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Como dominar a Exposição Perfeita 5/5 (5)

Uma das buscas rotineiras dos fotógrafos que não chegaram ainda ao patamar da maestria técnica é pela exposição perfeita em todas situações. Vamos entender?

 

Uma das coisas complicadas na fotografia atual é, sem sombra de duvida, dominar os recursos da câmera digital profissional. A minha mais recente câmera deve ter mais de 150 controles, entre botões e ajustes de menu. Sim, leva tempo para aprender tudo, ler o manual, etc Se você deseja dominar a fotografia então esta imersão técnica será necessária. É a base que preciso de você para este artigo, portanto, primeiro de tudo estude seu equipamento, principalmente a parte de controles de exposição, fotometria e histograma.

Sei que muita gente ainda tem dificuldades com o básico e por esta razão, muito em breve, tenho planos de lançar um DVD e um livro com um guia de campo básico para os mais novatos, acho que isto é necessário e vai nivelar muita gente que tem dificuldade de acesso a informação no Brasil e principalmente em língua estrangeira. Neste artigo vou considerar que você já sabe o básico.

Como comentei anteriormente, hoje pretendo falar da luz pois depois de entender os controles da câmera, a luz é de fato um dos pilares de conhecimento da fotografia. ¨Ler uma imagem¨ em uma cena que será fotografada sob o ponto de vista de qualidade de luz e contrastes, rápido, é um dos pontos que você precisa dominar e é o que separa os fotógrafos amadores dos fotógrafos profissionais.

 

Sensores e lentes

Acho que vale a pena sempre repetir, na captação da luz a qualidade da lente (claridade) e qualidade do sensor fazem toda a diferença. Infelizmente os sensores que hoje fazem o papel do antigo filme não são perfeitos, possuem aquecimento quando usados em exposições mais longas, introduzindo ruídos ou possuem limites de captação de luz pois uma imagem é registrada dentro de uma variação de 5 f/stops. Nos tempos do filme, quando captamos luz demais, aumentando a exposição, perdíamos os detalhes nas partes brancas da foto e subexpondo demais perdíamos os detalhes nas partes pretas, ou seja, perdíamos a foto. Hoje as coisas mudaram e boa parte das câmeras profissionais possuem um histograma. Consultando o mesmo em tempo real já podemos evitar estes dois casos (algumas câmeras inclusive possuem alerta de altas luzes que piscam nos detalhes claros da imagem para informar onde os detalhes no branco estão sendo perdidos). A solução neste caso é simples, basta mudar a exposição compensando a mesma em um ponto ou dois (técnica de ¨bracketing¨) para uma exposição perfeita.

 

Histograma

Nada mais é do que um gráfico com 256 níveis de brilho da imagem. Uma concentração de pontos a esquerda ou direita pode indicar subexposição ou superexposição. É importante considera-lo como uma base referencial, algo apenas para nos ajudar a tomar uma decisão sobre a exposição, já que em uma ¨exposição criativa¨ nem sempre a criatividade está alinhada com uma exposição tida como tecnicamente ideal, isto é, com presença no gráfico dos vários tons distribuídos em uma curva quase uniforme.

 

camera-1 

Exposição e suas ¨pegadinhas¨

O truque para acertar as exposições é saber que deixando a câmera no modo exposição ¨P¨ ou automático, aquele pequeno japonês ou alemão em miniatura que está lá dentro da câmera pode fazer um monte de bobagens.

A lógica é bem simples, a câmera procura basear a fotometria no cinza médio cerca de 13 a 18% de cinza, na metade do espectro do gráfico do histograma, nível 128 (na escala de 0 a 256 níveis).

De fato existem duas considerações que desejo fazer, a fotometria automática acerta mais se você der uma informação da luz da cena que vai ser fotografada (usando o modo cenário disponível em algumas câmeras). Explico melhor, baseado em situações conhecidas de luz, a câmera calibra a exposição compensando alguns ajustes para que o resultado seja bem melhor (superexpondo ou subexpondo) no modo cenário ou programa ou nome equivalente. Ex. configurar a câmera para modo cenário. Quando escolher usar cena de ¨dia de sol na praia¨ (a câmera vai provavelmente usar esta informação sobre a cena e subexpor um pouco) ou cena de ¨fogos de artifícios¨ (vai aumentar a exposição e sensibilidade ISO para a cena).

