clara, sem análise não há como ter um plano de carreira na fotografia pois não se pode projetar metas e crescimento sem dados que sustentem essas mudanças, novamente, em caso de dificuldades nessa área, contrate um especialista, os ganhos financeiros que virão depois irão compensar o investimento. Outra alternativa é capacitar-se em marketing através de bons cursos, normalmente boas faculdades de marketing tem cursos livres de curta duração e que podem lhe ajudar nessa tarefa;</p>
<p>-  <strong>Observações sobre o mercado e conclusões</strong>: Estamos aqui neste momento.</p>
<p>Ao passar por estes tópicos muitos poderão perceber suas fraquezas, não dominar marketing inclusive é uma fraqueza grave para qualquer profissional, e ao identificar essas fraquezas e de alguma forma tentar corrigí-las poderão ter um melhor posicionamento e serem mais competitivos no mercado, que por sinal é um dos mais brutais que existem, com muitos profissionais que fazem qualquer coisa para derrubar seus concorrentes e ludibriar clientes, e que para completar não tem regras definidas pois não há legislação que determine coisas simples como uma tabela mínima de preços ou uma formação mínima necessária.</p>
<p>O que deve nos diferenciar é nossa capacidade artística e nossa adequação em termos de estilo aos objetivos dos clientes, temos que rumar para um mercado no qual ética não seja diferencial, mas uma constante, onde respeito e transparência não sejam qualidades únicas mas coletivas de todos os participantes do mercado. Repito, o mercado será melhor quando todos formos melhores.</p>
<p>Espero que tenham gostado desta série de artigos, que agora chega ao fim e logo poderá ser baixada como um e-Book. Mas antes disso, temos uma nova promoção.</p>
<p>O <strong>Fotografia DG</strong>, em parceria com o <strong><a target="_blank" href="http://vernaglia.photoshelter.com/" target="_blank">Estúdio Vernaglia</a></strong> e com a <a target="_blank" href="http://www.riguardare.com.br/riguardare/welcome.html" target="_blank"><strong>Riguare</strong></a> irá sortear DUAS bolsas de estudo para DOIS cursos da escola. <strong>Sortearemos uma bolsa de 100% de desconto no Curso Básico de Fotografia da Riguardare</strong>, que poderá ser realizado tanto em turma de meio de semana como de final de semana, <strong>e uma bolsa de 100% para o curso de Lightroom</strong>!</p>
<p>Para concorrer ao curso básico da Riguardare você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> , do <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a> e da <a target="_blank" href="http://twitter.com/#!/Riguardare" target="_blank">@Riguardare</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Sigo @fotografiadg e @VernagliaJr e quero MUITO o Curso Básico da @Riguardare http://kingo.to/INa</strong></p>
<p>Já para concorrer ao curso de Lightroom da Riguardare você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> , do <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a> e da <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/Riguardare" target="_blank">@Riguardare</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Seguindo @fotografiadg e @VernagliaJr e torcendo para ganhar o Curso Lightroom da @Riguardare  http://kingo.to/INb</strong></p>
<p>Você pode concorrer a um ou aos dois cursos, para concorrer aos dois basta fazer os dois tweets, não se esqueça de colocar a frase inteira, incluindo o link que segue no final da frase. O sorteio será realizado pelo sorteie.me e o(s) vencedor(es) vai ser divulgado no dia 18/07 no twitter e aqui no FotografiaDG junto com o lançamento do eBook que reúne todos estes artigos. Pode participar até à hora do sorteio.</p>
<p>Participe, não perca esta chance!</p>
<p>Mas antes de irmos embora temos o vencedor da promoção anterior para anunciar. É com enorme felicidade que vamos oferecer o <strong>DVD “A Arte da Imagem Conceitual” do #Photopro</strong> a @onmyonw, PARABÉNS!! (Link do sorteio:sorteie.me/1QAU1b)</p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 10/11</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 22:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ferramentas de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[PFOA]]></category>

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		<description><![CDATA[Não existe bom trabalho de marketing, em nenhuma área, sem o uso de ferramentas de acompanhamento e controle para que você possa estabelecer metas, verificar seus resultados, corrigir erros de posicionamento entre tantos outros benefícios trazidos por essas ferramentas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após falarmos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/etica/" target="_blank">ética</a>, no artigo anterior, vamos agora a um tema bem prático e necessário, tão necessário quanto a ética profissional, que são boas ferramentas de marketing.</p>
<h2>Análise de Marketing, métricas, ferramentas etc.</h2>
<p>Não existe bom trabalho de marketing, em nenhuma área, sem o uso de ferramentas de acompanhamento e controle para que você possa estabelecer metas, verificar seus resultados, corrigir erros de posicionamento entre tantos outros benefícios trazidos por essas ferramentas.</p>
<p>Não vou aqui fazer um tratado sobre isso, pois existem incontáveis cursos e livros completos e interessantes dentro deste tema, mas citarei duas ferramentas que utilizo com grande frequência e que auxiliam em meu dia a dia.</p>
<p>A primeira se chama análise SWOT, conhecida no Brasil como PFOA, a segunda é o <em>Google</em> <em>Analytics</em>. Ambas gratuitas e fáceis de usar, sendo que a primeira atuará em seu negócio como um todo, a segunda sobre suas estratégias de promoção e divulgação na internet.</p>
<p>A SWOT, ou PFOA, tem seu nome derivado de <strong>P</strong>otencialidades (<strong><em>S</em></strong><em>trengths</em>), <strong>F</strong>raquezas (<strong><em>W</em></strong><em>eaknesses</em>), <strong>O</strong>portunidades (<strong><em>O</em></strong><em>pportunities</em>) e <strong>A</strong>meaças (<strong><em>T</em></strong><em>hreats</em>).</p>
<p>Os fatores que compõe a SOWT tem tanto origem no mercado (externos ao seu trabalho como fotógrafo), como internos (suas habilidades, técnica, nome, fama, preço, localidade em que atende, seus 4Ps etc.). Esses dados são distribuídos em um gráfico de forma que possam ser confrontados frente a frente. Veja o gráfico a seguir para detalhes de como montar uma SWOT:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7359 colorbox-7357" title="SWOT" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/07/SWOT_pt.jpg" alt="SWOT pt Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 10/11" width="619" height="581" /></p>
<p>Este gráfico encontra-se na <em><a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:SWOT_pt.svg">Wikipedia</a></em>, de autoria de Julio Reis, e que já separou quais fatores são do ambiente externo e interno, bem como aquilo que é positivo e negativo dentro da analise, e no exemplo dele o Potencialidades foi traduzido como Forças, mas estamos falando das mesmas coisas.</p>
<p>O preenchimento da matriz de análise é simples, comece com suas potencialidades, digamos que você seja um fotógrafo muito técnico, capaz de atender à clientes que tem especificações complexos sobre a fotografia, por exemplo na fotografia publicitária, isso é um potencial seu, por outro lado, seu preço é alto frente à seus concorrentes, o que é uma fraqueza.</p>
<p>Essas duas características colocadas, uma nas potencialidades e outra nas fraquezas, devem ter um eco em termos de mercado, assim, na linha das oportunidades você pode encontrar que em sua cidade existe um grande número de agências de publicidade e que podem ter interesse em seu potencial de ser um fotógrafo muito técnico e capaz de resolver muitas situações fotográficas diferentes, e no campo das ameaças você pode descobrir que por ser uma cidade grande, há também muitos fotógrafos disputando exatamente a mesma fatia de mercado que você.</p>
<p>Ao citar tudo o que você tem de bom nas potencialidades e tudo que você tem de ruim nas fraquezas, você deve observar o mercado e encontrar para quais oportunidades de mercado você tem uma potencialidade a oferecer, e para cada ameaça de mercado, como você irá se defender minimizando suas fraquezas.</p>
<p>Imagine que você descobre uma oportunidade de mercado, como por exemplo um nicho ainda pouco explorado, e percebe que sua concorrência não tem as potencialidades para atender esse nicho, aí está uma situação de mercado na qual mesmo cobrando um pouco mais que os outros, você conseguirá espaço para atuar.</p>
<p>Lembre-se de sempre colocar as potencialidades de sua concorrência no campo das ameaças, pois sem conhecer sua concorrência você criará uma situação ideal em sua cabeça mas que não encontrará eco no mercado.</p>
<p>Faço essa análise mensalmente e sempre encontro nela uma resposta para algo que eu deva melhorar, seja na identificação de oportunidades de mercado, na melhoria dos meus serviços ou na melhor proteção contra meus concorrentes.</p>
<p>Vamos ao <em><a target="_blank" href="http://www.google.com/analytics/">Google Analytics</a></em>. Ao criar uma conta para seu <em>site</em> nesse serviço e seguir os procedimentos para que o <em>Analytics</em> consiga ver e medir os dados de seu <em>site</em>, ele poderá então lhe mostrar uma infinidade de dados, desde sua visitação em termos geográficos (de que países e cidades chegam visitas a seu <em>site</em>), passando por quanto tempo cada visitante fica em seu <em>site</em>, quais páginas são mais acessadas, a distribuição entre novos e velhos visitantes e até quais dias da semana apresentam melhores ou piores taxas de visitação.</p>
<p>Em meu modo de ver, o melhor uso do <em>Analytics</em> se dá quando colocado em comparação ao posicionamento de mercado (os 4Ps) e com a análise SWOT. Vou explicar melhor.</p>
<p>Ao fazer uma análise SWOT você percebeu que em sua cidade existem poucos fotógrafos especializados em fotografia publicitária (por exemplo, pode ser que hajam poucos fotógrafos de eventos e assim por diante) e que há demanda para esse serviço, temos aqui a oportunidade. Aí em seu posicionamento você define sua Praça como sua cidade e arredores, para poder explorar a Oportunidade detectada. Isso determinará seus esforços de Promoção para poder dominar o citado mercado.</p>
<p>Feito isso, você acompanha os resultados no <em>Analytics</em> pois nele poderá ver se a taxa de visitas em seu <em>site</em> sobe na região pretendida ao longo de seus esforços de divulgação, por exemplo ao fazer um anúncio em uma revista e ver se no dia da publicação e no dia seguinte há  um aumento de visitação, se não houver, sua Promoção não surtiu resultados e você não precisará insistir nesse modelo jogando dinheiro fora em uma mídia que não está lhe ajudando.</p>
<p>Esse é só um exemplo, existem outros milhares e seria impossível tratar de tudo aqui.</p>
<p>Recomendo essas ferramentas, SWOT e <em>Analytics</em>, pois elas são bastante fáceis para implementar e gratuitas, existem outras centenas, ou milhares no mercado, temos ferramentas para controlar e verificar nossa influência e potencial em mídias sociais, outras para mapear o retorno financeiro do investimento em publicidade e assim por diante, mas creio que fotógrafos sem experiência em marketing tem grande chance de se perder com tantos números sem saber o que fazer com eles, já com a SWOT e o <em>Analytics</em> temos maneiras mais concretas para cruzar dados simples e extrair respostas e resultados.</p>
<p>Se você ainda não faz esse tipo de controle, comece hoje a desenhar suas matrizes de analise, inscreva-se no <em>Google</em> <em>Analytics</em>, pois enquanto você não faz isso, alguém está fazendo e tomando espaços de mercado que poderiam ser seus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos vemos em breve com as conclusões desta série de artigos sobre marketing para fotógrafos, mas antes, temos a continuidade da nossa promoção! Você pode ganhar 1 <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/photoshop/76-photoshop-e-fotografia-a-arte-da-imagem-conceitual.html">DVD Photoshop® &amp; Fotografia – A Arte da Imagem Conceitual</a> por <a target="_blank" href="../entrevista-alexandre-keese/">Alexandre Keese</a> e Brasilio Wille! Uma oferta Photopro.</p>
<p>Para concorrer ao DVD da Photopro você deve seguir estes 3 perfis no Twitter: <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/fotografiadg">@fotografiadg</a> , <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/AleKeese">@AleKeese</a> e <a target="_blank" href="http://twitter.com/#%21/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> . Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Esse DVD “A Arte da Imagem Conceitual” do #Photopro tem que ser meu! @fotografiadg @AleKeese @VernagliaJr <a target="_blank" href="http://kingo.to/HUp">http://kingo.to/HUp</a></strong></p>
<p>Participe!</p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 9/11</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 21:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro na fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Não posso escrever uma série de artigos sobre marketing e vendas para fotógrafos se não incluir a ética. Embora um fotógrafo “possa” atuar profissionalmente no mercado sem pensar nisso, não teremos um mercado sadio e bom para todos os seus participantes sem ética.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falamos anteriormente sobre <a target="_blank" title="Orçamento de Fotografia: como fazer" href="http://www.fotografia-dg.com/orcamento-fotografia-como-fazer/" target="_blank">orçamentos</a>, se você perdeu, veja nosso <strong>artigo anterior</strong> neste tema. Também tratamos de outros temas muito importantes como<strong> <a href="../formacao-preco-fotografia/">formação de preços</a></strong>, <strong><a target="_blank" href="../posicionamento-mercado-para-fotografos/">posicionamento de mercado</a></strong>, <strong><a target="_blank" href="../o-valor-que-voce-se-da-e-o-valor-que-os-clientes-dao-a-voce/">valor</a></strong>, <strong><a target="_blank" href="../promocoes-suicidas/">promoções</a></strong> e muito mais. E vamos agora à <strong>ética</strong>.</p>
<h2>Ética</h2>
<p>Não posso escrever uma série de artigos sobre marketing e vendas para fotógrafos se não incluir a ética. Embora um fotógrafo “possa” atuar profissionalmente no mercado sem pensar nisso, e inclusive considerando que o comportamento ético possa levar o fotógrafo a perder alguns negócios em potencial, mesmo assim considero que sem ética não existe justiça e sem ela, não teremos um mercado sadio e bom para todos os seus participantes.</p>
<p>Ética refere-se à correção das práticas comerciais, penso que o assunto possa ser melhor explorado por exemplos e casos reais do que por teorias.</p>
<p>O primeiro aspecto que gostaria de citar é o do fotógrafo iniciante que começa a montar seu portfolio. É bastante comum que nesse estágio o fotógrafo frequente <em>workshops</em> para melhorar suas habilidades e técnicas, e nesses cursos é comum que o professor prepare uma luz e oriente os alunos em alguma prática fotográfica. Até aqui, tudo normal.</p>
<p>O que costuma separar os bons dos maus profissionais vem depois de encerrado o <em>workshop</em>, os bons colocam as fotos feitas no curso em seus <em>sites</em> ou <em>blogs</em> e ali citam que a luz e direção geral são do fotógrafo que ministrou o curso, os demais apenas colocam as fotos como se tudo ali fosse fruto de suas habilidades, o que obviamente não é o caso. Assim sendo, a boa prática recomenda que o fotógrafo dê crédito a quem de fato merece, se não quiser colocar os créditos, não publique fotos que não são de sua inteira autoria.</p>
<p>O respeito irrestrito à autoria é um pressuposto profissional, assim, se você se inspirou no trabalho de alguém para compor o seu trabalho, seja no caso do <em>workshop</em> que citei no parágrafo anterior, ou seja na composição de uma imagem para seu portfolio, credite o original e exija ser creditado sempre, crédito é uma obrigação legal, mais do que um simples direito.</p>
<p>Vamos a outra situação comum, embora deplorável em termos de ética. Fotógrafo se finge de cliente e liga para outro profissional para tentar descobrir seu preço, alguns fazem isso quando recebem pedidos de orçamento para os quais não estão preparados e não sabem quanto cobrar, seja qual for o motivo, não faça isso, é absolutamente errado.</p>
<p>Crie uma agenda de contatos com outros profissionais, ao frequentar cursos e redes sociais você fará isso com facilidade, e quando aparecer a situação para o qual você ainda não está preparado, peça ajuda honestamente e receberá essa ajuda, mas nunca prejudique outro profissional com mentiras. Eu já pedi ajuda a outros profissionais e já recebi pedidos de ajuda, sempre recebi e retribui pois houve transparência e honestidade nessas trocas de informação, fazendo assim, todos ganham e o mercado evolui.</p>
<p>Neste mundo da fotografia já vi um pouco de tudo, outra atitude mais do que lamentável foi a de um fotógrafo que conheci e que trabalhava em um grande laboratório fotográfico. Ali ele via trabalhos que outros fotógrafos levavam para revelar ou ampliar, verificava se haviam nomes de empresas visíveis nas fotos e ligava para as mesmas oferecendo seus serviços. Não preciso alongar comentários sobre o quanto isso é errado, mas vale dizer que essa pessoa hoje está falida, não tem alunos em seus cursos e não consegue sequer um trabalho como assistente de outros fotógrafos.</p>
<p>Chegamos ao caso das concorrências combinadas. Grandes empresas e agências de publicidade utilizam-se de concorrências para escolher fornecedores em determinados trabalhos. Muitas vezes o diretor de arte tem um fotógrafo de sua preferência e quer realizar o trabalho com ele, mas instâncias superiores o obrigam a pegar mais de um orçamento e levar ao departamento de compras para que o profissional seja escolhido.</p>
<p>O que acontece então? O solicitador do orçamento solicita ao fotógrafo que o mesmo indique dois amigos profissionais, e pede que os mesmos enviem orçamentos mais altos que o do primeiro profissional para que a compra seja fechada em favor do primeiro.</p>
<p>Neste caso a atitude antiética partiu do cliente, mas a mesma será referenciada pelos três fotógrafos envolvidos caso eles aceitem participar. Em um caso assim, se o fotógrafo se recusar a indicar os dois amigos, ou o cliente dá um jeito internamente nessa questão ou ele procura outro profissional de sua confiança que aceite esse grau inferior de ética, ou ainda dá o braço a torcer e atua eticamente e pede orçamentos da forma correta a outros profissionais que tenha em sua agenda e deixe a concorrência acontecer segundo as regras de mercado, no qual o melhor custo x benefício irá ganhar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone colorbox-7346" title="Escultura “Mão”, de Oscar Niemeyer, localizada na Praça Cívica do Memorial da América Latina." src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/Memorial-America-Latina-002pq-619x341.jpg" alt="Memorial America Latina 002pq 619x341 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 9/11" width="619" height="341" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Escultura “Mão”, de Oscar Niemeyer, localizada na<br />
Praça Cívica do Memorial da América Latina.</h6>
<p>Seja ético e não participe de concorrências com cartas marcadas, você perderá negócios e clientes fazendo isso, mas é um preço que se paga por ser correto. Acredite, ninguém morre de fome por não aceitar esse tipo de trabalho.</p>
<p>Outro comportamento antiético as vezes surge pela falta de conhecimento do fotógrafo, especialmente na questão da formação de preços. Ao cobrar muito baixo por um trabalho, um fotógrafo está prejudicando toda a classe profissional pois cria nos clientes a sensação de que fotografia é algo sem valor nem importância, e isso é ruim para o fotógrafo que originalmente cobrou pouco, e para todos os outros que sofrerão pressão para que baixem seus preços, assim sendo, lembre-se de como calcular seus custos e cobrar um preço justo, pois isso ajudará a todos no mercado. Há uma impressão de que ao cobrar abaixo da média de mercado o profissional só prejudica a ele mesmo, mas é um erro, aliás, é uma atitude individualista do fotógrafo achar que o preço que ele pratica é um problema apenas dele. Cada um de nós está inserido em uma sociedade, e em uma classe profissional, assim devemos sim algo a esta sociedade e a esta classe pois as atitudes individuais tem reflexos no todo da sociedade.</p>
<p>Não posso terminar um artigo sobre ética sem falar em propinas. Infelizmente no Brasil a prática de cobrança e pagamento de propinas é tão frequente e amplamente distribuída em todas as camadas sociais e profissionais que muitas vezes a prática até parece normal ou aceitável, mas não é.</p>
<p>Receber uma porcentagem qualquer ou um valor por qualquer coisa que não seja o seu trabalho não é ético, assim, se uma gráfica lhe oferece 5% do valor do orçamento de um trabalho para que você feche o trabalho com eles, embora 90% das gráficas façam isso, não é correto pois seu cliente estará pagando 5% mais caro pelo trabalho da gráfica para que você receba essa porcentagem, cobre o justo pelo seu trabalho e diga para a gráfica descontar os 5% do cliente, assim todos ganham.</p>
<p>Isso vale para tudo, quem trabalha no ramo de casamentos está cansado de ver propinas para todos os lados, existem igrejas que só permitem certos fotógrafos em seus ambientes, isso por que estes “escolhidos” pagam taxas para a igreja. Existem decoradores, <em>buffets</em>, DJs e muitos outros pagando e cobrando propinas de todos os tipos e valores e não podemos dizer ou aceitar que isso simplesmente seja assim e pronto.</p>
<p>Cada profissional deve ser contratado pela qualidade de seu trabalho, e indicado para outros pela qualidade, não por questões de valores.</p>
<p>Assim, se alguém lhe disser algo como “eu te indico para esse trabalho, coloque 10% para mim no preço”, mesmo correndo o risco de perder o trabalho, não faça isso. Se alguém ligar pedindo orçamento e já falar algo como “não esqueça dos nossos 20%”, uma frase comum quando agências de publicidade pedem orçamento, novamente, não faça isso, ninguém é obrigado a conviver com isso e os clientes são prejudicados por essas práticas.</p>
<p>O mercado só irá mudar e melhorar quando todos os fotógrafos atuarem de forma ética, tanto respeitando seus clientes como os outros fotógrafos. Todos tem muito a ganhar com práticas comerciais respeitosas e leais, faça sua parte, tenha a coragem de ser ético.</p>
<p>Num dado ponto de minha carreira decidi que não iria mais pagar comissão, ou melhor, propina, para ninguém, como sempre atuei no mercado publicitário era muito comum receber pedidos de orçamento já citando a inclusão de uns 10% ou 20% para a agência, comecei a dizer que não pagaria, lógico que perdi clientes. garanto que eles não fizeram falta, os clientes que tenho hoje são mais, melhores e maiores do que os que eu tinha naquele período, e que valorizam a ética e as boas práticas comerciais. Consigo oferecer preços mais competitivos pois meus fornecedores dão descontos por não terem que pagar nenhuma propina, assim quando orço para um cliente um trabalho que inclua o serviço de uma gráfica, esta poderá dar um preço menor ao cliente e assim por diante, num ciclo virtuoso onde todos ganham.</p>
<p>É preciso aqui separar comissão de venda, que não é propina, se alguém trabalha para fazer uma venda, consegue o cliente, faz reuniões, negocia, perde todo o tempo vendo todos os detalhes do fechamento do trabalho e você só entra no final para fazer o trabalho fotográfico, essa pessoa que fez a venda deve receber por isso, assim como um agente comercial que o represente. O que não é normal é a comissão ser condicional de trabalho, ou seja, só fornece para aquele cliente se pagar, só trabalha naquela igreja se pagar, isso tudo é propina e é errado, mas comissão de venda é a remuneração pelo trabalho de quem vendeu o seu serviço.</p>
<p>Saiba separar as coisas, seja ético e você não se arrependerá. Nos vemos em breve, o próximo artigo falará sobre ferramentas de análise de marketing úteis para fotógrafos.</p>
<p>Mas antes, temos mais uma promoção! Você pode ganhar 1 <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/photoshop/76-photoshop-e-fotografia-a-arte-da-imagem-conceitual.html" target="_blank">DVD Photoshop® &amp; Fotografia &#8211; A Arte da Imagem Conceitual</a> por <a title="Entrevista a Alexandre Keese" href="http://www.fotografia-dg.com/entrevista-alexandre-keese/" target="_blank">Alexandre Keese</a> e Brasilio Wille! Uma oferta Photopro.</p>
<p>Para concorrer ao DVD da Photopro você deve seguir estes 3 perfis no Twitter: <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , <a target="_blank" href="http://twitter.com/AleKeese">@AleKeese</a> e <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> . Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Esse DVD &#8220;A Arte da Imagem Conceitual&#8221; do #Photopro tem que ser meu! @fotografiadg @AleKeese @VernagliaJr http://kingo.to/HUp</strong></p>
<p>Participe!</p>
<p>Mas antes de me despedir vou apresentar os 5 sortudos que ganharam 1 cupom na Loja do Fotografia-DG com 20% de desconto em produtos.</p>
<p>Os vencedores são:</p>
<ol>
<li>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/FellipeC" target="_blank">FellipeC</a></li>
<li>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/talitaelbert" target="_blank">talitaelbert</a></li>
<li>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/adriano_regiani" target="_blank">adriano_regiani</a></li>
<li>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/albertogsilva" target="_blank">albertogsilva</a></li>
<li>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/LeilaAzevedo" target="_blank">LeilaAzevedo</a></li>
</ol>
<p><strong>URL do Sorteio:</strong> <a target="_blank" href="http://sorteie.me/1Q1D2M" target="_blank">sorteie.me/1Q1D2M</a></p>
<p>Parabéns aos vencedores, nos vemos em breve, grande abraço, e não se esqueça que temos um DVD Photoshop® &amp; Fotografia &#8211; A Arte da Imagem Conceitual para oferecer.</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 8/11</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/orcamento-fotografia-como-fazer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=orcamento-fotografia-como-fazer</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 23:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro na fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento de Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[orcamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos fotógrafos não sabem fazer um orçamento, assim como muitos clientes não sabem o que pedir. Como esse problema é comum devemos tratá-lo com cuidado, separando pontos importantes que devem ser considerados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>No <strong>artigo anterior</strong> falamos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/tecnicas-negociacao/" target="_blank">técnicas negociação</a>, e um das peças importantes da mesma é seguramente o orçamento.</p>
<h2>Orçamento de Fotografia: como fazer</h2>
<p>Muitos fotógrafos não sabem fazer um <a title="Orçamento fotográfico" href="http://www.fotografia-dg.com/orcamento-fotografico/" target="_blank">orçamento</a>, assim como muitos clientes não sabem o que pedir. Como esse problema é comum devemos tratá-lo com cuidado, separando pontos importantes que devem ser considerados.</p>
<p>Antes de elaborar a proposta, ao receber um pedido de orçamento, o fotógrafo deve verificar algumas informações, que caso não estejam no pedido recebido, deverão ser obtidas preferencialmente por escrito (logicamente pode ser por e-mail, não precisa ser um documento registrado nem nada assim). As informações são:</p>
<h3>Quantidade</h3>
<p>Nunca devemos trabalhar um orçamento baseado em frases como “algumas fotos” ou “preciso de fotografias”, é necessário determinar quantidades de maneira exata. Esse fator influencia diretamente sobre o volume de trabalho, tanto durante a produção das fotos como no tratamento em computador. Se não for possível um número exato, pois muitas vezes nem o cliente sabe com precisão, ao menos uma aproximação deverá ser fornecida, para que o fotógrafo limite a quantidade descrita no contrato, assim, se o cliente fornecer algo como “mais ou menos cem produtos”, o fotógrafo colocará no contrato algo como “fotografia de no mínimo 90 e no máximo 110 produtos. E poderá incluir uma cláusula com preço de fotografias adicionais. Essa lógica serve para qualquer área, número de fotos num álbum de casamento, em um <em>book</em> de modelo etc.</p>
<h3>O que será fotografado</h3>
<p>Não basta saber se vamos fotografar produtos, lugares ou pessoas, mas que tipo de produto, quais lugares e quem são as pessoas, pois uma caneta é diferente de uma geladeira e um executivo é diferente de uma modelo internacional, assim como um casamento é diferente de um evento corporativo.</p>
<h3>Prazo</h3>
<p>É necessário ter clareza dos prazos de produção e entrega do material, preferencialmente com datas exatas, assim você sabe quando e por quanto tempo irá trabalhar enquanto o cliente tem tranqüilidade sobre quando receberá o trabalho.</p>
<h3>Forma de entrega</h3>
<p>Afotografia é um serviço e como tal não é nada se não for entregue em algum suporte ou mídia. É necessário especificar se a entrega será em DVD junto com provas impressas, apenas impressões sem uma mídia digital, um conjunto com várias coisas (álbum mais DVD mais vídeo na internet por exemplo) entre tantas possibilidades. Além disso, em caso de entrega de arquivos é necessário definir tamanho, resolução, modo e espaço de cor. De nada adianta falar em “arquivo em alta” se não informar o tamanho do arquivo, por exemplo 20x30cm de tamanho com 300 dpi de resolução.</p>
<h3>Uso das fotos</h3>
<p>Uma das fontes de remuneração dos fotógrafos é o uso em mídia de suas imagens. Se a foto será usada em revista, terá um preço, mas se for revista mais <em>site</em>, e-mail marketing, <em>banner</em> e catálogo, o valor sobe. Isso acontece pois o fotógrafo terá mais trabalho adequando arquivos a formatos, modos de cor e resoluções diferentes e pelo fato natural de que clientes com porte suficiente para grandes campanhas de mídia podem pagar mais do que uma micro empresa que fará uso limitado da foto. Muitos clientes se negam a fornecer um plano de mídia, neste caso o fotógrafo pode oferecer um preço por uma licença de uso ampla, logicamente mais cara do que para usos individuais e restritos.</p>
<h3>Referências</h3>
<p>Imagens que se assemelham ao resultado desejado devem ser anexadas ao pedido de orçamento. Elas são importantes pois permitem que o profissional quantifique o volume de serviço e compreenda estilo visual desejado pelo cliente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7277 colorbox-7276" title="Altino Arantes building, one of the highest buildings os the cit" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/07/Edifício-Altino-Arantes-619x419.jpg" alt="Edifício Altino Arantes 619x419 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 8/11" width="619" height="419" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Edifício Altino Arantes sendo sobrevoado por helicóptero,<br />
num momento em que dei a sorte de estar no lugar certo, na hora certa.</h6>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se você é fotógrafo, lembre desses pontos sempre que receber um pedido de orçamento, sem eles é impossível determinar os custos de um trabalho, o porte do mesmo e o tempo a ser empregado na tarefa, daí torna-se impossível determinar o preço do serviço.</p>
<p>Caso faltem informações pergunte tudo antes de elaborar sua proposta. Fazendo dessa forma todos ganham pois transparência em uma negociação é útil aos dois lados e faz com que não hajam contra-tempos nem dúvidas.</p>
<h3>Forma de pagamento</h3>
<p>Embora o orçamento não seja um contrato, ele em geral é o documento mais visto pelo cliente, que passa de mão em mão em departamentos etc, assim sendo, dados importantes do contrato devem constar no orçamento, isso inclusive evita surpresas e contra tempos na hora de discutir o contrato após a aprovação do orçamento.</p>
<p>O orçamento é também o lugar ideal para reforçar seus objetivos de negociação (<a href="http://www.fotografia-dg.com/tecnicas-negociacao/" target="_blank">vide artigo anterior</a>), assim, ao declarar as formas de pagamento, você pode reforçar questões que sejam importantes, se seu objetivo é ganhar fluxo de caixa no longo prazo (algo que acho muito recomendável para fotógrafos), indicar uma ou mais formas de parcelamento já no orçamento são interessantes.</p>
<p>Todas estas informações deverão constar do corpo do orçamento, mesmo que de forma resumida, e depois detalhada no contrato, mas é fundamental que as informações estejam sempre presentes, essa documentação protege o fotógrafo e o cliente caso algo dê errado e o trabalho acabe numa briga judicial, e mesmo que não chegue a tanto, servirá para tirar dúvidas dos dois lados quanto ao que será ou não feito pelo fotógrafo.</p>
<p>Uma dica final, só passe orçamento só por escrito, seja por e-mail ou fax, mas nunca por telefone, exatamente para ter tudo documentado pelos dois lados da negociação.</p>
<p>Pessoalmente gosto de elaborar um documento em formato PDF que envio aos clientes, nesse documento vão todas as informações pertinentes, os valores de cada serviço contratado pelo cliente, e imagens que ilustram o orçamento e se assemelham aos resultados desejados pelo cliente. Com uma diagramação e design interessantes, o documento serve como reforço de minha imagem profissional, incrementando a boa impressão que meu portfolio tenha causado e demonstrando interesse e profissionalismo de minha parte.</p>
<p>Outra coisa importante é o uso de planilhas, cada trabalho deve ter sua planilha, nela você lista custos, diária, licenças de uso etc. Isso faz com que a elaboração do orçamento seja rápida e que o fotógrafo não esqueça de nenhum item.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos vemos em breve, o próximo artigo falará sobre Ética na profissão, não perca!</p>
<p>Mas antes, lembre-se de nossa promoção! Você pode ganhar <strong>20% de desconto</strong> cada <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/">na loja do Fotografia DG!</a> São 5 cupons.</p>
<p>Para concorrer a um cupom você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> e o meu -  <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> &#8211; no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Lendo sobre marketing para fotógrafos e concorrendo a descontos e prêmios com o @FotografiaDG http://t.co/ShlhTzb</strong></p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 7/11</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 20:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro na fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas de Negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós negociamos o tempo todo em nossas vidas, é o que fazemos quando somos crianças e queremos um brinquedo no Natal, é o que praticamos quando na escola queremos jogar em uma determinada posição do campo ou desejamos estabelecer uma atividade de um trabalho em grupo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já vimos no <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/promocoes-suicidas/" target="_blank">artigo anterior</a></strong> os motivos pelos quais não devemos praticar promoções suicidas, vamos falar sobre negociação.</p>
<h2>Técnicas de Negociação</h2>
<p>Nós negociamos o tempo todo em nossas vidas, é o que fazemos quando somos crianças e queremos um brinquedo no Natal, é o que praticamos quando na escola queremos jogar em uma determinada posição do campo ou desejamos estabelecer uma atividade de um trabalho em grupo. Quando adultos a negociação é parte do nosso trabalho e sempre estará presente em tudo o que nos cerca.</p>
<p>Negociar nada mais é do que participar de um processo dinâmico no qual se busca um acordo que satisfaça necessidades e objetivos das partes envolvidas, no seu caso, <a title="Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 1/11" href="http://www.fotografia-dg.com/ganhar-dinheiro-fotografia/" target="_blank">ganhar dinheiro com fotografia</a>, no caso do cliente, resolver um problema que ele tenha.</p>
<p>O primeiro passo é definir o que queremos da negociação, a definição dos objetivos, pois ninguém deve entrar em uma negociação sem saber o que quer ter em mãos ao sair dela, e não devemos em mente ter apenas objetivos de curto prazo, como uma venda imediata.</p>
<p>Não que a venda imediata não seja um objetivo válido ou que seja menos importante, mas alguns prestadores de serviço parecem conhecer um só objetivo, que é o de fechar um negócio na hora da reunião e ganhar dinheiro sendo que existem dezenas de outros caminhos e objetivos para uma negociação.</p>
<p>Podemos objetivar metas financeiras, como fechar negócio no melhor preço para quem vende e no melhor valor para quem compra. Podem ser de relacionamento ao estabelecer um vínculo com a outra empresa visando o longo prazo, pode ser também o enriquecimento do portfolio e da carreira ao conquistar um cliente importante mas não necessariamente disposto a gastar muito. Por isso tudo, para cada objetivo imaginado, existem fatores que serão negociáveis ou não ao longo de uma reunião.</p>
<p>Imagine que você queira enriquecer seu portfolio e um cliente está abrindo uma oportunidade para isso, embora pouco lucrativa. Se você for muito rígido na questão do preço, talvez deixe de atingir seu objetivo ao perder a oportunidade de atender um cliente importante e que poderá ser usado como alavanca para conseguir outros clientes.</p>
<p>Por outro lado, imagine que seu objetivo é o de estabilizar suas finanças ganhando previsibilidade de suas contas no futuro, num caso assim o ideal é conseguir fechar o trabalho com um parcelamento mais longo, se paralelamente ao parcelamento você oferecer descontos, irá perder muito dinheiro, é melhor oferecer o parcelamento e uma vantagem não financeira junto, como por exemplo entregar mais fotos do que o combinado, com isso você ganha giro de capital no futuro e o cliente tem a vantagem das imagens extras, todos ganham.</p>
<p>Defina os objetivos, e com isso estabeleça o que é e o que não é negociável, entrar numa negociação sem ter isso em mente é um passo grande para o prejuízo. Assim, quando o cliente pedir alguma vantagem, você tem em mente o que oferecer em troca caso o que ele tenha pedido seja inegociável segundo seus objetivos.</p>
<p>Perceba que há negociações até numa reunião de apresentação de portfolio onde seus objetivos residem em causar boa impressão, em mostrar-se como alguém que soluciona os problemas da empresa e que assim poderá ter preferência em futuros contratos.</p>
<p>Saber onde quer chegar antes de entrar na reunião de negociação é fundamental, do contrário você começa sem rumo, o que o levará a adotar um comportamento reativo, agindo como se o potencial cliente fosse um inimigo, sempre se defendendo das proposições de seu &#8220;adversário&#8221; e perdendo grandes chances de negócio.</p>
<p>Os objetivos podem ser divididos em categorias, como prioritários, secundários e terciários, onde os últimos são os que você poderá abdicar facilmente sem prejuízos, os primeiros são aqueles para os quais não há possibilidade de abdicar, e os centrais acabam sendo a parte maleável da negociação.</p>
<p>É importante que o fotógrafo entre numa negociação com o espírito do ganha-ganha, não vendo seu cliente como um adversário a ser derrotado. A negociação ideal é a que fornece vantagens para os dois lados.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7251 colorbox-7249" title="Santa Ifigenia Viaduct, Sao Paulo, Brazil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/Viaduto-de-Santa-Ifigênia1-450x664.jpg" alt="Viaduto de Santa Ifigênia1 450x664 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 7/11" width="360" height="531" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Centro de São Paulo, com destaque para o Viaduto de<br />
Santa Ifigênia e suas laterais em estilo Art Nouveau</h6>
<p>Partimos agora para a preparação. Conhecer seu interlocutor é fundamental. Se for sua primeira reunião em uma empresa, como para apresentação de portfolio, <em>briefing</em> ou para uma concorrência, você deverá ter toda a informação possível sobre o potencial cliente.</p>
<p>Visite o <em>site</em>, conheça os produtos e serviços. Procure comunidades <em>online</em>, pesquise na mídia o que é dito a respeito da empresa, tente saber com quem será a reunião e qual posição essa pessoa ocupa na empresa, se é ela que decide a compra ou se é alguém que irá coletar dados para passar a quem decide. Isso não vale só para empresas, clientes diretos como noivos em véspera de casamento agem da mesma forma, muitas vezes os noivos vão pesquisar mas quem decide é outra pessoa, por exemplo caso o pai da noiva vá pagar pelo serviço ou outra situação em que a pessoa não decide a compra, procure descobrir isso</p>
<p>Caso o negociador não seja um decisor, tente levar a negociação para a possibilidade de uma reunião com quem decide, não despreze seu interlocutor só por que ele não decide, pois muitas vezes o decisor da compra irá pedir a opinião para o negociador, então cause boa impressão, venda seu argumento da melhor forma, mas tente a possibilidade de já deixar marcada uma reunião com quem decide.</p>
<p>Outro aspecto sobre a preparação para a negociação é perceber e compreender que o estilo visual diz muito sobre os valores e filosofias da empresa (e do cliente final, caso o mesmo não seja empresa), e também sobre a maneira que se comportam administrativamente. Por exemplo, uma empresa bastante organizada, muito limpa, na qual tudo parece no lugar, provavelmente irá se interessar por fornecedores igualmente organizados e metódicos, enquanto empresas mais libertárias, sem hierarquia muito aparente, com decoração mais extrovertida, podem tender a buscar fornecedores alinhados com esses valores. Entre outros exemplos possíveis.</p>
<p>De toda essa informação podemos imaginar ou prever como possivelmente nossos interlocutores irão agir durante uma negociação. Algumas horas de pesquisa irão lhe deixar melhor preparado para negociar.</p>
<p>Procure chegar adiantado, isso dará tempo para reconhecer o ambiente, observar as pessoas e perceber os humores e formas de relacionamento internos, veja o como todos se cumprimentam, a maneira de agir e a forma como se vestem. Perceba tudo isso como características da cultura da empresa ou do cliente que poderão lhe auxiliar com o seu comportamento durante a negociação. Imagine um pai de noiva super formal e você falando gírias e palavrões durante a reunião, suas chances de fechar negócio tenderão a zero.</p>
<p>Vamos a outro aspecto da negociação, a definição do campo de jogo.</p>
<p>Em geral há duas possibilidades, você poderá receber seu interlocutor em seu escritório, ou irá se dirigir até ele, raramente ocorrem reuniões em terreno neutro. Ao receber em seu campo, você tem maior controle da situação, mas pode enfrentar problemas por ter submetido sua visita ao desgaste de se deslocar até você, imagine que ele possa pegar duas horas de trânsito, chegar atrasado e com um tremendo mau humor. Nessas condições mesmo tendo domínio do ambiente, certamente a negociação será difícil.</p>
<p>Se perceber algo assim, por exemplo o cliente entra atrasado e dizendo que pegou trânsito, ofereça a ele um bom café, um atendimento cordial e tente levá-lo a uma condição de conforto que o leve a superar o mau humor vivenciado no trânsito. Muitas vezes ficamos tentados a atender mal quem chega atrasado e nisso perdemos muitas chances de negócios, seja flexível, ele tem o que você quer e precisa para viver, portanto seja agradável com os clientes, na medida do possível logicamente, sabemos que há casos nos quais isso não é possível, existem clientes que abusam da posição de serem os detentores do dinheiro, lembram da palavra mágica? Equilíbrio.</p>
<p>No cenário oposto, se você for até o cliente, demonstrará interesse, boa vontade, maleabilidade, além de ter a oportunidade de observar a empresa e assim conhecê-los melhor. Por mais que você tenha o desconforto de se deslocar, em meu modo de ver essa é a melhor estratégia para uma primeira reunião, deixando para uma segunda oportunidade que o cliente conheça seu escritório.</p>
<p>É lógico que negociações podem acontecer por telefone, e-mail, conferência virtual e tantos outros meios, mas de forma geral uma negociação realizada pessoalmente é mais intensa e ampla, gerando maior chance no estabelecimento de relacionamento de longo prazo.</p>
<p>Para profissionais novos, que não tem um escritório ou estúdio, atendam seus clientes no campo deles preferencialmente, expliquem sua condição de não ter um escritório adequado a recebê-lo pois isso não é vergonha para ninguém. Uma possibilidade é marcar em algum café agradável e de ambiente silencioso que exista nas proximidades do campo do cliente, assim o terreno é neutro mas mais próximo para ele, e o ambiente gastronômico pode ajudar a deixar seu interlocutor mais confortável e maleável.</p>
