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Conheçam o FLIF, formato absolutamente micro sem perdas

Com um nome mais facilmente pronunciável que RAW (wrau? wró? wréu?) e proporções de arquivo que  prometem serem menores que as de outros formatos de qualidade, o formato FLIF é gratuito e deve tornar-se não apenas mais um na lista de formatos listados pelo Adobe Photoshop, por exemplo, mas ser uma das principais alternativas para uso na internet.

A sigla FLIF significa Free Lossless Image Format e não foi a primeira tentativa do tipo: em 2010 a Google anunciou o WebP, que pretendia agilizar a navegação pela Web reduzindo o tamanho de suas imagens sem comprometer a qualidade. Já no ano passado o conhecido programador Fabrice Bellard lançou seu BPG, que prometia a mesma qualidade dos JPGs, mas ao peso de quase metade destes.

FLIF (formato lossless)

 

Por sua vez o FLIF pretende elevar o nível da disputa, reduzindo ainda mais as proporções dos arquivos mantendo alta qualidade de imagem. Para terem uma ideia do quanto o FLIF pode agilizar o carregamento e a navegação, vejam este vídeo abaixo, comparando a agilidade para ser carregada a mesma imagem no novo formato e em PNG entrelaçado (interlaced) — notem como a imagem em FLIF fica nítida bem antes, e como o carregamento total ocorre muito à frente do PNG.

 

Isso deve-se também ao fato do FLIF ser um formato sem perdas e progressivo, de forma que, como devem ter notado, basta baixar a primeira parte da imagem para já ter uma visão razoável da figura, e a partir dela a qualidade será incrementada. Em outras palavras, o FLIF é responsivo desde seus princípios, sendo ótimo para celulares e bandas estreitas de internet. Se necessitar de uma versão menor e em qualidade mais baixa de uma foto, basta carregar parcialmente a foto, e daí redimensioná-la no navegador (exemplo a seguir).

FLIF resize

 

Falta ainda um comparativo frente a outros formatos que disputam o posto de próximo formato padrão, não estando claro ainda quanto à velocidade de codificação e decodificação. O site oficial afirma não ser “ardentemente rápido, mas o são nas áreas certas.” O pesquisador Jon Sneyers, co-desenvolvedor do FLIF diz que o trabalho não está finalizado ainda,e  entre os recursos que faltam está o suporte a metadados, compressão com perdas, espaços de cor adicionais e suporte de navegadores.

O FLIF é totalmente gratuito, sem os impedimentos de patentes de softwares, livre de direitos (royalty-free) e está sob licença pública (GNU GPL). Para mais informações, acessem o site oficial: FLIF.info. É possível ainda baixar o código-fonte do formato.

via Petapixel (adaptado)
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Links do artigo:

Google cria formato WebP, mas há problemas
BPG: qualidade JPG em metade do tamanho
Licença Pública Geral GNU

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Alexandre Maia

Clico, viajo, olho, analiso, converso, e repito — em qualquer ordem!

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