A segunda consideração é que a câmera provavelmente fará um ótimo trabalho de exposição no modo automático se a cena não tiver um contraste alto ou seja, ¨baixo contraste¨. Neste casos, fica a dica, na pós-produção, olhe o histograma no Photoshop ou equivalente, e se houver um pequeno espaço sem informação nas bordas, quer dizer que a captação da imagem teve baixo contraste e neste caso recomendo que você alinhe o ¨0¨ do histograma (preto absoluto) com o principio do gráfico da imagem e o 255 (branco absoluto) com o fim do mesma. Com o contraste ajustado ficará mais legal !

Existem algumas situações que enganam o fotômetro da câmera e portanto agora preciso que você pare esta leitura por alguns instantes e pense quais as situações de luz , cenários, onde você tem ou teve desafios com alto contraste e intensidade de luz extremas.

Pensou?!

Ok, desligue a câmera e a cabeça do modo automático.

Situações clássicas de luz e a correção proposta

Use as dicas como base inicial para estudo da luz e ajustes, cada cena é única e o ajuste pode e deve variar:

– Cena de artista iluminado por luz pontual cercado por fundo preto, a indicação da fotometria da câmera vai provavelmente superexpor. Correção: compense -1 f/stop

– Cena com baixo contraste, a indicação da fotometria da câmera vai provavelmente acertar. Ponto para o japonesinho ou para ao alemãozinho dentro da câmera

– Cena com bastante céu claro em 65% da cena, a indicação da fotometria da câmera vai provavelmente subexpor. Correção: compense +1 f/stop

– Cena com muito predomínio de branco ou muita claridade, uma praia em dia muito ensolarado, a câmera vai tentar acertar a luz para um cinza médio e o resultado ficará uma cena acinzentada, longe do branco original, subexposta. Correção: compense +1,5 f/stop a +2 f/stop

– Cena com muito predomínio de preto ou sombras, uma pessoa ou coisa pequena contra um fundo escuro, novamente a câmera vai tentar acertar a luz para um cinza médio e o resultado ficará uma cena acinzentada, superexposta. Correção: compense -1,5 f/stop a – 2 f/stop

– Cena de pessoa contra o sol , a indicação da fotometria da câmera provavelmente vai subexpor. Correção: compense +2 f/stop e use um flash de preenchimento para evitar obter uma silhueta

 

Nota – tenho que confessar que já vi câmeras no modo inteligente (uma espécie de leitor automático de cena) lidarem com situações difíceis de alto contraste, acertando em cheio boa parte das vezes, infelizmente não é regra. As marcas TOP tem feito um ótimo trabalho neste sentido. Como estamos com o objetivo de ensinar você, avalie como sua câmera se comporta nas situações extremas de luz e tire suas próprias conclusões.

 

Usando HDR

Mesmo calibrando melhor a fotometria com a compensação de exposição, algumas situações de alto contraste ou perdem detalhes nas altas luzes ou nas sombras, portanto uma saída e usar a técnica do HDR (high dynamic range). Este nome complicado significa algo simples, obter a mesma cena em capturas sequenciais com ajustes de exposição diferentes, buscando compor com as imagens misturadas toda a extensão da faixa dinâmica, impossível de se obter com uma única foto.

Como fazer: Com auxilio de um tripé e timer ou disparador externo, fotografe um ponto E.V. (valor de exposição) acima, um ponto E.V. abaixo e um E.V. como indicado pelo fotômetro da câmera. Ex: em um dia ensolarado e com um cenário com alto contraste, capturar três imagens, uma com f/8 1/250s, outra com f/8 1/125s e outra com f/8 1/60 (atente que mantive o f/stop=8 para preservar a profundidade de campo). Depois, com auxilio de um programa para unir as imagens HDR, como Photoshop ou Photomatixpro (existem muitos programas, inclusive gratuitos na web) você obterá uma imagem de ¨tirar o folego¨ com uma faixa de resolução dinâmica muito mais ampla que o normal. O sanduiche típico é feito com no mínimo e 3 imagens mas já ouvi casos de pilhas enormes para obter um espectro de nuances alto, sei lá… acho exagero.