<p>Uma negociação, quando bem planejada, tem muito mais chances de ser benéfica e valiosa para as partes envolvidas, por isso, lembre-se de determinar seus objetivos, conhecer seus interlocutores e usar o campo de jogo de forma estratégica para que isso colabore para o sucesso de ambos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos vemos em breve, o próximo artigo falará sobre a montagem de orçamentos, algo que vai além de simplesmente dar um preço quando o cliente pede.</p>
<p>Mas antes disso temos o resultado de nossa última promoção! Os 5 vencedores de assinaturas digitais da revista zOOm são:</p>
<ol>
<li> @<a target="_blank" href="http://twitter.com/juliotrin" target="_blank">juliotrin</a></li>
<li> @<a target="_blank" href="http://twitter.com/talitaelbert" target="_blank">talitaelbert</a></li>
<li> @<a target="_blank" href="http://twitter.com/mftchelo" target="_blank">mftchelo</a></li>
<li> @<a target="_blank" href="http://twitter.com/wlmarchetti" target="_blank">wlmarchetti</a></li>
<li> @<a target="_blank" href="http://twitter.com/carloscruzphoto" target="_blank">carloscruzphoto</a></li>
</ol>
<p>URL do Sorteio <a target="_blank" href="http://sorteie.me/1PtP1B" target="_blank">sorteie.me/1PtP1B</a></p>
<p>E a novidade desta semana são <strong>5</strong> cupons de <strong>20% de desconto</strong> cada <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/">na loja do Fotografia DG!</a></p>
<p>Para concorrer a um cupom você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> e o meu -  <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> &#8211; no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Lendo sobre marketing para fotógrafos e concorrendo a descontos e prêmios com o @FotografiaDG http://kingo.to/H1Z</strong></p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 6/11</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 19:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[compra coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro na fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções suicidas]]></category>

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		<description><![CDATA[Falamos neste artigo sobre um tema que pode colocar em risco toda sua construção de valor perante os clientes, as promoções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>Falamos no <strong><a title="O valor que você se dá e o valor que os clientes dão a você" href="http://www.fotografia-dg.com/o-valor-que-voce-se-da-e-o-valor-que-os-clientes-dao-a-voce/" target="_blank">artigo anterior</a></strong> sobre valor, sobre o alinhamento entre o que somos, o que oferecemos e o que os clientes querem. Anteriormente falamos sobre <a title="Posicionamento de Mercado para Fotógrafos" href="http://www.fotografia-dg.com/posicionamento-mercado-para-fotografos/" target="_blank">formação de preço</a>, posicionamento de mercado e outros tópicos. Vamos tratar agora de um tema que pode colocar em risco toda sua construção de valor perante os clientes, as promoções.</p>
<h2>Promoções suicidas e outras formas <em>kamikaze</em> de marketing</h2>
<p>De início quero deixar claro que não é um erro fazer uma promoção, normalmente o erro reside na forma como é feita e não na idéia em si.</p>
<p>Algo que está na moda são os <em>sites</em> de compra coletiva, a cada dia surgem uns duzentos novos <em>sites</em> desse tipo, cada um deles com milhares de ofertas tentadoras, são jantares em restaurantes por uma fração do preço, sessões de depilação por ninharias, e claro, fotógrafos oferecendo todo tipo de promoção.</p>
<p>Já vi profissionais oferecendo ensaio fotográfico de R$900,00 por R$75,00, cobertura de casamento de R$1500,00 por R$200,00 e tantas outras ofertas nas quais o aparente desconto vai de 50% até 90% sobre o preço previamente praticado.</p>
<p>A primeira observação que faço aqui é sobre a percepção de valor por parte dos clientes. Imagine que você sempre compra uma determinada marca, faz isso e se mantém fiel a essa marca pois vê nela uma proposta de valor, de alguma forma o <em>design</em>, o preço, as funcionalidades, a imagem e a qualidade, em conjunto, fazem sentido para você e assim o mantém fidelizado.</p>
<p>Agora imagine que a referida marca passa a cobrar 10% do que era praticado antes, você terá duas reações possíveis, uma é a de achar isso uma excelente notícia, pois sua marca preferida agora custa bem menos. A outra é a de achar que foi enganado todas as vezes que comprou anteriormente, pois se era possível cobrar menos, por que tiraram todo o seu dinheiro antes?</p>
<p>Essas duas reações podem acontecer, e num primeiro momento é impossível dizer qual delas ocorre mais vezes, mas seja qual for, isso significa que uma irá ficar descontente com a oferta da marca. O mesmo vale para um serviço, um contratante anterior pode ficar ofendido de ter desembolsado R$1.500,00 em um ensaio fotográfico e ver no dia seguinte algo igual, ou muito semelhante, do mesmo fornecedor, sendo vendido por 10% disso.</p>
<p>Nesse ponto estamos falando de quem já é cliente, ou seja, alguém que sempre comprou seus serviços e que agora está achando você um enganador. Imediatamente devemos perceber aqui um risco imenso de perda de clientes tradicionais que lhe dão valor por clientes novos, em busca de oportunidade financeira, e não de valor agregado.</p>
<p>Ao fazer uma promoção de preço, você assume o risco de perder um cliente acostumado a pagar seu preço mais alto e trocá-lo por vários que pagam um preço mais baixo, muitos não percebem, mas isso é fazer, consciente ou inconscientemente, a troca de grupo de clientes potenciais do grupo dois (visto no <strong><a target="_blank" href="../o-valor-que-voce-se-da-e-o-valor-que-os-clientes-dao-a-voce/">artigo anterior</a></strong>, os clientes que desejam soluções sob medida) pelo grupo um (novamente, <strong>vide <a target="_blank" href="../o-valor-que-voce-se-da-e-o-valor-que-os-clientes-dao-a-voce/">artigo anterior</a></strong>, clientes que desejam o preço mais baixo).</p>
<p>Também é uma decisão de alterar todo o seu posicionamento de mercado (visto no<strong> <a target="_blank" href="../posicionamento-mercado-para-fotografos/">quarto artigo</a></strong> desta série).</p>
<p>Só por estes pontos devemos notar que fazer ou não fazer uma promoção deve ser algo muito bem pensado, pois altera sensivelmente a percepção de valor que os clientes terão sobre você e determina mudanças quase impossíveis de desfazer em seu posicionamento de mercado, que é algo que pressupomos estar baseado em uma estratégia e em um ideal de vida profissional.</p>
<p>Trocar poucos clientes rentáveis por muitos de baixa lucratividade é possível, mas será  desejável? Muitos fotógrafos lutam uma vida para subir esse degrau e de repente com uma promoção optam por baixar seu nível.</p>
<p>Para um profissional experiente e que tenha uma carteira de clientes ao menos aceitável, em meu modo de ver é uma completa loucura realizar essa troca. Se o fotógrafo está com dificuldades financeiras há milhares de outras formas de resolver isso sem sacrificar toda a construção de um posicionamento de mercado adquirido ao longo dos anos. Volte aos seus quatro Ps e os analise com calma, reveja as questões de valor, altere sua oferta de serviços incluindo ou excluindo serviços secundários que possam interessar ao consumidor, amplie sua divulgação em mídias sociais, renove seu portfolio, atualize-se com novas tecnologias, faça o que for, mas não mate sua história em função de uma prática de preços equivocada.</p>
<p>Você pode pensar que este não é o seu caso, talvez você seja um profissional novo no mercado e não alguém experiente como no exemplo acima citado, tudo bem, então vamos ao seu caso.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-7237 colorbox-7235" title="Helicopter Flights Over Sao Paulo, the largest city of Brazil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/Aerial-SP-064web-619x419.jpg" alt="Aerial SP 064web 619x419 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 6/11" width="619" height="419" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Vôo em um Helicóptero R22 para realização de fotos aéreas em São Paulo,<br />
à direita vemos o Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo</h6>
<p>O profissional novo atua geralmente junto ao primeiro grupo de clientes, aquele que almeja preços baixos e um profissional “pau para toda obra”. Com menos equipamento, experiência e conhecimento, obviamente não pode almejar a prática de preços altos e assim sendo o uso de promoções pode ser uma alternativa para conseguir um número de vendas, algum fluxo de caixa e dar um fôlego aos negócios, investindo o que ganhar em cursos de aprimoramento e novos equipamentos, legalização de <em>softwares</em> etc.</p>
<p>Mesmo assim, há pontos negativos a se considerar. Se ele é um profissional novo, que cobra barato, acaba sendo uma oferta mentirosa dizer que baixou o preço em 90% para a realização da promoção visto que seu preço inicial não era tão alto. Isso é propaganda enganosa e pode render processos judiciais em caso de clientes insatisfeitos, um rusco obviamente desnecessário de ser corrido.</p>
<p>Outro ponto é que ao utilizar os serviços desses <em>sites</em> promocionais, parte do dinheiro fica com o <em>site</em>, o que reduz potencialmente o lucro da promoção, o que forma uma cascata negativa, o profissional novo já cobra pouco, aí opta por cobrar ainda menos e deixar uma parte desse pouco dinheiro com o <em>site</em> que organiza a venda. O que sobra para o fotógrafo são migalhas.</p>
<p>Um fotógrafo pode muito bem fazer uma promoção de descontos, vendendo um serviço mais simples, digamos pela metade do preço usual, e alvancar isso usando seu blog e redes sociais. Desta forma não perde o dinheiro que fica para o site, nem cobra apenas 10% do usual, e permite uma interação com os potenciais interessados nas redes sociais, criando um leque de possíveis clientes para o futuro.</p>
<p>Há ainda um outro aspecto: a percepção de valor por parte de um segmento do mercado. De forma geral o mercado, ou seja, os consumidores, tem a impressão de que a fotografia tem um certo valor e portanto custa um determinado preço. Se todos os profissionais, ou uma boa parcela deles, resolve adotar promoções com preços extremamente baixos, a percepção do mercado começa a ser de que é possível obter fotografia por preços sempre baixos e isso impede aos fotógrafos iniciantes obter qualquer lucro ao longo do tempo, o que os impedirá de progredir na carreira. Um ciclo auto destrutivo que não oferece nenhum benefício à classe profissional.</p>
<p>Essa observação nos leva a idéia de que para o fotógrafo iniciante, será bastante árduo conseguir aumentar seu preço e se re-posicionar ao longo do tempo pois ele criou uma imagem para sua marca, de barato, desprovido de diferenciais ou valor agregado.</p>
<p>Muitos fotógrafos praticando preços muito baixos, na tentativa de entrarem no mercado, forçam os preços de toda uma classe profissional para baixo, ou ao menos todos aqueles profissionais que atuam na base da pirâmide, pois os clientes não tem nenhuma obrigação de entender como é calculado o preço em fotografia e assim saber o que de fato é caro ou barato nesse mercado.</p>
<p>Essa pressão, para fotógrafos que tenham uma boa carteira de clientes e que estejam bem colocados nos grupos dois e três de consumidores, será contornada de forma relativamente simples com boas ações de marketing, bom atendimento e alguma oferta no sentido de oferecer facilidades de pagamento como parcelamentos e novos mix de serviços atrelados. Por outro lado, para os fotógrafos que estão na base da pirâmide, buscando volume de negócios a preços baixos, é praticamente impossível sobreviver num mercado auto destrutivo que para chamar atenção só tem como argumento o preço baixo.</p>
<p>Por isso tudo, não quero aqui afirmar que fazer promoção seja um erro, mas quero dizer que é necessário calcular bem os efeitos desta não só no curto prazo, mas ao longo de uma carreira, para o fotógrafo individualmente e para toda a classe profissional na qual ele pretende se inserir.</p>
<p>Lembrem-se de que um bom trabalho fotográfico não custa muito barato (<strong>vide <a target="_blank" href="../formacao-preco-fotografia/">terceiro artigo</a></strong> desta série, sobre formação de preços), e a decisão de lucrar pouco em cada trabalho tornará seus dias cansativos, com uma carga de trabalho imensa que rende pouco dinheiro, isso sacrifica a qualidade de vida a um ponto que sinceramente não me parece aceitável.</p>
<p>Há outras formas de entrar no mercado, uma delas chama-se cautela. O profissional cauteloso estuda mais, se prepara melhor, munindo-se de mais técnica e mais referenciais estéticos, opta por ser assistente de algum fotógrafo mais experiente e faz isso por um tempo considerável e não por poucas semanas ou meses, depois será assistente de outro fotógrafo, talvez de mais um, e ao final de uns quatro ou cinco anos de preparo, irá ingressar de forma consistente, direto no segundo ou terceiro grupo de clientes, sem nunca passar pelo extremamente competitivo primeiro grupo.</p>
<p>É uma escolha de cada um, ninguém precisa ter pressa para entrar no mercado, ninguém precisa criar estresse desnecessariamente, ninguém precisa trabalhar 14 horas por dia lucrando quase nada, tenham isso em mente antes de pensar nessas promoções de <em>sites</em> coletivos.</p>
<p>Em meu modo de ver, a melhor maneira de entrar no mercado é aquela que seja baseada em boa estratégia, em bom preparo e num adequado posicionamento, sem isso nada se mantém no longo prazo. E com certeza ninguém pensa hoje em entrar no mercado para estar falido em um ano ou dois, então não me parece aceitável entrar no mercado tomando atitudes que direcionem a carreira para a falência.</p>
<p>Apenas para constar, cobrar caro demais é tão errado quanto cobrar barato demais, não é necessário alongar muito aqui o raciocínio, mas basta pensar que em geral, por mais dinheiro que um cliente tenha, ninguém gosta de jogar dinheiro fora, então mesmo que você seja um profissional muito bom, que tenha desenvolvido muito bem em seus clientes a percepção de seu valor e das vantagens deles serem fieis a você, se abusar do preço, fatalmente perderá clientes para outros profissionais tão bons quanto você e que possam oferecer uma relação custo x benefício melhor que a sua. Isso vale mesmo para os fotógrafos que atuam no mercado de alto luxo, portanto lembre-se da palavra mágica já citada nesta série de artigos: equilíbrio.</p>
<p>Já vi casos em que um fotógrafo passou meses sem ter um trabalho, e quando finalmente apareceu uma boa oportunidade para um bom cliente, o mesmo resolveu colocar o preço nas alturas para tentar recuperar-se do prejuízo dos tempos ruins, o resultado foi que o cliente acabou optando por outro profissional e o apressado continuou sem ganhar nada.</p>
<p>Pensem nisso e estudem marketing, há inúmeros cursos e livros sobre o assunto, além disso preparem-se melhor em suas habilidades fotográficas, tenham menos pressa para entrar no mercado e assim entrem com mais força. Afinal, há alguém aí que reclamaria de ganhar mais dinheiro e ter melhores clientes, que pagam mais e que valorizam sua criatividade?</p>
<p>Como dica geral, que serve a todos os fotógrafos, gostaria de dizer que um bom uso da internet e de redes sociais é um passo grande na direção certa, um site bem planejado, corretamente indexado em mecanismos de busca, atrelado a um blog de coneteúdo interessante, e com boa divulgação e interação em redes como Facebook e Twitter poderão mantê-lo mais próximo de seus consumidores, atuais e potenciais, e o melhor é que hoje temos ferramentas excelentes e de baixo custo, ou até gratuitias para isso tudo, ao adotar esse caminho, mais estratégico e planejado, você verá que não há motivo para ficar disputando migalhas em sites de compra coletiva, pois promoção pode ser útil, desde que não seja suicida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No próximo artigo falaremos de técnicas de negociação, fique ligado!</p>
<p>Mas antes de partir, vamos à nossa promoção, que foi feita seguindo os conceitos mais adequados do marketing, pois todos ganham e ninguém perde dinheiro!</p>
<p>Esta semana nosso prêmio são 5 assinaturas digitais da <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/14-zoom-fotografia-pratica" target="_blank">revista zOOM</a> , assim poderemos premiar 5 sortudas ou sortudos.</p>
<p>Para concorrer à assinatura digital da <strong>zOOm</strong> você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , do <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> e da <a target="_blank" href="http://twitter.com/revista_zoom">@revista_zoom</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Vamos falar de foto? Sigo @revista_zoom @fotografiadg e @vernagliajr e quero a assinatura digital da zOOm </strong><strong>http://kingo.to/Gpn</strong></p>
<p>Não perca a chance, informação de qualidade sobre fotografia e de graça! Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 5/11</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 20:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[qual o valor do nosso trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[quanto cobrar]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>

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		<description><![CDATA[A diferença entre preço e valor, pois no final das contas o fundamental não é quanto cobrar mas sim qual o valor do nosso trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior falei sobre <a title="Posicionamento de Mercado para Fotógrafos" href="http://www.fotografia-dg.com/posicionamento-mercado-para-fotografos/" target="_blank">posicionamento de mercado</a>, qual preço praticar, para quais clientes, divulgado de quais formas e em quais lugares. Agora vamos a um aspecto necessário, a diferença entre preço e valor, pois no final das contas o fundamental não é quanto cobrar mas sim qual o valor do nosso trabalho.</p>
<h2>O valor que você se dá e o valor que os clientes dão a você</h2>
<p>Vamos começar pela diferença entre um termo e outro: Quando vamos a uma loja para comprar uma roupa, existem opções de outras marcas, modelos e cores que podem ter o mesmo preço e também podem servir, mas a escolha por uma determinada peça ou a opção por uma marca se deve ao fato de que percebemos mais valor naquela do que em  outras ofertas existentes no mercado.</p>
<p>Seja pela cor agradável (segundo o gosto de cada um), pelo caimento confortável, por uma <strong>subjetiva</strong> <strong>impressão</strong> de qualidade, destaco isso pois de forma geral temos impressão sobre a qualidade e não a real avaliação. No caso da roupa isso é óbvio, se você é fotógrafo e não costureiro não tem como entender realmente de tecidos e costuras para avaliar a qualidade, só pode ter impressão sobre a mesma e será influenciado por fatores, incluindo propaganda, humor no momento, opinião do vendedor ou de uma pessoa próxima a você e inúmeros outros fatores de influência.</p>
<p>O exemplo acima é vivenciado pelo cliente que contrata foto ou vídeo, mesmo que ele tenha noções sobre imagem ou tenha uma formação relacionada, como acontece com publicitários, designers, arquitetos e outros, ele terá noções mas não conhecimento profundo do que é e como é feita uma fotografia de alto nível, por isso só terá impressões sobre qualidade e não certeza. É essa impressão de qualidade, a sensação de estarmos fazendo um bom negócio, que nos faz comprar um determinado produto, assim como faz o cliente escolher um fornecedor de fotografia.</p>
<p>Isso significa que a qualidade absoluta do produto, no caso a fotografia ou o vídeo, é apenas um fator de decisão e provavelmente em raros casos será o maior fator. Outros são atendimento, preço, comodidade, condição de pagamento e a lista vai além.</p>
<p>Um dos grandes influenciadores do valor é a marca, é o que leva consumidores a escolher produtos de empresas como <em>Nike</em>, <em>Apple</em>, <em>Harley</em> <em>Davidson</em>, <em>Dior</em>,  <em>Levi&#8217;s</em>, <em>Sony</em> entre tantas outras marcas memoráveis, é o que faz com que lembremos de grandes nomes da fotografia como <a title="15 minutos com Jr Duran" href="http://www.fotografia-dg.com/15-minutos-jr-duran/" target="_blank">JR Duran</a>, Sebastião Salgado, Araquém Alcântara e outros.</p>
<p>Esses fotógrafos construíram reputações e nomes da mesma forma que grandes marcas e assim são reconhecidos como fornecedores de alta qualidade. Eles foram consistentes na entrega de qualidade, se mantiveram fiéis aos seus estilos e permaneceram no mercado nas ondas boas e ruins. É claro que eles tem estilo e características próprias, mas é igualmente claro que existem fotógrafos semalhantes no mercado.</p>
<p>Vamos deixar claro que como fotógrafo entendo perfeitamente a diferença entre a foto de um dos fotógrafos citados e de outro similar a um deles, no entanto um cliente comprando uma impressão de grande formato para decorar a sala de uma empresa poderá não ter essa percepção e ser influenciado por outros fatores, tenham em mente que para o consumidor a fotografia é um serviço que vem para resolver um problema e como qualquer outro serviço, há opções viáveis no mercado. Aí entra o valor da marca.</p>
<p>Grandes marcas não surgem do nada, mesmo em tempos de internet as marcas levam anos para se tornarem referências na mente dos consumidores. Sabemos que o <em>Google</em> levou bem menos tempo para ficar famoso que o <em>New</em> <em>York</em> <em>Times</em> ou outro meio de mídia tradicional, mas ainda assim falamos em anos e não dias ou meses. O mesmo vale para fotógrafos, se você está começando agora, não espere que em seis meses ou um ano seja reconhecido como um grande nome da fotografia e que seu serviço possa ser visto como algo de grande valor agregado, e nem mesmo como um fornecedor confiável pois sua história é curta para dar impressão de confiabilidade.</p>
<p>Independentemente do ponto de sua carreira, seja você iniciante ou experiente, elaborei perguntas que podem ajudá-lo a entender a sua própria construção de marca e sua imagem no mercado. As perguntas são:</p>
<p>-  Eu tenho uma marca de valor? Aliás, eu tenho uma marca? E por marca não devemos entender um logotipo, a marca é um conjunto que envolve sua personalidade, seu estilo, sua fama, sua história na atividade fotográfica, coisas reconhecíveis pelos clientes. Marca é muito mais que um logotipo.</p>
<p>- Os clientes podem perceber em mim uma constância de qualidade, estilo, atendimento, preço e comportamento profissional que identifiquem meu trabalho? Eu tenho padrões visíveis ou procedo a cada momento de uma forma?</p>
<p>- Meus concorrentes tem uma marca de valor? Em que eles se diferenciam de mim?</p>
<p>- Que fatores além do preço eu ofereço a meus clientes para que eles percebam meus diferenciais sobre a concorrência? Eu só ofereço diferenciais técnicos difíceis de compreender ou vantagens identificáveis pelo consumidor?</p>
<p>- Como posso oferecer mais valor para ser preferido pelos clientes? O que está faltando?</p>
<p>- O que meus clientes potenciais querem comprar que hoje não ofereço?</p>
<p>Essas são perguntas elementares mas podem fazer você entender que não adianta entrar em guerra de preços com concorrentes pois nem sempre quem compra está interessado na economia financeira, ele pode optar por pagar mais por um profissional famoso, com melhor marca ou qualidade maior, ou para ter um serviço mais rápido, ou simplesmente para bater um bom papo na hora do almoço com o fornecedor que já virou amigo, ou um conjunto de tudo isso, pois preço, é apenas um fator, entre muitos, que todos nós levamos em conta quando vamos comprar algo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7219 colorbox-7217" title="Couple walking on the beach at the city of Santos, Brazil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/Casal-caminha-de-mãos-dadas1-450x664.jpg" alt="Casal caminha de mãos dadas1 450x664 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 5/11" width="360" height="531" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Casal caminha de mãos dadas na cidade de Santos, litoral de São Paulo, Brasil.</h6>
<p>Mas a problemática entre preço praticado e valor de mercado é só o início do problema, a confusão entre o valor que o profissional acha que tem e o que o cliente de fato lhe dá é um problema maior.</p>
<p>Para começar a resolver o problema temos que ter em mente que quando um fotógrafo demonstra e descreve as características de seus serviços para o consumidor, ele não está oferecendo valor e sim explicando o que tem para comercializar e quais aspectos talvez façam do serviço algo do interesse de quem recebe a proposta, o valor é algo que o cliente percebe, é o casamento de uma necessidade com uma característica ofertada, algo que o fotógrafo tem em seu mix e que interessa ao cliente, no momento dessa coincidência, o consumidor percebe valor em sua oferta. Ou seja, o preço é só uma das características ofertadas e que pode ou não ser vista como valor pelo cliente, mas outras características podem ter maior valor (importância) do que o preço.</p>
<p>O cliente verá valor naquilo que por diversos motivos for importante para ele. Alguns fotógrafos começam uma apresentação de venda explicando quais problemas os seus serviços resolvem sem saber se o potencial comprador tem aquele problema, ou exemplificando o quão bons tecnicamente são sem saber se o cliente tem conhecimento em fotografia para avaliar a informação.</p>
<p>Então se a argumentação de venda de um serviço não for uma oferta que coincida com o que o cliente percebe como sendo algo de valor, dificilmente a venda será concretizada, o serviço parecerá caro pois aparentemente não tem valor.</p>
<p>Os autores Michael Treacy e Fred Wiersema lançaram em 1995 o livro<em> The Discipline of Market Leaders</em> e nele colocam uma proposta de divisão de empresas em três grupos para valores distintos. Adaptei o pensamento para a fotografia e creio que esta explicação ajudará a compreender seus clientes e também os que não compram seus serviços.</p>
<p>As três categorias de valor são:</p>
<ul>
<li><strong>clientes que desejam o preço mais baixo;</strong></li>
<li><strong>clientes que desejam soluções sob medida;</strong></li>
<li><strong>clientes que desejam e apostam em inovações, novidades e desempenho.</strong></li>
</ul>
<p>O primeiro grupo, cujo maior valor percebido é o preço baixo, são clientes sensíveis às propostas com preços abaixo da média, que também exigem que o serviço tenha uma qualidade aceitável, mas são pouco sensíveis a pequenas diferenças qualitativas. O fotógrafo deve estar disponível pois ele almeja uma solução comum, padronizada, rápida e de curto prazo. O fotógrafo deve ter uma técnica para resolver vários tipos de situação, mas não precisa nem deve ser um especialista, não deve gastar fortunas em equipamento de ponta (que irão impactar negativamente em seus custos) e não deve oferecer seus serviços como diferenciados ou exclusivos, mas sim como o pau para toda obra, disponível e com preços baixos. Não espere clientes fiéis aqui, eles sempre pulam para a oferta mais baixa.</p>
<p>Não vou incentivar guerra de preços, não adianta sair vendendo <em>book</em> de modelo, casamento ou foto publicitária por R$100,00. O profissional deve atingir baixo preço por ter um sistema eficiente, com baixos custos operacionais e grande número de trabalhos, assim conseguirá ter bom giro financeiro mesmo com serviços de lucratividade baixa.</p>
<p>O segundo grupo de consumidores necessita de soluções sob medida, menos sensível ao preço e mais aberto às propostas que solucionem problemas reais. Estas empresas buscam relacionamentos mais longos com seus fotógrafos para que a interação entre empresa e fornecedor crie soluções eficientes, numa relação de ganho mútuo. Estes clientes não querem apenas fotografia mas imagens que reflitam suas personalidades ou a personalidade de suas marcas. Esperam mostrar sua missão, visão e valores através de imagens, os fornecedores procurados devem atender a um maior grau de expectativa.</p>
<p>Normalmente esta fatia é atendida por profissionais mais experientes, com maior grau de especialização, pois estes sabem que é preciso estudar o problema antes de elaborar um orçamento, que é necessário ouvir o cliente e saber quais dilemas devem ser solucionados. A maior profundidade e interação conseguidas por estes procedimentos geram propostas de grande valor e mesmo que sejam mais custosas serão vistas como investimento.</p>
<p>Por fim o terceiro grupo, que é formado pelos consumidores que buscam inovação. Eles têm a visão de que apostar em novidades e em melhorias de performance pode ser a chave da diferenciação entre eles e seus concorrentes.</p>
<p>Clientes assim são aquelas que abraçaram a causa ambiental antes de ser moda, que compraram <em>iPhone</em> ou <em>iPad</em> e que desejam ter seu álbum de casamento visto na internet mais do que impresso em um álbum. Eles serão atendidos por fotógrafos que ditam rumos, criam modas e geram inovações de valor para a sociedade.</p>
<p>Para atender a clientes inovadores o fotógrafo deve ser ágil, oferecer soluções não padronizadas, deve vislumbrar cenários futuros em que a inovação se transformará em valor e lucratividade. É necessário ser versátil, pró-ativo, ter habilidades diversificadas e multi-disciplinares.</p>
<p>É o caso do fotógrafo capaz de dirigir um vídeo, produzir a arte final de um <em>banner</em> ou uma campanha inteira, que vê o surgimento de novas tecnologias e mídias como oportunidade e não como problema, focado em soluções diferenciadas, criativas e inovadoras mais do que em padrões de resposta previamente conhecidos.</p>
<p>Então o que é valor? Em uma resposta simples, o casamento entre aquilo que você é e o que seu cliente de fato precisa. Se você é um profissional novo com uma estrutura enxuta e custos baixos, seu espaço de mercado está no primeiro grupo onde clientes buscam preço. Mas esteja ciente de que terá dificuldades para fidelizar clientes e deverá fazer um grande esforço de vendas para vender o máximo possível obtendo giro financeiro numa produção massificada.</p>
<p>Se você é experiente, com anos de estrada que lhe dão habilidade e sensibilidade para ouvir os clientes e criar soluções personalizadas, suas oportunidades de negócio estão no segundo grupo e é ali que você deve focar seus esforços de venda. Nele haverá uma tendência ao relacionamento longo pois você solucionou problemas e assim teve valor. O ponto é não ser apenas um apertador de botão, isso qualquer um com algum treino pode ser. Lembre-se de que um alfaiate costura sob medida as soluções para seus clientes enquanto o grande varejo vende o mesmo terno para todos, é isso que diferencia os dois primeiros grupos.</p>
<p>Por fim, se você é um multi-tarefa nato com formação e experiência multi-disciplinares, além de ter visão de longo prazo e raciocínio estratégico, seu foco deve ser voltado ao terceiro grupo, de clientes que precisam de soluções diversificadas e inovadoras envolvendo diversas áreas.</p>
<p>E você, qual valor oferece e para quais clientes? Faça uma auto análise e veja se está vendendo seus serviços para o cliente certo. Mas lembre-se de deixar o ego do lado de fora ao fazer esta análise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Continue atento a esta série de artigos, no próximo falaremos de promoções equivocadas e técnicas absolutamente suicidas de marketing que muitos profissionais adotam.</p>
<p>Mas antes de partir, vamos à nossa promoção! Temos os vencedores da promoção da semana passada e mais uma novidade para vocês, vamos lá!</p>
<p><strong>O(a) vencedor(a) da assinatura da Digital Photographer Brasil foi: </strong>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/elaineregina" target="_blank">elaineregina</a><br />
<strong>E o(a) vencedor(a) da assinatura da Photoshop Creative foi: </strong>@<a target="_blank" href="http://twitter.com/henryfroes" target="_blank">henryfroes</a><br />
URL do Sorteio <a target="_blank" href="http://sorteie.me/1P4W46" target="_blank">sorteie.me/1P4W46</a></p>
<p>Pensa que acabou? Esta semana nosso prêmio são 5 assinaturas digitais da <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/14-zoom-fotografia-pratica" target="_blank">revista zOOM</a> , assim poderemos premiar 5 sortudas ou sortudos.</p>
<p>Para concorrer a uma das 5 assinaturas digitais que temos para oferecer da revista <strong>zOOm</strong> você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , do <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> e da <a target="_blank" href="http://twitter.com/revista_zoom">@revista_zoom</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Vamos falar de foto? Sigo @revista_zoom @fotografiadg e @vernagliajr e quero a assinatura digital da zOOm http://kingo.to/Gpn</strong></p>
<p>Não perca a chance, informação de qualidade sobre fotografia e de graça! Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 4/11</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 20:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Formação de preço vai muito além dos custos, pois muito deve ser creditado ao posicionamento do mercado, e é o que veremos neste artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a title="Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 3/11" href="http://www.fotografia-dg.com/formacao-preco-fotografia/"><strong>artigo passado</strong></a> tratamos do preço mínimo, algo que considera seus custos, o pagamento de seu tempo de trabalho, a depreciação de seu equipamento etc. Ali estão as indicações para que, não importa o que você faça, se conseguir manter uma média de trabalhos mensais, terá suas contas pagas e viverá dignamente. Mas a formação de preço vai muito além dos custos, pois muito deve ser creditado ao posicionamento do mercado, e é o que veremos neste artigo.</p>
<h2>Posicionamento de Mercado para Fotógrafos</h2>
<p>Rodei a internet lendo dicas e sugestões de especialistas, mas percebi que poucos deles voltam suas atenções para o mais básico e elementar conceito quando falamos de um produto ou serviço, os velhos e cansados mas ainda obrigatórios 4 Ps: produto, preço, promoção e praça.</p>
<p>Eu sei que em serviços temos mais Ps (pessoas, procedimentos, processos&#8230;) do que quando falamos de produtos, mas mesmo fotografia e videografia sendo serviços, irei ficar nos 4 Ps elementares. Penso que é fundamental olhar para eles neste momento pois eles darão a base do posicionamento de mercado. Quem fez faculdade de publicidade, administração ou marketing pode achar este conteúdo simples e fácil, pois faz parte do currículo dessas áreas, mas para quem não fez é bom falarmos disso.</p>
<p>O primeiro P é de produto, que neste caso é mais precisamente um serviço, a fotografia que oferecemos aos nossos clientes. Devemos começar aqui nossa reflexão. Será que estamos oferecendo um bom serviço ou podemos melhorar em termos de  qualidade? Melhorar a qualidade trará mais clientes? Aumentará o lucro? Ou só trará custos e perdas financeiras? Será que o que fazemos está de acordo com os desejos de quem compra ou precisamos ouvir melhor as vontades dos clientes e adaptar nossas ofertas? Devemos ampliar ou reduzir a variedade de serviços prestados? É bom você pensar bastante e conseguir respostas para essas perguntas antes de passar para as próximas.</p>
<p>Se seu produto, sua fotografia (vou chamar este serviço de produto, espero que não se incomodem, no final é a mesma coisa) tem qualidade de acordo com as necessidades de seus clientes, uma melhora na qualidade nem sempre poderá ser acompanhada de aumento de preço, pois se o cliente estava satisfeito, talvez ele não veja vantagem na melhoria técnica ou estética do trabalho, fazendo com que você acabe perdendo o cliente ou tenha que buscar no mercado clientes que valorizem o diferencial qualitativo que você passou a oferecer.</p>
<p>Outro aspecto do produto é o mix de produtos secundários, por exemplo, um fotógrafo de casamento tem como serviço principal a fotografia do evento e como secundários o álbum, o DVD, um vídeo de melhores momentos e outros itens. Muitas vezes um cliente faz a escolha de um profissional pelos benefícios secundários mais do que pelo principal, por exemplo, um fotógrafo não tão bom quanto você pode ser escolhido pois oferece um DVD e um livro mais interessantes, com mais páginas ou simplesmente de acordo com o gosto do contratante, mesmo que o fotógrafo ofereça fotos de “pior” qualidade. Assim sendo, pense em seu conjunto inteiro de produtos e serviços na hora de avaliar o primeiro P, e faça essa avaliação confrontando o que você faz com o que é oferecido pela concorrência e com o que os clientes dizem que querem e gostam.</p>
<p>O segundo P é preço, o artigo anterior dava o básico da formação de preços, mas agora devemos pensar de forma estratégica, se você busca um mercado mais popular e ao mesmo tempo ter um número maior de clientes por mês, seu posicionamento de preço deve ser mais barato ao mesmo tempo em que seu marketing deve ser mais agressivo para conseguir mais clientes e assim fazer volume financeiro na quantidade de clientes conseguidos.</p>
<p>A estratégia de preços baixos, facilidades de pagamento (parcelamentos, mesmo que com juros) e apelo popular tem vantagens pois com muitos clientes em sua carteira, caso perca um ou dois, eles não farão diferença significativa em seu rendimento, por outro lado, trabalhará um volume de dias maior, sempre com um grande esforço na contenção de custos e correndo o risco de outro profissional ganhar seus clientes se conseguir ofertar algo pouco mais barato, pois nesse mercado os clientes são sensíveis a variações de preço.</p>
<p>Na outra ponta do mercado, o chamado mercado de luxo, se você cobrar barato sequer será considerado numa cotação de preços pois parecerá um novato perto dos outros, um mercado acostumado a pagar alto por um serviço não se sensibiliza facilmente por um preço mais baixo. Os diferenciais que o fotógrafo terá que oferecer estão mais relacionado ao conforto, ao bom atendimento, ao fato de entregar produtos atuais, na moda, com <em>design</em> diferenciado. Aqui o nome e a fama do profissional fazem diferença e ter fama de careiro as vezes pode ser bom.</p>
<p>Vendo de forma estratégica, o Preço determina exatamente para quem você venderá seu trabalho, preço baixo para quem quer pagar pouco, preço alto para quem quer pagar muito, não adianta tentar vender de forma cruzada. O posicionamento mais difícil é o mediano, pois a classe média raramente quer serviço médio. O classe média acha que o serviço popular não o atende mas também não tem dinheiro para adquirir o produto de luxo, mas este é seu desejo. Muitas vezes o classe média vende o carro mas paga as fotos do casamento com o fotógrafo famoso. Aqui, em meu modo de ver, reside uma oportunidade de mercado pouco explorada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7197 colorbox-7195" title="Oca, designed by Oscar Niemeyer" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/Oca-obra-de-Oscar-Niemeyer-localizada-no-Parque-Ibirapuera-zona-sul-de-São-Paulo1.jpg" alt="Oca obra de Oscar Niemeyer localizada no Parque Ibirapuera zona sul de São Paulo1 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 4/11" width="619" height="419" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Oca, obra de Oscar Niemeyer localizada no Parque Ibirapuera, zona sul de São Paulo</h6>
<p>Fotógrafos que ofereçam soluções de luxo para clientes médios, seja pela contenção de custos para oferecer preço, seja por oferecer parcelamentos a perder de vista, pode encontrar aqui um espaço de mercado para se consolidar junto a uma classe exigente e com bom poder financeiro.</p>
<p>Vamos à promoção, o terceiro P. Não estou dizendo para você sair gastando dinheiro com anúncios, muito menos entrar para <em>sites</em> promocionais que andam na moda oferecendo serviços de dois mil reais por 10% disso, muito pelo contrário, você deve pensar em formas de se divulgar mais do que vem fazendo sem que isso atrele maiores custos ou gere impactos sobre seu preço.</p>
<p>Telefone para seus clientes, nem que o argumento para o telefonema seja informar sobre sua nova política de preços (por exemplo se tiver inserido um novo tipo de parcelamento) e as mudanças em seus produtos (serviços) caso tenha agregado alguma novidade. Mas ligue para eles e promova seu trabalho, faça com que lembrem de você sempre, só tome cuidado para não ser um chato, não fique ligando o tempo todo.</p>
<p>Aliás, ligue primeiro para aqueles que apreciam sua qualidade mas que vinham reclamando dos valores, eles se sentirão atendidos em suas necessidades quando você os informar sobre novas formas de parcelamento ou mesmo de uma pequena redução de preço que você oferecerá a eles por serem clientes tradicionais de seu estúdio. Esse é um bom jeito de recuperar clientes perdidos caso eles o tenham abandonado por questões de preço e condições de pagamento.</p>
<p>Use redes sociais para promover seu trabalho, quanto mais pessoas souberem quem você é e o que faz, mais chances terá de que peçam orçamentos para você. Vivemos numa época em que é fácil falar com as pessoas sem gastar com isso, ter um <em>site</em> e um <em>blog</em> na internet, participar de redes como <em>Facebook</em> e <em>Twitter</em>, entre outras, faz com que você fique mais acessível aos clientes potenciais e também que você possa com mais facilidade promover seus serviços, pesquisar as preferências dos consumidores e criar mix de produtos específicos e inéditos.</p>
<p>Pense a promoção da seguinte forma, você deve estar onde seus clientes estão, pois ali você irá promover seus serviços. Então se seu mercado é o de alto luxo, deverá frequentar eventos desse mercado, aparecer nas publicações lidas por esse público etc, a lógica serve para as outras faixas de mercado.</p>
<p>Por fim, Praça, vem de <em>placement</em> em inglês, que seria melhor traduzido como distribuição, mas vamos deixar assim mesmo. Um serviço é distribuído, existe uma área geográfica que você atende, além disso em muitos casos as vendas ficam concentradas em um setor do mercado. Vou dar um exemplo, um fotógrafo de eventos sociais tende a cobrir um determinado tipo de evento, dentro de uma mesma classe social (renda) e numa região geográfica definida (um bairro, uma cidade, no máximo um estado). Pensar sobre a distribuição dos nossos serviços é fundamental, pensar em outros setores do mercado que podem consumir o que vendemos, outras localidades, outros níveis de poder aquisitivo etc.</p>
<p>Se você tem um escritório ou estúdio, pense na facilidade de acesso deste local para potenciais clientes e cruze essa informação com seu posicionamento de preço, por exemplo, de nada adianta ter um escritório em um bairro periférico, com fama de região pobre e mirar sua estratégia para clientes de luxo, pois eles simplesmente não irão ao seu estúdio. O inverso é verdadeiro, um estúdio num bairro luxuoso não irá atrair consumidores populares. Esteja onde seus clientes potenciais estão, distribua seu serviço, desde sua presença física à suas mensagens promocionais e publicitárias geograficamente de acordo com sua clientela.</p>
<p>Muitos escrevem por aí que os 4 Ps morreram, quem fala isso está cometendo um erro grosseiro pois nunca podemos nos esquecer deles, sempre é bom voltarmos e revisarmos esse conceito, pois disso tiramos novas idéias, soluções e caminhos.</p>
<p>Algo importante que deve ser citado é que não há um modo certo e um modo errado de tratar os 4 Ps, eles são uma guia para que cada um raciocine sobre seu próprio trabalho e avalie o que faz, pois muitos sem perceber adotam estratégias erradas, como ter um pensamento promocional de apelo popular ao mesmo tempo que tenta mirar divulgação para clientes de classe média ou de luxo, ou ainda criar produtos de alto valor agregado para clientes que não entendem esses valores como diferenciais, gastar fortuna em novo equipamento que rende melhor qualidade de imagem sendo que os clientes não notam a diferença, entre outros, por isso listar seus 4 Ps, analisá-los e ajustá-los é e sempre foi o passo fundamental para determinar seu posicionamento de mercado.</p>
<p>Quando percebi um declínio nas minhas vendas em certa época recorri aos 4 Ps, fiz ajustes no meu portfolio de serviços após ouvir as necessidades dos clientes, trabalhei novas formas de pagamento para facilitar a vida dos compradores e tornar as negociações mais tranqüilas, ampliei minha divulgação e direcionei esforços de venda para setores ainda não explorados. E posso dizer, por experiência própria, que em tempos de crise pensar nos 4 Ps funciona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos vemos em breve com a continuação desta série, falando da diferença entre <strong>preço</strong> e <strong>valor</strong>, bem como da impressão de valor que seus clientes tem ou não a seu respeito, grande abraço.</p>
<p>Mas antes do próximo artigo chegar, temos uma promoção em andamento! O <strong><a target="_blank" href="http://www.fotografia-dg.com/" target="_blank">Fotografia DG</a> </strong>, em parceria com <a href="http://www.vernaglia.com.br/">o <strong>Estúdio Vernaglia</strong></a> e com as revistas <a target="_blank" href="http://www.fotografodigital.com.br/">Digital Photographer Brasil</a> e <a target="_blank" href="http://www.photoshopcreative.com.br/">Photoshop Creative</a> irá sortear <strong>uma assinatura de cada revista</strong>, você pode concorrer para a que mais gosta ou para as duas!</p>
<p>Para concorrer à assinatura da <strong>Digital Photographer Brasil</strong> você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , do fotógrafo <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> e da DPBR <a target="_blank" href="http://twitter.com/dfotobr">@dfotobr</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sigo @fotografiadg @VernagliaJr e @dfotobr e quero MUITO a assinatura da Digital Photographer Brasil </strong><strong>http://kingo.to/FAU</strong></p>
