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Cropada vs. full-frame: dê-me licença enquanto reclamo 4.33/5 (3)

Jeff Guyer explica porque equipamento top como pré-requisito não faz muito sentido. Fator de corte, então…

via DIY Photography

OBS: se não souber o que é fator de corte, recomendo ver aqui. ;)

Considere isto: cada foto significativa na história do meio foi tirada com uma câmera menos avançada tecnologicamente do que a que está em sua bolsa no momento. Cada imagem culturalmente icônica. Esportes. Moda. Guerra. Política. A lista continua. Independentemente de terem filmado digitalmente ou em filme, as câmeras com que foram tomadas são todas as notícias de ontem, especialmente quando comparadas lado a lado com a seleção atual de DSLRs.

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Por que estou dizendo isso?

Nossa história começa com um e-mail há um tempo atrás que era assim:

“Querido Jeff:.

Foi um prazer falar com você ao telefone hoje sobre a nossa vaga atual para um fotógrafo. Nós examinamos o seu site e portfólio, e amamos o que vimos. Estamos muito entusiasmados com a perspectiva de trabalhar juntos. Tenho uma pergunta, todavia. Você mencionou no telefone que você fotografa com a Nikon D300. Isso é uma câmera full-frame? Estou perguntando porque ter um câmera full-frame é um requisito para este trabalho….”

Para ser honesto, eu pensei em mentir. Afinal de contas, eu tinha contas para pagar, e se ela ainda tinha feito a pergunta, em primeiro lugar não havia nenhuma maneira dela saber a diferença, certo? Antes de responder, eu repliquei com um e-mail perguntando por que full-frame era tão importante para este trabalho.

“Bem, porque eles são apenas melhores, certo?” foi a resposta.

“Atire em mim. Atire em mim agora”, pensei.

Em última análise, eu fui claro e disse-lhe que a D300, na verdade, não tem um sensor full-frame, e que todo o trabalho maravilhoso que ela tanto admirava no meu site — o trabalho que apenas cinco minutos antes tinha sido exatamente o que eles estavam procurando — tinha sido tirada com uma câmera de sensor com fator de corte. Imaginei que minha honestidade iria ter êxito, uma vez que o meu trabalho poderia e deveria falar por si. Afinal, eu era exatamente o que estavam procurando, certo?

Errado. Meu segredinho sujo me traiu. Liquidado pelo meu sensor cropado tão comum. E sim, isso ainda me deixa com raiva.

Eu ficaria menos incomodado por esta tendência em pré-requisitos, se eles tivessem alguma razão sólida para isso, baseada na tecnologia. “Porque eles são apenas melhores,” não justifica. Melhor do que o quê? Melhor do que os anos que passei a aprender, praticar e aperfeiçoar o meu ofício? Melhor do que o tempo dedicado a aperfeiçoar a minha técnica de iluminação local? Melhor do que o quê, exatamente?

Tentei explicar-lhe que a Rebel do ebay que sua filha usa durante as filmagens para o jornal do ensino médio é uma câmera muito melhor do que aquelas utilizados para as capas das Sports Illustrated, Newsweek, National Geographic, etc, tão recentemente como há dez anos atrás. Tentei dizer-lhe sobre um amigo cujas imagens de sensor cropado foram apresentadas em outdoors. Eu perguntei se ela exigia que seu marceneiro usasse uma determinada marca de martelo, enquanto construía sua casa. Eu realmente não perguntei isso a ela (pelo menos não em voz alta). Mas eu realmente queria.

O que fazemos — os resultados, as imagens, o feedback — é muito mais importante do que o que fazemos com isto. Estará a casa indo pelos ares numa tempestade? Está a transmissão caindo para fora do carro quando passa por uma lombada? Estas são as coisas que importam, certo? Sim. Exceto quando não o fazem.