Dica – algumas câmeras disponibilizam o HDR de forma mais simples, pois já possuem alguma automação para este processo, inclusive dispensando o software de pós-produção obtendo a imagem final na hora, na câmera. Antes de obter uma imagem como sugerido acima veja no manual de sua câmera se já não existe pronto um processo mais simples e mais automático. A lógica contudo é sempre a mesma, obter várias exposições diferentes e fazer um sanduiche de imagens com maior alcance dinâmico ou latitude.

Conclusão – Esta foi uma pequena introdução no assunto luz e exposição que acho realmente fascinante. Procure treinar o olhar nas situações de luz clássicas (acima) como ponto de partida para depois, aprofundar mais. Treine os ajustes de compensação de exposição. Tenho certeza que se ao menos você reconhecer estas situações básicas, de pronto, vai melhorar em muito a qualidade da exposição das imagens.

No próximo post posso falar sobre ¨Desfoque criativo¨ ou ¨Criando imagens de alto impacto¨ se curtiu, opine nos comentários abaixo e me ajude a escolher o tema que mais gosta votando aqui mesmo nesta página.

 

Ajude a divulgação da página Fotografia DG! Replique e comente este post! Bons cliques!

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Quem quiser saber mais sobre fotometria, especialmente com uso de flash, pode ver o belo material produzido pelo Armando Vernaglia Jr — pode ser comprado até em ebook! — vejam aqui.

Agora que leu, avalie o artigo e deixe um comentário mais abaixo:

Eduardo Mendonça

Sou fotografo e amante da fotografia. Possuo um estúdio voltado para produtos e retratos, principalmente para gestantes e newborn. Tenho vários anos de experiencia como fotografo amador e nos últimos 5 anos estou atuando com serviços profissionais na área. Sou auto-didata mas já participei de vários congressos e cursos sobre o tema.

46 Comentários

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  • Parabéns pelo post! Gostaria que me esclaresse uma dúvida. Durante uma viagem estava tirando umas fotos e quando fui guardar a maquina na mochila ela mudou para auto exposiçao. Resumindo eu demorei para perceber e tirei varias fotos neste modo que sairam completamente brancas. Existe algum modo de recuperar estas fotos atraves de software ou regulagem na propria foto? Já tentei no photoshop e nada….

    • Precisaria ver para ter certeza mas pela descrição do problema o mais provável é que não será possivel recuperar.

      Abs
      Eduardo

  • Parabéns, muito bom saber que posso usar o modo automático sem culpa, faço fotos de eventos infantis e consigo fazer as fotos da mesa e docinhos em modo M, mas as crianças tem vontade própria e não param no meio da festa para fazer poses, é tudo muito rápido.
    Sds,
    Maria

    • como uso um efeito hdr igual do Eduardo costa cantor usa nas fotos dele ? me responda porfavor
      gosto de fotos kk isntagram fabiinho_rdl_ segue lah

  • Se me permite uma observação filosófica Eduardo, suas informações e observações são bastante pertinentes, incentivando quem se inicia na fotografia, também sou autodidata e circulo no meio fotográfico, tenho um blog que está em stand by, mas sempre olho e palpito sobre temas referentes à arte de escrever com a luz, ocorre que me incomoda chamar a câmera de profissional ou semiprofissional (sic) e digo o porque desta rejeição: ocorre que devido ao marketing criado pelos americanos para criar necessidades aonde elas não existiam , o termo empregado para designar câmeras de entrada sugestiona que ao adentrar ao mundo da fotografia você deva restringir-se ao amadorismo, mesmo com todos os recursos das câmeras atuais, e quando partir para o mercado de trabalho você então "profissional" compre uma câmera super mega hiper boa e extremamente cara.Eu pergunto: pra quê? Qual a diferença entre uma T5i e uma 1Dx??? Numero de frames, resistência à intempéries, sensor full frame XXL megapixels? Considero mais apropriado classificar as câmeras pela estrutura e possibilidades que oferecem, sendo assim compactas, superzoom, mirrorles, e reflex ou DSLR? Dizer que é profissional ou semi é enganar o consumidor, porque se pode fazer determinados trabalhos com as reflex de entrada e outros com uma câmera com mais recursos. Todas as Reflex assim como as mirrorless e algumas compactas premium fotografam em RAW. e boa parte delas tem muitos megapixels, que não determinam a qualidade da foto e sim o tamanho do arquivo e consequentemente no tamanho máximo de impressão, fora isto que já está caindo por terra o mito de Raw para todo tipo de fotografia comercial. Não quero aqui mudar a opinião de ninguém, mas jogar luz na busca desenfreada por qualidade em função do corpo de câmera mais caro. Devemos sim buscar a qualidade, mas não com a indústria nos dizendo que somos metade por trabalhar com uma reflex que não é um modelo Top.