<p>E para concorrer à assinatura da <strong>Photoshop Creative </strong>você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , do fotógrafo <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> e da Photoshop Creative <a target="_blank" href="http://twitter.com/photoshopcreat">@photoshopcreat</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sigo @fotografiadg @VernagliaJr e @photoshopcreat e quero MUITO a assinatura da Photoshop Creative </strong><strong>http://kingo.to/FAU</strong></p>
<p>Serão sorteadas duas assinaturas, podendo assim ter dois ganhadores ou um de muita sorte. O sorteio será realizado pelo sorteie.me e o vencedor vai ser divulgado no dia 21/06 no twitter e aqui no FotografiaDG junto com o terceiro artigo desta série. Pode participar até ao final do dia 20/06.</p>
<p>Participe, não perca esta chance!</p>
<p><strong>E o(a) vencedor(a) da promoção do vale de R$800,00 em cursos do IIF foi: @<a target="_blank" href="http://twitter.com/fabiolaslprado" target="_blank">fabiolaslprado</a></strong><br />
URL do Sorteio <a target="_blank" href="http://sorteie.me/1Owy4f" target="_blank">sorteie.me/1Owy4f</a></p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">twitter.com/VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 3/11</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de preço]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de preço em fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro na fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda hoje a fazer preços em fotografia, que é o ponto fraco da maioria dos profissionais de imagem. Não pode perder este artigo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a title="Ser patrão e funcionário ao mesmo tempo, questões importantes" href="http://www.fotografia-dg.com/ser-patrao-funcionario/"><strong>artigo anterior</strong></a> falamos da dualidade entre ser patrão e funcionário ao mesmo tempo, agora falaremos do preço, que é o ponto fraco da maioria dos profissionais de imagem.</p>
<h2>Formação de preço em fotografia</h2>
<p>Por desconhecerem bases teóricas de como calculá-lo a maioria &#8220;chuta&#8221; um valor aparentemente adequado, ou cobra muito barato tentando ganhar mercado baseado apenas no preço, ou muito caro para recuperar as contas atrasadas por estar com pouco trabalho.</p>
<p>De forma geral &#8220;chutar&#8221; é o primeiro caminho para a falência e cobrar muito barato é o segundo caminho para ela. Cobrar muito caro não é ruim se você tiver quem pague, mas falaremos disso mais adiante. É lógico que um profissional iniciante e inexperiente cobrará mais barato que um mestre do mercado, mas para ambos existe uma lógica a ser aplicada para que ninguém saia com prejuízo.</p>
<p>É preciso entender que o preço varia conforme muitos aspectos, mas o maior fator é certamente a reputação do profissional e sua marca pessoal desenvolvida com o tempo, mas mesmo grandes nomes do mercado não podem desprezar o cálculo de custos, conta esta que dará a base mínima de preço. Vamos ver como funciona.</p>
<p>Primeiramente considere um valor de diária do trabalho. É o tanto que você julga adequado receber por um dia de seu esforço, considere também um valor de diária no computador, pois em tempos digitais você baixa os arquivos, converte RAW/TIF/JPEG, faz ajustes, grava DVD e só então entrega o resultado, isso deve ser cobrado pois isso tudo é trabalho e não diversão.</p>
<p>Pense agora quantos trabalhos você executa em um mês, ou quantos deseja fazer mesmo que não faça esse número ideal atualmente, é importante e veremos adiante o motivo. É normal em muitas áreas da fotografia (menos na área jornalística) uma média de quatro trabalhos por mês, menos que isso você deve divulgar melhor o seu portfolio, mais que isso provavelmente você perderá finais de semana ou madrugadas. Vamos considerar quatro por mês neste exemplo, algo como quatro eventos sociais em um mês ou quatro diárias de fotografia publicitária para <em>folders</em>/catálogos, ou quatro <em>books</em> de moda etc.</p>
<p>Sobre o valor por tempo de trabalho, a diária citada acima, inclua uma porcentagem de depreciação dos equipamentos fotográficos e de informática. Recomendo 1% de tudo, câmera, lentes, acessórios, <em>hardware</em> e <em>software</em>. Essa porcentagem é adicionada a todos os trabalhos, então se o total de equipamentos é de R$15.000,00, você adicionará R$150,00 de depreciação em todos os orçamentos. Coloque ainda a margem de lucro, digamos 30% do valor da diária.</p>
<p>Com a depreciação, numa conta grosseira, pois não considera a aplicação do dinheiro para render juros, em 100 trabalhos executados (ou 25 meses de tempo) você terá ganhado dinheiro suficiente para trocar todo o seu equipamento de fotografia e informática, se considerarmos a aplicação desse dinheiro e juros sobre isso, você trocará tudo em menos do que 100 trabalhos.</p>
<p>Vamos aos custos fixos como contas, aluguel, telefone, contador, impostos etc., some tudo e divida por quatro ou o seu número médio de trabalhos caso este seja menor ou maior que quatro. O resultado é adicionado a cada serviço para que o trabalho pague as contas.</p>
<p>Estamos acabando. Adicione os custos variáveis: cartolina, fita adesiva, estacionamento, alimentação, combustível, todos custos específicos de cada trabalho. Este ponto irá variar em cada orçamento.</p>
<p>Some tudo e temos o preço mínimo: diária + lucro + depreciação + custos fixos + custos variáveis.</p>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7176 colorbox-7175" title="Museu do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/Museu-do-Ipiranga-na-Zona-Sul-de-São-Paulo-619x419.jpg" alt="Museu do Ipiranga na Zona Sul de São Paulo 619x419 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 3/11" width="619" height="419" />Museu do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo</h6>
<p>Numa exemplo rápido, para uma diária de R$400,00 (algo plausível para um profissional iniciante) e um volume de equipamento em torno de sete mil reais (uma câmera, duas lentes, tripé, <em>flash</em> e <em>notebook</em> com <em>softwares</em> livres, como Linux e Gimp), teríamos R$400,00 + R$120,00 (30% de lucro) + R$70,00 (1% sobre sete mil) + R$150,00 (custo de vida bem modesto de R$600,00 por mês somando luz, água, telefone, contabilidade etc.) + R$50,00 (um almoço, pilhas e estacionamento, por exemplo) e teremos um total para o trabalho de R$790,00. E nem incluí o valor de uma diária para tratamento de imagens, estou considerando que este trabalho será entregue sem tratamento diretamente para o cliente.</p>
<p>O lucro aplicado à diária é sua margem para descontos. Fazendo assim você tem seu trabalho pago e seus custos absorvidos, não tem prejuízo e as contas fecham no fim do mês, nunca aplique um desconto maior que seu lucro pois você prejudicará as outras contas.</p>
<p>O que muda entre grandes profissionais e iniciantes é o valor da diária, o volume do equipamento e talvez a margem de lucro, o restante do cálculo é igual para todos. Fazendo assim sobra para ir ao cinema, restaurante e ter vida fora do trabalho. Quem &#8220;chuta&#8221; no <a title="Orçamento Fotográfico" href="http://www.fotografia-dg.com/orcamento-fotografico/">orçamento</a> tem sempre menos dinheiro do que gostaria por não calcular os custos.</p>
<p>Existe um outro fator na formação de preços que é a licença de uso de imagens. Não entrarei neste tópico pois muitos fotógrafos não adotam essa prática, isso só é comum no mercado de fotografia publicitária, está quase extinto do mercado editorial e simplesmente nunca existiu em mercados de fotojornalismo e <a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 1" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/">eventos sociais</a>, por isso não entrarei no tema.</p>
<p>Voltando ao exemplo acima, é fácil perceber que num trabalho bem modesto, feito por um iniciante, com pouco equipamento, <em>softwares</em> livres e sem cobrar pelo tratamento das imagens, o preço chegou a R$790,00. Com a média de quatro trabalhos por mês o profissional teria um salário de R$1.600,00 (a soma das diárias) líquido, pois as contas já foram absorvidas nos custos fixos. Com um salário desses é possível pensar em aplicar o dinheiro e em poucos anos você pode dar entrada em um apartamento, ou trocar de carro a cada 3 ou 4 anos, enfim, é um salário aceitável para quem está começando e que tenha um padrão de vida modesto, que ainda seja solteiro, morando com os pais ou algo assim.</p>
<p>Se você estiver cobrando menos do que o citado acima em cada trabalho, é urgente que pare, pense e faça algumas contas, pois provavelmente você vem tendo prejuízo e não sabe. E por incrível que possa parecer, já vi gente cobrando reportagem de casamento por R$250,00, <em>book</em> de modelo por R$150,00, diária de foto publicidade por R$100,00. Já vi de tudo, e a única certeza que tenho é que a falência espera as pessoas que não sabem cobrar pelo próprio trabalho, cedo ou tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No próximo artigo falaremos sobre <strong>posicionamento de mercado</strong>, algo que leva a formação de preços ao patamar da estratégia, além do simples cálculo de custos.</p>
<p>Mas antes do próximo artigo chegar, temos uma <span style="color: #ff0000;">NOVA promoção</span>! O <strong><a target="_blank" href="../">Fotografia DG</a> </strong>, em parceria com o <strong> </strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/"><strong>Estúdio Vernaglia</strong></a> e com as revistas <a target="_blank" href="http://www.fotografodigital.com.br/">Digital Photographer Brasil</a> e <a target="_blank" href="http://www.photoshopcreative.com.br/">Photoshop Creative</a> irá sortear <strong>uma assinatura de cada revista</strong>, você pode concorrer para a que mais gosta ou para as duas!</p>
<p>Para concorrer à assinatura da <strong>Digital Photographer Brasil</strong> você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , do fotógrafo <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> e da DPBR <a target="_blank" href="http://twitter.com/dfotobr">@dfotobr</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
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<p>Serão sorteadas duas assinaturas, podendo assim ter dois ganhadores ou um de muita sorte. O sorteio será realizado pelo sorteie.me e o vencedor vai ser divulgado no dia 21/06 no twitter e aqui no FotografiaDG junto com o terceiro artigo desta série. Pode participar até ao final do dia 20/06.</p>
<p>Participe, não perca esta chance!</p>
<p><strong>E o(a) vencedor(a) da promoção do vale de R$800,00 em cursos do IIF foi: @<a target="_blank" href="http://twitter.com/fabiolaslprado" target="_blank">fabiolaslprado</a></strong><br />
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<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/"><br />
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 2/11</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 17:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De forma geral, fotógrafos são profissionais autônomos pois quase não existe emprego na área de fotografia como havia no passado... Saiba tudo sobre ser patrão e funcionário ao mesmo tempo neste excelente artigo de Vernaglia Jr.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://www.fotografia-dg.com/ganhar-dinheiro-fotografia/" target="_blank">artigo anterior</a> iniciamos esta série elencando questões importantes na vida de um fotógrafo, e um desses fatores é a dualidade, a vida dupla vivenciada por todo fotógrafo, e isso vem antes de falarmos de marketing propriamente dito, pois de nada adianta um trabalho perfeito de marketing se você escorregar na forma como administra sua vida dupla patrão x funcionário..</p>
<p>De forma geral, fotógrafos são profissionais autônomos pois quase não existe emprego na área de fotografia como havia no passado. Quando iniciei minha carreira, jornais e agências de publicidade, para citar dois exemplos, tinham fotógrafos como funcionários fixos. Isso mudou e essas empresas contratam fotógrafos autônomos, há exceções, mas são poucas.</p>
<h2>Ser patrão e funcionário ao mesmo tempo, questões importantes</h2>
<p>Graças a esse movimento de mercado ocorrido ao longo das últimas décadas, fotógrafos passaram a sofrer de dupla personalidade, afinal cada um passou a ser ao mesmo tempo patrão e funcionário, o que antes era o chefe agora se chama cliente e você passou a ser o único responsável pelo gerenciamento de sua carreira obrigando-o a conviver com duas personalidades distintas, até opostas.</p>
<p>Vamos pensar inicialmente no ponto de vista do funcionário, o que ele quer e precisa? De um bom salário (o que o torna caro e pesa no preço que o cliente irá pagar), benefícios (plano de saúde, transporte, alimentação), o que o torna ainda mais caro, isso sem falar em tempo para a família e amigos (o que o torna indisponível) e possibilidade de se aprimorar fazendo cursos (aqui unimos profissional caro com indisponível).</p>
<p>Vejamos agora o ponto de vista do patrão. Ele quer que o funcionário custe pouco para que a empresa lucre, precisa de alguém competente, experiente, que resolva todos os problemas rapidamente, alguém dedicado, que possa ficar mais tempo no serviço, fazendo hora extra e nem ganhar mais por isso, que tenha domingos livres para trabalhar, madrugadas também. Na visão do patrão, o fotógrafo deveria conseguir trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem comer ou sequer ir ao banheiro.</p>
<p>Enquanto um quer tempo para sair com a família o outro quer disponibilidade nos finais de semana, o primeiro quer dinheiro o segundo quer cortar custos. Ao observar isso é fácil entender por que tantos empreendedores acabam estressados.</p>
<p>E sabe o que acontece muitas vezes? O fotógrafo trabalha como louco, aos finais de semana e madrugadas para ganhar mais. Assim que tem um tempo livre gasta todo o dinheiro em restaurantes caros, noitadas com os amigos, trocando de equipamento, comprando lentes que não vai usar, comprando um carro grande e confortável para ficar parado no trânsito das grandes cidades e tendo boletos a perder de vista para pagar. Gasta muito dinheiro em bobagem como forma de compensar o estresse e depois fica mais estressado para pagar os abusos financeiros.</p>
<p>A primeira coisa a fazer antes que a situação exija tratamento, remédios controlados e um pedido de falência é parar e pensar qual o tipo de patrão e funcionário você tem sido. A maioria dos fotógrafos que conheço é ao mesmo tempo um patrão brutal e um funcionário subserviente, pois passam os finais de semana trabalhando, ficam até altas horas da madrugada no computador e sacrificando o relacionamento com família e amigos, negligenciando até a saúde. E por outro lado são gastadores compulsivos.</p>
<p>Esse comportamento traz estresse, depressão, doenças cardíacas, divórcios, obesidade e todos os tipos de problemas imagináveis. Então antes mesmo de pensarmos em lucro, vamos adotar uma palavra chave: equilíbrio. Lembre dela sempre que estiver perdendo o controle de seus personagens.</p>
<p>Você provavelmente receberá avisos, diretos e indiretos, como os amigos reclamando que você sumiu e sua(seu) companheira(o) de mau humor com você por estar tão ocupado que não tem tempo para um cinema ou jantar romântico. Outro tipo de aviso é o acúmulo de contas e dívidas parceladas, cartões de crédito etc. Saiba ouvir os avisos e equilibrar o tempo com tudo o que importa na sua vida, sem família e amigos não somos nada pois trabalho e dinheiro não substituem essas pessoas, no entanto, sem dinheiro não vivemos, então equilíbrio é a palavra.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7137 colorbox-7135" title="Luz Railway Station (Estação da Luz), Sao Paulo historic center, Brazil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/Estação-da-Luz-no-Centro-de-São-Paulo-619x619.jpg" alt="Estação da Luz no Centro de São Paulo 619x619 Ganhar Dinheiro na Fotografia – Parte 2/11" width="619" height="619" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Estação da Luz, no Centro de São Paulo</h6>
<p>Agora que tratamos do equilíbrio vamos parar e pensar no como conciliar papéis tão diferentes que desempenhamos em nossa vida. Como ser um patrão legal e um funcionário eficiente tratado com justiça?</p>
<p>Um fator que ajuda os dois lados é o esforço na contenção de custos, quanto mais eficiente você for neste ponto maior será a capacidade de obter lucros, vejamos exemplos:</p>
<p><strong>- Escolha do equipamento (câmeras, computadores, <em>tablets</em> etc.):</strong> Tem impacto no custo, só compre equipamentos realmente necessário ao trabalho. Lembre que um novo equipamento compromete meses de faturamento então não compre se não for absolutamente necessário, isso é oposto ao fotógrafo amador e é algo que o profissional deve aprender muito rápido. Se o novo equipamento não trouxer aumento de lucros ou uma melhora real na qualidade, então não precisa gastar com isso, lembre-se que você não passa a ser um melhor fotógrafo por trocar de câmera e que uns poucos megapixels a mais não representam nada na qualidade do trabalho;</p>
<p><strong>- Carro: </strong>Todo fotógrafo tem carro ou deve ter, pois vai a reuniões com clientes, fotografa eventos em lugares diferente, carrega equipamentos caros que não são idealmente transportados em ônibus e trens. O carro faz parte do equipamento do fotógrafo mas apesar disso é um fator pouco lembrado, que tem custos atrelados a ele como combustível, manutenção e impostos. Pense seriamente que é melhor ter um modelo popular econômico, de manutenção fácil e barata no lugar de um possante esportivo;</p>
<p><strong>- Contas da casa e do estúdio/escritório (se tiver):</strong> Gastar menos energia, gás e água não são apenas decisões ecológicas, elas ajudam a viabilizar sua carreira profissional pois tem impacto nos custos. Reveja também seus gastos com celular, as contas do mercado com itens supérfluos etc.;</p>
<p><strong>-  Software:</strong> só use software original, pesquise e veja que existem boas opções de programas gratuitos que podem resolver o problema;</p>
<p><strong>-  Cartão de crédito e outras formas de parcelamento:</strong> uma dica fundamental é a de nunca considerar o limite de seu cartão de crédito como dinheiro que você tenha. O limite do cartão é um empréstimo que bancos fazem a você e cobram altos juros por isso, então nunca use o limite do cartão, deixe ele para emergências de saúde. Só compre coisas que tenha dinheiro para pagar agora, você pode até usar o cartão (não o limite usando acima do que tem, nem o parcelamento da fatura, que cobra juros, apenas o cartão como forma de pagamento parcelado), mas compre apenas aquilo que você poderia comprar à vista pois tem o dinheiro em sua conta;</p>
<p><strong>-  Vícios:</strong> assunto delicado este, conheço muitos fotógrafos com todo tipo de vício, de vídeo games à bebidas, cigarros e tudo o que existe de atividades legais a ilegais. Não me alongarei aqui nem julgarei ninguém, mas se você gasta muito dinheiro ou tempo com qualquer espécie de vício, busque ajuda, converse com seus familiares pois muitas vezes você pode não perceber que está exagerando e se for o caso, busque ajuda médica, uma dose de bebida em uma festa pode lhe custar um dia do seu lucro, ou mais.</p>
<p>Talvez você agora perceba as relações entre sua vida pessoal e profissional, entre o patrão e o funcionário. Quando a pessoa é mais econômica a empresa lucra mais e a diferença pode ser investida em qualidade de vida (lembra do cinema com a namorada e do jantar romântico?). Não esqueça do impacto de seus hábitos sobre seu preço e conseqüentemente sobre o lucro, quanto melhor você trabalhar a questão do custo de vida, mais irá lucrar.</p>
<p>No próximo artigo trataremos da <strong>formação</strong> <strong>de</strong> <strong>preços</strong> <strong>em</strong> <strong>fotografia</strong>, algo que muitos fazem errado mas que pode ser corrigido e executado com facilidade.</p>
<p>Mas antes do próximo artigo chegar, lembre-se que estamos fazendo uma promoção! O <strong><a target="_blank" href="../">Fotografia DG</a> </strong>, em parceria com <a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/">o <strong>Estúdio Vernaglia</strong></a> e com o <strong><a target="_blank" href="http://www.iif.com.br/">Instituto Internacional de Fotografia</a></strong> irá sortear um vale no valor de <strong>R$800,00</strong> (Oitocentos Reais!) que poderá ser descontado em qualquer um dos cursos do <strong>IIF</strong>.</p>
<p>Para concorrer ao vale de R$800,00 em um curso do IIF você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg">@fotografiadg</a> , do fotógrafo <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a> e do IIF <a target="_blank" href="http://twitter.com/cursosiif">@cursosiif</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Sigo @fotografiadg @VernagliaJr e @cursosiif e quero ganhar vale de R$800,00 para estudar no IIF  http://kingo.to/EHy</strong></p>
<p>Apenas será sorteado um vale. O sorteio será realizado pelo sorteie.me e o vencedor vai ser divulgado no dia 14/06 no twitter e aqui no FotografiaDG junto com o terceiro artigo desta série. Pode participar até ao final do dia 13/06.</p>
<p>Se você é de fora de São Paulo, o IIF tem cursos e workshops de final de semana, e o vale poderá ser descontado de qualquer curso da escola, assim todos podem participar!</p>
<p>Participe, não perca esta chance!</p>
<p>Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/"><br />
www.vernaglia.com.br</a><br />
Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://twitter.com/VernagliaJr">@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Ganhar Dinheiro na Fotografia &#8211; Parte 1/11</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 19:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ganhar Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[criação de produtos]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[e-Book]]></category>
		<category><![CDATA[formação de preços]]></category>
		<category><![CDATA[formação de preços em fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ganhar dinheiro na fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pacotes de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[promoções]]></category>

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		<description><![CDATA[Não pode perder esta série de Armando Vernaglia que culminará com a publicação de um novo e-Book. E para o lançamento desta novidade preparamos uma série de promoções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui começamos mais uma série de artigos que culminará com a publicação de um novo e-Book. E para o lançamento desta novidade preparamos uma série de promoções. Iremos sortear cursos, assinaturas de revistas e muito mais. Siga lendo este artigo e veja como participar.</p>
<p>Costumo dizer que uma coisa é fotografar bem, ser reconhecido e admirado por outros fotógrafos e também por amigos e parentes pela beleza das imagens que produz, outra completamente diferente é fazer com que isso tudo se transforme em dinheiro.</p>
<h2>Preço, Marketing e Outras coisas importantes</h2>
<p>Baseado nessa observação trarei para os leitores do <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/" target="_blank">FotografiaDG</a></strong> uma série de artigos tratando de temas fundamentais para fotógrafos, mesmo que não relacionados ao ato fotográfico em si, e sim com questões da vida profissional de quem tem ou quer ter a fotografia como seu ganha pão. Sendo assim, vamos falar de formação de preços em fotografia, marketing, divulgação, criação de produtos e pacotes de serviços, promoções, enfim, falaremos de dinheiro, como ganhá-lo e como não perdê-lo.</p>
<p>Quando um fotógrafo amador decide ganhar a vida com fotografia ele toma uma decisão consciente, de ganhar dinheiro com aquilo que gosta, e várias outras decisões não tão perceptíveis e nem sempre conscientes.</p>
<p>A decisão de se tornar um profissional da fotografia tanto pode ocorrer quando a pessoa é jovem e que desta forma irá trilhar o caminho da fotografia como sua primeira e talvez única carreira, como pode surgir após mudanças de rumo nas quais engenheiros, médicos, advogados, jornalistas, publicitários, <em>designers</em> ou quaisquer outros profissionais optam por mudar o rumo de suas vidas para se tornarem fotógrafos.</p>
<p>O momento da vida de uma pessoa em que isso acontece não importa, mas o conjunto de decisões conscientes e inconscientes sim. Algumas das questões que devemos ter em mente são:</p>
<p>-  A troca da estrutura tradicional de emprego pela vida de trabalho autônomo com a inevitável troca da rentabilidade estável do salário pela instabilidade financeira da vida de autônomo, o que traz a necessidade de criar métodos de trabalho que contornem essa dificuldade;</p>
<p>-  A criação de estresse ao transformar uma prática agradável em uma atividade da qual se extrai o dinheiro para viver, com a provável perda de encanto, total ou parcial, no decorrer do tempo pela fotografia, criando no fotógrafo profissional a necessidade de buscar novas formas de aliviar o estresse agora causado pelo trabalho com fotografia;</p>
<p>-  A aceitação de um número maior de funções e encargos pelo autônomo, que passa a ser ao mesmo tempo chefe e empregado, contador, gerente, estrategista, relações públicas e fotógrafo dos trabalhos, o que faz com que muitas vezes o profissional tenha uma carga diária de trabalho muito superior ao que alguém usualmente tem no emprego;</p>
<p>-  A dificuldade de obter renda em uma atividade que pode ser exercida livremente por qualquer um, e que desta forma tem grande número de praticantes, poucas regras que balizem o exercício profissional e muita concorrência.</p>
<p>-  A necessidade de adquirir enormes quantidades de conhecimento externos à fotografia em si, que envolvem informática (criação de <em>sites</em>, <em>blogs</em>, uso de mídias sociais), marketing (técnicas de venda, posicionamento de mercado, precificação), legislação (direito autoral, contratos, licença de uso) entre outros.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7051 colorbox-7044" title="Sao Paulo downtown, Sao Paulo, Brazil" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/06/centro-velho-panoramica-001pq-619x285.jpg" alt="centro velho panoramica 001pq 619x285 Ganhar Dinheiro na Fotografia   Parte 1/11" width="619" height="285" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Panorâmica feita no Centro de São Paulo</h6>
<p>Os pontos que citei são apenas cinco entre uma infinidade de aspectos que a pessoa decide e aceita consciente ou inconscientemente ao dizer para si mesmo: “<em>serei um fotógrafo profissional</em>”.</p>
<p>Em termos práticos significa que a partir da decisão tomada, você deverá conduzir seu aprendizado na fotografia de forma a obter conhecimentos necessários para executar a fotografia dentro do mercado que pretende atuar (como moda, <a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 1" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">eventos sociais</a>, publicidade, jornalismo etc.), definirá seu posicionamento de mercado, o que inclui definir preço, formas de divulgação e publicidade, técnicas de venda, entre outros. Também  deverá planejar a quantidade de vendas para atingir um rendimento mensal e assim reduzir os riscos financeiros da atividade autônoma, e assim por diante.</p>
<p>Tudo isso tem um nome: planejamento de carreira. E acreditem, uns 99% dos fotógrafos atualmente no mercado jamais pensaram em planejar suas carreiras, elas simplesmente vão acontecendo. E graças a essa atitude displicente muitos estão com dificuldades financeiras, falindo e abandonando a fotografia.</p>
<p><strong>Vejam os tópicos que serão abordados daqui em diante:</strong></p>
<ul>
<li>Ser patrão e funcionário ao mesmo tempo;</li>
<li>Formação de preço;</li>
<li>Posicionamento de mercado;</li>
<li>O valor que você se dá e o valor que os clientes dão a você;</li>
<li>Promoções suicidas e outras formas <em>kamikaze</em> de marketing;</li>
<li>Técnicas de Negociação;</li>
<li>Preparação de Orçamentos;</li>
<li>Ética profissional;</li>
<li>Análise de Marketing, métricas, ferramentas etc.;</li>
<li>Observações sobre o mercado e conclusões.</li>
</ul>
<p>No próximo artigo trataremos da dualidade entre ser seu patrão e funcionário ao mesmo tempo e como não fazer com que essa dupla personalidade inerente a todo fotógrafo, cinegrafista e outros profissionais de imagem acabe com sua qualidade de vida.</p>
<p>Mas antes do próximo artigo chegar, temos uma grande surpresa! O <strong>Fotografia DG</strong>, em parceria com o <strong><a target="_blank" href="http://vernaglia.photoshelter.com/" target="_blank">Estúdio Vernaglia</a></strong> e com o <strong><a target="_blank" href="http://www.iif.com.br/site/" target="_blank">Instituto Internacional de Fotografia</a></strong> irá sortear um vale no valor de <strong>R$800,00</strong> (Oitocentos Reais!) que poderá ser descontado em qualquer um dos <a target="_blank" href="http://www.iif.com.br/site/cursos/" target="_blank">cursos do <strong>IIF</strong></a>.</p>
<p>Para concorrer ao vale de R$800,00 em um curso do IIF você deve seguir o perfil do <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg </a>, do fotógrafo <a target="_blank" href="http://twitter.com/#!/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a> e do IIF <a target="_blank" href="http://twitter.com/#!/cursosiif" target="_blank">@cursosiif</a> no twitter. Depois de nos seguir apenas tem que fazer um tweet com a seguinte frase:</p>
<p><strong>Sigo @fotografiadg @VernagliaJr e @cursosiif e quero ganhar vale de R$800,00 para estudar no IIF  http://kingo.to/EHy</strong></p>
<p>Apenas será sorteado um vale. O sorteio será realizado pelo sorteie.me e o vencedor vai ser divulgado no dia 14/06 no twitter e aqui no FotografiaDG junto com o próximo artigo desta série. Pode participar até ao final do dia 13/06.</p>
<p>Se você é de fora de São Paulo, o IIF tem cursos e workshops de final de semana, e o vale poderá ser descontado de qualquer curso da escola, assim todos podem participar!</p>
<p>Participe, não perca esta chance! Nos vemos em breve, grande abraço,</p>
<p><strong>Armando Vernaglia Junior</strong><br />
<a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br" target="_blank">www.vernaglia.com.br<br />
</a>Siga-me no Twitter: <a target="_blank" href="http://twitter.com/#!/VernagliaJr" target="_blank">@VernagliaJr</a></p>
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		<title>eBook Fotografia Social para Iniciantes</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 20:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia Social]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[eBook Fotografia Social para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Social para Iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Após a leitura, se tudo realmente correu como deveria, o debutante em fotografia social terá condições de realizar a cobertura de casamentos e aniversários de forma simples e objetiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo conhece um fotógrafo social, comumente batizado de &#8216;fotógrafo de casamento&#8217;. Aliás, em outros tempos, o fotógrafo de casamento era apenas uma consequência do trabalho realizado na família. Sim, senhoras e senhores, o fotógrafo era algo parecido com o médico. Depois de aprovado pela família, fazia todos os serviços.</p>
<p>Em tempos modernos, muitas vezes o fotógrafo é realmente da família.</p>
<p>Com a evolução e a facilidade de aquisição dos equipamentos digitais, um pouco de habilidade e feeling são o que um fotógrafo iniciante precisa para dar os primeiros passos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6953 colorbox-6951" title="eBook Fotografia Social para Iniciantes" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Fotografia_Social_para_Iniciantes_eBook_1.jpg" alt="Fotografia Social para Iniciantes eBook 1 eBook Fotografia Social para Iniciantes" width="250" height="339" /> </p>
<p>Este ebook tem como objetivo facilitar um pouco este caminho. Não é manual técnico, muito menos a &#8220;verdade das verdades&#8221; sobre fotografia social. Longe disso. Procurei explicar um pouco do que trata a fotografia social, bem como apresentar um roteiro simples para quem nunca esteve em um evento do gênero com a responsabilidade de apresentar material.</p>
<p>Após a leitura, se tudo realmente correu como deveria, o debutante em fotografia social terá condições de realizar a cobertura de casamentos e aniversários de forma simples e objetiva. Não será uma superprodução, mas acertadas as escolhas técnicas, ficará longe de um desastre.</p>
<p><strong>Para fazer download do eBook Fotografia Social para Iniciantes  gratuitamente </strong><strong>aceda a <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/" target="_blank">http://loja.fotografia-dg.com/</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia Social para Iniciantes – Parte 5</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-5/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fotografia-social-para-iniciantes-parte-5</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-5/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 May 2011 21:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Como montar um orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Evite flash direto]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo social]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Social para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[imagens no LCD]]></category>
		<category><![CDATA[luz ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[orcamento]]></category>
		<category><![CDATA[segundo fotógrafo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fotografia-dg.com/?p=6903</guid>
		<description><![CDATA[Hoje vou dar uma série de dicas para facilitar a vida do fotógrafo social em início de carreira e ensinar como se monta um orçamento simples. Farei ainda a conclusão da série.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro leitor, esta é a ultima parte da série <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">Fotografia Social para Iniciantes</a>. Caso não tenha lido as partes anteriores segue os links em baixo para ler antes de continuar.</p>
<ul>
<li><a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 1" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/">Fotografia Social para Iniciantes – Parte 1</a></li>
<li><a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 2" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-2/">Fotografia Social para Iniciantes – Parte 2</a></li>
<li><a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 3" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-3/">Fotografia Social para Iniciantes – Parte 3</a></li>
<li><a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 4" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-4/">Fotografia Social para Iniciantes – Parte 4</a></li>
</ul>
<p>Hoje vou dar uma série de dicas para facilitar a vida do fotógrafo social em início de carreira e ensinar como se monta um <a title="orçamento" href="http://www.fotografia-dg.com/orcamento-fotografico/" target="_blank">orçamento</a> simples. Farei ainda a conclusão da série.</p>
<h2>Dicas gerais para facilitar a vida do fotógrafo social</h2>
<p>Para facilitar a vida do fotógrafo iniciante, seguem uma série de pequenas dicas que auxiliarão tanto na prática durante a cobertura de eventos, como na busca por uma identidade fotográfica.</p>
<h3>Abuse da luz ambiente</h3>
<p>Se o local tiver boa iluminação, aproveite. Veja se o local oferece janelas ou portas por onde a luz pode entrar e utilize-as para criar efeitos diferenciados de iluminação.</p>
<h3>Evite flash direto</h3>
<p>Se o teto for baixo, é o melhor rebatedor que você vai encontrar durante sua carreira como fotógrafo social. Abuse das luzes rebatidas para criar uma iluminação mais suave. Quando não for possível rebater no teto, tente utilizar um difusor no próprio flash.</p>
<h3>Verifique as imagens no LCD</h3>
<p>Uma das grandes vantagens da tecnologia digital é permitir ao fotógrafo uma visualização imediata do resultado. Após cada clique, dê uma rápida espiada para ver se está tudo de acordo. Caso não esteja, corrija o que for necessário e repita a foto.</p>
<h3>Leve um segundo fotógrafo</h3>
<p>Cada profissional tem um olhar diferenciado, um estilo particular de ver as coisas pelo visor da câmera. Quando possível, leve um segundo profissional com você, e deixe ele fazer o mesmo trabalho, mas de ângulos diferentes. Você terá todas as cenas com inúmeras variações. Além disso é uma segurança: caso ocorra qualquer problema, pessoal ou com o equipamento, ele pode continuar o trabalho até você voltar à ativa.</p>
<h3>Atualize-se</h3>
<p>Para o fotógrafo em início de carreira no meio social a atualização é obrigatória. Saiba quais as tendências, o que os melhores do mercado estão fazendo, enquadramentos, iluminação, acessórios utilizados&#8230; A internet é um prato cheio, uma grande biblioteca de portfólios de fotografia social. Dedique um tempo à pesquisa.</p>
<h3>Ofereça até o que não tem</h3>
<p>Não, não é para enganar o cliente. Faça uma boa rede de relacionamentos com profissionais de outras áreas como cinegrafistas, editores de vídeo, laboratórios, encadernadoras, diagramadores e tantos mais forem necessários. Você não precisa fazer de tudo, apenas conhecer as pessoas certas para terceirizar os serviços.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6904 colorbox-6903" title="Fotografia Social" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Fotografia-Social4.jpg" alt="Fotografia Social4 Fotografia Social para Iniciantes – Parte 5" width="619" height="411" /></p>
<h2>Como montar um orçamento</h2>
<p>Agora que você já tem um roteiro simples para guiá-lo, deve estar se perguntando: <strong>e quanto eu cobro por isso?</strong></p>
<p>Existem várias formas de fazer um orçamento. Cada fotógrafo tem seu jeito, sua forma de calcular. O primeiro passo é saber os custos. Do combustível utilizado no deslocamento até o valor da edição final do álbum, incluindo todos os serviços terceirizados.</p>
<p>Outra fator importante é saber quanto os profissionais da sua região cobram, para você não ficar nem muito abaixo, nem muito acima destes valores. Para um cálculo simples, use uma fórmula simples: pegue o valor do custo e adicione uma porcentagem sobre ele. Por exemplo:</p>
<p><strong>Custo:</strong> R$ 2500,00<br />
<strong>Porcentagem:</strong> 60%<br />
<strong>Valor final:</strong> R$ 4000,00<br />
<strong>Lucro:</strong> R$ 1500,00</p>
<p>Esta é apenas uma sugestão de cálculo. Conheça antes o mercado da sua região para saber como utilizar os valores.</p>
<p><strong>Na hora da negociação, evite baixar seus preços. Procure trabalhar com parcelamento. O lucro será o mesmo, mas para o cliente fica muito mais fácil fechar negócio.</strong></p>
<h2>Conclusão da série</h2>
<p>A <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">fotografia social</a> não é um bixo de sete cabeças, mas requer cuidados. Este guia é apenas uma referência, um início para quem nunca fez este tipo de trabalho. Mas há muito a ser aprendido e explorado, e estudar é fundamental.</p>
<p>Amplie seus conhecimentos sobre <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/search.php?orderby=position&amp;orderway=desc&amp;search_query=ilumina%C3%A7%C3%A3o&amp;submit_search=Procurar" target="_blank">iluminação</a>, <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/outros/98-aprendendo-composicao-fotografica.html" target="_blank">composição</a> e <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/search.php?orderby=position&amp;orderway=desc&amp;search_query=dire%C3%A7%C3%A3o+de+modelos&amp;submit_search=Procurar" target="_blank">direção de modelos</a>. Pesquise e adquira equipamentos e acessórios para dar uma maior gama de possibilidades aos seus cliques. Com o tempo e a prática seu estilo pessoal vai aflorar e você será guiado por este estilo na compra de novos equipamentos, na escolha dos profissionais que trabalharão com você, e no controle de qualidade do resultado final.</p>
<p>Para acelerar seu aprendizado preste atenção em outros profissionais durante os eventos. Veja como eles fazem, de que ângulo, com que equipamentos, como iluminam&#8230; Tente entender o processo para poder reproduzi-lo posteriormente.</p>
<p>E o mais importante: cada cliente é único. Em breve você terá feito dezenas, centenas de eventos. Mas para o cliente é o primeiro e, se quiser fazer sucesso, trate-o como tal.</p>
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			</div>			
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia Social para Iniciantes – Parte 4</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 21:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia Social]]></category>
		<category><![CDATA[aliança]]></category>
		<category><![CDATA[alianças]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[cerimônia]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura casamento]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura de casamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Decoração]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[noiva]]></category>
		<category><![CDATA[noivo]]></category>
		<category><![CDATA[padrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Passo a passo de uma cobertura de casamentos. Um roteiro bem simples, mas que não vai deixar nenhum momento do casamento sem registro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior dei um passo a passo sobre a <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-3/" target="_blank">fotografia de aniversário</a>. Agora, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre a <strong>cobertura de casamentos</strong>.</p>
<p>O casamento é a menina dos olhos dos fotógrafos sociais. É o evento que requer mais atenção e dedicação para uma cobertura bem feita, e também é o mais lucrativo. Para traçar uma linha lógica e de fácil compreensão, tomaremos como base um casamento católico tradicional, com cerimônia em igreja e recepção em outro local.</p>
<p>O passo-a-passo a seguir é o exemplo de um roteiro bem simples, mas que não vai deixar nenhum momento importante sem registro.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>ANTES DE SAIR PARA FOTOGRAFAR, LEMBRE-SE DE CONFERIR TODO<br />
O EQUIPAMENTO, INCLUINDO A CARGA DE BATERIAS E PILHAS!</strong></span></p>
<h2 style="text-align: left;">Cobertura de Casamentos</h2>
<h3 style="text-align: left;">Decoração</h3>
<p>A dica é a mesma do aniversário: explorar. A vantagem para o fotógrafo nessa hora é que a decoração de casamento normalmente é rica em elementos. Procure fazer um bom volume de imagens, variando composição, ângulos, cenas abertas e fechadas, contraluz, e não esqueça de visitar os dois ambientes, igreja e local de recepção.</p>
<p><strong>Aproveite o momento para deixar seus cartões de visita sobre as mesas. </strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-6893 colorbox-6886" title="Noiva" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Noiva.jpg" alt="Noiva Fotografia Social para Iniciantes – Parte 4" width="619" height="411" /></strong></p>
<h3>Os primeiros movimentos</h3>
<p>Decoração devidamente fotografada é hora de começar o trabalho com pessoas. Neste ponto, o noivo já deve estar na porta da igreja, ansioso, aguardando a chegada de alguns convidados.</p>
<p><strong>Faça o seguinte:</strong></p>
<ul>
<li>Fotos do noivo sozinho, corpo inteiro e meio-corpo.</li>
<li>Fotos do noivo com os pais, corpo inteiro e meio-corpo.</li>
<li>Se a arquitetura do local render boas imagens, aproveite para registrar alguns detalhes.</li>
<li>Fotos gerais da movimentação na porta da igreja, principalmente as reações do noivo.</li>
</ul>
<p><strong>Fique atento para qualquer comentário do cerimonial sobre alterações de última hora.</strong></p>
<h3>A entrada dos padrinhos e do noivo</h3>
<p>A cerimônia vai começar oficialmente e os primeiros a entrar são os padrinhos. Normalmente a entrada é coordenada pelo cerimonial. Peça para que a entrada seja lenta, com espaço entre os casais. Isso facilita muito na hora de registrar todos.</p>
<p><strong>Aqui, faça:</strong></p>
<ul>
<li>Fotos de cada casal, corpo inteiro e meio-corpo.</li>
</ul>
<p>Se houver tempo, procure explorar ângulos em que apareçam os bancos da igreja com os padrinhos do noivo e da noiva.</p>
<p>Em seguida, entrarão na igreja o pai do noivo e a mãe da noiva. Faça:</p>
<ul>
<li>Foto do casal, corpo inteiro e meio-corpo.</li>
</ul>
<p>Atrás deles, entra o noivo com a mãe. Repita o processo. Aproveite também para registrar as expressões do noivo. Tente captar o nervosismo e a ansiedade.</p>
<h3>A entrada da noiva</h3>
<p>Com todos em seus lugares, a porta da igreja é fechada. A partir de agora, resta esperar a entrada da noiva, o primeiro grande momento do casamento. Revise o equipamento, veja se está tudo em ordem, se não precisa trocar de cartão de memória ou a pilha do flash. Vá para a rua. Faça algumas fotos da noiva ainda no carro, a saída do carro, e os últimos acertos do vestido no lado de fora da igreja. Peça alguns minutos para poder retornar e ficar em posição para registrar a entrada.</p>