Pausa para um aviso: não estou, em hipótese alguma, a comentar aqui sobre os prós e contras do quadro cheio. Eu não preciso de uma inundação de comentários com todas as razões por que é muito melhor. Há espaço tanto para as cropadas quanto para as full-frame no que fazemos e eu integrei ambos a meu fluxo de trabalho.

Cerca de seis meses atrás, eu estava trabalhando em um novo site para a Guyer Photography. Como muitos fotógrafos, eu tinha uma página detalhando o equipamento que eu uso. Um amigo meu (que por acaso é editor aqui no DIYP) me disse para livrar-me dela, dizendo-me que as pessoas não iam me contratar baseadas no equipamento, e ele estava certo. Infelizmente, existem algumas pessoas ignorantes por aí que não vão contratá-lo, com base no equipamento que você usa. Em ambos os casos, não faz sentido em anunciar.

Estamos todos em busca do cliente perfeito. O cliente que nos contrata por nosso trabalho e nossa visão, dando-nos o espaço para fazer o que fazemos. Se você é cínico (ou realista) como eu sou, talvez você tenha uma lista mental de bandeiras vermelhas que identificam os clientes que você não quer. Para mim, qualquer cliente potencial que se preocupa mais com a câmera do que o que eu posso fazer com ela simplesmente não é um bom ajuste. Eu entendo. Você tem contas para pagar e uma família para cuidar. Enquanto você pode ser tentado a investir em full-frame apenas para se certificar de que você “qualificar” para cada emprego lá fora, lembre-se que, no longo prazo, a qualidade da produção é o que realmente importa.

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Aqui no Fotografia-DG já publicamos textos bem interessantes sobre a (pouca) importância de qual equipamento você utiliza, se você possui talento para explorar até o limite dele ou mesmo ir além das possibilidades “oficiais”. Seguem links para alguns dos quais me recordei:

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PS: possíveis lapsos na tradução podem ser apontados nos comentários. Fiquem à vontade!

agradecimentos a Lamartiny Sales Santos
por divulgar o link original

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Alexandre Maia

Clico, viajo, olho, analiso, converso, e repito — em qualquer ordem!

Também estou no blog da D&M Photo.

40 Comentários

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  • Olá, meu nome é Tony Villa Nova e depois de vários anos fotografando de brincadeirinha resolvi enfrentar o mundo profissional lendo e pesquisando em vários sites e livros e em um artigo neste próprio site sobre a Mikiko Hara Zeiss com a “Ikonta “folding” câmera dos anos 1930, sua fiel e inseparável parceira. A câmera foi adaptada à uma lente Agfa Solinar de 75mm f/3.5, produzida entre as décadas de 1950-1960 para os modelos Super Isolette da empresa alemã Agfa”. Cara aí está a mais bela tradução do que seja um fotografo e seu olhar grato por mais uma discussão pra lá de esclarecedora que mostra que o equipamento não fotografa sozinho, ele apenas traduz o que o olho do fotografo vê e sente.l

  • E hj?
    Manteria as mesmas posições da época do artigo?
    Fui fotógrafo amador de 2004 até 2012 (Fuji S5000), em 2013 comprei minha primeira dslr e comecei a fazer alguns Free lances, a maioria como segundo fotógrafo emeventos de casamento onde uso uma lente Nikor 17-55mm 2.8.
    Quais os benefícios em mudar para uma Full Size?
    Abraços :)

  • Pelo que entendi, uma Nikon D7100 dá o mesmo resultado que uma D810 ou até um D4 que custa umas 4 ou 5 vezes mais.
    Então, quem compra estas últimas fá-lo apenas para satisfazer requisitos dos seus potenciais cllentes e não por serem burrinhos.

    • A depender do que se pretende fazer ao final e, claro, do tipo de exigência que o assunto pede, sim, dá basicamente no mesmo. O que não significa que necessariamente qualquer um que invista numa D4 ou uma D810 ao invés de uma D7100 esteja sendo perdulario ou coisa do tipo.