    • Concordo em parte… Cameras profissionais são denominadas assim por trazer recursos acima da média como por exemplo um corpo de titanium ou disparadores que aguentam muito mais cliques. Isto justifica o aumento de preço. Uma camera comum não aguenta uma chuva ou calor/frio intenso mas uma pró sim. Na hora da compra o que você precisa pesar é avaliar se precisa de todos recursos extras que está levando. Infelizmente as pessoas não conhecem bem este assunto e acham que o mais caro é simplesmente melhor sem avaliar se os recursos extras realmente serão usados. Por fim, o tema qualidade de imagem é diferente das capacidades da camera. Uma camera pode ter a capacidade de sensor muito melhor que outra mas possuir uma lente mediocre o que faria com a qualidade de uma camera não profissional fosse melhor que a uma profissional. Qualidade de imagem é um atributo da qualidade do sensor x lente e não função dos recursos de camera.

  • Excelente!!! Sou novato em fotografia e seu artigo ajudou tremendamente. Posso de explorar um pouquinho? Como fotometrar e compor corretamente um motivo (pessoa) em local com pouca iluminação (dentro de um barco, por exemplo) e atrás uma janela mostrando a paisagem ensolarada? Se meço no primeiro superexponho o fundo e se meço no fundo subexponho o primeiro. Quero ambos em foco e janela como se fosse um quadro.

    • Neste caso é preciso usar um flahs como apoio ou um rebatedor para compensar tamanha diferença da exposição. As cameras mais modernas possuem uma função chamada flash de preenchimento justamente para esta situação.

  • Boa noite, Eduardo, ótima matéria, meus parabéns! A lista de situações típicas me fez pensar numa que devo vivenciar em breve e fiquei pensando no ajuste correto da fotometria: cão absolutamente negro em fundo branco. Se eu subexponho pra ressaltar sua pelagem, acabo deixando o fundo cinza. Se superexponho pra corrigir o fundo, deixo-o com o pelo mais claro, talvez tendendo ao cinza. Como equilibrar isso pls? Tks, abs!!!

    • Existem varias formas de resolver. Infelizmente sem tratar a foto você deve escolher o que deseja priorizar. Tratando posteriormente com photoshop recomendo fotometrar o cão e deixar o fundo um pouco cinza ajustando o fundo depois no photoshop pois o branco não tem detalhes. Se usar um conjunto de tochas ilumine o fundo cerca de 1 ou no maximo 2 f/stops acima da fotometria do cão que ficará excelente. Abs

  • Excelente texto. Tenho dificuldade com fotos em lugares com pouca luz. Por exemplo, em aniversário ou festas em família. Gostaria que vc me desse algumas dicas de como fotografar nestes lugares (internos).

    • Hoje as cameras possuem excelentes sensores, abuse do ISO e não vá a extremos como a penumbra usando apenas a luz ambiente, use um ponto mais iluminado para fazer as imagens ou o apoio de um flash rebatido. abs

  • Muito bom!
    Costumo olhar a amplitude fotométrica pra realizar este tipo de disparo, mas esse processo demora demais.
    Gostei das dicas!
    Parabéns.

  • Gostei muito do artigo, esclarecedor para iniciantes e amadores, sendo certo que desperta o interesse em aprender mais, aprofundando-se nos tópicos de assuntos pertinentes.
    Parabéns!

