GRÁTIS !!!

Doze desculpas para fotografar de graça – e porque todas elas são falsas

 

Trago-lhes mais um texto para uma longa discussão. E desta vez é sobre fotografar de graça. O autor é John Harrington, do Black Star Rising

 
 
via Black Star Risingalmaia.com.br (traduzido)
 

Noventa por cento das pequenas empresas falham dentro dos primeiros dois anos. Com poucas exceções, trabalhar de graça é o caminho mais rápido para os fotógrafos freelance para fazer parte destes 90%.

Aqui estão algumas poucas desculpas que eu ouvi para trabalhar de graça, junto com as minhas respostas:

1. Estou tentando ingressar em fotografia de shows, então quando bandas me chamaram para perguntar sobre preços, eu disse-lhes: “É por minha conta.” É uma ótima maneira de eu entrar nesse mercado.

É uma ótima maneira de entrar naquele mercado conhecido como “gratuito”. Quantas vezes você acha que os músicos ferraram-se demais e doaram seus traseiros às gravadoras? Muitas para contar. Não cometa o mesmo erro.

2. Eu apenas fiz um ensaio grátis para uma jovem atriz que tentava pagar suas contas, como muitos artistas esfomeados. Isso a ajudou e foi uma oportunidade para eu praticar minhas técnicas de iluminação.

Romantizar ser um “artista morto de fome” não é realmente uma coisa boa. É bom quando você está tomando um chá latte chai com sua boina na cafeteria local ouvindo beatniks recitarem sua poesia barulhenta, mas a não ser assim, é mais uma boa maneira de permanecer com fome. Fazer um negócio trade-for-prints/trade-for-CD é para modelos classe C e fotógrafos que quase nunca se tornam profissionais. E enquanto você pode pensar que o ajuda com suas técnicas de iluminação, ele não ajudá-lo a crescer na área que mais importa – a confiança de saber que o seu trabalho tem valor.

3. Eu me ofereci para tirar fotos de família gratuitas para todos os meus vizinhos, para os seus cartões de datas comemorativas. É uma boa maneira de promover o meu negócio.

É bom ser um bom vizinho. Então, novamente, em breve você poderá estar recebendo muitos convites para casamentos e bar mitzvahs, com a sugestão: “Ei, por que não traz sua câmera? Gostaríamos muito de ter algumas fotos, e você nos faria realmente economizar algum dinheiro.” Então, agora, você é um vizinho ainda melhor do que você pretendia ser – e você deixou de fora algum fotógrafo de casamentos local, por um “bico”. Ou, se você responder com: “Ah, essas fotos de férias eram uma coisa de uma só vez, eu cobro para fotografar eventos”, provavelmente você terá algo como isto: “Vamos lá, vizinho, você vai estar lá de qualquer maneira!”

4. Eu tenho alguma valiosa experiência em fotografia de eventos clicando uma das festas para empregados de minha empresa gratuitamente. Eu tive que fotografar um evento para uma empresa Fortune 500, e minhas fotos receberam excelente exposição no site da empresa, com mais de 25.000 acessos. Ganhei uma impressora de fotos gratuitamente por meu esforço.

Uma impressora de fotos de graça? Quer dizer, umazinha das dúzias de impressoras que sua empresa recebeu de graça, quando eles mandaram o último lote de CPUs da Dell ou HP? Como alguém que clicou para mais da metade das empresas da Fortune 500, eu posso te dizer que eu ganhei R $ 1.000 ou mais pela tarefa de clicar piqueniques empresariais, festas comemorativas, e assim por diante. Não é glamourosa, mas ajuda a pagar as contas. Isto é, a menos que você tenha alguém disposto a fazê-lo por uma impressora grátis. A propósito, quem assegurou seu equipamento pessoal contra refrigerantes derramados ou quaisquer outros acidentes? Deixe-me adivinhar: ninguém.

5. Todo trabalho de fotografia que eu já consegui foi através do boca-a-boca – muitas vezes porque eu fiz algo gratuitamente na primeira vez.

Certo, de boca em boca. Como em “Ei, eu conheço este fotógrafo que vai clicar de graça…” Parabéns! Você acabou de se tornar conhecido em toda a cidade como o cara que não espera ser pago por seu trabalho. Talvez, se você tiver sorte, você vai mesmo começar um cliente que se ofereça para comprar seu almoço.

6. Eu tenho feito alguns retratos gratuitos de amigos para me divertir, para usarem como suas fotos do perfil do Facebook. Quando as pessoas virem as minhas fotos no Facebook, vou expandir minha rede de contatos, o que pode me levar a empregos.

Não, ele vai levar a mais pedidos para tirar fotos “por diversão” – de amigos, amigos de amigos, em seguida, em seguida, as pessoas que simplesmente não querem pagar para ter seus retratos. E você vai estar fazendo muitos novos amigos entre os retratistas profissionais cujos meios de subsistência que são prejudiciais. Rede feliz!

