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Compras fotográficas X Técnica dos 3 “NÃO”s 5/5 (1)

Quanto mais convivemos com outros fotógrafos através de redes sociais como Twitter, flickr ou fóruns especializados percebemos um fato inegável: Fotógrafos estão sempre comprando alguma coisa. Equipamentos, acessórios, livros, softwares, cursos, a lista é infindável, e acredite, há quem tenha de fato uma lista de compras para o ano!

Seja profissional ou hobbista, nós fotógrafos sempre estamos em busca ou esperando uma oportunidade de uma nova aquisição. Como fotógrafo hobbista, Contador e professor universitário na área de Contabilidade, Administração e Finanças, julguei interessante escrever sobre o tema.

O fotógrafo profissional acaba compelido a comprar, pois precisa estar sempre atualizado diante das exigências do mercado ou da necessidade de inovar, sempre alega que precisa investir. Aí “dá-lhe” fazer upgrades de câmeras pois o formato de impressão está exigindo, adquirir novos softwares com ferramentas práticas e imperdíveis, que por sua vez pedem novos computadores para otimizar o processamento, entre outros mil exemplos; É uma “ciranda sem fim”.

O hobbista pode ser o mais compulsivo dos compradores fotográficos, pois ele não vive de fotografia, e pode custear o caro hobby com o que ganha em suas outras ocupações. Enquanto o profissional vincula, ou deveria vincular (!) o custo ao benefício, o hobbista só vincula a compra a seu prazer quase freudiano (!) de ter aquela super lente ou aquele supercomputador. Seria cômico se não fosse trágico para as finanças pessoais de alguns.

Porque é irônico? Esquecendo essa boba divisão entre hobbista e profissional, ambos muitas vezes esquecem que a relação custo X benefício é fundamental a quem quer que seja. Os custos de aquisição geralmente são altos, portanto o retorno quanto ao investimento também deveria ser. E muitas vezes não vemos mudança substancial ou proporcional na qualidade das imagens em função de novos investimentos. Nesse quesito os investimentos em formação tendem a oferecer mais retorno que os investimentos em equipamento, mas isso é tema pra outra conversa.

Voltando aos equipamentos, quantas vezes investimos em algo que não muda realmente o estilo ou resultado de nossas fotos? Talvez isso aconteça pois haja investimentos prematuros e outros até mesmo “forçados”.

Lembro de minha experiência de trocar a Nikon D40, DSLR de entrada, pela minha atual Nikon D300; Além do investimento original na nova câmera veio uma SÉRIE de novos investimentos associados: “Agora o cartão é compact flash”, compremos, “para isso precisamos de um novo leitor de cartão”, compremos, “o arquivo raw é maior, precisamos de HD novo”, compremos, “para trabalhar melhor esse fluxo no novo LR3 precisamos de um computador com processador mais rápido”, compremos, e por aí vai. Compras “forçadas” ou associadas à mudança de equipamento são difíceis de fugir, é verdade, e raramente pensamos nelas antes de comprar um equipamento; Surgem depois, tirando o sono de muitos, planejar é preciso.

Além disso, com maior incidência há a compra prematura, fruto da excitação ou do momento, da oportunidade “imperdível”; Para isso lembro de uma técnica de finanças pessoais que conheci há tempos e que pode ser aplicada a nós fotógrafos diante de uma nova oportunidade de compra: A Técnica dos 3 “NÃO”s, motivo da redação desse texto. Tenho aplicado essa técnica criada para compradores compulsivos e tem surtido efeitos, minimizando as compras fotográficas.

A técnica consiste em dizer a si mesmo três frases negativas diante do momento de dúvida em comprar ou não:

  1. Não – “Eu não posso comprar”
  2. Não – “Eu não quero comprar”
  3. Não- ” Eu não preciso comprar”

Sempre que recebemos um “não”, há uma tendência humana e natural a contra-argumentar, justificar ou rebater a negativa, e é isso que fazemos diante de uma oportunidade de compra. Se conseguirmos passar pelos 3 “não”s  e nos convencermos da necessidade real da compra, minimizamos a possibilidade de arrependimento futuro.

