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5 mitos da fotografia para deixar de acreditar já!

Tanto fotógrafos novatos quanto experientes podem acreditar em “verdades” não tão verdadeiras assim. Veja por que essas afirmações não passam de mitos.

Olá, pessoal. Tudo bom?

Quem conversa com fotógrafos experientes percebe que eles costumam dar orientações parecidas. Pesquisar bastante antes de comprar seu material, investir em cursos, treinar constantemente e aprender a editar imagens são alguns dos conselhos dados por esses profissionais.

No entanto, existem alguns mitos da fotografia que muita gente do ramo teima em acreditar e que, no fim, acaba apenas emperrando sua carreira.

Será que você já ouviu esses comentários? Hoje, vamos derrubar essas falsas verdades que estão atrapalhando seu trabalho:

1 – Profissionais ruins acabam com o mercado

Muita gente costuma julgar aquele profissional que cobra “baratinho” como o responsável por afundar o mercado de fotografia. Acredite: por mais que oferecer um preço muito abaixo da média não ajude a melhorar a situação, quem realmente aprecia um bom trabalho consegue enxergar o custo-benefício envolvido nele.

Outro ponto é que os profissionais ruins, que não investem em materiais de qualidade e no tratamento de imagens, estariam acabando com a imagem de toda a classe diante do público.

Hoje, o consumidor anda mais exigente: ele tem a oportunidade de pesquisar sobre a qualidade do serviço prestado e até mesmo conversar com outros clientes antes de contratar um profissional. Portanto, embora preocupar-se com a concorrência seja necessário, priorize, principalmente, a qualidade do serviço e do atendimento que você está prestando ao seu público.

2 – Quanto mais pixels, mais qualidade a câmera tem

Esse é um mito famoso tanto entre profissionais quanto amadores: quanto mais megapixels a câmera tiver, melhor será a qualidade da foto. No entanto, há DSLRs com a mesma quantidade de MPs que uma máquina amadora e que proporcionam imagens incríveis. Esse número refere-se apenas ao tamanho da foto, não necessariamente à qualidade.

Na verdade, o que importa mesmo é a qualidade do sensor — aquela placa que substitui o filme da câmera analógica. Quanto maior o tamanho dele, mais fiel à realidade será sua foto.

Se a câmera tiver uma enorme quantidade de megapixels, mas um sensor pequeno, as fotos sairão pesadas, mas com muitos ruídos e pouca nitidez.

3 – Canon é melhor que Nikon, e vice-versa

Essa é a grande disputa entre os fotógrafos! Qual a melhor marca: Canon ou Nikon?

Pode ser que, com o fim das atividades da Nikon no Brasil, essa batalha diminua ou acabe. Embora tenham produtos de altíssima qualidade, ambas as marcas são muito parecidas. No fim das contas, para cada modelo Nikon, há um equivalente da Canon.

Além disso, mesmo valendo a pena, as câmeras das duas empresas são bem caras. Se você estiver iniciando a carreira, pergunte a profissionais que você admire quais modelos oferecem melhor custo-benefício. Tem amigos fotógrafos? Peça a eles para fazer um teste com alguma câmera que não estejam usando.

O importante é pesquisar e testar. Pode ser até que uma marca alternativa — Sony, por exemplo — atenda melhor às suas necessidades.

4 – Câmeras profissionais caras são essenciais para boas fotos

Quer mito maior que esse? Embora um equipamento profissional seja muito importante na hora de realizar o serviço contratado, ele é apenas uma parte do trabalho — quantos clientes você conhece que perguntaram o modelo da câmera antes de assinar um contrato? Um bom fotógrafo deve mostrar sua qualidade usando qualquer dispositivo.

Depender apenas de câmeras, lentes e outros equipamentos profissionais limita a criatividade e a disposição de quem está começando a carreira. Portanto, pegue sua máquina fotográfica, estude bastante e treine diariamente — isso sim vai fazer toda a diferença na hora de mostrar seu trabalho para o público.

5 – Os melhores fotógrafos não usam flash

O flash pode trazer resultados desastrosos, mas apenas para quem não sabe usá-lo. O segredo é saber a maneira e a hora certas de incluir esse recurso na sessão. Em fotografias espontâneas, por exemplo, ele não vai te ajudar como deveria. No entanto, em ambientes abertos e contra a luz do sol, o flash trabalha como uma segunda fonte de iluminação, evitando aquelas sombras pesadas e preenchendo áreas subexpostas.

Portanto, antes de aposentar o flash, descubra como aproveitá-lo da melhor maneira.


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Vejo você no próximo artigo!

Silvia Martins

Silvia Martins, formada em marketing com MBA pela FGV em Gestão Empresarial e Comercial. Trabalhou no ambiente corporativo por 17 anos. Hoje, atua como educadora e palestrante de marketing e fotografia em renomados congressos, além de ministrar oficinas exclusivas para fotógrafos. Além da parte da educação no universo fotográfico, Silvia é fotógrafa de família no estilo lifestyle há 6 anos onde já atendeu mais de 600 clientes.

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