7. Eu gosto do meu trabalho diurno em TI, mas à noite eu sou apaixonado por fotografia. Não me importo com auto-financiamento do meu trabalho, porque me dá mais liberdade criativa.

Adivinha o quê, cara de TI? Quando o trabalho noturno da Índia toma mais que seu trabalho do dia, não me chame pra chorar.  Além disso, não se incomode a tentar ganhar a vida com a sua “paixão”, porque você já está fazendo todo o possível para minar suas chances – assim como todos os outros.

8. Eu sou um jovem fotógrafo amador, perto de me formar na faculdade, por isso estou focando na construção de um portfólio que eu possa ser motivo de orgulho. Dinheiro? Mais tarde.

Excelente. Mais um fotógrafo estudante que não se importa com dinheiro. Eu prevejo que quando Sallie Mae ouvir um chamado para dar o troco sobre os empréstimos que financiaram a sua educação, o dinheiro será muito mais importante para você. E eu suponho que você terá coisas como comida, aluguel e roupas para se preocupar, também. A menos que a mamãe e o papai ainda estejam pagando por tudo – o que realmente não é nada para você estar se vangloriando.

9. Eu fiz alguns trabalhos de alto perfil de graça, e agora tenho fotos publicadas nas principais revistas com um crédito da foto.

“Vai trabalhar pelo crédito da foto” é uma das mentalidades mais asininas entre fotógrafos de hoje. Você não está ajudando ninguém, inclusive você mesmo. Tudo o que você está fazendo é matar oportunidades editoriais para os outros.

10. Recentemente, formei-me em escola de fotografia e saí clicando como um louco, principalmente de graça. Fui ficando experiência muito boa. Eu também estou fazendo contatos, e uma vez que a economia melhorar, eu estarei num patamar muito melhor do que teria me sentasse à espera de atribuições pagas.

Isso é uma escola de fotografia – onde você não terá experiência! Seu problema é que você só quer tirar fotos ao invés de ganhar atribuições. Você não “fica esperando” para o trabalho, você se introduz no mercado para as pessoas que estão dispostas a pagar por seus serviços. Esses contatos que você está fazendo valem tanto quanto a sua fotografia vale a pena para eles.

11. Agora é diferente por causa da fotografia digital. Dez anos atrás, clicando gratuitamente significava comer o custo de filmes, processamento e Polaroids, a menos que o cliente pagasse seus custos. Hoje, tudo que um ensaio gratuito custa para você é o seu tempo. Pixels são grátis!

Não, na verdade, os pixels não são gratuitos -, mas obrigado por jogar. Câmeras e obturadores têm uma vida útil de algumas centenas de milhares de cliques. Divida o número de cliques que você fez gratuitamente pelo custo da câmera, e você vai começar a ter uma noção de quanto esse ensaio lhe custa. Isso não conta o custo de Photoshop para pós-produção, o armazenamento dos arquivos brutos, queimá-los em CD para os seus clientes, e assim por diante.

12. Uma vez que eu parei de me preocupar com a cobrança de ensaios, tive ofertas e demandas chegando para mim de todas as direções. Eu quero que as minhas fotos beneficiem o mundo e ajudem outras pessoas. Não é sobre o dinheiro.

Claro que você tem “ofertas e pedidos” que chegam para você de todas as direções. Assim faz a garota bêbada no clube que pula sobre o balcão de carvalho escorregadio com uma saia curta e sem calcinha e diz: “Se você vir qualquer coisa que você queira, eu vou estar nos fundos oferecendo-o de graça.” Você está surpreso que uma fila forme-se imediatamente? Então, você quer “ajudar outras pessoas.” Que tal ajudar aqueles que ganham a vida produzindo fotografias não cobrando menos que eles? Essa é a melhor maneira de garantir que grandes fotografias continuem a beneficiar o mundo.

agradecimentos a Adriano Aquino, que compartilhou o texto original no Mandacaru Foto Clube
e a Lamartine Teixeira, Angela Raposo e Doris Satie M. Fontes, pelo precioso auxílio na tradução

... e agora ajude-nos e compartilhe com os seus amigos.


     

 

Sobre Alexandre Maia

Brasileiro, pernambucano, formado em Publicidade e Propaganda. Quando não respira e devora informações sobre fotografia, está clicando (ou dormindo, que ninguém é de ferro).

61 comentários

  1. Caríssimo muito obrigado por taão valiosas dicas, gosto muito de meu altruísmo e essas dicas irão derrubá-lo de uma vez para sempre, valeu!

  2. Olha … me desculpe mas não gostei dos seus comentários, que mais parecem um desabafo amargo de um fotógrafo puto da vida com quem por acaso lhe tirou algum trabalho por fotografar de graça do que qualquer outra coisa.