<p>Este é um momento delicado. A porta se abre, uma florista vem na frente e monta um tapete de pétalas. A noiva entra na igreja. Lentamente, acompanhada do pai, ela caminha até o ponto de encontro com o noivo, que segue sozinho para o mesmo ponto. O pai da noiva despede-se da filha e o noivo recebe um cumprimento do pai da noiva, antes de posicionar-se ao lado dela para caminharem juntos até o altar. O pai da noiva segue na frente e rapidamente posiciona-se ao lado da mãe da noiva, enquanto o casal segue lentamente até o altar.</p>
<p><strong>Registre:</strong></p>
<ul>
<li>A entrada da noiva sozinha de corpo inteiro, meio-corpo, em plano aberto com as pessoas em pé nas laterais.</li>
<li>A despedida do pai da noiva e o cumprimento ao noivo.</li>
<li>O casal lado-a-lado de corpo inteiro, meio-corpo e cena aberta com os convidados nas laterais.</li>
<li>A caminhada até o altar.</li>
<li>Vá para as costas do casal, e registre eles de frente para o padre, com variações de cenas abertas e fechadas, incluindo o padre, fundo da igreja, pais&#8230;</li>
</ul>
<p>O padre começa a cerimônia. Enquanto ele diz algumas palavras, o casal curte os primeiros momentos juntos no altar. Busque algumas imagens como troca de carinhos e sorrisos. Aproveite também para fazer imagens abertas dentro da igreja.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6891 colorbox-6886" title="Fotografia de Casamento" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Fotografia-de-Casamento.jpg" alt="Fotografia de Casamento Fotografia Social para Iniciantes – Parte 4" width="400" height="518" /></p>
<h3>As alianças</h3>
<p>Após um breve sermão, chegam as alianças. Uma criança entra na igreja e vai em direção ao casal. Registre a entrada e a entrega das alianças.</p>
<p>Após algumas palavras e uma benção, o casal troca alianças. Enquanto o noivo coloca a aliança na mão da noiva, e vice-versa, eles dizem algumas palavras.</p>
<p><strong>Registre:</strong></p>
<ul>
<li>O noivo colocando a aliança, corpo inteiro, meio-corpo e detalhe.</li>
<li>A noiva recebendo a aliança, corpo inteiro, meio-corpo e detalhe.</li>
</ul>
<p>Repita o processo quando a noiva estiver colocando a aliança no noivo. Fique atento: é uma prática comum os noivos beijarem a mão um do outro após colocar a aliança.</p>
<h3>O beijo</h3>
<p>Passada a troca de alianças, vem o momento mais tenso para o fotógrafo: o beijo. Aqui não há muito o que dizer. Fique atendo, faça um pré-foco no casal, e tente registrar da melhor maneira possível. É um momento único, onde não há espaço para erros. Essa foto é obrigatória no álbum de qualquer casal.</p>
<h3>O fim da cerimônia</h3>
<p>Após o beijo, o casal parte para a assinatura dos papéis.</p>
<p><strong>Registre:</strong></p>
<ul>
<li>Foto individual do ato de assinatura.</li>
<li>Foto aberta, mostrando um assinando e o outro ao lado.</li>
<li>Foto de detalhe das mãos durante a assinatura.</li>
</ul>
<p>Depois que os noivos assinam, as testemunhas são chamadas. Registre:</p>
<ul>
<li>Foto individual do ato da assinatura.</li>
<li>Foto aberta, mostrando um assinando e o outro ao lado.</li>
</ul>
<p>Encerradas as assinaturas, é hora da saída. Não há muito o que explicar. Os noivos deixam a igreja seguidos pelos pais, e logo atrás estão padrinhos e convidados. Procure explorar esta parte, com fotos abertas e fechadas.</p>
<p>Enquanto os convidados vão para a recepção, você pode aproveitar os noivos para mais algumas imagens posadas dentro da igreja. Se houver acordo com os padrinhos e pais, segure todos e aproveite o momento para fazer fotos de corpo inteiro e meio-corpo.´</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6890 colorbox-6886" title="Foto de Casamento" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Foto-de-Casamento.jpg" alt="Foto de Casamento Fotografia Social para Iniciantes – Parte 4" width="619" height="449" /></p>
<h3>A recepção</h3>
<p>O mais difícil terminou. Agora, chega a parte simples do casamento. O registro da recepção nada mais é que uma cobertura dos fatos. Tudo o que ocorrer, será registrado. A entrada, os noivos no buffet, o corte do bolo, a valsa&#8230;</p>
<p>Fique atendo aos convidados. Podem surgir imagens interessantes da relação deles com os noivos. Explore a decoração para fazer mais fotos posadas com os noivos e convidados. Quando achar que está tudo pronto, recolha o equipamento e deixe a festa. Lembre-se: você não é convidado. Se a sua missão está cumprida, deixa a festa para quem é da festa.</p>
<p>Ao fim de tudo, você deve ter feito pelo menos umas 200 imagens. O suficiente para montar um álbum.</p>
<p>No próximo e útimo artigo, vou dar uma série de dicas para facilitar a vida do fotógrafo social em início de carreira e ensinar como se monta um orçamento simples. Farei ainda uma conclusão da série <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">Fotografia Social para Iniciantes</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia Social para Iniciantes – Parte 3</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 21:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia Social]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura de um aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo social]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar aniversarios]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de Aniversários]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Social para Iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda na 3ª Parte da série Fotografia Social para Iniciantes o passo a passo da fotografia de Aniversários. Não perca!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">primeira parte</a> da série <strong><a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 1" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">Fotografia Social para Iniciantes </a></strong>demos uma pequena introdução ao tema <strong>Fotografia Social</strong> e ensinamos como você pode ganhar clientes. Já na <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes-parte-2/" target="_blank">segunda parte</a> aprendemos alguns requisitos para ingressar na profissão de <strong>fotógrafo social  </strong>e como se deve comportar um fotógrafo social em ação.</p>
<p>Hoje começa o passo a passo da fotografia de Aniversários.</p>
<h2>Fotografia Social &#8211; Aniversários</h2>
<p>Após algumas informações sobre os bastidores da vida de um fotógrafo social, desde a busca por clientes até como se apresentar no trabalho, chegou a hora de saber como realizar a cobertura de um aniversário.</p>
<p>Festas de aniversário são os eventos sociais mais simples de registrar. Há casos diferenciados, como uma festa clássica de 15 anos, cheia de roteiros e situações bem peculiares, mas por regra geral não há muito para dificultar o trabalho do fotógrafo iniciante.</p>
<p>Se ainda não tem idéia de como fazer, segue um guia simples como roteiro para a cobertura fotográfica.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>ANTES DE SAIR PARA FOTOGRAFAR, LEMBRE-SE DE CONFERIR TODO<br />
O EQUIPAMENTO, INCLUINDO A CARGA DE BATERIAS E PILHAS!</strong></span></p>
<h3>Decoração</h3>
<p>É a parte mais simples. Está tudo lá, basta registrar. Aproveite para trabalhar as variações de composição. Faça fotos abertas, fechadas, tudo o que achar interessante. Capture detalhes, texturas, cores&#8230;</p>
<p>A criatividade pode ser explorada ao máximo, principalmente se a decoração for rica em detalhes. A mesa do bolo merece um destaque especial. Olhe atentamente para descobrir quais as possibilidades e como iluminar para conseguir o melhor resultado. Dê preferência ao flash rebatido no teto ou nas paredes. Se um difusor ou rebatedor estiver disponível, pode ser bem útil para suavizar a luz. Se não tiver outro jeito a não ser utilizar flash direto, reduza a potência do flash para evitar estouros, e corrija as luzes posteriormente, na edição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6880 colorbox-6879" title="Fotografia Social - Aniversários" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Fotografia-Social-Aniversários.jpg" alt="Fotografia Social Aniversários Fotografia Social para Iniciantes – Parte 3" width="619" height="413" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Aproveite o momento para deixar seus cartões de visita sobre as mesas.</strong></p>
<h3 style="text-align: left;">A festa</h3>
<p>Antes da chegada dos convidados você terá à disposição o aniversariante e família. Aproveite para fazer os primeiros registros enquanto está tudo calmo e organizado.</p>
<p><strong>O que pode ser feito:</strong></p>
<ul>
<li>Aniversariante sozinho: corpo inteiro, meio-corpo e algumas poses explorando a decoração.</li>
<li>Com a família: corpo inteiro, meio-corpo e algumas poses explorando a decoração.</li>
<li>Só a família: corpo inteiro e meio-corpo.</li>
</ul>
<p>Se conseguir, registre cada convidado ou grupo de convidados que chega, juntamente com o aniversariante, em corpo inteiro e meio-corpo.</p>
<p>Há casos onde fotos extras também podem ser exploradas: namorada(o), noiva(o), amigos(as) mais próximos(as), parentes distantes que vieram especialmente para o evento&#8230;</p>
<p><strong>Mas tome cuidado:</strong> não peça, por exemplo, para uma aniversariante de 13, 14 anos dar um beijinho no namorado. Dependendo da situação isso pode causar um grande mal-estar. Bom senso é fundamental.</p>
<p>Em uma festa infantil, não tire os olhos da criança. Cercado de amiguinhos o aniversariante costuma se soltar bastante e proporcionar fotos bem expressivas.</p>
<h3>A hora crítica</h3>
<p>Até agora foi tudo tranqüilo. Mas chegou o momento de registrar o auge da festa: <em>o parabéns a você</em>.</p>
<p>O primeiro passo é encontrar a posição ideal. Tente permanecer de frente para o bolo e o aniversariante, mas sem atrapalhar muito (esta é a parte difícil) a visão de quem está atrás de você. Se preferir, fique abaixado.</p>
<p><strong>Nesta etapa da festa, você precisa de algumas fotos-chave:</strong></p>
<ul>
<li>Mesa inteira, com aniversariante e alguns acompanhantes.</li>
<li>Aniversariante soprando velinhas.</li>
<li>Alguns cumprimentos de quem está com ele atrás da mesa.</li>
</ul>
<p>Se houver possibilidade, no início do parabéns a você, enquadre lateralmente mesa e convidados, mas não esqueça de dar destaque ao aniversariante como ponto principal da imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6882 colorbox-6879" title="Parabéns a você" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Parabéns-a-você.jpg" alt="Parabéns a você Fotografia Social para Iniciantes – Parte 3" width="619" height="411" /></p>
<p>Em aniversário infantil, esta é a melhor oportunidade para segurar a criança próxima ao bolo e conseguir fotos com os pais, parentes e amigos. Logo em seguida, provavelmente, a criança vai querer voltar para a brincadeira e não será fácil mantê-la no lugar.</p>
<h3>O encerramento</h3>
<p>Passado o momento crucial, bastam mais alguns cliques para dar o trabalho como concluído. Como não há muito mais o que fazer, experimente:</p>
<ul>
<li>Fotos do aniversariante com os presentes.</li>
<li>Fotos do aniversariante nas mesas com os convidados.</li>
</ul>
<p>Fique atento para homenagens, surpresas ou qualquer outra situação que valha alguns cliques.</p>
<p>Sem muito esforço de criatividade você já deve ter contabilizado um mínimo de 100 fotos, por menor que seja o evento. É o suficiente para montar um álbum.</p>
<p><strong>Não se esqueça de fazer o backup do material para evitar contratempos.</strong></p>
<p>No próximo artigo, começa o passo a passo para Casamentos, não perca!</p>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia Social para Iniciantes – Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 21:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia Social]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo social]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Social para Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[iniciantes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fotografia-dg.com/?p=6856</guid>
		<description><![CDATA[Conheça alguns requisitos para ingressar na fotografia social e aprenda como se deve comportar um fotógrafo de fotografia social em ação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira parte da série <strong><a title="Fotografia Social para Iniciantes – Parte 1" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">Fotografia Social para Iniciantes </a></strong>demos uma pequena introdução ao tema e vimos sobre a Network na <strong>Fotografia Social</strong> de forma a que você aprenda a ganhar clientes.</p>
<p>Agora, é hora de conhecer alguns requisitos para ingressar na profissão de <strong>fotógrafo social. </strong>Veremos ainda neste artigo como se comporta um fotógrafo social em ação.</p>
<h2>Os requisitos para o início da carreira do fotógrafo social</h2>
<h3>O simples nunca será errado</h3>
<p>Esta é, provavelmente, é a dica mais valiosa para um iniciante: não tente inventar moda se não tiver idéia do que faz. Independente do tipo de evento saiba que o mínimo que esperam do fotógrafo são fotos em foco, bem enquadradas e tecnicamente bem resolvidas. Você pode até não impressionar muito, mas não vai ouvir nenhuma crítica mais contundente por ter feito o bom e velho feijão com arroz.</p>
<p>Deixe o lado criativo aflorar quando tiver controle total da situação e souber exatamente qual resultado buscar. Na dúvida, faça simples e bem feito.</p>
<h3>Conheça a dinâmica do evento</h3>
<p>Seja qual for o evento a ser registrado, procure ter o maior número de informações possível. Eventos maiores possuem um cerimonial especialmente qualificado para administrar cada passo. Em outros casos, um parente ou alguém mais próximo da família normalmente toma as rédias e faz uma organização, ainda que superficial, mas simples o suficiente para dar um norte ao desenrolar do evento.</p>
<p>Tente saber quais os passos serão seguidos, quem entra, por onde entra, o que faz, homenagens,  discursos e tudo mais que requeira atenção para ser registrado.</p>
<p>Estas informações são essenciais para que o fotógrafo saiba onde deve estar em cada situação, que tipo de luz vai encontrar, o que precisa ou não ser alterado na regulagem da câmera e o que esperar da pessoa a ser fotografada.</p>
<p>Aproveite para examinar o local do evento, fazer alguns testes de regulagem da câmera, buscar possibilidades diferentes para uso do flash, como rebatê-lo no teto ou em paredes, por exemplo, distâncias, possíveis enquadramentos utilizando o cenário como fundo, etc&#8230;</p>
<p>São alguns minutos valiosos em termos de estudo de ambiente e luz, e vão trazer uma idéia bem mais clara sobre o que pode ou não ser feito.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6859 colorbox-6856" title="Fotografia Social" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Fotografia-Social2.jpg" alt="Fotografia Social2 Fotografia Social para Iniciantes – Parte 2" width="332" height="500" />
</p>
<h3>Estabeleça metas</h3>
<p>Pode parecer estranho falar em metas quando se trata de cobertura de eventos. Normalmente esse é um vocabulário da área de vendas. Mas, até suas ações se tornarem algo automatizado em relação aos eventos, traçar uma linha de trabalho pode ajudar muito. Lembre-se que, quanto maior o álbum a ser entregue, maior deverá ser a variedade de possibilidades para quem vai escolher as fotos. Para álbuns do tipo composite, a situação é ainda mais complicada: é preciso ter opções para conseguir diagramar lâminas equilibradas e com uma unidade entre as imagens mostradas.</p>
<p>Procure pensar mais ou menos assim: para cada situação registrada preciso de, no mínimo, uma variação de composição. Para pessoas, por exemplo, faça fotos de corpo inteiro e meio-corpo.</p>
<p>Estude cada momento e tente visualizar suas variações. Com o tempo, novas ideias surgirão e você terá aumentado seu leque de variações naturalmente, sem perceber.</p>
<p>São atitudes simples, mas muitas vezes esquecidas e que, no fim, podem facilitar ou não no processo de criação de um belo álbum.</p>
<h2>Como se apresenta um profissional durante o trabalho</h2>
<p><strong>Imagine a situação:</strong> um fotógrafo chega no casamento vestido com terno amarelo, calça da mesma cor e sapato branco! Imaginou? Pois bem, esse é um fato ocorrido no interior de Santa Catarina. Em outra oportunidade, o mesmo cidadão apresentou-se com um terno verde e sapatos com “estampa” de jacaré. Não há motivo para citar nomes, mas as façanhas ainda repercutem entre os profissionais da região e rendem boas risadas.</p>
<p>O fotógrafo social precisa ser discreto, não ao ponto de ser invisível, mas precisa ter certeza que não vai chamar a atenção mais que o necessário. A estrela da noite é o aniversariante, o formando ou os noivos, e não o profissional que foi chamado para fazer o registro.</p>
<p>Isso não obriga ninguém a estar de black-tie em todas as circunstâncias. Vista-se de acordo com a ocasião. Um aniversário pede traje social. Um evento mais informal não. Ser discreto é estar bem vestido para a ocasião, e não usar a roupa mais cara do guarda-roupa.</p>
<p>Um aniversário de criança pode muito bem ser registrado de calça jeans e camisa.</p>
<p>O mesmo vale para as mulheres: produção simples, discreta e de acordo com o tipo de evento. Nada de vestido longo e cheio de brilhos para um aniversário de 1 aninho!</p>
<p>E muito cuidado com o celular ou qualquer outro aparelho que possa fazer barulhos indesejáveis e indiscretos. Verifique se há necessidade de tê-los nos bolsos, e caso realmente seja imprescindível mantê-los com você, retire todo e qualquer som.</p>
<p><strong>Só para reforçar:</strong> seja discreto, haja naturalmente. Faça seu trabalho sem ser a atração principal.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6857 colorbox-6856" title="Um profissional durante o trabalho" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Um-profissional-durante-o-trabalho.jpg" alt="Um profissional durante o trabalho Fotografia Social para Iniciantes – Parte 2" width="333" height="316" /></p>
<p>Encerrados os conselhos iniciais é hora de partir para a ação. Câmera em mãos e vamos ao passo a passo básico. Como dito anteriormente, este não é um guia definitivo, e não tem pretensão de ser. É apenas uma referência para quem não tem experiência na área de fotografia social e, por vezes, não sabe por onde começar.</p>
<p>Chega de muita conversa. No próximo artigo, começa o passo a passo da fotografia de Aniversários.</p>
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		<title>Fotografia Social para Iniciantes &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 19:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversários]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[festinhas]]></category>
		<category><![CDATA[foto social]]></category>

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		<description><![CDATA[A transição entre o amadorismo e a vida de fotógrafo profissional tem, muitas vezes, a fotografia social como pontapé inicial. Após uma série de cliques informais, começam a aparecer as primeiras oportunidades, normalmente em família, para registrar pequenos eventos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A transição entre o amadorismo e a vida de fotógrafo profissional tem, muitas vezes, a <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-social-para-iniciantes/" target="_blank">fotografia social</a></strong> como pontapé inicial. Após uma série de cliques informais, começam a aparecer as primeiras oportunidades, normalmente em família, para registrar pequenos eventos.</p>
<p>Aniversários, festinhas, uma recepção de formatura ou até um casamento de pequeno porte são sempre um desafio para quem nunca esteve diante da responsabilidade de apresentar um resultado acima das expectativas.</p>
<p>As dúvidas mais comuns tratam do procedimento em si. Como fazer? O que não pode faltar no futuro álbum? Onde devo me posicionar? Qual equipamento levar? São apenas algumas das questões que incomodam o futuro profissional.</p>
<p>Nos parágrafos a seguir o fotógrafo em início de carreira vai encontrar um roteiro padrão, simples, mas que servirá como referência para dar os primeiros cliques e conseguir resultados que, tomados os devidos cuidados com a regulagem do equipamento, não vão decepcionar.</p>
<p>Para facilitar o entendimento e proporcionar uma leitura mais agradável o conteúdo será apresentado em dois grandes tópicos: aniversários e casamentos. Como este é um texto voltado para iniciantes todas as explicações e dicas foram formatadas para a realização do trabalho com equipamento básico, composto por: corpo de câmera, lente básica (18-55mm ou equivalente) e flash externo.</p>
<p>Nada impede que o fotógrafo utilize outros recursos, mas a intenção é justamente mostrar como dar os primeiros passos com um equipamento básico. Com a experiência, outras lentes e acessórios podem, e devem, ser incorporados ao set para permitir maior variedade de imagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-6817 colorbox-6810" title="Fotografia Social" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/05/Fotografia-Social-619x411.jpg" alt="Fotografia Social 619x411 Fotografia Social para Iniciantes   Parte 1" width="619" height="411" /></p>
<h2>Network na Fotografia Social: lucre com seus contatos</h2>
<p>Antes de começar a dar os primeiros cliques, é importante avaliar seu público-alvo: quem são seus prováveis clientes?</p>
<p>Uma boa rede de relacionamentos é tudo na vida de um <strong>fotógrafo social</strong>. É através destes contatos que você recebe pedidos de orçamentos ou, muitas vezes, indicações para realizar alguns trabalhos.</p>
<p>Se você está na faculdade, por exemplo, há um mercado muito bom para garimpar clientes. Amigos, amigos dos amigos, conhecidos dos amigos dos amigos, e por aí vai. Lembre-se que muitos casais se conhecem justamente neste período da vida. Se tiver uma boa rede de relacionamentos, não vai ser difícil alguém lembrar de você na hora de contratar um fotógrafo.</p>
<p>Além de ter os contatos, é preciso mostrar que você é fotógrafo. Se possível ande sempre com uma câmera disponível. Fotografe tudo o que seja interessante e envolva seus contatos. Posteriormente, disponibilize o material para que o maior número de pessoas tenha acesso, através de um blog ou site pessoal. Crie uma identificação em sua rede, onde todos saibam que você tem “talento” como fotógrafo.</p>
<p>Faça bom proveito das redes sociais: Orkut, Facebook, Linkedin, entre tantas outras, estão aí justamente para agregar pessoas. Mais pessoas agregadas, maior o número de clientes em potencial visualizando seu trabalho diariamente. Invista tempo para deixar seu portfólio online sempre atualizado para mostrar que você é bem requisitado.</p>
<p>E o mais importante: não esqueça da família. Seus parentes conhecem muita gente, e servem como grandes disseminadores do seu trabalho, principalmente se for bom. Esteja presente no maior número de eventos de família possível, registre tudo, e divulgue. Todos vão querer ver as fotos, e muitos vão mostrá-las para outras pessoas. De quebra, aproveite para deixar alguns cartões de visite. De nada adianta aquela sua tia fazer toda a propaganda e não ter o seu contato.</p>
<p>No próxima parte da série, tratarei dos requisitos básicos de um fotógrafo social e veremos como se comporta um fotógrafo social em ação.</p>
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		<title>eBook JPEG vs RAW</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 13:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[JPEG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[JPEG vs RAW deve ser um dos assuntos que mais é conversado entre fotógrafos, mas muitas vezes quando pensamos em fotografia, mas normalmente é que damos menos importância é o formato que vamos utilizar para capturar o momento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>JPEG vs RAW</strong> deve ser um dos assuntos que mais é conversado entre fotógrafos, mas muitas vezes quando pensamos em <a href="http://www.fotografia-dg.com/" target="_blank">fotografia</a>, mas normalmente é que damos menos importância é o formato que vamos utilizar para capturar o momento. Todos em algum momento se perguntaram ou não se perguntar, mas porque eu fotografo em RAW/JPEG?</p>
<p>Quando perguntamos para as pessoas qual o formato de arquivo que elas fotografam, a resposta é muitas vezes RAW ou JPEG. Nessa hora gosto muito de criar pequenos diálogos e às vezes deixo as pessoas sem saber o que falar (por incrível que pareça).</p>
<ul>
<li>(<strong>EU</strong>) Qual formato que você usa para fotografar?</li>
<li>(<strong>ELE</strong>) Eu só fotografo em RAW</li>
<li>(<strong>EU</strong>) Mas por quê?</li>
<li>(<strong>ELE</strong>) Por que é melhor, sem comparação com o JPEG.</li>
<li> (<strong>EU</strong>) Sério? Mas porque ele é melhor? (Nesse momento a pessoa me olha e muitas vezes nem sabe o que responder).</li>
</ul>
<p>Eu não condeno quem não sabe do assunto, pois ninguém nasce sabendo e ninguém aprende da noite por dia, para tudo é preciso muita dedicação, treinamento e testes.</p>
<p>Com esse eBook JPEG vs RAW pretendo mostrar pra vocês alguns pontos positivos e negativos de cada formato, explicando de forma simples e direta.</p>
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/133-jpeg-vs-raw-entendendo-as-diferencas.html" target="_blank"><img class="alignnone colorbox-6752" title="eBook JEPG va RAW" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/JPG-vs-RAW.jpg" alt="JPG vs RAW eBook JPEG vs RAW" width="250" height="339" /></a> </p>
<p>Espero que com ele, vocês possam saber o momento certo de utilizar cada formato, e que possam explicar quando perguntarem, passando esse conhecimento à frente.</p>
<p>O <strong>eBook JPEG vs RAW </strong>encontra-se à venda de forma gratuita na Loja Fotografia-DG tal como acontece com o eBook <a target="_blank" title="Fotometria + Flash" href="http://loja.fotografia-dg.com/14-fotometria-flash.html">Fotometria + Flash</a>, <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/100-fotografia-de-esportes-para-iniciantes.html" target="_blank">Fotografia de Esportes para Iniciantes</a> e <a target="_blank" title="Anuário 2010 - Fotografia DG" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/99-anuario-2010-fotografia-dg.html">Anuário 2010 &#8211; Fotografia DG</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/133-jpeg-vs-raw-entendendo-as-diferencas.html" target="_blank">CLIQUE AQUI PARA COMPRAR O EBOOK JPEG VS RAW</a></p>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<g:plusone size="medium" href="http://www.fotografia-dg.com/ebook-jpeg-vs-raw/"></g:plusone>
			</div>
			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.fotografia-dg.com/ebook-jpeg-vs-raw/"  data-text="eBook JPEG vs RAW" data-count="horizontal" data-via="fotografiadg"></a>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>JPG vs RAW – Parte 8/8 &#8211; Prós e Contras</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw-pros-e-contras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jpg-vs-raw-pros-e-contras</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw-pros-e-contras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 20:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[Pontos Negativos]]></category>
		<category><![CDATA[Pontos Positivos]]></category>
		<category><![CDATA[Prós e Contras]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>

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		<description><![CDATA[Espero através dos artigos anteriores ter conseguido explicar de forma simples, alguns dos detalhes que temos quando falamos de JPEG vs RAW. Espero através dos artigos anteriores ter conseguido explicar de forma simples, alguns dos detalhes que temos quando falamos de JPEG vs RAW.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espero através dos artigos anteriores ter conseguido explicar de forma simples, alguns dos detalhes que temos quando falamos de <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/jpg-vs-raw/" target="_blank">JPEG vs RAW</a>.</p>
<ul>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 1/8 – Historinha" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw/">JPG vs RAW – Parte 1/8 – Historinha</a></li>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 2/8 – O que são os formatos JPEG e RAW" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/o-que-sao-os-formatos-jpeg-e-raw/">JPG vs RAW – Parte 2/8 – O que são os formatos JPEG e RAW</a></li>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 3/8 – Como são criadas as imagens" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/como-sao-criadas-as-imagens-no-momento-do-click/">JPG vs RAW – Parte 3/8 – Como são criadas as imagens</a></li>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 4/8 – Cores/tons e Dynamic Range" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/cores-tons-dynamic-range/">JPG vs RAW – Parte 4/8 – Cores/tons e Dynamic Range</a></li>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 5/8 – Diante de ruídos elevados" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/jpeg-raw-ruidos-elevados/">JPG vs RAW – Parte 5/8 – Diante de ruídos elevados</a></li>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 6/8 – Diferenças na perda de qualidade" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/diferencas-perda-qualidade-jpg-raw/">JPG vs RAW – Parte 6/8 – Diferenças na perda de qualidade</a></li>
<li><a title="JPG vs RAW – Parte 7/8 – Analisar e perceber as diferenças" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/analisar-diferencas-jpg-raw/">JPG vs RAW – Parte 7/8 – Analisar e perceber as diferenças</a></li>
<li><a href="http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw-pros-e-contras/" target="_blank">JPG vs RAW – Parte 8/8 &#8211; Prós e Contras</a></li>
</ul>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-6707 colorbox-6706" title="Mariana Bathke" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Mariana-Bathke-619x411.jpg" alt="Mariana Bathke 619x411 JPG vs RAW – Parte 8/8   Prós e Contras" width="619" height="411" /> <br />
Modelo: Mariana Batke</h6>
<p>E para simplificar ainda mais o que escrevi, acabei fazendo uma lista de prós e contras de ambos os formatos. Isso pode ser útil quando estamos pensando no que vamos fotografar.</p>
<h2>Prós e Contras (simplificando)</h2>
<h3>Pontos Positivos &#8211; RAW</h3>
<ol>
<li>A imagem não tem perda de dados.</li>
<li>Maior controle para pós-processamento.</li>
<li>Facilita algumas correções na imagem final, tais como cor e exposição.</li>
<li>Maior faixa dinâmica (Dynamic Range), apresentando maiores detalhes nas partes claras e nas sombras.</li>
<li>Maior número de cores por arquivo.</li>
<li>Não é diretamente editável, toda edição é salva em arquivos XMP, assim a evita perda de qualidade na reedição (alguns podem achar isso um ponto negativo).</li>
<li>Pode imprimir arquivos em alta resolução.</li>
<li>Pode gerar arquivos JPEG com maiores resoluções (interpolação) com pouca perda de informação.</li>
</ol>
<h3>Pontos Negativos &#8211; RAW</h3>
<ol>
<li>Arquivos grandes, podendo ultrapassar de 30MB (dependendo da câmera).</li>
<li>É preciso de programas específicos para abri-los.</li>
<li>Necessário de computadores melhores para ver e edita-los.</li>
<li>É obrigado ser pós-processado no computador (a imagem vem sem edição).</li>
<li>Leva mais tempo para transferir para o computador o mesmo número de fotos que JPEG.</li>
</ol>
<h3>Pontos Positivos &#8211; JPEG</h3>
<ol>
<li>É possível salvar um número maior de imagens no cartão de memória.</li>
<li>Normalmente é possível enviar por e-mail ou fazer upload sem dificuldades.</li>
<li>As imagens JPEG com baixa compressão têm excelente qualidade e os artefatos não são muito visíveis.</li>
<li>Quando fizer fotos em sequência você pode gravar um número maior de imagens sem parar.</li>
<li>As imagens já estão prontas para serem impressas (se a câmera estiver bem configurada e dependendo do trabalho).</li>
<li>Você pode abrir/editar com facilidade em qualquer computador.</li>
</ol>
<h3>Pontos Negativos &#8211; JPEG</h3>
<ol>
<li>Menos controle na edição final do arquivo.</li>
<li>A compressão faz perder dados importantes.</li>
<li>Difícil correção de cor e exposição e quanto feito, a imagem perde qualidade.</li>
<li>Pode apresentar artefatos nas imagens em caso de grandes impressões com JPEG reeditado ou com muita compressão.</li>
</ol>
<h2>Ideia Principal</h2>
<p>A ideia principal JPEG é gravar o máximo de informação no menor espaço possível sem prejudicar a imagem ou &#8221;tendo perdas insignificantes&#8221;, e o RAW se preocupa com a qualidade e não com o tamanho da imagem, fazendo com que o arquivo tenha muito mais informações.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>JPEG vs RAW</strong> sempre foi um assunto que gera polemicas, mas na minha opinião você deve utilizar o JPEG quando quer uma foto com pouco ou até nenhum pós-processamento, é aquela que você não quer se preocupar com o depois, é ali, aquele momento que vale. Já com o RAW é o contrário, você quer e vai perder tempo fazendo a edição da imagem, no meu caso é como se eu pudesse levar o momento junto comigo e descarrega-lo na forma de pós-produção, quando faço a foto já tento imagina-la com o meu estilo fotográfico. Por isso que eu, por exemplo, só fotografo em RAW.</p>
<p>Agora eu jogo a bola da vez pra vocês, tirem suas próprias conclusões. Pois não existe melhor ou pior e sim o que é melhor pra cada um!</p>
<p>Novamente obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/" target="_blank">www.guilhonfotografia.com.br</a> e <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">me seguir no Twitter</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>. Nos próximos dias será anunciado aqui no blog o eBook JPEG vs RAW que vai ser vendido na <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/" target="_blank">Loja Fotografia-DG</a> de forma gratuita.</p>
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		<title>JPG vs RAW – Parte 7/8 – Analisar e perceber as diferenças</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 21:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo RAW]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço de Brancos]]></category>
		<category><![CDATA[burst]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[Multiplos disparos]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>
		<category><![CDATA[Suporte]]></category>
		<category><![CDATA[wb]]></category>
		<category><![CDATA[White Balance]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de explicar as duas principais diferenças entre o JPG e o RAW na quinta e sexta parte da série, eles falavam sobre “Ruído” e “Perda de Qualidade”. Agora vamos analizar e perceber outras diferenças, mas não menos importantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de explicar as duas principais diferenças entre o JPG e o RAW na quinta e sexta parte da série, eles falavam sobre “<a href="http://www.fotografia-dg.com/jpeg-raw-ruidos-elevados/" target="_blank">Ruído</a>” e “<a href="http://www.fotografia-dg.com/diferencas-perda-qualidade-jpg-raw/" target="_blank">Perda de Qualidade</a>”. Agora vamos analizar e perceber outras diferenças, mas não menos importantes.</p>
<h2>Balanço de Brancos (White Balance)</h2>
<p>Através do arquivo RAW é possível alterar sem danificar a qualidade da imagem, isso ocorre devido o balanço de brancos ser uma configuração da câmera e esta define que tipo de iluminação (Luz do Dia, Luz Fluorescente, Flash, etc.) está sendo usado e também devido o RAW ser um arquivo não destrutivo. Ao contrario do JPEG que já vem com o balanço de bancos salvo no arquivo e que para alterar é preciso editar o arquivo (novamente danificando a imagem) e também com menos opções e precisão na edição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6658 colorbox-6657" title="Balanço de Brancos" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Balanço-de-Brancos.jpg" alt="Balanço de Brancos JPG vs RAW – Parte 7/8 – Analisar e perceber as diferenças" width="619" height="466" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Balanço de Brancos (White Balance / WB)<br />
Modelo: Michelle Ramos Dias </h6>
<h2 style="text-align: left;">Multiplos disparos (burst)</h2>
<p>O fato de o JPEG ser um arquivo menor é possível fazer disparos sequenciais praticamente sem parar. Por exemplo, em um teste na minha Nikon D90, utilizando um cartão “Sandisk SDHC de 4GB Extreme III” em modo RAW consigo fazer entre 10 a 15 fotos sequenciais, depois disso a câmera tem que esperar a memoria ficar livre para fazer uma nova foto. Em JPEG consigo fazer mais de 200 fotos sequenciais, mas pelo que vi, se deixasse ela encheria o cartão sem parar.<span lang="PT-BR"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><strong><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6659 colorbox-6657" title="Busrt" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Busrt.jpg" alt="Busrt JPG vs RAW – Parte 7/8 – Analisar e perceber as diferenças" width="619" height="143" /></span></span></strong></span></p>
<h6 style="text-align: center;">Busrt (Multiplos Disparos)<br />
Modelo: Tainá Froner </h6>
<h2>Suporte ao RAW em computadores</h2>
<p>Como o arquivo RAW precisa de softwares específicos a sua para leitura, tais como “Adobe Camara RAW”, Lightroom e Photoshop. Por isso você nem sempre pode conseguir abri-lo com facilidade em qualquer computador, além que você precisaria edita-lo antes de entregar o arquivo exportado. Isso ocorre pelo fato que cada fabricante tem o seu próprio RAW (Nikon = NEF / Canon = CR2).</p>
<p>O JPEG é um arquivo padrão utilizado em inúmeras situações, principalmente para arquivos que são colocados na WEB ou enviados por computador. Por isso qualquer computador hoje em dia tem suporte a esse arquivo, até os programas mais simples como “MSPaint” já vem suporte ao JPEG.</p>
<h2>Armazenamento</h2>
<p>Este é um dos motivos que podem levar muitos a escolherem o JPEG como arquivo final, mas no meu ver com o preço dos cartões e de discos rígidos (HD) ficando cada vez mais baixo, podemos comprar inúmeros cartões de 4 ou 8GB e HDs de 1TB (1024GB) ou maiores. Além disso, fotógrafos tem que pensar na qualidade e não na quantidade, quando mais você estuda e treina, menos fotos vai precisar refazer.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6660 colorbox-6657" title="Foto por Eduardo Guilhon" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Foto-por-Eduardo-Guilhon.jpg" alt="Foto por Eduardo Guilhon JPG vs RAW – Parte 7/8 – Analisar e perceber as diferenças" width="619" height="411" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Foto: Eduardo Guilhon / Modelo: Ariella Carioni Engelke</h6>
<p style="text-align: left;">Na oitava e última parte da série, vamos fazer a conclusão e ter um pós e contras de cada formato, de uma forma simplificada para fácil entendimento.</p>
<p style="text-align: left;">Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/" target="_blank">www.guilhonfotografia.com.br</a> e <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">me seguir no Twitter</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
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		<title>JPG vs RAW – Parte 6/8 &#8211; Diferenças na perda de qualidade</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/diferencas-perda-qualidade-jpg-raw/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 14:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[diferenças]]></category>
		<category><![CDATA[formato]]></category>
		<category><![CDATA[formatos]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[perda de qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior da série JPG vs RAW falamos sobre o Ruído (noise) nos formatos JPG e RAW. Agora vamos para outro assunto importante, perda de qualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior da série <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/jpg-vs-raw/" target="_blank">JPG vs RAW</a> falamos sobre o <a href="http://www.fotografia-dg.com/jpeg-raw-ruidos-elevados/" target="_blank">Ruído (noise) nos formatos JPG e RAW</a>. Agora vamos para outro assunto importante, <strong>perda de qualidade</strong>.</p>
<h2>Perda de qualidade entre JPG e RAW</h2>
<h3>JPEG</h3>
<p>Se você escolher uma configuração JPEG que a comprima demais, os detalhes podem se perder de maneira irrecuperável. Esse tipo de dano é chamado de &#8220;<em>JPEG artifacting</em>&#8221; (artefatos, como já vimos antes) e sempre aparece como um padrão blocos quadrados e grandes espalhados pela imagem. O artefato limita a possibilidade de fazer uma impressão com alta qualidade mesmo que a resolução (alt x comp) não tenha sido alterada.</p>
<p>Outro problema que temos que levar em consideração é que você está perdendo informações quando a imagem é salva e editada novamente e muitas vezes de uma forma onde não se tem volta. Deem uma olhada na imagem abaixo, o JPEG foi salvo aproximadamente 10 vezes em cima da mesma imagem, usando a qualidade máxima do JPEG e mesmo assim a imagem foi danificada.</p>
<p>O padrão do JPEG é sempre compactar o arquivo, independente de como é configurado o nível de qualidade. Existe perda de qualidade até mesmo quando você apenas muda o modo de visualização de vertical para horizontal (vice-versa) e o arquivo é salvo.</p>
<h3>RAW</h3>
<p>As alterações feitas em imagens no formato RAW são gravadas em metadados, que ficam normalmente dentro um arquivo com o mesmo nome mas com a extensão XMP. Isso ocorre devido o RAW ser o que chamamos de arquivo não destrutivo (não pode ser alterado). E o JPEG é um arquivo destrutivo, pois pode ser alterado, apesar de que o Lightroom também trabalha com processo não destrutivo com JPEG e outros formatos.  Neste caso toda a edição da imagem (independente do tipo de arquivo) é gravada em um outro arquivo (XMP) e na hora da visualização ele renderiza a imagem com a edição existente no arquivo. Você apenas vai ter um arquivo final editado quando exportar a imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6637 colorbox-6635" title="Exemplo da perda de qualidade quando reeditamos o JPEG algumas vezes" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Exemplo-da-perda-de-qualidade-quando-reeditamos-o-JPEG-algumas-vezes.jpg" alt="Exemplo da perda de qualidade quando reeditamos o JPEG algumas vezes JPG vs RAW – Parte 6/8   Diferenças na perda de qualidade" width="600" height="903" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Exemplo da perda de qualidade quando reeditamos o JPEG algumas vezes<br />
Modelo: Michelle Ramos Dias<strong> </strong></h6>
<p>Na sétima parte da série, vamos saber um pouco mais sobre poder analisar e perceber as diferenças quando falamos na perda de qualidade.</p>
<p>Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/" target="_blank">www.guilhonfotografia.com.br</a> e <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">me seguir no Twitter</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
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		<item>
		<title>JPG vs RAW – Parte 5/8 – Diante de ruídos elevados</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/jpeg-raw-ruidos-elevados/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jpeg-raw-ruidos-elevados</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 14:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[chroma]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[Luminance]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>
		<category><![CDATA[ruido]]></category>

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		<description><![CDATA[Abordamos no artigo anterior Cores/tons e Dynamic Range e hoje vamos ver sobre as diferenças entre o comportamento do JPEG e RAW diante de ruídos elevados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abordamos no artigo anterior <a rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/cores-tons-dynamic-range/">Cores/tons e Dynamic Range</a> e hoje vamos ver sobre as diferenças entre o comportamento do JPEG e RAW diante de ruídos elevados.</p>
<h2>Ruído (NOISE)</h2>
<p>O <strong>ruído</strong> depende de uma série de fatores, como exposição, câmera e ISO, mas também podem ter variações dentro de uma mesma imagem, locais de sombras tendem a ter mais ruído que locais iluminados. Existem dois tipos de ruídos e que normalmente “trabalham” juntos, o <strong>Chroma </strong>e <strong>Luminance</strong>. O Chroma é composto por ruídos coloridos e o Luminance pelos pretos e brancos.</p>
<p>No JPEG é possível observar que a imagem tem uma maior quantidade de “chroma noise” , que faz com que a imagem tenha cores onde em locais onde não deveriam, percebemos também a existência de artefatos o que acaba complicando ainda mais a recuperação.</p>
<p>Quando olhamos para a imagem RAW verificamos que o que mais temos é o “Luminance noise” e não encontramos nenhum tipo de artefato, facilitando assim a recuperação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6615 colorbox-6614" title="Foto tirada em ISO 1600 na D200 e sem pós-processamento" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Foto-tirada-em-ISO-1600-na-D200-e-sem-pós-processamento.jpg" alt="Foto tirada em ISO 1600 na D200 e sem pós processamento JPG vs RAW – Parte 5/8 – Diante de ruídos elevados" width="600" height="600" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Foto tirada em ISO 1600 na D200 e sem pós-processamento.</strong><strong> </strong></h6>
<h2>Recuperação</h2>
<p>Abaixo simulamos uma edição extrema utilizando a função para remoção de ruído do Lightroom, e percebemos que o arquivo RAW consegue preencher  melhor os pixels e não apresenta artefatos, apesar aparência plastificada da imagem é devida a remoção de todo o “Luminance Noise” (que pode ser corrido no pós processamento).   </p>