Vamos ver em que consiste cada “Não” na minha visão de compras fotográficas:

1º Não – “Eu não posso comprar”

Pense se tem esse dinheiro em caixa, se esse capital não fará falta, se o recurso já está empenhado em outro gasto ou dívida. É comum ao brasileiro não ter uma cultura de poupança, vivemos gastando o que ganhamos ou até mais do que ganhamos(!). Será que aquele dinheiro em mãos (geralmente compramos à vista) não é o recurso que vai pagar uma despesa do mês seguinte? Profissionais devem pensar muito nisso, já que faturam em função da época, do fluxo financeiro dos contratos com clientes ou agências, recebimentos raramente lineares e sujeitos a atrasos.

Caso você realmente possa comprar, passe ao “não” adiante.

2º Não – “Eu não quero comprar”

Você quer comprar algo porque realmente quer ou porque está barato, é uma promoção, ou oportunidade “imperdível” ou o que quer q seja? Cuidado com as ilusões, estamos sempre tendo oportunidades de compras fotográficas, seguimos ou recebemos emails de lojas de equipamentos, amigos sempre linkam “mega-oportunidades” nas redes sociais, sempre tem alguma boa oferta de algo que nem queríamos há dias atrás.

Aí a lista de compras citadas no inicio do texto tem valor, não nos deixa sair do foco do que queremos de verdade. Devemos comprar o que realmente queremos e não o que nos oferecem, para não correr o risco de adquirir algo que parecia o máximo no momento e hoje não parece mais. Quem nunca passou por isso? Tem fotógrafo que desconta sua necessidade de evoluir tecnicamente na compra de equipamentos, pode ser um caro equívoco.

Se você sabe o que quer, pode passar ao derradeiro terceiro “não”.

3º Não – “Eu não preciso comprar”

O mais difícil, porém o mais decisivo dos “não”s, pois exige autocontrole.

Você não tem necessidade de comprar aquilo e está comprando por momento, será que tal equipamento não vai ficar encalhado em sua casa/estúdio?

Nós fotógrafos temos essa miopia às vezes, e podemos comprar algo totalmente desnecessário, e geralmente dissociado de nosso estilo fotográfico.

Duas reflexões se fazem necessárias nesse “não”: Uma é pensar na habitualidade com que usamos tal equipamento e a outra é o retorno/diferencial que este possa proporcionar ao resultado final de nossas fotos. Fotógrafos profissionais devem pensar ainda no aumento de retorno financeiro que a aquisição deve dar no valor de suas fotos.

“Eu acho linda a luz tal, produzida pelo equipamento “X”, mas quantas vezes eu usaria tal iluminação?” Compramos no impulso, produzimos poucas vezes com aquele equipamento tão desejado, e já o encostamos; O custo X benefício foi pro espaço. É o exemplo da ausência de habitualidade no uso futuro daquilo que almejamos comprar. Se não usamos o retorno é irrelevante, e dificilmente agrega valor ao preço das fotos na venda, salvo raras exceções.

Exemplo da segunda questão é a ausência de ganhos no resultado final, o que pode ser facilmente observado na aquisição de objetivas. Volta e meia nos oferecem superteles, que poderiam ser ótimas para fotojornalismo ou fotografia de natureza, “ 400mm f/4, que loucura! E eu com isso?” Falando de meu caso, fotografo ensaios pessoais e manifestações populares, ênfase em retratos, a 200mm já dá e sobra na rua, sendo que utilizo mais fixas nos ensaios, é meu estilo; Se eu comprar uma 400mm, por mais barata que esteja, vai ser subutilizada, não é?  Isso é o meu caso, cada um vive seu estilo e tem suas demandas, não existe regra.

É preciso linkar nossa necessidade de compra ao nosso estilo fotográfico; Se a aquisição não for agregar a esse estilo, se suas objetivas atuais dão conta, para que comprar mais?

Recentemente fiquei meio encantado com o preço e oportunidade de comprar uma lente 35mm f/1,8; Já estava querendo comprar e fui conversar com o amigo e mestre Almir Jr ( http://www.almirjr.com/ ), e ele disse “Amigo, você possui uma 50mm f/1,8 e uma 85mm f/1,8) a diferença entre a 50mm f/1,8 e  a 35mm f/1,8 é uma questão mais de posicionamento e enquadramento, já que a qualidade ótica é equivalente.”  Ele me trouxe à realidade, melhor esperar e investir em uma semi-grande angular mais clara, coisa que não possuo e poderia fazer diferença em minhas fotos. Isso vale para acessórios, modificadores de luz, e por aí vai.