    Concordo com você que se o cara quer ser um fotógrafo profissional, ficar fotografando de graça não vai ajudar em nada, isso de trocar trabalho por "exposição" do trabalho é bem como você diz, uma barca furada!

    Concordo também que virar o "amigo fotógrafo" tampouco lhe trará algum benefício ou algo parecido.

    Mas ir além disso já é demais.

    As pessoas têm o direito de fazerem o que gostam por simples prazer e se você não deve nada a ninguém, não tem que dar satisfações da gratuidade das suas fotos a fotógrafo nenhum.

  3. Vou conversar com o Diogo Guerreiro sobre a questão do "Artigo escrito por", pra ver se pode mudar para algo como "Artigo publicado por", já que não deve rolar dois tipos de crédito, um para escrito outro para traduzido.
    De qualquer forma, consta logo antes do texto a fonte de onde veio o texto original (em inglês) e a tradução (do meu blog). E no rodapé estão agradecimentos à pessoa que divulgaram o texto original e as que me auxiliaram na tradução. Ou seja, está claro que não fui eu o autor original.

    Quanto a seu comentário, foi bom, é legal ter gente comentando assim, sem que apenas diga se o artigo está bom ou ruim. Muito obrigado pela sua participação sincera.

  4. Adorei o texto e li alguns outros com a mesma idéia. Bom para reforçar que o trabalho atual foi o primeiro e ÚNICO que fiz gratuito "para divulgar meu trabalho". Tenho consciência que isso não é bom, principalmente para mim, mas queria fazer algo mais rápido e achei que seria uma oportunidade. Se ficar só no primeiro eu acho que expurgo meus pecados rapidamente não é mesmo Alexandre?

    Confesso que estou terminando esse já me sentindo prostituto, pior, pois elas recebem.

    • Sim, se ficar só no primeiro, penso que é até justificável…

      E realmente, as prostitutas podem fazer a maior "bagaceira", mas recebem. É até curioso como algo tido como mais vital (o sexo) possa ser pago, enquanto que algo que não é tecnicamente essencial à vida possa ser considerado como prazer puro e simples que não precisa ser pago, independentemente de quem o faça.

  5. Olá, eu li o artigo q vc publicou e gostaria da saber o q podemos fazer como alternativa quando se está começando, do tipo "ainda não fiz nenhum trabalho profissionalmente"?
    Quanto a fazer de graça, realmente, acho q não apenas em fotografia mas em qualquer área.

    • Trabalhar como segundo ou terceiro fotógrafo é uma forma de aprender a não apenas fazer o trabalho mas também aproveitar e pegar dicas da parte empresarial da coisa com um profissional mais experiente. ;D

      • Mas trabalhar como segundo ou terceiro fotografo nao eh tambem trabalhar de graca? Se for para um outro fotografo, pode?

        • Por que não poderia cobrar? O pagamento do segundo fotógrafo entraria no orçamento do primeiro, se o trabalho do segundo for em nome do primeiro (ou seja, estiverem atuando sob o nome do primeiro fotógrafo), ou o segundo pode cobrar separadamente, se assim for contratado.

  6. "Que tal ajudar aqueles que ganham a vida produzindo fotografias não cobrando menos que eles?" Gostei da pergunta, mas eu faria outra: Que tal aqueles que ganham a vida produzindo fotografias divulgarem seus preços para que não cobremos menos que eles? Este é o meu maior dilema. Já li vários artigos sobre quanto cobrar em fotografia e invariavelmente vejo a frase "procure saber quanto os outros profissionais de sua região estão cobrando", estampada neles. O problema é que eles não divulgam ou se o fazem falam em preços irreais, para que você não sobreviva e venha a devorá-los depois.

    • Pois é, por isso somos bastante dependentes de tabelas como as da Arfoc, que mesmo assim pode nem ser presente na sua cidade… =7

      Agora quanto a preços irreais repassados, pode ser também que os profissionais consultados não estejam relatando bem o que está incluso no preço.

    • Amigo, nenhum profissional que se considere profissional irá sair publicando seus preços. Converse com o profissional… pegue umas dicas e peça que lhe envie o seu orçamento. Orçamentos podem variar de acordo com o tipo de trabalho, necessidade de mais ou menos fotógrafos, número de convidados em caso de eventos.

      Acho que o seu maior dilema não é de não saber os preços, mas sim de não ter a iniciativa de pedir da maneira correta o orçamento de um colega fotógrafo.

    • Muito bom Machado! Já li vários artigos como este, mas nenhum dizia qual é o preço "correto" a ser cobrado. Quem cobra não quer que os outros façam de graça, mas não dizem que valor seria "justo".