<p>No arquivo JPEG é possível notar várias falhas na imagem quando vemos o detalhe do CROP em 100%, essas falhas são chamadas de artefatos e danifica muito a imagem final.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6617 colorbox-6614" title="Edição extrema utilizando a função para remoção de ruído do Lightoom" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Edição-extrema-utilizando-a-função-para-remoção-de-ruído-do-Lightoom1.jpg" alt="Edição extrema utilizando a função para remoção de ruído do Lightoom1 JPG vs RAW – Parte 5/8 – Diante de ruídos elevados" width="600" height="600" /></p>
<p>Quando trabalhado corretamente com o arquivo em RAW, é possível perceber um melhor controle do redutor de ruído, conseguindo manter grande parte dos contrastes e nitidez.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-6618 colorbox-6614" title="Arquivo RAW usado no exemplo e devidamente pós-processado para recuperação do ruído" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Arquivo-RAW-usado-no-exemplo-e-devidamente-pós-processado-para-recuperação-do-ruído-619x619.jpg" alt="Arquivo RAW usado no exemplo e devidamente pós processado para recuperação do ruído 619x619 JPG vs RAW – Parte 5/8 – Diante de ruídos elevados" width="619" height="619" /></p>
<h6 style="text-align: center;"><strong>Arquivo RAW usado no exemplo e devidamente pós-processado para recuperação do ruído.</strong>           </h6>
<p>As últimas versões dos softwares de imagens melhoraram muito o tratamento para remoção de ruído, o Adobe Photoshop CS5 tem a opção de remoção de artefatos JPEG quando é selecionada a opção para redução do ruído (Noise Reduction). Devido a essas melhorias, temos uma remoção de ruído satisfatória até quando trabalhamos com JPEG. Apesar de que é possível ainda ver que o RAW ainda é superior nesse detalhe.</p>
<p>Na sexta parte da série, vamos poder analisar e perceber as diferenças na perda de qualidade entre o JPG e o RAW.</p>
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		<item>
		<title>JPG vs RAW – Parte 4/8 – Cores/tons e Dynamic Range</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/cores-tons-dynamic-range/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cores-tons-dynamic-range</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/cores-tons-dynamic-range/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 21:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[Dynamic Range]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>
		<category><![CDATA[Subexposição]]></category>
		<category><![CDATA[tons]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vamos falar sobre as cores/tons e também sobre o Dynamic Range (Faixa Dinâmica) e como ele comporta com esses formatos JPG e RAW.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abordamos no artigo anterior o <a href="http://www.fotografia-dg.com/como-sao-criadas-as-imagens-no-momento-do-click/" target="_blank">processo de criação da imagem através da câmera</a>, nos dando a liberdade para conhecer um pouco mais sobre outros assuntos.</p>
<h2>Cores/Tons</h2>
<p>O formato JPEG de <strong>8 bits</strong> que podem conter até 256 tons <strong>RGB </strong>(Vermelho, Verde e Azul) totalizando <strong>16 milhões</strong> de cores, já nas as imagens RAW com <strong>12 bits</strong> contêm uma maior quantidade de tons, com “apenas” 4.096 tons <strong>RGB </strong>ou Vermelho, Verde e Azul totalizando o equivalente a <strong>68 BILHÕES</strong> de cores. já é bem superior ao JPEG e ainda caso não tenham ficado satisfeitos já aviso que algumas câmeras já trabalham com 14 bits de informação, nos dando aproximadamente <strong>4,3 TRILHÕES</strong> de cores possíveis.</p>
<h2>Dynamic Range</h2>
<p>Esse termo é muito escutado quando estamos falando de <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/jpg-vs-raw/" target="_blank">JPEG vs RAW</a>, nada mais é que a faixa dinâmica de detalhes referentes luminosidade (partes escuras até partes claras), seria como se um trabalhasse de 1 a 9 (RAW) e o outro de 3 a 7 (JPEG), sendo que o número 1 seria a áreas de sombras e o 9 as áreas de brilho.</p>
<p>Ter uma “<strong>Dynamic Range</strong>” (Faixa Dinâmica) maior traz a possibilidade de trabalhar melhor com partes subexpostas e superexpostas no pós-processamento ou até mesmo quando você trabalha com uma imagem que tem os dois extremos.</p>
<h3>Subexposição</h3>
<p>Fiz um teste de extremo de Subexposição com o Arquivo RAW e JPEG criados ao mesmo tempo, sendo assim com a mesma configuração, e ambos os arquivos foram recuperados com a mesma configuração.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-6599 colorbox-6597" title="SUBEXPOSIÇÃO" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/SUBEXPOSIÇÃO.jpg" alt="SUBEXPOSIÇÃO JPG vs RAW – Parte 4/8 – Cores/tons e Dynamic Range" width="600" height="600" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Arquivos JPEG e RAW Criados juntos pela opção “RAW+JPEG L”<br />
da Nikon D200, sendo assim com a mesma configuração.<strong> </strong></h6>
<p>Verificando a comparação acima, podemos notar que o arquivo RAW demonstra ter uma maior tolerância com imagens subexpostas, possibilitando o acréscimo aproximado de 2 a 4 pontos de luz (lembramos que quanto menor o ISO utilizado, maior a possibilidade de “recuperação” da imagem).</p>
<p>Já quando olhamos para a o teste com a imagem em JPEG, percebemos que não foi possível uma recuperação ideal da imagem, fazendo com que ela ficasse extremamente danificada a ponto de deixa-la inutilizável.</p>
<h3>Superexposição</h3>
<p>Assim como na <strong>Subexposição </strong>o arquivo no formato RAW também mostra uma maior tolerância ao trabalhar com arquivos superexpostos. Na imagem abaixo podemos perceber que o RAW em algumas partes aparenta ser mais escuro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="colorbox-6597"  title="SUPEREXPOSIÇÃO" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/SUPEREXPOSIÇÃO.jpg" alt="SUPEREXPOSIÇÃO JPG vs RAW – Parte 4/8 – Cores/tons e Dynamic Range" width="600" height="600" /> </p>
<h6 style="text-align: center;">Arquivos JPEG e RAW Criados juntos pela opção “RAW+JPEG L”<br />
da Nikon D200, sendo assim com a mesma configuração. </h6>
<p>Ambas as imagens acima estão com o mesmo pós-processamento, o RAW está mais escuro pelo motivo que deixei ambos com a mesma configuração, mas abaixo podemos ver o arquivo RAW devidamente pós-processado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6602 colorbox-6597" title="Arquivo RAW devidamente pós-processado" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Arquivo-RAW-devidamente-pós-processado1.jpg" alt="Arquivo RAW devidamente pós processado1 JPG vs RAW – Parte 4/8 – Cores/tons e Dynamic Range" width="500" height="500" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Arquivo RAW  devidamente pós processado para recuperação da <strong>superexposição</strong>. </h6>
<p>Na quinta parte da série JPG vs RAW que no final se turnará um <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/8-ebooks-fotografia" target="_blank">eBook GRÁTIS</a>, vamos ver sobre as diferenças entre o comportamento do JPEG e RAW diante de ruídos elevados.</p>
<p>Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/">www.guilhonfotografia.com.br</a> e <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">me seguir no Twitter</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>JPG vs RAW – Parte 3/8 – Como são criadas as imagens</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/como-sao-criadas-as-imagens-no-momento-do-click/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-sao-criadas-as-imagens-no-momento-do-click</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/como-sao-criadas-as-imagens-no-momento-do-click/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 20:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[click]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[JPEG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[momento do click]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo de Eduardo Guilhon vai aprender como são criadas as imagens JPG e RAW no momento do click. Esta é a 3ª matéria sa série JPG vs RAW, não perca!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais, não se esqueça de ler as partes anteriores deste artigo “<a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/jpg-vs-raw/" target="_blank">JPG vs RAW</a>” para um melhor entendimento do assunto. Na segunda parte do artigo falamos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/o-que-sao-os-formatos-jpeg-e-raw/" target="_blank">o que são os formatos JPEG e RAW</a>. </p>
<h2>Criação da imagem:</h2>
<p><strong>JPEG</strong>: No momento do click a câmera processa os dados da imagem com base nas configurações pré-selecionadas e cria o arquivo na memoria interna com estas configurações e em seguida transfere para o cartão de memória. Já estando no seu cartão o arquivo “final”. Essas configurações como informado anteriormente são baseadas em brilho, contraste, nitidez, Balanço de brancos e redução de ruído. <strong></strong></p>
<p>Em tese se você configurou corretamente a sua câmera esse é um arquivo final a ser utilizado sem uma pós-produção. Pois o mesmo já pode estar com um “bom” contraste, brilho, nitidez, etc.</p>
<p>Como já existe um tratamento e certa perda de informações essas informações perdidas não podem ser recuperadas, e a como o “Dynamic Range” do JPEG é  menor que o do RAW você acaba tendo um limite na edição.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6577 colorbox-6576" title="Arquivo processado de acordo com as configurações da câmera em JPEG" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Arquivo-processado-de-acordo-com-as-configurações-da-câmera-em-JPEG.jpg" alt="Arquivo processado de acordo com as configurações da câmera em JPEG JPG vs RAW – Parte 3/8 – Como são criadas as imagens" width="399" height="600" /> </p>
<h6 style="text-align: center;">Arquivo processado de acordo com as configurações da câmera em JPEG<br />
Modelo: Michelle Ramos Dias</h6>
<p style="text-align: justify;"><strong>RAW:</strong> O mesmo não acontece com o RAW no momento do click, as configurações são salvas em um arquivo com os mesmos ajustes do JPEG (como informado anteriormente) mas este é utilizado apenas pela câmera, para que você possa visualiza-la através do LCD. Mas quando você transfere para o computador essas configurações de brilho, contraste, nitidez, Balanço de brancos e redução de ruído são zeradas e as vezes trocadas por outras do software que você esta usando para migrar/copiar e visualizar as fotos (no meu caso Lightroom). Por isso que quando você transfere é possível visualizar por alguns segundos a foto com as configurações da câmera e logo em seguida sua foto é atualizada pelas configurações do programa utilizado, dando a sensação de que o software danificou a imagem e sumiu com as cores, brilhos, contrastes, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Perceba como a foto abaixo é sem vida, com baixo contraste, brilho, nitidez, balanço de brancos, etc. Nesse caso abaixo a foto está visualmente menos “agradável”, pois suas configurações foram zeradas, ficando sem as configurações automáticas aplicadas pelo Lightroom.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6579 colorbox-6576" title="Foto em RAW" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/04/Foto-em-RAW.jpg" alt="Foto em RAW JPG vs RAW – Parte 3/8 – Como são criadas as imagens" width="399" height="600" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Foto em RAW com todas as configurações zeradas.<br />
Modelo: Michelle Ramos Dias </h6>
<p>Na quarta parte da série, vamos saber um pouco sobre as cores/tons e também sobre o Dynamic Range (Faixa Dinâmica) e como ele comporta com esses formatos.</p>
<p>Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/">www.guilhonfotografia.com.br</a> e <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">me seguir no Twitter</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>JPG vs RAW – Parte 2/8 – O que são os formatos JPEG e RAW</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/o-que-sao-os-formatos-jpeg-e-raw/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-sao-os-formatos-jpeg-e-raw</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/o-que-sao-os-formatos-jpeg-e-raw/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 17:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo JPEG]]></category>
		<category><![CDATA[Joint Photographic Experts Group]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[o que é]]></category>

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		<description><![CDATA[Na primeira parte da série tivemos apenas uma breve entrada para que vocês possam saber o que vem pela frente. Mas é agora que a brincadeira começa, vamos abordar o que são os formatos JPEG e RAW.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na <a href="http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw/" target="_blank">primeira parte</a> da série de artigos <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/jpg-vs-raw/" target="_blank">JPG vs RAW</a> tivemos apenas uma breve entrada (com direito a historinha e tudo) para que vocês possam saber o que vem pela frente. Mas é agora que a brincadeira começa, vamos abordar <strong>o que são os formatos JPEG e RAW</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-6549 colorbox-6547" title="RAW vs JPEG" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/RAW-vs-JPEG1-619x309.jpg" alt="RAW vs JPEG1 619x309 JPG vs RAW – Parte 2/8 – O que são os formatos JPEG e RAW" width="619" height="309" /></p>
<h2>DEFINIÇÃO:</h2>
<h3><strong>JPEG/JPG</strong> - <strong>J</strong>oint <strong>P</strong>hotographic <strong>E</strong>xperts <strong>G</strong>roup<strong> </strong></h3>
<p><strong>O QUE É</strong>: O formato JPG ou JPEG recebeu esse nome pelo Joint Photographic Experts Group, o nome original do comitê que desenvolveu o padrão. A rigor, JPEG não é um formato e sim uma família de algoritmos de compactação. O formato é o JFIF, para JPEG File Interchange Format e isso é o que significa popularmente &#8216;um arquivo JPEG&#8217;. <strong> </strong></p>
<p>JPEG é um método de compressão com perda de dados. Os algoritmos são baseados na matemática “Discrete Cosine Transformation”, para descartar as partes menos significativas da imagem em termos de como ela é percebida pelo olho humano. Como o JPEG é uma compactação com perdas, haverá perda de dados a cada vez que o mesmo arquivo for editado e salvo. Os efeitos mais notáveis serão pequenos artefatos que devem aparecer na imagem.</p>
<h3><strong>RAW</strong> - Significa <strong>Cru</strong></h3>
<p><strong>O QUE É</strong>: RAW, palavra em inglês que significa “cru” (Pronuncia-se &#8220;Ró&#8221; ), é o nome dado a imagem &#8220;bruta&#8221; sem qualquer tipo de compactação, processamento ou perda de qualidade, que fornece uma possibilidade maior de edição final. Hoje já temos algumas câmeras que tem o RAW com um certo tipo de compressão “sem perdas”, a maneira simples de saber se a sua câmera utiliza esse formato com compressão, é verificar se as imagens ficam com tamanhos (mega bytes) diferentes, quando o RAW não tem compactação alguma, todas as fotos ficam com o mesmo número de bytes, ao contrario das câmeras com compactação que geram fotos com tamanhos diferenciados. <strong> </strong></p>
<p>Ele também é conhecido como o negativo digital. Cada fabricante tem um tipo de RAW, como pudemos ver na listagem mostrada no inicio deste artigo, com isso podemos dizer que na verdade ele não é um formato e sim um termo usado pelas empresas para dizer que é um arquivo fiel a imagem capturada.  Este tipo de arquivo costuma ser aproximadamente de duas a cinco vezes maiores que uma imagem em JPEG.</p>
<p>Na terceira parte da série, vamos saber como são criadas as imagens no momento do click.</p>
<p>Obrigado a todos e caso queiram ver um pouco mais do meu trabalho podem acessar o meu site <a target="_blank" href="http://www.guilhonfotografia.com.br/">www.guilhonfotografia.com.br</a> e <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">me seguir no Twitter</a> juntamente com o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a>. Pode ainda assinar a newsletter do Fotografia DG e receber os artigos no seu email, basta para isso introduzir os seus dados (nome e email) no formulário em baixo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>JPG vs RAW &#8211; Parte 1/8 &#8211; Historinha</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jpg-vs-raw</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 19:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Guilhon</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPG vs RAW]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[jpeg]]></category>
		<category><![CDATA[JPEG Basic]]></category>
		<category><![CDATA[JPEG Fine]]></category>
		<category><![CDATA[JPEG Normal]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[raw]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fotografia-dg.com/?p=6533</guid>
		<description><![CDATA[O meu nome é Eduardo Guilhon e vou iniciar a 3ª série de artigos no portal Fotografia-DG que no final se vai transformar num eBook de grande qualidade. Espero que o tema "JPG vs RAW" seja do vosso agrado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O meu nome é <a target="_blank" href="http://twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">Eduardo Guilhon</a> e vou iniciar a 3ª série de artigos no portal Fotografia-DG que no final se vai transformar num eBook de grande qualidade. Espero que o tema &#8220;<strong>JPG vs RAW</strong>&#8220; seja do vosso agrado e sempre que possível deixem um comentário no final de cada artigo <img src='http://www.fotografia-dg.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile JPG vs RAW   Parte 1/8   Historinha" class='wp-smiley colorbox-6533' title="JPG vs RAW   Parte 1/8   Historinha" /> </p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6534 colorbox-6533" title="eBook JPG vs RAW" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/JPG-vs-RAW.jpg" alt="JPG vs RAW JPG vs RAW   Parte 1/8   Historinha" width="250" height="339" /></p>
<h2>JPG vs RAW</h2>
<h3>Historinha</h3>
<p>Imaginem a seguinte situação. Compro uma câmera digital e como sou um bom curioso começo a manusear todas suas opções e descubro que existem inúmeras opções para salvar as minhas fotos, tais como:</p>
<ul>
<li>RAW</li>
<li>RAW  + JPEG Fine</li>
<li>JPEG Fine</li>
<li>JPEG Normal</li>
<li>JPEG Basic</li>
</ul>
<p><em>Agora me vejo um pouco perdido e para tentar ver a diferença começo a tirar fotos com cada uma das opções e percebo que ao salvar em JPEG Basic dentro do meu cartão de 2GB é possível tirar 400 fotos e quando seleciono o modo RAW apenas 100 fotos, são 4x menos fotos do que fotografando em JPEG Basic, além disso, ao compara-las através do LCD da câmera, não chego a perceber diferenças visíveis nas fotos. Nesse caso decido transferir as fotos para o computador, quando abro o JPEG ela está lá, linda, bem colorida com um bom contraste. Quando vou ver o RAW eu não consigo visualizar a foto. Procuro na internet e descubro que posso abrir pelo Lightroom, mas quando carrego as fotos ela abre bonita e em seguida “perde as cores, contrastes, brilho etc.” Já comecei a achar complicado são muitos passos para se chegar até onde eu quero, e o JPEG já vem pronto para usar. Não penso duas vezes e começo a fotografar só em JPEG.</em></p>
<p>Infelizmente esta história que contei acima acontece com certa frequência, eu mesmo já escutei inúmeras vezes (até eu já fiz semelhante), principalmente quando a pessoa desconhece sobre o assunto, mas isso não ocorre apenas com iniciantes na fotografia, mas também com fotógrafos experientes que não se atualizam em assuntos tecnológicos e acabam não sabendo o verdadeiro motivo de escolher entre <strong>JPEG </strong>e <strong>RAW</strong>.</p>
<p>Nesta série de artigos pretendo explicar as diferenças entre JPEG e RAW, que atualmente são formatos de imagens utilizados pelas câmeras digitais. Quero tentar passar o máximo de informação de forma simplificada para que você possa escolher qual o melhor formato para o seu estilo, visto que às vezes nem percebemos a diferença e nem sabemos quando usa-los corretamente.</p>
<p><strong>Alguns Formatos existentes:</strong></p>
<ul>
<li>JPG/JPEG</li>
<li>RAW
<ul>
<li>Canon (CRW, CR2)</li>
<li>Nikon (NEF)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2>Na continuação da série vou explicar sobre alguns itens</h2>
<p><strong>JPEG vs RAW</strong></p>
<ul>
<li>Definições</li>
<li>Como é Criada imagem</li>
<li>Cores e Tons</li>
<li>Dynamic Range (Faixa Dinâmica)</li>
<li>Subexposição</li>
<li>Superexposição</li>
<li>Ruído (Noise)</li>
<li>Perdas de Qualidade</li>
<li>Balanço de Branco (White Balance/WB)</li>
<li>Burst (Disparos sequenciais)</li>
<li>Compatibilidade<strong> </strong></li>
<li>Armazenamento</li>
</ul>
<p>Não percam a segunda parte do artigo, onde vamos falar sobre “<strong>O que são os formatos JPEG e RAW</strong>”.</p>
<p>Para não perder nenhum artigo desta série siga o <a target="_blank" href="http://twitter.com/eduardoguilhon" target="_blank">meu twitter</a>  ou o do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a> para ser lembrado a cada nova publicação. Poderá ainda assinar a newsletter do Fotografia DG e receber os artigos no seu email, basta para isso introduzir os seus dados (nome e email) no formulário disponibilizado em baixo.</p>
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<p>Volto a lembrar que no final da série “JPG vs RAW” será disponibilizado um eBook GRÁTIS com todos os 8 artigos!</p>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.fotografia-dg.com/jpg-vs-raw/"  data-text="JPG vs RAW &#8211; Parte 1/8 &#8211; Historinha" data-count="horizontal" data-via="fotografiadg"></a>
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		<title>eBook Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; GRÁTIS</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 19:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportiva]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿Para ler o eBook Fotografia de Esportes para Iniciantes entre na Loja Fotografia-DG e aceda ao espaço de eBooks, clique aqui. O eBook é totalmente gratuito!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esporte é quase um sinônimo de emoção. Cada lance, casa jogada, drible, arremesso, ataque ou defesa proporciona momentos únicos para quem pratica e, principalmente, para quem assiste. Lances de grande habilidade ou, simplesmente, inusitados, ficam gravadas na memória e servem como referência para comentários futuros. Porém, quando o assunto é registrar tais ações em foto, a situação não é tão simples.</p>
<p>Além de estar na hora certa e em uma posição favorável, o fotógrafo precisa ter agilidade para acertar a regulagem da câmera, o ponto de foco e o enquadramento, entre tantas outras variáveis.</p>
<p>Em pouco mais de 10 anos de prática, percebí que a fotografia de esportes está muito ligada ao conhecimento que se tem da modalidade a ser registrada. É preciso entender a dinâmica para tentar prever o ápice da ação. As regras do jogo também fazem parte do aprendizado: elas facilitam ao fotógrafo saber onde se posicionar de acordo com cada situação.</p>
<p>Mas todas essas informações requerem tempo de estudo e prática. Nada acontece da noite para o dia.</p>
<p>E foi justamente pensando em facilitar a vida de quem busca os primeiros registros de esportes, que resolví escrever este eBook. Não é nada muito técnico. Aliás, questões técnicas eu deixo para cada um decidir. O conteúdo é um guia básico, recheado de dicas e informações que podem facilitar tais decisões momentos antes de criar uma nova imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/ebooks-fotografia/100-fotografia-de-esportes-para-iniciantes.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-6507 colorbox-6505" title="Fotografia de Esportes para Iniciantes - Thiago Antunes" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/dg-capa-fotografia-esportes1.jpg" alt="dg capa fotografia esportes1 eBook Fotografia de Esportes para Iniciantes   GRÁTIS" width="250" height="322" /></a></p>
<p>Fotografia é sim um processo de criação. Cada fotógrafo tem seu estilo, suas manias, seu jeito de fazer o registro de determinadas situações, e na fotografia esportiva não é diferente.</p>
<h2>Índice e como compra a R$ 0,00</h2>
<ul>
<li>Introdução</li>
<li>Luz, ambientes e equipamentos</li>
<li>Ambientes cobertos</li>
<li>Ambientes externos</li>
<li>Água</li>
<li>A objetiva certa para cada distância</li>
<li>O momento que antecede a ação</li>
<li>Foco contínuo e foco fixo</li>
<li>Composições alternativas</li>
<li>Movimento</li>
<li>Dicas gerais</li>
<li>Conclusão</li>
</ul>
<p>﻿Para ler o <strong>eBook Fotografia de Esportes para Iniciantes</strong> entre na <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/" target="_blank">Loja Fotografia-DG</a> e aceda ao espaço de eBooks, <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/8-ebooks-fotografia" target="_blank">clique aqui</a>. O eBook é totalmente gratuito e você pode envia-lo a todos os seus amigos sem qualquer problema, eu e o Fotografia-DG até agradecemos!</p>
<p>Espero que aproveitem o material para dar início em estudos mais aprofundados sobre a fotografia esportiva e suas peculiaridades. Obrigado e boa leitura.</p>
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 9/9</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-esportes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dicas-fotografia-esportes</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/dicas-fotografia-esportes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 19:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas para Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar esportes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotografar esportes não chega a ser um grande desafio. A ação ocorre em um espaço basicamente delimitado e, de certa forma, pode ser prevista, desde que o fotógrafo tenha conhecimento do que ocorre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se não tem acompanhado a série de artigos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotografia-esportes-iniciantes/" target="_blank">Fotografia de Esportes</a> para Iniciantes considere ler os artigos anteriores: <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotografia-esportes-iniciantes/">www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotografia-esportes-iniciantes</a></p>
<h2>Dicas para Fotografia de Esportes</h2>
<p>Fotografar esportes não chega a ser um grande desafio. A ação ocorre em um espaço basicamente delimitado e, de certa forma, pode ser prevista, desde que o fotógrafo tenha conhecimento do que ocorre.</p>
<p>De qualquer forma, algumas dicas podem facilitar muito a vida de quem pretende registrar imagens de ação:</p>
<p><strong>1. Leve todo o seu equipamento:</strong> mesmo com um estudo prévio da modalidade, e tendo grande noção do que pode ocorrer, ter em mãos opções de objetivas pode facilitar ou permitir a criação de imagens diferenciadas;</p>
<p><strong>2. Proteja-se:</strong> em ambientes abertos, precauções simples podem evitar dores de cabeça. Protetor solar, capas de chuva (para fotógrafo e equipamento), repelentes de insetos e uma simples garrafa de água são itens quase obrigatórios no kit;</p>
<p><strong>3. Fotografe em JPG:</strong> fotografia de esportes requer velocidade, e a velocidade de gravação pode determinar a captura ou não de uma imagem. Em RAW, apesar de possibilitar maior edição posterior, a câmera leva mais tempo de processamento e, em grande parte dos casos, há redução do numero de fotos por segundo;</p>
<p><strong>4. Pratique:</strong> esportes ocorrem em qualquer canto, há todo momento. Se tiver oportunidade, saque sua câmera e registre, estude, mude regulagens, experimente e busque seus melhores resultados.</p>
<p><strong>5. Acessórios: </strong>além de câmera, lentes e flash, dois acessórios são de grande importância para fotógrafos de esportes que precisam passar algumas horas com a câmera em mãos: monopé e banquinho. Isso mesmo, um bom banquinho portátil, preferencialmente com armação de alumínio e lona, acompanhado de um bom monopé, diminui muito o estresse físico causado pela postura constante de segurar o peso do equipamento.</p>
<p><strong>6. Estude: </strong>grandes nomes da fotografia esportiva são referências para quem está no início de sua trajetória, ou ainda, apenas para dar ideias de novas composições. A internet é um banco de pesquisa ilimitado. Utilize a rede mundial para ver, por exemplo, imagens de jogos olímpicos, copas, torneios internacionais, que normalmente são registrados pelos melhores profissionais na área;</p>
<p><strong>7. Esqueça o ruído:</strong> a utilização de ISOs altos, prática comum para conseguir altas velocidades de obturação, traz um problema ao fotógrafo: o aparecimento de ruído. Na fotografia esportiva, principalmente profissional, o ruído não é uma grande preocupação. O que interessa, realmente, é o conteúdo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6435 colorbox-6433" title="Futebol" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/parte-9.jpg" alt="parte 9 Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 9/9" width="619" height="413" /></p>
<h6 style="text-align: center;">1/160s | f/2.8 | ISO 1600 – Nikon D300 + Sigma 70-200 f/2.8<br />
Com iluminação precária, a utilização de ISOs altos é praticamente obrigatória,<br />
e o ruído é uma conseqüência que não precisa, necessariamente, ser combatida.</h6>
<h2 style="text-align: left;">Conclusão da série Fotografia de Esportes para Iniciantes</h2>
<p style="text-align: left;">A intenção desta série foi mostrar, de forma simples, peculiaridades da fotografia esportiva. Há muito mais a ser discutido, mas uma enciclopédia inteira seria necessária para abordar de forma independente cada esporte, cada situação, e as melhores formas de fotografá-las.</p>
<p>Este é apenas um início, um guia para direcionar os estudos e ajudar o iniciante a ter uma visão geral sobre este fascinante mundo da fotografia esportiva. Como em todos os setores da fotografia, a prática é fundamental.</p>
<p><strong>Vale lembrar:</strong> após uma boa saída fotográfica para cobrir um evento esportivo, ou qualquer outro, lembre-se de fazer a manutenção do seu equipamento. Limpar poeira ou areia e secar o suor das mãos que umedeceu a objetiva e o corpo da câmera são práticas simples, rápidas de serem executadas, e que podem aumentar em muito a vida útil do equipamento.</p>
<p>Na próxima quinta-feira será disponibilizado o eBook desta série para download gratuito na <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/" target="_blank">Loja Fotografia-DG</a>. Não perca a oportunidade de ter um mini livro sobre Fotografia de Esportes para Iniciantes!</p>
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		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 8/9</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/composicoes-alternativas-na-fotografia-de-esportes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=composicoes-alternativas-na-fotografia-de-esportes</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[composição]]></category>
		<category><![CDATA[Composições alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esporte]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportiva]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotografia esportiva tem alguns padrões. Basicamente, o fotógrafo precisa registrar a ação de forma que o observador compreenda a imagem, saiba o tipo de esporte registrado e consiga identificá-lo facilmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se não tem acompanhado a série de artigos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotografia-esportes-iniciantes/" target="_blank">Fotografia de Esportes</a> para Iniciantes considere ler os artigos anteriores: <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotografia-esportes-iniciantes/">www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotografia-esportes-iniciantes</a></p>
<h2>Composições alternativas na Fotografia de Esportes</h2>
<p>A <strong>fotografia esportiva</strong> tem alguns padrões. Basicamente, o fotógrafo precisa registrar a ação de forma que o observador compreenda a imagem, saiba o tipo de esporte registrado e consiga identificá-lo facilmente.</p>
<p>Porém, há diversas possibilidades de <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/outros/98-aprendendo-composicao-fotografica.html" target="_blank">composição</a> que podem transformam uma situação comum em uma grande imagem.</p>
<p>Um olhar treinado sempre está atento ao que ocorre na ação, mas também consegue observar o que ocorre em volta, no ambiente, e pode ser utilizado para compor uma imagem diferenciada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6407 colorbox-6404" title="Imagem tradicional de prova de motocross" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/parte-8-1-1.jpg" alt="parte 8 1 1 Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 8/9" width="425" height="640" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Imagem tradicional de prova de motocross</h6>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6406 colorbox-6404" title="Composição alternativa utilizando contraluz com o sol" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/parte-8-1-2.jpg" alt="parte 8 1 2 Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 8/9" width="425" height="640" /></h6>
<h6 style="text-align: center;">Composição alternativa utilizando contraluz com o sol.</h6>
<p>Outra possibilidade para conseguir resultados diferenciados é utilizar baixa velocidade para dar impressão de movimento. É uma técnica difícil, requer muita prática, mas pode trazer resultados muito interessantes quando bem utilizada.</p>
<h6 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6405 colorbox-6404" title="Baixa velocidade permitiu captar a movimentação dos atletas e dar um toque extra ao registro da luta" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/parte-8-2.jpg" alt="parte 8 2 Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 8/9" width="619" height="411" /></h6>
<h6 style="text-align: center;">1/60s | f/2.8 | ISO 1250 – Nikon D300 + Sigma 70-200 f/2.8<br />
Baixa velocidade permitiu captar a movimentação dos atletas e dar um toque extra ao registro da luta. </h6>
<p>No ultimo artigo da série vou dar algumas Dicas Gerais. Fique atento porque muito em breve sai o eBook gratuito sobre Fotografia de Esportes para Iniciantes que agrupa todos estes artigos já publicados no portal.</p>
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		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 7/9</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/a-hora-critica-e-o-foco-na-fotografia-de-esportes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-hora-critica-e-o-foco-na-fotografia-de-esportes</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/a-hora-critica-e-o-foco-na-fotografia-de-esportes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 22:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[disparar]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[focar]]></category>
		<category><![CDATA[foco contínuo]]></category>
		<category><![CDATA[foco fixo]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esportes]]></category>
		<category><![CDATA[ponto de focagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Com todo o equipamento devidamente pronto e regulado, é chegado o momento crítico: focar e disparar.  Há vários casos onde o foco fixo, principalmente quando há uma referência, é mais indicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A hora crítica e o foco</h2>
<p>Com todo o equipamento devidamente pronto e regulado, é chegado o momento crítico: <strong>focar </strong>e <strong>disparar</strong>.</p>
<p>Antes de começarem os questionamentos, é bom deixar claro: foco contínuo nem sempre é a melhor solução para fotos de esporte. Há vários casos onde o foco fixo, principalmente quando há uma referência, é mais indicado.</p>
<p>O foco contínuo é excelente para esportes onde há muita movimentação aleatória, sem espaço definido. Futebol, natação, artes marciais, corridas, etc., todos eles basicamente são registrados com o uso de foco automático e, em sua grande maioria, contínuo. Para estes casos, o fotógrafo precisa manter o foco em um ponto definido, e acompanhar todo o desenrolar da ação.</p>
<p>Porém, há casos onde o foco contínuo pode ser um problema. Esportes como o vôlei, por exemplo, são difíceis de acompanhar com foco contínuo, dada a movimentação em vários sentidos. E é neste tipo de situação em que o foco fixo pode ajudar.</p>
<p>Em vez de procurar o foco nos atletas, o fotógrafo pode focar a parte superior da rede. Com a profundidade de campo correta, é possível congelar toda a ação sem perder nitidez, e sem risco de errar o ponto de focagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6324 colorbox-6348" title="Volei" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/Volei-450x298.jpg" alt="Volei 450x298 Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 7/9" width="450" height="298" /></p>
<h6 style="text-align: center;">1/320s | f/2.8 | ISO 1250 – Nikon D300 + Sigma 70-200 f/2.8<br />
Com o foco fixo na rede fica mais simples registrar toda a ação.<br />
Como os atletas estavam no mesmo plano focal, foi possível<br />
utilizar abertura f/2.8 sem perder foco. </h6>
<p>Na parte 8 desta série veremos sobre &#8220;Composições Alternativas&#8221;.</p>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.fotografia-dg.com%2Fa-hora-critica-e-o-foco-na-fotografia-de-esportes%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=85&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;height=21" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:85px; height:21px;"></iframe></div>
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			<g:plusone size="medium" href="http://www.fotografia-dg.com/a-hora-critica-e-o-foco-na-fotografia-de-esportes/"></g:plusone>
			</div>
			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.fotografia-dg.com/a-hora-critica-e-o-foco-na-fotografia-de-esportes/"  data-text="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 7/9" data-count="horizontal" data-via="fotografiadg"></a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; Parte 6/9</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/o-momento-que-antecede-a-acao-na-fotografia-de-esportes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-momento-que-antecede-a-acao-na-fotografia-de-esportes</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 00:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[acao]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[momento]]></category>
		<category><![CDATA[momento da acao]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o equipamento devidamente definido o fotógrafo precisa, agora, conhecer a modalidade esportiva a ser fotografada. Cada esporte tem ações e reações peculiares, movimentação, postura e expressões que requerem diferentes abordagens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como visto no tópico anterior, é preciso escolher bem o equipamento para ter condições de registrar a ação de forma tranqüila, sem precisar correr riscos de estar próximo ou longe demais da ação.</p>
<h2>O momento que antecede a ação</h2>
<p>Com o equipamento devidamente definido o fotógrafo precisa, agora, conhecer a modalidade esportiva a ser fotografada. Cada esporte tem ações e reações peculiares, movimentação, postura e expressões que requerem diferentes abordagens.</p>
<p>Para cada caso, o fotógrafo precisa ter um conhecimento mínimo dessas variáveis, informações valiosas para tentar prever cada movimento e estar pronto para congelar o instante certo.</p>
<p>O esporte mais popular do Brasil, o futebol, é um exemplo claro das inúmeras possibilidades. O fotógrafo pode registrar um drible, um cabeceio, uma entrada mais dura, uma comemoração, torcida, reação dos treinadores, fatores extra-campo, entre tantas outras possibilidades que podem surgir ao longo dos 90 minutos.</p>
<p>O famoso soco no ar de Pelé, por exemplo, ilustra bem no que o olhar atento do fotógrafo pode resultar.</p>
<p><strong>Vale lembrar:</strong> quanto maior o conhecimento sobre o esporte, mais possibilidades surgem aos olhos do fotógrafo. Mesmo que seja uma simples brincadeira de criança, vários fatores podem ser observados para criar uma imagem diferenciada, única.</p>
<p>Outra questão importante é definir bem o esporte na hora do registro. Se é esporte com bola, tente fazer com que ela apareça, se for uma luta, por exemplo, identifique luvas ou quimonos, no surfe, mostre a prancha, etc.</p>
<p>É importante localizar o observador. Quem vê a foto muitas vezes não tem o fotógrafo por perto ou uma legenda para explicar o contexto. O fotógrafo é um contador de histórias, e só tem a imagem para isso. Tente garantir o máximo de informações possível em uma única imagem, para que ela seja auto-explicativa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6350 colorbox-6321" title="parte 6" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/parte-6.jpg" alt="parte 6 Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 6/9" width="425" height="638" /></p>
<h6 style="text-align: center;">1/640s | f/7.1 | ISO 400 – Nikon D300 + Sigma 70-200 f/2.8<br />
Prever a ação facilita na hora de acertar o momento exato de disparar.</h6>
<p style="text-align: left;">Na continuação da série veremos &#8220;A hora crítica e o foco&#8221;.</p>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; Parte 5/9</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 22:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[escolher lente]]></category>
		<category><![CDATA[escolher objectiva]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[objectiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecer previamente o esporte e a área disponível para fotografar o evento é de extrema importância para conseguir bons registros. Aprenda neste artigo a escolher a objetiva certa para cada distância!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se não tem acompanhado a série de artigos sobre Fotografia de Esportes para Iniciantes considere ler os artigos anteriores:</p>
<ul>
<li><a title="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 1/9" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-de-esportes/">Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 1/9</a></li>
<li><a title="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 2/9" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-esportes-parte-2/">Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 2/9</a></li>
<li><a title="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 3/9" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-esportes-parte-3/">Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 3/9</a></li>
<li><a title="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 4/9" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-esportes-parte-4/">Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 4/9</a></li>
</ul>
<h2>A objetiva certa para cada distância</h2>
<p>Conhecer previamente o esporte e a área disponível para fotografar o evento é de extrema importância para conseguir bons registros.</p>
<p>De posse da informação sobre a distância aproximada entre o fotógrafo e o tema, é possível calcular a distância focal e ver se a objetiva é a ideal para o registro.</p>
<p>Para realizar o cálculo, basta seguir a tabela abaixo, montada no Excel.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6310 colorbox-6300" title="cálculo" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/Untitled-2.jpg" alt="Untitled 2 Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 5/9" width="619" height="176" /></p>
<p>Fator de corte do sensor: sensores FX ou full size não possuem fator de corte, então, preencha com 1.</p>
<p>Nas DSLR da Nikon, o fator de corte é 1,5, na Canon, 1,6. Compactas tendem a ter fatores maiores. Confira o manual.</p>
<p>Tamanho do objeto em cm: medida aproximada do objeto, atleta, veículo, etc., a ser fotografado.</p>
<p>Distância focal: distância focal da objetiva. Em objetivas zoom, utilizar a metade do range como referência. Ex.: para 100-300, utilizar 200mm, para ter margem de folga tanto para angular como para zoom.</p>
<p>O resultado apresentado no cálculo é a distância ideal para o fotógrafo estar do objeto e conseguir um enquadramento preciso, sem margens superiores, tendo como base a câmera na posição horizontal.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6303 colorbox-6300" title="Fotografia de esporte" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/03/parte-5.jpg" alt="parte 5 Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 5/9" width="619" height="411" /></p>
<p>Com a objetiva correta, o fotógrafo pode, inclusive, manter uma distância segura em provas com risco de acidentes.</p>
<p>No próximo artigo desta sérei vamos falar sobre &#8221;O momento que antecede a ação&#8221;. Siga-me no twitter e o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> para não perder pitada do que vamos explicar no próximo artigo desta série sobre fotografia de esportes. Pode ainda assinar em baixo a newsletter do Fotografia DG para receber as mátérias diretamente no seu email.</p>