    • No sentido de que poderia usar, por exemplo, uma abertura ƒ/4 no lugar de ƒ/2.8 com a mesma velocidade numa mesma cena em que uma APS-C ou de menor sensor só poderia fotografar bem com abertura maior configurada, não. Pode ocorrer mais captação de luz pelo sensor por ele ser maior na área e por isso afetar a fotometria, mas depende da cena e etc — em outras palavras, mesmo considerando uma área de proporções de sensor APS-C num sensor FF, a ful-frame não capta mais luz que a "cropada".

  • Você não tem Mac para editar as fotos? Então vou fazer o serviço com alguém mais profissional. Clientes babacas. Comem ovo e arrotam caviar.

  • Li cada um dos comentários, e concordo com cada um. Mas, se você vê a questão da diferença entre cropada e Full frame. Poderemos vê na seguinte perspectiva: Em relação ao fator de corte, somente influenciará a distância do objeto a ser fotografado. É a mesma coisa que pegar uma câmera full frame antiga com 8 megapixel, e comparar com uma cropada atual de 24 ou 36 megapixel . qual oferecerá a melhor qualidade de imagem?? Digo "qualidade", pois certamente os equipamentos mais novos irão te oferecer melhor qualidade. Agora, quem oferecerá a melhor foto?? Aí já não é a máquina que oferece, e sim o fotógrafo experiente! Se o fotógrafo que oferece a melhor foto, se unir com a melhor câmera que oferece melhor qualidade, tanto full frame como cropada. Só obteremos uma excelente foto!! Como disse nosso amigo Pri junior "comprei minha primeira Full frame uma D610, a qualidade de imagem, de profundidade de campo, no bokeh, no dinamic range, o iso, para focar principalmente em locais escuros e tao grande que basicamente parei de tratar minhas fotos." Teremos que dar a mão a palmatória! a full frame sempre sairá na frente para oferecer a melhor qualidade. Una a melhor qualidade com a sua experiência!! Esse assunto tem muitos panos pra manga!! Outra: É melhor você ter uma foto granulada ou vir sem a foto batida? rsrsrs P.S. A minha ainda é uma Nikon D7000; Até arranjar dinheiro pra comprar uma Fullframe! Mas não não estou desesperado; satisfaço meus clientes com a cropada mesmo!

  • Bem, vou dar minha opiniao por muito tempo utilizei camera cropada, muito tempo mesmo, gosta delas, da ergonomia e do valor principalmente, ja tive Nikon D100, D300, Canon t1i, t2i, t3i, 60D, tenho duas D7000 trabalhei com ela durante muito tempo, muito tempo mesmo, comprei todas as lentes que queria 85, 35, 50 etc com minha D7000 e dou essa dica, compre primeiro as lentes, vale mais a pena.Mas, bem, comprei minha primeira Full frame uma D610, a qualidade de imagem, de profundidade de campo, no bokeh, no dinamic range, o iso, para focar principalmente em locais escuros e tao grande que basicamente parei de tratar minhas fotos. Não por presunção, mais por que era totalmente desnecessario devido a qualidade de imagem que produz. Se voce Tiver todas as Lentes que um dia gostaria de ter e tiver grana, vale cada centavo passar para o formato full frame. Hoje entendo porque grandes fotografos como araquem trabalham de full frame e o salgado com medio formato em alguns casos.

  • Uso uma D90 da NIKON e minhas imagens agradam muito que as vê.
    Ainda não senti necessidade de adquirir uma full frame.
    Ninguém nem percebe que não é uma câmera top.
    As pessoas inventam cada uma….
    Gostei demais de suas considerações, viu?

    • Não são minhas, Tânia, embora eu concorde com elas. O autor, como consta no início do artigo, é Jeff Guyer.