Conversar com amigos ajuda também não é? Quanto mais informação um mínimo de cabeça fria melhor.

Então é isso, se sua disposição em comprar resistiu aos três ‘NÃO’s, pode comprar tranqüilo, pois a chance de se arrepender depois já foi minimizada, deve estar se sentindo mais seguro da aquisição.

Caso não tenha resistido a essa “peneira” psicológica, sua compra fica pra próxima, e acredite, oportunidade não faltará, não é mesmo?

Boas compras, bons cliques e até a próxima.

Ps. – Para encerrar pense no seguinte adágio: “Quem compra o que não pode, venderá o que não quer!” Boa reflexão.

 

foto: Shutterstock.com

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Gosta de algum dos artigos abaixo?

  • Muito bacana! Eu achei tudo isso muito interessante!

  • Oi, tudo bem?

    Não poderia deixar de comentar, artigo muito bem feito!
    Sensacional!

    Abraços,

  • Olá,

    Muito bacana o conteúdo! Parabéns!

    Att

  • Júlio Pizzolitto

    Excelente texto. Depois de usar várias compactas digitais decidi adquirir uma DSLR. Qto à câmera já decidi. Será uma Nikon de entrada. O difícil está sendo em escolher a lente ou as lentes mais adequadas para o que pretendo. Mas estou estudando sobre para não gastar a toa.

    Concordo com o Renner. Este texto deveria ser lido pelas mulheres. hehehe Vou mostrar pra minha.

  • Luiz Carlos Brasil

    Gostei muito do artigo e, vou recomendar a alguns amigos que pensam que fazer boas fotos só depende da sofisticação do equipamento.
    Obrigado

  • Cristiane Maietto

    Ótimo artigo. Profissional ou não, acredito também que nós brasileiros não temos o costume de poupar muito, e realmente às vezes a vontade na aquisição supera o retorno financeiro. Acho que todos devem ter um amigo ou colega que já comprou algum equipamento que fica encostado na maior parte do tempo (infelizmente).

  • deliotech

    Sou profissional em Santos-SP e nos últimos anos tenho visto sucessivas tragédias …
    Tem o caso do cidadão que chegou na Santa Efigênia e encomendou um computador poderoso para edição em full HD (Core i7, dois HDs, etc.). Tudo isso no intuito de aprender edição. O computador ficou em 6 mil e gerou incontáveis multas em seus cartões de crédito. Para cobrir o rombo houve a necessidade de contrair empréstimos pessoais e o final da ópera é que ele acabou pagando dois computadores. Não houve ganho de qualidade nenhum no serviço que ele oferecia por que edição de video não é algo que se aprenda da noite para o dia, principalmente quando se está tendo pesadelos à noite com o mar de contas à pagar …
    Outro caso foi o do videomaker que convenceu esposa e cunhados a financiar juntamente com seu cartão de crédito a compra de uma camera broadcast Sony último tipo. De novo uma sucessão de dívidas impagáveis foram contraidas, com uma diferença – o cidadão conseguiu criar um clima de terror dentro da própria família !
    O salto foi mal calculado.
    Como ele não tinha uma clientela de nível estabelecida, teve que continuar vendendo seus trabalhos pelos mesmos preços praticados ateriormente. O ganho de qualidade proporcionado pelo novo equipamento era tão pequeno que escapava à percepção do cliente !
    Hoje em dia penso dez vezes antes de adquirir um novo equipamento. Procuro enxergar a questão pelo ponto de vista do cliente.
    SERÁ QUE O CLIENTE IRÁ PERCEBER NO PAPEL DIFERENÇA SIGNIFICATIVA NESSAS FOTOS QUE ESTOU TENTANDO VENDER ???
    Se houver a menor dúvida, caia fora.
    Mario Delio fotógrafo de eventos em Santos-SP 12Mai12.

