Carnaval no DG: celebrações do Acre por Marco Vicentti 4.29/5 (7)

Direto de Rio Branco, que também tem sim seu Carnaval, e não é de hoje!

Marco Vicentti é um acreano natural da cidade de Rio Branco, e trabalha como repórter fotográfico — atualmente na Prefeitura de Rio Branco. Como fotógrafo também participa e organiza expedições fotográficas pelo país e pela América Latina.
Para este artigo Marco nos conta um pouco de sua história com a Fotografia e o Carnaval. Leiam logo abaixo, e vejam suas fotos logo mais:

Como foi o início de seu contato com a fotografia, e o que é ela é hoje para você?

Minha história é longa mas vou tentar resumir. Iniciei na fotografia em um jornal aqui da cidade como entregador de jornal nos anos 90. Ali iniciava a ninha história com a fotografia: nas madrugadas nas entregas de jornal eu via muitos acidentes, aí comprei uma máquina fotográfica compacta de filme. Assim comecei a fotografar nas madrugadas e sempre passava para o jornalista que fazia matéria de polícia e cotidiano aí um dia vi a minha foto na capa do jornal. Fiquei muito alegre de ver minha foto, e daí iniciou minha vida no fotojornalismo.

Já quase 20 anos de fotografia, já ganhei vários prêmios locais. Fotografia mudou minha vida para melhor.

É a primeira vez que você clica no Carnaval?

Fiz a cobertura de outros mas esse foi especial pelo resgate dos grupos tradicionais como Marujada, Jabuti Bumbá, Maracatu.

O que é (ou foi), para você, o Carnaval de Rio Branco?

Um dos melhores carnavais, um resgate histórico dos grupos que não se apresentavam mais em público, e Carnaval sem violência.

Quais os desafios de fotografar esse Carnaval?

Sempre estar atento aos brincantes para congelar momentos incríveis que possam virar uma grande foto que só você congelou.

O que você recomendaria aos leitores que pretendem fotografar nas próximas festas?

Primeiro: planejamento é fundamental para cobrir qualquer evento. Conhecer os grupos ou ritmos, fazer uma visita aos ensaios e visitar o local da apresentação para verificar a luz do local, e ter uma boa lente. Principalmente compromisso com que está fazendo.
  
Marco lembra que tem ainda um outro trabalho, desenvolvido com foco em cadeirantes vítimas de traumas chamado “Eu sou mais eu”. Esse e outros trabalhos podem ser acompanhados em seu Facebook e/ou no Instagram

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Alexandre Maia

Clico, viajo, olho, analiso, converso, e repito — em qualquer ordem!

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