  • Caro Alexandre,
    Parabéns pelo seu post! Eu também sou exatamente da sua opinião. Também fotografo com APS-C, mesmo tendo possibilidade de trocar para "full-frame" na ultima viagem que fiz. Ainda sou mais discriminado por nao usar nem Canon nem Nikon, e sim uma Pentax, que eu gosto tanto e vejo muitas vantagens dela em cima das outras marcas.
    Outra coisa: eu escrevi "full-frame" entre aspas, pois esse nome é puro marketing dos "grandes" fabricantes de câmera e não condiz com a realidade. É "full" de que? Simplesmente "full do pequeno formato ou formato 135. Depois disso ainda temos médio e grande formato, que são ridicularmente maiores que o nosso chamado "full-frame" que na minha opinião não deveria ter esse nome. Full-frame mesmo, só os nossos olhos, que são o que realmente contam na hora de fazer uma boa fotografia.
    Valeu pelo artigo.

    • Concordo que existem formatos maiores, mas há também uma questão menos técnica e mais prosaica para o mercado chamar de "full-frame": o fato de a grande maioria dos fotógrafos, considerando profissionais e amadores, não utiliza câmeras que não estão acima das dimensões de um filme 35mm.

      Não digo que o mercado está certo, apenas que há um motivo que não é de todo insensato para essa denominação.

  • Olá pessoal…
    Quanto mais tecnologia melhor! Isso, a principio deveria ser para facilitar as coisas para nós, fotógrafos…mas….eu, nos meus últimos 50 nos de fotografia, cheguei a seguinte conclusão: foto tem q ser boa. Ponto. Foto tem que emocionar. Ponto
    Há muitos anos atrás, vi uma exposição do David Hamilton onde havia um painel com fotos feitas por ele com Polaroid. Eu, cheio das minhas Nikons e Hassels, não conseguia chegar nem perto…e olha, que na época eu era um dos tops na publicidade.
    Acho que não preciso dizer mais nada. Ponto.
    Abraço amigos!

    • Eu ando justamente reduzindo meus equipos e procurando voltar a clicar com mais feeling, como eu fazia nas primeiras câmeras, justamente por isso.

  • Infelizmente acho que tem muita gente nesse post que nunca ouviu falar em Bresson, Verge, carlos moreira, salgado…entre outros…são ícones da fotografia e isso por que não existia digital !!!!
    Não é a máquina que vc carrega que vai dizer que vc é um ótimo fotografo e sim sua postura profissional, atitude e responsabilidade no que esta fazendo….São detalhes muito importantes para um verdadeiro profissional !!!
    Conheço muitos fotógrafos que possuem 5D.. 600D… e dai mal sabem manusear equipamento , estão mais pra se mostrar que tem grana pra usar equip caros e lentes caras, muitos nem sabem segurar a Câmera do modo certo…..afffffff

  • Uma camera full-frame é realmente uma camera profissional,agora uma cropada não porque muitos consumidores finais possuem para fins pessoais. Imagine chegar para gravar um comercial em um cliente ou fotografar e ele ver que voce possui a MESMA CAMERA que ele usa para fotografar a familia nos finais de semana???

    • Não há problema aí, se você demonstrar que o que você faz difere do que o cliente faz. Fora que provavelmente o cliente não sabe muito do que você sabe, tanto em termos de técnica na hora da captura quanto em termos de uso em geral do equipamento, incluindo como aproveitar recursos que seu cliente talvez nem entenda.

    • Na boa, conheço pessoas que tiram fotos melhores e mais bonitas com câmeras compactas e de celular, limitações sempre existirão, mas existem várias formas de driblar isso, conheço pessoas que tem FX e não sabem tirar fotos, ficam no arroz e feijão sempre…
      Lembre-se amadores fizeram a arca, profissionais o titanic…

    • Se o Ayrton Senna chegasse dirigindo um chevette, e você tivesse uma BMW, isso não te faria melhor piloto. Faria? Talves mostrasse que você é mais rico, mais não melhor.

