Entre o “analógico” e o “digital”: experimente!

Venho de uma geração fotográfica analógica, onde grande parte do processo do trabalho na fotografia era mais “manual” do que essa nova realidade digital, que vivemos atualmente. Não posso afirmar ter sido melhor ou pior, mas acredito que quem vivenciou essa fase tem uma base mais completa, no que se refere à vivência do processo histórico da fotografia e até mesmo na parte da prática  fotográfica.

O fotógrafo precisava de um maior conhecimento sobre todos os processos de um trabalho fotográfico (luz, composição, equipamento, finalização etc), já que não poderia analisar o resultado de maneira imediata (hoje possível através dos visores dentre outros recursos da “Era Digital”). Ter que, por exemplo, repetir todo trabalho poderia gerar grandes prejuízos ou ser inviável. Os resultados/fotos eram vistos muitas vezes dias após a execução do trabalho, o erro precisava ser evitado com conhecimento e “domínio” pleno da fotografia.  Era uma realidade bem diferente da que vivemos atualmente.

Contudo, é inegável que o fotógrafo analógico teve como grande diferencial a precisão e vivenciou o lado “romântico” da fotografia, revelação, laboratório, filmes etc. Ainda é possível praticar um pouco esse processo, mas a cada dia se torna mais dificultoso encontrar filmes, papel, químicos etc. Acho válido para toda a “Geração Digital” a prática da fotografia analógica. Então, experimente!

Para já começar a brincar um pouco com essas duas fases da fotografia  vou seguir com uma dica de software/plugin de edição da empresa Alien Skin Software: o Exposure, que já está na versão 3 e traz ferramentas de edição baseada nos filmes fotográficos para o mundo digital. Vale a pena conferir um pouco das algumas variações de resultados que vivenciávamos na “Era Analógica” no que se refere a filmes e técnicas de revelação.

São mais de 500 técnicas analógicas: processos cruzados, filmes, cromos, Polaroid, Daguerriótipo, Vintage etc. Para cada processo, você pode modificar resultados de acordo com seus objetivos e criatividade. O resultado são fotos que parecem ter sido feitas pelo processo de filmes e processo laboratorial analógico. O plugin funciona muito bem com o Photoshop e tem integração Lightroom.  Para maiores informações, acesse o site do fabricante: www.alienskin.com.

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Bruna Prado

Atuou em agências de publicidade e departamentos de marketing como criativa. Em 1999, trabalhou em um dos maiores laboratórios fotográficos da América Latina, implantando os serviços de fotografia digital. Desde então aprofundou seus estudos em “registros” fotográficos. Hoje atua com produção fotográfica comercial, autoral e fotojornalismo, e tem participação em exposições, editoriais, premiações e trabalhos publicados no Brasil e no exterior. São 11 ANOS de EXPERIÊNCIA em produção e coberturas fotográficas.

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