  7. Eu já escutei um "desaforo" assim "tu tira foto da gente (de graça ) e ainda ganha experiência". Argumento válido, se eu não tivesse feito curso, nem estudado numa faculdade de comunicação, e não estivesse desde 2010 fotografando. Se eu quiser tirar foto de graça, eu tiro e ponto, a pessoa nem precisa pedir. Mas ai me pedir pra fazer de graça aquilo que é meu trabalho? Já é demais! Quem faz um pedido desse nem é meu amigo nem tão pouco me respeita. Não quero cobrar pouco, nem cobrar caro, quero cobrar o justo pelo meu trabalho! Como vou investir em equipamento, se não tem quem pague por esse investimento.Tenho visto muitas promoções que cobram preços ridículos e acho isso muito injusto, porque muitos desses fotógrafos não tem muita noção de técnica de fotografia. Tem gente que fotografa por hobbie, eu faço porque é meu trabalho.

    • A última frase é bem o espírito que temos que passar para os clientes que nos pedem esse tipo de coisa: pra eles, fotografar é hobby; para nós, é trabalho.

      Também fotografo casualmente minha família e amigos, mas na hora que alguém chega e diz que "ah, você é muito bom em fotos, e gostaria de te chamar pra clicar lá a festa do fulano…" aí já sei que a pessoa quer serviço, não fotos casuais, e aí é hora de cobrar. Se for o caso, caio fora, ou vou pra festa sem câmera nenhuma (nem que isso me custe umas fotinhas legais), para que a pessoa entenda que eu não tenho obrigação de fazer _trabalho_ para quem não sabe o que é isso.

  8. Alexandre.
    Valeu por traduzir e compartilhar.

    É complicado mesmo. Pura realidade. Pior que prostituição.
    Mas o texto pareceu + desabafo de um fotógrafo frustrado (rsrs).

    Acho que não há razão para ficar preocupado com quem trabalha de graça ou cobrando muito pouco.
    Pois tá na cara que o serviço não é excepcional, a pessoa não tem experiência ou nem vive disso (portanto nunca vai se educar ou ganhar experiência suficiente para ser considerado profissional de verdade).
    E azar de quem estiver contratando.

    Trabalho com vídeo e o mesmo acontece com a filmagem.
    E é incrível como muita gente não conta nas despesas de um evento o desgaste de equipamento ou mesmo a recarga de baterias.

    O negócio é não se abalar com isso, pois assim como a população aumenta, aumentam os clientes que só procuram preço, mas aumentam também os que buscam qualidade e preço. E a gente só tem a ganhar.

    Abraço a todos profissionais de verdade (rsrs).

    • Tenho certa frustração também, mas o maior motivo que me levou a traduzir e enviar para cá e pro meu blog este texto é a preocupação com os clientes, que parecem muitas vezes não ligar para a questão adequadamente por pura falta de informação sobre o lado do fotógrafo nessa história.

      Preocupar-se com os clientes, em minha opinião de formado em publicidade, é uma forma de prospectar clientes. Entendes? ;D

  9. Concordo em quase todos os pontos.

    Agora tem um que eu faço questão de fazer um comentário. Fotografar de graça para montar portfólio.

    Eu pelo menos fui em 3 ou 4 casamentos de conhecidos apenas para ter noção do tempo que as coisas aconteciam e poder montar meu portfólio. Depois de ter tudo montado e ter começado uma certa divulgação… todos os meus outros trabalhos eram jogados com o preço.

    Se o fotógrafo não sabe vender depois de ter um portfólio na mão é outra história… agora cobrar para fotografar um casamento por exemplo sem nunca ter fotografado um antes… além de estar enganando o cliente… é pedir para se queimar para sempre no mercado.

    Dificilmente alguém que tenha em vista que é a fotografia será sua fonte de renda… deixará que os outros o reconheçam como "Amigo Fotógrafo".

    Existe um abismo enorme entre comprar uma câmera e fotografar ensaios de graça nos fins de semana… e fotografar de graça para montar o seu portfólio para futuramente se tornar um fotógrafo.

  10. Eu li, gostei e concordo com o artigo, no entanto, enquanto fotógrafa em início de carreira penso no quanto é difícil julgar. Eu estudo e invisto tempo e dinheiro na fotografia. Fui a BH e fiz o workshop de 5 dias com o Vinicius Matos, leio livros, pratico e não tenho duvidas de quanto cobrar… Mas… Como começar? Não tenho amigos fotógrafos e nem amigos casando para “montar portfólio” e a falta de generosidade entre os profissionais consagrados é desanimadora. Não há brecha para ser segunda, terceira (quarta…) fotógrafa. Nem pra ser assistente ou carregar mala!

    É um ciclo vicioso. Não consigo trabalho pq não tenho o que mostrar, não tenho o que mostrar pq não consigo trabalho.

    • Um começo seria fazer um casamento falso, ou começar clicando só na festa do casamento… é menos responsa, mas ainda um bom treino. Eu comecei assim.