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		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; Parte 4/9</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 22:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[agua]]></category>
		<category><![CDATA[ambientes com agua]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esportes]]></category>
		<category><![CDATA[reflexo]]></category>
		<category><![CDATA[reflexos]]></category>
		<category><![CDATA[thiago antunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotos em ambientes de piscina, lagos e mar oferecem um desafio extra: reflexos. Os reflexos emitem brilho extra que podem confundir a fotometria. É preciso cautela na hora de regular a câmera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-esportes-parte-3/" target="_blank">ambientes externos</a>, assunto do artigo anterior, ficaram claras as inúmeras possibilidades e dificuldades do fotógrafo. Porém, há um ambiente bem mais particular, que requer atenção principalmente na fotometria.</p>
<h2>Ambientes com água</h2>
<p>Fotos em ambientes de piscina, lagos e mar oferecem um desafio extra: reflexos.</p>
<p>Os reflexos emitem brilho extra que podem confundir a fotometria. É preciso cautela na hora de regular a câmera.</p>
<p>No caso de natação, por exemplo, a dica é fazer a fotometria no atleta. Em cenas de surf, o caso é o mesmo, mas pode haver a necessidade de baixar um ou dois pontos de luz para conseguir resultados adequados. Para isto, basta aumentar a velocidade ou, se possível, diminuir a abertura do diafragma, o que traz como vantagem a maior profundidade de campo.</p>
<p><strong>Vale lembrar:</strong> fotografias de esportes requerem alta velocidade de obturação. Quanto maior a velocidade, maior a chance de congelar o movimento. Porém, há uma velocidade ideal para congelar cada tipo de esporte. Em futebol, por exemplo, 1/350s normalmente são mais do que o suficiente para captar o momento. Em vez de subir mais a velocidade, o fotógrafo pode aproveitar para fechar o diafragma e conseguir maior profundidade de campo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6270 colorbox-6268" title="Natação" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/parte-4.jpg" alt="parte 4 Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 4/9" width="619" height="413" /></p>
<h6 style="text-align: center;">1/320s | f/6.3 | ISO 640 – Nikon D300 + Sigma 70-200 f/2.8<br />
Teleobjetiva utilizada para dar ênfase ao movimento de saída da água do nadador.<br />
Alta velocidade e profundidade de campo alta garantiram a nitidez e o congelamento da cena.</h6>
<p style="text-align: justify;">Além das objetivas, o fotógrafo precisa ter em mãos uma câmera rápida. Uma taxa de FPS (fotos por segundo) alta é uma grande aliada. Porém, primordial, é a resposta rápida ao clique. Quanto menor o intervalo entre o ato de apertar o disparador e a câmera executar a ação, maior a chance de conseguir captar o momento exato.</p>
<p>Na continuação deste artigo veremos a objetiva certa para cada distância, , até lá <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/thiagofoto" target="_blank">siga-me no twitter</a> e o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> para não perder pitada do que vamos explicar nesta série de artigos sobre fotografia de esportes. Pode ainda assinar em baixo a newsletter do Fotografia DG para receber as mátérias diretamente no seu email.</p>
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		<item>
		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; Parte 3/9</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 23:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientes externos]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar]]></category>
		<category><![CDATA[fotografar esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
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		<category><![CDATA[thiago antunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Campos de futebol, praia ou quadras ao ar livre oferecem, em quase todos os casos, luminosidade abundante, mas sem a mesma continuidade e uniformidade dos ambientes fechados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior falamos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-esportes-parte-2/" target="_blank">ambientes cobertos</a>. Situações onde as luzes são mais uniformes porém, por regra geral, menos potentes. Agora, vamos conhecer os procedimentos para <strong>fotografar esportes em ambientes externos</strong>.</p>
<p>Se não tem acompanhado a série de artigos sobre Fotografia de Esportes para Iniciantes considere ler os artigos anteriores:</p>
<ul>
<li><a title="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 1/9" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-de-esportes/">Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 1/9</a></li>
<li><a title="Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 2/9" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-esportes-parte-2/">Fotografia de Esportes para Iniciantes – Parte 2/9</a></li>
</ul>
<h2>Ambientes externos</h2>
<p>Campos de futebol, praia ou quadras ao ar livre oferecem, em quase todos os casos, luminosidade abundante, mas sem a mesma continuidade e uniformidade dos ambientes fechados. Neste caso, o fotógrafo precisa basicamente ter noção da distância em que vai estar da ação. Lentes mais escuras não oferecem problemas para conseguir bons resultados. Outra vantagem destes ambientes, justamente pelo maior volume de luz, é a possibilidade de usar aberturas menores de diafragma e, consequentemente, obter maior profundidade de campo nas imagens.</p>
<p><strong>Vale lembrar:</strong> ambientes externos requerem cuidados extras do fotógrafo. Em situações de sol forte, é preciso atenção com o uso de protetor solar, bonés, chapéus, ou qualquer outro artifício para evitar exposição demasiada. Além disso, o corpo humano precisa ser hidratado, e manter uma garrafa de água por perto é, no mímino, prudente. Em caso de chuva, proteção também não é demais, desde que seja confortável para fotografar. Capas de chuva são as mais indicadas, pois permitem movimentos dos dois braços. Para o equipamento, caso não haja uma proteção específica disponível, uma simples sacola plástica dá conta do recado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6249 colorbox-6248" title="Fotografia de Esporte - Skate" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/parte-3.jpg" alt="parte 3 Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 3/9" width="619" height="417" /></p>
<h6 style="text-align: center;">1/800s | f/4.5 | ISO 400 – Nikon D300 + Tokina 12-24 f/4<br />
Objetiva grande angular foi utilizada para dar um efeito de distorção proposital no ambiente.<br />
Com iluminação abundante, foi possível utilizar velocidades altas para garantir o congelamento da ação. </h6>
<p>No próximo artigo veremos Ambientes com Água, até lá siga-me no twitter e o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> para não perder pitada do que vamos explicar nesta série de artigos sobre fotografia de esportes. Pode ainda assinar em baixo a newsletter do Fotografia DG para receber as mátérias diretamente no seu email.</p>
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		<item>
		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; Parte 2/9</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 21:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[ambientes cobertos]]></category>
		<category><![CDATA[antunes]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esportes]]></category>
		<category><![CDATA[thiago]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fotografia-dg.com/?p=6207</guid>
		<description><![CDATA[No artigo anterior, vimos que os ambientes esportivos e suas luzes são situações que precisam ser conhecidas previamente pelo fotógrafo. A partir de agora, vamos tratar cada uma das situações de maneira mais específica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior, vimos que os <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotografia-de-esportes/" target="_blank">ambientes esportivos e suas luzes</a> são situações que precisam ser conhecidas previamente pelo fotógrafo. A partir de agora, vamos tratar cada uma das situações de maneira mais específica.</p>
<h2>Ambientes cobertos</h2>
<p>Ginásios de esportes, ringues e arenas possuem, em sua grande maioria, luz contínua e uniforme. Entretanto, nem sempre é de boa qualidade para fotografia.</p>
<p>Ambientes desse tipo são palco de esportes, em sua grande maioria, de muita movimentação, e requerem altas velocidades de obturação para evitar fotos sem nitidez.</p>
<p>O fotógrafo precisa, antes de mais nada, saber a que distância pode ficar os atletas. Esportes como futsal, por exemplo, permitem uma aproximação maior do fotógrafo. É comum, em certos casos, permitirem inclusive a presença do fotógrafo na área interna da quadra. Desta forma, uma objetiva zoom com range entre 18-70mm é extremamente útil para poder captar o que ocorre em praticamente metade da quadra.</p>
<p>Porém, disputas de motocross indoor costumam ter arquibancadas e, salvo profissionais credenciados, é difícil ter acesso. Entram em ação as teleobjetivas com range entre 200-500mm, que permitirão ao fotógrafo aproximar a ação.</p>
<p>Outro fator importante é a luminosidade das objetivas. Lentes com abertura f/2.8 ou maior são primodiais para conseguir alta velocidade com boa iluminação, mas requerem um cuidado extra com a profundidade de campo. Como o plano focal se torna curto, em virtude da grande abertura de diafragma, há um risco iminente de perder o ponto exato de foco, ou não ter a profundidade de campo adequada para manter toda a ação em foco.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6208 colorbox-6207" title="parte 2" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/parte-2.jpg" alt="parte 2 Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 2/9" width="619" height="411" /></p>
<h6 style="text-align: center;">1/350s | f/2.8 | ISO 1250 – Nikon D300 + Sigma 70-200 f/2.8<br />
Alta velocidade para congelar o movimento das atletas combinada<br />
com abertura suficiente para a profundidade de campo adequada.</h6>
<p>Na proxima semana veremos sobre Ambientes Externos, até lá siga-me no twitter e o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> para não perder pitada do que vamos explicar nesta série de artigos sobre fotografia de esportes. Pode ainda assinar em baixo a newsletter do Fotografia DG para receber as mátérias diretamente no seu email.</p>
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		<title>Fotografia de Esportes para Iniciantes &#8211; Parte 1/9</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 14:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia de Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[antunes]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia de desporto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia de esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia Esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[thiago]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotografia esportiva é um desafio e tanto para o fotógrafo. Captar o momento exato em que a ação, ou reação, ocorre requer conhecimento técnico bem desenvolvido, olhar apurado para saber o momento certo de clicar e, como não poderia ser diferente, domínio do equipamento para alterar as regulagens de forma rápida e precisa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>fotografia esportiva</strong> é um desafio e tanto para o fotógrafo. Captar o momento exato em que a ação, ou reação, ocorre requer conhecimento técnico bem desenvolvido, olhar apurado para saber o momento certo de clicar e, como não poderia ser diferente, domínio do equipamento para alterar as regulagens de forma rápida e precisa.</p>
<p>Nesta série de artigos que no final se vai tornar num eBook GRÁTIS, espero conseguir transmitir um pouco da experiência adquirida enquanto repórter fotográfico esportivo ao longo dos últimos dez anos.</p>
<p>O conteúdo apresentado durante os próximos dias não tem pretensão alguma de formar um profissional da área. Serve, apenas, como referência de estudos e auxílio ao fotógrafo iniciante na busca por um bom clique da “pelada” no fim de semana, da diversão com os amigos na quadra, ou do registro do filho que dá seus primeiros passos no esporte.</p>
<p><strong>Esta série foi dividida em 9 partes e vou tratar dos seguintes temas:</strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;">Luz, ambientes e equipamentos </span> (Ambientes cobertos; Ambientes externos; Água; A objetiva certa para cada distância)</li>
<li>O momento que antecede a ação</li>
<li>Foco contínuo e foco fixo</li>
<li>Composições alternativas</li>
<li>Dicas gerais</li>
</ul>
<p>Vamos começar&#8230;</p>
<h2>Luz, ambiente e equipamentos</h2>
<p>Para cada situação o fotógrafo precisa de um equipamento adequado. Na <strong>fotografia de esportes</strong>, essa regra não muda. Cada modalidade tem suas peculiaridades e, principalmente, seus ambientes. Um estádio de futebol, por exemplo, muda facilmente de iluminação com o passar das horas. Já em um ginásio coberto, apesar da luz ser mais uniforme, normalmente a iluminação não é adequada para fotografia.</p>
<p>Em resumo, o fotógrafo deve, primeiramente, saber onde vai estar e qual o tipo de iluminação vai ter disponível. Podemos, de uma forma geral, definir três situações distintas: ambientes cobertos, externos e água.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6176 colorbox-6175" title="Fotografia de Esporte" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/Esporte.jpg" alt="Esporte Fotografia de Esportes para Iniciantes   Parte 1/9" width="619" height="411" /></p>
<p>Espero que tenham gostado da introdução ao tema Fotografia de Esportes para Iniciantes! Na próxima 5ª Feira veremos sobre Ambientes Cobertos.</p>
<p>Até lá siga-me no twitter e o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> para não perder pitada do que vamos explicar nesta série de artigos sobre fotografia de esportes. Pode ainda assinar em baixo a newsletter do Fotografia DG para receber as mátérias diretamente no seu email.</p>
<p><script src="http://forms.aweber.com/form/15/1902131115.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<item>
		<title>eBook Fotometria + Flash “GRÁTIS”</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/ebook-fotometria-flash/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ebook-fotometria-flash</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 10:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[armando vernafia]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[ebook flash]]></category>
		<category><![CDATA[ebook fotometria]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[fotogetria e flash]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia + flash]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia dg]]></category>
		<category><![CDATA[fotometria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho muito orgulho de apresentar a vocês o ebook Fotometria + Flash, o primeiro de muitos que virão nesta parceria não só minha, mas de vários fotógrafos, com o FotografiaDG e que tratarão de vários assuntos e temas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe algo que sempre achei estranho, a língua portuguesa é a base de comunicação de milhões de pessoas, é um dos idiomas mais falados no mundo, mas mesmo assim a quantidade de referências bibliográficas sobre fotografia nessa língua sempre foi pequena, para não dizer ínfima.</p>
<p>Muitas publicações só existem em língua inglesa, o que podemos compreender afinal os EUA são a maior economia do planeta, mas o fato é que existem muitos títulos também em francês, espanhol, italiano e alemão, no entanto em português o número de publicações é desproporcional ao número de falantes da língua.</p>
<p>Felizmente pudemos observar nos últimos dez anos o surgimento de <a target="_blank" href="http://www.iphotoeditora.com.br/" target="_blank">novas editoras</a>, com novas revistas e livros, além de sites e blogs na internet entre tantas outras fontes de informação em nossa língua, em meio a isso o nascimento deste blog, o <a href="http://www.fotografia-dg.com/" target="_blank">FotografiaDG</a> pode ser mencionado como um dos acontecimentos importantes.</p>
<p>Foi por este motivo que aceitei imediatamente o convite para ser colunista deste site iniciando uma parceria que só tem trazido bons frutos, o que com certeza me deixa muito feliz.</p>
<p>Um dos lances recentes desta parceria foi o anúncio feito no final de 2010, de que eu publicaria um ebook sobre técnicas fotográficas em parceria com o FotografiaDG.</p>
<p>Dos muitos assuntos possíveis para serem tratados no ebook, escolhemos a binômio <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">Fotometria e Flash</a>, assuntos intimamente relacionados pois não existe boa fotografia feita com flash se não houver boa fotometria, e não existe boa fotografia mesmo sem flash sem o completo domínio da luz, e este só é conseguido com técnicas adequadas de fotometria.</p>
<p>Estes são assuntos que trato desde 2003 em cursos e palestras que ministrei na escola <a target="_blank" href="http://www.riguardare.com.br/" target="_blank">Riguardare</a>, em São Paulo, e portanto tenho grande familiaridade com os tópicos para poder discorrer sobre eles, a escolha deu-se portanto de forma natural.</p>
<p>Outro motivo para a escolha temática foi a quase ausência de bibliografia sobre esses assuntos em português, eu possuo cinco ou seis livros sobre fotometria e flash e todos estão em inglês. Essa observação mostrou que havia necessidade, mais do que oportunidade, de começarmos de alguma forma a preencher essa lacuna de publicações em língua portuguesa.</p>
<h2>Sobre o eBook Fotometria + Flash</h2>
<p>Tenho muito orgulho de apresentar a vocês o <strong>ebook Fotometria + Flash</strong>, o primeiro de muitos que virão nesta parceria não só minha, mas de vários fotógrafos, com o FotografiaDG e que tratarão de vários assuntos e temas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="colorbox-5977"  title="eBook Fotometria + Flash" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/CAPAeBookDG.jpg" alt="CAPAeBookDG eBook Fotometria + Flash “GRÁTIS”" width="250" height="339" /></p>
<p>Este ebook concentra em um único documento os nove artigos sobre Fotometria e Flash,  que publiquei nas últimas semanas aqui no DG, espero que seja uma referência útil a todos e que possa representar mais um passo no desenvolvimento de uma bibliografia fotográfica completa em língua portuguesa.</p>
<p><strong>Indice do Ebook:</strong></p>
<ul>
<li>Introdução - 3</li>
<li>O Fotômetro da Câmera - 4</li>
<li>O Fotômetro de Mão - 7</li>
<li>O Histograma - 8</li>
<li>Latitude de Exposição - 11</li>
<li>Flash TTL - 15</li>
<li>Flash como luz de preenchimento - 18</li>
<li>Flash como luz principal - 19</li>
<li>Conclusões - 22</li>
</ul>
<h2>Concurso de lançamento</h2>
<p>Para o lançamento do primeiro eBook FotografiaDG decidimos oferecer brindes aos nossos leitores, no entanto para poderem ganhar um dos nossos prêmios terão de escrever no seu site sobre o nosso eBook.</p>
<p>É bastante fácil, escreva em seu site um artigo sobre o eBook e envie um e-mail para <a target="_blank" href="&#109;ailt&#111;&#58;ge&#114;al&#64;f&#111;&#116;&#111;&#103;&#114;&#97;&#102;&#105;&#97;-&#100;g.com">&#103;&#101;&#114;a&#108;&#64;f&#111;&#116;&#111;&#103;ra&#102;i&#97;&#45;dg&#46;&#99;&#111;m</a> indicando o endereço da matéria que escreveu. Cada email que receber-mos vai ter um número e no final do concurso, dia 16 de Fevereiro, usarei o sistema <a target="_blank" href="http://www.random.org/" target="_blank">http://www.random.org/</a> para determinar o vencedor.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Nota:</span></strong> O artigo deverá ter obrigatóriamente referencia ao <strong>eBook Fotometria + Flash</strong>, ao <strong>Autor Armando Vernaglia Jr</strong> e deve ser referenciado o <strong>Fotografia-DG.com</strong>.</p>
<p><strong> O</strong><strong>s prémios:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a target="_blank" href="http://www.riguardare.com.br/riguardare/autoral.html" target="_blank">Escola Riguardare</a></strong> &#8211; Uma bolsa INTEGRAL de estudos para o curso Fotografia Autoral, que acontecerá a partir de Abril deste ano;</li>
<li><strong><a target="_blank" href="http://altairhoppe.lojatemporaria.com/" target="_blank">iPhoto Editora</a></strong> – DVD Flash Nikon/Canon;</li>
<li><strong><a target="_blank" href="http://www.lightroom.com.br/" target="_blank">LightroomBrasil</a></strong> – 5 Pack Wedding Presets + 5 Pack Preset Vol. 1 + 5 Pack Presets Vol. 2;</li>
<li><strong><a target="_blank" href="http://www.revistafotografia.com.br/" target="_blank">Revista FotoGrafia</a></strong> – 3 exemplares da edição de Abril + 3 exemplares da edição de Agosto;</li>
</ul>
<p>São no total 10 ofertas que o Fotografia DG tem para oferecer! Os cinco (5) primeiros premiados vão receber a oferta do <a target="_blank" href="http://www.lightroom.com.br/">LightroomBrasil</a> e os três (3) seguintes receberão um exemplar da edição de Abril e Agosto da <a target="_blank" href="http://www.revistafotografia.com.br/">Revista FotoGrafia</a>.</p>
<p>O seguinte número a ser sorteado, nesse caso o número 9, leva para casa um DVD Flash Nikon/Canon da <a target="_blank" href="http://altairhoppe.lojatemporaria.com/">iPhoto Editora</a> e por ultimo vamos oferecer uma bolsa integral para o curso Fotografia Autoral oferecida pela <a target="_blank" href="http://www.riguardare.com.br/riguardare/autoral.html">Escola Riguardare</a> que será ministrado pelo professor e autor do eBook Fotometria + Flash <em>Armando Vernaglia Jr</em> e pelo professor <em>Comodo</em>.<strong> </strong></p>
<p>Os vencedores receberão um email da equipa FotografoaDG com todos os detalhes para receber o prémio, no entanto dia 17 farei um artigo aqui no FotografiaDG com o anuncio oficial dos premiádos.</p>
<h2>Como obter o eBook Fotometria + Flash</h2>
<p>Para fazer o download do nosso eBook é bastante fácil e aproveito a ocasião para oficializar a nossa loja online, <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/" target="_blank">clique aqui para visitar</a>. Neste momento apenas temos esse eBook mas com o tempo vamos ter oportunidade de agradar a todos com mais livros de alta qualidade.</p>
<p>A nossa loja trabalhará como outra qualquer loja online no mercado, basta fazer “adicionar ao carro” ou “comprar” no produto (neste caso no eBook Fotometria + Flash) e posteriomente clicar em “carro” ou “carrinho” e seguir as intruções para finalizar a compra que é gratuita.</p>
<p>Após terminar a compra, receberá no seu email o endereço para download do arquivo PDF do eBook! É muito fácil, mas caso tenha alguma dúvida, sinta-se à vontade para deixar um comentário ou mandar um e-mail para <a target="_blank" href="m&#97;i&#108;&#116;o:&#103;&#101;r&#97;&#108;&#64;f&#111;togr&#97;f&#105;a-&#100;g&#46;co&#109;">&#103;er&#97;l&#64;&#102;o&#116;&#111;g&#114;&#97;fi&#97;&#45;&#100;&#103;&#46;c&#111;m</a>.</p>
<p><strong>Para fazer download do eBook Fotometria + Flash gratuitamente </strong><strong>aceda a <a target="_blank" href="http://loja.fotografia-dg.com/">http://loja.fotografia-dg.com/</a></strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pode ainda obter o eBook fazendo um tweet ou escrevendo no mural do seu facebook<br />
<a target="_blank" href="http://www.paywithatweet.com/pay/?id=116e0e708b6768e7ead1f9a7b208ef91">Clique aqui e compre o eBook através de um tweet</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 9 de 9 &#8211; Conclusões</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 20:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[conclusao]]></category>
		<category><![CDATA[conclusoes]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
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		<category><![CDATA[ttl]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia primeiro de novembro de 2003 tomei uma decisão, a de vender meus flashes tradicionais de estúdio e investir dali em diante somente em flashes dedicados TTL.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia primeiro de novembro de 2003 tomei uma decisão, a de vender meus flashes tradicionais de estúdio e investir dali em diante somente em flashes dedicados TTL.</p>
<p>Essa decisão ocorreu por conta da fotografia que ilustra este artigo, que produzi com uma modesta câmera compacta Canon Powershot G2 de apenas 4 megapixels e 3 flashes da mesma marca, um deles comandando os outros dois. O que comandava estava ligado por um cabo TTL à câmera, e comandava os outros dois por infravermelho.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5973 colorbox-5972" title="Taça com a tinta vermelha" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/02/Taça-com-a-tinta-vermelha.jpg" alt="Taça com a tinta vermelha Fotometria + Flash   parte 9 de 9   Conclusões" width="350" height="465" /></p>
<p>A foto da taça com a tinta vermelha jorrando em sua direção foi obtida depois de alguns testes para iluminação e algumas tentativas até obter o efeito desejado, tudo feito em um quintal para não sujar o estúdio com tinta.</p>
<p>Naquele momento percebi que se era possível fazer uma foto complexa como um <em>splash</em>, de forma totalmente independente da rede elétrica pois os flashes funcionam com pilhas, longe de um ambiente ideal de um estúdio, afinal foi feito em um quintal, sem cabos pendurados por todos os lados gerando acidentes e tombos, se era possível com uma estrutura tão simples de câmera e flashes produzir essa foto, então ao meu ver era desnecessário ter um estúdio comum.</p>
<p>Isso foi em 2003, outros tiveram idéias semelhantes na mesma época e de forma geral éramos taxados como loucos pelos nossos colegas de profissão, imagine só, substituir as potentes e confiáveis tochas de estúdio por essas pequeninas unidades movidas a pilha.</p>
<p>Deu certo, anos depois virou moda, hoje já existe bibliografia a respeito, <em>sites</em> e <em>blogs</em> falando em como iluminar com flashes dedicados TTL.</p>
<p>É lógico que existem diferenças entre os sistemas de luz tradicional e dedicado TTL, um flash tradicional ainda é mais potente e muitas vezes mais barato que uma unidade dedicada topo de linha, no entanto a versatilidade e a portabilidade do sistema fizeram com que a cada ano mais e mais fotógrafos decidissem trabalhar dessa forma.</p>
<p>Um dos desafios de trabalhar com flashes dedicados é a complexidade, você é obrigado a estudar e desvendar o funcionamento do sistema de medição de sua câmera para descobrir como os flashes irão se comportar e aprender a dominar os desvios, o sistema tradicional é muito mais estável, uma vez regulada a potência nada mais muda, já o TTL é um sistema flutuante, que reage o tempo todo ao que está na frente da câmera, e por isso é muito mais desafiador, o fotógrafo tem que ter atenção 100% do tempo para prever os erros do sistema e contorná-los.</p>
<p>Se você é como eu e gosta de desafios, gosta de trabalhar de forma 100% concentrada e buscando o máximo da precisão de resultados para ficar o mínimo de tempo corrigindo fotos no computador, então esse é seu caminho.</p>
<h2>Lembre-se dos tópicos vistos nesta série de artigos:</h2>
<p style="padding-left: 30px;">- fotometria em sistema TTL é reativa, ela sempre busca um resultado mediano obrigando o fotógrafo a corrigir sempre que o sistema tenta transformar claros e escuros em cinzas;</p>
<p style="padding-left: 30px;">- o flash TTL é igualmente reativo, ele muda o tempo todo conforme o que está à sua frente refletindo luz tornando necessário um uso atento da compensação de exposição do flash;</p>
<p style="padding-left: 30px;">- a boa fotometria leva ao bom desempenho do flash, com economia de energia, tempo e trabalho;</p>
<p style="padding-left: 30px;">- a latitude de exposição nunca pode ser ignorada e a amplitude tonal deve sempre ser mensurada;</p>
<p style="padding-left: 30px;">- o flash tem por natureza uma luz dura, direcional, se você não quer isso use técnicas como a do rebatimento de flash em superfícies próximas (tetos, paredes e rebatedores), e o que é bom é que o sistema TTL continua funcionando mesmo quando apontamos o flash para qualquer outro lugar;</p>
<p>Se você chegou até aqui <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">depois dos outros 8 artigos</a>, deve estar cheio de dúvidas, idéias e pensamentos, fica a dica final: vá fotografar e treinar tudo que leu, não há aprendizado sem prática, então saia da frente desse computador e vá fotografar!</p>
<p>O conjunto desses artigos será disponibilizado para <em>download</em> gratuito aqui pelo FotografiaDG no próximo dia 3, fiquem atentos pois avisaremos aqui pelo site e pelo Twitter, tanto no <a target="_blank" href="http://twitter.com/fotografiadg" target="_blank">@fotografiadg</a> como no <a target="_blank" href="http://twitter.com/vernagliajr" target="_blank">@vernagliajr</a></p>
<p>Nos vemos em breve, até lá.</p>
<p><strong>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<br />
</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
<a target="_blank" href="http://armandovernaglia.wordpress.com" target="_blank">armandovernaglia.wordpress.com</a><br />
<a target="_blank" href="http://twitter.com/vernagliajr" target="_blank">@vernagliajr</a></p>
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		<title>Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor &#8211; Acessórios Obrigatórios Parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admirando a Paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Densidade Neutra]]></category>
		<category><![CDATA[filtro]]></category>
		<category><![CDATA[Filtro de Densidade Neutra]]></category>
		<category><![CDATA[filtros]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo de paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[Gradiente]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[polarizador]]></category>

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		<description><![CDATA[Os parágrafos que se seguem apresentam a lista de acessórios que considero fundamental e que tenho vindo a usar ao longo dos anos, mas o leitor deve considerar juntar o seu próprio kit de acessórios com os apetrechos fotográficos que melhor se adaptam ao seu modo de operar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Nenhum fotógrafo é tão bom como a mais simples das câmaras”</em>. Edward Steichen</p>
<p>Quando está no terreno, pronto para fazer uma série de fotografias, há que considerar todos os elementos extra que o podem ajudar a aligeirar o processo de captura. Os parágrafos que se seguem apresentam a lista de acessórios que considero fundamental e que tenho vindo a usar ao longo dos anos, mas o leitor deve considerar juntar o seu próprio kit de acessórios com os apetrechos fotográficos que melhor se adaptam ao seu modo de operar.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">RECOMENDO:</span> Antes de começar a ler a matéria sobre os acessórios que considero fundamentais para um fotografo de paisagem considere ler os artigos anteriores da série &#8220;<a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/admirando-a-paisagem-cursos/" target="_blank">Admirando a Paisagem</a>&#8220;, são eles:</p>
<ul>
<li><a title="Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor – O Essencial Parte 1" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/camara-fotografica-fotografo-paisagem-natural/" target="_blank">Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor – O Essencial Parte 1</a></li>
<li><a title="Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor – O Essencial Parte 2" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/lentes-tripes-fotografo-paisagem-natural/" target="_blank">Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor – O Essencial Parte 2</a></li>
</ul>
<h2>Filtros</h2>
<p>Embora as actuais câmaras digitais e avançadas técnicas de processamento possibilitem uma flexibilidade inigualável no que diz respeito ao equilíbrio da exposição e à produção de imagens de grande qualidade, penso que os filtros quando usados no terreno ainda têm um papel muito importante no processo de captura nos dia de hoje.</p>
<p>Uma das grandes vantagens da utilização de <strong>filtros</strong> no terreno é a considerável redução de tempo que terá de gastar aquando da edição das fotografias. Embora seja possível, por exemplo, fazer uma série de exposições e depois conjugá-las em tempo de pós-processamento para obter uma imagem equilibrada, a utilização de filtros torna esta tarefa redundante e a própria edição mais facilitada. Além disso, aproxima o fotógrafo do espírito mais puro do que é a fotografia e do prazer que advém da produção de um negativo único.</p>
<p>Há ainda a assinalar que certos efeitos produzidos por alguns filtros são impossíveis de reproduzir em tempo de edição. São exemplo disso a redução de reflexos produzido pelo <strong>filtro polarizador</strong> ou o aumento do tempo de exposição permitido através da utilização do <strong>filtro de densidade neutra</strong>.</p>
<h3>Polarizador</h3>
<p>Este acessório filtra a luz polarizada que incide perpendicularmente ao eixo do filtro. Tem principalmente as seguintes aplicações:</p>
<ul>
<li>Escurece o céu ao eliminar os reflexos originados pelas pequenas gotas de água que se encontram no astro celeste, permitindo também aumentar o contraste em céus com nuvens;</li>
<li>Remove reflexos de superfícies espelhadas, tais como a água ou o vidro;</li>
<li>Torna as cores mais saturadas, em especial na vegetação, ao retirar os reflexos causados pela água;</li>
<li>Aumenta o tempo de exposição em sensivelmente 1,5 stops (depende do grau de polarização).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5957 colorbox-5956" title="Efeito Filtro Polarizador" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/polarizador.jpg" alt="polarizador Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   Acessórios Obrigatórios Parte 1" width="571" height="220" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Efeito do filtro polarizador num céu nublado (à direita)</h6>
<p>Há dois tipos de filtros polarizadores: circular e linear. Nas câmaras digitais actuais, com sistemas avançados de auto-focus, devem ser utilizados filtros do tipo circular. Os do tipo linear só devem ser utilizados em máquinas com foco manual. Na altura de adquirir um filtro polarizador lembre-se de que este vai ficar à frente da sua lente e que por isso deve ser da maior qualidade possível. Não fará muito sentido, por exemplo, ter uma lente profissional a equipar a sua câmara e depois juntar-lhe um filtro de baixa qualidade.</p>
<p>No que diz respeito ao uso do filtro, há que ter em conta um aspecto importante. O nível de intensidade do efeito que o filtro produz varia consoante o ângulo que este está perante a fonte de luz (o sol). O efeito máximo é produzido a 90º, enquanto que a 180º, ou seja, com o sol atrás de si, o efeito é quase inexistente. Como na fotografia de paisagem natural, como já vimos, se usam lentes de grande amplitude focal há uma forte possibilidade de se capturarem dentro de uma mesma imagem vários ângulos de polarização o que vai fazer com que o céu esteja mais escuro numas secções do que noutras. Deve ter isso em atenção, em especial em dias de céu limpo.</p>
<h3>Densidade Neutra</h3>
<p>Os filtros de densidade neutra permitem aumentar o tempo de exposição associado a uma determinada cena. Têm um aspecto semelhante a um vidro cinzento e são chamados de densidade neutra porque não afectam as tonalidades da cena a fotografar. Uma das características destes filtros é o número de stops no qual vão alongar a exposição. Assim, ao colocar à frente da sua lente um filtro ND (<em>Neutral Density</em>) com uma densidade óptica de 0.3 (também conhecidos como ND2) estará a aumentar a exposição em 1 stop, ou seja, a duplicar o tempo de exposição, pois apenas metade da intensidade da luz chegará ao sensor.</p>
<p>Estes filtros são usados sempre que se pretenda aumentar o tempo de exposição ao fotografar uma determinada cena. São muito usados, por exemplo, para fotografar cascatas em pleno dia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5958 colorbox-5956" title="Cascata" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/cascata.jpg" alt="cascata Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   Acessórios Obrigatórios Parte 1" width="500" height="334" /></p>
<h6 style="text-align: center;">2s @ f/16 ISO 100 &#8211; Canon EOS 5D Mark II &#8211; Canon EF17-40mm f/4L USM<br />
Filtro ND 0.6 Lee – Filtro Polarizador Heliopan</h6>
<h3>Densidade Neutra em Gradiente</h3>
<p>Os filtros de densidade neutra em gradiente são utilizados para controlar a luz e em especial a diferença de luz que existe entre planos. São parecidos com os filtros de densidade neutra, na medida em que não introduzem alterações à cor presente na fotografia e também reduzem a exposição na sua componente densa, sendo a sua principal diferença o facto de apenas serem cinzentos – terem densidade óptica – até metade do filtro. A outra metade é completamente transparente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5959 colorbox-5956" title="Filtros de Densidade Neutra em Gradiente" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/ndgset.jpg" alt="ndgset Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   Acessórios Obrigatórios Parte 1" width="300" height="285" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Filtros de Densidade Neutra em Gradiente</h6>
<p>Existem dois tipos de filtros de densidade neutra em gradiente (ou ND graduados): os de transição dura (<em>Hard</em>) e os de transição suave (<em>Soft</em>). Os de transição dura passam do cinzento para o transparente de forma abrupta e são indicados nas situações em que a diferença de planos é linear, tal como num horizonte aberto. Os de transição suave possuem uma passagem do cinzento para o transparente em gradiente o que possibilita o atenuamento da diferença de luz. Deve ser usado sempre que o horizonte é irregular ou existam objectos sobre o horizonte. A escala de stops utilizada nos filtros de densidade neutra é igualmente usada nestes filtros.</p>
<p>De notar que, ao contrário dos filtros acima apresentados, estes filtros não se devem acoplar directamente à lente. Uma vez que é necessário movê-los para cima e para baixo para os colocar perto do horizonte, deve ser usado um sistema de porta-filtros que os permita mover e até usá-los em conjunto com outros. As várias marcas têm soluções adequadas pelo que deve procurar a que mais lhe agrada. O meu conselho é que adquira um porta-filtros de dimensões suficientes que não cause vinhetagem nas suas lentes. No formato de 35mm, por exemplo, terá de adquirir um sistema de filtros de 105mm, senão vai ter problemas de vinhetagem e os filtros e porta-filtros começarão a aparecer nas suas imagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5960 colorbox-5956" title="Filtro de Densidade Neutra em Gradiente" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Filtro-de-Densidade-Neutra-em-Gradiente.jpg" alt="Filtro de Densidade Neutra em Gradiente Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   Acessórios Obrigatórios Parte 1" width="619" height="459" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Utilização de Filtro de Densidade Neutra em Gradiente (Transição Dura) – à direita<br />
1.6s @ f/11 ISO 100 &#8211; Canon EOS 5D Mark II &#8211; Canon EF 17-40 L USM &#8211; Lee ND Grad Hard 0.9</h6>
<p>Mais uma vez, deve referir-se que deve adquirir os filtros de densidade neutra em gradiente com a melhor qualidade que o seu orçamento permitir. Existem marcas bem conhecidas no mercado que, embora sejam económicas, produzem ligeiras alterações na cor – geralmente magenta – nas fotos produzidas com estes tipos de filtro, não sendo portanto completamente neutros. Além disso, como referi, a diferença entre formatos APS-C e <em>full-frame</em> são também decisivos na escolha do sistema de filtros a adquirir. Partilhando um pouco da minha experiência, quando mudei do formato APS-C para <em>full-frame</em> tive que proceder também à mudança do sistema de filtros, uma vez que o formato de 85mm da Hi-tech que usava não era compatível com o novo sensor e a amplitude focal das novas lentes. Neste momento, utilizo o formato da Lee de 105mm.</p>
<p>Na hora de comprar, é preferível investir num sistema com menos filtros do que comprar todos os filtros (dos três stops mais comuns) de um sistema com menos qualidade. Para o ajudar nessa escolha aqui fica um guia da percentagem de utilização dos filtros que possuo:</p>
<ul>
<li>0.3NDG (1 stop): 5%</li>
<li>0.6NDG (2 stop): 50%</li>
<li>0.9NDG (3 stop): 45%</li>
</ul>
<p>A decisão de adquirir transição suave ou dura depende do tipo de fotografia que faz e do terreno que encontra, mas a comprar apenas um tipo sugiro suave.</p>
<p>Uma nota final para deixar um conselho importante: a utilização de um filtro ND graduado deve ser sempre invisível a quem olha o resultado final.  Se na fotografia final se notar o uso do filtro então a utilização do mesmo terá falhado. Atenção por isso ao utilizar o filtro e na escolha da sua densidade. O objectivo é equilibrar a luz e não tornar escura a parte que estará sob efeito da componente densa do filtro.</p>
<h2>Como posicionar os filtros ND Graduados</h2>
<p>A parte densa (escura) do filtro deve ser posicionada sobre a secção mais clara da cena a fotografar, normalmente o céu. Deve examinar cuidadosamente o efeito através do visor ou LCD da câmara de modo a garantir que não escurece nenhuma parte indesejada da imagem. Não deve sobrepor zonas que tenham detalhe fino, como o terreno, árvores, entre outros elementos, pois isso irá escurecer essas áreas de forma irreal. Uma excepção poderá ser feita aos picos das montanhas iluminadas pela primeira luz da manhã (ou última luz do dia), pois existe um grande contraste entre esta zona e o restante terreno. Também não deve deixar muito espaço entre o terreno e o céu (a parte mais clara) pois irá mostrar uma transição muito desagradável, em especial se utilizar filtros de transição dura.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/usondg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5961 colorbox-5956" title="Correcto posicionamento do Filtro de Densidade Neutra em Gradiente" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/usondg.jpg" alt="usondg Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   Acessórios Obrigatórios Parte 1" width="600" height="419" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Correcto posicionamento do Filtro de Densidade Neutra em Gradiente</h6>
<p>Na parte 2 deste artigo serão apresentados os restantes acessórios que considero obrigatórios na mochila de qualquer fotógrafo de paisagem natural. Fique atento para saber quais.</p>
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		<item>
		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 8 de 9 &#8211; Flash como luz principal</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 19:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[Flash como luz principal]]></category>
		<category><![CDATA[luz principal]]></category>
		<category><![CDATA[Vernaglia]]></category>

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		<description><![CDATA[Armando Vernaglia Jr continua suas aulas de Fotometria + Flash e desta vez falou sobre Flash como luz principal. Não perca este artigo e aprenda tudo sobre flash como luz principal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior tratamos do <a href="http://www.fotografia-dg.com/flash-como-luz-de-preenchimento/" target="_blank">flash como luz de preenchimento</a>, se unindo à luz do ambiente para criar um efeito homogêneo, agora trataremos da primeira situação que havia sido descrita para a necessidade do flash &#8211; <a href="http://www.fotografia-dg.com/flash-ttl/" target="_blank">veja as três situações no sexto artigo desta série</a> &#8211; , quando o local é tão escuro que o flash será luz principal, não há regulagem de diafragma obturador e ISO que torne possível a foto sem o flash.</p>
<p>Outra maneira de entender essa situação é a de existência da luz, mas que de alguma maneira, por decisão do fotógrafo, essa luz tenha que ser anulada para que só reste a luz do flash, isso é a terceira situação descrita, o uso do flash quando sua estética e forma de iluminar são desejadas em detrimento de qualquer outra iluminação que haja no lugar. Assim sendo, tanto a primeira quanto a terceira situações fazem do flash a luz principal.</p>
<p>Se não há luz, iremos decidir nosso tempo de obturador de forma a ter o tempo mais longo possível antes de prejudicarmos a imagem com tremidos, o diafragma mais aberto possível antes que tenhamos problemas com profundidade de campo muito estreita e o ISO mais alto possível antes que tenhamos ruído demais. Essas três medidas são tomadas para poder aproveitar ao máximo o pouco de luz ambiente que haja no local e também aproveitar da melhor forma possível a potência do flash, afinal quanto mais luz a câmera puder receber usando regulagens mais abertas, menor será a carga necessária ao flash para iluminar a cena.</p>
<p>Nas modernas câmeras digitais é possível trabalhar com tranquilidade em ISO 800 sem grandes problemas de ruído, enquanto diafragmas da ordem de f4 ou f5.6 e obturadores da ordem de 1/40s ou 1/60s costumam ser suficientes para tomar fotografias sem a necessidade de apoio de um tripé ou monopé, e sem que a profundidade de campo seja muito prejudicada.</p>
