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O lado ácido da fotografia: Sopa de letrinhas

Como diria o famoso PC Siqueira: oi, como vai você? ®

Este é um artigo diferente, que tem a pretensão de fazer parte de uma série diferente. A intenção deste artigo (e da série, se não reclamarem da acidez ou o estoque de remédios pra gastrite ainda estiver OK) é expor o lado azedo da fotografia. Ou seja, aquelas coisas que não foram adocicadas pelas pessoas que se recusam a conhecer bem o ofício do fotógrafo e insistem em falar como especialistas, e glamourizando tudo. Este artigo é dedicado a esses “profundos” conhecedores.

Mas como devem ter reparado no título, isso não é uma mera apresentação. Vamos então ao tema: sopa de letrinhas.

Já notaram como quando você vai comprar algum artigo fotográfico depara-se com mais e mais siglas? E tem-se a vaga impressão de que quanto mais profissional o item mais letrinhas. Por vezes precisamos de alguma alma bondosa que nos explique o significados delas, já que a maioria das pessoas não gosta de ler manuais! Não se pode culpá-las afinal por vezes ele são um tanto chatinhos

Corrijam nos comentários, se algo estiver errado:

1. A Nikon é uma das marcas com mais siglas em seus equipamentos (como bem mostrou, e explicou, o André Fernandes no nosso fórum );

2. Por outro lado, a Canon gosta de embaralhar um pouco as escolhas colocando denominações diferentes em regiões diferentes (a T2i / 550D deste que vos tecla é um exemplo). Como se já não bastassem as nomenclaturas parecidas com as da Nikon (já vi gente falando em 60D quando a Canon nem tinha essa câmera na prancheta – referiam-se à D60 da Nikon).

3. Fazer uso de adjetivos como “mega”, “super” e afins junto às siglas também não ajuda: o que numa marca pode ser considerado “super” em outra por vezes nem é tão especial assim. Fora que só contribuem pra amadores terem uma opinião exagerada quanto a um equipamento (seja o próprio ou o de outro, ou da loja etc).

Vamos a alguns exemplos concretos

Comecemos pela já citada Canon T2i: aqui no Brasil você a encontra mais pela citada referência. Já em Portugal ela é vendida como 550D. E é a mesmíssima câmera! Não à toa a famosa B&H é forçada a colocar ambas referências, para que tanto buscas por uma denominação quanto pela outra deem no mesmo item.

Outro exemplo: estabilizadores. Cada marca tem sua sigla: na Canon é IS (image stabilization); na Nikon é VR (vibration reduction); na Sigma é OS (optical stabilizer); na Tamron é VC (vibration control) e na Tokina é SV (este último procurei e não descobri ao certo, acho que seria stabilizer of vibration, ou algo assim). Definitivamente é mais fácil você procurar fotógrafos que tenham Mal de Parkinson pra aprender a segurar melhor seu equipamento…

Existem outros exemplos, menos evidentes, mas igualmente exemplares. A solução para esta sopa, ao que parece, seria parar de divulgarem siglas de recursos que não próprios da marca com uma “tradução”. Sem sacanagem de letras miúdas, por favor – se é pra popularizar a fotografia, que isso seja feito direito! Assim empresas ganham e fotógrafos idem. Tem negócio melhor do que o que dá ganhos a ambos lados?

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Alexandre Maia

Clico, viajo, olho, analiso, converso, e repito — em qualquer ordem!

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