  • Já aconteceu comigo isso… Uma empresa me procurou para fotografar um evento que ela iria fazer, mas pediram que eu enviasse um e-mail a eles com o meu equipamento, e assim fiz, depois que enviei, me ligaram na mesma hora dizendo que não queriam mais…

    • Bom, fica o aprendizado: da próxima vez, não envie a lista de equipamentos, envie seu portfolio! ;)

      Ah, e não esqueça de omitir seu equipamento lá no seu site, pois isso só agrada aos que babam equipo por motivos bestas (incluindo possíveis clientes) e às marcas, que adoram a publicidade gratuita nas citações.

  • Eu fui o que se pode chamar de precursor na introdução do 35mm na fotografia social no RJ alí pelos anos 90, o ideal era o formato 120mm. Os álbuns eram confeccionados basicamente no tamanho 24x30cm. Além de reportar com uma Nikon N90 Flash SB28, tive a ousadia de fazer fotos ampliadas no tamanho 50x60cm para os tão requeridos posters de assinatura, utilizava o filme PROIMAGE da KodaK. Me lembo que numa Feira de Noivas que participei, coloquei um poster de uma debutante, aí foi uma romaria de fotógrafos para conferir e constatar que era possivel sem o comprometimento da qualidade. Muitos depois disso migraram para esse formato que era muito mais prático. Na tecnologia digital, comecei com uma Nikon d70 e ho tabalho com uma d90 e Não tenho nenhum arrependimento. Claro uma full frame é o sonho de consumo de qualquer fotógrafo. Ainda não é prioridade.

  • Por motivos de segurança, tenho usado uma câmera compacta (SONY DSC-WX100 18Mp) para minhas fotos de rua. Raramente uso minha D7000, a ponto de até esquecer de como utilizar alguns de seus recursos. Tenho gostado tanto de sua praticidade e dos resultados que planejo comprar uma rangefinder digital ou uma câmera como a Canon Powershot G1X que grave fotos no formato RAW. Tem que ser pequena e discreta. Quando viajo para o litoral norte do Rio Grande do Sul, aí sim levo minha DSLR para fotografar paisagens e o céu estrelado.

    • Uma boa compacta premium certamente seria bem mais negócio para você, realmente, do que ter uma DSLR e raramente usá-la…

  • Na minha humilde opinião;o que importa é o trabalho bem feito e se o equipamento necessário for um a full frame,que deem uma pro fotografo e parem de encher com essas idiotices.

  • Todos os mercados estão impregnados por essas “verdades absolutas”, normalmente propagadas por um chefe ou pessoa conceituada no seu campo de atuação, e que são replicadas como como tal.

    Quando alguém que está buscando conhecimento escuta uma máxima como essas, tende a replicar a informação por acreditar que ela está certa.

    Outros tantos, que conhecem a inconsistência da informação, a propagam para puxar o saco do chefe, ou para mostrar alinhamento com a cultura gerencial da empresa e tentar garantir o emprego por mais uma temporada.

    Esse caso é de arrepiar. Adorar do trabalho do Jeff e estar preocupada com que máquina ele foi feito? Uau, santa ignorância. Se existe alguma questão técnica para preferir uma Full Frame, como a impressão em grande formato, tudo bem. Contrate o Jeff por um bom salário e informe-o ele terá que comprar uma câmera desse tipo com a bela remuneração que ele terá na nova empresa.

    Esse tipo de debate promovido pela Fotografia DG ajuda muito a desmistificar essas “verdades absolutas” que ofuscam tantos talentos esquecidos que estão em busca de uma posição no mercado.

    • É um prazer colocar discussões aqui, e ir além das notícias de novos equipamentos e etc. Gostamos de discutir ideias também! =D

  • Muito legal a reprodução do post (e a tradução está bem feita, sim). Impressionante como as pessoas se vinculam às características do equipamento que o profissional usa.
    Eu, particularmente, preferia ser operado pelo Adib Jatene usando um canivete velho do que um cirurgião novato utilizando a mais avançada tecnologia eletrônica…