<p>Outra coisa que o fotógrafo pode fazer se possível é usar lentes grande angulares pois assim terá menos problemas com profundidade de campo mesmo em aberturas como f2.8.</p>
<p>Tendo feito os ajustes possíveis, a cada foto feita o sistema TTL irá disparar o pré flash, calcular o retorno de luz recebido e então calcular a força final do disparo do flash para cada fotografia.</p>
<p>Sob o ponto de vista da câmera, as regulagens nela colocadas estão subexpondo a cena, na verdade há pouquíssima luz mas ela não entende corretamente isso, então ela irá disparar o flash com força suficiente para que o registro final tenha uma tonalidade mediana.</p>
<p>Aqui entra novamente a compensação de exposição do flash para controlar o processo. Se à frente da câmera tivermos objetos escuros, digamos uma festa noturna na qual todos estão vestidos de preto, o reflexo captado pela câmera será pouco e esta tenderá a disparar o flash com força demais &#8211; lembrem-se de que a câmera sempre tenta clarear os escuros e escurecer os claros &#8211; , prevendo isso o fotógrafo pode ajustar a compensação de exposição para menos e evitar o disparo com força excessiva.</p>
<p>Por outro lado, numa festa na qual todas as pessoas estejam de branco, assim como as paredes do lugar sejam brancas, a câmera tende a receber um reflexo forte e imaginar que pode disparar o flash com menos força do que o ideal, prevendo isso o fotógrafo pode compensar previamente para mais e garantir o registro dos brancos como são, e não como cinzentos que é o que a câmera faria por conta própria. Cada fotógrafo deve fazer testes com seu equipamento para descobrir o quanto sua câmera gera de desvios em fotometria e assim criar um dicionário mental sobre o quanto deve ser corrigido em cada situação.</p>
<p>Essa lógica pode ser aplicada mesmo em situações nas quais haja luz suficiente para fotografias, mas que o fotógrafo opte por ignorá-la completamente, a citada terceira situação para uso do flash que mencionei no início deste artigo.</p>
<p>Imagine que o fotógrafo está em um ambiente no qual exista luz, mas que ele queira ignorá-la e só ter registrada a luz de flash. Neste caso é necessário medir a luz ambiente através dos processos já vistos de fotometria, vamos imaginar um caso hipotético no qual o fotógrafo encontre as seguintes regulagens que possibilitariam a fotografia com luz ambiente: f4, 1/30s, ISO 800.</p>
<p>Caso ele faça uma foto com essas regulagens e acrescente o flash, este será luz de preenchimento pois já existe luz no ambiente sendo aproveitada na foto. Por outro lado, sabemos que a latitude de exposição da câmera impões limites e que se formos fechando nossas regulagens, cedo ou tarde teremos preto total, sem registro da luz ambiente.</p>
<p>Se temos que a latitude de exposição é tipicamente de 3 pontos para mais e 3 pontos para menos em relação ao tom médio, podemos imaginar que ao fechar 4 pontos, ou seja, a latitude mais um, teremos que a luz do ambiente ou não será registra, ou será muito pouca, os tons médios ficarão pretos ou quase pretos, o que nos levaria a seguinte regulagem f4, 1/60s e ISO100.</p>
<p>Como o que foi dito e feito acima, temos certeza de que algo que era de tom médio na medição da luz ambiente agora sairá bem escuro ou não mais aparecerá na foto, mas há a chance de que informações que eram mais claras que o médio continuem aparecendo, ainda que escuras. Aí vale lembrar novamente da latitude de exposição, em conjunto com a amplitude tonal. Ao medir a parte mais clara da cena que era iluminada pela luz ambiente saberemos quantos pontos mais clara que o médio será esse ponto da cena, e teremos que subtrair também esses pontos para ter certeza que essa informação também fique preta e não saia na imagem.</p>
<p>Se no nosso exemplo hipotético a alta luz aparecesse três pontos mais clara que o médio, ainda temos 3 pontos para tirar da exposição e assim ter certeza que tudo sumiu. Chegaremos então em f8, 1/125s e ISO 100. Neste momento, dentro da situação de nosso exemplo, nenhuma luz ambiente está sendo registrada e só sobrará a luz do flash.</p>
<p>O sistema TTL se encarregará de iluminar com o flash a ponto de obter o registro mediano, e com a compensação de exposição fazemos os ajustes. Veja o exemplo seguinte:</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-5936 colorbox-5934" title="Fotografia de Armando Vernaglia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Fotografia-de-Armando-Vernaglia.jpg" alt="Fotografia de Armando Vernaglia Fotometria + Flash   parte 8 de 9   Flash como luz principal" width="396" height="517" /></p>
<p>Esta foto foi feita em um mini estúdio que montei na sala de minha casa, que estava com janelas abertas, portanto havia luz no ambiente.</p>
<p>O primeiro passo foi verificar quanto de luz ambiente existia, para tanto utilizei um fotômetro de mão, mas poderia ter feito com o fotômetro TTL da câmera apontando para uma superfície de tonalidade mediana.</p>
<p>A medição que obtive foi de 0,5s (meio segundo, 1/2s), com diafragma f11 e ISO 200. A abertura f11 foi selecionada pelo tanto de profundidade de campo que eu queria na fotografia. A partir daí, eu precisava ajustar meu tempo de obturador até que não registrasse nada da luz ambiente.</p>
<p>Minha experiência sobre latitude de exposição &#8211; veja o quinto artigo desta série para mais dados sobre latitude de exposição &#8211; diz que devo fechar pelo menos 4 pontos para que os tons médios estejam muito escuros ou pretos, com 5 pontos há certeza de que qualquer tom médio sairá preto, ou seja, não será registrado na foto, e se você tiver qualquer receio ou quiser realmente ter certeza de que ficará preto, basta fechar 6 pontos, não há tom médio que sobreviva a isso. Como sempre quero ter muita certeza de sumir com a luz ambiente e só deixar a luz do flash quando trabalho em estúdio, procedi ao ajuste levando meu obturador a 1/125s (6 pontos mais fechado que a luz ambiente).</p>
<p>Não havia grande necessidade de verificar amplitude tonal checando as partes mais claras da cena neste caso, pois se houvesse registro de altas luzes elas iriam interferir só no fundo branco (que deve ser branco mesmo) e nos reflexos nos produtos, que também deveriam ser um pouco estourados que era como eu imaginei a fotografia e como o cliente havia aprovado, então caso houvesse algum registro ali, não seria problema. Pelo sim ou pelo não, e como sou preciosista, acabei fechando mais um pouco e fiz a foto com 1/200s, f11 e ISO 200, mas confesso que não havia necessidade de ter fechado mais esses 2/3 de ponto.</p>
<p>Tudo o que foi dito pode parecer um pouco complexo, mas ficará tanto mais simples quanto mais você treinar a avaliação de amplitude tonal das cenas que você fotografa, o que foi feito nada mais é do que ir subexpondo a luz ambiente até que ela desaparecesse, e pois é adicionado o flash. O histograma é fundamental aqui, pois ele irá lhe ajudar para ver se ainda há informação visível ou se tudo definitivamente fechou e sumiu da foto.</p>
<p><strong>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<br />
</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
<a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">armandovernaglia.wordpress.com<br />
@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 7 de 9 &#8211; Flash como luz de preenchimento</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 19:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[luz preenchimento]]></category>
		<category><![CDATA[Vernaglia]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito já falamos nesta série de artigos sobre a fotometria e sobre o funcionamento do sistema TTL, tanto para fotometria como para o funcionamento do flash. É chegado o momento de unir os dois assuntos, fotometria e flash, para compreendermos alguns aspectos importantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito já falamos nesta <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">série de artigos sobre a fotometria e sobre o funcionamento do sistema TTL</a>, tanto para fotometria como para o funcionamento do flash. É chegado o momento de unir os dois assuntos, fotometria e flash, para compreendermos alguns aspectos importantes.</p>
<p>Se você está lembrado, no artigo anterior mencionei três momentos distintos para o uso do <a href="http://www.fotografia-dg.com/flash-ttl/" target="_blank">flash dedicado</a>, são eles (de forma resumida):</p>
<ul>
<li>Usar toda vez que a luz local não for suficiente para a realização da foto;</li>
<li>Usar sempre que a luz existente for suficiente mas gerar defeitos contornáveis pelo flash;</li>
<li>Usar sempre que a estética da luz do flash for um efeito desejado.</li>
</ul>
<p>Vamos imaginar a segunda situação, na qual há luz suficiente para a foto, mas de qualquer forma o flash é desejável, seja para acrescentar um brilho, clarear um pouco um primeiro plano ou corrigir uma sombra indesejável.</p>
<p>Neste caso, o fotógrafo primeiro obtém a fotometria, independente do flash. Ele buscará algo de tonalidade média que esteja sob a mesma luz do que irá fotografar, ou decidirá que alguma parte da cena será média &#8211; como visto no quinto artigo desta série &#8211; e assim terá sua fotometria base para fazer a foto, depois ele irá medir a amplitude tonal para verificar se a mesma é compatível com a latitude de exposição de sua câmera.</p>
<p>Com os dados em mãos o fotógrafo já poderá fazer uma fotografia sem flash, para verificar se todas as suas decisões estão corretas. Essa verificação será feita observando o histograma &#8211; veja o quarto artigo desta série, sobre histograma &#8211; . Se encontrar erros, irá rever suas decisões, corrigir e fazer nova foto. Estando tudo certo, é hora de pensar no flash.</p>
<p>Que fique claro que se há luz suficiente, primeiro o fotógrafo deve analisar e medir a mesma para depois adicionar o flash pois como foi dito anteriormente, se temos luz abundante para trabalhar, o flash não será luz principal e sim <strong>luz de preenchimento</strong>, ou simplesmente para dar um efeito como um pequeno brilho nos olhos da pessoa fotografada.</p>
<p>Tendo cumprido corretamente com a fotometria, a foto tomada sem flash deverá estar perfeita em termos de exposição. Basta agora ligar o flash e deixar que o TTL cuide de sua potência. Se assim for é fácil imaginar que a adição da luz do flash possa causar uma leve sobre exposição da imagem, afinal foi colocada mais uma luz onde já havia quantidade suficiente de luz.</p>
<p>Nessas horas entra em ação a compensação de exposição do flash que é o controle da “força” do disparo, o controle da potência do flash dentro do sistema TTL. Ao compensar o flash para + (mais), ele dispara mais forte, ao compensar para &#8211; (menos) ele dispara mais fraco. E pelo que foi descrito acima, quase sempre, quando temos luz suficiente no ambiente, a compensação do flash será para menos, reduzindo sua força.</p>
<p>Com esse procedimento, economizamos bastante energia, fazendo com que um jogo de pilhas/baterias dure muitas horas de trabalho pois cada disparo é feito com pouca força, sempre como preenchimento, além disso disparos de rápidas sequências de fotos com flash são possíveis pois o flash nunca fica sem carga.</p>
<p><strong>Dica especial:</strong> Gosto de, após chegar na fotometria ideal da cena, fechar entre 1/3 e 2/3 de ponto sobre o resultado encontrado, reduzindo levemente a luz do ambiente (uma ligeira subexposição do ambiente), assim a adição do flash &#8211; geralmente compensado para -1 até -2 conforme a situação &#8211; não irá resultar em sobre exposição e faz com que a luz do flash destaque um pouco mais o que estiver em primeiro plano na fotografia.</p>
<p>Alguns alunos meus que atuam no mercado de casamentos e outros eventos sociais já testaram essa técnica e gostaram bastante do resultado, se você testar me diga o que achou.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5927 colorbox-5925" title="Saboroso drink feito com café" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Saboroso-drink-feito-com-café.jpg" alt="Saboroso drink feito com café Fotometria + Flash   parte 7 de 9   Flash como luz de preenchimento" width="311" height="443" /></p>
<p>A foto que ilustra este artigo, de um saboroso <em>drink</em> feito com café, foi feita utilizando essa técnica. Primeiramente avaliei a luz ambiente e obtive uma fotometria para ela. O resultado obtido foi de 1/80s, f2 e ISO 200.</p>
<p>Optei por expor a foto com 1/125s, mantendo o f2 (pela curta profundidade de campo que eu desejava) e ISO 200, com isso a luz do ambiente ficou um pouco mais escura (2/3 de ponto), criando um clima mais aconchegante para o local e também permitindo que ao adicionar o flash, que foi disparado à esquerda do <em>drink</em> (flash fora da câmera), o fato do primeiro plano ficar um pouco mais claro daria todo o destaque para o <em>drink</em>. Você pode utilizar essa mesma idéia em outras situações, como retratos nos quais você usa essa metodologia para destacar a pessoa sobre o cenário que estiver atrás dela.</p>
<p>Nessa técnica fica difícil dizer qual é a luz principal e qual é a de preenchimento, pois ao reduzir o ambiente você dá mais peso e importância à iluminação que fizer com o flash, por outro lado, a luz do ambiente ainda está lá, visível, presente e criando o clima necessário. Seja como for, a divisão entre luz principal/luz secundária é mais para fins didáticos, para deixar claras as decisões do fotógrafo e espero que todos vocês que estão lendo meus artigos tenham essa consciência enquanto fotografam.</p>
<p>Esta é a forma de trabalhar o flash como luz de preenchimento, obter a fotometria, expor para a luz do ambiente e deixar o flash apenas como complemento, no artigo seguinte falaremos do flash como luz principal.</p>
<p>Nos vemos em breve, até lá siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a> e o twitter do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a>. Assine ainda a newsletter do portal para receber os artigos no seu email.</p>
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<p><strong>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<br />
</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
<a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">armandovernaglia.wordpress.com<br />
@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 6 de 9 &#8211; Flash TTL</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 21:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[flash dedicado]]></category>
		<category><![CDATA[flash ttl]]></category>
		<category><![CDATA[modo manual]]></category>
		<category><![CDATA[modo ttl]]></category>
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		<category><![CDATA[Vernaglia]]></category>

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		<description><![CDATA[Há duas formas principais de se utilizar um flash dedicado - por flash dedicado entenda-se um que seja da mesma marca do fabricante de sua câmera, ou que seja totalmente compatível com a mesma - a primeira é em modo TTL e a segunda em modo manual.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que falamos bastante do sistema TTL de medição, dos limites da câmera em termos de <a href="http://www.fotografia-dg.com/latitude-de-exposicao/" target="_blank">latitude de exposição</a> e das características da cena com a amplitude tonal &#8211; <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">veja os artigos anteriores desta série para essas informações</a>, especialmente os artigos 2, 4 e 5 &#8211; , é hora de acrescentar uma luz sobre tudo isso, ou melhor, ligar o <strong>flash</strong>.</p>
<p>Há duas formas principais de se utilizar um <strong>flash dedicado</strong> &#8211; por flash dedicado entenda-se um que seja da mesma marca do fabricante de sua câmera, ou que seja totalmente compatível com a mesma &#8211; a primeira é em modo TTL e a segunda em modo manual.</p>
<p>Não trataremos o modo manual nesta série de artigos pois penso ser possível obter a mesma qualidade de imagem em modo TTL e com bem menos complexidade, tornando assim essa técnica preferível.</p>
<p>No modo manual o fotógrafo determina a potência de disparo do flash e para isso ele deverá fazer uso de cálculos de potência e distância que são complexos para dominar e mais ainda de colocar em prática no dia a dia fotográfico, especialmente se o fotógrafo utilizar mais do que um flash nas fotos que fizer.</p>
<p>Em TTL o cálculo de potência será feito pela câmera utilizando seus sistema interno de medição, mesmo que sejam usados diversos flashes ao mesmo tempo, sendo assim bem mais prático pois dispensará o tempo gasto com contas, dispensará o uso de um fotômetro de mão e será absolutamente preciso, desde que o fotógrafo se dedique a estudar e treinar o suficiente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5843 colorbox-5841" title="Espumante sendo derramando na taça" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Espumante-sendo-derramando-na-taça.jpg" alt="Espumante sendo derramando na taça Fotometria + Flash   parte 6 de 9   Flash TTL" width="341" height="575" /></p>
<p>A foto do espumante sendo derramando na taça que ilustra este trecho por exemplo, mesmo sendo uma imagem complexa de um produto sobre fundo branco, utilizando iluminação em contra luz com dois flashes, foi feita inteiramente em TTL, nenhum cálculo foi necessário e também não foi feito uso do fotômetro de mão.</p>
<p>Assim como foi dito antes, o sistema TTL erra sua medição de luz sempre que o objeto ou cena fotografados fugir a um padrão mediano previsto pela câmera, é fácil prever que o controle da potência do flash também sofrerá erros toda vez que a situação não esteja dentro do que a câmera pode lidar. Mas se podemos corrigir os erros de fotometria da câmera, também temos como fazer isso sobre o disparo do flash.</p>
<p>Algo importante deve ser dito, se o fotógrafo fotometrou direito, o flash tende a sair quase certo, ou até mesmo certo. A boa <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">fotometria</a> faz com que o flash dedicado funcione muito bem em TTL e necessite apenas de pequenos ajustes ou correções para ficar perfeito, por outro lado, se fotometrar errado o flash em TTL sairá sempre errado.</p>
<p>Antes de falarmos de forma aprofundada em como tirar vantagem do sistema TTL, é preciso ter em mente características inerentes à luz do flash, e com as quais devemos lidar:</p>
<ul>
<li>O flash é um dispositivo pequeno que emite grande intensidade de luz;</li>
<li>Como toda fonte de luz de tamanho pequeno, apresenta luz dura (sombras delineadas);</li>
<li>Necessita de acessórios ou truques para ter luz suave (sombras difusas).</li>
</ul>
<p>É importante lembrar dessas características, não adianta reclamar que uma foto com flash ficou com sombra delineada atrás do objeto fotografado pois é assim que a luz do flash é se não for feito nada para modificá-la.</p>
<p>Para melhorar a estética da luz do flash podemos pensar em alterar sua posição, utilizando o flash fora da câmera, o que pode ser feito com diversos tipos de transmissão com ou sem fios. Também podemos rebater a luz do flash em outras superfícies como tetos e paredes, e podemos utilizar acessórios que mudem as características da luz, como rebatedores, difusores, concentradores de luz, colmeias etc. Veremos isso adiante com as vantagens e desvantagens de cada uma dessas escolhas.</p>
<p>Antes disso tudo é importante decidirmos quando é ou não a hora de usar o flash, e considero válida a separação de três situações:</p>
<ul>
<li>Usar toda vez que a luz local não for suficiente para a realização da foto. O lugar é tão escuro que precisa ser iluminado com o flash e este será portanto sua luz principal;</li>
<li>Usar sempre que a luz existente for suficiente mas gerar defeitos contornáveis pelo flash, como a luz do sol ao meio dia, que embora abundante, gera sombras da sobrancelha das pessoas sobre seus olhos. O flash poderá ser utilizado para preenchimento de sombras. Aqui ele é luz auxiliar, para corrigir defeitos da luz principal;</li>
<li>Usar sempre que a estética da luz do flash for um efeito desejado, momentos em que sombras delineadas e luz de frente para as pessoas ou objetos seja desejável ou que as possibilidades criativas do uso do flash sejam mais interessantes do que as oferecidas pela luz existente.</li>
</ul>
<p>Voltando ao sistema TTL, de forma geral ele é calculado com o disparo de um pré flash antes do disparo final, nós quase nunca vemos esse disparo, ele é muito rápido e ocorre numa fração de segundo antes da fotografia de fato ser tomada pela câmera. O flash é disparado numa fração de sua potência, o reflexo desse disparo prévio é medido pela câmera com o sistema TTL que então determina a força necessária ao disparo final.</p>
<p>Além do reflexo da luz que é captado e medido, sendo essa a essência do sistema TTL, muitas câmeras levam em conta a distância entre o objeto fotografado e a câmera. Com isso é possível para o equipamento tomar conclusões sobre a tonalidade ou reflexão do objeto fotografado. Já que objetos opacos e de tonalidade média tem sua reflexão previsível, se a câmera captar um reflexo maior ou menor do que o previsto, é possível para o equipamento em algum grau compreender que o que está diante de suas lentes é algo mais claro ou mais reflexivo, ou mais escuro ou pouco reflexivo, e assim a câmera adapta a força de disparo do flash às várias situações possíveis.</p>
<p>Há variações de metodologia e forma de cálculo entre os diversos fabricantes, mas em essência o sistema TTL funciona como descrito. Concluímos então por entender que existem dois momentos e dois cálculos realizados pela câmera e seu sistema TTL, o primeiro é a fotometria, na qual o reflexo de luz emitido pelos objetos é medido e para uma exposição mediana desse objeto será mostrado ao fotógrafo uma combinação de abertura e tempo adequadas. O segundo momento é o flash, caso esteja sendo utilizado, a câmera emitirá o pré flash, o calculará com base no reflexo recebido, e assim determinará a força de disparo do mesmo.</p>
<p>A câmera sempre busca o resultado de tonalidade média &#8211; ver o segundo artigo desta série para maiores detalhes &#8211; , assim, se o fotógrafo estiver utilizando ajustes de abertura e tempo que na interpretação da câmera estejam escuros, subexpostos, seja por que o fotógrafo decidiu subexpor propositalmente, seja por real falta de iluminação no ambiente, o TTL tentará compensar com o flash e dispará-lo mais forte a ponto de obter a iluminação mediana da cena. Por outro lado, se o fotógrafo optar por ajustes que a câmera considere sobre exposição, seja por que o fotógrafo optou por uma foto clara ou por que o objeto à sua frente é de fato claro &#8211; como o velho exemplo da noiva &#8211; e ele compensou a exposição para isso, a câmera acabará por disparar o flash de forma mais fraca para evitar o exagero de luz que ela detectou tanto na fotometria como no pré flash do sistema TTL.</p>
<p>O sistema TTL é conservador, ou seja, sempre busca o resultado médio. A idéia é ter certeza que o fotógrafo volte para casa com a foto, mesmo que não ideal. Para que o fotógrafo se aproxime de voltar para casa com a foto ideal e assim não tenha que ficar corrigindo no computador, é que são feitos os ajustes de exposição para corrigir a fotometria &#8211; vistos no segundo artigo desta série &#8211; e os ajustes de compensação de exposição de flash, vistos nos próximos dois artigos.</p>
<p>No próximo tópico trataremos das possíveis mudanças do processo de fotometria quando utilizamos o flash, as compensações de exposição de flash e considerações sobre quando o flash for usado como luz de preenchimento e como luz principal.</p>
<p>Nos vemos em breve, até lá.</p>
<p><strong>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<br />
</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br/" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
<a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">armandovernaglia.wordpress.com<br />
@VernagliaJr</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 5 de 9 &#8211; Latitude de Exposição</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/latitude-de-exposicao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=latitude-de-exposicao</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/latitude-de-exposicao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 14:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[exposicao]]></category>
		<category><![CDATA[latitude]]></category>
		<category><![CDATA[latitude de exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[Considero que este seja o artigo mais importante desta série, ele será um pouco longo e complexo, então desde já peço desculpas aos meus leitores pois este artigo exigirá de vocês mais tempo e atenção do que a média. Mas valerá a pena, acreditem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considero que este seja o artigo mais importante desta série, ele será um pouco longo e complexo, então desde já peço desculpas aos meus leitores pois este artigo exigirá de vocês mais tempo e atenção do que a média. Mas valerá a pena, acreditem.</p>
<p>Se não tem seguido a série de <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">Fotometria + Flash</a> é essencial que leia os artigos anteriores:</p>
<ul>
<li><a title="Fotometria + Flash – parte 1 de 9 – Introdução" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotometria-flash/">Introdução</a></li>
<li><a title="Fotometria + Flash – parte 2 de 9 – O Fotômetro da Câmera" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotometro-camera/">O Fotômetro da Câmera</a></li>
<li><a title="Fotometria + Flash – parte 3 de 9 – O Fotômetro de Mão" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/fotometro-de-mao/">O Fotômetro de Mão</a></li>
<li><a title="Fotometria + Flash – parte 4 de 9 – O Histograma" rel="bookmark" href="http://www.fotografia-dg.com/histograma/">O Histograma</a></li>
</ul>
<p>A <strong>latitude de exposição</strong> é talvez mais importante que a fotometria em si, pois é da falta de compreensão dela que surgem erros comuns como aquela bela paisagem com um lindo céu azul que ao ser fotografada gerou um céu pálido e estourado.</p>
<p>Quando um fotógrafo obtém um resultado em sua fotometria, seja por qual método for, ele obteve um conjunto de regulagens de abertura, tempo de obturador e sensibilidade ISO que lhe permitem registrar um objeto ou cena que está à sua frente para ser fotografado, mas de forma geral a imensa maioria das cenas que registramos não tem apenas uma condição de luz, e portanto não tem apenas uma fotometria, mas uma foto só pode ser feita com um conjunto único de regulagens, ou seja, por mais variação que haja em uma cena, a mesma será registrada com um único trio envolvendo diafragma, obturador e ISO, mas em muitos casos o trio de regulagens escolhido não é suficiente para lidar com todas as situações de luz presentes na cena.</p>
<p>É aí que entra a latitude de exposição e a amplitude tonal. Em essência devo dizer que estes dois termos frequentemente são utilizados para definir exatamente a mesma coisa, eu os separo por motivos didáticos, espero que compreendam esta separação e os motivos pelos quais a faço.</p>
<p>Da forma como vejo, latitude de exposição é um limite imposto pelo equipamento fotográfico, seja ele digital &#8211; o conjunto de limitações de registro do conjunto sensor de captura mais processadores de imagem &#8211; ou químico físico &#8211; o conjunto de limitações do filme mais a sua revelação.</p>
<p>Imagine um objeto cinza médio, ou verde médio, vermelho médio, como quiserem. Ao fotometrá-lo e fotografá-lo com a medição obtida, teremos um registro correto de sua tonalidade, se começarmos a abrir as regulagens, seja de obturador, ISO ou diafragma, iremos clarear a tonalidade média até que em algum momento teremos branco total. O caminho inverso acontece, se formos fechando as regulagens, em algum momento chegaremos ao preto total.</p>
<p>Esse espaço entre os limites de exposição estourado e fechado (claro e escuro) é a latitude de exposição do equipamento. Deve ficar claro que esse limite é imposto pelo equipamento, ele não se relaciona ao que fotografamos e às características da cena fotografada. Há equipamentos com mais ou menos latitude de exposição, assim como haviam filmes com mais ou menos latitude. O mesmo vale para formatos de arquivo, pois RAW tem mais latitude do que JPEG por um grande número de motivos que não cabe detalhar aqui</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5809 colorbox-5808" title="Um exemplo de teste/demonstração da latitude de exposição" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Um-exemplo-de-teste-demonstração-da-latitude-de-exposição.jpg" alt="Um exemplo de teste demonstração da latitude de exposição Fotometria + Flash   parte 5 de 9   Latitude de Exposição" width="619" height="351" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Um exemplo de teste/demonstração da latitude de exposição. Utilizei um objeto de tonalidade média (um porta canetas). O zero marca a exposição correta. Podemos notar que em +3 a imagem não apresenta mais nenhuma possibilidade de ser recuperada por qualquer artifício digital, e em -3 também já temos uma imagem demasiado escura, que caso fosse clareada, revelaria enormes quantidades de ruído digital, inviabilizando o uso da imagem.</h6>
<p>De forma típica, geral, podemos considerar que qualquer equipamento ou filme tem uma latitude de exposição de pelo menos 3 pontos acima do médio, e 3 pontos abaixo do médio, ou seja, podemos abrir 3 pontos e o médio não irá ficar totalmente branco, e do outro lado fechamos 3 pontos e não temos o preto total. Acima desse intervalo os riscos de perda de informação são enormes.</p>
<p>Do lado de fora da câmera está o que costumo chamar de amplitude tonal, ou seja, o conjunto de informações tonais presentes em uma cena que pretendemos fotografar. Esta amplitude pode ser medida com o fotômetro da câmera.</p>
<p>Para mensurar a amplitude tonal buscamos algo que tenha tonalidade média, ou que desejamos que na fotografia tenha tonalidade média &#8211; sim, por que o fotógrafo tem o direito de olhar para algo mais claro ou mais escuro e decidir que ali no final será registrado como médio &#8211; e ali obter uma medição base. Após isso o fotógrafo deve observar a cena pretendida e localizar nela seu ponto mais claro e o mais escuro, realizando essas duas medições.</p>
<p>Tendo o conjunto de três medições, o ponto mais claro, o ponto médio e o ponto escuro, é possível saber se este intervalo de luz, essa amplitude tonal medida na cena é possível de ser registrada com o equipamento que temos, em resumo, poderemos saber se a amplitude tonal cabe na latitude de exposição. Vejam o exemplo a seguir:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5810 colorbox-5808" title="Latitude de exposição" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/latitude-de-exposição.jpg" alt="latitude de exposição Fotometria + Flash   parte 5 de 9   Latitude de Exposição" width="619" height="457" /></p>
<p>No exemplo haviam duas áreas que poderiam ser médias, ou que poderiam aparecer como médias no resultado final da fotografia (o fotógrafo sempre pode escolher o que ele quer que saia médio no resultado final e assim determinar toda a estética da fotografia), o gramado iluminado pelo sol e o céu azul. A área mais clara da cena era a grande nuvem logo acima do prédio e a área mais escura a grande sombra no primeiro plano. Há outras sombras até mais escuras distribuídas sob as árvores na cena, mas todas menos importantes para esta imagem, caso ficassem pretas, sem informação, não seria um problema.</p>
<p>Ao medir o gramado ao sol obtive o resultado de abertura f11, tempo de 1/100s em ISO 100. A nuvem apresentou medição de f11, <span style="color: #000000;">1/1600s</span> e ISO 100 (quatro pontos mais claro que o gramado. Por fim a sombra do primeiro plano teve medição de f11, 1/12s e ISO 100 (três pontos mais escuro que o gramado). Esse conjunto de três medições tornou óbvio que os quatro pontos de distância da área clara para a mediana fariam a nuvem estourar, o que de fato aconteceu como é observável na imagem à esquerda.</p>
<p>Passei a considerar a outra opção de tonalidade média, o céu, que era pouco mais claro que o gramado e consequentemente levaria a uma medição um pouco mais fechada. No céu obtive f11, 1/160s e ISO 100, uma medição 2/3 de ponto mais fechada do que a obtida no gramado. Isso significa que toda a cena sairia um pouco mais escura ao fotografar com essa medição no lugar da obtida no gramado. No entanto a distância entre o área mediana (céu) e a nuvem agora era de 3 pontos e 1/3 e não mais 4 pontos, mais adequada para evitar o estourado na nuvem. Fiz a foto com a medição do céu e o resultado é visto à direita no exemplo.</p>
<p>O céu não necessariamente era de tonalidade média, isso na verdade não importa, ao fotometrar ali e usar essa regulagem, o céu acaba saindo médio pois é isso que o sistema TTL faz, ao “zerar”  minha medição no céu o TTL se encarrega de torná-lo mediano, restando analisar o resto da cena para saber se nada vai estourar ou sumir no escuro.</p>
<p><strong>Resumo da ópera:</strong> Olhe para sua cena e decida o que será médio, fotometre ali “zerando” (centralizando) seu fotômetro naquela área. Pronto, você tem a medição base para sua fotografia. Em seguida encontre a área mais clara e a mais escura de seu enquadramento, meça as duas, se nenhuma delas estiver mais do que a três pontos de distância para essa medição inicial, você pode ter certeza de que a amplitude da cena cabe na latitude de seu equipamento, mas se encontrar uma diferença maior do que 3 pontos em uma das áreas, aí terá de pensar se é possível deixar a referida área estourar ou fechar, se isso irá ou não comprometer a qualidade de sua fotografia, e se você deve ou não tomar providências para corrigir.</p>
<p>No caso da foto do exemplo, considerei que as nuvens estouradas seriam prejudiciais à qualidade da fotografia, então decidi tomar como referência algo um pouco mais claro que médio e torná-lo médio, ou seja, escureci o céu até ele ser médio, reduzindo a distância para a área mais clara e evitando o estourado, o preço que paguei foram sombras mais escuras, mas foi uma escolha consciente.</p>
<p>Quando a amplitude tonal não couber na latitude de exposição o fotógrafo deverá pensar nas seguintes hipóteses:</p>
<ul>
<li>devo fazer a foto assim mesmo sabendo que aquela área vai estourar/fechar?</li>
<li>há algo que possa ser feito para a área não estourar/fechar, como por exemplo o uso de filtros graduados de densidade neutra?</li>
<li>é possível esperar e voltar em outro dia ou outro horário quando a condição de luz for mais favorável?</li>
<li>é possível fazer mais de uma foto com exposições diferentes e mesclá-las digitalmente para disfarçar o problema?</li>
<li>É possível escolher uma outra área como médio e assim reduzir diferenças de exposição para a tonalidade extrema que está apresentando problemas?</li>
</ul>
<p>As respostas para essas perguntas determinarão a atitude que o fotógrafo deverá tomar. Num evento não é possível voltar em outro dia, e muitas vezes não será possível utilizar filtro graduado ou mesmo fazer várias fotos para compor em software. Em casos assim a escolha cairá sobre o sacrifício de alguma área da fotografia, seja escurecendo algo para evitar o estourado ou compondo de forma a evitar a área problemática.</p>
<p>Lembre-se de que o <a href="http://www.fotografia-dg.com/histograma/" target="_blank">histograma</a>, pode e deve ser usado para verificação da latitude de exposição, ao fazer uma foto, caso o gráfico do histograma esteja “saindo” para uma das laterais (ou para ambas) é sinal de que há perda de informação, seja nas áreas claras (direita do gráfico) ou escuras (esquerda do gráfico) e com essa simples verificação do histograma você poderá tomar várias das decisões que citei anteriormente.</p>
<p>Seja como for, ao analisar a amplitude tonal e confrontá-la com a latitude de exposição o fotógrafo tem meios para tomar essas decisões e voltar para casa com a melhor foto possível, do contrário o fotógrafo chegará em casa e terá uma desagradável surpresa ao abrir as imagens e ver que muitas coisas deram errado e não poderão ser consertadas.</p>
<p>Nos vemos em breve, até lá siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a> e o twitter do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a>. Assine ainda a newsletter do portal para receber os artigos no seu email.</p>
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		<item>
		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 4 de 9 &#8211; O Histograma</title>
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		<comments>http://www.fotografia-dg.com/histograma/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 14:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[histograma]]></category>
		<category><![CDATA[Vernaglia]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo iremos falar de algo que acontece imediatamente após o “click” da câmera. Com o arquivo gravado em segurança no cartão de memória além dele ser visto no LCD da câmera, poderá ser visualizado também o histograma, que em minha opinião é o melhor sistema de avaliação de exposição que existe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falamos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotometro-camera/" target="_blank">medição de luz pelo TTL</a> (segundo artigo desta série) e <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotometro-de-mao/" target="_blank">pelo fotômetro de mão</a> (terceiro artigo da série). A medição está sempre antes do ato fotográfico, o fotógrafo primeiro mede a luz, depois fotografa. Agora iremos falar de algo que acontece imediatamente após o “click” da câmera. Com o arquivo gravado em segurança no cartão de memória além dele ser visto no LCD da câmera, poderá ser visualizado também o <strong>histograma</strong>, que em minha opinião é o melhor sistema de avaliação de exposição que existe.</p>
<p>Muita gente vê a imagem gerada pela câmera no LCD e não observa o histograma, deixam a visualização das imagens no LCD de forma que ela fique maior, ocupando todo o visor, pois a visualização do histograma deixa a imagem pequena na diminuta tela presente nas câmeras digitais. Fazendo isso uma imensa legião de fotógrafos em todo o mundo ignora o melhor sistema de verificação de fotometria.</p>
<p>O LCD da câmera é pequeno e graças a isso é impossível fazer detalhadas verificações sobre a qualidade de uma fotografia recém feita, no máximo você descobre se a pessoa fotografada piscou ou não, pois se ela está clara ou escura, focada ou não, bem ou mau composta, isso tudo não poderá ser avaliado. Desta forma deixar o histograma na tela não irá prejudicar a avaliação sobre a qualidade das imagens, por outro lado dirá a verdade sobre a fotometria e se a fotografia foi corretamente exposta.</p>
<p>O histograma de luminosidade é a representação gráfica das tonalidades presentes em uma fotografia. À esquerda temos as baixas luzes (partes escuras), à direita as altas luzes  (partes claras) e no centro os meios tons.</p>
<p>Não existe uma forma correta do histograma, ele reflete o que existe na fotografia que foi gravada no cartão. Em uma cena clara o histograma irá pender para a direita, se for escura penderá para a esquerda. Estará errado se ele ficar ao contrário da lógica, cena escura pendendo para a direita ou cena clara pendendo para a esquerda.</p>
<p>Quando o gráfico atinge os extremos e a curva ultrapassa o final para um dos lados, ou para os dois lados, significa que temos uma perda de informação estourada e/ou fechada.</p>
<p>Nisso reside a utilidade do histograma, afinal o fotógrafo sabe se a fotografia deve ter registros claros, como o já cansado exemplo da noiva, e o histograma irá mostrar isso pendendo para a direita, com ele é possível ter certeza se a exposição dessa foto ficou correta, se neste exemplo o histograma estiver mais ao centro, sua foto está subexposta e você acabará por gastar tempo em um software de edição de imagens corrigindo o erro que poderia ter sido evitado, bastando olhar para o histograma.</p>
<p>O inverso é válido, se a foto deve ter registros escuros, como um jantar no qual todos estejam vestidos de preto e o local iluminado por luz de velas, o histograma obrigatoriamente deve pender para a esquerda, se assim não estiver é por que a foto foi sobre exposta e você acabará por ter que escurecê-la depois quando abrir as imagens no computador, mas para que perder tempo corrigindo o que poderiam ter sido feito já na câmera?</p>
<p>Veja alguns exemplos de imagens e seus respectivos histogramas. Utilizei telas de um software de edição de imagens, mas a base é a mesma, o histograma seja na câmera ou no computador é o mesmo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5780 colorbox-5779" title="Imagem de médio contraste " src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/imagem-de-médio-contraste.jpg" alt="imagem de médio contraste Fotometria + Flash   parte 4 de 9   O Histograma" width="619" height="387" /></p>
<p>Em uma imagem de médio contraste como essa, com bastante informação média, alguma informação escura e quase nenhuma informação clara, o histograma tende a um formato mais centralizado, como neste caso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5781 colorbox-5779" title="Imagem de alto contraste" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/imagem-de-alto-contraste.jpg" alt="imagem de alto contraste Fotometria + Flash   parte 4 de 9   O Histograma" width="619" height="387" /></p>
<p>Em uma imagem de alto contraste como essa, com bastante informação clara, bastante escura e pouca informação de tons médios, o histograma tende a um formato de U, como neste caso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5782 colorbox-5779" title="Imagem noturna" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/imagem-noturna.jpg" alt="imagem noturna Fotometria + Flash   parte 4 de 9   O Histograma" width="619" height="387" /></p>
<p>Em uma imagem noturna, com bastante informação escura e alguns pontos muito claros, com pouca informação de tons médios, o histograma tende a concentrar no lado esquerdo, havendo inclusive perda de informação, observe os extremos do gráfico e notará tanto a existência de um chapado preto como de um estourado nos brancos (direita do gráfico, na borda).</p>
<p>Nos vemos em breve. Até lá e para não perder nenhum artigo desta série siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a> e o twitter do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a>. Pode ainda assinar a newsletter do Fotografia DG e receber os artigos no seu email, basta para isso introduzir os seus dados (nome e email) no formulário disponibilizado abaixo. <script src="http://forms.aweber.com/form/15/1902131115.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 3 de 9 &#8211; O Fotômetro de Mão</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 20:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[fotômetro]]></category>
		<category><![CDATA[fotômetro de mão]]></category>
		<category><![CDATA[fotometria]]></category>
		<category><![CDATA[vernalgia]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora que já tratamos da fotometria pelo sistema TTL é chegada a hora de comentar sobre um outro equipamento que pode estar presente na mala de muitos fotógrafos, que é o fotômetro de mão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já tratamos da <a target="_blank" href="http://www.fotografia-dg.com/fotometro-camera/" target="_blank">fotometria pelo sistema TTL</a> é chegada a hora de comentar sobre um outro equipamento que pode estar presente na mala de muitos fotógrafos, que é o <strong>fotômetro de mão</strong>. Mas antes de dar continuidade à sua lei certifique-se que já <a href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">me segue no twitter</a> como também o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a>. Assine também a newsletter do site no formulário em baixo para receber todas as nossas dicas!</p>
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<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5722  aligncenter colorbox-5720" title="Fotômetro de mão" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/fotômetro-de-mão.jpg" alt="fotômetro de mão Fotometria + Flash   parte 3 de 9   O Fotômetro de Mão" width="619" height="303" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Alguns modelos de fotômetro de mão (nestes casos são flash meters, fotômetros que podem<br />
medir tanto a luz ambiente como a luz gerada por flashes) da marca japonesa Kenko-Tokina.</h6>
<p>Se no sistema TTL há um fotômetro dentro da câmera reagindo aos reflexos de luz emitidos pela cena enquadrada pelo fotógrafo &#8211; <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotometro-camera/" target="_blank">veja o segundo artigo desta série para maiores detalhes</a> &#8211; , no fotômetro de mão há o inverso. É um equipamento do lado de fora da câmera e que tem a capacidade de medir não a luz que reflete da cena, mas a quantidade de luz que incide sobre eles antes da reflexão.</p>
<p>São dois momentos distintos, ao medir a luz que reflete de uma cena, temos a dependência desta refletir uma quantidade mediana de luz e assim a câmera traduzir isso em unidades de abertura e tempo que darão um correto registro. Como foi visto anteriormente, cenas claras ou escuras levam o sistema TTL a erros pois este interpreta maiores ou menores quantidades de reflexão de luz como maiores ou menores quantidades totais de luz e que são puxadas pelo TTL para um resultado mediano (cinza).</p>
