Muita gente associa (equivocadamente) a fotografia noturna com aumento de ISO e o resultado disso é um nível de granulação visívelmente mais acentuado, principalmente nas baixas luzes (sombras)
Há infinitas maneiras de marcar suas fotografias. O importante é sempre manter um olhar bem crítico na hora de estipular a direção, tamanho, cor, texto etc..
Nesta nova coluna resolvi abordar um assunto que julgo ser importante para quebrar o tabú de que só se faz fotografia se houver luz…
Este artigo é sobre um tema que converso com meus alunos e com outros fotógrafos profissionais, e quanto mais levanto este assunto mais vejo que é totalmente incomum fotógrafos realizarem algum tipo de controle de qualidade sobre seu próprio trabalho.
Este artigo irá servir essencialmente para dar algumas dicas e conselhos sobre fotografia de viagem, com base na minha experiência pessoal.
Venho de uma geração fotográfica analógica, onde grande parte do processo do trabalho na fotografia era mais “manual” do que essa nova realidade digital, que vivemos atualmente.
Paisagens noturnas são para muitos, encantadoras. Registrar uma paisagem durante a noite pode ser um desafio, mas sabendo as técnicas é possível conseguir um resultado muito bonito.
O termo “Caixa de Luz” define uma área onde qualquer posição (ou pose) está garantidamente bem iluminada e, principalmente, com a mesma fotometria. Isso acontece porque forma-se uma “caixa de segurança” com várias fontes de luz dispostas ao redor e o mais emocionante é que sempre há uma variação significativa do efeito da iluminação, embora as fontes estejam sempre na mesma posição.