      • Uma dica que me deram é ir em alguma igreja pequena e deixar seus cartões com o padre/pastor, dizendo que vai fazer uns trabalhos de graça para pessoas carentes. Deixe uns 3/5 cartões no máximo. Acho que é o bastante para início de carreira e vc não tem aquela pressão ardilosa. Já estando lá, vc vê a luz, o tipo de ambiente e já pergunta o padre/pastor o que pode ou não fazer. É bem tranquilo assim que vc pega o jeito (e isso acontece rapidinho).

        • Bom, pegar o jeito rapidinho não acontece com qualquer um, mas é válido! =)

          Quanto a fazer trabalhos para pessoas carente, é como eu disse em outro comentário aqui: é válido fazer gratuitamente. Mas se for seguir carreira na área, é bom ter quem pague, porque ficar só com carentes fazendo de graça e não ter de onde tirar receita não dá certo.

  11. Estudo fotografia a cerca de um ano e meio e decidi trabalhar na área. Mas não lancei uma marca própria e não me considero profissional…fiz um planejamento, de trabalhar como assistente, mas tbm ter a liberdade de fotografar por conta própria e como acho que os resultados não estão de acordo com o que desejo oferecer. E até o momento não cobro, mas primeiro para mim é um treino, se a pessoa precisa de um serviço de um fotografo profissional, eu simplesment indico alguém com experiência para fazê-lo, e seleciono apenas amigos e família para fazer troca entre eu oferecer meu tempo e esforço e a pessoa se deixar ser fotografada. Isso, td dentro de um planejamento de tempo e tbm escolhendo a dedo as pessoas que vão valorizar minha dedicação e incentivar a ter o retorno financeiro.Se estiver dentro de um plano evfeito juntamente com outras formas de crescimento, acho válido. Essa é minha opinião…

  12. O texto é interessante, mas como muita coisa que se vê por aí nesse estilo só diz o que NÃO fazer. Na minha opinião, é um desserviço. Não dá nenhum conselho sobre o que FAZER. É mais ou menos como o cara que diz: "Não, assim não vai funcionar.", mas nunca dá uma idéia útil sobre como seria o certo.

  13. Tudo verdade! Entrei nessa e vi que vc está certíssimo! As pessoas só dão valor quando nós nos damos valor! Tem que fazer preço sim!

  14. Bom eu faço fotografia em um nicho específico, gosto de fotografia e notei que muitos bares que tocam ROCK; BLUES & HEAVY METAL não tinham registro decente dessas bandas e músicos então comecei a fazer por diversão e estou fazendo até hoje.
    Nao me sinto um intruso e nem algum prostituto de fotografia pois não me ofereço a fazer books e afins.

    • Carlos, o ramo a fotografia é imenso, e books e afins são apenas uma pequena parte do enorme mundo dos cliques fotográficos, e em todos campos existem fotógrafos profissionais. Logo, a prostituição fotográfica pode (embora não deva) ocorrer em qualquer um deles.

      E já que estamos tocando no assunto… http://www.fotografia-dg.com/prostituicao-fotogra

    • Acho arrogante da sua parte falar em "prostitução fotográfica" relacionando a fazer 'books', como se isso fosse atrelado a um ou dois nichos do ramo. Eu, por exemplo, não gosto de fotografar eventos, prefiro mil vezes fazer um book, é um trabalho mais leve e me agrada muito mais. Para isso estudo, adquiro equipamento e tento evoluir sempre.

      E aí? Estou me 'prostituindo' porque gosto mais disso? É como o Alexandre Maia disse aí, prostituição fotográfica pode ocorrer em qualquer nicho. Você não é melhor do que ninguém porque fotografa shows.

  15. Bom, acho que as fotos gratuitas valem quando o trabalho é para alguma instituição de caridade. É uma forma de fazer caridade através do seu trabalho. Sou publicitária com 12 anos de carreira. Somente faço trabalhos gratuitos quando é para caridade. Uma vez caí na bobeira de querer fazer um trabalho gratuito para uma amiga. É um erro, pois seu trabalho não será valorizado realmente quanto ele deveria ser.

  16. Sou novo ramo de fotografia, porém ja fiz muito investimento (cursos e equipamentos). Fotografei muita coisa por simples prazer como paisagens, animais, passeios etc. Porém fiz meus 3 primeiros trabalhos fotografando aniversários infantis e não cobrei um centavo por eles.

    Vale lembrar que os fiz para parentes, porém não me sinto “prostituido” por isso, muito pelo contrario, me senti muito satsfeito pois os resultatos foram maravilhosos e fui muito elogiado.

    Em todos os casos haviam dificuldades finaceiras para se contratar um fotógrafo, então eu me ofereci sem cobrar nada e tambem para ganhar experiencia e saber qual é a sensação. Adorei e adoro cada vez mais!

    Não concordo quando dizem que isso tira o trabalho de fotógrafos profissionais, pois um bom profissional é conhecido por seus trabalhos e não por seus preços. Digo isso porque fui “vítima” do um fotógrafo razoavelmente caro no meu casamento e odiei o trabalho dele, totalmente amador, isso me frustra toda vez que lembro!