  • Oi, Eduardo.
    Ótimas as dicas, sobretudo num tema infinito como exposição.
    Mais que isso, a dica do automático parece combinar muito em situações de viagem em grupo, na quais dificilmente se tem tempo pra ajustes detalhados. Nestas horas vale mesmo é a composição, sobretudo se envolve paisagem.
    abs.
    Mônica

  • Ola Eduardo, sou novo na fotografia, mais aprendi o uso da maquina sempre manual, abertura, exposição, iso, wb, enfim é um desafio muito grande onde as vezes eu peco quando faço fotos em lugares escuros. melhoraram muito quando comprei uma lente 50mm f 1.8 fixa ( realmente o que vc disse sobre essa lente é verdade) mais só uma pergunta vc usa sua maquina totalmente manual, porque na minha concepção um bom fotografo tem que fazer suas fotos com o controle total de sua maquina.

    • Depende muito da situação. No estúdio faço uma iluminação e depois uso a indicação do fotometro para configurar a câmera. Neste caso nunca faz sentido usar o modo automático. Nos ambientes externos, prefiro o manual quando a cena é parada e tenho tempo para escolher a exposição que mais me agrada. Quando fotografo algo mais dinâmico, algo que envolve reposicionamento rápido da câmera, como minhas sobrinhas brincando, tenho preferência por usar a configuração automática e descartar os enganos da câmera, ou fazer ajustes na pós-produção. Infelizmente quando desejamos capturar cenas rapidamente, as mesmas não esperam por você e algum perda na exposição perfeita sempre será aceitável. Existem casos de imagens com uma exposição não tão correta mas que se destacam pela composição ou ponto de vista, portanto a técnica aplicada corretamente não é garantia de uma grande imagem e sim um conjunto mais amplo de aspectos. Como iniciante recomendo que faça o mais simples primeiro, use a abuse do modo automático e capriche na composição e criatividade, em uma segunda etapa complique um pouco mais apurando as técnicas de exposição.

      abs
      Eduardo

  • Olá Eduardo, adorei a idéia do DVD e livro com um guia de campo básico para os mais novatos, estou nessa categoria e penando para me familiarizar com essa parte técnica da fotografia, com certeza esse seu material será de grande ajuda e espero que seja divulgado por esse site. Gostei muito do texto acima, de grande ajuda, valeu pela colaboração.

    • Estou preparando um post bem legal sobre imagens arrasadoras aplicadas em fotografia de cinema, está ficando muito legal… Aguarde que em breve será postado.

  • Bom dia José! Vou te passar algumas dicas considerando que você possui uma câmera profissional. Para locais com pouca iluminação como baladas a dica é usar modo de exposição com prioridade para Shutter e ISO automático. Funcionará bem se a sua câmera possuir bom sensor e você estiver equipado com lente clara, tipo f/1.4 fixa. O resultado é que você conseguirá controlar melhor o tempo de exposição para ou congelar movimentos em 1/125 ou registrar parte deles em 1/60 pois as pessoas estão se movimentando (por isto recomendo controlar o shutter speed), além disto, aberturas grandes tem pouca profundidade de campo e vão causar um desfoque bonito no fundo da imagem (Boket) que vai deixar a mesma arrasadora. Use vários cartões de memória e faça a programação da câmera para um registro sequencial de 3 fotos, isto vai resolver um eventual ¨flare¨ ou ¨glare¨ na lente devido a um disparo de algum canhão de luz, uma delas deve ficar aproveitável. De resto é pura sorte mesmo pois casas noturnas são situações complexas e de alto contraste. Para fumaça não conheço nenhum truque além de evita-la. Deixe o flash desligado ou configurado apenas para atuar na segunda cortina se o lugar for muito escuro ! Use um monopé para ajudar na estabilização, são leves e práticos. abs Eduardo

    • Boa noite tudo bem eu tenho nikon D610 lente 35×70 auto foco e uma lente 50mm 1,4 qual regulagem eu vou trabalhar melhor. E uma nikonD7000 lente 18×105 funciona bem o foco mais lente 35mm 1,8 e 18×70 mm não comsigo fazer o foco já levei pro Valdecir pra limpar as lente e não tem jeito em Porto Alegre Espero um retorno fico muito Agradecido Abraço feliz pascoa

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