<p>Por outro lado, ao medir a quantidade de luz que incide sobre a cena, ficamos livres do possível desvio devido ao objeto refletir muito ou pouco. Graças a essa independência sobre a reflexão, o fotômetro de mão gera resultados precisos e homogêneos.</p>
<p>Voltando ao exemplo dos noivos, ela de branco e ele de preto, se ambos estão sob a mesma luz, o fotômetro de mão irá apresentar o mesmo resultado de abertura e tempo de exposição para ambos, enquanto a câmera com TTL irá apresentar valores diferentes ao medir os dois. Nessa hora pode ser visto o quanto o TTL erra, pois se a luz é a mesma, como obter resultados tão diferentes? Isso acontece devido as características diversas de reflexão dos objetos, algo que o fotômetro de mão é imune.</p>
<p>Um fotógrafo de eventos portando um fotômetro de mão pode, antes dos acontecimentos, quantificar a luz, ajustar a câmera e assim ignorar dali em diante o que o fotômetro TTL da câmera está a lhe dizer, poderá se concentrar na composição sem se preocupar com a técnica da luz. Lembrando que isso será válido desde que a luz permaneça a mesma ao longo do evento, se houver mudança na luz, nova medição deverá ser feita.</p>
<p>A esta altura pode parecer que o fotômetro de mão é a solução dos problemas de todos os fotógrafos, mas infelizmente não é assim. O fotômetro de mão deve ser deslocado até o local onde a luz incide, por exemplo, até a noiva entrando na igreja e assim obter a luz que ali incide.</p>
<p>O que fazer então se o fotógrafo estiver do outro lado de um grande ambiente fotografando de longe com uma teleobjetiva? Situação que é constantemente vivida por fotógrafos de esportes e eventos. Deverá o fotógrafo ter um assistente o tempo todo realizando medições e lhe comunicando por rádio? E o que imaginar de um fotógrafo de natureza, terá ele que se aproximar de leões durante um safari para saber a correta quantidade de luz que chega aos “bichanos”?</p>
<p>Assim como foi fácil perceber as limitações do sistema TTL, é óbvio que o fotômetro de mão não se aplica ou não será prático em um grande número de situações fotográficas.</p>
<p>Por estes motivos costumo dizer que não há um sistema melhor para fotometrar, é possível ser muito preciso no sistema TTL desde que você saiba prever seus erros e então corrigí-los, assim como é possível trabalhar com fotômetro de mão se você souber utilizá-lo adequadamente. É o fotógrafo que deve saber o que faz, seja qual for o equipamento.</p>
<p>Nos vemos em breve na continuação desta série de artigos. Até lá e para não perder nenhum artigo desta série siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a> e o twitter do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a>. Pode ainda assinar a newsletter do Fotografia DG e receber os artigos no seu email, basta para isso introduzir os seus dados (nome e email) no formulário disponibilizado logo a seguir. <script src="http://forms.aweber.com/form/15/1902131115.js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 2 de 9 &#8211; O Fotômetro da Câmera</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 14:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[camera fotografica]]></category>
		<category><![CDATA[fotômetro]]></category>
		<category><![CDATA[fotômetro da câmera]]></category>
		<category><![CDATA[fotômetro TTL]]></category>
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		<category><![CDATA[medição de luz]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema de medição]]></category>
		<category><![CDATA[ttl]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro passo para o estudo da fotometria e do funcionamento do flash dedicado é compreender como funciona o sistema de medição TTL que existe dentro de cada câmera fotográfica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de dar inicio à série de artigos sobre <a href="http://www.fotografia-dg.com/category/cursos/fotometria-flash/" target="_blank">Fotometria + Flash</a>, hoje vou dar continuidade ao trabalho iniciado dando a conhecer e a compreender o funcionamento do <strong>fotômetro da câmera</strong>. Caso não tenha lido o artigo anterior <a href="http://www.fotografia-dg.com/fotometria-flash/" target="_blank">clique aqui</a> para perceber o que vou explicar neste artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para no futuro não voltar a perder os meus artigo sugiro que siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a> e o do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a>. Pode ainda assinar a newsletter do site no formulário em baixo, <span style="color: #ff0000;">EU RECOMENDO!</span></p>
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<h2>O Fotômetro da Câmera</h2>
<p>O primeiro passo para o estudo da fotometria e do funcionamento do flash dedicado é compreender como funciona o sistema de medição TTL que existe dentro de cada câmera fotográfica. </p>
<p>A sigla TTL vem de <em>through the lens</em>, que significa através das lentes. O fotômetro da câmera mede a luz que entra pela objetiva fotográfica para tentar determinar a correta exposição. No passado existiram câmeras cujo sistema de medição ficava do lado de fora do equipamento e que não levavam em consideração aquilo que estava sendo enquadrado pelo fotógrafo. Hoje praticamente todas as câmeras, de reflex digitais a compactas utilizam-se da medição da luz que entra pelas lentes.</p>
<p>  <img class="size-full wp-image-5673  aligncenter colorbox-5672" title="Fotômetro da Câmera" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Fotômetro-da-Câmera.jpg" alt="Fotômetro da Câmera Fotometria + Flash   parte 2 de 9   O Fotômetro da Câmera" width="619" height="289" /> </p>
<p><strong>Fotos:</strong> O sistema TTL já existe há anos e podia ser encontrado em câmeras de filme totalmente manuais como a Canon F1, um equipamento lançado na década de 1970. Vemos ainda o moderno sensor de medição da <a href="http://www.fotografia-dg.com/canon-eos-7d-anunciada/" target="_blank">Canon EOS 7D</a>, que recebe luz da mesma maneira que acontecia na antiga F1. A luz entra nas lentes sendo refletida de diversas formas até que chegue tanto ao visor no qual o fotógrafo enquadra a cena como nos sensores de foco e de medição de luz.  <strong>Fonte das imagens</strong> </p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://cpn.canon-europe.com/" target="_blank">Sensor da Canon EOS 7D</a></li>
<li>TTL da Canon F1 </li>
</ul>
<p>Considerando que o sensor de medição de luz fica dentro da câmera, ele só pode mensurar a luz que reflete dos objetos e cenas fotografados. Uma quantidade de luz, como a emitida pelo sol, ilumina a cena e uma parte dessa luz é refletida e captada pela câmera. O fotômetro da câmera não sabe a quantidade de luz que incide sobre um objeto ou cena, apenas a quantidade que reflete daquilo é mensurada.</p>
<p>O fato da câmera medir a luz refletida determina as características boas e ruins do sistema TTL de medição e isto acontece pois existem objetos ou cenas que refletem muita ou pouca luz conforme suas características físicas.</p>
<p>É fácil perceber que um objeto claro, como uma noiva vestida de branco, reflete mais luz do que um noivo em seu terno preto. A mesma lógica se aplica a qualquer objeto ou situação que apresente extremos de reflexão de luz.</p>
<p>O ponto fundamental é que temos cérebro e isso nos faz capazes de compreender o que é claro ou escuro, brilhante ou fosco, o mesmo não é válido para a câmera que por mais moderna que seja não é capaz de distinguir o que está à sua frente, ela apenas reage às quantidades de luz que chegam ao sistema de medição.</p>
<p>Para que as câmeras fossem capazes de interpretar a luz, foi embutido nelas um padrão de medição, inicialmente uma tonalidade de cinza que reflete 18% da luz que recebe, conhecido como cinza médio 18%. Hoje há nas câmeras um leque de condições pré programadas com complexos algoritmos de cálculo mas mesmo assim as câmeras ainda são incapazes de avaliar as características de reflexão de objetos e por isso o que fugir dos padrões acaba sempre por gerar um erro de exposição.</p>
<p><strong>Em resumo:</strong> se o objeto for claro, como a noiva de vestido branco, a câmera não entenderá como um algo branco mas sim com excesso de luz, orientando o fotógrafo a utilizar uma combinação de diafragma e obturador que terminarão por gerar uma fotografia escura, subexposta.  Veja o exemplo a seguir:</p>
<p><img class="size-large wp-image-5674  aligncenter colorbox-5672" title="fotometria" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/fotometria1-620x440.jpg" alt="fotometria1 620x440 Fotometria + Flash   parte 2 de 9   O Fotômetro da Câmera" width="620" height="440" /> </p>
<p>As duas fotos foram feitas no mesmo horário, apenas com a luz de uma janela à direita da mesa sobre a qual foram apoiadas as taças de sorvete. As duas fotos feitas com a mesma câmera e mesma objetiva. A da esquerda foi feita com 1/320s, abertura f2 e ISO 100, e esta é a regulagem que minha câmera, uma moderna EOS 7D, com seu fotômetro TTL disse estar correta. A da direita é minha intervenção sobre a leitura da câmera, abri um ponto e dois terços chegando em 1/100s e mantendo a abertura f2 e o ISO 100. É fácil notar que a correta é a imagem à direita pois a da esquerda está completamente subexposta.</p>
<p>O inverso acontece com objetos escuros, a câmera irá entendê-lo como algo pouco iluminado e irá sugerir regulagens que culminarão em uma uma fotografia sobre exposta.</p>
<p>Veja os exemplos:</p>
<p> <img class="size-full wp-image-5675  aligncenter colorbox-5672" title="Lentes e Flashes" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/Lentes-e-Flashes.jpg" alt="Lentes e Flashes Fotometria + Flash   parte 2 de 9   O Fotômetro da Câmera" width="619" height="205" /></p>
<p>Novamente as duas fotos foram feitas no mesmo horário, apenas com a luz da janela à direita da mesa. As duas fotos feitas com a mesma câmera e mesma objetiva. A da esquerda foi feita com 1,3s de tempo, abertura f4 e ISO 100, e esta é a regulagem que minha EOS 7D disse estar correta. A da direita é minha intervenção sobre a leitura da câmera, fechei dois pontos chegando em 0,3s e mantendo a abertura f4 e o ISO 100. É fácil notar que a correta é a imagem à direita pois a da esquerda está completamente estourada.</p>
<p>Como visto nos exemplos, toda vez que apontamos uma câmera para algo que reflita muita ou pouca luz, a medição da câmera sofrerá desvios tentando tornar o resultado mediano. Quando você centraliza (costumo usar o termo “zerar” o fotômetro, ou seja, quando ele não aponta necessidade de abrir ou fechar nenhuma regulagem) seu fotômetro está obtendo um resultado que tende ao cinza médio, algo que só é certo se o que for fotografado de fato for mediano.</p>
<p>O fotógrafo que usa modo M (manual) na câmera mas sempre centraliza o fotômetro está fazendo o mesmo que a câmera faria sozinha em modo P (program), que é obter a tonalidade mediana das imagens, isso mostra que o real papel do fotógrafo é saber quando sua câmera erra e como corrigir, abrindo ou fechando pontos, seja de diafragma, de obturador ou do ISO para compensar as falhas de medição da câmera.</p>
<p>Isso se aplica a todos os <a href="http://www.fotografia-dg.com/modos-de-medicao" target="_blank">modos de medição</a> presentes na câmera: spot, matricial, ponderada, parcial etc. O que muda é a metodologia e a área considerada na medição mas mantendo a essência.</p>
<p>Na medição spot você medirá a luz em uma área pequena enquanto na matricial um grande número de pedaços da cena é medido e os resultados de cada uma dessas múltiplas medições colocados numa equação que dará um resultado final mediano. Tanto um como outro buscam o resultado de tonalidade média e irão apresentar erros se o objeto fotografado for claro ou escuro.</p>
<p>Fica a regra básica, se o objeto for claro sua câmera tende a escurecê-lo, então você deverá de compensar a exposição abrindo o diafragma ou o obturador e assim clarear o objeto para dar-lhe a aparência correta. O inverso se aplica a objetos escuros, sua câmera tenta clareá-lo, você deve compensar escurecendo a imagem.</p>
<p>Um exemplo seria fotometrar no vestido branco da noiva e sabendo que sua câmera tenta escurecer a cena, abrir um ponto de luz sobre o que a câmera lhe indica como certo, ou fotometrar no terno preto do noivo e sabendo que sua câmera está buscando clareá-lo, fechar algo como um ponto e dois terços de luz para devolver sua tonalidade correta.</p>
<p>O maior passo dado pelo fotógrafo em termos da melhoria de sua medição de luz é quando ele entende que a câmera erra e aprende o quanto ele deve corrigir para obter o resultado de exposição correto.</p>
<p>Nos vemos em breve, até lá.</p>
<p>Para não perder nenhum artigo desta série siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a> e o twitter do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a> para ser recordado a cada nova matéria. Pode ainda assinar a newsletter do Fotografia DG e receber os artigos no seu email, basta para isso introduzir os seus dados (nome e email) no formulário disponibilizado logo a seguir. <script src="http://forms.aweber.com/form/15/1902131115.js" type="text/javascript"></script></p>
<p><strong>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<br />
</strong><a target="_blank" href="http://www.vernaglia.com.br" target="_blank">www.vernaglia.com.br</a><br />
<a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">armandovernaglia.wordpress.com<br />
@VernagliaJr</a></p>
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		<title>Fotometria + Flash &#8211; parte 1 de 9 &#8211; Introdução</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 13:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotometria + Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Armando]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[fotometria]]></category>
		<category><![CDATA[Vernaglia]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo aqui uma série de artigos sobre fotometria e flash, assuntos que trato desde 2003 em cursos e palestras que ministrei. Espero conseguir transpor para estes artigos uma boa parte desse conteúdo acumulado, estudado e testado ao longo dos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo aqui uma série de artigos sobre <strong><a href="http://www.fotografia-dg.com/fotometria-flash/" target="_blank">fotometria e flash</a></strong>, assuntos que trato desde 2003 em cursos e palestras que ministrei. Espero conseguir transpor para estes artigos uma boa parte desse conteúdo acumulado, estudado e testado ao longo dos anos.</p>
<p>Em meu modo de ver a fotografia está apoiada em dois suportes: a técnica e a estética. Um não vive sem o outro pois de nada adianta uma fotografia perfeita em termos técnicos mas que nada comunica, não emociona nem faz pensar. Por outro lado uma foto cheia de conteúdo, mensagem e criatividade, acabará perdendo todo o seu poder se for realizada com técnica pobre, criando ruídos de comunicação que impedem que o conteúdo seja compreendido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5652 colorbox-5650" title="Fotometria Correta" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2011/01/fotometria-correta.jpg" alt="fotometria correta Fotometria + Flash   parte 1 de 9   Introdução" width="393" height="565" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Foto: Avenida Paulista, São Paulo, Brasil &#8211; aqui vemos como a correta fotometria nos<br />
permite compreender a imagem sem perder detalhes, sem perda de tempo corrigindo a foto no<br />
computador e sem recorrer a truques de manipulação.</h6>
<p>Nesta série de artigos tratarei exclusivamente da técnica. Deixarei que cada um de vocês se aprofunde na estética vendo o trabalho de grandes fotógrafos, pintores, cineastas etc, pois é a cultura visual acumulada ao longo de uma vida que dá repertório e conteúdo para  cada um de nós.</p>
<h2>Ao longo desta série veremos os seguintes tópicos:</h2>
<ul>
<li>O que é Fotometria;</li>
<li>Como funciona o fotômetro da câmera e os modos de medição pontual, matricial etc.;</li>
<li>Como funciona o fotômetro de mão, seus prós e contras sobre o fotômetro da câmera;</li>
<li>Histograma, o que é e como usar;</li>
<li>Latitude de exposição e amplitude tonal;</li>
<li>Flash dedicado TTL, o que é e como funciona;</li>
<li>Flash dedicado TTL como luz de preenchimento;</li>
<li>Flash dedicado TTL como luz principal;</li>
<li>Conclusões e observações.</li>
</ul>
<p>Para o primeiro tópico, “<strong>O Que é Fotometria</strong>”, penso que o significado da palavra já nos mostra exatamente do que estamos falando, afinal foto significa luz e metria significa medição, portanto fotometria nada mais é do que o conjunto de técnicas e métodos para medir a luz, seja a luz ambiente, a do flash ou ambas ao mesmo tempo.</p>
<p>Para deixar claro a importância dos temas que serão tratados, esta sequência de artigos visa corrigir um grupo de situações muito comuns que provavelmente já foram vivenciadas por todos os fotógrafos, sejam iniciantes ou mais experientes, como momentos em que havia um belo céu azul à sua frente mas o mesmo saiu branco ou muito mais claro do que de fato era, ou ainda casos em que o flash foi usado e o primeiro plano ficou muito claro enquanto o restante da foto quase desapareceu de tão escuro.</p>
<p>Esses problemas já aconteceram com todos os fotógrafos e mesmo alguns experientes profissionais ainda se deparam com situações de luz com as quais não conseguem lidar adequadamente para obter boas fotografias.</p>
<p>Nos veremos ao longo das próximas semanas (3ª e 5ª Feira) com a continuação desta série, espero que gostem, fiquem à vontade para postar perguntas, dúvidas e sugestões.</p>
<p>Para não perder nenhum artigo desta série siga o <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">meu twitter</a>  ou o do <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/fotografiadg" target="_blank">Fotografia DG</a> para ser lembrado a cada nova publicação. Poderá ainda assinar a newsletter do Fotografia DG e receber os artigos no seu email, basta para isso introduzir os seus dados (nome e email) no formulário disponibilizado em baixo.</p>
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<p>Ao final, o conjunto destes artigos será disponibilizado na forma de um e-Book gratuito.</p>
<p>Até lá.</p>
<p><strong>[]’s<br />
Armando Vernaglia Jr<br />
</strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/VernagliaJr" target="_blank">www.vernaglia.com.br<br />
armandovernaglia.wordpress.com<br />
@VernagliaJr</a></p>
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		<slash:comments>24</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor &#8211; O Essencial Parte 2</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/lentes-tripes-fotografo-paisagem-natural/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lentes-tripes-fotografo-paisagem-natural</link>
		<comments>http://www.fotografia-dg.com/lentes-tripes-fotografo-paisagem-natural/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 18:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admirando a Paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[fotografos]]></category>
		<category><![CDATA[lente]]></category>
		<category><![CDATA[lentes]]></category>
		<category><![CDATA[luis afonso]]></category>
		<category><![CDATA[objectiva]]></category>
		<category><![CDATA[objectivas]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem natural]]></category>
		<category><![CDATA[tripe]]></category>
		<category><![CDATA[tripes]]></category>

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		<description><![CDATA[Na parte 2 do artigo "Equipar-se a Rigor" para fotografos de paisagem natural apresentamos dicas e tiramos dúvidas sobre dois dos equipamentos mais importantes para um fotografo de paisagem natural.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não leu o meu artigo anterior, “<a href="http://www.fotografia-dg.com/camara-fotografica-fotografo-paisagem-natural/" target="_blank">Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor – O Essencial Parte 1</a>”, aconselho a sua leitura antes de prosseguir com a parte 2 do artigo.</p>
<h2>Lentes</h2>
<p>Em conjunto com a câmara, as lentes são as peças de equipamento mais importantes do sistema de qualquer fotógrafo.  Há quem defenda que a qualidade das lentes é o factor mais importante no resultado final de qualquer imagem e a minha experiência pessoal diz-me que esta teoria tem fundamento. Se no formato <em>full-frame</em> a qualidade das lentes é fundamental para a qualidade final da imagem capturada, já no formato APS-C a escolha deve ser realizada com conta, peso e medida. Existem lentes que produzem os seus melhores resultados dependendo do sensor onde são usadas e esse factor deve ser tido em conta na hora da compra. Ainda assim, a minha recomendação é que se compre a melhor lente que o orçamento possibilitar, ainda que para isso se tenha de comprometer a escolha da própria câmara. Na minha opinião, é melhor comprar a lente mais capaz do que a máquina mais cara e com mais funções.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4760 colorbox-4759" title="Paisagem Natural" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/10/Paisagem-Natural1.jpg" alt="Paisagem Natural1 Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   O Essencial Parte 2" width="450" height="675" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Canon EOS 5D Mark II * Canon EF 17-40mm f/4 L USM a 26mm</h6>
<p>Segue-se a lista das lentes essenciais no kit de qualquer fotógrafo de paisagem natural.</p>
<ul>
<li><strong>Lentes Ultra Grande Angular</strong>: se é, como eu, um amante dos grandes espaços, de uma sensação de profundidade intensa e de céus ricos e envolventes, não tem como escapar à compra de uma lente deste tipo. Distâncias focais de 14mm a 28mm (10mm a 18mm no formato APS-C) são os mais habituais neste tipo de lentes. São os mais usados na fotografia de paisagem natural e é a minha lente de eleição. Cerca de 75% da fotografia que faço é realizada através do recurso a lentes deste tipo. Os elementos no primeiro plano conduzem o olhar pela imagem até ao cenário que se vislumbra lá atrás. Quanto maior for a amplitude angular, mais perto terá de estar do elemento no primeiro plano e este elemento constituirá, na maior parte das vezes, o elemento fundamental da foto. A perspectiva conseguida por uma lente ultra grande angular empresta uma forte sensação de profundidade (especialmente quando combinada com aberturas muito pequenas) e uma visão tridimensional muito própria. Quem está a contemplar a imagem tem a sensação de poder andar sobre ela. Lente no meu saco: Canon EF 17-40mm f/4.0 L USM.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>Grande Angular moderada ou Normal</strong>: lentes no intervalo 28-70mm (18-55mm no formato APS-C) possibilitam a obtenção de imagens que mais próximo se identificam com aquilo que o nosso campo de visão está habituado a ver. A dominante da cena será sempre o segundo plano e um elemento no primeiro plano pode ser usado mas nunca será o elemento primordial. Utilizo-as fundamentalmente para registar imagens na floresta, cascatas ou para planos de detalhe, onde a tridimensionalidade da cena não é importante. Lente no meu saco: Canon EF 24-105mm f/4 L IS USM.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>Telefoto</strong>: As lentes de distância focal superior a 70mm não devem ser deixadas em casa e, surpreendentemente, são mais usadas por mim no terreno do que as lentes do tipo anterior. Têm a possibilidade de compressar a perspectiva e conseguem isolar um determinado elemento na cena com alguma facilidade. São também as ideais para capturar o sol ou a lua numa cena sem os tornar muito pequenos – como acontece com as grande angular –, conseguindo assim imagens de rara beleza e fora do comum. Hoje em dia, é a lente que me acompanha sempre ao lado da ultra grande angular. As lentes deste tipo podem ser também utilizadas como substitutas de uma lente macro. Embora não produzam o mesmo nível de reprodução 1:1, são suficientes para registar aquilo a que se chamam paisagens íntimas, ou seja, pequenos detalhes da natureza num enquadramento mais aberto do que o mundo miniatura conseguido através de uma lente macro. Para ser sincero, também tenho uma lente macro, mas essa fica em casa na maior parte das vezes e não me lembro da última vez que a usei. Escolho, então, deixá-la de fora desta minha lista de essenciais. Lente no meu saco: Canon EF 70-200mm f/4.0 L IS USM.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4766 colorbox-4759" title="Árvore" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/10/Árvore1.jpg" alt="Árvore1 Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   O Essencial Parte 2" width="619" height="413" /> </p>
<h6 style="text-align: center;">Canon EOS 30D * Sigma 10-20mm F4-5.6 EX DC HSM a 20mm (APS-C)</h6>
<p>Estas são as três lentes que deve equacionar ter no seu saco e as que normalmente deve transportar consigo sempre que possa. Mas qual delas deve comprar primeiro se estiver agora a começar?</p>
<p>A resposta a esta questão tem muito a ver com o seu estilo de fotografia. Eu, por exemplo, sou amante da fotografia de grandes espaços e a sensação de profundidade e diálogo entre planos é fundamental no meu trabalho. Para isso, preciso de uma ultra grande angular e é essa lente que me acompanha sempre, por vezes sozinha. Por outro lado, se é amante dos detalhes, a telefoto deve acompanhá-lo sempre. A sua visão perante a arte é essencial nesta escolha e, se tiver orçamento para apenas uma, deve concentrar-se neste ponto antes de fazer a sua escolha. Depois, à medida que for evoluindo e criando novas necessidades pessoais, poderá ir juntando ao seu arsenal novas opções que lhe permitirão novos estilos no âmbito da sua própria fotografia. Mais uma vez, atendendo à minha convicção pessoal, é preferível comprar a melhor lente que o seu orçamento permita, para associar a um determinado estilo dentro da paisagem natural, do que comprar duas menos boas para que possa abraçar dois estilos. Desta forma, não sentirá que o seu investimento foi em vão quando perceber que a qualidade das lentes que adquiriu já está aquém daquilo que almeja.</p>
<h2>Tripé</h2>
<p>Para terminar a lista de equipamento essencial ao fotógrafo de paisagem natural falta adicionar o tripé. O tripé, muitas vezes descurado por alguns, é peça chave na obtenção de imagens de elevada qualidade. O entusiasta de fotografia típico tem a noção – errada – de que a escolha da câmara é o factor número um a ter em conta no que diz respeito à qualidade da imagem.  Na realidade, a escolha da máquina a utilizar é talvez o menos importante dos três que apresento neste artigo, quando estamos a falar na qualidade final da imagem. Uma câmara barata montada sobre um tripé firme terá sempre a possibilidade de produzir melhores imagens do que uma câmara de topo “segura” por um tripé que baloiça…</p>
<p>Na fotografia de paisagem natural, a utilização de tempos de exposição longos impossibilita a realização de imagens sem o recurso a um tripé. A utilização das aberturas de maior qualidade das lentes já apresentadas, e que na maior parte das vezes se situa no intervalo f/8 a f/16, implica também a utilização de exposições não compatíveis com a trémula mão humana. Além disso, experimentar fazer uma boa fotografia ao nascer ou por do sol sem o uso de um bom tripé é tarefa impossível. Um tripé permite ainda concentrar o fotógrafo no cenário que tem perante si e dar-lhe o tempo necessário para pensar no melhor enquadramento da realidade natural que tem de “aprisionar” no visor da sua máquina. Como podemos ver, a qualidade da imagem está muito dependente do tripé que se usa, por isso não olhe a meios para comprar o melhor que o seu orçamento possibilitar.</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-4762 colorbox-4759" title="Praia" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/10/Praia.jpg" alt="Praia Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   O Essencial Parte 2" width="619" height="413" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Canon EOS 30D * Sigma 10-20mm F4-5.6 EX DC HSM a 10mm (APS-C)</h6>
<p>Normalmente, os tripés são adquiridos sem a cabeça que suporta a máquina. Para o “trio de pernas” há que ter em conta os seguintes aspectos:</p>
<ul>
<li>Quanto mais leve melhor, mas não sacrifique a qualidade pela leveza. Materiais como o carbono absorvem melhor a vibração do que o metal e são muito mais leves, isto tudo sem sacrificar a robustez. Tenha em atenção o peso que tem de suportar (corpo mais lente) e some 2,5kg de reserva;</li>
<li>Se vai fotografar na praia (e em Portugal vai de certeza) evite os tripés que usam trancas por torção. Estas tendem a estragar-se com a areia e a água, mesmo as de marcas prestigiadas como a Gitzo. Prefira as de mola que, embora sejam mais lentas a fechar/abrir, duram anos no nosso meio ambiente;</li>
<li>Deve ter um gancho para pendurar um objecto pesado (por exemplo a mochila) para aumentar a estabilidade nos dias mais ventosos;</li>
<li>Uma bolha de nível na base da câmara é fundamental para manter o tripé nivelado para fotografar panoramas;</li>
<li>As pernas devem abrir independentemente umas das outras e poder ser estendidas ou encolhidas de forma independente também. Por esta razão, não deve haver qualquer ligação entre as três pernas;</li>
<li>Se puder comprar um tripé de 3 secções será preferível. Alem de serem mais rápidos a montar, são mais estáveis. Têm no entanto a desvantagem de ser mais longos quando recolhidos.</li>
</ul>
<p>A cabeça que suporta a máquina deve ser escolhida tendo em conta o equipamento que esta vai suportar. Deve pesar o corpo e a lente mais pesada que vai usar (adicionando uma margem de segurança para acessórios) e adquirir uma cabeça certa para o peso indicado. Existem vários tipos de cabeça, desde bolas hidráulicas, joysticks, manípulos que permitem regular os vários ângulos… A minha preferência vai para as do tipo bola que permitem uma maior liberdade na escolha do ângulo e um manuseamento mais rápido. Deve escolher uma cabeça que permita a rotação da máquina na horizontal (<em>panning</em>) e nos restantes ângulos e que tenha uma placa de ligação à máquina de rápida libertação (<em>quick release plate</em>). Os botões de controlo devem também ser rápidos de operar, visto que vão ser usados milhares de vezes. Se puder, experimente a cabeça antes de a adquirir.</p>
<p>No que diz respeito à altura do tripé, é muito importante que a combinação tripé/cabeça faça com que a sua máquina chegue ao nível dos seus olhos sem a necessidade de elevar a coluna central. A minha experiência diz-me que isto é muito importante. Durante alguns anos usei um tripé que não tinha esta característica e fui confrontado com situações no terreno que exigiam um ângulo de visão superior.</p>
<p>Actualmente, utilizo um Manfrotto 055CXPRO4 que é feito em carbono e uma cabeça 488RC2. Este tripé é leve o suficiente para o levar comigo nas minhas caminhadas de horas, onde tenho de subir terrenos muito inclinados e onde convém caminhar leve, ao mesmo tempo que me dá a segurança necessária no que diz respeito à firmeza com que suporta o meu equipamento.</p>
<p><strong>Recomendações:</strong> Manfrotto, Slik, Velbon (tripé); Kirk Ball head BH-1, Acratech, Really Right Stuff BH-55 (cabeças), entre outros.</p>
<p>Apresentadas que estão as três peças fundamentais a figurar na lista de equipamento de qualquer fotógrafo de paisagem natural, não se esqueça que, antes de puxar do cartão de crédito, é fundamental definir quais são os seus objectivos em termos fotográficos e qual a sua visão perante o mundo que o rodeia. O equipamento deve submeter-se à sua arte e não deve ser este a fazer tocar a orquestra. E lembre-se, o equipamento mais importante para a prática desta apaixonante actividade já viaja consigo: os seus olhos.</p>
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		<title>Admirando a Paisagem: Equipar-se a Rigor &#8211; O Essencial Parte 1</title>
		<link>http://www.fotografia-dg.com/camara-fotografica-fotografo-paisagem-natural/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=camara-fotografica-fotografo-paisagem-natural</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 16:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Admirando a Paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[admirando a paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[aps]]></category>
		<category><![CDATA[camara]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia de natureza]]></category>
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		<category><![CDATA[luis afonso]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem natural]]></category>
		<category><![CDATA[sensor]]></category>

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		<description><![CDATA[Luís Afonso inicia a sua coluna no Fotografia DG com dicas muito boas para ajudar o fotógrafo de paisagem natural a escolher a câmara ideal para tirar fotografias de natureza, não perca!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Admirando a Paisagem</strong></p>
<p><strong>Capítulo I: Equipar-se a Rigor</strong></p>
<p><strong>1. O Essencial</strong></p>
<p><em>“A câmara é um instrumento que ensina as pessoas a ver sem uma câmara”</em>.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Dorothea Lange</strong></p>
<p>O mundo do <strong>equipamento fotográfico</strong> é tão apaixonante como o próprio universo da <a href="http://www.fotografia-dg.com/" target="_blank">fotografia</a>. Prova disso é a existência de um sem número de publicações e <em>websites</em> dedicados a máquinas, lentes e demais <em>gadgets</em> e de seres humanos que gastam fortunas em equipamento topo de gama que nunca chega a ver &#8211; e a registar &#8211; a luz do dia…</p>
<p>A verdade é que todas as fotografias existem diante de nós, no cenário natural ou urbano que nos abraça, mas também é certo que sem uma máquina que as registe nunca as poderemos fazer perdurar no tempo, criando memória e gravando evidência para partilha com as gerações futuras. Como é esse o principal fundamento da fotografia, decidi começar esta minha série de artigos com um ensaio sobre o equipamento fundamental a qualquer aspirante a fotógrafo de<strong> paisagem natural</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter colorbox-4721" title="Fotografia de Luís Afonso" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/10/Fotografia-de-Luís-Afonso.jpg" alt="Fotografia de Luís Afonso Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   O Essencial Parte 1 " width="619" height="412" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Canon EOS 5D Mark II * Canon EF 17-40 L USM</h6>
<h2>Câmara</h2>
<p>A primeira peça de equipamento fotográfico a ser geralmente adquirido é a <strong>câmara fotográfica</strong>. Esta personifica o coração de todo o equipamento e sem uma câmara adequada, o resto do material pode tornar-se inútil. Mas com tantas marcas, formatos e modelos disponíveis, qual a que devemos escolher então?</p>
<p>Para a prática deste estilo de fotografia, é essencial que a câmara tenha algumas características fundamentais:</p>
<ul>
<li>Modo manual para controlo da exposição (abertura e tempo de exposição);</li>
<li>Modo <em>bulb</em>, ou seja, capacidade para deixar aberto o obturador sem limite de tempo;</li>
<li>Capacidade de usar vários tipos de lentes;</li>
<li>Possibilidade de olhar através da lente;</li>
<li>Possuir um medidor de exposição incorporado;</li>
<li>Apresentação do histograma no LCD da câmara para verificação no terreno da exposição;</li>
<li>Ligação para cabo disparador;</li>
<li>Encaixe para tripé.</li>
</ul>
<p>Tendo em conta a lista apresentada, é fácil concluir que a opção que melhor se ajusta aos requisitos de uma câmara adequada à <a href="http://www.fotografia-dg.com/10-dicas-para-fotografia-de-paisagem/" target="_blank">fotografia de paisagem natural</a> é uma dSLR (SLR Digital)<span style="color: #ff0000;">¹</span>. Isto não quer dizer que não existam compactas que poderão ser utilizadas com sucesso neste estilo fotográfico. Aliás, há quem recomende a existência das duas lado a lado no equipamento do fotógrafo, pois uma compacta pode chegar onde muitas vezes uma SLR “grande e pesada” não consegue ser levada. Mas, para este artigo, vou deixar de lado as compactas, prometendo voltar a elas num espaço próprio.</p>
<p>E agora? Qual a dSLR mais adequada? Não pretendendo entrar na batalha das marcas, queria apenas apontar os dois formatos digitais mais utilizados hoje em dia pelos fotógrafos de paisagem natural: o formato full-frame (equivalente ao 35mm do filme) e o formato APS-C<span style="color: #ff0000;">²</span> que implica uma redução no tamanho do sensor digital e que introduz uma componente de ampliação focal na ordem dos 1.6x (dependendo do fabricante).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="colorbox-4721"  title="Formato full-frame e APS-C" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/10/Formato-full-frame-e-APS-C.jpg" alt="Formato full frame e APS C Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   O Essencial Parte 1 " width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">A imagem acima foi realizada com uma 17-40mm a 17mm. Apenas pode ser usada nesta amplitude em <em>full-frame</em>. Numa APS-C a secção utilizável é menor, pois o sensor está mais perto da lente e o espaço fora da janela indicada na imagem é descartado (não consegue ser visto pelo sensor APS-C). A lente continua a ser uma 17mm, apenas o campo de visão equivalente (EFOV) foi alterado. Num sensor APS-C o EFOV é de 17mm x 1.6 o que equivale a 27,2mm. Uma lente ultra grande angular que deixa de o ser quando montada numa máquina APS-C.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="color: #ff0000;">[1]</span> Deixo de fora deste artigo sistemas analógicos e formatos superiores a 35mm (incluindo digitais), visto estarem um pouco fora das opções usualmente disponíveis no mercado actual.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="color: #ff0000;">[2]</span> Entre os formatos de sensores dSLR existem ainda vários outros, entre os quais está o Four-Thirds. Este formato implica um factor de ampliação de 2x e é por isso também um cropped-sensor. Juntamente com o full-frame e o APS-C, o Four-Thirds faz parte do grupo dos sensores mais usados no mercado. Foi deixado de lado nesta análise pelas suas semelhanças com o APS-C, embora possibilite um grau de miniaturização mais elevado, o que permite a produção de corpos e lentes ainda mais pequenos e leves.</p>
<p> </p>
<h3>Alguns aspectos importantes a ter em conta na escolha:</h3>
<ul>
<li>O formato APS-C, ao aplicar um factor de ampliação quando comparado com o 35 mm, é adequado para quem procura distâncias focais grandes, tal como as usadas na fotografia de vida selvagem;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>O formato APS-C está normalmente associado a lentes mais pequenas e leves (para ângulos de visão, intervalo de distâncias, qualidade de construção e intervalo de aberturas semelhantes às do 35mm) o que pode ser importante para quem pretende levar o equipamento consigo para todo o lado;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Como o formato APS-C descarta a parte da imagem junto às margens (habitualmente a que tem menos qualidade nas lentes mais baratas) é mais adequada para aqueles fotógrafos com orçamento mais limitado, uma vez que lentes mais baratas normalmente sofrem de perda de qualidade principalmente nestas áreas. Este formato produz também imagens com menos vinhetagem devido à quantidade do cenário que enquadra. Pelo contrário, o formato <em>full-frame</em>, ao utilizar todo o espectro focal disponível implica a utilização de lentes com maior qualidade de modo a que a imagem não sofra qualquer degradação em todas as secções do enquadramento, encarecendo assim o equipamento e forçando à utilização de acessórios (sistemas de filtros, por exemplo) que tenham em atenção a tendência para a vinhetagem nas lentes grande angular;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>O formato APS-C requer distâncias focais menores para apresentar a mesma visão do que o 35mm. Na fotografia de paisagem natural é essencial usar lentes grande angular e, no formato APS-C, para conseguir, por exemplo, uma distância focal de 16mm é necessário ter uma lente que consiga apresentar 10mm. Como, normalmente, quanto mais baixa é a distância focal pior é a qualidade da imagem produzida, o formato <em>full-frame</em> é o de eleição para quem pretende tirar o máximo partido de lentes grandes angular;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Sensores maiores têm normalmente pixéis maiores o que possibilita a produção de imagens com menor nível de ruído e maior gama dinâmica. Além disso, pixéis de maior densidade podem receber um fluxo superior de fotões durante o mesmo tempo de exposição (utilizando uma mesma abertura) o que permite receber um sinal de luz mais forte e produzir imagens mais suaves, com qualidade de impressão superior. É também por esta razão que o formato <em>full-frame</em> é o mais apetecível quando se pretende conseguir imagens de qualidade superior.</li>
</ul>
<p>Dito isto, é importante não esquecer que nem sempre a ferramenta mais adequada é a mais cara. Deverá ter em conta a utilização que pretende dar ao seu sistema e escolher a solução mais vantajosa e económica para o seu caso particular, tendo sempre em conta que, se um dia pretender migrar do sistema APS-C para o <em>full-frame,</em> as lentes poderão não ser compatíveis entre sistemas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="colorbox-4721"  title="Paisagem Natural" src="http://www.fotografia-dg.com/imagens-wp/2010/10/Paisagem-Natural.jpg" alt="Paisagem Natural Admirando a Paisagem: Equipar se a Rigor   O Essencial Parte 1 " width="619" height="413" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Canon EOS 5D Mark II * Canon EF17-40mm f/4L USM</h6>
<p>Partilhando um pouco da minha experiência pessoal, actualmente utilizo uma Canon EOS 5D Mark II que utiliza o formato <em>full-frame</em>. Antes disso, utilizei várias máquinas da mesma marca no formato APS-C, com lentes apenas compatíveis para esse formato. Quando migrei de formato, fui obrigado a deixar de lado a minha lente grande angular que apenas funcionava em APS-C, o que implicou um acréscimo de custo na escolha do novo sensor. E quais foram os ganhos conseguidos? Em primeiro lugar, a nova lente que estou a usar (uma 17mm da Canon em comparação com a 10mm da Sigma) é de uma qualidade muito superior e isto falando no mesmo patamar de preços. Para além disso, a gama dinâmica e o nível de ruído das imagens teve um grande acréscimo no sentido da maior qualidade. O par “full-frame/lente de qualidade” é, a meu ver, imbatível em termos de qualidade no resultado final da imagem, em especial, para quem pretende imprimir ou publicar as suas fotografias.</p>
<h3>A minha recomendação é a seguinte:</h3>
<ul>
<li><em>Cropped Sensor</em>: se pretende um sistema (corpo e lentes) mais barato, mais pequeno e leve e se pretende utilizar, no futuro, lentes com menor qualidade. Um sistema deste tipo produzirá imagens de qualidade mantendo um rácio preço/qualidade muito aceitável. Se a sua fotografia se baseia em distância focais grandes, este sistema pode ser também uma boa aposta, pois permitirá com menor custos conseguir adquirir tele-zooms que, em combinação com o factor de ampliação do sensor, conseguem atingir uma maior distância focal. Em resumo, se o seu foco está no preço, este será o sistema de eleição. Máquinas recomendadas: <a href="http://www.fotografia-dg.com/canon-eos-60d/" target="_blank">Canon EOS 60D</a>, <a href="http://www.fotografia-dg.com/canon-eos-7d-anunciada/" target="_blank">Canon EOS 7D</a>, <a href="http://www.fotografia-dg.com/nikon-d3000-e-d300s-oficialmente-anunciadas/" target="_blank">Nikon D300s</a>, <a href="http://www.fotografia-dg.com/nikon-d7000/" target="_blank">Nikon D7000</a>, Olympus E-5, <a href="http://www.fotografia-dg.com/nova-pentax-k-7/" target="_blank">Pentax K-7</a>.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><em>Full Frame</em>: se pretende um sistema que lhe dê o máximo de qualidade, ou se está a migrar do sistema analógico de 35mm e possui uma série de lentes de alta qualidade, este é o único sistema que lhe permite tirar o máximo partido das suas lentes, mantendo o leque de visão do sistema analógico. Se o seu estilo de fotografia se baseia na utilização de lentes de grande angular, se pretende fotografar com pouca luz ou em alturas do dia em que a luz disponível é escassa e possui uma grande amplitude dinâmica, se pretende obter os melhores resultados na impressão a grande formato, então o sistema <em>full-frame</em> deve ser o escolhido. É preciso ter em atenção que este sistema implica um grande investimento financeiro, pois tanto as lentes (que terão de ser de qualidade profissional), como os acessórios, tendem a ser consideravelmente mais caros. Em resumo, se o seu foco está na qualidade, este é o sistema de eleição. Máquinas recomendadas (a preços “acessíveis”): Canon EOS 5D Mark II, Nikon D700, Sony Alpha 850.</li>
</ul>
<p>Na parte 2 deste artigo serão apresentadas os dois elementos em falta deste trio de essenciais, sem os quais nem valerá a pena sair de casa para vislumbrar a magia da Natureza. Fique sintonizado para saber quais.</p>
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