    O que quero dizer realmente é que fotografar com qualidade requer conhecimento e é claro investimento.

    Cobrar ou não cobrar, é decisão de quem o faz.

    Pagar muito ou pouco e até mesmo não pagar, é decisão de quem contrata. Mas esteja preparado para um péssimo resultado na grande maioriados casos.

    Por fim, acho que não existe regra e nem valor tabelado.

    Assim como em qualquer outro negócio, quando ambas as partes ficam satisfeitas, aí sim com certeza um ótimo trabalho foi feito!

    Um grande abraço,

    • Maycon, existem instituições como a Arfoc que dão tabela para preços mínimos a serem cobrados por fotógrafos e cinegrafistas. Além disso, o fotógrafo é um prestador de serviço, e ele pode sim ser processado por serviço ruim, por ter entregue fotos não condizentes com a qualidade que afirmou ter — não é só quando um fotógrafo falta que o cliente pode ser ressarcido, pode pesquisar com advogados.

      Uma forma de (tentar) evitar decepções é ver o que o fotógrafo já produziu, até porque contratar um de primeira viagem para seu casamento, sem ter sequer um outro fotógrafo mais experiente na equipe não é boa ideia.

      Cobrar ou não cobrar é decisão de quem o faz, sim. A de falir e/ou ser execrado pelo mercado também.

  17. Concordo com praticamente tudo que você falou, mas acho valido os serviços gratis pra amigos e parentes pra montar portifólio.
    Fiz 2 casamentos, 2 aniversários infantis e 2 books de gestante grátis isso alem de dar um portifólio me deu experiência inclusive aprendendo com meus propios erros.
    E desses trabalhos gratis eu consegui um aniversario de 15 anos, uma casamento e um outro praticamente fechado e também um trash the dress.
    Caso eu nunca tivesse topado esses "gratis" pros meus amigos e parentes eu nunca iria ter meu trabalho divulgado.
    Acho que cada um faz como quiser pra iniciar seu caminho como fotografo, eu fiz o meu e não me envergonho disso, graça aos gratis ja to fechando casamento pra novembro e por valores dentro da média do mercado.

  18. Alexandre, esse texto está bastante caricato. Um profissional experiente está reclamando do 'dumping' praticado pelos novatos? Sim, sabemos que o texto não é seu, mas você parece compartilhar a mesma visão amargurada do autor, tentando defender um terreno que não tem fronteiras definidas. A fotografia é uma arte democrática: tem desde o Sebastião Salgado, até a garotinha que posta fotos no Instagram. Tem muita gente apaixonada pelo assunto, e que quer participar da brincadeira. Tem muitas pessoas que aprendem na prática, sem estudo ou curso (você saberia me dizer qual o curso que Ansel Adams fez para aprender a fotografar?). Conheço diversas pessoas que fazem trabalhos 'pro bono', ou por preços 'de custo', para poderem comprar equipamentos melhores – de outra forma, não poderiam comprar esses equipamentos (como no caso da pessoa que recebeu uma impressora da empresa).
    Essa história toda parece um mimimi sem fim, de um profissional inseguro, que não acredita na sua capacidade de entregar um trabalho à altura do que ele está cobrando. Você tem de acreditar no seu taco e saber que está acima disso. Sempre vai existir um mercado para clientes que querem pagar $100 e para clientes que aceitam pagar $10.000 pelo mesmo job. Você sabe que está trabalhando para este 2o grupo.

    • Concordo com você Ricardo,
      o tradutor do texto quer se isentar da responsabilidade do que foi traduzido, mas ao mesmo tempo ele quer demonstrar que esta reclamando também junto com o texto. Se ele realmente tivesse uma opinião contrária disto, ele escreveria um artigo logo após a tradução.
      As pessoas se veem ameaçadas com esse tipo de fotografo iniciante, não sei porque, pelo visto isto é um blog apenas de fotógrafos a esta altura, iniciantes, porque esse tipo de texto não vemos em sites sérios.
      Eu já neguei diversos trabalhos a amigos e parentes, houve pessoas que pararam de falar comigo por causa disto, de graça? Nem morto. Gastei uma nota e tempo para construir tudo que eu tenho atualmente, não vai ser por causa disso que eu vou me preocupar. Se o cara quer fotografar de graça problema é dele, se ele ta entrando nessa pra querer trabalhar de graça problema é dele. Agora os clientes não podem reclamar que as fotos não ficaram boas.