  • Ana Paula

    Gosto de fazer efeitos de profunidade de fundo de disfocar fundo e aquelas fotos perfeitas de flores .. O que me aconselharia a comprar destas marcas, pode ser algo que tenha essas funções e que tenha um investimento nada muito alto, tipo de profissional . Que eu conseguiria adaptar lentes ou filtros teria alguma ?
    Essa máquina que tenho me disseram no curso que fiz que tem uma lente olho de peixe e até alguns filtros no site da Sony dizem que não existe mais ,saiu de linha. No mercado livre algumas pessoas dizem ter acessórios similares e que se encaixam nela .. sabem me dizer se é verdade? o efeito é bom ?
    Viajo em OUTUBRO, por favor me ajudem a me orientar até lá na troca de minha máquina ! Adorei o texto dos 3 nãos e parei nos dois últimos.. agora estou relembrando alguns itens so curso que fiz da lentes e etc.. adorei o site estão de parabéns!

  • Ana Paula

    Boa noite.. adorei esse forum, muito bom! Eu sou amadora, fiz um cursinho básico e acho muita informação em pouco tempo principalmente porque não uso constantemente a máquina, mas acho fantástico e as vezes gosto de brincar com ela em lugares que viajo ou festinhas .. Tenho uma Sony dsc hx1, estou querendo repassa-lá por outra mais atualizada de preferência Canon ou nikon, e preciso de ajuda para escolher dentro do meu perfil de curiosa.

  • Paulo R de Oliveira

    Muito interessante sua observação. Parece até que me conhece, e escreveu para mim. Já fiz tanta compra, e estou com muito equipamento que quase não uso. Obrigado pela dica, vou pensar mais, pesquisar mais antes de comprar.

  • Renner

    otimo post!!!
    Isso serve tambem no dia-a-dia pra qq produto tb!!!
    as mulheres deveriam ler isso antes de ir ao shopping!

  • Daniel

    Sábias palavras, muito mais importante que equipamentos, é a tecnica, estética e aprimomamento do estilo pessoal de cada um, confesso que tb tenho a minha lista hahaha mas sempre penso se aquele equipamento irá gerar mais lucro, ou percepção de qualidade pelos clientes. Só valeu apena investir se for assim.

    Nem olho mais o site da B&H… choro de raiva mesmo…

  • William e Aurea

    Olá Igor, muito bom seu post!!

    Eu acabei de fazer uma compra uns dias atraz, e bem alta por sinal, mas acho que intuitivamente passei pelo crivo dos 3 nãos…. hoje lendo seu artigo vejo que foi importante mesmo.

    Sou fotógrafo de casamento e a aquisição de mais uma câmera, já que eu só estava com uma, era uma coisa que estava me atormentando, não posso ficar esperando que uma quebre pra poder comprar outra….

    Mas é muito válido sim esse método de auto questionamento…

    Parabéns

  • Alexandre Maia

    Eu, já ao final do texto, planejava comentar que há a tática de manter o equipamento ao mínimo necessário, aí vi seu P.S., que passa a exata ideia do que eu queria dizer:

    se você não quer andar com lentes e mais lentes e pensa em trocar, pense bem no benefício da nova lente e na perda que poderá sofrer abrindo mão da lente que vai vender.

    Não faz muitos meses eu troquei uma Canon XSi e uma 18-200mm da mesma marca por uma T2i. Eu sentia que estava ficando inviável muitas vezes limitar-me ao ISO 1600, mesmo com flash e objetiva f/2.8 (a 17-55mm, que comprei depois da 18-200). Sinto uma pequena falta às vezes de uma teleobjetiva, mas nada que me deixe "ah, droga, uma tele aqui era essencial, eu PRECISO de uma tele logo!".

    Isso me deixa muito feliz com a troca que fiz (por sinal, a 17-55 comprei num preço muito bom, e a T2i idem [até por ter sido só o corpo]).

