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Canon apresenta sua PowerShot G1X mark II

Com novo sensor e outros upgrades, a nova PowerShot parece ser uma compacta premium boa de briga

via Petapixel e PhotoRumors

 

Prosseguindo a linha de compacta high-end, a Canon anunciou a sucessora da marcante G1X, a PowerShot G1X mark II, cuja nomenclatura segue os moldes das EOS, as DSLRs da marca, que têm suas gerações marcadas pelo prefixo “mark” — como no caso da 5D mark III. Mas isso é apenas um detalhe, pois ela teve ainda outras mudanças para impor-se no mercado, cada vez mais tomado pelas câmeras mirrorless — que também tem a EOS M2 — ou seja, não está fácil manter uma linha de compactas premium competitiva e ao mesmo tempo com público bem definido (a meu ver essa história de não trocar objetiva hoje é um argumento meio falho).

 

Canon PowerShot G1X mark II

O que a Canon fez para criar uma câmera que não canibalizasse com a sua prima sem espelho e ao mesmo tempo justificasse seu preço de mirrorless (800 dólares na pré-venda)? Vejamos o que há neste novo modelo:

 

 – um novo sensor CMOS de 1,5″

Com 12.8 megapixels, este novo sensor apresenta uma redução de 1,5MP na saída das imagens, o que deve favorecer o menor aparecimento de ruído e assim tornar o que já era muito interessante na G1X ainda melhor.

– um processador DIGIC 6

O grande aliado do sensor é o processador, e este já havia sido implementado na PowerShot G16, por exemplo. Com a mudança do sensor, é compreensível que a marca tenha mantido ainda tal processador.

Canon G1X mark II

 – uma objetiva zoom equivalente a 24-120mm f/2-3.9

Sem dúvida um dos grandes motivos para se adquirir uma PowerShot como esta no lugar de uma mirrorless é ter uma objetiva versátil, sem preocupar-se com troca de lentes, e que ao mesmo tempo tem boas aberturas de diafragma. Nesta G1X mark II essas aberturas estão maiores, e passam de das f/2.8-5.8 na G1X (mark I) para f/2-3.9, e assim passa a ser bem semelhante à outrora invejável objetiva da S100 (que também é equivalente a 24-120mm), porém mais “clara” em modo de telefoto.

 – sensibilidade ISO de 100 a 12.800

Já era presente na G1X e assim como o processador, não é mal que a Canon tenha mantido, em razão do novo sensor.

 – 31 pontos de autofoco

Boa quantidade de pontos de AF, embora outras câmeras tenham mais (a exemplo das Fujifilm da linha X), mas não é um fator ruim, de forma alguma. Na anterior eram apenas 9, então foi um ótimo acréscimo.

 – monitor de 3″ tipo tilt-screen com 1.040.000 pontos

Mais pontos que os 920 mil da G1X, porém não é mais totalmente articulado. O mais próximo disso que temos agora é levantar o LCD até em cima, virando-o, e ter uma visão ligeiramente obstruída pelo topo da câmera. É o que restou para os adeptos de selfies com braço incluso.

Canon G1X mark II

Mais algum grande “tchã” da G1X mark II, qual é? Sim, existe outra ótima novidade junto com o sensor novo: a conectividade sem fio, que agora está presente via WiFi (como já ocorria em outros modelos) e também por NFC, facilitando ainda mais, penso eu, a vida de quem gosta/precisa baixar fotos para seu celular ou tablet. Penso eu que a transmissão via NFC vai desburocratizar um pouco a passagem de fotos da câmera para o dispositivo móvel, o que pode ser bom tanto para quem gosta de compartilhar logo instantes em família/entre amigos como também jornalistas que venham a adotar esta nova PowerShot como segunda câmera em seus trabalhos (ou de repente algum fotojornalista pode adotá-la como câmera principal — quem sabe?). A conexão via NFC deve logo mais ser estendida a todas câmeras da Canon, o que será um incremento interessante na segurança da transmissão de dados wireless.

 

Para somar a estas características, é possível ainda adquirir acessórios interessantes, em especial o viewfinder eletrônico EVF-DC1, o que é uma interessante compensação para o ausente visor que foi retirado nesta versão da G1X (mas também não era exatamente bom). Não sei quanto a possível retardo na exibição das imagens — algo presente em todas mirrorless, por exemplo, com EVF, e que só foi corrigido a partir da Fuji X-T1 — mas de qualquer forma quem fizer questão dele terá de pagar 300 dólares, o que deixa o pacote mais caro que uma Fuji X-E2, por exemplo, que já vem com EVF incorporado. A preferência/fidelidade à marca pode custar caro…

Bom, mas tem mais: além do EVF, podem ser adquiridos ainda um parasol, um adaptador para uso de filtro e uma caixa-estanque específica para a G1X mark II.

É isso, meus caros! Aí está uma boa câmera nova que, como sempre ressalto, é preciso ficar atento às suas características, especialmente os defeitos, para comprar tendo em mente suas prioridades sem errar.

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