  19. ola li seu artigo gostei muito sou fotografo desde 92 amo fotografia hoje me encontro sem equipamento mas desejo retornar as minhas atividades ai que vem meminha pergunta quanto entao cobrar por foto pra justamente nao cair nessa situaçao. que vc me respondesse

  20. É gente, viva a sociedade fotográfica com seus cidadãos egocêntricos do tamanho do mundo!
    Todos querendo dar aula disto,daquilo,lição de moral sobre isto,aquilo e etc etc etc …
    Um pê da vida por quê gastou rios de dinheiro para se formar e se acha melhor do quê o outro que está fazendo o mesmo trabalho por ser autodidata. Outros pê da vida por que o que estudou muito se acha melhor que ele, e etc etc etc
    O camarada que antes era o rei dos artistas agora está no site de compra coletiva se vendendo por R$29,90. Aí eu pergunto, e daí kkkkkkkkkkk ?
    Eu já fotografei de graça para praticar como também recusei trabalho mesmo precisando de dinheiro por causa do " cliente " querer jogar o preço lá embaixo. Essa atitude do consumidor pode ser culpa de pessoas que fazem o serviço de graça ou quase, sim, mas não perco meu tempo discutindo ou tentando dizer á A ou B o que ele deve fazer para trabalhar ou praticar,faço o contrário,mostro ao meu futuro cliente o que ele deve pesquisar tanto ao meu respeito e á respeito do concorrente que cobra a metade pelo mesmo serviço, para que ele venha ter o resultado que espera e principalmente não venha se arrepender com o barato que pode sair caro. Meu primeiro casamento fechei assim, o cliente tinha achado meu preço alto em relação a outro que ele tinha consultado e ao explicar algumas situações á ele e depois de verificar meu portfólio(onde tinha muitas fotos que fiz de graça!) o mesmo fechou na hora! Ou seja meus caros amigos, há casos e há casos. Para fechar digo duas coisas. 1º tem aqueles que estão do outro lado da lança também,ou seja,cobram um preço astronômico! 2º ontem mesmo comentei aqui o quanto admiro esta página e quanto estava preocupado em ver que nos últimos tempos, tenho visto anúncios de baixo nível aqui. Eu não acho legal mas, a verdade que é apenas uma opinião nada mais que isto! Mais acho que isso também pode ser chamado de se prostituir,afinal uma página a qual estou acostumado a ler e ver ótimas notícias entre outras coisas, passa á divulgar qualquer tipo de propaganda por que precisa do dinheiro para se manter,é a mesma desculpa do camarada que joga seu preço lá embaixo !

    • Bom ter seu depoimento e seu feedback quanto ao site. Vou enviar sua crítica ao administrador! :)

      Quanto ao artigo, lembro que o texto não é meu e trouxe-o aqui para abrir uma discussão que achei necessária. Críticas ao autor devem ser encaminhadas a ele, não aqui, certo?

  21. Comigo tem acontecido algo diferente. Eu comprei uma câmera porque gostava de fotografar, e desde o começo insistia que não queria me profissionalizar.

    Daqui a 13 dias faz exatamente um ano que comecei, e continuo sendo amador, apesar de ter montado um portfólio com cara de profissional e etc. Praticamente todas as mulheres que fotografei são minhas amigas, e nas duas vezes que cobrei, fiz porque precisava.

    A questão é: o que ocorre de diferente comigo é que, ao invés das pessoas me procurarem pra pedir trabalho de graça, as pessoas têm me incentivado a me profissionalizar de uma vez e começar a cobrar, porque acham que o trabalho tá bom demais pra fazer de graça.

    Só que a fotografia tem sido um hobbie que eu adoro. Fotografo o que eu quero e quem eu quero, quando tô afim, e amo fazer isso. Transformar em uma fonte de renda, com todas as preocupações com o lucro, divulgação e afins me desanima muito. Me desagrada mais a hipótese de eu me profissionalizar e acabar fotografando muito esporadicamente do que a hipótese de eu continuar a fotografar por hobbie frequentemente, produzindo sempre e mantendo o orgulho que sinto pelo que eu faço. E faço, como já disse, por uma escolha sobre a qual estou sempre refletindo para ver se não estou mudando de ideia. Até porque meu objetivo profissional é outro, que não tem relação nenhuma com fotografia, embora esteja aberto às possibilidades.

    Acho que esse artigo é uma visão importante sobre o tema, mas foi escrito de uma forma tão 'agressiva' e 'caga regra', na minha opinião, que eu acho que ele acaba perdendo muito a força que poderia ter se fosse mais didático e menos "Escuta aqui seu amador imbecil…"

    • Aí que está, Icles… o texto, pelo menos ao que me parece bastante, foi escrito não para amadores, e sim voltado a profissionais iniciantes, que pretendem ter lucro e etc, não apenas fotografar por hobby.