    Ah, e as experimentações…

    Tenho um grande amigo canonzeiro como eu que me ajuda deixando-me testar as lentes dele pra ver se me dou bem com elas e etc. Ontem mesmo testei uma 85mm 1.8 dele e curti, mas senti suas limitações pra o que gosto de fazer (confirmei que teles *não* devem ser prioridades minhas). Acho que se você tem oportunidade de testar o que pretende comprar e sentir as possíveis limitações que aquilo puder lhe trazer, será muito bom – e pra isso também servem os amigos, não apenas pra lhe convencer de uma coisa ou outra, puxando a sardinha pra um lado ou outro.

    Gostei muito de ver este artigo, Igor!

  • Muito legal, eu fiz isso ai e em vez de comprar um T2i como hobbista, comprei um canon S95 e estou me divertindo, se tivesse comprado a T2i estaria gastando com lentes e outras coisas, mas está nos planos para o dia que o caixa permitir com folga =)

  • Excelente Xará, texto que traduz a relidade da maioria dos Jovens que ingressam na fotografia, Compra equipamento por comprar e esquece o fundamental, a Arte. Abraço

  • Ótimo texto!

    Todos deveríamos ter uma educação financeira antes de nos dedicarmos à qualquer profissão, principalmente na fotografia, tão ligada à equipamentos e tecnologia.

    Parabéns!

  • Excelente o texto. Trabalho há anos no audiovisual, e fotografo por hobby, procurando utilizar as técnicas que aprendo com fotógrafos e diretores de fotografia.

    Porém, sempre considerei pertinente pensar no quanto mesmo vale investir em tudo que vejo pela frente.

    Estou planejando a aquisição de meu primeiro conjunto reflex com lentes, faz 1 1/2 ano. Decidi comprar somente agora por perceber a sazonalidade de tantas coisas.

    Em relação aos acessórios e lentes, pesquisei ainda com mais afinco, pois podem ser mantidos por longos anos desde que os fabricantes não alterem baionetas e "monturas" dos corpos de seus equipamentos.

    O lance é esse mesmo, não desperdiçar e nem comprar por impulso.

    Obrigado por esse post.

    P.A. Nogueira

    Diretor de produção de cinema

  • Claudio Higa

    Otimo e providencial post!

    Principalmente para pessoas, que como eu, sao hobbista e moram no Japao, lugar este em que cada habitante parece ter ja nascido com uma DSLR pendurada no pescoço…

    Duro de se segurar, viu?

    Neste exato momento estou tentando me convencer de que NAO QUERO, NAO PRECISO E NAO POSSO COMPRAR uma lente ef-s10-22mm que vi ontem em promocao…

  • Thiago Motta

    Conversar com amigos pode ter o resultado contrário também hehe

    Eu me forcei a seguir os 3 nãos em meados do ano passado em relação a uma 200mm. Mas eu havia saido dos trabalhos que me exigiriam essa objetiva, além de estar um pouco distante da fotografia em geral pela proximidade da minha defesa de mestrado e concurso pro doutorado.

    Eu já havia decidido não comprar mas numa conversa com amigos, mesmo conhecendo a situação me chamaram de louco e que não devemos jogar ertos tipos de promoção fora… Mas fiquei tranquilo porque de fato me faria muita falta a grana que ela me levaria hehe

    No momento estou passando por isso novamente ao programar ações e investimentos de 2011.

    Excelente texto que deve ser aplicado as diversas profissioes que exigem investimento em equipamentos.

  • Texto de grande utilidade e aplicabilidade, Igor. Parabéns.

    Gostaria de retransmiti-lo para os usuarios inscritos no meu site.

    Peço autorizar, se concordas.

    Cordialmente

  • Márcus Montei

    Salve amigo! Muito legal a postagem.

    Eu mesmo já me vi em diversas situações citadas.

    O ironico é que descendo a página pra comentar, já me deparei com diversas "ofertas imperdíveis".

    Ainda bem que resisti.

    Abraço.

    Márcus.

  • Gilvan Oraggio

    Ótimo post.

    Depois de ler tudo isto, damos de cara com vários links com câmeras em ofertas imperdíveis!!

    Como resistir??? :smile:

  • Logo agora que estou p/ comprar minha 50mm?? rsss… tenho andado meio apertado mas eu estou realmente precisando dela.

    Um ótimo post!

  • Elaine Regina

    parabéns Igor, ótimo texto. Eu mesmo preciso aprender a me policiar e planejar melhor.

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