Afinal, o que é impressão Fine Art? Basta imprimir uma foto, ou reproduzir uma obra de arte, para que se tenha uma impressão Fine Art?
Neste artigo, irei mostrar como tirar partido do Adobe Photoshop para poder “automatizar” o workflow no tratamento de imagens na busca incessante de o ajudar a dar uma nova vida às suas fotografias com algumas (imperdíveis) “actions” do Photoshop.
Vamos refletir um pouco agora sobre a questão do trabalho gratuito, da foto grátis. Vamos levantar algumas questões e entender os dois lados da moeda a fim de elucidar um pouco o pensamento de quem está começando ou já começou, mas ainda atua nesta prática da gratuidade para conseguir alguma coisa na fotografia.
Atualmente existem diversos tipos de ensaios fotográficos: Desde ensaios para gestantes, até os mais ousados para casais, realizados em estúdio ou externo. O fotógrafo precisa ter em mente que independente de quantos trabalhos ele faça por semana, por mês, por ano, o ensaio fotográfico para cada cliente é pra lá de especial.
Ultimamente podemos notar que alguns fotógrafos tem se dedicado a extrair algo a mais das fotos que produzem. Ao ver o resultado final conseguimos identificar que houve um cuidado em todo o processo de criação, direção, que ouve uma entrega em ambas as partes para causar algo em quem vê a imagem. E mais que isso que houve um resgate às origens na linguagem fotográfica.
No meu ponto de vista (que fique claro), acredito que pode não haver diferenças técnicas entre um e outro, visto que o aprendizado é livre e os cursos de fotografia não são exclusivos para fotógrafos profissionais.
Este artigo aborda algumas técnicas simples mas eficazes no tratamento de imagem digital com o software Adobe Photoshop na sua versão CS4.
Neste artigo vai encontrar muitas dicas para fotografar Recém Nascidos (Newborn). Se gosta de fotografar crianças não pode perder esta matéria.
Dando prosseguimento ao artigo anterior sobre a discussão “Fotografia e Arte”, estarei observando neste segundo artigo o mercado de arte para as fotografias vintage.
Fotografar crianças é sempre um desafio, são personalidades diferentes, umas são calminhas e adoram “brincar de modelos”, outras são tão ativas que passam pulando e correndo o ensaio inteiro.
Em conversas com vários amigos que estão começando ou que já começaram a se inserir no mercado de trabalho da fotografia, percebi que uma reclamação constante de todos eles é a famosa panelinha dos veteranos.
Por mais de três anos, Lee Jeffries tirou fotografias de “gente sem teto” por todo o mundo. Mas não são imagens obtidas rapidamente e desde longe, e sim íntimos retratos que capturam cada incômodo detalhe, cada cicatriz e cada grão de sujeira.
O que podemos entender sobre a fotografia que é bem aceita em museus e galerias é que ela tenha em primeiro lugar um apelo de criatividade que subverta um status quo ou gere uma inquietação para aqueles que a observam.
Fotografar a família é algo que há muito tempo vem sendo feito. Quem é que não se lembra daquelas clássicas fotos amareladas que está a família reunida num jardim ou em frente de alguma casa?
Como o meu site é de cunho pessoal, me sinto no direito e obrigação de tratar sobre um assunto que a muito tempo vem tirando minha paz. Se refere à banalização da fotografia. Mas eu prefiro usar o termo “prostituição fotográfica”.