      De qualquer forma, agradeço o seu comentário! :)

  22. Alexandre, não sou profissional, fiz cursos e investi em equipamentos mas comecei a fotografar shows por paixão e a coisa foi crescendo…fui convidada por uma revista para ser fotografa colaboradora dos shows que acontecem em minha cidade, não me pagam e nunca cobrei, primeiro por não ser profissional,segundo: como sou credenciada não pago para entrar em shows e em muitas das vezes fico em setores privilegiados como vip, camarote etc…o que pra mim significa um pagamento, terceiro: estou ganhando visibilidade e junto com isso algumas bandas já querem contratar meu trabalho (com remuneração), e a cada show vou melhorando meu olhar e minha técnica… vc acha que esse tipo de iniciação na carreira é errado? obrigada

  23. Bom gente, sou amadora, tenho paixão por fotos, então investi numa máquina semi-profissional, de cara fui numa festinha de uma amiga pra tirar fotos free, mas não gostei muito do resultado, embora eles gostaram… Mas insisti e comecei a ler e pegar dicas e testar de tudo, e estou conseguindo um bom resultado (pelo menos eu acho.. rs), e então um dia na empresa onde trabalham me disseram… Ohh vai ter um almoço vêm??? e traz sua máquina… (pq eu carrego ela pra todo lado comigo) e tira umas fotos pra gente, eu só disse, quanto vão pagar mesmo?? e num sorrisinho disseram nada e eu disse, não obrigada, eu não posso vir. Depois disso notei o que pensavam outras pessoas quando me viam com a máquina e viam minhas fotos, nossa… essa máquina é boa, mas nunca pararam pra ver quanto tempo estudava pra chegar em algum resultado. Agora recentemente me chamaram pra tirar fotos em um aniversário, um amigo fotografo me deu umas dicas, vi profissionais recusando o serviço (e não foi nem um nem dois), mas não tive animo de arriscar cobrar porque ainda não estou preparada e sei que seria frustante para os donos da festa perderem momentos que não voltam… também não fazer grátis, apenas tenho que me aperfeiçoar, se realmente optar em trabalhar na área.
    Não sou fotografa, e entendi bem o que diz a matéria, rs apenas comentei pq apesar de não ser profissional, e nem tão pouco trabalhar com isso, sei que qualquer peça que tenha que substituir na minha máquina (que em quase um ano já cheguei a mais de 10.000 clicks) vai me custar mais que um almoço ou um prato de salgadinhos… fotografo pra mim… quem quiser fotos que pague… ou compre uma máquina e sonhe que tudo que tem que fazer é apertar um botão!

  24. Alexandre, descordo totalmente.
    Tem algum momento em que é necessário trabalhar de graça, principalmente pra fazer portfólio. Vejo fotógrafos já estabelecidos "sorteando" ensaios, eventos, ou seja ai pode, e quem está começando não?
    Vi alguns em um grupo do facebook, falando que é só trabalhar para outro fotografo, mas eu sei bem como é, já pedi trabalhos de assistente de iluminação, assistente, implorei por trabalho (mesmo só pra carregar equipamento) e nada… então a saída é fazer trabalhos gratuitos pra fazer portfólio. Sem portfólio não arruma trabalho, e entre cobrar pouco e ter toda a responsabilidade, acho melhor não cobrar nada.
    Se querem começar no mundo da foto, terão que fazer algum trabalho de graça sim, mas lembrem, façam o suficiente para ter um portfólio.

    • Cleverson, o texto não é meu, eu o trouxe para abrir a discussão aqui no DG. Atente para os créditos, expostos logo antes do texto. Antes de discordar de mim, discorde do autor, e depois verifique se eu concordo com ele.

      No mais, gostei de seu comentário, faz sentido. ;D

      • Alexandre,

        Vi que o post não era seu, mas vi que concorda com ele, tanto que em outra resposta mencionou isso:

        "Tenho certa frustração também, mas o maior motivo que me levou a traduzir e enviar para cá e pro meu blog este texto é a preocupação com os clientes, que parecem muitas vezes não ligar para a questão adequadamente por pura falta de informação sobre o lado do fotógrafo nessa história.

        Preocupar-se com os clientes, em minha opinião de formado em publicidade, é uma forma de prospectar clientes. Entendes?"

        E de forma alguma estou discordando de você, mas sim do texto que você apoia. Também não sei se é seu caso. Mas o fotógrafos tem receio de pegar pra assistente alguém que está começando, creio que muitos pensam "Não vou colocar mais um no mercado, pra me incomodar".
        Quando eu vejo algum fotografo já conceituado pedindo equipamento emprestado, ou ajuda, simplesmente ignoro. Agora muitas e muitas vezes pego alguém que está começando e tem interesse, empresto equipamento, levo para trabalhos, deixo tirar fotos pra usarem de portfólio.

        Agora com toda a sinceridade? Conhece quantos que fazem isso?? E porque não fazem?

        Por isso digo pra quem está começando, façam trabalhos de graça sim, e não se preocupem com oq os fotógrafos irão falar, pois foram eles que te recusaram um trabalho.

        Gosto dos seus posts e comentários, mas esse eu discordo.

  25. Sinceramente, não gostei deste artigo e da forma como abordou o tema!

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